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			<title>Um dia de Escola</title>
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			<description>Foi um dia normal como os outros, não sei o que aconteceu, dei aulas, mas havia qualquer coisa diferente nesse dia, não era normal, elas olhavam para mim de outra forma… elas, sim elas… a Patrícia e a Catarina, as duas… mas como poderia ser? 
Eu estava na sala, que raio estava a acontecer? Havia algo diferente, uma sensação diferente, eu próprio sentia que algo tinha mudado, o que seria… não sei… Continuei a dar a aula como normalmente. 
De repente olho para a minha direita e vejo a Catarina, aquele “maldito vestido” estava a deixar-me louco.
Ao lado dela a Patrícia notou que eu estava a olhar para o vestido e pisca-me o olho… ??? 
Ei? O que se passa aqui?
Nunca tinha piscado o olho para mim! Fiquei enrascado e olho para a Catarina, ela faz o mesmo e pisca o olho também… Ai, ai! …Estarei louco? ...O que se passa?
A aula já era, tento disfarçar e levanto-me para andar um pouco na sala, asneira… o vestido da Catarina está mais acima do normal, aquelas pernas espetaculares estão quase todas à mostra…
Duh, wake up dude? Tás a dormir? Será isto um sonho?
Não quero saber e deixo-me ir…
Elas falam entre si e a tensão continua. …Elas riem-se e olham para mim…
Fico sem jeito e olho para minha roupa para ver se tenho alguma coisa suja ou…
Nada…
Os outros não notam nada e continuam como se nada se tivesse passado… deixo ir…
Estou a gostar da atenção… eu 40 anos… elas pelos 20… que loucura…. Só pode ser um sonho…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Fecho os olhos e volto a abrir… continua… as duas fofinhas da turma, estão a olhar para mim e continuam a rir. 
Lindas, a Patrícia um anjo de cabelo loiro, a Catarina, outro anjo de cabelo negro, que duas…
Estranhamente sinto-me bem… que fazer? 
Deixo ir…
As horas passam e está quase a acabar, mais uma 4ª feira… As aulas terminam na 6ª… Tenho de preparar as notas, penso eu comigo próprio…
Dá o toque para a saída, estranho, nunca tinha tocado antes… mas pronto.
Os alunos perguntam se podem sair. Eu digo que sim e saem…
As duas ficam, o que se passa? O que querem? Perguntas sobre as notas, hoje não, já chega…
Mas a risota não para e a Catarina diz- Prof. Podemos falar consigo?
- Ok, o que se passa?
- Podemos falar consigo? – diz a Patrícia.
- Digam – repondo eu.
- Gostaríamos de ir tomar um café consigo, pode ser? - Diz a Catarina.
Estranho, penso eu, a Catarina nunca toma café…
- Ok – respondo.
Ficam contentes… e la nos encontramos no café… não sei onde estou… não me lembro de ter chegado ali… outra vez… 
Só pode ser um sonho…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Elas perguntam se estou bem e digo que sim, conversamos enquanto bebemos café, sinto-me bem, sinto-me novo, ao lado destas duas deusas de 20 aninhos…
É fixe, não estamos sozinhos no café, as outras pessoas olham para mim…
Sinto-me bem, estou bem acompanhado, não quero saber o que pensam os outros e elas, pelos vistos, muito menos…
Querem sair dali, e eu pergunto onde vamos? Apenas dizem segue-nos… é o que faço…
Zap… zap… há um salto, não sei onde estou… quatro paredes, uma janela… aproximo-me… uma vista linda para o lado de fora… o mar…
Sinto que não estou só e viro-me…
Elas estão comigo… 
Aquele vestido outra vez… que tentação… 
Elas são lindas… lindas de morrer… 
A Patrícia está de calças de ganga, como sempre, apertadinhas naquele corpo jovem e sem defeitos, uma t-shirt decotada com algo de renda por baixo…
A Catarina, naquele vestido preto, curto… algo transparente… pernas que não terminam até ao fundo do vestido… lindas… mais acima, não consigo lembrar-me… dourado… que esconde aquelas formas que bem conheço de 3 anos de olhar…
Estarei eu doido? 
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
A Patrícia aproxima-se e diz, “somos tuas, para o que quiseres, sei que nos desejas…”
Fico de boca aberta, sem palavras… a tremer… sem saber o que fazer…
Como?... Falas a sério?
Ela não diz nada e aproxima-se de mim, mete as mãos à volta do meu pescoço e beija-me os lábios levemente.
Não sei o que fazer… Resisto? Deixo ir?
Nem tenho tempo de pensar, sinto a sua língua nos meus lábios e abro a minha boca… que calor… que sabor… que perfume…
Sinto-me nas nuvens….
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Quase me esqueci que não estávamos sozinhos….
Sinto um respirar no meu pescoço… As mãos nas minhas costas… Catarina… uau! Que arrepio…
Continuo a beijar a Patrícia enquanto a Catarina toca os seus lábios no seu pescoço…
Não resisto… solto-me do beijo da Patrícia e viro-me… olhos nos olhos com a Catarina e os nossos lábios aproximam-se…
Um beijo… dois beijos… leves a princípio… aumenta o ritmo e não conseguimos parar…
Que loucura…
Não acordes…. Please… não acordes…. Please…
As mãos das duas percorrem o meu corpo, as minhas mãos, o delas… Nem sei por onde começar…
Deixo-me ir… sou delas… 
Elas tomam conta da situação e começam a tirar a minha roupa…
Beijos por todo o lado… uma vez a Patrícia… outra a Catarina…
Sinto o meu corpo a tremer… É lindo… Sinto-me bem…
Sinto os lábios delas a percorrerem o meu corpo, a t-shirt já era…
As minhas mãos estão soltas… tiro a t-shirt da Patrícia… rendas… soutien… lindo… que perfeição… preto… sedoso. 
Pouco esconde…
Nas costas sinto as mãos da Catarina… a sua boca no meu pescoço… os arrepios no corpo todo… tão bom…
As rendas saem… o soutien… solta-se… primeiro uma alça…. Depois a outra… a Patrícia segura-o com as duas mãos… sensualidade… 
O perfume destas tuas mulheres no ar… sim mulheres… até há bem pouco tempo eram raparigas inocentes, penso eu… agora mulheres… loucas… a dar-me prazer… só com beijos…
Só com as mãos…
Só com o olhar…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
A Catarina abraça-me… não resisto… viro-me e levo os meus lábios aos dela… beijo-a sofregamente…
Sinto as mãos da Patrícia nas minhas costas… as unhas percorrem a minha coluna… beijos… beijos leves… um abraço… e… sinto os seios dela na minha pele… nas costas… mais um arrepio enquanto a minha língua se envolve com a língua da Catarina…
Que calor…
Abraço a Catarina e passo as mãos pelas suas costas… a minha língua no seu pescoço…  as minhas mãos vão descendo até ao vale das suas costas… o seu rabo… perfeito… firme…
A língua da Patrícia no meu pescoço… arrepia-me…
As minhas mãos descem… maldito vestido… a culpa é tua… 
Encontro o fundo do vestido e começo a subi-lo… não vejo nada… só sinto… tenho os olhos fechados… não quero acordar…
Arrisco… abro os olhos… tenho de ver onde acabam aquelas pernas… lindo… lingerie preta… em baixo…
Continuo a subir… soutien preto em cima… que lindo… tão perfeitos… que seios perfeitos… encobertos pela mais bela seda preta… transparente… Perco-me… 
Olho mais a cima e os nosso olhos encontram-se… mais um beijo… dois… lentamente… mais rápido… fico sem ar…
Sim umas mãos na minha barriga… nas minhas calças… no meu cinto…
Clic… e lá vai o cinto… 
Patrícia não… please… não podemos, já fomos longe de mais… penso eu…
Mas não consigo falar… a língua da Catarina enrolada na minha…
Ziiiiiipppp… o fecho a abrir…
As calças caem… Estou de boxers… mas não dá para esconder a excitação… Tenho-o duro…
 A Catarina encosta-se… Aperta-se contra mim… que loucura… que sensação…
Tenho medo… será isso real… eu quero que seja…
Viro-me… e vejo… pela 1ª vez os seios da Patrícia… perfeitos… branquinhos… perfeitos… 
Enfeitiça-me… olho-a nos olhos e não resisto… beijo-a… lentamente… mais rápido… os nosso corpos toca-se…
Sinto o seu peito de encontro ao meu… beijo o pescoço… desço mais um pouco… e… levo a minha boca àqueles lindos seios…
Mãos nas costas… calor humano… Estou no meio… abraços beijos… 
Os nosso corpos fundem-se… uma vez uma… uma vez outra… beijo-as…
Sinto umas mãos nos meus boxers… não sei de quem são… não interessa… vou ficar livre…
Lentamente… lentamente as mãos descem… levando consigo a minha prisão… enfim, livre…
Estou excitado… muito excitado… nunca antes tinha estado assim… duro…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Os boxers caem no chão… Estou nu… perante estas duas deusas gregas…
Afasta-me… empurram-me contra a parede e olha para mim…
Espero ofegante… o que virá a seguir…
A Catarina olha para mim… fixa o olhar… leva as mãos às costas e solta-o… solta o soutien de seda… lentamente deixando-o cair no chão…
Estou perplexo… que beleza de corpos… que sensualidade… as duas… uma loira… outra morena… não aguento… vou mover-me e elas… param-me dizendo… espera…
Ao mesmo tempo… levam as mãos à lingerie e começam e baixa-la em uníssono… virando –se… deixando-me ver aqueles rabos… que lindo… que perfeição… 
Quero tocar… mas não… espero… elas mandam…
Soltam-se… estão nuas… de costas… atiçam-me… não se viram… e perguntam… “queres… queres continuar…?”…
Quase desmaio… boca seca… tento falar e nada sai… Digo que sim com a cabeça…
O perfume no ar é extasiante… sensual… sexual…  
Viram-se… curvas torneadas… corpos perfeitos… olhos lindos… seios estonteantes…
Mas a minha atenção desce… em ambas, a barriga lisa… os sexos limpos… sem pelos… lisinhos… excitados… brilhantes…
O meu sexo atento… o meu pénis dá sinal… as vaginas são lindas… lindas… estou no céu…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Não acordei… Continuei ali… à minha frente… não há palavras…
Estou excitadíssimo… o perfume no ar é…. Não sei… é bom… não… muito bom… não… não há palavras…
Que faço… tento mexer-me… não consigo… a excitação é tanta…
Mas elas sabem… elas estão a controlar… mexem-se… na minha direção… aproximam-se… erguem as mãos… tocam-me… a Catarina puxa-me para ela e beija-me…
Abraça-me… 
A Patrícia passa para trás de mim… abraça-me também… e continuamos… beijos… abraços… corpos que se tocam… loucura… calor… não parem… Quero sentir… quero… Quero muito…
O meu pénis está encostado à barriga da Catarina… duro… dói de prazer…
Abraço a Catarina… as minhas mãos descem… sinto o seu corpo nu… as suas costas… o seu peito conta o meu… as minhas mãos descem…
Encontro… encontro… um rabo… um rabo perfeito… os meus olhos fechados… agora só quero sentir… sentir… sentir…
O meu coração bate… o delas também…
Sinto os lábios dela… 
Sinto as mãos nas costas… Mais outras mãos… mais um abraço… Voltamos a ser um só… 
Três seres… num só…
As mãos delas tocam-me… como borboletas… levemente… arrepios… não há palavras…
Os corpos humedecem-se… calor… é tão bom… 
As línguas entrelaçam-se… Salto de uma boca para a outra… sorvendo sabores… cheiros…
Há uma calma no ar… é lindo… sensual… em câmara lenta… 
Viro-me… abraço a Patrícia… sinto os seus seios no meu peito… o meu pénis estremece… 
As mãos baralham-se… Trocam toques sensuais de prazer… 
Leves gemidos percorrem o ar… a respiração aumenta de velocidade… É perfeito…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
Baixo as minhas mãos e passo-as pelos seios da Patrícia… são firmes… 
Sinto os seios da Catarina nas minhas costas e viro-me… Quero senti-los também… é o que faço…
Passo as mãos pelos mamilos… a língua também… Beijo-os… Chupo-os…
Sinto as mãos da Patrícia no meu corpo… no meu rabo… toca-me… apalpa-me…
Ajoelho-me… Tenho a barriga da Catarina à minha frente… lisinha… perfeita…
Passo a língua pelo umbigo… Sinto o perfume do seu sexo… da sua vagina… Ela solta um leve gemido… está excitada… gosta da minha atenção…
Desço um pouco… respiro o seu perfume… paro… viro-me…
Repito na Patrícia… língua… beijo… umbigo… gemido… lindo… que emoção…
Tudo muito lento… não há pressas… 
Os toques são sensuais… leves… tentadores… excitantes…
Baixo-me… à minha frente um ventre liso… uma vagina molhada… um beijo… dois… 
A língua sai… sinto a pele… o sabor… penetro mais fundo… molhada… saborosa vagina…
Não consigo parar… olhos abertos… quero ver… quero sentir… quero dar prazer…
Não posso parar agora…
Não acordes…. Please… Não acordes…. Please…
A língua entra… um gemido… dois… aumenta o tom… as mãos dela na minha cabeça…
Não pares… não pares…
Paro… ainda é cedo… Tem de durar este prazer… 
Viro-me… a Catarina olha para mim… percebo… 
Elas em pé… beijo a vagina dela… da Catarina… Repito tudo de novo… língua… beijo…
Beijo as pétalas e bebo o néctar… a minha língua entra… ela abre-se… ela solta um gemido… dois… hummmm… que prazer…
Encontro o clitóris… durinho… sensível… húmido… 
A minha língua sente-o… excita-o… ela geme… gosta… pede mais… 
Levo os dedos à vagina… abro as pétalas… o botão da rosa fica mais à mostra… o clitóris… mais sensível…
Os meus dedos procuram… encontram a entrada… entra um… está húmido… quente…
As suas mãos na minha cabeça… puxam os cabelos… o prazer aproxima-se…
“Não pares” diz ela… “dá-me a tua língua”… “mexe com os dedos”… “dá-me prazer”…
Ela estremece… treme… sente… fica mais húmida… geme mais alto…
Sinto as suas pernas a falhar… Vai-se… Entra em colapso… ofegante… deixa-se cair nos meus braços… Atordoada… Extasiada… Linda… 
Gotas de suor correm o seu corpo… Sorvo-as… Sinto todo o seu perfume no ar…
A Patrícia tinha parado… Vislumbrava tudo o que se passava em seu redor… Abraçada em mim…
“Também quero” – Dizia… “Agora sou eu”… “Vem para mim”… 
Poisei a Catarina no chão… ainda “desligada”… leve… linda…
Virei-me… e Patrícia saltou para cima de mim… Agarrou o meu pénis…
Tremi… gemi… que sensação…
Baixou-se… Olhou para mim… levou-o à boca… e com a língua começou a acaricia-lo… 
Senti… Senti muito prazer… era bom… que desejo…
Ela olhou para mim… e muito lentamente lambeu o meu pénis… meteu-o na boca…
Começou um vai-e-vem lento… 
Gemi… gemi mais ainda… que sensação… que calor…
A minha cabeça deitada no chão… Encostada ao corpo da Catarina… que despertava da sua viagem… observava… desejava… queria mais…
Patrícia percebeu… Olhou para ela… convidou-a…
A Catarina levantou-se… Passou ao meu lado… lentamente… percorrendo todo o meu corpo com a língua…
A Patrícia percebeu… parou o vai-e-vem… tirou-o para fora… largou-o… partilhou-o com ela…
Eu continuava deitado no chão…
A Patrícia deu a volta e passando a perna por cima da minha cabeça… baixou a sua vagina para os meus lábios… diferente… o perfume… o sabor… o veludo… as pétalas… o botão…
Agarrei o rabo dela… e… Ui!… Uma boca… Uma boca lambeu-me… Catarina… tinha o controlo… tinha-o na mão… lambia-o…
Enquanto eu lambia a Patrícia, a Catarina lambia-me…
Só sentia… não via nada… mas as sensações faziam-me ver estrelas… gemia…
Gemíamos… Tínhamos prazer… hummmm…. Uiiiiiii… tão bom….
A Patrícia acelerou os seus movimentos… a Catarina percebeu… Tirou o meu pénis da boca… passou uma perna por cima de mim…
A Patrícia gemia… gemia alto… “mais” dizia… “devagar”…  “Quero que dure”…
A Catarina não aguentou… Apontou o meu pénis à sua vagina e… começou a descer…
Não estava à espera… calor… húmido… quentinho… apertadinho… tão bom…
Patrícia acelerou na minha boca… lambia-a… penetrava-a com a minha língua… bebia todo o seu néctar…
A Catarina foi descendo… devagarinho… até ao fim… parou… apertou… sentiu…
Queríamos que o tempo parasse… que as horas não andassem…
A Patrícia não aguentou mais… Acelerou… e… deixou-se ir…
Estavam as duas frente a frente… abraçaram-se e… a Catarina começou a mexer-se… para cima e para baixo… estava excitada… era demais…
Era demais para nós…
A Patrícia atingiu o cume do prazer… deixou correr o seu néctar… sorvi-o todo… 
O Perfume do sexo estafa no ar… A Catarina não aguantava muito mais… eu também não…
A Patrícia caiu… Deixou-se cair no meu corpo… deixou-se envolver pela loucura… voou para outros mundos… gemendo de prazer…
Não acordes…. Please… não acordes…. Please… agora não Please…
Foi muito rápido… a Catarina não consegui u aguentar… e sem parar… para cima e para baixo… veio-se… gemendo alto… gritando… aaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii..
Estava quase… mas elas controlavam… Pararam…
Abracei-as… os nossos corpos enrolados… o meu prazer ainda por satisfazer…
A Patrícia recuperou… Tomou as rédeas do jogo e… sem mais perguntas… saltou e deixou-se penetrar…
Começou um movimento rápido de cima para baixo e de baixo para cima… incontrolável…
Não acordes…. Please… não acordes…. Please…
Não conseguia controlar… Estava perto… “Devagar” disse-lhe… “mas não pares”… “não vou aguentar muito mais”… 
A Catarina observava… relaxada… linda… acariciando o seu corpo… sentido o desvanecer lento do prazer…
O dia continuava lindo… tinham-se passado horas… minutos… segundos… tempo…
Tempo bem passado…
Estava louco… a minha cabeça vagueava pelo que tinha acontecido… pelo que estava a acontecer… Estava gravado no meu cérebro… era meu… ninguém mo podia roubar…
A Patrícia não parava… e eu gemia… beijei-a… beijei a Catarina… e… tirando o meu pénis de dentro da Patrícia… vim-me… queria que elas vissem… queria que elas sentissem… sentissem o que me tinham dado… o maior dos prazeres humanos… o suprassumo do universo… senti… o meu sumo sair do meu pénis… em jatos fortes… gemi e estremeci de prazer… atingi os píncaros num orgasmo incrivelmente sensorial e…. Olhando para elas duas… lindas… duas deusas gregas do Olimpo… ACORDEI… Com a mais maravilhosa sensação do mundo… Queria apenas vê-las… senti-las… adoro-as…</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Engravidando a indecisa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/engravidando-a-indecisa</link>
			<description>Meu nome é Tércio, sou moreno, 23 anos, 1,80 de altura, 82 quilos, sarado, peito liso natural, pernas e braços quase sem pelos, pau de 22cm e bem grosso. Gozo muito. Sou do tipo que goza numa buceta e continua firme pra mais. Acho que nasci pra reproduzir pq fico de caralho duro so de pensar que minha gozada pode engravidar uma gata. Sinto tesão no risco. mas chega de falar de mim, vamos falar da Sheila, uma gata linda que cursa direito na mesma universidade que eu. 
	Sheila é uma morena de cabelo preto, 25 anos, 1,70 de altura, 60 quilos, toda esculpida, seios bem redondos e empinados e uma bundinha bem arrebitadinha e dura. Sento atras dela sempre que possível para puxar papo e ficar conversando durante as aulas chatas e tirar minhas dúvidas nas mais dificeis. É do tipo intelectual e cdf. Me amarro no tipo inteligente. Saimos algumas vezes, claro, mas ela sempre com o papo de querer ser so amiga e que não sabe se estava preparada ainda para um relacionamento visto que o caso com o ex foi bem dificil e eles se separaram a menos de um mês. Dae um dia eu resolvi acabar com essa indecisão dela. 
	Fomos pra uma festa da sala num sabado a noite e no final da festa levei ela pra minha casa. Ficamos conversando, bebendo mais um pouco, e começou a pintar um clima gostoso. Ela foi ficando cada vez mais safada, acho que por conta do álcool. Começou a tirar a blusa dizendo que tava ficando com calor e realmente ela tava bem vermelhinha. Disse que não tinha problema e logo ela tava sentada no meu colo tirando a minha camisa também. Meu caralho foi ficando animado e ela sentiu ele crescer por baixo da calça jeans. &quot;Nossa gato, isso tudo?&quot; ela perguntou. &quot;Não é nem metade dele ainda, gata&quot; eu respondi confiante. Ela deu um sorrisinho e começou a fazer um vai e vem por cima da calça e fui ficando cada vez mais maluco. Precisava comer ela. 
	Tirei o sutia dela e cai de boca naqueles peitões. circulei cada mamilo com minha lingua alternando entre eles diversas vezes e apertando de leve. Ela botava a cabeça pra tras e gemia bem gostoso. tirei o resto da roupa dela, a minha, ficamos pelados e deitei ela na cama com as pernas bem abertas e encostei a cabeçona da minha vara na entrada da buceta dela. Começei a empurrar pra dentro mas ela se esquivou. &quot;Gato, não to tomando pilula. Põe uma camisinha vai, por favor.&quot; ela pediu. Meio sem vontade eu atendi o desejo dela. Botei uma camisinha no bicho, ela verificou com as mãos e foi levando ele pra dentro dela. No papai-mamae, ela deitada na cama de pernas bem abertas e eu em pé na beirada, ela foi levando pra dentro daquela buceta quentinha meu kct encapado. Foi entrando e ela foi ajeitando e gemendo a cada cm que botava pra dentro. Ela ia se remexendo e puxando o caralho ate que entrou todo. Ela conseguiu ajeitar meus 22cm de pau, durao e grosso, dentro daquela caverninha umida e gostosa. Mesmo pela camisinha dava pra sentir que era muito quente e tava bem molhada. Ela tava com muita vontade mesmo. Caí por cima dela, abraçando forte e comecei um vai e vem gostoso nela. Embora tivesse muito bom eu queria era goza dentro dela. &quot;Gata to quase gozando. Quer que eu goze já?&quot; eu perguntei. &quot;Não, ta muito bom. Não quero que vc goze ainda.&quot; &quot;Então vou tirar um pouco, gata. Gosta de ser chupada?&quot; &quot;Adoro! Me chupa todinha vai gatão!&quot;
