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		<title>Gays</title>
		<description>Contos eróticos de Gays. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Gays</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:05:04 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Nos braços de um homem maduro</title>
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			<description>Olá pessoal, me chamo Brunno Scarlett e esse é o meu primeiro conto aqui. Resolvi dividir minhas experiências e também colocar minha imaginação em prol da nossa busca por leitura prazerosa, tentando retribuir os ótimos momentos que vocês me deram e ainda dão. Espero que gostem. Eu sou moreno claro, tenho 1,73m, 30 anos bem vividos; sou um cara simples, que adora viver o lado positivo da vida. 
A primeira história que vou contar para vocês é a de uma das melhores transas da minha vida. E foi real. Conheci um homem pela net certa vez. Ele tinha cerca de 42 anos, 1,75, aproximadamente, branco,  braços e pernas fortes, corpo em cima, sem ser malhado. O típico homem forte por natureza e trabalho. Seu peito era todo peludo, levemente aparado. Vou chamá-lo de Paulo (fictício). Conversamos por poucos dias, mas a química e o tesão foram tão grandes que a coisa toda fluiu rápido. Na net eu o via pela cam e enchia a boca d’agua diante do seu corpo e do seu pau, reto, grande e super duro. Ele elogiava minha bundinha, que é bem redonda e carnuda, minhas cochas e rosto. 
Decidimos marcar algo. Combinamos um local para encontro e, de lá, seguiríamos para um motel. No dia, fiquei super nervoso. Fui me preparar, depilar minha bundinha e fazer aquela bela chuca. O nervosismo foi tão grande que a chuca parecia não dar certo e nunca ter fim. Fiquei muito tempo ali e cheguei atrasado. Ele estava lá, em pé, encostado numa parece, de calça jeans, sapato estilo coturno, uma camiseta cinza escura colada, com a mochila num dos ombros. Parecia um soldado voltando pra casa, vindo do exército. Super simpático, comentou que achou que levaria bolo. Disse que tive um contra-tempo e fomos em direção ao motel. No caminho, conversamos sobre música, vida e relacionamentos antigos com mulheres. Seu sorriso era extremamente simples, isto é, de pessoa simples, tranqüila, do interior. Muito encantador.
Chegamos ao motel, deixamos nossos documentos e encaramos aquela carinha da recepcionista. Ele deixou sua mochila no carro e subimos até o quarto. Eu estava tenso de nervoso, por isso, saquei uma cervejinha gelada para relaxar. Ele comentou que preferia vinho, mas que me acompanharia. Eu delirei me imaginando tomando vinho no colo daquele homem, de ladinho, perninhas cruzadas. Não sou afeminado, mas adoro me sentir mulher e buscar certa delicadeza quando estou com outro homem. 
Paulo tirou os sapatos, subiu e sentou no meio da cama e me chamou. Fui devagar, ansioso, com medo, tesão, uma mistura de tudo. Tal uma menininha tímida, sentei ao seu lado, dei uma risadinha, estiquei as perninhas e fiquei olhando pra frente, igual boba. De repente senti uma mão tocando meu rosto suavemente, virei e encarei aquele homem, que me deu um beijo super delicado e romântico. Sua mão começou a passear pelas minhas coxas e aquele arrepio bom me invadiu. Fui me soltando e retribuindo o carinho. Advinha o primeiro lugar que ataquei? O peito, claro. Por cima da camiseta podia sentir toda a firmeza, a maciez dos pelos e a virilidade de Paulo. Então nossos beijos foram pegando ritmo, deixamos de lado os copos, nos deitamos, nos abraçamos. A mão dele começou a explorar mais o meu corpo, chegando ao bumbum.   
Meu homem me beijava com tamanha tara, parecia que arrancaria meus lábios fora. Eu me entregava, enquanto sentia seu corpo colado ao meu, suas coxas grossas, seu cheiro de macho. Paulo tirou sua camisa e em seguida a minha. Que tórax maravilhoso. Caiu de boca em meus mamilos, vindo por cima, pesando sobre mim. Comecei a passar a mão sobre seu pênis e ele gostou tanto, que tive que pedir para ir devagar, ou eu ficaria sem lábios. Tudo parecia normal lá embaixo. Abri sua calça, fui passando os dedos bem devagar, brincando com sua cueca e corpo. Os beijos não paravam, estávamos com muito tesão. Ele se levantou e tirou sua calça, eu continuei deitado, então, tirou a minha e tive aquela sensação maravilhosa de submissão. Depois de mais alguns beijos e carícias não agüentei e levei minha mão suavemente até o seu pau, super quente e macio. Acariciava e fechava os olhos para curtir ainda mais seu sexo em minha mão. Fiz com que ele se deitasse, então comecei a descer pelo seu corpo, beijando muito, mordiscando e respirando fundo para guardar aquele cheiro de homem. 
Quando cheguei até o seu pênis, o volume sobre a cueca já estava muito maior. Primeiro dei aquela provocada, mordiscando-o sobre a roupa, para, depois, me deparar com um pau grande, grosso, carnudo e forte. Eu já delirava em tê-lo em minha mão, mas quando comecei a beijá-lo, cheirá-lo, passear com a língua e, enfim, tentar colocá-lo na minha boca, quase gritei de tesão. Não sei ao certo quanto media seu pau, mas minha boca não ia muito além da cabeça e olha que gosto de forçar e tentar descer o máximo possível. O filho da mãe estava gostando do boquete, forçava o pau toda vez que eu tentava descer. Eu engasgava naquele membro delicioso, ali, de quatro na cama, todo entregue. 
Depois de um bom tempo chupando meu macho, ele resolveu retribuir. Levantou de súbito, me virou, me jogando de pernas abertas na cama, retirou minha cueca e me virou de bruços. O que se seguiu foi o início da visão das estrelas. Ele enfiou a cara com volúpia entre minha pernas e começou a lamber meu cuzinho. Ele apertava, abria e batia em minha bunda, enquanto passava a ponta da língua bem devagar logo na entradinha de meu sexo. Eu gemia, de olhos fechados. Do nada ele aumentava as lambidas, sugava meu cú e enfia a língua com força, bombando como um animal. Nunca fui chupado atrás daquela maneira. Que língua maravilhosa. Que sensação fantástica sentir aquela mão pesada em minhas costas, totalmente submisso. 
Paulo me inundou a bunda. Seu pau estava enorme. Ele pediu que eu ficasse de lado, colocou a camisinha e veio feito louco. Eu fiquei com medo, mas estava tão excitado, que apenas repousei minha cabeça no travesseiro e fiquei esperando o banquete dos deuses. Ele esfregava o pau no meu cuzinho e batia o pau na minha bunda, me deixando louco a ponto de explodir, mas quando tentou penetrar, não entrava. Então, pedi que ele me comesse de quatro. Adoro começar nessa posição. Fiquei bem na beirada da cama, empinei totalmente meu bumbum e abri bem as pernas. Sentia o vento nas minhas coxas, bunda e cuzinho molhados. Isso reforçava a minha sensação de estar todo aberto como uma mulher, de estar submisso e entregue. Paulo começou a esfregar a cabeça do pau no meu anelzinho, que começou a piscar pedindo rola. Ele começou a me penetrar...
Seu pau entrava devagar e firme. Fui sentindo a cabeça ganhando minha bunda. Conforme seu pau entrava, parecia que meu quadril inteiro estava sendo aberto. A sensação era magnífica. Eu podia sentir centímetro por centímetro do meu cuzinho se abrindo e aquele pau parecia nunca ter fim. Não senti nenhuma dor, apenas fechei meus olhos e me concentrei em minha bunda, delirando ao sentir tudo aquilo em mim. Nunca, em toda a minha vida, me senti tão preenchido e aberto. Que vontade de gozar, de gritar. Depois que ele anunciou que havia penetrado tudo e eu me senti com um poste na bunda, Paulo começou um vai-e-vem lento e firme. Tirava quase todo o seu pau e colocava devagar até o fundo, então forçava. Eu sentia seu pau lá no fundo, dando uma dorzinha bem gostosa.
Aos poucos fui me soltando mais, rebolava, empurrava minha bundinha naquele cacete grande e grosso. Ele gemia e bombava gostoso. Depois de um tempinho assim, Paulo passou a me comer com força. Socava o pau na minha bunda com rapidez. Começou a doer no fundo, mas segurei o quanto pude. Eu estava tão feliz, me sentindo muito realizado com aquele homem. No entanto, Paulo me comeu com tanta força e rapidez que, apesar das contrações do meu cuzinho ser fortes e deliciosas, não agüentei a dor no fundo. Então, pedi pra que ele me comesse de frente.
Aí ele fez o oposto, me comeu com delicadeza, bem devagarzinho, beijando minha boca. Senti que eu ia ejacular sem encostar no meu pau, pedi que não parasse. Ele estava todo suado, todo gostoso. Safado, eu ainda tive forças pra me olhar no espelho, de pernas abertas embaixo daquele macho que me fodia feito uma cadela no cio. Ele bombava sem parar, aumentou o ritmo de novo e anunciou que iria gozar.
Então, deitei de bruços e pedi que me fodesse. Paulo socou o pau de uma vez na minha bunda e me fodeu feito um animal. Segurava minhas mãos, eu de braços abertos na cama, sentindo todo o seu peso sobre mim. Eu sentia que iria gozar e comecei a pedir pra ele me foder com muita força, rápido. Paulo quase me arrebentou. Eu gozei sem tocar meu pau e ele encheu a camisinha de porra, dentro da minha bunda. Que sonho!!! Que trepada gostosa. Eu me sentia uma fêmea e queria mais...
Mas tínhamos que ir, ele ainda viajaria naquela noite e eu tinha uma festa pra ir. Nos trocamos e saímos. Na porta do quarto, ele me deu um puxão forte e esfolou meus lábios com um beijo forte e quente. Disse olhando nos meus olhos que tinha adorado e que iria querer repetir. Eu o deixei num determinado local e nunca mais nos encontramos. Perdi seu contato na net, infelizmente.
Bom, espero que tenham gostado. Por favor, deixem comentários. Nos vemos em breve, super beijo.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A Grande Batalha</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/a-grande-batalha</link>
			<description>A Grande Batalha

