Traições - Ana traindo o marido e o sogro - Contos Eróticos

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Ana traindo o marido e o sogro

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Referência (ID): 1628
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Ela tinha essa coisa por homens mais velhos e sentia enorme prazer corneando os namoradinhos. Foi o professor Bruno quem primeiro lhe ensinou os encantamentos da sodomia, ao mesmo tempo que só permitia que o namorado lhe acariciasse os bojudos seios.

Já perto da hora do almoço o celular toca. Antes de aceitar, Ana vê que é de Joel. Dias antes quando ela descobriu que Zélia estava tendo um caso com ele, Ana decidiu dar um basta nesse affair . Seu marido tinha tremenda devoção pela mãe que não aceitava de maneira alguma que ela tivesse uma vida sexual ativa, mesmo com o marido, seu pai Jarbas.

Ela foi até o escritório dele e expôs, de maneira nada agradável, que Joel parasse de desvirtuar sua sogrinha.
Pra surpresa dela, Joel mostrou um filminho em que Zélia se esbalda lhe chupando a rolona e implorando que eles se encontrassem novamente, induzindo Ana ao erro de que era a sogra que dava em cima dele.
Ela saiu do escritório esbravejando e o ameaçando com mandatos judiciais, mas sabendo que se fizesse algo contra Joel, só iria dar conhecimento a Mario da vida sexualmente devassa de sua mãezinha Zélia.

Joel tinha pleno conhecimento disso e então, talvez por um certo sadismo e muito por querer possuir a bela esposinha de Mario, passou a enviar filminhos a Ana toda vez que vez que Zélia era possuída por ele.

Então quando o celular tocou e Ana viu que era ele, um involuntário excitamento tomou conta de seu corpo, tanto que da última vez Ana desceu até seu carro na garagem e se masturbou desvairadamente vendo sua sogrinha sendo abusada e se declarando saciada.
Arrependida, jurou solenemente que nunca mais faria aquilo.
E agora, seu auto-controle estava sendo testado. Por um momento, ela hesitou e quase deletou o filme. Mas a natureza nós fez vitimas de uma sórdida curiosidade.

No celular aparece primeiro, enchendo a tela, um broche redondo cravejado de pedrinhas esverdeadas. Em seguida o foco vai se afastando lentamente e logo Ana percebe que o broche está inserido no anus de uma mulher.
Claramente era a bunda da Zélia, percebeu Ana antes que o foco se afastasse ainda mais e o rosto da sogra e seu corpo inteiro aparecesse em todo seu esplendor.

Ana suspirou fundo quando uma mão surgiu na telinha e segurando com os dedos o broche o vai retirando do cuzinho de Zélia. Ela percebe que a parte inserida tinha uma forma de pêra. A mão que segura o artefato passa para a mão de Zélia que o põe na boca como uma chupeta.
A tela mostra agora um penis de grosso calibre que Ana sabe ser o de Joel, pincelando ao redor do cuzinho da sogrinha. As mãos dela começam a tremer quando observa a avermelhada glande ultrapassar o anelzinho do cu da sogra.

Foi preciso que Ana tapasse a boca com uma das mãos abafando o grito ao ver toda a estupenda rolona ser engolida pela bundinha da sogra. O telefone lhe cai das mãos e assustada ela olha pros lados e percebe que ninguém a está olhando.

Quase ao mesmo tempo o telefone volta a tocar. É Joel de novo. A raiva anula a tesão que estava dominando a Ana.
- Canalha! Por que me mandar esse lixo, seu porco!?
- Não fale assim que sua sogrinha fez parte dele!
- O que voce quer, cretino filho da puta!
- Te dar uma jóia igual a essa e também...
- Vá se fuder!!

E Ana desliga abruptamente. Ela respira fundo até o compasso da respiração voltar ao normal. O telefone toca de novo. Antes que desligasse sem atender, percebe que é o marido.
- Oi amor! Já estava com saudade de voce! Vem me apanhar pro almoço?
- Oh! Sim! Mas tínhamos combinado isso? Bom, estou te ligando porque o dr. Joel me perguntou se eu não quero comprar uma jóia pra voce. Olha aí! Esse é o topo do anel. É cravejado de esmeraldas!

Ana quase desmaia ao ver que a foto é a mesma do inicio do filminho visto minutos antes.
- Pra quê querido? Não compre, não! Diga a hora que vem me buscar, Mário.
- Mas, mas querida! É uma pechincha! Vale vinte mil dólares! Ele me vende por dois!
- Huumm, tá bem... Ah, Mario! Acabei de me lembrar. Estamos esperando o chefe da sucursal de Brasilia. Não vou poder me ausentar. Me desculpe, amorzinho!
- Ok. Sem problemas. Não estava combinado mesmo. Um beijo.