	Blefei na real. Não tava nem um pouco perto de gozar mas tava com um plano em mente. Tirei de dentro e começei a descer minha lingua pelos seios dela, chupei muito os mamilos de novo, chupado forte e mordiscando. continuei descendo pela barriga ate a xaninha linda, raspadinha, lisinha e apertada que estava um pouco aberta ja. Meti a lingua dentro dela e ela começou a suspirar e ofegar e a gemer alto e gostoso. Enquanto isso eu fingindo que tava batendo uma mas na real peguei a ponta da camisinha com as duas mãos, e fiz um rasgo bem no deposito de porra. Deslizei o cabeção do meu pau através do furo e deixei só ele pra fora. No mesmo instante meu pau ficou pulou de tesão, ficou bem mais duro do que estava, senti a cabeçona inchada e com muito tesão inflar ainda mais. Aquela altura ela ja estava bem louca, gemia muito e pedia pica. &quot;Que delicia, me chupa gato. Quero teu pau de novo em mim, me fode vai, me come meu gostoso, enfia tudo pra dentro, quero vc la no fundo da minha buceta!&quot; Sem pensar duas vezes eu introduzi meu cacete de volta, sentindo a pele dela bem gostosa na minha cabeçona desprotegida. A buceta dela estava tão quente e umida que deixou meu cacete pulsando de tesão. Nesse momento ela pegou na vara e alisou. Acho que desconfiou quando coloquei a cabeçona pulsando nela, mas sentiu o resto da camisinha na vara e relaxou. Soltou o pau e pediu &quot;Me fode forte vai meu macho, enfia esse cacetão pra dentro de mim, me come!&quot; Enlouqueci com o pedido e com a buceta quente na cabeçona do meu caralho. Comecei a meter gostoso, tirava tudo e colocava de volta. Vez por outra meu cacetão latejava de tesao e soltava lubrificante dentro dela, deixando ela mais molhada e tesudo ainda. Ela gemia e urrava de tesao rebolando gostoso empurrandoa  buceta de encontro ao meu pau pedindo pra ir mais e mais fundo. Tava decidido. Ia fazer essa gata ser só minha. Continuei fudendo ela bem gostoso, rebolando pra fazer o cacete girar dentro dela e a cada estocada eu sentia a camisinha deslizando mais e mais pra trás, até ficar só o anelzinho na base do pau. Tava com o pau todo pelado dentro dela, sentindo a bucetona quente sugando ele. Agora sim tava ficando bem perto de gozar. Enlouqueci tirando o pau quase todo e enfiando tudo de novo, tava muito próximo. &quot;Gata ta vindo! Vou gozar hein? Posso gozar?&quot; &quot;Pode meu macho, goza pra mim tesudo, enche a minha buceta de leite!&quot; putz fiquei louco de tesao ouvindo aquilo. Será que ela sabia que eu tava sem a camisinha? E se sabia, ela queria o mesmo que eu! Então deixei sair. &quot;Ah gata, ta vindo! Ta saindo! Vou gozar gata! Vou inseminar você! AH!! TO GOZANDO EM VOCÊ!!! AHHHH!!!&quot; &quot;Isso meu gostoso! Deixa sair! Me insemina vai, goza dentro da minha bucetinha quente!!!&quot; Sem aguentar mais eu explodi de tesão dentro dela, gozando forte. Fiz questão de enfiar o mais fundo que eu consegui dentro dela pra ejacular direto no utero, encher ela de leite bem forte e gostoso. Quando terminei fiquei ainda com o cacete duro dentro dela, mas ela pediu pra tirar e descansar um pouco. Quando tirei e ela viu o estrago ela me olhou com uma cara incrédulo de que não tava acreditando. Correu pro banho e tentou lavar a buceta. Fui atrás dela pra tentar amenizar, mas ela tava bem assustada. &quot;E se eu engravidar agora, gato? To no periodo fertil, o que vou fazer?&quot; &quot;Calma gata, ta tudo bem. Relaxa, ta tudo certo.&quot; E enquanto eu abraçava ela meu cacete ainda duro pulsava proximo da bucetinha dela querendo entrar de novo. &quot;Era iss que você queria né? Que seja. Quer me engravidar então engravida, gostoso!&quot; Ela puxou o cacete e botou pra dentro da buceta dela. Nem tirei a argolinha da camisinha e voltei a comer ela, de pe, debaixo do chuveiro, agua quente em nós dois enquanto o pau entrava e saia de dentro dela. Porra e sabonete ajudavam meu cacete a penetrar cada centimetro da xana dela e eu forçava ainda mais o pau pra cutucar o utero dela, bem fundo. Ela gemia forte e gostoso. &quot;Isso gostoso, bota no fundo vai, enfia no meu utero, me engravida vai, me fode forte!&quot; Palavras magicas pra mim. Meu caralho tava adorando explorar o fundo daquela buceta gostosa daquela mulher tesuda que pedia leite dentro dela. Meu saco começou a subir, a cabeçona pulsando e logo eu tava ejaculando dentro dela novamente. Apertando forte de encontro ao fundo da buceta, querendo botar meu semem direto no utero dela pra fazer ela minha. MArcar meu território.
	Quando terminei de gozar ela me abraçou meio sem jeito e sussurrou no meu ouvido &quot;Se vingar vc vai ter que casar comig e me comer assim todos os dias da gestação ate o final, ok?&quot; E bom, galera, como vocês ja desconfiam, foi assim que eu casei e garanti a gata dos meus sonhos. Meu filho ja nasceu, tem 2 meses, e vamos nos casar no final do ano.</description>
			<category> - Heterosexuais</category>
			<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Fui comida na mesa do chefe</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/fui-comida-na-mesa-do-chefe</link>
			<description>Desta vez realizei um dos meus desejos, fui comida na mesa do chefe. O tal relatório ainda estava por fazer e como sabia que estavas só aquela hora, não resisti. Fui até à tua sala, bati à porta, fui entrando devagarinho e perguntando se não precisavas de ajuda com o texto. Tive o cuidado de desabotoar mais um botão da camisa e levantar um pouco a saia antes de entrar.
     Eu sei que não devo, mas não naquele dia só conseguia pensar em ti, nas tuas mãos nas minhas mamas, no teu caralho dentro de mim. Coloquei-me de pé atrás de ti e enquanto sugeria algumas alterações ao texto que tinhas no computador, inclinei-me e deixei que o meu decote ficasse ao alcance do teu olhar, pousei a mão no teu pescoço e acariciei a tua orelha. Não precisei de dizer mais nada, eu queria mesmo que me fodesses toda. Se sou, às vezes, fraca ao pé de ti, neste dia estava ultra fraca. Ainda bem que me entendes porque assim não perdemos tempo. Levantaste-te da cadeira e trancaste a porta. Encostaste-te à secretária e puxaste-me para ti. Rapidamente desabotoaste os botões da minha camisa e descobriste os bicos duros das minhas mamas, lambeste e trincaste durante algum tempo porque sabes que isso me deixa húmida, mesmo muito, pensei que não ia aguentar e que me vinha só com a tua língua nas minhas mamas. As tuas mãos já tinham puxado a minha saia até à cintura e puxaste as minhas cuecas para o lado, surpreendeste-te mais uma vez com o poder que tens sobre mim. Acariciaste o meu clitóris com os teus dedos molhados na minha cona. Meteste um dedo na entrada da minha cona e paraste, voltaste a esfregar-me o clitóris, os teus dedos escorregavam em mim, voltaste a parar na entrada, eu não queria esperar e com a minha mão empurrei a tua para que os teus dedos me penetrassem. Fizeste-me a vontade. Enfiaste um dedo, dois dedos, em movimentos lentos. Desapertaste as calças e mostraste-me o teu pau duro, grande, excitado por se sentir naquele momento tão desejado. Pedi-te que me deixasses chupar-te um bocadinho, passei a língua pelas tuas bolas e pela cabecinha, por momentos chupei só a cabecinha e depois enfiei tudo na boca, enchi a boca com o teu caralho e lambi-te algumas vezes. Não resisti e pedi-te que me fodesses a cona, de frente, em cima da tua secretária, implorei mesmo. E realizaste o meu desejo, deitaste-me na mesa, abriste-me as pernas passaste o caralho pela minha cona, desceste e detiveste-te no meu cu, voltaste a subir e meteste a cabecinha na entrada da minha cona, mexias-te depressa mas não passavas da entrada, eu tinha uma mão no meu clitóris e outra nas tuas bolas, não aguentava mais e pedi: mete todo, fode me até ao fundo. De uma vez só meteste todo e eu vim-me num dos mais explosivos orgasmos da minha vida, os espasmos pareciam ser intermináveis e vieste-te logo partilhando o meu entusiamo, senti a tua esporra encher-me a cona. Tiraste para fora e ainda te lambi as últimas gotas. Esta foi uma das melhores fodas da minha vida.
Rapidamente compus a roupa e sai ainda muito afogueada. Ficaste a arrumar a secretária enquanto te recompunhas.</description>
			<category> - Heterosexuais</category>
			<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>a pensar em ti no carro</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/a-pensar-em-ti-no-carro</link>
			<description>Com o final do mês a aproximar-se surge a necessidade de entregar o relatório final, desta vez a tarefa foi-nos atribuída, por isso estivemos toda a manhã a trabalhar juntos, no teu gabinete, sentados em frente ao computador.
    Juntos significa mesmo perto, significa sentir a tua respiração no meu pescoço. A pressão do deadline e os toques casuais dos dedos, da mão na mão, da mão na perna, do braço sobre o ombro. Eu estava determinada em concentrar-me no trabalho mas reconheço em mim uma fraqueza que me surpreende sempre. Tu tens esse poder sobre mim, o poder de deixar o meu corpo a arder de desejo quando sinto o calor do teu corpo perto do meu. Eu que sou uma mulher fria, dura e forte, sou… nestes momentos, fraca!
   Depois de umas horas neste jogo de toques, tivemos que dar por terminado o trabalho e não houve oportunidade de estarmos a sós. Entrei no meu carro e conduzia apressadamente em direção a casa. Na minha cabeça, revia o filme das últimas horas, sentia-me húmida. Quis saber se o meu corpo respondia mesmo ao teu poder ou se tudo se passava na minha cabeça. Como estava a usar uma saia seria fácil verificar. Tirei a mão da alavanca das mudanças  e levantei a minha saia, a minha mão deslizou até à minha vagina e senti-me latejar, a humidade quente escorria de dentro de mim, confirmava-se fisicamente a minha fraqueza. Introduzi um dedo, dois dedos e imaginei que os dedos eram teus. Subi um pouco e os meus dedos acariciaram o meu clitóris, pressionei ligeiramente e deslizei os dedos para cima e para baixo de vez em quando penetrava-me e imaginei como conseguiria endurecer o teu pénis apenas com esta visão, se isso fosse possível. Pensei como seria bom abrir o fecho das tuas calças e sentir o teu caralho duro na minha mão. Parei num vermelho, esperei impaciente pelo verde, passei por um camião e pensei que o motorista poderia ver o que estava a fazer mas não podia parar, continuei em quarta só para não interromper a minha fantasia e consegui atingir um orgasmo explosivo antes de chegar ao próximo semáforo, travei aos soluços, o condutor que seguia atrás de mim deve ter pensado que eu era uma péssima condutora. 
   Se tivesse uma terceira mão livre, teria tirado uma foto para te enviar e ainda tenho o relatório por terminar.</description>
			<category> - Heterosexuais</category>
			<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>transei com uma égua  branca</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/transei-com-uma-egua-branca</link>
			<description>Tudo começou, quando meu pai e eu fomos  deixar uma carga de tijolos numa cidade chamada Bananal no interior, bem longe da cidade em que eu morava.O caminhão quebrou e meu pai me dei dinheiro para voltar para casa de ônibus,ficando ele e os piões, ajudantes.
 O valor era 60 reais eu não queria gastar o dinheiro,pois a cidade também não ficava tão longe, ao ponto de não  chegar de um outro jeito.Pois bem peguei um bolo de corda que estava de traz do banco do caminhão, bem longe havia avistado um cavalo.Pensei posso ir montado  naquele cavalo até lá e ficar com esse dinheiro.Eu estava usando um short  e uma camisa regata.Fiz um laço com a corda e cerquei o animal, quando se virou vi que era uma égua  ela tentou fugir mais joguei o laço, embora não ter conseguido laçar-la a corda caiu sobre seu pescoço e ela ficou paralisada  assustada com os olhos arregalados e estava como se  estivesse   presa, aproveitei e  fiz um cabresto, passei duas voltas na focinheira  e duas por dentro da boca. Ela era baixa ,branca e cabeluda e tinha marca de carroça.Como de costume lá no Norte antes de montar em um animal que não conhecemos ou seja pela primeira vez  sempre testamos o animal antes dando algumas lapadas e mostrando o objeto que bateu... Fiz  isso montei e andei um pouco  . Então bastante confiante comecei a galopar em rumo a minha cidade, senti uma macieza tão forte no seu galope que parecia está caprichando muito,me senti tão bem! Senti que a égua estava fazendo aquilo pra mim! Então me senti dono da situação.Era muito fácil dominar aquela pobre égua, baixa,de cor  branca e cabeluda,o meu peso era   98 quilos  não era um peso fácil pra ela, com o som da minha voz saía correndo em disparada feito louca, mais com muito cuidado no pisar  como se tivesse marchando pra não me machucar como tivesse trenado pra fazer aquilo, como um sinal de que tinha que executar aquele trabalho.Cortei caminho pra sair  um pouco mais a frente entrei em umas pastagens  a dentro correndo numa velocidade mais ou menos  20 a 30 por hora .
Dei uma paradinha descasquei um pedaço de uma galha de uma árvore,  bastante grande... Dai em diante vi que os esforços dela aumentaram mais,pois ela estava com muito medo de ser surrada, senti sua velocidade de 30 a 40 por hora,incrível!  Quando ouvia o som da minha voz saia em disparada feito uma besta sem controle...Em seguida sente meu saco e meu pênis batendo no osso de suas costas,senti uma coceira desgraçada de baixo do saco pois as minhas bolas é grande e  estavam soltas sem cueca e batia numa velocidade muito grande, me levando ao um estímulo. Nem estava com más intenções, ela sofreu muito,muito  mais a culpa foi toda dela. Fiquei excitado, fiquei mais de um hora trotando  com o pau encostado nas suas costas,era como que ela tivesse batendo uma punheta pra mim, e estava sentindo um prazer  tão forte que dei uma paradinha e tirei meu pau pra fora do short  e vi que estava babando sem parar,o sol estava muito quente.. deixei meu pau pra fora do short  e encostando o saco e  o pau nas costas  da égua, percebi que ela se submetia mais e mais a mim, o meu cassete grudado em suas costas meu pau estava  babando muito, eu  limpava  com seus  cabelos . Galopei bastante até chegar numa lagoa. Dei de beber para ela, e bebi também... Puxei  a égua mais um pouco pra dentro da lagoa e comecei a dá banho nela, me aproveitei da situação lavando sua bucetinha  esfregando  com força a sua bucetinha e lhe metendo a mão,eu  estava com muito tesão e tranqüilo pois o lugar onde estávamos era mata pura e barrancos e pastos e mais pastos, o bairro mais próximo era  quase duas horas.O tesão que eu estava era tão forte que comecei a chupar a buceta dela ali mesmo feito um cachorro no cio!!  Em seguida levei ela mais para o  fundo da lagoa e meti minha rola nela não foi fácil ali na água mais deu tudo certo... Ela ficava calma e apertando o meu pau com a buceta...Achei o máximo!!!  Eu gritava e revirava os olhos de  tanto prazer. A buceta dela estava   bem quente, pegando fogo mesmo dentro da á gua!!!
Levei ela para fora da água , metendo o dedo nela e chupando sua buceta numa excitação tão  grande que parecia que eu ia devorar aquela desgraçada ... cheguei a enfiar meu braço quase todo dentro da desgraçada!Ela ficava calma e de cabeça baixa, só levantava quando eu lhe empurrava minha mão dentro de sua buceta quente.  Fora isso ficava o tempo todo de cabeça baixa, como se fosse treinada para agüentar aquela situação...tirei meu short  para torcer e dei aquela mijada gostosa na cabeça  dela, e escorreu pra dentro de seu nariz e sua boca, nossa que prazer eu senti em fazer aquilo!!!Não tinha como seguir  viagem  estava  muito excitado  demais meu cassete latejava,latejava  sem parar.Os abusos que fiz era o de menos pra égua,o que eu queria era me satisfazer já que não conseguia controlar a situação provocada pela própria égua!! E  cheguei ao estremo,  amarrei bem seu focinho e suas pernas, vesti o short  e peguei um  pedaço de talo grosso verde que tinha acabado de tirar de uma árvore e bati nela para provocar uma queda seria mais fácil meter nela do jeito que eu queria,achei que não ia conseguir derrubar   a desgraçada.  Foi mais fácil que imaginei, ela deitou rapidinho  nem precisou bater duas vezes, na primeira chibatada  ela já se cagou toda, e deitou no chão com a buceta na posição que eu queria.
 Não perdi tempo já amarrei as quatro pernas dela bem forte, tentou se soltar por alguns minutos mais eu não deixei,e  se debateu  por alguns segundos e ficou cansada de tantas  tentativas, percebeu  que não tinha como escapar das cordas e ficou quietinha, aprisionada sem saber o que lhe vinha por traz, em seguida fiquei batendo com o pau e o saco na sua cara e enfiando minha rola no seu nariz fiquei sentado no chão peguei ela pelas  orelhas  esfregando seu focinho no meu saco, dos testículos grandes e batendo com meu pau com toda força na cara dela.Depois  fui devagarzinho por traz dela tirei o short  chacoalhei o pau, enchi a boca de cuspi e lambuzei todo pau até o saco, e meti  a cabeça do pau bem devagar, pra ela não se assustar, depois empurrei meu pau de 21cm todo na coitada, caída no chão... Que pelo jeito ela não sentiu quase nada,mais eu sim e muito! Eu fiquei deitado com uma das pernas em cima de sua barriga, com uma   mão segurei o rabo da desgraçada, e o cassete enfiei  na sua buceta . Fiquei quarenta minutos daquele jeito,metendo, gemendo muito, muito mesmo, me senti um cavalo fazendo aquilo com ela mais de uma forma especial que só um homem consegue fazer,quanto ela,de vez em quanto tentava esticar o pescoço, por causa das cordas não conseguia ver direito e dava uma olhada  regalando os olhos e bufando como se tivesse pedindo ajuda, e sua buceta não parava de apertar o meu pau... Ficava me mastigando e me chupando com a buceta, de um jeito tão gostoso que percebi  que ela estava gostando do mesmo tanto que eu.Depois dei aquela esporrada dentro dela com tanta força e gritando muito, o meu pau saiu ardendo pegando fogo e vermelho de dentro dela, o resto da porra limpei na cara e na boca dela,fiquei alguns minutos batendo com o cassete  e minhas bolas grande na cara dela  que por  sua vez aceitou quietinha no chão pois ela estava gostando muito da sacanagem que eu estava fazendo com ela.Desamarrei ela e dei uma olhada  na sua buceta e vi um líquido branco saindo juto com a porra que gozei dentro dela em grande quantidade. Montei depressa e segui o caminho. Chegando em casa, amarrei ela no pé de manga  e fui tomar um banho  estava exausto demais e me senti como tivesse levado uma surra!!Na época eu estava morando sozinho em uma casa que era do meu pai.Deixei a égua pastando no terreno...Era um terreno muito grande .No outro dia,por volta das 11:00 horas  recebi uma visita de um  amigo chamado: Cicero que  trabalhava   com meu pai,  ele era ajudante,carregava e descarregava caminhão,ele tinha 1,90 de altura  magro  moreno  claro cabelos  liso ele tinha 23 anos. Era o garanhão do bairro....Presenciei muitas brigas  de mulheres por causa dele, muitas vezes mulheres de outros  bairros !Na conversa vai e conversa vem ele viu a égua pastando no terreno e perguntou de quem era, eu disse que era minha e que estava abandonada, perto do local onde o caminhão havia quebrado na cidade chamada Bananal.Bananal é apenas um pequeno povoado só no começo próximo a beira da pista,entrando pra dentro é chão de terra e mais terra e florestas e lagoas e pequenos rios e algumas fazendas e  plantações.O  Cicero foi direto no assunto, me pediu a égua para trepar, meter nela e eu quis dá uma de quem não sabia de nada falei: Cicero  não é perigoso! Ele nem respondeu pegou  a égua e levou pra de traz da casa onde a calçada era mais alta. Ele  mesmo foi travar os  portões,quando vinha voltando  estava com o cinto da bermuda  na mão e o zíper da bermuda aberto e uma cueca branca  querendo  explodir,  pediu pra mim segurar a égua e encostar  o traseiro dela na calçada,quando fui perguntar se estava bom ali, ele já estava encima dela com o pau todo dentro dela...Toda vez que Cicero empurra nela ela levantava a cabeça mais continuava paradinha sem sair do lugar deixei a égua sozinha e fui pra de traz ver como Cicero fazia,dei uma olhada  na bucetinha da égua e o pau de Cicero, fiquei me indagando,  era por causa daquilo que as mulheres brigavam tanto? Por causa do pau  ou por causa dele, muitas vezes Cicero me contava que as mulheres não gostavam de fazer sexo com ele.O pau de Cicero era muito grande e grosso de uma forma estranha fora do comum,  percebi que o músculo de baixo de sua barriga vinha um pouco pra frente junto com o pênis.O Cicero me chamou vem!! Me ajuda a arrombar esse desgraçada!! Eu falei que não, ia bater uma punheta e ficar só olhando.Não fiquei nem com um pingo de dó dela pois ela agüentava  um cavalo! Porque não agüentaria um homem com um pau de cavalo?Depois que Cicero esporrou dentro dela, desse:leva essa desgraça pra lá.Cicero estava todo suado,estava pingando.E a buceta da égua tava piscando muito e saindo o gozo dele do Cicero de dentro dela uma porra  meio amarelo, parecia que tinha meses que não gozava.Cicero ficou deitado um bom tempo na calçada.
Depois disso teve muito mais  outros dias.Depois descobri que eu não era o único a fazer aquilo não!! Todos os homens que tinha uma égua fazia sexo com elas, os carroceiros e fazendeiros etc. Os  carroceiros as vezes de cima da carroça vaziam sexo com a égua.Não é certo fazer mais duvido se existe um homem que não faça sexo numa buceta quente dessa.Todos que eu conhecia fazia, até mesmo os mais tímidos e quietinhos e filhinho de mamãe. Na época em que eu tinha 10 a 11 anos,os jovens de 16 anos pra cima sempre quando iam para as lagoas ou rios tomar banho eles sempre levavam cordas e sempre voltavam montados com várias éguas somente éguas e depois mandavam eu e outras crianças ir embora pra casa.Depois descobri o que eles faziam sexo com as éguas.Um jovem solteiro é capaz de fazer qualquer coisa para satisfazer seus desejos.
Fiquei quatro anos com essa égua.Era um objeto sexual e transporte  pra mim e para meus amigos de trabalho e ao mesmo tempo éramos dela também.Ela  estava curtindo muito e tão acostumada , a posição em que nós deixávamos ela ficava, se puxávamos sua cabeça pra baixo entortando seu pescoço ela deitava rápidamente,  se apertávamos seus  peitinhos ela levantava o rabo,ela sabia muito bem o que nós fazia com ela.Ela gostava muito! Quando ela via o Cicero chegando ainda longe ela relinchava alto sem parar até ele chegar!!E toda vez em que o Cicero mijava no chão  ela vinha correndo cheirar  e ao mesmo tempo ficava relinchando e entortando o focinho pra cima até o cara ir  lá fazer sacanagem com ela!Sempre fazíamos esse teste, ela sempre caia.  Antes da gente fazer sacanagem com ela,nós sempre dava  um mijão na cara dela ou no chão.