Como tinha relatado, no final de O Mulato e o Negrão, meus amigos Elias e Jair estavam num 69 enquanto eu me recuperava. Tendo aguentado os 27 cm do Elias inteirinhos no cuzinho, ia ter que encarar o cacete do Jair, que embora mais pequeno, era muito mais grosso.
- É isso aí, malta. Chupem-se gostoso que eu quero esses mangalhos bem durinhos, disse eu, para atiçar os dois.
E eles se chuparam com gosto. Se eu não estivesse quase desfalecido, a bunda do Elias, toda empinada, não me tinha escapado. Quando vi que eles estavam a fim de gozar, resolvi intervir, senão não ia sobrar pau p’ra mim.
- Agora parem aí que esses cacetes hoje são meus. Quero um no cu e outro na boca. Primeiro o Elias no rabinho e o grossão vem p’rá boquinha.
Coloquei-me de gatas, o Jair deitou-se à minha frente para eu o mamar e o Elias foi logo metendo o pau todo até às bolas dentro do meu rabinho.
- Cara, vai devagar. Assim não vou aguentar, queixei-me.
- Se você quer aguentar o Jair, é bom que se habitue com brutidade.
E foi bem bruto. Logo que meteu o cacete, começaram as estocadas. O ritmo era tão grande que eu tinha dificuldade em manter o caralho do Jair na boca. Mas rapidamente apanhei o sincronismo e aproveitava o balanço que as bombadas do mulato me davam para engolir o cacete do negrão até à garganta. Era uma delícia. O pau do Elias parece que tinha sido feito à medida p’ró meu rabo. Ele atolava o cacete até aos colhões e depois vinha de volta até deixar só a cabeçorra dentro do rabinho. Na mesma cadência eu engolia o caralho do Jair até à garganta e depois vinha até ficar só com a cabeça do pau na ponta dos lábios. Eles me comeram assim durante mais de 10 minutos. Meu cu estava completamente arrombado e tinha os maxilares doridos por causa da grossura do cacete que tinha na boca. Foi então que resolvi trocar.
- Acho que estou pronto p´ra experimentar o Jair.
Eles iam trocar de lugar, mas eu achei que assim à canzana não ia aguentar.
- Assim não. O Jair deita-se de costas e eu sento-me no pau dele. Assim eu controlo a penetração e só vou até onde aguentar.
O negrão deitou-se e eu subi p´ra cime dele. Coloquei-me de joelhos, com uma perna de cada lado do corpo dele, com as mãos abri as nádegas o mais que pude e comecei a baixar na direcção do cacete. Encostei a cabeça na portinha do cu e forcei um bocado p´ra ver se conseguia meter algum bocado. Não dava. Parece que a grossura do cacete era o dobro do buraco do cu. Fiz mais umas tentativas, mas o pau não havia maneira de caber. Resolvi mudar de estratégia. Empinei a bunda e pedi ao Elias para meter.
- Elias vem-me alargar o cuzinho, vem.
Ele veio por trás de mim e atolou-me o cacete duma vez só. Deu umas 3 ou 4 estocadas e saiu. Logo que ele tirou o caralho eu desci o rabo na direcção do caralho do negrão. A cabeça entrou, mas eu vi estrelas. Parece que estava sendo rasgado. Fiquei uns momentos parado só com a cabeça enfiada a ver se a dor diminuía. Mas a dor parece que era cada vez maior. Mesmo assim resolvi tentar engolir mais um bocado daquele monstro. Só que quando comecei a baixar o cu pensei que ia morrer. Sentia o cu sendo rasgado e voltei a parar. Eu transpirava como se tivesse acabado de correr a maratona. Aí o Negrão falou:
- Só há uma maneira de você levar esse pau no cuzinho. Fica de gatas, deixa eu comandar a metida e reza p´ra não morrer.
Achei que ele tinha razão e fiquei de 4 como uma putinha obediente.
O Jair foi p’ra trás de mim e disse p’ro amigo:
- Mete-lhe o pau na boca p’ra ninguém ouvir os berros do cara. Agora vai ser a sério.
O Elias que não era bobo, em vez de me meter o pau na boca meteu-me uma almofada. Mordi a almofada e preparei-me p’rá tortura. O Jair encostou o cacete e empurrou. Entrou a cabeça e mais uns 5 cm de pau. As minhas pregas tinham ido p’ró beleléu. A dor era alucinante. O Jair ficou parado apenas um instante. Logo a seguir, deixou sair um bocado e voltou a empurrar, agora até mais à frente. Meio pau estava no cuzinho. Eu mordia a almofada e tentava aguentar a parada.
- Não pense que vamos ficar pela metade, disse o negrão. Aqui há democracia. Se a metade da frente já comeu seu cuzinho, a metade de trás também quer comer. E dizendo isto, voltou a dar-me uma estocada mais forte e mais um bom naco de cacete foi engolido pelo meu cuzinho, que devia estar uma lástima. Depois de cada bombada ele parava por momentos, para que meu cu se habituasse, em seguida deixava sair até à cabeça do pau e voltava a meter indo cada vez até mais à frente. Não sabia até onde ele já tinha metido, mas as viagens já eram muito longas e eu achava que não devia faltar muito p´ra sentir as bolas a encostarem nas minhas. A dor ia-se tornando cada vez menor e eu pude finalmente largar a almofada.
Quando o Elias viu que eu já estava aguentando a jeba do amigo, veio-se deitar à minha frente p’ra eu o mamar.
- Anda bezerrinho, se quiser mamar está aí. Mas não morde senão vai partir os dentes.
E eu não me fiz de rogado. Desatei a mamar o mulato enquanto o negrão estourava com o meu cu. Em pouco tempo já sentia os colhões do Jair a baterem nos meus. Tinha aguentado o inferno. Estava orgulhoso de mim e principalmente do meu rabinho que ainda no dia anterior era virgem. Que foda maravilhosa. O Jair aumentava o ritmo das estocadas mas eu já era capaz de o atiçar ainda mais:
- Então rapazinho? Era só isso que você tinha p’ra mim? Fode como um homem, que eu não estou sentindo nada. Fode garoto. Não era você que ia rebentar comigo? Mete-me esse caralho todo. Se quiser mete também as bolas.
Ferido no seu orgulho, o Negrão dava tudo o que tinha. Cada estocada era mais forte que a anterior. Foderam-me assim durante 10 minutos. Depois o Jair começou a deixar que o pau saísse todo do cuzinho, esperava que o buraquinho começasse a fechar e voltava a meter o monstro todo dentro do meu rabo. O prazer começou a vir. O rabinho todo preenchido e a boquinha entretida com um pau maravilhoso. Mandei o Jair parar e comecei eu a marcar o ritmo. Agora era eu que ia ao encontro do cacete dele e, depois de o atolar todo, vinha p´ra frente até ele sair completamente. Voltava a atolá-lo e voltava a deixá-lo sair. Não queria que aquilo acabasse nunca.
- Rabinho guloso, disse o Jair. Esse cu é qualquer coisa. Vem cuzinho, vem. Engole o cacetinho, engole. Isso, todinho. Que maravilha. Se esse cuzinho continua a trabalhar assim, não tarda nada vai ter leitada.
E o cuzinho continuava. P´ra frente e p´ra trás. Ora tirando, ora metendo. Nada podia ser melhor.
- Quer me dar leitinho, quer? Então me esporra esse cu todo. Dá-me leitinho, dá. 
E o negrão não aguentou mais. Começou a urrar e a vir-se dentro de mim. Sentia os esguichos nas entranhas. Quando acabou de se vir, deixou-se ficar dentro do meu rabinho. Perguntei a Elias:
- E você? Tem leitinho p´ra mim ou já está seco?
-Você hoje já teve muito leitinho. Não seja egoísta.
E levantou-se o foi dar o pau ao negrão p’ra mamar. 
- Anda lá. Achava que eu ia dar tudo p’ró branquela? Não, essa leitada agora é pra você. Mama anda, mama a benga toda, como eu gosto. Isso assim, tudo na boquinha.
E o negrão mamou até que o Elias não aguentou mais. Ainda com o pau do negrão no rabinho, voltei-me p’ra trás para ver o Elias a esporrar-lhe a cara toda. Depois de ele acabar de gozar o negrão abocanhou-lhe o cacete e só o largou quando engoliu o leite todo que ele tinha, deixando-o limpinho. 
Aquela cena foi demais p´ra mim. Pela primeira vez na minha vida vim-me sem me tocar. 
Caímos cada um p´ra seu lado. 
Ainda era sábado e já tinha levado uma surra de pau.
Como seria o domingo?</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O Mulato e o Negrão</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/o-mulato-e-o-negr-o</link>
			<description>(continuação de Mulato Avantajado)