Ambos desligam e Ana já adivinha o que vai acontecer. Sabe que ela própria se pôs na armadilha e o calhorda do Joel iria se aproveitar disso.
O telefone tocou. Ana atende e alguns segundos depois, balançando a cabeça e com lágrimas nos olhos, ela diz “sim”.

Aquela tarde inteira passou com Ana sendo sodomizada, na cobertura duplex de Joel. Ela tentou o possível e o não possível de se entregar a luxuria da rola de Joel gozando em sua boca, se esfregando entre seus seios e no rego da bunda, voltando a deixar que ela o mamasse de novo antes de lhe possuir o cuzinho que foi devidamente beijado, penetrado pela língua e invadido por dois dedos enquanto sua xaninha era demoradamente chupada pela boca faminta dele.

Teve um momento em que o telefone dela tocou incessantemente. Ela estava com a bundinha empinada, com o busto e o rosto encostados no colchão. Joel a montava, fazendo lentamente o entre e sai do cuzinho dela com sua torona.
- Jo...Joel! Pára um segundo! É melhor eu atender. Pode ter acontecido alguma coisa!

A bolsa estava perto da cama ao alcance da mão dela. Joel estava gozando, mas teve que parar. Ana conseguiu pegar o telefone sem se desengatar da rola dele, ainda sentindo o palpitar do sangue correndo pelas veias da robustez da tora dele dentro de seu cuzinho.
- Ana, querida! Apesar de voce dizer não, decidi comprar a jóia pra te dar! Ela é sua querida! Vinte mil dólares por dois mil! Inacreditável! Tentei me comunicar com dr. Joel mas não consegui. Deixei recado me comprometendo!
- Mas... mas querido, isso é... é desnecessário! Eu... eu não... me encantei muito por ela!
- Não!? Mas comprarei assim mesmo! É um ótimo investimento! Voce poderá usar o hora que quiser!

Ana não sabe porque começou um indisfarçável rebolado enquanto escutava o marido. Joel sentindo a mudança de humor dela, voltou a montá-la mas deixando que ela se movimentasse livremente. Aos poucos o rebolado foi aumentando.
- Como está aí com o gerente da Sucursal!?
- Ele se... se encantou por...por mim! Não sai...não sai de... cima de mim! Aaaaaiiim...
- Ah ah ah! O que foi isso! Ele não sai de cima de voce, é!? Ah ah ah, essa foi boa!
- Quis... quis dizer que ele... ele não... não larga do meu pé! Ui ui... Aaaaah!

Agora o rebolado de Ana está mais intenso e Joel teve que trincar os dentes pra não urrar e gozar com o anus dela lhe apertando o penis.
Num momento de lucidez, Joel percebe que Ana largou o telefone perto da boca e está vocalizando todo seu gozo alheia as conseqüências. Prontamente, Joel pega o telefone.
- Alô, Mário? Aqui é o Rod, gerente da sucursal de Brasilia. Sabe... uma colega da sua esposa tropeçou no pé de alguém e o drinque foi parar no decote dela. Parece que algumas pedras de gelo escorreram pra... por dentro do decote. Ela foi ao banheiro... eu penso.
- Ah, tá bom! Também, a Ana com aqueles seios! Só podia ter um decote enorme! O senhor não acha!?
- Bom... não... não sei! Ana é sua esposa! Eu não posso tecer comentários como esse! Mas concordo com o senhor!
- Já vi que temos bom gosto! Eu não sei o que ela viu em mim! Uma mulher como ela casando comigo...
- Acho que o senhor subestima seus talentos. Gostaria de saber seu segredo!
- Bem que gostaria de ter! Sinto que... sabe... quero dizer... nossa vida sexual não é tão fantástica assim...
- Por parte de quem?
- Dela. Acho que ela está sempre tensa e que talvez não goste muito de sexo. Mesmo com um corpo daqueles!
- Que tal voce incentivá-la a imaginar situações românticas e depois picantes. Elas jamais confessarão, mas têm a mesma fantasia que nós... sexo a três!
- Huuum, não sei! Não quero minha esposa fantasiando desse jeito! Acho melhor não!