Este foi um relato que aconteceu comigo  .Estava com 19 anos de idade morava sozinho. Foi uma experiência bastante fora  do comum que eu já mais vou esquecer...</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>marli festa gay</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-festa-gay</link>
			<description>inacreditavel os quatro  rapazes eram gays e faziam a maior suruba com marli que no meio deles levava rola de todas as maneiras .luk comia marli que chupava gildo enquanto era enrrabado por guto e luk levava rola de delmir . era uma orgia total . e quandodelmir foi penetrato por gildo e assim formavam um trenziho onde marli era a maquina que engatAVA TODOS OS VAGOES e pica era penetrada em todos que delirndo gosavam alucinados num troca troca sensacional e quando a atençao deles se voltaram para faser marli gosar foi o climax  ver ela ser penetrada no cu por guto esua buceta foi comida por delmir enquanto ela alternava gostosas chupadas nos cassetes de gildo   e de luk possesa martli gemia nas rolas principalmente no avantajado caralho de guto. gildo e luk se beijavam tendo suas rolas sendo mamadas e masturbadas por  ela que sendo duplamente fudida gosava intensamente dando longos gemidos e era muita inversao ora todos cuidando dela outras veses colulando entre eles e marli participativa ficava entre eles  vendo-os  dando um para o outro ora usando-a e com muito tesao marli fudu com os quatro gays por varias horas  a suruba comia solta e marli tinha seus buracos arrombados por eles que deixaram o cu dela  arregasssado e era um festival de  porra  e marli  gulosa lambia cada gota que aflorace bebendo muito leite ela era saciada na vara deles que fasendo um troca troca continuo e usando-a como o bolo da festa curtiam muito fudendo-a e sendo fudidos</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Massagem inesperada</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/massagem-inesperada</link>
			<description>Já fazia algum tempo que Maria frequentava uma clínica de estética para fazer massagens e relaxar das tensões do dia-a-dia.
Às vezes eu ia junto com ela e o massagista (todo delicadinho e afeminado) vivia dizendo que eu deveria experimentar a massagem dele, que suas mãos eram de fada.. e etc...
Um dia, Maria se preparava para a sessão e ficou insistindo para eu fazer também. Fiquei questionando se o “rapaz” não iria aprontar nada e ela disse para eu ficar tranquilo que ele era super delicado e jeitoso.
 
