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A obsess√£o de Ana II

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Referência (ID): 1607
Zélia e a nora Ana estão no deque de um glamoroso restaurante, entretidas com os respectivos celulares. Cronologicamente Zelia poderia ser mãe de Ana, mas a exuberante figura de Zélia aparentava ser uma irmã um pouco mais velha. Ambas tinham a mesma altura e ambas tinham como característica as polpudas nádegas e cintura esbelta.
Z√©lia tornou-se loira devido ao aparecimento dos primeiros cabelos grisalhos. Ana tinha cabelos escuros, olhos azuis e seios m√©dios. Em comum, ambas eram ad√ļlteras.
Voltando ao momento em elas se entretém com os celulares, um leve sorriso se forma nos lábios de Zélia. Ela baixa os ósculos escuros encara o belo homem grisalho sentado a alguns metros a sua frente. Ele corresponde ao olhar batendo levemente o celular na fronte, como uma continência.
Zélia, ajusta os óculos e se levanta.
- Vou ao toilete, querida...

Ela vai até a mesa do homem grisalho, que estava no meio dos seus quarenta anos e o cumprimenta.
- Ol√° Joel! Faz tempo que voce n√£o nos visita!
- ... mas, sempre tendo voce em minha mente, querida Zélia!
- Vou ao toilete agora e depois ao estacionamento. Esteja l√°!

O estacionamento se situava embaixo do restaurante. Joel, entra no próprio carro e alguns minutos depois vê Zélia saindo do elevador. Ele pisca os faróis e Zélia se dirige pra onde ele está.
- Voce nunca deixa de ser bonita e gostosona! E safada! Uma adorável adultéra depravada!

Joel beija com frenesi a esposa do seu administrador juridico Jarbas. Zélia arfa e soluça conforme os beijos de Joel alcançam os seios, enquanto uma das coxas dela tenta enlaçá-lo pela cintura sem sucesso. Joel baixa a calça laicra e aspira o aroma da depiladinha xoxota da bela esposa infiel. A boca de Joel se cola e suga com ardor o travesseirinho do pelvis dela
- Me deprava, Joel! Me deprava! Faz em mim uso da tua depravação!
- Eu... eu diria que voce é uma deusa insaciável por sexo! Posso comer tua bundinha!!
- Mas, j√°!? Eu quero chupar! Me d√° teu leitinho!

Joel parece não ter escutado e permanece chupando a xana, já com baba lhe escorrendo pelo queixo. Zélia sussurra e balança a cabeça de um lado pro outro, encostada ao lado do carro. De repente ela leva as mãos a cabeça de Joel e lhe diz ofegante.
- Vem! Vem, safado! Vem me comer! Vem foder o meu cuzinho, vem!

Ele se levanta, Zélia é que se agacha agora para lhe abrir a barguilha. O cacete de Joel salta quase como se quisesse se desprender do corpo dele e já espirrando pré-semem.
A boca de Zélia praticamente engole toda a extensão da rola do amigo de seu marido. Joel então pede a ela.
- Querida... me d√° tua... tua bundinha, vai! Agora!

Sem tirar a rolona dele da boca, Zélia aponta para que Joel lhe alcance a bolsa.
- Pega...pega a camisinha aí dentro e me dá aqui! Enfia no meu cu com camisinha... não quero que fique escorrendo esperma depois que voce gozar!

A camisinha ajudou a extensa rolona de Joel se acomodar apertadamente no tubo anal de Z√©lia! Dessa vez ela se soltou e foi por sorte que n√£o havia ningu√©m pra ouvir os murm√ļrios sensuais que ela emitia. Conforme Joel fazia o entra-e-sai no cuzinho dela, as grossas e bronzeadas coxas se apertavam entre si e uma das m√£os dedilhava freneticamente o clit√≥ris na babada xaninha.

