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BRINCAR COM O MEU BUMBUM

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Referência (ID): 1594
BRINCAR COM O MEU BUMBUM

Uouuuuuuuuu.
---Oi professora! --- Jo√£o.
---Oi! --- Letícia.
---Eu sei que aqui você dá aula é de Português, mas eu fui a um psicólogo e falei, falei e falei... No final, ele disse que eu preciso é de um orientador sexual. Então queria aproveitar este tempo, pra conversar com você. --- João.
---Fala Gatinho? --- Letícia.
---Sou do tipo de homem, que gosta muito de receber e dar carinho. Se é que você me entende!? --- João.
---Voc√™s homens s√£o engra√ßados! Na maioria das vezes, ligam a palavra carinho somente a ato sexual. Carinho √© tocar na pele do outro, de forma terna, fraterna, de forma que possa sentir a alma, o suspirar. Carinho √© cobrir o outro de beijinhos inesquec√≠veis. √Č estar juntos abra√ßadinhos, observando √†s √°rvores no seu dan√ßar com o vento e as aves a conversar com o rio. √Č estar ali, ali, simplesmente ali de m√£os dadas. Carinho √© uma express√£o do amor e n√£o do sexo! --- Let√≠cia.
---Nem olhe pra mim; pois estou caladinho aqui. --- Jo√£o.
---Voc√™s homens, necessitam amadurecer suas mentes de forma sexual e assim, teriam um comportamento admir√°vel perante as mulheres. Dizem saber tudo sobre sexo, mas o que sabem, √© t√£o pouco, que at√© o b√°sico, por vezes, √© mau feito e desrespeitoso. Amar, me faz lembrar de arte; pois amar, exprime um sentimento √ļnico! Amar √© um momento sublime, em que o corpo e alma, devem sussurrar juntos, de forma entrela√ßadas. --- Let√≠cia.
---Continuo calado. --- Jo√£o.
---Está bem! Então, você gosta de receber e fazer carinho? --- Letícia.
---Sim e o meu negócio, é o meu bumbum. --- João.
---O que tem ele? --- Letícia.
---Eu gosto de receber carinho nele. --- Jo√£o.
---Entendo. --- Letícia.
---Eu também dou o meu bumbum, para as mulheres brincarem com ele. --- João.
---Entendo. Só para mulher? --- Letícia.
---Sim. --- Jo√£o.
---Com todo o respeito, não me leve a mau, mas a mulher só brinca com o seu bumbum? --- Letícia.
---Isso vai da imaginação dela. --- João.
---Da imaginação? Sei! O que elas fazem? --- Letícia.
---Elas brincam com meu bumbum, esfregam a bocetinha nele, chupam meu cuzinho, bem gostoso e depois enfiam o dedinho. Isso é uma loucura! --- João.
---Que sensação você tem? --- Letícia.
---Uma sensação gostosa, de liberdade, fico muito excitado. --- João.
---Fica mais excitado, no bumbum, ou no pênis? Mais excitado, do que se ela estivesse chupando o seu pênis? --- Letícia.
---Mais ou menos igual. --- Jo√£o.
---Ent√£o s√£o prazeres diferentes? Sensa√ß√Ķes diferentes? --- Let√≠cia.
---S√£o sensa√ß√Ķes diferentes e todas deliciosas!!! --- Jo√£o.
---Você mora com quem? --- Letícia.
---Com a minha família e você? --- João.
---Também. Você tem irmãos? --- Letícia.
---Só um? --- João.
---Eu tenho duas irmãs e sou a do meio. Você é o mais velho? --- Letícia.
---Sou. --- Jo√£o.
---Quantos anos você tem? --- Letícia.
---Vinte e sete e você? --- João.
---Trinta e três. --- Letícia.
---Você já brincou com o bumbum de um homem antes? --- João.
---Não. --- Letícia.
---Até hoje, só deixei duas mulheres brincarem com o meu bumbum. --- João.
---Por que só duas? --- Letícia.
---Porque só encontrei duas que queriam. --- João.
---Por que essa dificuldade? --- Letícia.
---Muitas s√£o preconceituosas. --- Jo√£o.
---Entendo. --- Letícia.