Então, vesti uma sunga por baixo da bermuda e lá fomos para nossa massagem.
 
Chegando lá, entramos na sala do massagista e Maria tirou sua roupa, ficando de calcinha e sutiã, como era de costume. O rapaz fez seu trabalho como sempre e Maria não cansava de elogiá-lo. (confesso que fiquei excitado ao ver aquele rapaz passeando suas mãos pelo corpo de Maria)
Chegada a minha vez, tirei a roupa, ficando só de sunga e fui orientado a deitar de bruços para começar a massagem pelas costas e assim relaxar mais rapidamente..
 
Realmente o rapaz tinha mãos de fada.. em poucos minutos já sentia o relaxamento da musculatura dos ombros e costas, me deliciando com a massagem, chegando a cochilar em alguns momentos.
Um tempo depois, o rapaz pediu para eu me virar de costas para ser massageado na parte da frente do corpo.
Assim que me ajeitei, ele colocou uma toalha morna sobre meus olhos, dizendo que era para ajudar no relaxamento.
Começou a massagem pelos pés, e antes que chegasse ao meio da perna, eu peguei no sono..
 
De repente.. acordo assustado.. e quando me dou conta, sinto que meu pau estava duro e alguém mexia nele. Tiro a toalha dos olhos e quando levanto a cabeça, vejo o massagista e Maria, cada um de um lado da maca, segurando meu pau que parecia mais duro e maior que o normal.
Quando pergunto o que estavam fazendo, Maria na maior cara de pau responde que enquanto o rapaz massageava minhas coxas e virilha, meu pau começou a se manifestar e fazer muito volume sob a sunga e como eu estava dormindo, não quiseram me acordar.
Achou melhor “ajeitar” meu pau para parar de chamar a atenção e o massagista estava apenas ajudando.. soltando uma risadinha sacana que é bem característica de Maria.
Resolvi então “dar corda” e respondo que tudo bem, mas que já que começaram o serviço, teriam que ir até o final..
Coloquei de volta a toalha no rosto e me deitei...
Escutei as risadinhas dos dois safados que pareciam ter aprovado minha iniciativa e assim começou a brincadeira...
 
Comecei a sentir que mais de 2 mãos estavam me alisando, segurando e massageando meu pau de uma forma totalmente nova, jamais experimentada por mim.
Os 2 cochichavam e davam risadinhas a cada novo movimento.. mexiam na cabeça.. passando o dedo melado de óleo em movimentos circulares que me levavam à loucura de tanto tesão. Depois seguravam meu pau só com as unhas e iam descendo, me arranhando e causando uma mistura de dor e tesão que eu não imaginava existir.
Nessa altura, além de sentir, eu queria também apreciar a cena e me ajeitei na maca para poder olhar aqueles dois sacanas se aproveitando de mim e se divertindo com meu pau duro como uma pedra.
 
Era diferente, mas era lindo ver aquelas 4 mãos me causando essas sensações todas. Maria ficava punhetando, enquanto o massagista passava os dedos pela cabeça do pau que estava mais vermelha que nunca. Depois trocavam... e o massagista ficava me punhetando e Maria passava os dedos pela cabeça, enquanto ficavam admirando meu pau.
Então, Maria segura na base do pau, deixando toda aquela vara à mostra e pergunta se o massagista quer dar uma lambidinha para sentir o gostinho do macho dela..
O rapaz nem respondeu.. imediatamente começou a passar a língua na cabeça do pau, com tanta vontade que acho que fazia muito tempo que ele não brincava com uma vara. Sem pedir permissão, começou a engolir minha vara... primeiro a cabeça descendo aos poucos, me fazendo sentir sua boca quente, molhada e muito gulosa.
Maria chamava o rapaz de guloso, dizia para ele sentir cada pedacinho daquela vara gostosa, para engolir todinho e para mamar gostoso no pau do macho dela.
O moço era obediente.. fazia tudo que Maria mandou com muito talento, sugando cada pedacinho da minha vara. Numa subida de boca, deixou quase o pau todo à disposição de Maria.. que não pestanejou e começou a me chupar junto com ele.
Sempre tive vontade de ter 2 bocas me chupando e quando vi que Maria também me chupava, quase explodo de tesão.
Pedi para os 2 chuparem bem devagar, porque eu queria sentir aquela novidade com todo o tesão que eu tinha..
Eles se colocaram um de cada lado do meu pau e colaram suas bocas, como se estivessem se beijando, mas com meu pau entre eles...
 
UAU.. que coisa maravilhosa.. eu gemia e termia de tanto tesão ao sentir aquelas 2 bocas me proporcionando tanto prazer..
Eles começaram um movimento de sobe e desce delicioso começando na base do pau, subindo até a cabeça e sem tirar as bocas, ficavam passando suas línguas molhadas na cabeça do pau, me levando à loucura..
Em seguida, iam descendo novamente, dando mordidinhas pelo caminho, até chegar na base do pau..
Ficaram assim por algum tempo.. e eu não aguentando mais, disse que precisava gozar.. quando ouviram isso, aceleraram os movimentos, apertaram as bocas.. morderam mais forte.. até que..
gozei.. gozeeeeeeeeeiiii... gozeeeeeeiiiiii.. que coisa mais deliciosa.. senti os jatos saindo de dentro de mim como uma explosão de prazer e tesão..
Gozei forte.. gozei muito... e os 2 se divertindo ao ver o prazer que me proporcionaram...
 