Z√©lia foi quem gozou primeiro. Se busto se achatou no cap√ī do carro e seu corpo tremia com a rola do amigo de seu marido atolada em seu sol anal enquanto as belas n√°degas tremiam de gozo.
Joel por sua vez aproveita que cada segundo seja eterno com sua torona embutida no cuzinho de Z√©lia. Ent√£o, ela sente que Joel est√° prestes a gozar porque os dedos dele se enterram com for√ßa nas carnes de seus gl√ļteos. Arquejando, olhando por cima do ombro ela lhe fala.
- Pára, amor, pára... por um... um momento. Saia...sai de dentro de meu fiofó. Não goze ainda!

Meio tonto, Joel atende ao pedido dela e se encosta na lateral do carro. Sem levantar as calças que estão no meios das coxas, Zélia se agacha a frente dele e retira a camisinha do intumescido cacete do amigo de seu maridinho.
Em seguida, seus l√°bios fazem um grade ‚Äúo‚ÄĚ e a avermelhada glande √© sugada pra dentro da boca. A l√≠ngua acomoda as primeiras gotas de semem que Joel tenta inutilmente reter o gozo.

Zélia fecha os olhos e pressiona mais ainda os lábios em volta da grossura que lhe preenche a boca, sentindo as veias palpitando cada vez mais, quando o jorro ejaculatório lhe inunda a boca. Ela se esforça pra engolir tudo sem deixar nada lhe escapar da boca. Mas, em vão. Pra não sufocar, ela retira o pauzão da boca e alguns jatos são lançados em seu belo rosto.

Ana, ainda dedilha o telefone quando Zélia volta a se sentar na mesa.
- Caramba! Me distrai... voce esteve onde nesses quinze minutos?
- Eu lhe disse! Preicisei fazer xixi! E encontrei o senhor Joel l√° dentro... Ah, falando nele, ele est√° vindo pra c√°!

Ana tira os olhos do celular e conforme Zélia vira a cabeça, ela nota uma pequena gosma esbranquiçada nos cabelos um pouco acima da orelha de sua sogra.
- Dona Z√©lia, foi um prazer ter lhe encontrado. D√™ minhas sauda√ß√Ķes ao amigo Jarbas, seu marido.

Ana, percebe que Z√©lia e Joel t√™m um caso. Mas, ela se sente ultrajada por sua sogra se sujeitar ao sexo f√°cil e em local p√ļblico. Pela apar√™ncia de Joel, Ana se convence que ele √© um dominador e que Z√©lia √© vitima, talvez pela pr√≥pria fraqueza da carne. Ela olha seriamente pro Joel quando ele a cumprimenta e vai embora. As duas decidem ir embora ap√≥s alguns minutos.
- Zélia, venha aqui, deixa eu retirar uma coisa que grudou no cabelo acima de sua orelha.

Zélia segue o olhar da nora e involuntariamente leva a própria mão onde está pequena gosma nos cabelos. Seus olhos se arregalam e um rubor surge em seu rosto quando as pontas dos dedos reconhecem que é esperma de Joel.
Ana a encara por um breve segundo e desviando o olhar, caminha a frente da sogra ad√ļltera.

No dia seguinte, Joel escuta por sua secretária que a senhora Ana gostaria de vê-lo.
- Que surpresa, dona Ana! Como vai o M√°rio? Sente-se, por favor.
- Meu marido n√£o sabe que vim aqui. Espero que o senhor n√£o me leva a mal.
- Pois n√£o. Qual a raz√£o de sua visita?
- Bom, vou direto ao assunto! Sei do caso do senhor com a Zélia! Acho que o senhor a induziu a esta infidelidade se aproveitando de alguma fraqueza moral dela. Nós sabemos o quanto ela é meia avoada, mas também o quanto ela é adorada pelo filho, meu marido.
Seria indescritível o que aconteceria à família quando o senhor se cansasse dela e a abandonasse. Por outro lado haveria reação de minha parte e da minha família se isso acontecesse.
- Oh, oh! Dona Ana, calma! O que a senhora est√° dizendo?
- N√£o negue, seu calhorda! Cretino! O esc√Ęndalo seria o m√≠nimo! Meu medo √© a rea√ß√£o dela e do meu marido! E l√≥gico do meu sogro.