Como tinha prometido no final do 1º conto, Mulato Avantajado, aqui estou p’ra vos contar como foi o resto do fim-de-semana.
Como tinha dito, era sábado, final da tarde e estávamos esperando a chegada do amigo do meu mulatão. Como o cara estava demorando, resolvemos ir ao sef-service do parque de campismo para carregar baterias.
Foi quando acabámos de comer e voltávamos para o bangalô que vi o meu parceiro chamar por uma pessoa que vinha a entrar no parque. Virei-me para ver quem era e só vi um negrão muito alto e forte que caminhava na nossa direcção. Fiquei assustado, porque o cara parecia um jogador de futebol americano. Vinha de calções e em tronco nu e parecia que tinha passado a vida toda no ginásio.
Olhei p’ro meu amigo e ele tinha um sorriso sacana. Antes que o negrão chegasse ao pé de nós, disse-me:
- Não querias festa? Agora vais ter que aguentar.
P’ra não dar parte de fraco, repliquei:
- Vou acabar com vocês.
Quando o amigo chegou ao pé de nós, o mulato tratou de fazzer as apresentações e, só nessa altura, é que fiquei a saber que ele se chamava Elias e o amigo era o Jair. Disse-lhes também o meu nome, P… e começámos a fazer conversa de ocasião. O papo estava ficando meio sem jeito, já que não nos conhecendo, não tínhamos assunto, mas o Elias salvou a situação:
- Jair, o negócio é o seguinte: Este cara está a fim de levar uma surra de pau. Se você topa vem com a gente. Se não topa a tenda é toda sua.
- Espera lá, disse o Jair. E o cara vai aguentar um trato desses? Você me conhece Elias, quando a festa começar não dá p’ra voltar atrás.
- O P… já aguentou comigo. Acho que não vai dar bandeira.
Eles falavam como se eu não estivesse ali. Quando chegámos à porta do bangalô resolvi desafiar o negrão:
- Como é Jair. Esse papo todo que eu não vou aguentar, é desculpa p’ra pular fora? Tem medo que eu acabe com você?
- Mas o branquela é descarado. Cara, você  não imagina no que vai-se meter. Se já encarou a jeba do Elias, já é muito bom. Mas olha que a minha é um bocado mais pequena, mas é bem mais grossa. 
- Só vendo é que acredito. Vai-se a ver e é uma minhoquinha. Eu queria atiçá-lo, para que ele não desistisse.
Então abre essa porta que a sucuri vai cantar.
Entrámos no bangalô e o negrão pediu p’ra ir tomar banho.
Eu e o Elias fomos p’ro sofá e arranquei-lhe logo os calções, pois queria que ele me comesse antes do outro sair do banho. Se ele era mais grosso que o Mulato, queria que este me comesse primeiro para já estar meio preparado para o monstro. Caí de boca no pau do Elias que estava meio bamba, mas começou logo a crescer. Sentir aquele pauzão a ganhar vida na minha boca deixava-me maluco.
- Quero que você seja o primeiro a comer-me. Mas agora quero engolir esse cacete todo. Vai força um bocadinho na minha garganta.
O Elias agarrou-me na cabeça e começou a movimentá-la p’rá frente e p’ra trás. Quando via que eu me ia engasgar puxava-me p’ra trás e o pau saía quase todo. Deixava-me respirar e voltava a puxar-me lentamente até onde podia. 
Foi numa dessas bombadas que percebi que fazer garganta funda era mais uma questão de jeito. Pedi-lhe para irmos para a cama e deitei-me de costas com a cabeça caída para fora da cama. Nessa posição a boca fica alinhada com a garganta. Disse-lhe para vir por trás e dar-me o caralho p’ra chupar. A cama era muito baixa e por isso ele teve que se ajoelhar. Voltou a dar-me o pau e agora em cada bombada eu engolia mais um bocado.
- Cara, consegue-se ver a garganta a alargar com a passagem do cacete. Quem disse isto foi o Jair que já tinha saído do banho e estava a apreciar o espectáculo de ver um tipo a engolir 27 cm de piça.
Foi então que decidi forçar ao máximo a garganta de encontro ao caralho do mulato e senti os lábios a encostarem à sua barriga. Tinha conseguido. Quando o mulato tirou p’ra eu poder respirar, chamei o Jair:
- Vem cá você agora, vem. Quero ver se isso é como diz.
E era mesmo. O caralho do Jair não devia ter mais de 22cm, mas era bem mais grosso que o do Elias. Quando quis metê-lo na boca é que vi que agora o problema era outro. Como abrir a boca o suficiente para o bacamarte entrar.
 Comecei primeiro a lambê-lo enquanto o Elias já se posicionava p’ra me enrabar. Levantou-me as pernas e começou a forçar a entrada do pau. Quando a cabeçorra entrou, a sorte do Jair foi que eu não tinha o cacete dele dentro da boca. A dor foi tão grande que eu cerrei os dentes p’ra não gritar. 
O Elias começou a bombar e eu fui-me recuperando e voltei a dar atenção ao cacetão do Jair . Passava-lhe a língua pelo pau todo , lambia-lhe os colhões, metia-os na boca, voltava para o pau e quando chegava à cabeça dava-lhe umas chupadas até onde conseguia.
As bombadas do Elias iam aumentando de intensidade e não tardou para sentir os tomates dele a encostarem ao meu rabo. Estava com os 27 cm todos atolados. Com um cacete daqueles todo metido e com a boca cheia pelo caralho do negrão eu estava no paraíso. Numa das vezes em que o Jair deixou sair o cacete da minha boca, pedi-lhes:
- Combinem a esporrada, que eu quero que se venham ao mesmo tempo. Quero sentir o leite no cu e na boca ao mesmo tempo.
Foi então que o Jair começou a bombar-me a boca ao mesmo ritmo das estocadas do Elias. Que mais pode um homem pedir? Duas jebas daquelas a invadirem-lhe os buracos todos é o melhor que se pode esperar.
Eles estavam perfeitamente sincronizados. Fodiam-me a boca e o cu ao mesmo ritmo e começaram a vir-se na mesma altura. 
Depois dos primeiros jactos directos na goela, deixei sair o pau do Jair para receber o resto do leita na cara. Quando tirei o pau do Jair da boca, o Elias sacou o cacete para fora do meu rabo e continuou a vir-se em cima da minha barriga e do meu peito. Quando pararam de se vir, sentei-me na borda da cama e chamei-os para a minha frente. Deixei sair o leite que tinha na boca p’ra cima do pau dos dois e depois comecei novamente a chupá-los. Ora um ora outro, ia-lhes tirando o leitinho do pau e engolia. Só parei quando tinha engolido tudo e os dois cacetes à minha frente estavam limpinhos.
Deitámo-nos na cama e fiquei no meio dos dois. Joguei  a mão ao meu pau e comecei a acariciar-me. Ia fazer uma punheta no meio daqueles dois deuses. Com a tesão que estava senti logo o orgasmo a aproximar-se. Consegui parar e depois voltei a punhetar-me. Eles olhavam p’ra mim e não diziam nada. Sentaram-se na cama. Eu deitado a esgalhar o bicho e eles ao meu lado a apreciar. Foram-se baixando, tiraram a minha mão do cacete e, um de cada lado, colaram os lábios ao meu pau. Depois, um deles punha o pau na boca e chupava, enquanto o outro, com a língua, percorria o resto do caceta. Estava tão bom que eu tentava pensar noutra coisa qualquer para não me esporrar logo. Mas não consegui aguentar muito tempo. Desta vez não me vim p’ra cima da barriga. O Elias engoliu o primeiro esguicho e depois o Jair engoliu o resto. Fizeram o mesmo que eu lhes tinha feito. Deixaram-me limpinho e engoliram o leite todinho.
- P… , agora enquanto você se recupera, pode apreciar o espectáculo, disse o Jair. E começaram a fazer um 69 ali mesmo à minha frente.
- Estejam à vontade, mas não se esgotem que a noite ainda é uma criança. Jair você não pense que eu não quero encarar a sua cobra. Vai ser duro, mas quem vai pedir tréguas é você.
Querem saber quem ganhou a batalha? Esperem pelo próximo conto.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Mulato Avantajado</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/mulato-avantajado</link>
			<description>Tinha tido uma semana fodida e resolvi espairecer. Decidi passar o fim-de-semana num parque de campismo, pensando que sempre podia pintar uma gata gostosa.
Lá chegado, aluguei um bangalô, instalei-me e vi que no relvado em frente estava montada uma tenda pequena. Achei de devia ser uma garota sozinha, porque não podiam caber 2 naquele pano apertado.
Como era meio da manhã e havia muita gente na piscina, pensei que a gata lá pudesse estar. Resolvi sentar-me a ler uma banda desenhada no terraço do bangalô e esperar.
Passada uma meia hora, percebi que alguém estava dentro da tenda abrindo o fecho para sair. O que saiu da tenda me deixou frustrado. Era um mulato alto e vinha se espreguiçando. O cara tinha acabado de acordar e reparei que devia estar com aquela tesão matinal, porque o pau por baixo do calção estava todo para cima e parecia que queria saltar fora. Nunca tinha atracção por homens e desviei o olhar para ele não perceber e continuei lendo. Passado um bocado, voltei a desviar o olhar da leitura e percebi que o mulatão tinha tirado uma cadeira de lona e tinha se sentado virado para mim. Estava com as pernas entreabertas e fiquei espantado porque a erecção ainda não tinha baixado. Aquilo mexeu comigo e de vez em quando dava uma espiada disfarçada p'ro pau do cara que devia ser um monstro. Onde é que ele ía buscar sangue p'ra uma anaconda daquelas? Continuei dando as minhas espiadinhas e o cara parecia não estar notando.
Quando menos esperava, o cara se voltou para mim e perguntou:
- Será que você podia me deixar tomar banho aí no Bangalô? O pessoal tá saindo da piscina para o almoço e o balneário deve estar cheio.
Fiquei meio encabulado mas não tinha porque negar. Disse:
- É claro. Pode tomar seu banho aqui sim. 
O rapaz, que devia ter uns 25 anos, foi à tenda, pegou uma toalha e dirigiu-se para mim. Abri a porta do bangalô, indiquei-lhe o banheiro e disse para ele estar à vontade. Ele foi tomar banho e, por precaução, eu fiquei dentro do bangalô, sentado na saleta e comecei a fumar.
Passados uns 10 minutos ele saiu, só coberto com uma toalha na cintura e aí apanhei o maior susto, porque o pau do cara estava todo apontado p'ra frente. Foi quando ele me disse:
- Eu reparei que lá fora você estava olhando muitas vezes para mim. Está faltando algo a você? Será que posso retribuir esse favor que você me fez?
Tentando me desculpar disse: 
- Impossível não olhar p'ra você. Será que essa coisa não baixa nunca?
_ Porque você não experimenta fazê-la baixar? Será que consegue?
O convite não podia ser mais directo. Estava com dúvidas sobre que rumo tomar, quando ele deixou cair a toalha. Minha nossa, nem em filmes eu tinha visto uma coisa assim. Era um pau rosado, com as veias salientes, muito grande e grosso, muito grosso. Aí não tinha mais como negar. Eu queria aquele mulato.
Ajoelhei-me e fui andando de gatas, lentamente para ele, sem tirar os olhos daquele monumento. Nunca tinha tido nada com um homem, mas naquele momento já tinha decidido que aquele caralho ia ser todo meu.
Quando cheguei a ele tirei primeiro a língua de fora e comecei a lamber-lhe a cabeçorra. Passava a língua em círculos e fui tirando aquela gosma inicial que ia saindo do mangalho. Estava adorando. Depois comecei a percorrer a língua por todo aquele comprimento. Ia até às bolas e voltava p'ra cabeça. Umas vezes por cima, outras por baixo e até pelos lados. Eram viagens longas. O cacete parece que tinha vida. Pulsava. Resolvi então começar a chupar. Abri bem a boca e comecei a enfiar a jeba pela boca dentro. Ao princípio pouco mais que a tola. Mamava um bocado e tirava-a da boca para respirar. Voltava a mamar e de cada vez ia engolindo mais um bocado. Já metia mais de metade do caralho na boca. Estava alucinado. 
O mulato estava quieto desde o início. De vez em quando só dizia:
- Mama gostoso. Mama tudo, não deixa nada de fora.
Eu bem que tentava, mas era muita carne. Fui engolindo o mais que podia mas não entrava todo. De repente o cara começou a movimentar os quadris, devagar para eu poder ir controlando. Quando queria que ele parasse, apertava-lhe o que faltava de pau com as mãos. Depois comecei a sugá-lo. Dava 3 ou 4 mamadas e sugava. Foi quando o cara disse:
- Assim não vou aguentar. Você quer leitinho na boca?
- Se você garantir que depois ainda tem tesão para me comer, quero. Quero dose completa.
- Tenho tesão p'ra te comer o dia todo. Então mama que a primeira leitada vai ser na boquinha. Mama cachorro.
E eu mamei. Como mamei. Quando ele começou a se torcer, deixei o pau sair e fiquei de boca aberta. Queria ver aquela esporrada. Queria leite na boca, nos lábios, na cara ....
E a esporrada chegou. O 1º jacto entrou-me todo na boca. Quando fechei a boca para engolir, o 2º jacto lambuzou-me a cara toda. Que delícia. Mas a cobra não parava. Voltei a meter o pau na boca e arranquei-lhe do caralho o resto do leite. Mamava enquanto ele se vinha. Quando vi que tinha parado deixei o monstro sair. Tinha a boca cheia, mas desta vez não engoli. Olhei para ele e, com cara de safado, deixei escorrer o leite pelo queixo abaixo. Passei-lhe o queixo pelo pau e voltei a lamber a esporra que ficou agarrada. Fiz isso umas poucas de vezes até que a jeba deixou de estar assanhada. Então perguntei?
- E aí. Baixei a cobra ou não?
Ele riu e disse:
_ Baixou, mas não por muito tempo. Levanta que você merece um trato especial. Deite-se de costas aí na mesa.
Deitei-me como ele mandou, com o rabo na beira da mesa, pensando que ele me ia comer logo de seguida. O mulato tirou-me os calções e as cuecas e agarrou no meu pau que estava em pedra. Não estava entendendo nada. Será que um garanhão daqueles gostava de variar? 
Gostava. Foi o melhor broche que me fizeram na vida. Ele lambia, chupava, mamava, de vez em quando deixava a língua correr até ao buraquinho do cu, dava uma rodinha no buraco e depois enfiava a língua até onde podia. Quando eu disse que assim ia acabar por gozar ele me mandou segurar. Disse:
- Agora vem o melhor. Levantou-se e foi ao banheiro. Foi aí que vi que ele já estava outra vez em ponto de bala. Voltou com o pau untado de sabonete.
- Assim vai custar menos. Tem a certeza que quer enfrentar este inferno?
- Quero. Me fode logo e deixa de paleio.
Ele me agarrou no cacete e começou a punhetá-lo. Foi encostando em mim e começou a pincelar-me o cu com o cacete cheio de sabonete.
- Anda logo. Mete-me essa anaconda até aos colhões. Acaba com o meu cu. 
Comigo na posição de frango assado, ele começou a forçar a entrada. Estava difícil.
- Força essa merda, porra. Enraba logo esse cu, ou você agora virou boiola, disse eu para o desafiar.
O mulatão deu uma estocada e meu cuzinho virgem engoliu, duma vez só, metade do cacete. Dei um berro que se deve ter ouvido no campismo todo. A dor era terrível. Parece que tinha sido rasgado. Ele ficou parado uns momentos. Eu tinha lágrimas nos olhos.
- Aguenta, veado. Não disse que queria? Agora vai ver o que é sofrer.
E começou a bombar. A princípio devagar. Muito devagar. Eu sentia o cu todo preenchido. Ele voltou a punhetar-me e foi aumentando o ritmo. Cada vez mais depressa e cada vez mais fundo. A dor foi passando e o prazer começou a vir. Com a punheta que ele me fazia eu estava tendo a melhor foda da minha vida. O ritmo agora era alucinante. Quando senti os colhões do mulato a encostarem no meu cu, não aguentei mais e vim-me todo por cima da barriga. Nunca me tinha vindo com um pau atolado no rabo. Duplica o prazer. 
- Agora quero-te comer de quatro, disse ele.
Tirou o caralho, baixou-se e abocanhou o meu pau sujo de langonha. Deixou-o limpinho e, quando nos levantámos os dois, tascou-me um beijo de língua. Cada um de nós provou o sabor da esporra que o outro tinha na boca. A própria esporra.
- Queres que me venha dentro ou fora, perguntou ele.
- Quero dentro e fora. Não disseste que me fodias o dia todo? 
- Então, logo à noite chega um amigo meu, será que podíamos estender isto a todo o fim-de-semana?
- O teu amigo também é avantajado? Ter um cacete na boca e outro no cu, passou a ser o meu sonho.
- Vira-te. Já é conversa a mais. Quero rebentar esse cu. Não vai sobrar nada p'ró meu amigo.
Em vez de me virar logo, baixei-me e voltei a mamar alucinadamente. Quando me pus de gatas ele enfiou-me logo o caralho até ao talo. Mas agora já estava acostumado. Foi só prazer. Sentir a Jeba a entrar, centímetro a centímetro, até os colhões encostarem aos meus, punha-me louco:
- Fode, caralho. Rebenta-me. Enche-me o cu de leite. Esporra-te todo dentro de mim.
Ele aumentava o ritmo. Meu cu estava invadido. Cheio. Feliz.
Comecei a sentir a jeba ficar mais rija. E senti os jactos. Parecia que estava a levar um clister. Esteve tempos intermináveis a vir-se dentro de mim.
Quando tirou o caralho, voltei-me rapidamente a abocanhei-o. Queria sentir outra vez o gostinho do leite dele.
Enquanto o mamava sentia o leite a escorrer-me para fora do cu. Que delícia.
Resolvemos deitarmo-nos durante um bocado. Deitei-me à altura do pau dele e enquanto estivemos deitados, ora com a mão, ora com a boca, estive sempre entretido. Não me queria separar daquele pau, nunca.
Saímos para comer alguma coisa e voltámos para o bangalô. Fechamos a porta e disse-lhe para não se vestir. Decidimos poupar-nos até à chegada do amigo dele. Assim fizemos. Mas, com ele sempre nu, de vez em quando eu ia matar saudades e punha-o na boca. Senti-lo a crescer na boca é uma sensação única. Quando ele ficava no máximo, deixava-o. Quando a erecção ia embora, voltava a mamá-lo durante um bocado. Depois deixava-o outra vez. Estivemos assim até chegar o amigo. 
No próximo conto eu digo-vos como foi essa noite e o dia seguinte.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Boy Come Patrão Em Sua Própria Cama</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/boy-come-patr-o-em-sua-propria-cama</link>
			<description>O domingo amanheceu tenso para Marcos. Já tinha sido difícil limpar tudo e se acalmar no sábado de manhã, antes que sua mulher voltasse. Ainda bem que ela estava distante, assim ficava mais difícil desconfiar de algo. Agora mais essa, a qualquer momento Clayton poderia bater na sua porta.
A manhã corria calma. Quando a família já estava na mesa do almoço, a campainha toca. Marcos dá um pulo, sobressaltado. A esposa estranha e quando vai levantar para atender, ele corre e se adianta. O empresário está bem à vontade, de short, havaianas e camiseta regata, como costuma ficar em casa.Tenso, abre a porta e não se surpreende ao se deparar com o boy, de bermuda mostrando as pernas fortes e firmes, camiseta com mangas curtas e tênis. De novo vem com um envelope na mão. Antes de qualquer reação, ele fala alto:- Vim trazer os documentos que o senhor pediu para olhar. A voz não demonstra nada, mas o sorriso é cínico. 
Com a autoridade de sempre, empurra Marcos pelo peito e vai entrando na sua casa. A mulher do loirão fala da sala de jantar:
- Nossa, mas nem no domingo você dá folga para os seus funcionários? Coitado do menino! Aparecendo na porta,  diz,toda simpática:
-Vem cá rapaz, pelo menos almoça aqui com a gente.
Clayton bem humilde, retruca, sem nem olhar para ela direito:
- Não senhora, não precisa.
- Que isso moço, não deixa esse aí te explorar assim não, vem cá... - Fala, brincalhona, enquanto volta pra sala de jantar.
Clayton segura o patrão pela bunda, fazendo-o ficar na ponta dos pés e fala debochado:
- Vou passar bem hoje, comer e comer... - Vai levando o empresário assim quase até a outra porta quando então o solta, indo para a mesa de novo com ar humilde.
O almoço é tenso, como não poderia deixar de ser. Sentado ao lado de Marcos, o negro volta e meia acaricia suas coxas macias com aquela mão firme, máscula, fazendo o parceiro arrepiar e ao mesmo tempo olhar com apreensão para a mulher. Ela é gentil o tempo todo e, ao final do almoço, diz:
- Bem, já que vocês têm trabalho a fazer, vou na casa da minha mãe. Pega a criança e sai, sem dar muita confiança para o marido, já que não engoliu ainda o seu desaparecimento do outro dia.
Quando escuta o carro distanciar, Clayton levanta, pega Marcos pelos braços e o faz levantar também. Encarando sempre com firmeza e o sorriso cínico fala:
- Enfim sós! Tomba o grandão em seus braços e inicia um beijo apaixonado. Gemendo, o empresário sente o corpo amolecer, enquanto a língua do boy lhe invade cada canto da boca. Interrompendo o beijo, o macho encara o loirão dizendo:
- Hoje vai ser na sua cama...
O passivo abre a boca para argumentar, mas se cala, com olhar submisso, quando vê Clayton já erguendo a mão pesada. Segurando delicadamente sua bunda, o macho o conduz para a escada, em direção ao quarto. Quando chegam na porta, agarra Marcos de novo, com força, fazendo-o tombar para um novo beijo. Vai levando-o assim até a cama. Quando estão próximo, solta-o encarando, mais uma vez com aquele ar de macho sacana. Inesperadamente, manda um tapa na cara do outro, que já cai ali mesmo na cama, com um gemido. Marcos olha Clayton assustado, enquanto ele se despe, mostrando aquele corpo magro e todo definido, fruto da prática de trabalhos pesados e briga de rua. O empresário agora já é o símbolo da submissão, aguardando inerte as ações do seu dominador.
Clayton aperta-lhe o peito com força e começa a sugar, arrancando gemidos, até alguns gritinhos do homem indefeso, que somente se contorce na cama. Na seqüência, levanta-lhe a perna esquerda, segurando seu pezão branquinho pelo tornozelo, e dá uma risadinha sacana prá ele, antes de iniciar uma sessão de chupões e mordidas naquele pé macio e delicado. Quem olhasse a cena de fora veria um garoto negro, pequeno, com um loirão grandão totalmente a sua mercê.
Sem perder tempo, Clayton arranca o short do empresário junto com a cueca, deixando-o peladinho na cama de casal. A respiração de Marcos é ofegante. Sua cabeça gira. Ele percebe cada vez mais, mesmo a contragosto, que o boy soube dominá-lo. Ele já é dependente deste sexo selvagem. O boy sobe então na cama, deixando o loirão na clássica posição de frango assado. Segura seus braços acima da cabeça, prensando-o contra a cama, e começa a beijá-lo, aquele beijo selvagem e másculo. Marcos corresponde ao beijo com delicadeza, chupando a língua do negro, sentindo as salivas se misturando. Até no beijo os papéis estão definidos. Somente a língua de Clayton entra na boca do passivo, como se fosse uma penetração. 
O macho vai ficando cada vez mais excitado, o que o torna mais selvagem. Chupa a orelha de Marcos, suga e morde seus peitinhos, arrancando gemidos e gritos do loirão, totalmente imobilizado na cama, indefeso. Ele já percebeu que quando o boy segura-lhe os braços, por mais que tente, não consegue se soltar. Cada vez está mais claro o seu papel nessa loucura toda. Mantendo as longas e belas pernas do empresário erguidas, Clayton inicia mais uma penetração. Seu grande pau negro vai abrindo caminho na grutinha rosada de Marcos, que geme, agora também cada vez mais consciente do tesão que sente nesse modo de transar do seu parceiro. É verdade que em eventuais fantasias já havia se imaginado fazendo sexo com um homem, mas nunca pensou que seriam nessas condições.
As investidas de Clayton naquela bundinha branquinha são cada vez mais fortes e violentas. Meio descontrolado, ele bate na cara de Marcos, que geme sempre com delicadeza, sem coragem de se indispor com aquele macho que o come feito um animal. Mais uma vez sente seu cu sendo lotado pela grossa porra do negro, que ainda escorre pelas suas pernas. Satisfeito, o boy desaba sobre o corpo grande, branco e macio daquele que mais uma vez lhe serviu de fêmea.
Descansado, Clayton se levanta de uma vez. Marcos sente o corpo moído da surra de pica que levou. Está desfalecido na cama, as pernas abertas meladas de porra, uma marca roxa de chupão na lateral do seu pé direito. De uma só vez, o negro segura-o de novo pelos cabelos lisos e cheios, puxando-o da cama e jogando de joelhos no chão. Consciente de sua obrigação, o empresário coloca o pau negro que acabou de arrombá-lo na boca e chupa, deixando limpinho. Clayton dá um tapinha de leve na sua cara e diz:
- Até que você aprende rápido loirão.
Vai vestindo sua roupa, enquanto Marcos, ainda todo mole, vai levantando. Pronto para sair, o boy segura firme o mamilo rosadinho do empresário e vai puxando-o para abrir a porta. Ao chegar na sala e encarar o aquele corpo grande, bem feito, tão branquinho, macio por não ter músculos definidos, Clayton não resiste. Ali mesmo, perto da porta, coloca Marcos de quatro e mete, sem nem tirar a roupa, só com o pau prá fora. A rola entra mais fácil com o cu rosado ainda melado da metida anterior. Segurando o cabelo do passivo como se fosse uma rédea, Clayton fala num tom cafajeste:
- Toma pistolada loirão gostoso. Engole essa pica minha fêmea. 
São 10 minutos cavalgando o brancão, quando explode em novo gozo dentro da sua bunda. De novo o pau na boca, de novo a limpeza. O boy então levanta Marcos do chão, todo mole e indefeso, morde seu mamilo, abre a porta e diz com ar superior:
- Até amanhã chefinho...

