Orgias - Cláudia e Flávia na Praia - Contos Eróticos

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Cl√°udia e Fl√°via na Praia

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Referência (ID): 407
Como contamos anteriormente a Flávia participou de algumas sacanagens quando dormiu lá em casa, mas como ela era virgem não levamos a coisa adiante e deixamos o barco correr, mas depois que ela nos ligou e informou que já não era mais virgem, pois havia perdido o selinho com o namoradinho a coisa abriu um novo horizonte para nós e em outro final de semana nós ligamos para ela e a convidamos para viajar conosco para Itapema onde iríamos passar alguns dias de férias. Ela prontamente aceitou e nos a buscamos em casa num sábado pela manhã, quando fomos direto para a praia, nós havíamos alugado uma casa de 02 andares, muito aconchegante com lareira e todo conforto que poderíamos desejar, lá chegando colocamos nossas coisas num quarto de casal e colocamos a Flávia num quarto de solteiro em frente ao nosso.
No primeiro dia fomos à praia curtir o sol e sempre que podíamos aproveitávamos para tirar uma casquinha dela, passávamos bronzeador nas suas pernas, coxas, seios e quando tínhamos oportunidade puxávamos tudo para baixo deixando-a com os seios ou a chana de fora tudo em clima de grande brincadeira.
À noite já em casa resolvemos sair para jantar, pegamos o carro e fomos para um restaurante onde tinha pista de dança e o Roberto deu alguns amassos nela, ficamos dançando até em torno da 01:00 da manhã e resolvemos ir embora, convidamos a Flávia para ir conosco e ela disse que ficaria mais um pouco, já que estava dançando com um namoradinho que havia arrumado por lá, mas que não se demoraria muito.
Fomos embora e em torno de 03:00 hs. a Flávia chegou silenciosamente com o namoradinho e ficou em um cantinho na escada de acesso a casa, no maior arreto, pelas persianas da janela do quarto onde estávamos víamos perfeitamente o que os dois estavam fazendo.
A Flávia tem um corpo maravilhoso e estava com uma mini saia e uma mini blusa super sexy e o garotão, alucinado, começou a beijá-la no que foi plenamente correspondido, após começou a alisar as coxas da Flávia e levantou sua sainha, a puxou para dentro da proteção da escada, onde era mais escondido para quem estava na rua e tirou o pau para fora e deu para ela segurar, ela então agarrou e começou a punhetear, ele tentou tirar as calcinhas dela e queria enfiar o cacete na chaninha de qualquer jeito e ela estava completamente louquinha e acho que só não deu ali com medo que nós os víssemos e a repreendêssemos, mas bateu uma punheta para ele até que gozou na sua mão, enquanto ele dedilhava o grelinho dela que também se desmanchou em gozo.
Depois ela entrou e ficamos conversando e ela acabou nos contando com detalhes como havia perdido a virgindade com o namorado, mas como ela disse estar muito cansada acabamos indo dormir e não comentamos nada do que tínhamos visto.
No outro dia levantamos como se nada tivesse acontecido e fomos tomar banho, passeamos nus o tempo todo dentro de casa, como se ela não estivesse presente e na volta da praia a convidei para ir ao banho comigo e ela embora tenha ficado meia relutante a início terminou aceitando, em baixo do chuveiro eu lhe dei banho, ensaboei suas costas, coxas, seios, esfreguei os seios nela e me detive principalmente no meio de suas coxas, quando ensaboei toda a chaninha e enfiei os dedos, brincando ainda longamente com o seu grelinho, ela respirava pesadamente e vi que estava muito excitada.
O Roberto então acabou entrando no banheiro conosco de pau duro e continuamos a ensaboá-la e boliná-la, enquanto o Roberto passava o sabonete nas coxas e enfiava os dedos na bocetinha dela eu aproveitei e comecei a lamber e chupar os seios e pedimos para ela nos contar as experiências sexuais que tinha tido, ela então disse que não tinha tido muitas que a principal tinha sido conosco, com o namorado e que ontem havia tido um amasso com o rapaz da boate. Rindo contamos para ela que estávamos espiando e que vimos que ela tinha masturbado ele e que ele estava louquinho para meter o pau nela, enquanto isto o Roberto a colocou de costas para ele e de frente para mim e eu a beijei e ficamos nos esfregando seios com seios ensaboados e ele a colocando na ponta dos pés e curvado para a frente enfiou o pau na bocetinha dela e ficou brincando na portinha, só roçando e fazendo deslizar um pouquinho para dentro.