Bem.. nem precisamos terminar a massagem, pois eu não poderia estar mais relaxado... nos arrumamos e fomos embora..
Agora, toda vez que tem massagem, eu vou junto... delícia... 

joaoemaria84@yahoo.com.br</description>
			<category> - Masturbação</category>
			<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Provoquei Gostoso e Ele Esfolou Meu Cuzinho!</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/provoquei-gostoso-e-ele-esfolou-meu-cuzinho</link>
			<description>Ola acompanhantes dos contos de Nega e Nego. Vim sozinha contar a vocês mais uma foda nossa, já que meu Nego anda tão atarefado e não está tendo tempo para escrever junto comigo.
   Estamos vivendo um momento deliciosamente maravilhoso de muito carinho, amizade e o que é mais importante para nossos leitores de muita foda.
   Criamos um msn só para as nossas putarias. Entramos muito na sala de bate papo e add quem quer prazer no nosso msn.
   Sábado a tarde, ele no trabalho sem poder me dar muita atenção e eu desesperada para gozar, sem poder ter aquela rola  que eu adoro tanto.
   Comecei a me masturbar só olhando a foto dele de pau duro e pensando em tudo que já rolou entre nós. Nesse dia fiz vários videos com cabo de vassoura e uma cenoura, como não podia ter a piroca dele no meu cu e na minha xoxota usei esses consolos.
   A primeira gozada foi maravilhosa só olhando aquela rola na foto. Peguei o cabo de vassoura e comecei a enfiar na minha boceta lentamente me enchendo de tesão e me fazendo imaginar que era a piroca de meu nego que entrava, me dando muito prazer. Comecei a socar e não demorou muito eu gozei novamente. Peguei o cabo e comecei a enfiar no meu cu, a medida que ele ia entrando me dava dor e prazer e eu enterrava cada vez mais fundo num vai e vem gostoso e ao mesmo tempo tocava uma siririca. Meu grelo parecia uma pedra de tão duro de tesão e veio mais um gozo.
   Nesse dia eu estava insaciável, cada gozada minha mais a vontade aumentava.
   Com o cabo de vassoura no cu comecei a enfiar a cenoura na minha xoxota(uma cenoura bem grossa por sinal), eu ia socando a cenoura na boceta e o cabo no cu que me levava a loucura me fazendo gozar várias vezes seguidas.
Nessa tarde dei mais de dez gozadas gostosas, só que não estava satisfeita ainda , queria um homem me desejando.
   Chegou a noite e eu entrei no msn onde gozei para tres homens diferentes. O primeiro era bem fraquinho mais o tesão era tanto que gozei assim mesmo.
   O segundo era bem safado e tudo que ele mandava eu fazer, como uma boa puta obedecia. Pediu para eu enfiar o dedo na boceta depois tirar e chupar, como se eu estivesse chupando a rola dele, minha boceta latejava de tanto tesão. Então ele disse;
   -Vai sua vagabunda mete quatro dedos nessa boceta e fode ela.
   Meti os quatro dedos e fodi minha xoxota feito louca gemendo muito e pedindo para ele me xingar.
   -Vai sua puta fode essa boceta, agora me mostra os seios e bate neles sua cadela.
   Obedeci o macho direitinho, batia, amassava e chupava os bicos dos meus seios, levando ele ao orgasmo mais gostoso da vida dele. Quando vi aquele leite saindo daquela rola comecei a me masturbar e estava eu gozando novamente. Fechei a cam e fui buscar outro enquanto ele me chamava para fazer ele gozar novamente de tão gostoso que foi.
   Chamei o terceiro e com esse já abri a cam com o dedo no meu cu, botava e tirava deixando ele paralisado de tesão. Falei para ele;
   -Quero leite filho da puta, esporra não quero ver você paralisado, bate uma punheta. 
  Na mesma hora ele começou a punhetar e eu com dois dedos no cu comecei a manipular meu grelo e mais uma vez gozei. Ele batendo cada vez mais forte esporrou toda a lente da cam.
   Saí e fui pra sala de bate papo, já que ali não fiquei completamente satisfeita e queria fechar com chave de ouro a noite.
   Na sala de bate papo me denomino de bocetuda, quando entrei vários convites de ir pro reservado. O que eu fiz? Abri a cam para oito de uma vez e comecei a me exibir(vocês não tem noção do que é abrir a cam para oito homens ao mesmo tempo). Quatro eu consegui ver a reação ao mesmo tempo e ia revesando as páginas para ver de todos.
   Mostrando meu bocetão e enfiando os dedos e o cabo de vassoura levei os oito a esporrarem e fui dormir satisfeita.
   Já na segunda no trabalho comecei a contar com todos os detalhes via sms para meu maxo cada uma  das minha aventuras na net, ele me disse que a rola dele parecia que ia explodir de tanto tesão.
   _Hoje tenho que fuder esse cu de qualquer jeito.
   -Vem que eu quero sentir essa rola no meu cu e essa boca na minha boceta.
   -Vou te rasgar todinha, sua puta.
   -É isso mesmo que eu quero.
   Ficamos a manhã toda falando muita putaria e nos estigando o o tempo todo. Eu sabia que as crianças que estão de férias iriam sair e eu ficaria só, então já cheguei na intensão de ter aquela piroca a todo custo.
   Por volta das 14:00H as crianças saíram e eu corri pro banho pra esperar ele bem arreganhada, nem o banho que tomei conseguiu lavar todo o tesão que escorria da minha boceta. Ela permaneceu toda molhadinha tanto que meus dedos deslizavam na minha boceta. 
   Avisei a ele que estava pronta, mais ele veio com a notícia que o síndico do prédio que mora ao lado do ap do meu irmão &quot;patrão&quot;, tinha chegado e que talvez não pudesse subir. Falei;
   -Não acredito nisso!
   -Mais vou dar um jeito, tenho que fuder esse cu senão minha rola vai estourar.
   Não demorou nem 5 minutos eu ouvi a porta se abrir, eu estava arreganhada esperando por ele. Pensei que ele ia logo cair de boca no me xoxotão como ele chama, mais não, mandou eu virar de costas e começou a beijar e lamber minhas costas até chegar a nuca(coisa que me deixa louca e com mais tesão ainda). A cada lambida na minha nuca eu me arrepiava toda e mal sabia o que iria acontecer, era só pra me deixar relaxada. 
   virei de frente e ele começou a mamar meus seios, apertava, batia na minha cara me chamando de puta, vagabunda e eu adorando apanhar. Foi quando caiu de boca no meu xoxotão, ele passava a língua no meu grelo e descia até meu cu, subia e enfiava no buraco da minha xota e não demorou muito pra eu gozar naquela boca. ele continuou mamando e bebendo cada gozo que eu dava.
   Mandou eu ficar de quatro e então enterrou a rola de uma vez só no meu cu, quando ele meteu a dor foi tanta que caí na cama chorando e xingando.
   -Para filho da puta ta doendo seu viado.
   Cada palavra minha ele tirava a rola e metia com mais força ainda, as lágrimas escorriam e eu implorava.
   -Não tira deixa meu cu se acostumar. 
   Aí é que ele tirava, era muita dor que eu sentia e estava quase desistindo quando comecei a me arrepiar todinha de tesão com toda aquela dor. Era a dor no cu e a dor dos tapas que ele dava na minha bunda.
   A essa altura o tesão já era tanto que comecei um vai e vem naquela piroca, e, ele com sua tradicional reboladinha no meu cu, enquanto eu batia na minha boceta e me masturbava me levando a outro gozo espetacular. 
   -É rola sua vaca que você quer? Toma filha da puta!
   -Quero, não para de fuder meu cu. Issoooooooo vaiiiiiii, deliciaaaaaaaa vou gozaaaaaaaaaaar
   -Goza sua puta!Derrama seu leitinho.
   -Viu como sou uma puta , que todos os machos da net desejam essa boceta?
   Quando falei isso, ele socou mais forte ainda e disse;
   -Vou gozar nesse cu e você vai ficar uma semana sem querer dar de tanta dor, sua piranha. Toma rola.
   -Aiiiiiiii ta doendooooooooo, seu corno.
   -É pra doer mesmo e pra você ficar sem sentar, sua vadia. Agora segura meu leite que vou gozaaaaaaaaaaaar. Tomaaaano cuuuuuuu filhaaa da putaaaa.
   Quando ele terminou de gozar eu caí na cama que não conseguia levantar de dor e com minhas pernas tremendo, não conseguia ficar em pé. As pernas bambeavam e o cu tanto doía como ardia também.
   Não fiquei uma semana mais pelo menos cinco dias com o cu ardendo e doendo também. Estava doida para ter aquela rola mais sabia que não iria conseguir, pois fui completamente rasgada por ele, mais também quem mandou eu provocar?(rs).
   Espero sinceramente que gostem apesar de ter mais graça quando é relatado por nós dois.
   Beijos a todos e até o próximo, junto com ele, claro!</description>
			<category> - Heterosexuais</category>
			<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Nos braços de um homem maduro</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/nos-bracos-de-um-homem-maduro</link>
			<description>Olá pessoal, me chamo Brunno Scarlett e esse é o meu primeiro conto aqui. Resolvi dividir minhas experiências e também colocar minha imaginação em prol da nossa busca por leitura prazerosa, tentando retribuir os ótimos momentos que vocês me deram e ainda dão. Espero que gostem. Eu sou moreno claro, tenho 1,73m, 30 anos bem vividos; sou um cara simples, que adora viver o lado positivo da vida. 
A primeira história que vou contar para vocês é a de uma das melhores transas da minha vida. E foi real. Conheci um homem pela net certa vez. Ele tinha cerca de 42 anos, 1,75, aproximadamente, branco,  braços e pernas fortes, corpo em cima, sem ser malhado. O típico homem forte por natureza e trabalho. Seu peito era todo peludo, levemente aparado. Vou chamá-lo de Paulo (fictício). Conversamos por poucos dias, mas a química e o tesão foram tão grandes que a coisa toda fluiu rápido. Na net eu o via pela cam e enchia a boca d’agua diante do seu corpo e do seu pau, reto, grande e super duro. Ele elogiava minha bundinha, que é bem redonda e carnuda, minhas cochas e rosto. 
Decidimos marcar algo. Combinamos um local para encontro e, de lá, seguiríamos para um motel. No dia, fiquei super nervoso. Fui me preparar, depilar minha bundinha e fazer aquela bela chuca. O nervosismo foi tão grande que a chuca parecia não dar certo e nunca ter fim. Fiquei muito tempo ali e cheguei atrasado. Ele estava lá, em pé, encostado numa parece, de calça jeans, sapato estilo coturno, uma camiseta cinza escura colada, com a mochila num dos ombros. Parecia um soldado voltando pra casa, vindo do exército. Super simpático, comentou que achou que levaria bolo. Disse que tive um contra-tempo e fomos em direção ao motel. No caminho, conversamos sobre música, vida e relacionamentos antigos com mulheres. Seu sorriso era extremamente simples, isto é, de pessoa simples, tranqüila, do interior. Muito encantador.
Chegamos ao motel, deixamos nossos documentos e encaramos aquela carinha da recepcionista. Ele deixou sua mochila no carro e subimos até o quarto. Eu estava tenso de nervoso, por isso, saquei uma cervejinha gelada para relaxar. Ele comentou que preferia vinho, mas que me acompanharia. Eu delirei me imaginando tomando vinho no colo daquele homem, de ladinho, perninhas cruzadas. Não sou afeminado, mas adoro me sentir mulher e buscar certa delicadeza quando estou com outro homem. 
Paulo tirou os sapatos, subiu e sentou no meio da cama e me chamou. Fui devagar, ansioso, com medo, tesão, uma mistura de tudo. Tal uma menininha tímida, sentei ao seu lado, dei uma risadinha, estiquei as perninhas e fiquei olhando pra frente, igual boba. De repente senti uma mão tocando meu rosto suavemente, virei e encarei aquele homem, que me deu um beijo super delicado e romântico. Sua mão começou a passear pelas minhas coxas e aquele arrepio bom me invadiu. Fui me soltando e retribuindo o carinho. Advinha o primeiro lugar que ataquei? O peito, claro. Por cima da camiseta podia sentir toda a firmeza, a maciez dos pelos e a virilidade de Paulo. Então nossos beijos foram pegando ritmo, deixamos de lado os copos, nos deitamos, nos abraçamos. A mão dele começou a explorar mais o meu corpo, chegando ao bumbum.   
Meu homem me beijava com tamanha tara, parecia que arrancaria meus lábios fora. Eu me entregava, enquanto sentia seu corpo colado ao meu, suas coxas grossas, seu cheiro de macho. Paulo tirou sua camisa e em seguida a minha. Que tórax maravilhoso. Caiu de boca em meus mamilos, vindo por cima, pesando sobre mim. Comecei a passar a mão sobre seu pênis e ele gostou tanto, que tive que pedir para ir devagar, ou eu ficaria sem lábios. Tudo parecia normal lá embaixo. Abri sua calça, fui passando os dedos bem devagar, brincando com sua cueca e corpo. Os beijos não paravam, estávamos com muito tesão. Ele se levantou e tirou sua calça, eu continuei deitado, então, tirou a minha e tive aquela sensação maravilhosa de submissão. Depois de mais alguns beijos e carícias não agüentei e levei minha mão suavemente até o seu pau, super quente e macio. Acariciava e fechava os olhos para curtir ainda mais seu sexo em minha mão. Fiz com que ele se deitasse, então comecei a descer pelo seu corpo, beijando muito, mordiscando e respirando fundo para guardar aquele cheiro de homem. 
Quando cheguei até o seu pênis, o volume sobre a cueca já estava muito maior. Primeiro dei aquela provocada, mordiscando-o sobre a roupa, para, depois, me deparar com um pau grande, grosso, carnudo e forte. Eu já delirava em tê-lo em minha mão, mas quando comecei a beijá-lo, cheirá-lo, passear com a língua e, enfim, tentar colocá-lo na minha boca, quase gritei de tesão. Não sei ao certo quanto media seu pau, mas minha boca não ia muito além da cabeça e olha que gosto de forçar e tentar descer o máximo possível. O filho da mãe estava gostando do boquete, forçava o pau toda vez que eu tentava descer. Eu engasgava naquele membro delicioso, ali, de quatro na cama, todo entregue. 
Depois de um bom tempo chupando meu macho, ele resolveu retribuir. Levantou de súbito, me virou, me jogando de pernas abertas na cama, retirou minha cueca e me virou de bruços. O que se seguiu foi o início da visão das estrelas. Ele enfiou a cara com volúpia entre minha pernas e começou a lamber meu cuzinho. Ele apertava, abria e batia em minha bunda, enquanto passava a ponta da língua bem devagar logo na entradinha de meu sexo. Eu gemia, de olhos fechados. Do nada ele aumentava as lambidas, sugava meu cú e enfia a língua com força, bombando como um animal. Nunca fui chupado atrás daquela maneira. Que língua maravilhosa. Que sensação fantástica sentir aquela mão pesada em minhas costas, totalmente submisso. 
Paulo me inundou a bunda. Seu pau estava enorme. Ele pediu que eu ficasse de lado, colocou a camisinha e veio feito louco. Eu fiquei com medo, mas estava tão excitado, que apenas repousei minha cabeça no travesseiro e fiquei esperando o banquete dos deuses. Ele esfregava o pau no meu cuzinho e batia o pau na minha bunda, me deixando louco a ponto de explodir, mas quando tentou penetrar, não entrava. Então, pedi que ele me comesse de quatro. Adoro começar nessa posição. Fiquei bem na beirada da cama, empinei totalmente meu bumbum e abri bem as pernas. Sentia o vento nas minhas coxas, bunda e cuzinho molhados. Isso reforçava a minha sensação de estar todo aberto como uma mulher, de estar submisso e entregue. Paulo começou a esfregar a cabeça do pau no meu anelzinho, que começou a piscar pedindo rola. Ele começou a me penetrar...
Seu pau entrava devagar e firme. Fui sentindo a cabeça ganhando minha bunda. Conforme seu pau entrava, parecia que meu quadril inteiro estava sendo aberto. A sensação era magnífica. Eu podia sentir centímetro por centímetro do meu cuzinho se abrindo e aquele pau parecia nunca ter fim. Não senti nenhuma dor, apenas fechei meus olhos e me concentrei em minha bunda, delirando ao sentir tudo aquilo em mim. Nunca, em toda a minha vida, me senti tão preenchido e aberto. Que vontade de gozar, de gritar. Depois que ele anunciou que havia penetrado tudo e eu me senti com um poste na bunda, Paulo começou um vai-e-vem lento e firme. Tirava quase todo o seu pau e colocava devagar até o fundo, então forçava. Eu sentia seu pau lá no fundo, dando uma dorzinha bem gostosa.
Aos poucos fui me soltando mais, rebolava, empurrava minha bundinha naquele cacete grande e grosso. Ele gemia e bombava gostoso. Depois de um tempinho assim, Paulo passou a me comer com força. Socava o pau na minha bunda com rapidez. Começou a doer no fundo, mas segurei o quanto pude. Eu estava tão feliz, me sentindo muito realizado com aquele homem. No entanto, Paulo me comeu com tanta força e rapidez que, apesar das contrações do meu cuzinho ser fortes e deliciosas, não agüentei a dor no fundo. Então, pedi pra que ele me comesse de frente.
Aí ele fez o oposto, me comeu com delicadeza, bem devagarzinho, beijando minha boca. Senti que eu ia ejacular sem encostar no meu pau, pedi que não parasse. Ele estava todo suado, todo gostoso. Safado, eu ainda tive forças pra me olhar no espelho, de pernas abertas embaixo daquele macho que me fodia feito uma cadela no cio. Ele bombava sem parar, aumentou o ritmo de novo e anunciou que iria gozar.
Então, deitei de bruços e pedi que me fodesse. Paulo socou o pau de uma vez na minha bunda e me fodeu feito um animal. Segurava minhas mãos, eu de braços abertos na cama, sentindo todo o seu peso sobre mim. Eu sentia que iria gozar e comecei a pedir pra ele me foder com muita força, rápido. Paulo quase me arrebentou. Eu gozei sem tocar meu pau e ele encheu a camisinha de porra, dentro da minha bunda. Que sonho!!! Que trepada gostosa. Eu me sentia uma fêmea e queria mais...
Mas tínhamos que ir, ele ainda viajaria naquela noite e eu tinha uma festa pra ir. Nos trocamos e saímos. Na porta do quarto, ele me deu um puxão forte e esfolou meus lábios com um beijo forte e quente. Disse olhando nos meus olhos que tinha adorado e que iria querer repetir. Eu o deixei num determinado local e nunca mais nos encontramos. Perdi seu contato na net, infelizmente.
Bom, espero que tenham gostado. Por favor, deixem comentários. Nos vemos em breve, super beijo.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli gostosa d p anal</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-gostosa-d-p-anal</link>
			<description>os dois cassetes estavam atolados no cu dela que gemendo de tesao  rebolava a bunda  agasalhando-os com praser. o rosto dela era pura luxuria e fasendo caretas mistuando a dor com o praser marli era penetrada por dois caralhos dentro do cu e como uma cadela ela era comida pelos dois caras que estocavam sua bunda  com infincadas potentes e aos gritos marli gemia gosando nas varas que a fudiam arrombando seu dilacerado cu.e a cada metida ela delirava sendo envadida por tao vigorosas rolas que deichavam seu cu todo aberto  era como um poço sendo perfurado e aquela cratera ficava toda aberta esposta pingando porra   a cada enfincada seu cu como uma flor se abria e agora era um buraco profundo  sendo visitado por duas cobras ao mesmo tempo e possesa marli gosava gritando de dor e praser ao mesmo tempo.e toda arrombada marli chorava nas rolas que fodiam seu cu ao mesmo tempo e feliz e saciada toda dolorida ela gemia de praser.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli comida por treis</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-comida-por-treis</link>
			<description>marli  mamava  no  cassete segurando  todo o pau dentro  da boca  e com a lingua  tocava o saco serpentimhando-a  de encontro as bolas. seu cu era penetrado por um enorme cassete que subindo e descendo nele ela de cocoras  rebolava  com muito tesao seus peitos estavam  seguros por suas maos que os apertavavam de encontro a outra vara numa espanhola em que ela cuspia lubrificando os seios.e neste deleite marli dominava treis potentes machos que desfrutavam  seu corpo com um tesao  imenso.os cassetes estavam estourando de tao duros e extasiada ela sentou-se na rola sentindo todo o pau dentro do cu entao quem estava em sua boca veio  e montou ela fudendo a sua molhada buceta e com as duas pernas abertas ficou dentro dela   arcado bombando nela e o outro ajoelhou-se e tambem entrou em sua buceta e marli com treis picas atoladas  duas na buceta euma no cu gosava gemendo gostoso e quase ao mesmo tempo eles tambem gosaram enchendo-a de porra e tod melecada marli rebolava possesa tendo orgasmos incriveis e fudendo gostoso marli delirava nos caralhos</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli  sou completa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-sou-completa</link>
			<description>os treis cassetes se alternavam na boca dela que fasendo um rodizio  ora mamava em um ora mamava em outro punhetando-os com deleite em suas habeis maos .de cocoras sua buceta parecia uma torneira pingando seus liquidos que vasavam de dentro dela. marli gemia com os olhos fechados. saboreando as rolas que duras como ferro eram mamadas por ela que antevia  o praser gosando so de chupar as cassetas.marli tinha os seios espremidos pelas maos de um deles e outro com o pe tocava sua molhada buceta e seu cu ja era envadido por dedos que lubrificados com seus sucos penetravam com facilidade nele entao um deles deitou-se e marli sentou sobre ele  gemendo de tesao foi penetrada na buceta rebolando muito ecom uma pica na boca ela mexia subindo e descendo na vara entao ela levantou a bunda e foi carcada por traz e com as treis picas  dentro de seus buracos marli gosou profundamente. e saracotiando nas varas e chupando gulosamente ela tinha orgasmos seguidos sendo triplamente fudida .e recendo porra em todos seus orificios  marli se lambuzou  de porra  e saciada ficou a merce dos treis machos que a fuderam muito</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli fasendo a festa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-fasendo-a-festa</link>
			<description>era uma foda intensa os quatro rapazes tinham marli  louca de desejo sendo arrombada por eles que se revesavam nas metidas . fudendo  esta cadela seguidamente todos estavam se saciando comendo a gostosa que gemendo de tesao dava gostoso  rebolando nas picas que entravam fundo na sua buceta e no seu cu  e tambem eram chupados por ela que mamava como uma bezerra nos paus que entravam em sua boca marli gosava  copiosamente   e como uma cadela grrtava engatada numa casseta sua vulva estava avermelhada e inchada seu cu todo dilatado recebia as picas com deleite e agora aos pares eles comiam ela em duplas penetraçoes que faziam marli delirar de tesao e tendo dois paus dentro de si marli gosava tendo orgasmos alucinados que a levavam a uma letargia profunda e toda lambuzada de porra por todos os seus buracos ela tinha porra por todos os lados e lambendo as picas ela limpava com a lingua os caralhos engulindo reticios de porra que pingavam dos cassetes e toda arrombada marli se esvai sentando gostoso  com seu cu numa pica e tendo outro na buceta e plenamente saciada marli geme gostoso nas varas que a penetram</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>A NINFETA TARADA !!!!!! CONTO 2.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/a-ninfeta-tarada-conto-2</link>
			<description>A NINFETA TARADA .........CONTO 2