Este é um trecho do livro DOMINAÇÃO - Sexo e Violência Transformando Uma Vida. Ele está disponível na versão tradicional, livro impresso, e também em e-book, para ser lido no computador e demais leitores eletrônicos. Acesse www.comprelivrosgls.com.br e adquira o seu a preços especiais.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>EU E O MESTRE DE OBRA</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/eu-e-o-mestre-de-obra</link>
			<description>EU E O MESTRE DE OBRA -Por Hally Danny

Meu pai e minha mãe resolveram passar um final de semana na casa da praia levando apenas a camionete de meu pai.  Resolvi então com o carro de minha mãe fazer uma visita ao club dos médicos, mas antes de ir ao club telefonei para saber se ainda estava em obras. Quando telefonei, para minha surpresa fui atendido pelo mestre de obra Sr Anacleto. Perguntei se a piscina já estava em funcionamentoe a resposta não podia ser melhor.
 - Ainda estamos em reforma, o club não esta aberto a visitação, como hoje é feriado nem os trabalhadores estão no club.
Para mim esta foi a resposta que eu queria ter. Sabendo que o mestre estava no club sozinho, tratei logo de arrumar um esquema para ir até lá. Com receio de ir com o carro de mãe pois eu havia tirado habilitção  ha poucos dias e não tinha experiencia em estrada. A vontade era tanta que venci o medo. O que eu queria mesmo era sentir a pau de seu Anacleto. Não me saía da mente, aquelas pegadas dele na seu pau quando percebeu que eu havia vindo com o pedreiro da barreira onde ficavam as caixas dágua.
Parti em rumo a minha nova aventura. Já pódia sentir o gosto daquele pau bem na minha garganta. A anciedade era tanta que as vêzes me dava um frio na barriga. 
Em fim, cheguei ao club. Um deserto total. Buzinei bastante até que me apareceu o pedreiro que eu ha via transado com ele que logo me abre o portão.
Fiquei entusiasmado com a presença do  meu pedreiro imaginando que ia acontecer outra vez. Assim que entrei com o carro ele fechou o portão ficando do lado de fora.
 - Voce vai sair?
- Sim estamos todos de foga, eu vou jogar uma bolinha e mias tarde eu volto. Painho esta la por perto da piscina.
Entusiasmei-me logo em saber que eu poderia ir ver as caixas dágua com o mestre de obra e fiquei sabendo que o meu pedreiro era filho do mestre.
Dirigie-me para o estacionamento, quando estaciono o carro fui recepcionado por seu Anacleto.
 - Como entrou? O portão estava aberto?
 - Seu filho abriu para mim, disse que estava indo ao campo jogar bola e que demoraria para voltar.
Falei na intensão que o mestre percebesse que estava sozinho e por bastante tempo.
 - O que voce faz por as bandas de cá?
 - Fui levar um pessoal aqui perto e resolvi vir ver se a piscina estava funcionando. Estar fazendo muito calor e o carro de minha mãe esta com o ar com defeito.
 - Banho aqui só de chuveiro, agora os chuveiros da piscina estão muito bons a agua vem de cima do barranco. Se voce quiser tomar banho pode ir que logo mais eu vou ter que fechar o registro geral no barranco.
Nesta autorizada para o banho o mestre deu uma apertada com força e bem demorada em seu pau pegando bem no tronco que deu para perceber o tamanho da danada. Não pude deixar de dar uma olhada e uma leve lambida nos meu lábios. Eu já percebi que o mestre estava afim mesmo de me fuder com vontade. E a minha vontade de receber aquele pau não era pouco. Se o filho que havia me fudido tinha uma bom pau o pai não poderia ser diferente.
 - Vou tomar um banho bem rapidinho prometo que não me demoro.
 - Não tem pressa, pode ficar a vontade.
Segui então para os chuveiros, meu pau ja dava sinal de vida, ao chegar no chuveiro fiquei peladinho posicionado com a  minha bundinha para a porta  Comecei então a me ensaboar com sabão de coco que existia no local. quilo foi me excitando loucamente, passava o sabão na bunda espumando bastante  chegando até a meter o dedo no meu cuzinho com sabão de coco, empinava minha bundinha e ficava quase de quatro em direção a porta sabendo eu que o mestre logo logo chegaria para conferir. De repente surge a presença do mestre.
 - Vim lhe trazer uma toalha e aproveitar para tomar meu banho. Ja que voce esta peladinho eu tambem vou ficar. Você se importa?
 - Não! Claro que não, pode ficar a vontade.
Virei-me com o braço cubrindo meu pau duro para ver a tirada de roupa do mestre. Eu e ele não tinamos mais duvidas que estavamos ali para una boa trepada. Qundo me virei ja estava o mestre com suu pau quase pronto. A bateria de cheveiro era em cinco, eu fiquei no ultimo encostado a parede, haviam mais quarto chuveiros mas o mestre escolheu o colado do meu. Quando ele começa então a ensaboar. Seu pau foi crescendo assutadoramente. Passei então a olhar com firmeza desejando pegar com vontade.
Percebendo minha vontade Sr. Anacleto, se aproximou de mim sem pronunciar uma só palavra me segurando por traz. Passou então a esfregar aquele pau duro nas minha costas que deslizava deliciosamente com a espuma do sabão de coco. Eu não me fazia de rogado e dançava esfregando minha bundinha naquele monumento.
 - Rebola, rebola, menino na vara do seu mestre voce estava querendo mesmo. Voce gosta de vara neste cuzinho?
 - Gosto muito. O sr. Vai me comer todo vai?
 - Vou comer seu cuzinho todo, arrombar voce igual os dotores fizeram com voce na sala de sinucas. Que aguentar minha vara toda quer?
 - Quero mestre, mete toda em minha bundinha com este sabão. Faz ela entrar toda la bem no fundo quero sentir seus ovos batendo na minha bunda.
 - Abre este cuzinho para receber minha vara toda vai.
Fechei o chuveiro  e seu Anacleto com aquela vara toda ensaboada e eu com minha bundinha lisa tambem ensaboada empinada para a vara do mestre. Antes de deixar meter, eu rebolava esfregando meu cuzinho na cabeça da vara do mestre.
 - Sente mestre um cuzinho sedento esfregando a cabeça de vara, Veja como desliza bem na beirada de meu cuzinho.
 - Que delicia de cuzinho. Menino tarado por vara. Voce vai aguentar todinha neste cuzinho liso.
Aos poucos  o mestre enfiava a cabeça lisa no meu cuzinho e tirava repetindo varias vezes.
 - Sente menino tarado  a cabeça de minha vara entrando e saidno de seu cuzinho gostoso.
 - Mete mestre mete toda. Quero sentir la dentro. Fode gostoso vai, enfia toda em mim.
 - Voce nunca mais vai esquecer a vara do velho aqui. Nunca comi um cuzinho novinho como seu.
 - Come meu cuzinho meu mestre, come com força, atola toda dentro de mim
Eu sentia o mestre em desespero total, como se estivesse ha anos sem fuder. A sua vara constantemente dura como um aço,  deslizava de cu adentro. Ele não parava de falar.
 - Aguenta toda menino, aguenta minha vara toda neste cuzinho gostoso.
 - Aguento, mete toda come meu cuzinho, me faz de tua putinha meu mestre. Quero toda dentro.
- Voce vai sentir meu leite derramando dentro de voce.
Eu ja não estava mais aguentando aquela posição, para aguentar toda, eu estava ficando quase que de ponta de pé e ele com os joelhos um pouco dobrados.
 - Goza mestre , gozza eu estou ficando com as pernas doloridas.
O mestre deu uma parada, pegou uma das toalhas que havia trazido, me pegou pelo braço e  arrastou para o vestiário. Estendeu a toalha sobre o banco voutou ao chuveiro deu mais uma ensaboada na vara retornando em seguida para o banco. Ele deitou-se com a vara para cima dura feito aço e me pediu para sentar.
Não poderia ser melhor que aquilo. Com sua vara toda ensaboada encostei meu cuzinho na cabeça  e fui sentando lentamente sintindo cada centimetro adentrar em meu ja esfolado cuzinho. Sentado com tudo dentro, dançava esfregando minha mundinha na barriga do mestre. Isto o deixava louco.
 - Rebola com ela toda dentro, depois levanta e mete outra vez. Vai meu viadinho gostoso. Ui! que cuzinho gostoso, fode minha vara com este cuzinho vai. Sente seu cu  devorando  minha vara dura. Voce estava querendo mesmo ser comido por seu mestre. Vai aproveita come a vara toda vai. Quero gozar dentro de seu cuzinho. Vou encher voce de gala. Sente toda dentro vai.
De repente Sr. Anacleto se movimentava enfiando com força e velocidade no meu cu.
 - UIIIIIIIIIIIIIII! Delicioso, Vou gozar gostoso dentro de voce meu viadinho. UIIIIIIIIII! Tome minha vara toda dentro de voce. Vou Gozar gostoso. UIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!
Senti quando o pau de seu Anacleto pulava dentro de meu cu jorrando leite em abundancia. Acho que fazia muito tempo que ele nao gozava. Aquela foi uma gozada inesquecida para ele.
Permaneceu parado com seu pau dentro de mim por alguns segundos depois foi amolecendo aos poucos. Nos levantamos e fomos terminar nosso banho. 
Seu Anacleto deixou o banheiro e foi fechar o registro no barranco. Encerrei meu banho e me dirigi para o carro repleto de felicidade, meu plano deu totalmente como eu esperava. Fudi com o seu Anacleto.
Esperei que viesse abrir o portão que vei sem demora. Me despedi e rumei para casa.
Na verdade eu queria que o filho de Anacleto tivesse chegado na hora e nos presenciasse fudendo, assim eu teria duas varas ao mesmo tempo. Foi um feriado maravilhoso.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>PEQUENIQUE NA MATA ATLANTICA  Autor: Hally Danny</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/pequenique-na-mata-atlantica-autor-hally-danny</link>
			<description>PIQUENIQUE NA MATA ATLANTICA