Logo ap√≥s sa√≠mos do banho e nos secamos com muita bolina√ß√£o e fomos para a sala enroladas apenas nas toalhas e o Roberto l√≥gico que estava nu e continuava de pau duro, ent√£o ele colocou uma fita porn√ī e come√ßamos a nos bolinar e transar e pedimos a Fl√°via que tirasse algumas fotos nossas trepando e ela sem muitas frescuras acabou aceitando.
Ele tirou minha toalha e me deu um banho de l√≠ngua, chupou minha boceta, meu rabo, esfregou o o pau nos meus seios e quando agarrei e enfiei o pau dele goela abaixo, ele virou e chupou minha chana num maravilhoso 69, depois me colocando de quatro enfiou o pau na minha bocetinha e por fim meteu na minha bunda at√© gozar no meu c√ļzinho e a Fl√°via ficou fotografando tudo.
Quando sentamos para descansar falamos que adoraríamos vê-la nua e ela deu soltou a toalha e se mostrou peladinha, mas logo saiu correndo para o quarto.
Fomos atrás e percebemos que ela estava toda vermelha do sol então falamos que seria bom passar um hidratante para não doer nem descascar, ela a início recusou, mas depois ficando apenas de calcinha e sutiã deixou que passássemos o creme em seu corpo.
Eu passava o creme na parte de cima e o Roberto se detinha e caprichava muito nas curvas da bunda e coxas, com jeitinho fui tirando o sutiã e a deixei com os seios de fora já mostrando muita excitação, então comecei a lamber e chupar os biquinhos e ela foi se entregando, enquanto o Roberto foi baixando a calcinha dela e foi bolinando, enfiando os dedos, alisando e enfiou a cara naquela bocetinha novinha e cheirosa.
Ela fechou os olhos e se entregou e eu subi para cima dela e a beijei, chupei os seios, mordi, alisei e o Roberto que a tudo observava com o pau que era um ferro se aproximou e começou a se esfregar na bocetinha dela e colocando a cabecinha na entrada foi enfiando o cacete nela que gemia colocava os quadris na direção dele pedindo para ser penetrada.
Saí de cima dela e o Roberto a beijo, um beijo longo, apaixonado de língua, ela abriu os olhos e viu o que estava acontecendo, não esboçou nenhuma reação e eu comecei a beijar os dois e dedilhar o grelinho dela que gritava e urrava se desmanchando de gozo e tesão
O Roberto ent√£o a colocou por cima e enquanto era fodida eu enfiava a l√≠ngua no rabo dela e depois fui at√© onde ela estava e esfreguei minha boceta melada na sua boca, depois fui por baixo e enfiei a l√≠ngua na boceta dela e enquanto chupava o grelinho o Roberto atolou a pica no c√ļzinho dela como da primeira vez e assim continuamos a transar a noite inteira.
No dia seguinte a levamos para tomar banho na banheira conosco e fizemos ela me chupar e o Roberto gozou na nossa cara e seios.
Transamos com ela quase todo dia, ensinando tudo que sabíamos e tudo que gostávamos lhe falei que adorávamos sexo em grupo, ménage, nudismo e muita sacanagem e a cada dia que passava mais ela gostava de sacanagens e ficava mais puta e já estava sendo mais exibicionista até mesmo que eu e não perdia oportunidade para se mostrar e para provocar alguém, também não podia viver sem estar chupando ou sentando em cima de um pau e o Roberto pagou o pato nestes dias, pois teve que dar conta de duas insaciáveis.
Com o passar dos dias notamos que na casa da frente a que havíamos alugado tinha um grupo de cinco rapazes que estavam sempre de olho na nossa casa e ele ficavam alucinados cada vez que nos viam, e nós começamos então a fazer de tudo para provocá-los.
Começamos a andar sem roupa dentro de casa, chegávamos na sacada peladas, eu principalmente, que adoro isto, andava sem calcinha e sempre que possível escancarava as penas para me mostrar e eles curtiam sem coragem de se chegar com medo do Roberto.
Em conversa com a Fl√°via comentei o que ela achava da gente ter rela√ß√Ķes sexuais com aquela gurizada, ela disse que n√£o sabia se teria coragem, mas que tinha curiosidade e excita√ß√£o de ver como era e que adoraria experimentar o sexo em grupo, ent√£o combinamos que assim que tiv√©ssemos uma oportunidade far√≠amos um contato inicial com eles para tirar uma febre e ver possibilidades.
Combinamos com o Roberto que ele daria uma saída e nós ficamos em casa e aproveitamos para puxar conversa com eles e vimos que eles eram muito novinhos e sendo do interior não tinham muita maldade, mas estavam louquinhos para nos comer e nós estávamos ainda mais louquinhas para dar para eles.