    Olá pessoal vocês já me conhecem e sabem que aos 12 anos perdi meu cabacinho com um coroa , não foi estrupo eu fiz de tudo para ser comida, passei 6 meses sendo vadia dele, e adorando , mas no final do ano mamãe disse que teríamos que nos mudar, pois papai tinha sido transferido. Adorei já que o velho falava até em fugir, coitado. Numa manhã , no dia de viajar falei que ia me despedir das minhas amigas e sai, fui na casa dele, cheguei tremendo de tesão, tirei minha roupa e pedir para ele me comer, só que dessa vez eu queria que ele comesse minha bunda, já que era a única coisa virgem em mim, no começo ele negou, ficou com medo de me machucar, mas eu fiz tanta safadeza que ele não aguentou, pegou um óleo melou seu pau e veio meter , doeu que eu até chorei sem ele ver, mas o tesão de dar a bunda falava mais alto, com a mão na minha bucetinha gozei d+. Ao sair disse que no outro dia viria, mentira na mesma noite já estava no sul.
    Na escola nova eu já com meus treze aninhos não tive problema, drogado se conhece só em olhar, e puta também, na minha sala tinha uma menina chamada Aline, maior que eu, tinha peito, bunda e perna, e eu sempre esquelética. Descobrir que era repetente, e fizemos amizade, fazíamos todos os trabalhos escolares juntas, a mãe dela adorou já que Aline melhorou seu rendimento escolar, pois eu sempre fui ótima aluna.
    Nas nossas conversas descobrir que Aline trepava com o filho do seu padastro o André, e fiquei doida, imediatamente falei que iria dormir lá, como mamãe já conhecia a família permitiu.
    Quando todos dormiam , fiquei acordada , só de blusa e calcinha , esperando o André chegar, ao ouvir o barulho do portão, levantei como se estivesse dormindo para beber água, ele abriu a porta , falou comigo e sentou na cadeira para comer um pão, na hora eu sentei na mesa e puxei conversa, no decorrer abrir minhas pernas, na frente dele e ele percebeu na hora, já de pau duro me disse que sempre soube que eu era uma putinha enrustida, e me levou para o quarto , fiquei louca, só tinha tido uma pica, e ele era demais, fez miséria comigo, me chupou, me deu seu pau para eu chupar, meteu o dedo na buceta e no cú, depois veio com sua pica imensa me fuder, fudeu minha buceta que ficou assada , e meu cú arrombado, quando já não aguentava mais me falou que os pais iriam viajar no final de semana , e era para eu ir para lá.
     Disse aos meus pais que iria viajar com os pais da Aline, mentira ficaria na casa dela só com seu irmão tesudo, não dormir a semana toda só pensando em receber pica todo fim de semana.
     Na sexta a tarde ao chegar lá, percebi que ela estava diferente sem querer me tocar, ao entrar ele disse para eu tirar a roupa e ficar pelada na casa, não pensei dua vezes.
     Derrepente a campainha tocou, mas eu nem liguei, estava no sofá tocando na minha buceta, quando entrou um homem enorme com um fila na coleira, parei o que estava fazendo e fiquei olhando, o André me disse que faríamos uma festinha, saiu da cozinha com 3 bebidas alcóolicas, que eu tomei tudo, e fiquei grogue.
     O André me puxou e me debruçou no sofá , o cão veio na hora me cheirar e lamber, eu estava cheia de tesão e bêbada, uma sensação louca, depois de muito me cheirar , o cão subiu em mim , com a ajuda do André e do amigo dele o cão me penetrou, socava como a porra e na hora de gozar o cacete fez um nó que eu gritava de dor e prazer, quando desgrudou eu cai sentada, e o bichinho limpou todo sua sujeira, me lambeu toda.
    O André me levou para o banheiro e me ajudou a tomar banho, fomos para o quarto, o André com aquele pau enorme cheio de tesão me sentou em cima daquele cacete, e seu amigo veio pelo meu cú, loucura trepei o fim de semana todo, quando eles estavam cansados me davam para o cão, no domingo eu nem andava direito, mas a felicidade explodia dentro de mim....bjs depois conto mais</description>
			<category> - Fetiche &amp; Bizarro</category>
			<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>O Bombeiro e o fogo de Maria</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/o-bombeiro-e-o-fogo-de-maria</link>
			<description>Esta é nossa primeira experiência em contos e por questões de privacidade, nossos nomes aqui serão JOÃO e MARIA. Somos um jovem casal maduro, casados há quase 30 anos, apaixonados e de bem com a vida.
 
MARIA.. uma morena saborosa, baixinha do tipo mulherão.. bunda carnuda, coxas grossas, seios deliciosos e uma xana gordinha que ultimamente está todinha depilada.. uma delícia...
 
Uma vez ela me confessou que sentia atração por bombeiros e isso ficou guardado em minha mente para quem sabe algum dia proporcionar esse prazer para ela.
 
Pois o dia chegou.. por acaso.. mas chegou..
 