Nossos professores de História e o de Botânica organizaram um piquenique na mata atlântica com um grupo de alunos entre eles o gostosão da escola o tímido que foi brechando no banheiro, meu primo, eu, um boy de outra turma que havia completado 18 anos no sábado anterior e um amigo do aniversariante como convidado.

Fomos todos numa Kombi. Os dois professores e o gostosão (3) na frente, o convidado, o brechado (2) no banco do meio entre eles algumas bagagens que seria para equilibrar o peso da Kombi e no banco traseiro eu meu primo e o boy de outra turma.

Meu primo que já havia me seduzido na casa da praia, já estava com intenções no boy,  percebíamos um pouco de mulher nele.

Quando estávamos todos juntos, percebi o boy meio mulherzinha, meu primo já havia me comido na casa da praia, eu já tinha comido o gostosão do colégio na casa do professor, eu já havia sido comido pelo menino tímido no banheiro da escola. Eu só não sabia nada do professor de Botânica  e do menino da outra turma nem do convidado. Mas sabia que o professor de Botânica dava aula também na turma do menino que estava conosco.

Passei a imaginar muitas coisas. No meio de tantas evidencias, eu já estava imaginando que se tratava de uma imensa suruba, tudo programado por dois professores tarados por garotos. Nada poderia me fazer mudar de idéia.

Sabendo que mesmo se não fosse esta a intenção, teria tudo para que no mínimo, casos isolados pudessem acontecer. 

Eu tinha de lado meu primo que com muita habilidade poderia seduzir aquele boyzinho que eu já estava querendo seduzir também. Não foi por acaso que estávamos nós três no banco traseiro. Muito esperto meu primo colocou o boyzinho no centro do banco. 
Depois que deixamos a BR e entramos em uma secundaria onde havia uma estação de tratamento d’água. Era mata dos dois lados e somente sombra.
 Percebi meu primo começar suas investidas, passando o braço por traz do banco pegando nos meus cabelos que cobria meu ombro e encostando seu braço no pescoço do boyzinho. Não demorou muito tempo, com a outra mão meu primo passou a massagear seu pau quase duro que se estendia pela perna da calça. Percebi que o boyzinho passou a olhar rapidamente para aquela massagem. Fiquei logo de pau duro.  Passei a massagear também o meu. 
Ele com as mãos cruzadas em seu colo como se não estivesse percebendo nada. Ele sempre dava uma olhada para o lado de meu primo. Resolvi ser mais claro na minha ação, meti a mão por dentro de minha bermuda e coloquei meu pau para o lado direito e em seguida abri meu zíper.  Com meu cotovelo batendo em seu peito. Ele passou a olhar mais vezes fitando o olhar mais demoradamente. Meu primo percebendo minha ação fez o mesmo procedimento deixando aquele menino em uma situação desesperadora.

Duas rolas prestes a surgirem a sua disposição ali bem pertinho. Pronto para se tornar nossa presa ele descruza as mãos e as coloca sobre suas pernas. E seu dedo mínimo colado a minha perna. Aquilo foi o sinal que ele já estava pronto para pegar no meu pau que já estava completamente duro.

Não esperei que ele colocasse a mão,  arrastei meu pau para fora, peguei sua mão e o fiz acariciá-lo. Meu primo, que pensei ter uma iniciativa mais rápida que a minha, ficara desta vez para traz. 
Seguindo meus passos, colocou seu pau para fora e o belo boyzinho acariciava os dois paus ao mesmo tempo. Passaram-se aproximadamente 15 minutos para chegarmos ao orgasmo. Meu primo primeiro e eu por segundo. Uma bela gozada.


A viagem continuava, nós sentados sem transparecer o que havia acontecido.

Chegamos à estação de tratamento d’água para aprendermos como se processava o tratamento. Vimos os produtos do tratamento depois fomos à casa de maquinas saber com aquela água chegava a casa dos consumidores.

O barulho das bombas trabalhando era imenso, sendo monitoradas por três funcionários em especial um eletricista que comandava a parte elétrica, por ser muito perigoso não era permitido entrar na parte das bombas sem a companhia do eletricista. 
Manifestei interesse em ver a parte elétrica, por sorte, nenhum dos meninos teve interesse em ver também. 
Ficaram as margens dos tanques verificando o processo de decantação.
Joguei meu ar de menina para o eletricista pedindo que me mostrasse a csa das bombas.
Prontificou-se de imediato a mostrar-me as bombas. 
Não percebi nenhum interesse da parte dele,  a não ser mostrar as bombas.

Entramos então, no corredor de acesso onde estavam instalados os painéis de comando. Antes passamos por uma sala para pegar equipamentos de segurança como luvas, botas e capacete. Verifiquei a presença de uma porta naquela sala, mas não perguntei nada. Seguimos aos painéis. Um corredor estreito, mas que passava uma pessoa folgadamente, mas duas tinha que tocar um a na outra.

Ele foi à frente, me mostrando como se processava o comportamento da amperagem da bomba em função da pressão na rede, tudo tinha relação uma coisa com a outra e muito cuidado na ora de fechar os registros dos reservatórios. 
Eu bem interessado no pau do eletricista, mais do que nas bombas. Vez por outra eu dava uma encostadinha com minha mão em seu macacão. Ele não esboçava nenhuma reação até que ele encostou-se à grade de proteção e eu passei para frente dele dando uma roçadinha em seu pau com minha bundinha. Ele aproximou-se mais um pouco dificultando minha passagem.  Ocasião que fiquei parado diante dele, pressionando mais minha bundinha np pau dele. Ele não contou conversa me pegou pela cintura e passou a língua em minha orelha dizendo:

- VOCE QUER BOMBA OU QUE POMBA? 

- QUERO AS DUAS

- UMA VOCE JÁ VIU. AGORA VOCE VAI VER A OUTRA.
Eu me fazendo de dificio, pedindo que me soltasse mas eu na desencostava minha bundinha daquele pau que ja estava quase todo duro. Não demorou muito le ja foi me rrastando imediatamente  para sala de equipamentos.  A porta que eu havia observado, tratava-se de um banheiro. Entramos  com a velocidade de um raio

fechou a porta e  já foi logo botando seu pau para fora e me mandando meter na boca. Que delicia de cacete.

- CHUPE MINHA POMBA TODA VAI. SENTE QUENTE NA TUA BOCA. QUE DELICIA DE VISITA. VENHA SEMPRE ME VIVITAR VENHA.
 DA PROXIMA VEZ VOU METER TODINHA NO SEU CUZINHO. MEU COLEGA LÁ FORA, ADORA CU DE GAROTOS COMO VOCE. ELE TEM UM PAU MAIOR QUE O MEU. VOCE VAI GOSTAR. ELE LHE COMENDO E VOCE ME CHUPANDO. 

Ouvindo aquela conversa, fiquei sentido seu pau mais delicioso ainda, pensando em ser penetrado por um pau ainda maior.

Chupei com todo gosto, me deliciei bastante não consegui gozar, mas o fiz gozar em meu rosto e em seguida mandou que eu limpasse meu rosto em seu macacão. Fomos bem rápidos, quando saímos do setor elétrico, o pessoa ainda estava vendo os tratamentos e a decantação. Juntei-me a eles como se nada tivesse acontecido. 

Seguimos viagem, desta vez com uma pequena alteração. O boyzinho, que me masturbou e ao meu primo ficou no banco do meio junto com o menino tímido. 

Até ai não passava nada na minha cabeça. Aquilo teria sido casualmente, mas logo percebi que não era bem assim. Comecei a sentir um roçado de perna do carona. Eu fiz de conta nada perceber. Ele não se deu por convencido que eu não estava percebendo, resolveu colar seu pé no meu sem seu sapato. Fui deixando-o investir mais. Isto lhe daria mais vontade e com esta tentativa e a vontade da realização, seu pau com certeza ficaria mais duro.

Fui resistindo até o quanto pude, mas fui cedendo um pouco até que percebi que ele deu uma apertada em seu pau. Ele percebeu que eu olhei para o pau dele, percebendo meu olhar, meteu a mão dentro da calça colocou seu pau para o lado esquerdo deixando sua rigidez bem a vista.

Com aquela situação, meu pau já estava duro outra vez. Vendo seu pau bem duro e o meu também, abri meu zíper e coloquei meu pau para fora e ele fez o mesmo. Peguei sua mão e coloquei no me pau. Ele recusou e pegou minha mão colocando no pau dele. Uma delícia, grande e grossa. Ele colocou o braço atrás de mim e bem baixinho disse na minha orelha.

-- EU VI VOCE PEGANDO NO PAU DE SEU PRIMO E VI TAMBEM MEU AMIGUINHO FAZER VOCE GOZAR. AGORA É MINHA VEZDE GOZAR.
 Puxou minha cabeça para seu pau ainda dentro da calça. Fiquei dando umas mordidas por cima da calça mesmo, sentindo o latejado da danada. Fui mordendo até sentir uma rigidez total. Ele resolveu então a expor toda  esfregando-a na minha cara o tempo todo. Eu já não tinha nenhuma preocupação com a presença das outras pessoas presentes na Kombi. Passei então a lamber aquele cacete meio grosso em forma de peixe meio torto para baixo, mas muito gostoso embora não estivesse com um cheiro muito agradável, resolvi dar logo um trato lambendo com bastante saliva no intuito de uma lavagem rápida. 
Meu primo estava cochilando quando iniciamos nossa brincadeira. Com os movimentos do braço dele que vez por outra tocava em meu primo, o fez acordar. 
Diante daquela situação, meu primo que é na verdade um tarado foi logo botando o pau para fora.

