Fetiche & Bizarro - escravos da luxuria2 - Contos Eróticos

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escravos da luxuria2

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Nas remotas paisagens dos gerais a fazenda engenho mundo novo , era palco desta historia envolvendo um velho escravo de quase setenta anos e a filha do coronel de apenas quinze anos , mas com uma vol√ļpia sexual fora dos padr√Ķes normais, ap√≥s passar um ano estudando na capital a sinhazinha Carol voltou e trouxe na bagagem estranhos desejos talves influenciada pelas leituras reservada que ela e outras internas do col√©gio praticam a noite e que com certeza houve um desvio mental na jovem filha do coronel Mathias.
O velho escravo zulu dava grunhidos animalescos deitado sobre a enorme pedra branca as margens do a√ßude , enquanto Carol de c√≥coras sobre seu rosto sentia l√≠ngua percorrer toda estensao de sua racha fustigando com linguadas o seu estumecido grelo fazendo com que o corpo dela estremecesse a cada toque deixando escorrer de suas entranhas um rio de fluidos que o velho negro sorvia como se aqueles liquidos fossem a melhor bebida do mundo. A jeba enorme apontava para cima pulsando ante o olhar embriagado dela que n√£o deixava ele se tocar prendendo seus bra√ßos com as pernas , submisso as vontades dela louco de tezao ele urrava cada vez mais insano. As vezes ela levava uma das m√£os ate o pau fazia uma breve caricia e voltava a rebolar na l√≠ngua do macho que lhe provocava orgasmos intensos .pervessa ela lhe provocava ate os extremos , mas ele num esfor√ßo imenso conseguia se controlar e n√£o ousava nada que por ventura contrariasse a patroinha, deixando ela ficar sempre no comando. Pois tudo aquilo dava a ele um prazer imenso.e quando ela envolveu o cassete negro com suas manzinhas branca. Seu pr√© gozo escorreu entre seus dedos ela masturbou lentamente com suavidade envolvendo o caralho com as duas m√£os , ajeitou o corpo sobre o dele .oque impedia ele ver e so sentir a l√≠ngua dela lambendo a cabe√ßola em forma de um cogumelo, sua cabe√ßa rodou se contorceu embaixo dela movimentou os quadril elevando o p√©lvis e sentiu que ela como uma bezerrinha mamava havidamente era imposs√≠vel se controlar o gozo era iminente cerrou os olhos e chorou como uma crian√ßa quando ela tirou o pau da boca e ordenou ‚ÄďAGORA GOZA GOZA , ele deu um grito como se fosse um animal ferido teve espasmos como se estivesse tendo um ataque epil√©tico e sentiu que ela segurava o seu pau entre os l√°bios e jorrou jatos seguidos de porra que ela engulia como se estivesse saciando uma fome insaci√°vel ela engasgava com a quantidade de esperma que era lan√ßada em sua boca mas sorvia tudo como se n√£o quisesse perder nenhuma gota.ela girou o corpo e colou seus l√°bios na boca dele dividindo com ele seu pr√≥prio gozo, suas l√≠nguas se enroscavam sem que ela se importasse em sentir o h√°lito mal cheiroso dele pelo habito de mascar fumo, o cora√ßao do velho negro disparava apesar de sua idade o pau continuava duro como uma rocha e desejo de penetrar aquela bucetinha linda era quase incontrol√°vel, ele sabia que ela n√£o suportaria uma penetra√ßao dos seus quase trinta cent√≠metros ,e com ternura ele admirava o corpo nu dela que repousava ap√≥s sua travessura deitada com as pernas abertas oferecendo para ele a mais bela vis√£o do mundo.apos este breve repouso Carol masturbava com seus pezinhos o caralho dele que deitado olhando para o c√©u uivava como um lobo no cio sentindo algo indescrit√≠vel. A Mao dele acariciava os seios dela , enquanto ela mamava dois dedos dele que ia e vinha entre os l√°bios dela , e asperaza de suas m√£os provocava arrepios nela.ela abriu as pernas como uma furquia e esfregava o caralho na entrada da buceta insana pelo prazer que sentia , Carol arfava e transpirava so desejos ate for√ßou a cabe√ßa mas num momento de sanidade voltou atr√°s e ficou pincelando a pica na sua vulva ate sentir seus gozos escorrerem por suas pernas lambuzando o cassete duro como pedra que tanto a excitava, ficou de quatro e ele ficou ajoelhado atr√°s dela esfregando a pica pelo rego da bunda ate se esvair num gozo intenso esporeando e Lambuzando as costas dela que satisfeita por fazer o macho gozar intensamente sentia toda luxuria destes prazeres , j√° imaginando que logo voltaria para a capital para completar seus estudos mas com certeza no pr√≥ximo ano ela ag√ľentaria toda aquela jeba dentro dela. Era aguardar sua volta pois o ano passa r√°pido.
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