Estavamos na praia sentados num quiosque e na mesa ao lado sentou-se um homem moreno, aparentando 40 e poucos anos, simpático e boa pinta. Estava sozinho, pediu uma bebida ao garçom e lá ficou aproveitando a tarde de calor sob os coqueiros. Num determinado momento, ele nos chama dizendo que precisava ir ao banheiro e se poderiamos tomar conta da bebida dele.. claro que educadamente concordamos e Maria ainda ofereceu para que ele deixasse a garrafa em nossa mesa. O homem agradeceu a gentileza de Maria com um sorriso e um olhar penetrante que chamou a atenção..
Continuamos lá, aproveitando nossa praia, cuidando da bebida do nosso vizinho e comentei com Maria o olhar de “agradecimento” do homem.. ela disse que também percebeu, mas que poderia ser apenas o jeito dele. Em seguida o homem volta, novamente agradece nossa gentileza e pergunta se poderia se sentar conosco, pois estava sozinho e gosta muito de conversar e fazer novas amizades. Maria e eu nos olhamos, como se estivessemos um pedindo o consentimento do outro para permitir que um estranho se juntasse a nós..  e... concordamos com o amigo.
 
Depois das apresentações formais, ficamos falando do tempo.. da praia.. e outras amenidades.. até que ele perguntou o que faziamos da vida. Para minha surpresa, ele disse que se chamava Peter, era bombeiro em uma cidade do internor de São Paulo e passava 1 semana de folga na praia para descansar e recuperar as energias.
 
Imediatamente me lembrei da confissão de Maria e minha cabeça começou a fervilhar de ideias e pensamentos maliciosos e pornográficos.. imaginando a fantasia secreta de Maria e achando que aquele poderia ser o momento e a oportunidade certa para satisfazê-la. Acho que ela também pensou a mesma coisa, pois no momento que nosso amigo disse a profissão, ela abriu um sorrisinho bem sacana e os olhinhos dela brilharam..
 
Continuamos conversando e eu ficava imaginando de que maneira iria entrar no assunto para tentar ajudar Maria a realizar sua tão desejada fantasia. A conversa então foi se dirigindo para as reações que temos com a combinação “calor + praia + caipirinhas” e inevitavelmente comentamos sobre o apetite sexual que aumenta muito nessas situações. Para aproveitar o embalo, eu disse que Maria sente tanto essas reações que é muito difícil “apagar o fogo” dela, que parece que ela está em chamas...
Maria já tinha entendido tudo.. começou a se abanar e dizia que era verdade.. que ela se sentia muito excitada na praia e que adorava isso.
 
Nosso amigo, experiente, logo entendeu a brincadeira.. e entrou no clima também.. dizendo que sabia como era isso, pois sendo bombeiro, entendia muito de fogo, chamas e etc.. demos muitas risadas, tudo em tom de brincadeira.. mas preparando o terreno para a concretização do sonho de Maria.
Então, Peter foi mais uma vez ao banheiro – talvez para nos deixar um pouco à sós - e ao levantar, foi possível perceber que tinha ficado excitado com o papo. Sua sunga denunciava um certo volume e imediatamente Maria notou e deu uma bela olhada no “pacote” do amigo.
Então decidi que aquele era o momento.... perguntei para Maria o que ela estava achando daquilo tudo.. e ela disse que estava adorando. A bebida era boa, o papo agradável, nosso amigo era simpático e ainda por cima era bombeiro.. novamente com aquela risadinha sacana nos lábios. Para minha surpresa, Maria perguntou se eu me lembrava da confissão que tinha feito sobre a tara por bombeiros e o que eu achava se ela resolvesse saciar o desejo com nosso amigo Peter, mas que só aceitaria fazer alguma coisa se eu estivesse de acordo, mas que ela queria muito.
Claro que eu concordei com ela e ainda reforcei dizendo que eu já estava pensando em um jeito de fazer isso acontecer e que eu ficaria muito feliz ao ver sua tara satisfeita. Perfeito.. estavamos de acordo.. então era só facilitar as coisas para nosso amigo.. que pelo jeito já tinha se interssado por Maria.
 
Assim que ele voltou, retornamos ao papo de “fogo”, e perguntei se era verdade que muitas mulheres tinham fantasias sexuais com bombeiros e ele respondeu afirmativamente, dizendo que adorava isso e sempre que possível, procurava satisfazer as mulheres com esse tipo de tara. Pronto.. era o que esperava para dizer que Maria é uma dessas mulheres que tem tara por bombeiros e ele imediatamente se prontificou a ajudar... muito safado esse nosso amigo.... rimos bastante e vi que Maria tinha ficado vermelha de vergonha (ou de tesão)...
 
Então Peter abaixou um dos braços sob a mesa e notei que ele se esticava para alcançar as coxas de Maria que se ajeitou na cadeira para ficar mais próxima dele, permitindo assim um carinho gostoso em suas coxas grossas e quentes.. após alguns instantes, notei os 2 se esticando ainda mais e por baixo da mesa, a perna de Maria encostou na minha, o que me fez entender que ela estava abrindo suas pernas para nosso amigo chegar mais próximo de sua xana quente e que deveria estar muito molhada de tesão.
Ele se esticou um pouco mais e então vi Maria fechando os olhos e mordendo os lábios.. demonstrando tesão e tive a certeza que a mão do nosso amigo estava proporcionando um prazer nunca sentido por Maria e isso me fez muito feliz por saber que minha tão amada Maria estava realizando um desejo tão antigo.
 
Nosso amigo ficou um tempo mexendo na buceta da Maria fazendo ela se contorcer na cadeira de tanto sentir tesão e não resistindo, fingi pegar algo no chão e enfiei a cabeça por baixo da mesa e pude ver uma cena linda... a buceta de Maria sendo tocada por 2 dedos do nosso amigo, massageando seu grelinho pela lateral do biquini dela... que coisa linda.. que delicia ver aquele buceta tão gostosa sendo tocada pelo nosso amigo..
 

Convidamos Peter para um drink em nosso apartamento à noite, pois assim poderiamos “conversar” um pouco mais. Convite aceito na hora.. terminamos nossas bebidas e fomos embora, com direito a um longo abraço entre os 2 na despedida, onde ela pode se encostar naquele corpo quente e tão desejado do nosso amigo.
 
Fomos para nosso apartamento e ficamos preparando tudo para nosso visitante. Drinks, petiscos e Maria fez questão de usar uma lingerie de renda preta, transparente, que a deixa muito sexy e ainda mais gostosa, com um vestidinho leve por cima e um perfume delicioso.
 
Lá pelas 8 horas, o interfone toca. Era nosso amigo que chegava..
 
Pedi para Maria recebê-lo na porta e para nossa suspresa, Peter estava fardado e trazia um ramalhete de flores para Maria... ela suspirou ao ver aquela cena.. um verdadeiro cavalheiro.. merecedor do presente que iria receber de Maria.
 
Eles se abraçaram demoradamente, Maria estava visivelmente excitada, nervosa e trêmula (confesso que eu também estava). Acho que uma mistura de excitação e medo por estar fazendo algo tão diferente dos nossos hábitos e costumes.
 
Então os dois começaram uma agarração.. um esfrega esfrega.. ela se esfregava toda nele.. de frente.. de costas.. e ele correspondia.. abraçando, pegando nos seus seios... passando a mão em sua bunda carnuda e ela se virava de costas para sentir aquele volume todo encostado em sua bunda.. rebolava.. mexia sem parar enquanto ele acariciava os seus seios.. por dentro do vestido querendo arrancar a roupa dela para apreciar aquele corpo ardendo em brasa..
 
Maria então se virou de frente para Peter, se afastou um pouco e começou a passar a mão pelo corpo dele.. alisando aquela farda, sentindo cada pedaço daquele tecido e do corpo que estava por baixo dele. Foi abaixando suas mãos até chegar no pau de Peter, que nessa hora já estava estourando a calça de tão grande e duro. Maria se ajoelhou e com as duas mãos começou a alisar o pau de Peter por cima da calça, admirada com o volume.
 
Ela olhou para mim, que estava sentado no sofá me deliciando com a cena, e acenou com a cabeça como se estivesse me pedindo permissão para deixar sair todo aquele tesão guardado por tantos anos. Lógico que recebeu minha aprovação e ainda disse que ela deveria fazer tudo que tinha vontade, sem receios e sem pudores.
Imediatamente Maria começa a abrir a calça de Peter na ânsia de libertar logo aquela mangueira que apagaria seu fogo. Aos poucos sua expressão foi mudando.... se transformando em uma puta.. disposta a tudo para saciar seus desejos e taras mais safadas.
 
Quando finalmente conseguiu libertar o pau de Peter, ficamos encantados com a beleza.. era grande.. roliço, com as veias saltadas e uma cabeça brilhante e vermelha. Ela me olhou.. com cara de puta.. deu uma risadinha e abocanhou aquela mangueira grossa e dura. Ela começou a chupar aquela vara como uma louca.. lambia.. mordia.. engolia.. depois ficava punhetando o pau e apreciando a beleza e o tamanho. Enquanto isso, Peter tratava de se livrar da roupa, ficando completamente nú na frente dela.. ali, completamente entregue aos caprichos e taras de Maria.
 
Ela se levantou, tirando seu vestidinho e mostrando toda sensualidade de sua calcinha preta de renda.
 
Peter não resistiu e a abraçou com força, forçando seu pau contra a xana de Maria que deveria estar em brasa.. eles se beijaram.. um beijo longo e profundo enquanto ela se esfregava no corpo nú de Peter. Então ela o puxou pela mão e foram para o quarto (seguidos de perto por mim). Lá, Peter jogou Maria na cama e, por cima da calcinha, começou a lamber sua bucetinha dizendo que nunca tinha sentido uma buceta tão quente e perfumada..
 
Isso foi deixando Maria cada vez mais tarada e ela começou a pedir que Peter a fizesse gozar.. que ela queria se sentir sua puta.
Ela pedia:
    - Ai Peter.. que coisa gostosa.. me chupa mais... me chupa todinha... por favor me faz gozar.. quero ser sua putinha..me faz virar sua puta...
 
E Peter atendia a todos os pedidos de Maria, que já estava sem calcinha e exibindo sua buceta lisinha, vermelha e carnuda para aquele que ia apagar seu fogo ardente..
 
Peter muito experiente e habilidoso deu um verdadeiro banho de língua em Maria até que ela começou a se contorcer, estremecer e gritar dizendo que estava gozando... pedia para Peter não parar.. para chupar mais ainda até ela desmaiar de tanto gozo. Eu nunca tinha visto Maria gozando daquele jeito, parecia uma louca, gritando, gemendo, rebolando e urrando de tanto prazer. Confesso que fiquei com um pouco de ciúmes, mas entendi que naquela hora, o prazer dela era mais importante que tudo e que ela estava feliz por poder realizar uma fantasia tão desejada.
 
Após alguns minutos gozando, Maria amolece.. como em extase, só sabia dizer que nunca tinha sentido nada igual.. que nunca tinha gozado tanto.. que nunca tinha sido chupada tão bem... que parecia estar nas nuvens. Dizia para Peter que ele era um homem maravilhoso e que era muito mais do que ela sonhava para um bombeiro....
 
Maria me olhava com um olhar de agradecimento, de cumplicidade e de paixão.
 
Peter deitou ao lado dela e acariciando seu corpo, dizia que ela era uma mulher maravilhosa, que nunca tinha chupado uma buceta tão saborosa e quente e que aquilo tudo estava sendo um grande presente para ele. Aos poucos Maria foi se recuperando do gozo e então começou a acariciar o corpo de Peter, que aguardava pela recompensa por seu banho de língua. Seu pau estava em riste.. duro.. grande e vermelho.. parecia pulsar de desejo e tesão..
 
Maria então começou uma punheta em Peter, com a cabeça deitada em seu peito, apreciando aquela mangueira grossa e quente que agora era todinha sua, pronta para proporcionar o maior dos prazeres já sentidos por ela. Quando sentiu que já tinha forças, levantou-se e pulou em cima dele, de costas e com as pernas bem abertas, deixando que sua buceta encharcada de gozo encostasse na cabeça do pau de Peter, sentido aquela vara deliciosa pressionando seu grelinho duro e grande.
Começou a rebolar e mexer para frente e para tras até sentir que o pau tinha se alinhado na entrada da sua gruta molhada e sedenta por vara.
 
Peter gemia.. pedia para Maria engolir todo seu pau, dizia que queria sentir sua buceta quente comendo seu pau todinho...
 
Maria atendeu os pedidos de Peter e começou a engolir aquela vara toda.. aos poucos.. devagar.. foi descendo.. descendo.. até sentir sua bunda encostada na barriga de Peter e o pau dele preenchendo todas suas entranhas de um jeito que ela jamais tinha sentido. Ficaram imóveis por alguns instantes, como que paralizados de tanto desejo e tesão.
Então Peter pediu:
 
     -Maria.. fode.. mexe... rebola.. quero te fazer minha puta.. Quero comer essa buceta de um jeito que voce nunca vai esquecer..
 
E Maria atendia:
    - Tá bom Peter, sou toda sua.. faço tudo que voce mandar.. sou sua puta.. quero sentir voce me fodendo muito forte.. que me faça sentir a mulher mais safada do mundo..  e que me faça gozar de novo até desmaiar de prazer...
 
E assim começou a mexer.. a cavalgar... em movimentos lentos e cadenciados.. rebolando naquele pau novo, desconhecido, mas que estava lhe dando tanto prazer. Começou a subir e descer no pau de Peter e a cada movimento, eu podia apreciar aquela buceta faminta engolindo aquela mangueira todinha sem deixar nada pra fora. A cada nova descida Peter gemia dizendo que Maria era uma verdadeira puta e queria que ela fizesse tudo que uma verdadeira puta sabe fazer na cama..
 