---Elas não conseguem entender, que isso pra mim, é puro prazer. --- João.
---E o que elas falam, quando voc√™ prop√Ķe? --- Let√≠cia.
---Fico tímido, de falar assim, na cara dura pra elas. --- João.
---Vá devagar então! Peça, para que ela faça uma massagem em suas costas, nas pernas, no bumbum. --- Letícia.
---Hummmm... você está me deixando excitado. --- João.
---Dê instrumentos, para que ela faça a massagem com penas, plumas, lenços etc.. --- Letícia.
---Hummm... --- Jo√£o.
---A instrua, para que passe su-a-ve-men-te, por todo, o seu corpo, nas coxas e aí vai. Isso nos primeiros momentos sexuais, só isso e nada mais. Não vá com pressa, que se não, não terás o que almeja. --- Letícia.
---Você teria coragem, de brincar com o meu bumbum? --- João.
---Creio que isso, n√£o seria quest√£o de coragem e sim de prazer. Algum tempo atr√°s, conheci um rapaz, que me prop√īs isso. Queria tanto, mais tanto, que at√© ofereceu dinheiro. Mas acho, que o prazer n√£o deva ser comprado e sim ofertado. E cad√™ a namorada? --- Let√≠cia.
---Estou sem namorada, só tenho uns rolinhos. E você tem? --- João.
---Sem namorado. Os rolinhos têm relação sexual anal com você? --- Letícia.
---Pior que n√£o! --- Jo√£o.
---Que chato! E por que resolveu ter apenas rolos, casos e amantes? --- Letícia.
---Resolvi não, é pura falta de opção. Acho que estou esperando a pessoa certa. --- João.
---Entendo. Como é a pessoa certa pra você? --- Letícia.
---N√£o sei. --- Jo√£o.
---Se voc√™ n√£o sabe, ent√£o como pode estar esperando? √Č a mesma coisa, de voc√™ procurar algo, sem saber o que √©. Primeiro, voc√™ precisa definir, o que quer da sua vida e o que pensa da mesma. S√≥ depois, saber√° definir, uma pessoa certa para ti. A√≠ sim, poder√° buscar por ela. --- Let√≠cia.
---Sabe que eu amo as gordinhas. --- Jo√£o.
---Lindinho! Então você só deixa a mulher tocar no seu bumbum? --- Letícia.
---Não curto homem. E pra quem eu conto esse meu prazer, acha que eu sou é gay. E já disse, que não gosto de homem, só de mulher. Foi por isso, que o psicólogo falou que eu precisava era de um orientador sexual. E por isso, vim até você, para que me esclarecesse isso. --- João.
---N√£o se preocupe, porque voc√™ n√£o √© homossexual, por gostar de receber rela√ß√Ķes sexuais anais, vindas de uma mulher. Para ser classificado como uma rela√ß√£o homossexual √© imprescind√≠vel que os parceiros sejam do mesmo sexo. Homem com homem e mulher com mulher e esse, n√£o √© o seu caso. Voc√™ √© homem h√™tero, porque se relaciona com mulheres. --- Let√≠cia.
---Eu sei, mas mesmo assim, acham que sou viado! --- Jo√£o.
---A regi√£o anal, √© sens√≠vel ao toque, como qualquer outra regi√£o do corpo. por onde corre a pele. Voc√™ √© s√≥, uma pessoa diferente, que gosta de ser tocado sexualmente, na regi√£o gl√ļtea e anal por uma mulher. Est√° claro, que voc√™ n√£o √© homossexual. --- Let√≠cia.
---Que alívio!!! Porque te tanto ouvir, quase acreditei que era bicha! --- João.
---Voc√™ √© diferente dos demais, diferente do chamado comum. Somos seres diferentes, uns dos outros! Essa hist√≥ria, de tamanho √ļnico, √© pura fic√ß√£o e ideologia. Igual, n√£o existe ningu√©m. --- Let√≠cia.
---Eu amo ser diferente! Você mora em que bairro? --- João.
---Setor Sul e você? --- Letícia.
---Jardim Europa, pertinho do terminal das Bandeiras. --- Jo√£o.
---Você trabalha com quê? --- Letícia.
---Trabalho em um atacado de secos e molhados. Você gosta de dar o seu bumbum também? --- João.