Os convidamos para ir lá para casa, pois inventamos que iríamos fazer uma comemoração pelo aniversário da Flávia e como o Roberto havia saído e concordou que os convidássemos e eles poderiam ficar bem a vontade e poderiam curtir a tarde toda conosco e eles aceitaram de pronto.
Eu e a Flávia colocamos cada qual uma tanguinha menor e mais transparente que a outra e apenas uma saída de banho rendada por cima e ficamos aguardando e quando a garotada chegou começamos a tomar uma caipiras, beliscar uns aperitivos e colocamos uma musiquinha para dançar. De todos os rapazes o que mais havia me interessado era um rapaz moreno, forte e que mostrava na sunga ser bem avantajado e quando o tirei para dançar ele mais saliente e atirado que os outros criou coragem e agarrou e apalpou minha bunda e enfiou a mão dentro da minha tanguinha no meio das minhas pernas e enfiou o dedo na minha boceta, depois puxou minha calcinha para o lado e só não me comeu ali mesmo na frente da gurizada porque meu marido chegou e fez barulho com o carro.
Putz, foi uma correria só, todo mundo se arrumou e quando meu marido subiu estava todo mundo bem comportadinho e os apresentamos como amigos da Flávia, depois disto a festa não teve a mesma graça pois os rapazes ficaram com medo do Roberto e não levaram adiante o que tinha iniciado, ao irem embora no final da tarde contamos tudo o que havia ocorrido para o Roberto e confirmamos nossa firme intenção de dar para aquela rapaziada toda, ele então disse que tudo bem só que ele gostaria muito de ver, então combinamos que um dia antes de irmos embora ele fingiria viajar, sairia bem cedo deixaria o carro em outro lugar e voltaria, ficando escondido sem dar bandeira, mas vendo o que iria acontecer.
Um dia antes de terminar nossa estada lá, avisamos os rapazes que ficaríamos sozinhas a tarde e parte da noite, pois meu marido estaria viajando e que gostaríamos que nos fizessem companhia.
No dia eu estava com a chana alagada de tanta tesão, me banhei, perfumei, vesti uma mini tanga, um vestido transparente que mostrava até minha alma, não coloquei sutiã; a Flávia mais moderada e com medo por ser sua iniciação em grupal, colocou um mini vestido bem justo que realçava suas formas, mas estava lindinha.
A gurizada chegou em torno de 16:00 hs. servimos refrigerantes, cerveja, conversamos e como não gosto de muita enrolação convidei o Carlos, aquele mais espertinho e mais afobadinho, para dançar, me esfregando toda nele, o agarrei, apertei e dei-lhe um beijo na boca e os outros só olhando, ele então levantou meu vestido e foi mostrando minha bundinha enquanto enfiava a mão por dentro de minha calcinha e a platéia não desgrudava os olhos de nós, após algum tempo de bolinação, mandei que ele sentasse no sofá e busquei a Flávia a convidando para fazer um strip comigo e ela dizendo não sabia nem dançar e só ria. Então eu falei que ela não precisava dançar era só me acompanhar e fazer o que eu faria, então fomos dançando, nos esfregando uma na outra e tirei o vestidinho dela e ela o meu, esfregamos seios com seios e nos beijamos e a gurizada nem piscava, estavam extasiados com o que estava acontecendo.
Ent√£o s√≥ de tanguinha e sapato de salto fomos na dire√ß√£o deles e come√ßamos a tirar as roupas de um por um e ai tudo virou festa, era m√£o nos seios, beijos, chup√Ķes, bolina√ß√£o e amassos, o Carlos tinha um pau bastante grosso que eu n√£o resisti e enfiei na boca, a Fl√°via j√° estava agarrada com outro garoto.
Eles quiseram nos levar separadas para os quartos, mas nós dissemos que somente continuaríamos se ficássemos juntas e acabamos todos em um grande bolo onde eu e a Flávia tínhamos cinco paus nas mãos, bocas e buracos disponíveis e acabando dando para todos eles, eu chupei meti, dei a chaninha, o rabinho e experimentei a porra de todos a Flávia disse que embora tivesse dado para todos so três gozaram nela, mas que adorou a experiência.
Após muitas gozadas e sacanagens os rapazes foram embora e nós duas tivemos que atender meu marido que estava escondido e com o pau que era uma estaca.
No outro dia logo ao amanhecer pegamos nossas coisas e nos mandamos, sem despedidas e sem maiores detalhes.
Esta aventura muito me marcou e com certeza marcou mais ainda a Flávia, que se tornou nossa companheira inseparável participando de muitas sacanagens conosco até bem pouco tempo, quando engravidou, casou e como o marido nem sonha das suas aventuras, não tem tanto tempo disponível para nós, embora quando nos encontremos...

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