Ficaram assim, nessa meteção louca por um bom tempo.. até que Peter disse que não aguentava mais que que queria gozar na buceta da Maria, que queria encher e buceta dela com sua porra...
 
Maria então acelerou os movimentos e começou a gritar..
 
    - Vai Peter.. goza na buceta da tua puta.. me faz tua puta de verdade.. me enche de porra.. quero sentir teu jato quente.. me fode todinha.. me come, seu puto.
 
E assim.. os 2 gozaram.. juntos.. um gozo forte.. intenso.. farto..
 
Maria pulava.. tremia.. urrava.. gritava... dizia coisas sem nexo... parecia estar em transe, em outra dimensão...
 
Peter dizia que seu gozo não acabava mais, que nunca tinha gozado tanto, que Maria era a mulher mais tesuda do mundo.. que ela fodia como ninguém..
 
E continuaram gozando por alguns minutos.. até que Maria literalmente desmaiou... jogou-se na cama.. acabada.. entregue ao maior gozo que teve na vida.. completamente saciada.. satisfeita por ter seus desejos atendidos de forma tão espetacular e por um homem tão tesudo.
 
De tão saciada e satisfeita, Maria adormeceu.. e Peter e eu pudemos apreciar sua buceta vermelha e inchada de tanto foder.. a porra de Peter ainda escorria de dentro dela, deixando a cena ainda mais linda..
 
Peter tomou uma ducha e se vestiu.. agradeceu pela excelente foda e disse que jamais se esqueceria de Maria e sua deliciosa buceta depilada..
 
E se foi... para ficar apenas em nossas lembranças e fantasias. Maria até hoje se lembra de Peter e sempre diz que gostaria de foder novamente com ele.
 
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joaoemaria84@yahoo.com.br</description>
			<category> - Fetiche &amp; Bizarro</category>
			<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli chorando na vara</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-chorando-na-vara</link>
			<description>como se estivesse em transe  marli fudia com varios homens ao mesmo tempo .eram nove machos fudendo-a  de todas as formas . e possesa marli delirava de praser ,sentada em uma das picas ela tinha seu cu arrombado e pela frente outra casseta estava atolada em sua buceta e mamando alternadamente nas outras rolas ,ela gosava lasciva , tendo os bicos dos peitos torcidos e seu corpo sendo acariciado por varias maos que  a  percorriam toda . e  sendo estocada pelas varas marli gemia como  uma  cadela,  se contorcendo ,rebolando a  bunda   ela recebia fortes enfincadas que entravam totalmente em seus buracos que                melados    numa         mistura de porra com suas secreçoes deixavam os cassetes deslizarem para dentro dela com facilidade,marli tinha orgasmos intensos que faziam ela urrar de praser nao reconhecendo de qual buraco vinha o praser  marli gosava selvagemente nas picas que se alternavam dentro dela e desvairada ela era duplamente penetrada numa orgia sem fim onde  a luxuria tomava conta de todos que alucinados gosavam numa devstidao total e marli recebendo as rolas gritava de tesao  chorando nas varas que a penetravam deixando-a toda arrombada mas feliz e satisfeita .</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli arom e noel</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-arom-e-noel</link>
			<description>quando arom voltou da adega trasendo duas garrafas de vinho na maos viu marli  abraçada a noel  que espalmava um seio dela acariciando o pomtudo bico deste. entao por tras arom sem soltar as garrafas  encoxou a volumosa bunda dela que apoiando-se em noel rebolou as ancas para deleite dos dois, e beijando-os alternadamente marli era o recheio daquele sanduiche. arom colocou as garrafas sobre a mesa e foi despindo o  curto vestido dela que so de calcinhas sem sutia  ficou esposta  sendo adimirada pelos dois  que tambem tiraram suas vestes e completamente nus se esfregavam nela que  umida de praser  gemia  anciosa  pedindo para ser fudida e   ajoelhando-se a sua frente arom lambeu a buceta molhada dela enquanto noel esplorava os peitos enoermes dela. marli punhetou  noel  e embevecida beijou a boca dele   arom deitou-se  com a vara apontando para cima e marli de cocoras sentou no cassete que deslizou para dentro da buceta  e mamando no cassete de noel marli subia e descia na vara de arom  e gosando lasciva marli rebolava  na vara entao noel ajoelhou-se por traz dela e com o cassete em riste  fez ela empinar a bunda  e socou seu pau no cu dela que ao sentir os dois paus dentro  rebolou ainda mais controlando as varas que estocavam seus buracos .e com o rosto transfigurado de luxuria marli gemia nos cassetes num extase profundo e quando eles comreçaram a esporrear dentro dela marli teve um longo orgasmo que a deixou inebriagada de tesao e molemente marli  desfaleceu gosando copiosamente.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli toda aberta.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-toda-aberta</link>
			<description>o negro tinha um enorme cassete, que fazia marli gemer  a cada estocada e num deleite profundo marli gosava na grossa vara gemendo de tesao , sentindo toda aquela tora enfiada na sua buceta que molhada de desejos lubrificava o pau com suas secreçoes.fasendo ele deslizar por sua gruta entrando fundo  castigando seu utero  marli gemia no cassete do macho que socava sem parar  fazendo ela sentir orgasmos profundos que a deixava toda arrepiada e como desgargas eletricas todo seu corpo era percorrido por espasmos  de tesao o enorme negro montado em cima dela castigava sem do sua buceta com bombadas profundas e ntrando e saindo rapido mas chegando ate o talo oque fazia marli delirar e sentindo um tesao imenso marli gosava lasciva no grosso caralho do criolo que tambem despejava porra dentro dela e nao parava de estocar  aquele dilacerado buraco que se tranformara a buceta dela.que toda arrombada era uma imensa vala.</description>
			<category> - Interracial</category>
			<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Corno mas feliz</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/corno-mas-feliz</link>
			<description>Porque sabemos que a tentação existe, acordámos nas nossas núpcias que se alguma vez acontecesse um de nós cometer uma escapadela, não haveria problema desde que fossemos responsáveis, praticando sexo seguro e tento abertura um com o outro, contando tudo sem esconder nada.
No início minha mulher sempre se excitava contando as suas fantasias enquanto fazíamos sexo ou fazendo-me perguntas sobre as reações que havia tido com outras mulheres. Com o tempo, passou a confessar também as fantasias que tinha com outros homens, sobre como achava atraente e desejava este ou aquele vizinho do prédio, sobre os olhares que certos homens lhe deitavam nos transportes públicos e de quanto desejava que o seu instrutor de natação a possuísse nos balneários com o seu barrote negro. Tudo isso nos excitava (e excita) até ao orgasmo. Sempre lhe disse para se sentir à vontade, se quisesse aproveitar alguma oportunidade que lhe surgisse, até porque eu já tinha aproveitado um par delas, sempre na base do nosso acordo. Cheguei mesmo a sugerir-lhe que contrataria um acompanhante para fazermos sexo a três. Dizia-me sempre que eram só fantasias para se excitar, que nunca iria ter coragem de por isso em prática.
Há cerca de dois anos foi transferida para um serviço central na Instituição onde trabalha. Desde logo confessou sentir-se atraída pelo chefe do departamento, divorciado, muito charmoso e sedutor, muitas vezes com piropos e conversas sugestivas para as funcionárias. Daí em diante, as fantasias da minha mulher passaram muitas vezes a girar em torno do seu chefe, de como gostaria de ir vestida de forma provocadora, ficar a trabalhar até mais tarde e seduzi-lo ao ponto de a foder. E dizia-me por vezes: “Deixa lá que qualquer dia faço mesmo”. Conhecendo como eu a conheço, sempre tive alguma dificuldade em acreditar que alguma vez o fizesse, visto ter sempre receio de se aventurar.
Ora, na semana que do Carnaval, enviou-me uma mensagem dizendo que, para cumprirem os objetivos, teria que ficar até mais tarde. Achei estranho, pois não era costume, mas dada a situação das finanças do país, compreendi. Arranjei as coisas em casa até que chegou a hora de ir deitar e ela sem chegar. Se calhar ainda passou por algum shopping ao sair, pensei. Depois de adormecer a criança aguardei deitado na nossa cama. Passavam já das 23 horas quando a minha mulher chegou a casa. Fingi estar a dormir. Passado algum tempo entrou no quarto, despiu-se e perguntou: “Ainda estás acordado? Trago uma surpresa para ti.” E tirou da mala um lenço de papel que desembrulhou e dele tirou um preservativo com esperma lá dentro. “Eu não te disse que qualquer dia não resistia...” e sentou-se em cima da minha cara para que eu a lambesse, estava toda encharcada e começou a contar como, já depois da hora do expediente, aproveitou um elogio do chefe ao que trazia vestido para lhe lançar um sorriso com um olhar lânguido que quem necessita mesmo de sexo. Ele percebeu e tratou logo de a apalpar toda, de a beijar no pescoço, de lhe fazer sair as mamas para fora, de as lamber e ela foi-se deixando levar até à beira da mesa, onde lhe levantou a saia, enfiou a mão até à cona e começou a esfrega-la. Diz ela que todo o seu corpo tremia ao sentir uma mão diferente da habitual. Mandou-a depois baixar-se e tirou para fora o caralho para que ela o chupasse. Enquanto o chupava, com a outra mão esfregava a cona, sentiu então a primeira vaga de prazer que lhe encharcou os dedos. antes que se viesse, ele mandou-a deitar sobre a mesa de reuniões, colocou uma camisinha, levantou-lhe as pernas e fodeu-a tal como ela queria. Conta que fechou os olhos e perdeu a conta ás vezes que se veio. Enquanto descrevia o sucedido eu lambia-lhe o clitóris e de vez enquanto continha-se para ter mais um orgasmo. Eram tão intensos que eu chegava mesmo a sentir que algumas gotas de mijo saiam da sua uretra. Mudou então de posição, de barriga para baixo e ele espetou-lhe novamente segurando-lhe as ancas. Fodeu-a novamente até não poder mais e se esporrar todo. Prontificou-se então a ajudá-lo, retirou-lhe o preservativo e guardou-o discretamente na mala para mais tarde me mostrar.
Saltou então para cima do meu caralho e não foi preciso muito para lhe inundar a cona, tal era o êxtase que eu tinha. Tal era a excitação e o entusiasmo que voltei a ficar de pau duro tornei a fode-la novamente até ficarmos exaustos.
Na semana seguinte voltou novamente para casa tarde, deitou-se na cama e pediu-me que lhe lambesse as mamas, cheiravam a esperma, o chefe havia-se esporrado todo para cima delas. Ainda hoje não sei porquê, mas senti-me muito feliz e orgulhoso pela minha mulher.
Daí para cá, tem fornicado não só com o chefe mas também com outros homens que com ela metem conversa. Mas conta-me sempre tudo. Alguns vêm mesmo cá a casa e eu fico escondido a ver. É super excitante!
Num destes sábados, voltava eu de uma manhã de trabalho quando chegado a casa ouvi gemidos vindos da sala de estar. Pensei que estivesse a ver um filme porno e a masturbar-se. Devagarinho aproximei-me e espreitei pela fechadura. Vi-a então sentada no sofá e um homem moreno já despido a lamber-lhe as mamas enquanto decorria um filme porno no canal Hot. Depois levantou-se e enfiou-lhe o caralho na boca ao qual ela correspondeu com uma deliciosa mamada. Antes que ele se viesse, coloco-se de quatro sobre o sofá e deixou que ele a fodesse até se vir todo dentro dela. Mais um pouco de filme e a minha mulher voltou à carga, sentando-se sobre o membro novamente erecto do homem, cavalgando-o até ficar satisfeita. Pelos urros que dava deve-se ter vindo umas três vezes antes de ele se voltar a vir também. Escondi-me e foram tomar banho juntos. Depois de alguma conversa ele saiu e eu apareci. Sem surpresa, contou-me que era um motorista da Carris (autocarros) com quem tinha metido conversa durante a semana. Mais uma vez passámos o resto da tarde a foder até nos cansarmos.
Agora deseja ser fodida por um preto com uma grande ferramenta, como ela diz. Pode ser que o instrutor de natação lhe faça o jeito...!
Sou um marido corno mas em constante excitação e por isso, feliz!</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli paginas da vida</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/marli-paginas-da-vida</link>
			<description>as taras incontidas faziam  marli  procurar caralhos enormes para a penetrarem e fascinda ela tinha os mais intensos orgasmos delirando em enormes cassetes que arrombavam sua buceta dilaceravam seu anus e  entupiam sua boca. marli era so delirio e se entregava  a luxuria com o desejo estampado no rosto e gemendo lasciva chorava nos caralhos que entravam dentro dela e tinha gosos tao intensos que ela desfalecia sendo fudida por dois treis ou mais machos  incontidas veses ela era montada por estranhos  que ela caçava na ruas da grande cidade. eram senhores  abastados  moraradores de rua  negros e branco ricos e pobres   jovens ou idosos a todos ela se entregava  com a mesma luxuria querendo sentir o praser de ter um cassete dentro de si e a insaciavel mulher dava como louca simplesmente pelo praser de gosar numa rola  marli chorosa gemia nos caralhos como uma devassa que ela era. e se o pau fosse avantajado ai sim ela se deleitava  e como uma cadela no cio marli  estava sempre com o grelo estumecido a buceta molhada pelos sucos que escorriam ambudantemente dela e nao tinha limites para fuder  eram com cinco seis oito dez ou apenas um  marli so queria deitar e ser comida por quem viesse  cobrila  e como uma egua  sua vulva estava sempre piscando cheia de desejos assim e esta puta mulher de arom  e se voce tiver o praser de encontrala  meta com deleite nesta  cadela faça-a gemer como ela gosta e voce tera um praser imenso e vera ela gosar  na sua rola assim e esta puta.que mete somente pelo praser de gosar e sentir -se lambuzada de porra</description>
			<category> - Fetiche &amp; Bizarro</category>
			<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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