Ana abre os olhos depois do intenso orgasmo e virando a cabeça vê Joel com o telefone dela na orelha. Ela consegue sair debaixo dele e senta-se abraçando um travesseiro, curiosa com o diálogo.
- Bom... me trate por voce, Mário. A Ana está voltando. Acho que podemos continuar com nossa conversa um outro dia
- Ah, tudo bem. Gostaria muito mesmo, Rod! Voce me passou confiança quando não quis tecer comentários! Eheheheh!
- A Ana lhe dirá como pode me encontrar! Aqui está ela!

A esposinha de Mário olha interrogativamente pra Joel, recebendo o telefone das mãos dele.
- Oi, querida! Grande cara esse Rod! Ele me contou do acidente do gelo que escorregou por dentro de seu decote!
- Tá bem Mário! Me pega lá no trabalho às cinco?

Joel, passa a mão pela testa respirando aliviado. Nada leva a crer que a marido de Ana percebeu alguma. Enquanto ela está falando ao telefone, ele numa atitude blazé, coloca um pé no colchão ao lado dela, segurando o rosto ele apoia o cotovelo na própria coxa. Sua rolona está rígida envelopada pela camisinha.
Ana que estava de bruços, guarda o celular na bolsa que estava ao lado da cama e virando-se, depara com a posição descontraída de Joel com uma das pernas dobrada e o pé em cima do colchão.
Logo ela vislumbra o brilho da camisinha envelopando aquela enorme e grossa rola que lhe estivera violando o anus.

Ela nunca soube explicar o por quê que deslizou pela beirada da cama e em seguida segurou com uma mão a base do caralho dele. Com a outra foi desenrolando a camisinha do pepinão até o final. Sem soltar a base pegou a ponta do lençol e deu uma rápida limpada na cabeçorra.
Joel soltou a respiração que estava presa enquanto via toda operação da belíssima esposa de Mario sentada nas panturrilhas e direcionando a glande arroxeada pra dentro da boca. Ele teve que flexionar um pouco a perna que não estava em cima da cama quando ela começou a puxar seu caralho cada vez mais pra dentro da boca.

Toda a tezão que ele tinha retido segundos antes do inoportuno telefonema, foi expelido com a força de um vulcão.
Ana nunca tinha engolido uma enxurrada como aquela, mesmo nos melhores momentos em que seu sogro jorrou em sua boquinha.
Ana tentou e tentou não deixar uma gota do gozo lhe escapar da boca. Mas o que conseguiu foi quase se sufocar e esperma lhe espirrar pelas narinas.
Joel já estava se recuperando e percebeu que a esposinha de Mario ainda tentava manter quase toda a rolona engolida. Gentilmente, ele foi deslizando pra fora a jeba dos lábios de Ana, que respirava arrastadamente.

Ele a levou até o banheiro da suíte enquanto se dirigia pro banheiro social.
Joel estava enchendo as taças de vinho quando Ana apareceu nua na sala bagunçando os cabelos com as mãos.
- Onde estão meus sapatos? – pergunta ela sem nenhuma inibição.
- Oh, querida! Deixa que eu vou pegá-los!

Ana passa por ele quase esbarrando e alcança uma das taças com vinho branco. Quando volta segurando os sapatos, o vestido, a calcinha e o sutiã, Joel se embasbaca com a beleza da silhueta voluptuosa banhada pela luz do sol poente, enquanto beberica o vinho.
- Cadê a tal “jóia”!?

Ao fim da tarde, Mario passou pra apanhar a esposa no escritório. Ana parecia ruborizada. Ela guardava um segredo dentro de si.
Naquele mesmo dia, perto do anoitecer, Jarbas sai do box se enxugando. Zélia, sua esposa, está com um pé apoiada num pufe passando hidratante na coxa. Ele sente certa excitação mas não o suficiente para lhe dar uma ereção completa. Mesmo assim ele se aproxima por trás da esposa e ao tentar encaixar o páu semi-endurecido entre as nádegas, sente algo metálico introduzido no anus dela.
Ele se afasta olhando espantado e se abaixa. Com as mãos separa as nádegas da esposa que por um momento ficou tensa ao perceber que ele descobrira o buttplug inserido no seu anus.
- Qu´quêquísso!??
- Voce gostou? É a última moda em fetiche sexual! Deixa eu desfilar pra voce!