Ficou um tempinho se tocando, mas estava demorando a subir. Então ele sugeriu que o carona fosse para a extremidade do banco e eu passasse para o meio assim poderia chupar os dois intercaladamente. Fiquei mamando um e o outro. O pau de meu primo, mesmo mole, eu coloquei-o na boca para fazê-la subir lentamente dentro de mim. Eu já sabia como deixar meu primo louco de prazer. 
Fiz a minha mamada do jeito que ele gostava. 
Colocava-a toda dura na minha boca e mordia suavemente o seu tronco e vinha mordendo de volta até chegar na glande. Cada mordida que eu dava sentia a sua glande inchar. A melhor mordida era a que eu dava no tronco, dava umas três ou quatro mordidas para sentir a pulsação de sua glande me enchendo a boca, hora em que sempre esperava seus jatos de esperma que descia de garganta abaixo.

Continuava a chupar tambem o convidado  ao passeio. Ele apertava minha cabeça de encontro ao seu colo me fazendo engolir tudo aquilo até o tronco e passei a adotar a mesma técnica de mordidas que aplicava em meu primo. Que deu muito certo, ele urrava quando era mordido apertando minha cabeça ou puxava meus cabelos empurrando minha cabeça mais para baixo e empinava seu cacete para ir mais profundo ainda.

Aquele urrado despertou a atenção do menino tímido que estava no banco do meio que passou a dar umas olhadas vez por outra. 
O menino da outra sala que já estava também no banco do meio passou a olhar também.

Todos sedentos de sexo, não se podia ficar alheio a tudo aquilo sem uma excitação. 

Aos pouco fui fazendo meu primo ficar em desespero por m gozo fatal. Seu pau não tinha mais para onde crescer. Com muito esforço, conseguiu tirar minha bermuda e logo  notou a ausência de minha cueca

- QUANDO VC TIROU SUA CUECA QUE EU NA VI? NIGUEM PAROU PARA IR EM BANHEIRO.

- ADIVINHA ONDE FICOU? 

Ele pensou um pouco e disse.

- SAFADINHO! VOCE NÃO PERDE TEMPO. FOI NA CASA DE BOMBAS. VOCE COMEU A ROLA DO ELETRICISTA.

- CLARO NÃO POSSO PERDER OPORTUNIDADE NENHUMA.

- POIS AGORA QUEM VAI LHE COMER SOU EU.

Afastou o convidado mais para a lateral do banco, levantou minha perna melou meu cuzinho com sua saliva enfiando logo em seguida o dedo depois o outro deu umas rodadas dentro e disse.

- JÁ TA TUDO MELADINHO, SEU SAFADO. VOU METER TODINHA AGORA PARA VOCE ESQUECER A ROLA DO ELETRICISTA, TEM QUE FICAR SO COM O GOSTO DA MINHA.

Enquanto ele metia no meu cuzinho, eu chupava o pau do convidado. A sacanagem tomou conta da Kombi, O menino tímido perdeu a timidez e ficou passando a mão na minha bunda enquanto eu estava sendo penetrado por meu primo. O Boyzinho que estava na frente, não se conteve em só olhar. Passou a pegar no pau do tímido. Foi ai que o professor que estava dirigindo veio a perceber o que estava acontecendo. E gritou de lá.

- PORRA! MENINOS ESPERTOS NÃO PERDEM TEMPO. NÃO DEU NEM TEMPO DE CHEGAR NO NOSSO DESTINO. FALTA POUCO.

Não demos bolas para o professor, continuamos mais à vontade, embora aquela investida do professor tenha quebrado aquela sensação da coisa escondida. 
Continuamos com vigor aquela surubinha. Meu primo, com mais vontade, estocava com força e dizendo alto mesmo.

- VOCE GOSTA DE DAR ESTA BUNDINHA NÃO É? E EU GOSTO DE COMER VOCE, MEU VIADINHO. VOCE TEM UM CUZINHO GOSTOSO E AGUENTA MEU PAU TODINHO. SENTE MEU PAU TE DEVORANDO TODO VAI. SENTE ELE TODO DENTRO. MEUS OVOS BATENDO NA PORTA DE SEU CUZINHO.

-- VAI METE MAIS VAI, METE TODA, ME PARTE AO MEIO VAI. ENFIA TODINHA, ESTOU CHUPANDO 
Cada frase que eu dizia, voltava e meter o pau do convidado na minha boca que começou também falar.

-- AGUENTA TODA, VAI. ELE TA METENDO TODA DENTRO DE SEU CUZINHO. SEU PRIMO ESTA LHE FUDENDO. CHUPA MEU PAU TODO VAI. FAZ DE CONTA QUE É O DELE QUE TA SAINDO PELA TUA BOCA.
ME CHUPA MORDE MEU PAU TODO.

Cada estocada que meu primo me dava, eu engolia aquela pica em forma de peixe. Ela era larga, não cabia na minha mão e tomava a largura toda de minha boca.
 Nunca havia visto uma rola naquele formato, achatada e para cima, quando ele ficava de pé, a cabeça batia na barriga fazendo quase um meio circulo.

Como já não havia mais preocupação com os professores que já se deliciavam com o passageiro da frente, o tal gostosão das meninas do colégio. 

Aproveitando que já estávamos chegando a nosso destino, casa do outro professor e que não havia mais nenhuma morada por perto nem o risco de cruzarmos com alguém. Resolvi me aproveitar daquela situação, manter aquele clima de tara e das duas rolas que estavam a me servir. 

Sugeri que meu primo se esticasse no banco e eu sentaria na sua bela rola já bem dura e lubrificada, o que de pronto aceitou. 
Sentei de frente para ele deixando minha bundinha à deposição daquela rola peixe, que de logo se aproximou já sem sua bermuda, deu uma cuspida no meu cuzinho e encostou aquele peixe na beirada de meu cuzinho e esperou meu primo ficar com a pica quase fora de mim e empurrou a dele, metendo cada um desordenadamente com velocidades diferentes. Pedi para pararem sem tirar de dentro. Ensinei que ficaria melhor para nos três com os movimentos iguais. Quando um tirasse o outro botava. Assim foi feito. Não havia feito ainda com esta técnica. Uma maravilha. Podia assim sentir o prazer alternado sabendo quem estava me comendo naquela hora. 
Eu podia imaginar perfeitamente hora meu primo hora o convidado. A velocidade  se modificando a propoção que os desejos de gozarem aumentava. 
Eles se deliciavam, deliravam, me apertavam pedindo para eu agüentar todas as duas. Eu me sentindo um vitorioso por receber duas varas ao mesmo tempo, me sentia também uma putinha sendo devorada por dois machos.

Quando a coisa foi pegando fogo. Eu gritava.

- METE, METE TODA VAI. QUERO TODAS DUAS DENTRO METE. RASGA-ME TODO COME MEU CUZINHO. ARROMBA ESSE CU VAI.

- AGUENTA PUTINHA VAI. SENTE DUAS PICAS DENTRO DE TEU CU. É ISSO QUE VOCÊ GOSTA, TOMA TODA VAI.

- LEVANTA BEM ESSA BUNDA PARA MEU PAU ENTRA TODINHO NESSE CUZINHO.

- NOS VAMOS GOZAR DENTRO DE VOCE. VAMOS ENCHER SEU CU DE GALA.

E neste barulho todo, olho para o banco do meio e não vejo o boyzinho. Apenas o menino tímido olhando para nós se lambendo todo. Dei uma esticadela e vi o boyzinho ajoelhado chupando o tímido. Isso me fez ficar mais excitado ainda. Aumentei o volume de voz e passei a dizer mais coisas malucas e excitantes. Quando de repente sinto que a Kombi vai entrando de mato a dentro e de repente pára. Continuamos por mais um tempo nos meus prazeres, sem dar conta que estava acontecendo. Quando vi as portas do meio serem abertas com violência. Era o professor desesperado nos chamado para dentro da casa. 
Quando entramos na casa,  gostosão que estava na frente já estava sendo chupado no terraço pelo professor que dirigia a Kombi.
Desceram o tímido e o boyznho e entraram na casa para dar continuidade ao que haviam começado na Kombi. 
Nos, ficamos nas mesmas condições que estávamos ate concluirmos nossa orgia.
Quando meu primo já estava para gozar.

--- VOU GOZAR DENTRO DESSE CU GOSTOSO. SENTE MEU MEL JORRANDO TODO DENTRO DESTE CUZINHO GOSTOSO.

O Visitante retira seu pau de dentro de mim e direciona  na minha face gozando logo em seguida.

-- TOMA GALA NA CARA PUTINHA. E GOZA COM MEU PAU JORRANDO PORRA NA SUA BOCA. E A PORRA DELE TODA DENTRO DE SEU CU ARROMBADO. .

Não resisti aquelas esguichadas de esperma na minha face e gritei.
- 
- GOZA GOSTOSO GOZA. QUERO ESTE LEITINHO TODO NA MINHA BUNDINHA VAI.

- TOMA, TOMA, TOMA.

Meu primo vendo aquela loucura diz

- GOZA NA CARA DELE GOZA, EU VOU GOZAR DENTRO DESTE CUZINHO HUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Não resisti a tanto prazer, em seguida gozando. Uma indescritível gozada não havia tido uma tão intensa quanto aquela.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>1ª VEZ COM 1 AMIGO</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/1-vez-com-1-amigo</link>
			<description>Devia ter cerca de 18anos e o meu amigo Paulo deveria ter 20.

Numas ferias de verao o Paulo convidou-me a ir para a sua casa no norte do Pais, e foi uma semana em grande.

Apos chegarmos a sua casa e arrumarmos tudo, fomos dar uma volta a pé para conhecer a terra do Paulo, passado umas 2 horas de longa caminhada fomos para casa, o Paulo perguntou-me se queria tomar banho, eu disse que sim, mas fiquei na sala, pois pensei que ele iria primeiro e depois eu...
Ele perguntou-me:
- Nao queres vir ja comigo?
- Fiquei supreso, mas aceitei.
Começamos a tomar banho, ele ficou de costas para mim, passamos a agua nos corpos, e o paulo de vez em quando roçava o seu rabo no meu caralho, ao principio afastei-me, mas ele continuou, e eu nao me faz mais.E o meu membro comelou a crescer.
Ele sentiu, mas nao avançou.

Eu nunca tinha estado com um homem, nem imagina sequer, mas sinceramente aquele banho fez-me ferver o sangue.

Jantamos e fomos fumar um cigarro no jardim, e quando estavamos no banco ele perguntou-me directamente:
- A pouco no banho excitas-te?
Eu envergonhado respondi:
- Epa desculpa, mas nao me controlei.
O paulo perguntou-me
- Nunca estiver-te com um Homem?
- Eu...Nao-respondi espantado
- Queres vir comigo la dentro?
- Fazer o que?
- Ja ves-disse o paulo

Quando entramos em casa o paulo fechou a porte e enconstou-me á parede, com as suas maos começou a passa-las por debaixo da minha t-shirt, e eu a começar a sentir o sangue a ferver novamente.
Uma das suas maos foi direito aos meus calçoes, e sentou o meu membro ja inchado de tanta tesao. Levou-me para o quarto, e beijou-me, ao principio recusei um pouco, mas a sua insistencia fez-me avançar, sentir a minha lingua na sua foi demais, as minhas maos sem querer procuraram tambem o seu corpo, apertei as suas nadegas.
Caimos na cama, abraçados e a ofegar os dois, excitados por aquele envolvimento a dois...Ele disse-me que como eu nunca tinha estado com um hgomem, hoje iria saber o que era fazer amor com um. Mas para nao me preocupar, hoje eu iria ter um menu...

Tirou-me os calções, abriu-me bem as pernas, disse-me para fechar os olhos, assim fiz, e logo de seguida senti a ponta da sua lingua nos meus tomates, a passar devagarinho, depois foi subindo ate à cabeça do meu mebro, bem devagar a sua boca começou a trabalhar a minha glande, e o meu mebro inchava, eu eu comecei a gemer...Sentir aquele quente a descer foi demais, depois de um excelente sexo oral, o paulo começou a masturbar-me bem devagar, eu so me abetecia vir, estava para explodir.
De repente parou, colocou vasilina no meu membro, e aseentou-se no meu membro, e enfiou-o bem devagar...que prazer, quele buraco tao apertadinho estava a deixar-me cheio de tesao...Vio o seu caralho entesado, comecei a tocar-lhe, a masturba-lo, e passado uns minutos ele veio-se em grande para cima do meu peito.
saiu de cima de mim, beijou-me, começou a passar a sua lingua no bico dos meus seios, ao mesmo tempo que me batia uma, aqueles movimentos foram intensos demais, e eu vim-me logo, tendo um orgasmo dos diabos....