---Você é uma graça. --- Letícia.
---Responde! --- Jo√£o.
---Digamos, que do que você gosta, eu gosto também! --- Letícia.
---√Č bom n√£o √©!? --- Jo√£o.
---√Č verdade, mas n√£o podemos esquecer, que os gostos s√£o diversificados, como as pessoas. O que o outro gosta, podemos n√£o gostar e vice-versa. --- Let√≠cia.
---√Č, temos √© que respeitar cada um, como ser humano! --- Jo√£o.
---Pois é Gatinho! --- Letícia.
---Vou indo professora e brigad√£o! --- Jo√£o.
---De nada, precisando, estamos aí! --- Letícia.
---Está desocupada agora professora? --- José.
---Estou, o que queres? --- Letícia.
---√Č que vi, voc√™ conversando com o Jo√£o e parecia que a conversa n√£o acabava mais e o intervalo est√° quase terminando. --- Jos√©.
---Agora, estou a sua disposição! --- Letícia.
---Eu gosto de mulheres mais velhas e gordinhas. Você gosta de magrinho e mais novo como eu? --- José.
---Você é uma graça! Trabalha com que José? --- Letícia.
---Inform√°tica, M√ļsica e representa√ß√£o comercial. --- Jos√©.
---Tudo isso!? Você é bem eclético. Quantos anos você tem? --- Letícia.
---Vinte e dois. Você é má? Tipo... meio mercenária? Porque se você fosse, seria a minha mulher perfeita. Eu gosto muito, desse tipo de mulher! --- José.
---O que pensava, que resolveu me perguntar isso? --- Letícia.
---Você parece ser tão liberal e entende muito de sexualidade, aí pensei... Gosto de mulheres malvadas, que gostam de explorar e abusar dos homens. --- José.
---Interessante. De que forma seriam essas explora√ß√Ķes e abusos? --- Let√≠cia.
---Em todos os sentidos, que você puder imaginar... Gosto de mulheres, que me façam sofrer, li-te-ral-men-te falando. --- José.
---Dor? Você é masoquista? --- Letícia.
---Sou! Você já teve um escravo? --- José.
---Não. --- Letícia.
---Eu gostaria muito, de ser seu escravo! --- José.
---Por que gostaria? --- Letícia.
---√Č excitante pra mim, ser maltratado, humilhado, desprezado, usado, ainda mais, se for por voc√™. --- Jos√©.
---Realmente, você é masoquista! Que tipo de coisas, você gosta, que façam com você? --- Letícia.
---Gosto, que me dê tapa na cara. Por que, você vai fazer isso comigo? --- José.
---Calma! O que mais gosta, além do tapa na cara? --- Letícia.
---Que cuspam em mim. Gosto de ser tratado, como um escravo, um capacho e que me pisem, li-te-ral-men-te. --- José.
---Em que momentos, você gosta de ser tratado assim? --- Letícia.
---Acho que em todos os momentos, mas com você, seria vinte e quatro horas. --- José.
---O que sente, quando é maltratado fisicamente, quando é pisado, cuspido e humilhado? --- Letícia.
---Excita-me, só de imaginar! Tenho mais prazer sexual, do que em um ato sexual em si. --- José.
---Você gosta que façam isso com você, a sós ou em publico? --- Letícia.
---Os dois. --- José.
---Quando você descobriu, que gostava desse tipo de relacionamento? --- Letícia.
---Quando uma ex-namorada começou a brincar comigo dessa forma. Tenho muitas fantasias. --- José.
---Conte-me!!! Que fantasia tem? --- Letícia.
---Uma fantasia, que ainda vou realizar, é a de casar com a minha amada e ela me escravizar nos sete dias da semana. --- José.
---Como? --- Letícia.
---Eu seria o seu empregadinho e faria todo o serviço de casa, sob suas ordens. E ela, iria me explorar financeiramente também. --- José.
---Gostaria disso? --- Letícia.
---Muito! --- José.
---Você realmente, faz a diferença na sociedade. --- Letícia.
---E aí, você quer realizar essa minha fantasia? --- José.
Uouuuuuuuuu.



Letícia Luccheze.












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