O páu de Jarbas agora atingiu plena dureza. Mas, ainda ele está curioso pela atitude da esposa.
- Da onde voce tirou essa idéia!? É interessante e... excitante! Mas, jamais imaginaria voce usando um negócio desses!
- Não é só voces que gostam de ver pornô na internet!! Minha irmã foi quem me falou desses apetrechos sexuais chamados buttplug! De repente me deu uma loucura e quis surpreender voce!
- Ah, a Zelda! Ela sempre me pareceu bastante safadinha!
- Não fala assim dela! Eu sei que temos personalidades diferentes, mas foi inteiramente escolha minha. Por uma vez na vida eu quis fazer algo ousado! Voce não gostou?
- Huum... claro que gostei!
- Já imaginou... hoje no coquetel... só eu e voce saberemos que estou usando isso!

Jarbas não consegue se conter mais. Abraça a esposa pelas coxas e sua boca cola na xana depilada e cheirosa.

Mário conversando com um grupo de amigos, volta e meia olha pra esposa que está sentada num sofá escutando alguém que lhe fala. A pose, o jeito das pernas curvadas e as mãos apoiadas no colo lhe lembra sua elegante mãe Zélia.
Mário não consegue discernir porque adora cada vez mais que Ana se pareça com Zélia, mas ao mesmo tempo espera
que algo diferente transpareça de dentro dela.
- Filho! Se eu te pedir para que vá até a biblioteca e dê uma olhada naquele processo da construtora Zapzap e me trazer os nomes da testemunhas para que eu possa pressionar o Assad, que tá duvidando que temos essas testemunhas!
- Ok. Escrevo num papel e passo despercebido!
- Sim! Esse é meu filho querido!

Quando Mário desaparece entre os convidados, Jarbas passa por trás do sofá onde Ana está sentada e sutilmente deixa a mão deslizar pelos ombros dela.
Zélia está num grupinho onde Joel está inserido. Ele percebe quando Ana se levanta e também sai da sala.

Ana está com um pé em cima da tampa do vaso sanitário sendo agarrada e sendo roçada pelo corpo do sogro enquanto a beija com ardor. Eles estão no banheiro da suíte em que ela e o marido moram.
- Aaaarrr! Me dá! Me dá essa jebona! Me dá que eu quero chupar até voce se esporrar todo em minha boca, seu velho calhorda!

Mas é Jarbas quem se movimenta primeiro, se lembrando do tremendo minete que ele fizera em Zélia horas antes.
Ele se agacha e seu rosto se cola a perfumada xaninha da esposinha de seu filho.
- Espera! Espera, sogro safado!

Jarbas sente as bojudas nádegas lhe baterem no rosto sem piedade devido a rapidez com que ela faz a volta. Superexcitado, ele larga o caralho que estava masturbando e leva as mãos a cada nádega e suavemente as vai separando se preparando pra se esbaldar com a os lábios e a língua no rosado cuzinho dela.
- Que que qu´éisso!?

O olho do buttplug reflete um reflexo azulado por entre as nádegas de Ana.
- Voce também!?
- Como assim “voce também”!? Não achou excitante! Em que voce viu “também”!?
- Na Zélia! Não vai me dizer que voce comprou pela internet via a irmã dela?
- Ah, sim! Que merda! Eu queria te fazer uma surpresa!
- E fez minha querida! E fez! Só eu voce sabemos que voce está buttplugada!
- Anrã! Agora me chupa, seu desvirtuador de mulher honesta!

“- Eu, voce e o Joel, meu amor! Agora voce é corninho também!”

Minutos depois, Ana já tinha retirado a camisinha da pirocona do pai de seu marido e a sugava avidamente. Jarbas já tinha gozado no cuzinho dela e uma das razões que ele gozara tão abundantemente foi o folguedo que Ana rebolava e a visão dela desfilando pelo salão com o buttplug inserido no cuzinho.
Era praxe Ana impor que ele usasse camisinha, senão ao gozar e depois o esperma estaria escorrendo pelas coxas abaixo e isso lhe incomodava.
- Querida! É voce que está aí!?

Os dois se assustam, mas já tinham previsto isso. O banheiro da suíte de Ana e Mario era o melhor esconderijo, onde só havia uma chance de só uma pessoa entrar lá. Ele, Mário.
- Sim, meu amor! Estou retocando a maquiagem!
- Ah, Ana, mesmo assim, abre a porta! Estou apertadíssimo!

Mario observa o trinco se mexer e a porta logo se abre. Ele nem percebe que por trás do sorriso gentil da esposa e o guardanapo que lhe cobre metade da boca e do queixo, está com o baton todo borrado. Enquanto Mario se alivia, Ana vai limpando os vestígios de esperma do pai dele em volta da boca.
O marido nem percebe que as toalhas estão penduradas na parede de vidro do boxe encobrindo o pai que está na posição fetal no fundo da banheira de hidromassagem.
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