Foi a minha primeira experiencia, em breve contarei mais...</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>fui comer e fui comido</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/fui-comer-e-fui-comido</link>
			<description>ola pessoal  sou casado e tenho hj 36 anos
a experiencia que passarei a contar ocorreu a 18 anos atras ,era jovem e viciado em sexo
lia muita revista e ia a  algum cinemas para ver filmes eroticos.
comprava revistas e jornais preucurando alguem para fuder,e encontrei uma pessoa que se chama joelma
ela e uma travesti do centro do rio de janeiro
ela colocou um anuncio no jornal o dia e li seu anuncio
,liguei para ela e marcamos nun domingo de nos encontra-mos
eu sabia que ela era uma travesty mas eu queria era trançar
msm
entao cheguei em seu ap no centro do rio de janeiro pesei que iria fudela ,mas me enganei,eu que nunca tinha dado a bunda iria levar no rabo pela 1 vez,quando cheguei em seu  ap ela me recebeu de calcinha vermelha e um top,dava pra ver que era muito linda joelma , morena nao alta pernas grosas
show de bola
começamos a nos acariciar meu coraçao batia forte demais ela tirou minha calça e me chupou ate o saco,ai ela começou a alizar minha bunda e perguntava se eu tava gostando,eu dizia que sim
deitamos na cama ja os dois totalmente nus ,ela me pediu para mamar seu pau que era pequeno mas grossinho como o meu é ,eu nao quiz na hora ,,ele disse  se eu nao chupase ele nao daria sua bunda pra mim
,entao meio seem jeito coloquei a boca no pau e sentia um gosto salgado e tava melado ,arranhava com dente ele me ensinava e comecei a gostar da quilo
 entao enquanto chupava  ele dizia que iria fuder minha bunda e que fui ali pra dar pra ele ,me exitava ouvir tudo que lel dizia mas, tava apreensivo pois nunca tinha dado meu cu pra ninguem
entao me pois de  bariga para baixo e lambia meu rego e enfia dedos ,passsava cfeme de cabelo , teve uma hora que ele colocou um casco de cerveja no eu cuzinho,tava quase desistindo daquilo quando ele pois uma camizinha no pau me colocou de frango assado e foi forçando ate entra,quando percebi ele tava nun vai-e- vem  muito rapido ,ele explodiu em gozo  ,tirou do meu cu e ,vi a camizinha cheia de porra e  ele tirrando,ele me chupou e ozei ,mas nao comi ele,fui para casa com uma sensaçao estranha,mas coo m otempo 
ia para o cinema da a bunda denovo mas so conseguia chupar umas rolas ,é isso ai gente  essa foi minha experiencia com joelma nunca mais a vi ,mas se vcs gostaram me add no msn para nos conhecermos , meu msn é:  lovetananet@hotmail.com</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O MENDIGO E O CHEIRA COLA - Autor: HALLY DANNY</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/o-mendigo-e-o-cheira-cola-autor-hally-danny</link>
			<description>O MENDIGO E UM CHEIRA COLA
Certo dia fui convidado a um aniversário na casa de um conhecido de um amigo meu. Esta casa ficava à algumas quadras de minha casa. O fato de estar perto de minha residencia resolvi ir, caso não fosse agradável retornaria para casa.
Para minha surpresa a coisa nao foi muito boa. A festa estava repleta de bebidas alcoolicas e até mesmo drogas. Tendo eu, pai e mãe médicos conhecedores dos efeitos devastadores da droga o que me passaram bem esta informação. Não bebo tambem não fumo, o que vou ficar fazendo em uma festa desde genero.
Aproveitei enquanto estava cedo, por volta das 00.00H e fui para casa. Perto de meu condominio havia um terreno vazio com alguns barracos isolados feitos com papelão e madeiras velhas onde residiam mendigos moradores de rua e alguns cheira cola.   Um local meio que barra pessada com a presença de desocupados mas não se tratava de marginais perigosos, apenas pessoas sem condições de vida. Alguns deles faziam mendigancia pelo condominio.
Ao me aproximar deste terreno, dei uma parada para urinar quando fui surpreendido por um cheira cola.
 - Ei meu irmão, que é que tu ta fazendo aqui meu?
- Só estou urinando moço.
- Pra mijar aqui tem que pagar.
- Eu não tenho dinheiro 
- Mas não quero dinheiro não cara. To a fim de um cuzinho saca.
Nesta hora meu medo já não mais existia.  Ao ver aquele cheira cola com uma mão agarrada numa garrafa enfiada na boca e a outra mão segurando o pau. Fui ficando meio que facinado por ver aquela cena bem masculina de machão cafageste. Estava ali, diante de mim um predador e eu uma presa fácio e dóceo.
- Mas moço faz isso comigo não eu nunca fiz isso.
- Melhor ainda um cuzinho apertado.
Nisso ele soltou a garrafa e apaupor minha bunda com as duas mãos.
 - Moço não faça isso, tira a mao de minha bundinha. Eu nunca deixei ninguem pegar na minha bundinha moço.
 - Hummmm que bundinha massa! Bem redondinha deve aguentar meu pau todinho.
Aquilo ja estava mexendo comigo, Um cheira cola largar a sua cola e se interessar por minha bundinha. 
- Moço deixe eu ir embora. Já é tarde tenho que chegar em casa.
- Fica quetinho ai cara se não vou gritar para meus paceiros te comerem tambem.  Voce pode até apanhar aqui os caras são vilentos.
 - Moço eu mostro minha bundinha e o senhor se masturba só pegando nela.
 - Estamos chegando a um acordo. Arreia logo esta calça e me mostra a bundinha.
Ele mesmo se encarregou de arriar minha calça. Aquilo me deixou excitado só em pensar que não ia ficar só em uma simples punheta. Eu já estava interessado em receber a vara daquele tarado.
- É uma bela bunda. Menino quero comer seu cuzinho deve ser muito gostoso e apertadinho.
Ele ficou alizando a minha bunda e eu ja estava ficando com mais vontade até que ele resolveu passar o dedo bem na beirada de meu cuzinho.
 - Hummmmm! Cuzinho bem lisinho sem cabelo, que delicia. Que cuzinho gostoso voce tem menino.
Eu super excitado com aquela sacanagem começei a dar sinal de gostar.
 - Hummm! Moço faz isso não. Não coloque o dedo no meu cuzinho não. Vai machucar meu cuzinho  com seu dedo moço. 
 - Relaxa vai.  Sei que voce ta gostando da idéia, Voce ta rebolando a bundinha é que ta gostando. Menino safado. Voce hoje vai ser meu viadinho.
- Ta certo. Coloca bem devagar com bastante cuspe para não machucar.
Eu já estava me entregando mesmo. Aquela tara do cara me excitava muito. Na verdade eu estava sendo estuprado por um desconhecido. Bendita hora que sai da festa. 
O Cheira cola tomou gosto por meu cu, ficou enfiando o dedo e girando dentro. Uma delicia de dedo me penetrando, roçava as paredes internas me deixando louco. Eu doido que ele colocasse mais um. 
 - Ta bom moço! Já ta todo dentro. Goze logo e tire o dedo do meu cuzinho. Aiiiiiii! Aiiiiiiiii! Ta bom moço.
 - Eu sei que ta bom, voce ta gostando que eu sei voce chega aperta mordendo meu dedo. Vou meter mais um.
 - Não moço! Dois eu não aguento não. Deixa só um vai. Goza logo.
Eu queria mais um. Ele enfiou outro dedo e foi enfiando mais outro eu passei então a gemer  baixinho.
- Delicia moço. Vai mete tudo. Arromba meu cuzinho. Quero a mão toda dentro, me arromba todo vai. Me faz de putinha.
 -  Isso minha putinha,  bem que sabia que voce ia gostar de ser arrombado. Agora voce vai sentir o prazer de meu pau todo dentro deste cu arrombado por minha mão.
 - Não moço! O seu pau não eu nunca dei meu cuzinho. Faz isso não moço.
- Dizendo que não quer levar pau mas ta gostando dos meus dedos dentro deste cuzinho. O meu pau vai gostar de entrar neste cuzinho peladinho.
 - Bota moço! Bota devagar para não machucar. Voce vai tirar minha virgindade. Quero sentir entrar bem devagar.
O cheira cola retirou a mão de meu cu e acertou a porta de meu cuzinho com sua rola, antes deu uma  cuspida só que por efeito da cola ele não tinha saliva.
 - Mela teu cuzinho de cuspe para meu pau entrar gostoso vai.
Dei uma cuspida na mão lubrifiquei meu cuzinho e fiquei quase que de quatro pedindo que ele enfiasse toda. Ele deu uma empurrada como o cavalo faz com a égua passando direto roçando na minha bunda. Resolvi pegar e aplumar na beirada de meu cuzinho. Quando peguei naquele cacete sentir o quanto era grande e grossa com uma cabeça de fazer enveja.
Quase que desisto daquele estupro mas eu estava desesperado para ser penetrado.
- Hummmmmmmm! Agora voce vai sentir uma rola no seu cu. Meu viadinho.
Foi metendo lentamente, e eu para me fazer de virgem, apertava, apertava.
 - Hummmmm! Que cuzinho massa. Nunca comi um cuzinho assim. Que menino gostoso. Sente meu pau todo dentro de voce. Ta gostando de ser fudido por um macho? Minha putinha.
Aquilo me deixava em desespero sentir toda aquela vara dentro de meu cu e um macho me chamando de putinha, viadinho gostoso. Aquela estava sendo a trepada mais animalesca que vivenciei.
- Sente um macho te fudendo viadinho. Agora voce vai querer receber minha pica todo dia. Este cuzinho vai ser todo meu
Ele metia com força, socadas rápidas e profundas eu sentia seus ovos baterem na minha bunda. Com a violencia como ele me fudia, ouvia-se o som da pancada em minha bunda.  Eu já não me importava de ser visto ou ouvido. Naquela altura, eu queria mesmo era sentir o cheira cola gozando dentro de mim. Mas assim que eu sentir um gemido,
 - Hummmmmmmmm! Aiiiiiiiiiiii!  Hummmmmmm1 Deleicia.
Eu apertava meu cuzinho tentando espremer todo gozo do chera cola. Quando ele retira o pau de dentro de meu cuzinho escuto uma voz.
 - Agora é minha vez. Voce viadinho vai aguentar a minha tambem. Eu estava vendo tudo. 
 - Não moço o senhor tambem não, eu estou todo ardido. Não aguento mais não
- Aguenta sim. Voce aguentou a dele vai aguentar a minha tambem.
Mesmo me negando a dar para o velho, permanecia com minha calça arriada balançando a bundinha. O velho que ja devia esta se masturbando ha algum tempo, estava com a rola dura feito uma pedra. Parecia não ter fudido ha anos. Sem nem tirar a calça com o pau só pela barguilha encostou no meu cuzinho e empurrou de vez. Meu cuzinho já lubrificado de esperma do cheira cola e aberto pela cabeça avantajada, não foi dificil a penetração. Na verdade eu quase não sentia a rola de velho roçando nas paredes internas de meu cu. 
O velho urrava, parecia um leão faminto devorando sua caça. Ele me apertava a cintura empurrava toda. Parando com a rola toda dentro dava uma balançada dizendo.
- Gostoso cu! Sente meu pau dentro deste teu cu viadinho. Come a rola de velhinho aqui. Sente meu pau comendo seu cu.
- Ta bom. Para! Para!.
 - So paro quando eu gozar. Vou encher seu cu de gala viadinho. Voce gosta mesmo é de rola. Sente meu pau duro entrando e saindo de seu cu.
- Vai me come mas goza logo. Goza dentro de meu cuzinho. Come o cu de um viadinho novo.
Eu rebolava minha bunda na pica do velho que urrava no meu ouvido apertando minha cintura. Eu estava prestes a gozar quando o velho ao retirar o braço de minha cintura deixou-o escorregar tocando na cabeça de meu pau bem meladinho.
 - Voce disse que nao esta gostando mas esta de pau duro como o meu e todo meladinho. Quer gozar quer viadinho.
 - Quero! Quero gozar com seu pau todo dentro de meu cu.
O velho de repente pega no meu pau e começa a masturbar. O cheira cola que só presenciava o velho me fuder, quando viu o velho pegar no meu pau e punhetar veio para minha frente com o pau meio mole, enfregando em minha boca. Agora eu estava sendo estuprado por dois ao mesmo tempo o velho mendigo comia meu cu e o cheira cola me fazia chupar seu pau. Com algumas socadas em minha boca o pau ja endureceu outra vez. Eu emplorava para o velho gozar para eu gozar tambem.
 - Goza coroa! Goza no cu de teu viadinho. Me faz gozar.
O velho batia punheta em meu pau com muita vontade que me fez gozar.
- Bate bate eu vou gozar agora bate coroa. Uiiiiiiiiiiii!Hummm. 
Gozei como louco.Com minhas contrações  causadas pelo meu gozo, foi que sentir os jatos de porrra do coroa dentro de meu cu. 
 - Uiii! Que gozada gostoza o velho deu. Que cu gostoso menino.
O coroa tirou sua rola melecada de esperma,  limpou e deu o fora. O cheira cola continuou de pau duro na minha frente se masturbando ate gozar na minha face. Terminado o estrupo me recompuz e segui meu destino. Logo depois do terreno baldio,  começava uma pequena vila de casas, havia um grupo de mendigos que ao me verem passar um falou.
 - Se quizer amanhã tem mais.
Fiquei sem saber quem havia falado até porque não dava para ver muito bem quem era o velho que havia me fudido. 
Segui meu destino bastante satisfeito com aquela aventura inesperada.
Caso goste deste conto faça seu comentário e envie para
hallydanny@bol.com.br