Joel notou uma reticência quando Ana mencionou o sogro. Ele fica imaginando o porquê de Ana estar fazendo aquele carnaval todo e menosprezando a racionalidade da sogra.
- Olha, minha senhora, vamos manter o bom comportamento. Não nego nosso caso. Mas foi pura escolha dela e tenho certeza que ela não é nem um pouquinho avoada. Na verdade foi ela quem me seduziu...
- Deixa de hipocrisia! O fato é que o senhor é um canalha que desvirtuou uma mulher honesta casada. Meu marido nunca acreditaria nisso de que foi ela quem o seduziu. Isso é uma porca mentira! Mentira!
- Ana, porra! Pára de me xingar, caralho! Me dá teu telefone e eu vou te provar que é ela quem me procura!
- Ora, ora, seu calhorda! Voce já a envolveu tanto que deve ter feito uma lavagem cerebral nela! Mas, tá bem... este é o numero de meu telefone! Saiba que minha família e maior acionária do canal de televisão daqui! Pense bem nisso! Passe bem... mal!

Joel observa encantado pelo balancear nervoso dos robustos gl√ļteos da norinha da Z√©lia.

Alguns dias depois, Ana está tomando sol junto com o marido e o sogro na piscina da bela mansão. Zélia disse que iria à massagista.
O telefone dela toca. Ao atender vê que é uma mensagem de Joel. A imagem de Zélia aparece mamando a rola dele. Imediatamente tira o som. Ana arregala os olhos ao mesmo tempo em que olha pros lados. Seu marido e o sogro parecem estar adormecidos.

A própria Zélia não percebe que está sendo filmada de tão entretida que está na sua especialidade.
Ana se levanta se dirige pro interior da casa. Ent√£o ela liga o som. No √≠nicio s√≥ o ‚Äúslup, slup‚ÄĚ do boquete √© ouvido. De repente, Z√©lia p√°ra o boquete e v√™ que Joel est√° lhe est√° filmando.
- O que voce tá fazendo? Me filmando!? Me filmando mamando esse belo cacetão, é!? Pra quê!? Pra se masturbar depois quando for viajar e se lembrar de mim, é!? Então filma mais! Filma a mim te engolindo todo até meu queixo encostar nas tuas bolas!!

Dizendo isso, Zélia voltou a chupar o cacetão e pouco a pouco foi engolindo até o nariz se achatar na pélvis de Joel. Ana está chocada e não consegue tirar os olhos da telinha. O sentimento dela por Joel é de puro ódio e ela promete a si mesma que vai fazer um inferno na vida dele.
Involuntariamente a temperatura de seu corpo sobe e o desejo sexual por seu macho se torna intenso. Mas, agora ela tem que saciar seu torturante desejo de ter uma rola pra chupar, pra fazer de tudo.

Ana volta para a piscina onde o marido e o sogro est√£o dormitando. Se aproxima por entre as chaise-longue e se abaixando murmura bem baixinho no ouvido de um para que o outro n√£o ouvisse.
- Vem comigo, quero voce agora! Ele est√° dormindo e podemos visualizar ele l√° da copa se estiver vindo!

Em segundos, Ana est√° agachada por tr√°s do balc√£o com o imenso caralho entre os seios tentando engolir a glande com a boca.
Por fim desiste e agarrando a tora pelo meio, a engole até a metade sentindo a baba que escorre por entre seus lábios e caindo nos seios.
- Ana, Aninha! Voce me mata! E que tes√£o! Voce me chupando e eu vendo daqui teu marido!
- O √ļnico jeito de ficar sempre perto de voce, foi casando com teu filho, velho safado!


Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com. br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrar√£o esses contos devidamente ilustrados. Obrigada
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