Este é o ultimo conto do livro a ser lançado dentro de poucos dias
Porquê me tornei Gay?</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>AULA PARTICULAR NA MINHA CASA</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/aula-particular-na-minha-casa</link>
			<description>AULA PARTICULAR NA  MINHA CASA  Autor: Hally Danny
Es estava com notas baixas em geografia, matéria que nunca me dispertou interesse. Meu professor da escola era um cara muito chato e gostava de dar em cima das meninas na sala com algumas indiretas. Algumas vezes mandava uma ou outra aluna ao quadro-negro para escrever besteiras. Sempre escolhia as que usavam as saias mais curtas, as safadinhas atiradas.
Percebi por diversas vezes que, enquanto a menina estava ao quuadro-negro ele ficava sentado se pegando. Percebi em outras ocasiões uma leve excitação, na verdade ele era um tanto tarado. 
O interessante era que ele olhava fixamente para a bunda da menina. Então disse a mim mesmo. “Este cara gosta de bunda.”
Algumas vezes, acho que para disfarçar, chamava também os meninos, mas sempre os mais bonitinhos da classe  e quanto mais mulherzinha era que ele chamava mesmo. 
Começei a sentir interesse pelo professor, por ele não, pelo pau dele. Foi ai que resolvi pedir para sentar nas primeiras cadeiras. Alegando que presisava prestar mais a atenção nas aulas. Ele sabia que eu era fraco mesmo e minhas notas não eram muito boas. Tendo ele consentido pediu a um menino para seder o lugar sem problema.
No dia seguinte, ja fui para escola com uma calça mais apertada e sem cuecas com uma tanga quase femenina.
Meu plano começara a dar certo. Ele  me chamou ao quadro-negro e pediu que eu escrevesse todos os países da europa. Para quer ir ao quadro,  eu poderia responder sentado mesmo. 
Fui ao quadro negro, neste dia eu me reveleu. Olhei para ele, dei uma sacada no pau dele e disse:
- Bem, como são muitos os paises, vou começar lá do alto do quadro.
Fiquei quase que de ponta de pé, impinei minha bundinha e dei uma discreta reboladinha. A classe toda veio a baixo com assubios e gritos de GOSTOOOOOOOOOOSA.  O Professor não se conteve, mesmo rindo repreendeu aos alunos. Como eu não sabia quase nada de geografia do Brasil, como eu iria saber da europa. Acho que aida consegui lembrar de alguns mais conhecidos.  Demorei um pouco para lembra mas lebrar de que se eu nao sabia de nada. 
O professor me mandou sentar. Fui até seu birou pegar o apador e dei uma olhada firme naquele desejado pau.
 - Professor, estou precisando de reforço, o senhor conhece alguem que possa me ajudar?
- Tenho dois dias na semana, um pela manhã e outro à tarde, procure se programar e me diga.
- Vou combinar com minha mãe o senhor vai la e acerta com ela o valor da aula.
E asim fizemos, minha mãe ficou até satisfeita por meu interesse de receber reforço. Coitada dela, não podia imaginar que o reforço que eu estava querendo era outro.
Meu pai estava em um congresso de medicina em Brazilia e seu escritório meio consultório estava livre para minhas aulas, sugestão de minha propria mãe. Coitada, tão inocente que não se tocou que  no consultório havia alem de um birou uma cama de exame ginecológico.
Fomos então para o consultório, minha mãe para seu plantão e só retornaria no dia seguinte.
Começamos com repassar todas as minhas provas para saber quais foram meu erros. Fui em meu quarto para apanha-las deixando o professor sozinho no consultório.
Ao retornar encontrei o professor sentado, foleando um dos livros de ginecologia de meu pai. Exatamente fixado em uma página onde aparecia uma mulher na posição de parto.
- Olha Hally, a posição desta mulher toda aberta nesta cama.
- É assim que as mulheres dão a luz. Voce não sabe? Ou só conhece de geografia.
- Da geografia das mulheres eu entendo muito bem. Veja só que vargina imensa.
 - Deixe isto para lá, eu não gosto nem de ver estas coisas. Olha aqui as provas vamos recapitular.
O professor pediu só mais um tempinho para terminar de folear o livro. Sentamos lado a lado e fomos vendo os quesitos onde eu havia errado nas provas. Para a partir daí, ele ter uma noção por onde começar a aula.
Senti que ele ao passar do tempo foi ficando mais perto, chegando a colar o braço no meu braço. Fiz de conta não perceber nada e não me encomodei com aquilo, aparentemente. 
Depois de revistadas  as provas, ele me pediu para trazer os livros e um copo dágua. Sugeri que fosse comigo ate a copa e beber la mesmo,  insistiu em que eu pegasse  o copo. Não fiz questão fui primeiro pegar.  Entreguei e retornei à meu quarto para pegar os livros.  Fiz questão de demorar mais que o tempo necessario de ir e vir, deixando-o a vontade no consultório, para justificar minha demora aproveitei e troquei de roupa usando um short curto e apertado e por baixo, a cueca curtinha que fui para escola no dia que escandalisei.
Quando entrei no consultório ele estava vendo as provas copilando os quesitos errados para que eu efetuasse as resposta corretas. Coloquei os livros sobre a mesa aproveitando para dar aquela impinadinha.
Ele então pegou sua cadeira e fosicionou no lado oposto à mesa. Fiquei sem endender  a razão daquela troca. Não levei muito em conta, afinal era o primeiro dia de aula haveriam outras oportunidades.
Fazia sentido, ele me perguntava a resposta errada e consultava o livro passando-me na pagina onde abordava o assunto.
De repente ele me pergunta.
- So mora você e seus pais aqui?
- Sim. Praticamente fico mais tempo só que com meus pais. Ele trabalham muito e me deixam a vontade. As vezes vem meus primos para ficarem estudando aqui.
 - Mas eles ficam estudando aqui no consultório?
 - Não. Ficamos em meu quarto estudando e vendo video.
 - Sim. Imagino muito bem, primos adolecentes no mesmo quarto assistido videos. Com certeza pornôs.
- As vezes sim. Mais, quando vem o meu primo  de 26 anos. Ele não pode ver em casa,  só tem video na sala e ele tem umas irmãs pequenas que sempre estão em casa.
- Que tipo de filmes vocês veem? 
- Aventuras; Guerra; Comédia e etc.
 - Quero saber o genero dos filmes pornos que assintem.
- De tudo. Meu primo tem um amigo dono de uma locadora e sempre lançamento ele pega para ver. Já vimos até de mulher com mulher.
- A proxima pergunta? 
Assim a coisa ia tomando rumo que eu queria. Não demorou muito ele perguntou.
- Você aqui dentro, como vai saber que alguem esta querendo entrar na casa.
- Não tem nimguem para entrar na casa, não vem sem marcar. E se chegar alguem toca o interfone daqui da para escutar.
Comecei a perceber que ele estava mesmo querendo saber se corriamos o risco de sermos fragados de alguma forma. Cuidei logo de despreocupa-lo desta possibilidade.
- Professor, muitas vezes que fico sozinho passo a maior parte do tempo pelado dentro de casa. Sò visto sunga quando vou tomar sol na piscina. Tem um vizinho que vive brechando quando eu vou tomar banho. É um coroa acho que com mais de 50 anos.
- Como voce sabe que ele vai lhe brechar?
 - Uma vez, ele estava me brechando eu tirei a sunga e fiquei pelado. Ele quase que endoida. Se lambia todo mordia os lábios, nao teve o que fazer colocou uma cadeira, subiu e foi irrigar umas samambais na varanda o pau dele quase saindo da cueca. Eu de proposito, fiquei deitado numa toalha na beira da piscina com o bum bum impinado. Coloquei meu oculos escuros e fiquei com a cabeça virada para um lado e os olhos olhando o desespero dele.
 - Mas isso lhe atrai dar desejo? Provocar os outros e ainda um coroa de 55 anos? E em que terminou esta provocação?
- Ele desceu da cadeira ficou na varanda. Eu so via o braço dele se movimetando em uma deliciosa punheta até que vi seu braço parar e ele em desespero abrir a boca e fechar os olhos. Comprovadamente uma bela gozada.
- Quando ele ainda batia em desespero, fiquei de quatro para o lado dele vendo aquela movimentação de vai e vem.  Aquilo me excitou, fiquei de pé com o pau  duro em sua direção e mergulhei na piscina. A partir deste dia, ele so nao me brecha quando tem visitas. O fato de ficar nu com pau duro em sua direção, ficou comprovado a minha permisão para que ele se masturbasse todas as vezes que eu estivesse ali.
Observei o interesse do professor na minha história e percebi o quanto ele permanecia com um braço para baixo da mesa. Não podia olhar por baixo por não se tratar de uma mesa com o tampo sobre as pernas, havia  uma parte metálica na frente do birou. Passei então a articular como fazer para saber se ele estava de pau duro. Meu pau, lembraando da provocação ao coroa já estava ha tempo de explodir. Resolvi perguntar.
- O senhor quer mais agua eu agora vou tomar, ou melhor não quer um suco?
- Um suco cai bem, de preferencia laranja.
Aproveitei a deixa, entreguei minha prova para ocupar sua outra mão no intuito de deixar o seu pau descoberto caso ele tentasse esconder.
Levantei rápidamente e dei uma olhada firme,  o que vi não foi surpresa. Ali estava um cacete duro prestes a explodir. Fui à cozinha abri uma caixa de suco de laranja e trouxe para ele. Dexei derramar um pouco do suco na bandeijinha do copo e ao entregar, bem perto a ele, fiz com que o suco da bandeija caisse sobre seu pau ainda quase totalmente duro. Pedi desculpas mas sem demora fui tentar rapidamente como se fosse por impussividade reparar meu erro. Mas asim mesmo cheguei a tocar com os dedos naquele pau quase duro. Pensei que ele fosse ter uma reação de aborrecimento mas me pareceu exatamente o contrário.
- Onde posso passar uma toalha molhada para que não fique a mancha na calça.
 - Eu vou pegar uma toalha para o senhor.
Corri no banheiro peguei a toalha de rousto, dei uma boa molhada e trousse para ele.  Logo ficou de pé e começou a passar a toalha na mancha do suco localizada mesmo sobre o pau dele. Neste passar da toalha, o pau dele foi tomando volume, A calça molhada mostrava bem o formato daquele cacete. Seus movimentos pareciam mais uma masturbação.
- Agora seria bom uma toalha enchuta para absolver um pouco a agua. Se chegar alguem como vou me sentir.
Levantei-me e fui pegar uma tolhada seca. Quando voltei ele ja estava com a calça abaixada apenas a cueca de fora cobrindo o pau duro feito uma rocha. Quando entreguei a a toalha, ele meteu por dentro da cueca tentando enxugar o pau liberando por vez aquela vara enorme de cabeçorra.
- Professor, o senhor é um cavalo. Que puazão.
- Ele ainda fica maior, depende dos agrados. Mas ta bom pode chegar alguem.
Eu quase não deixei ele terminara fraze.
- Não. Não vai chegar ninguem fique a vontade.
O professor já não tinha mais duvidas do que eu estava querendo.
 - Se é para ficar a vontade! Então deixa eu enxugar melhor.
Ele pegou a toalha pasando nos ovos de baixo para cima deixando aquela vara dura como uma rocha, e passava a toalha na vara toda do tronco até a cabeça enxugando com movimentos de masturbação.
- Estou vendo que o senhor vai terminar é gozando.
- Pior que eu já estou quase gozando. A historia de voce mostrar a bundinha para o coroa me deixou louco.
- E por que não goza? Fique a vontade já tem uma toalha molhada para se lavar e uma enxuta para enxugar. O que esta faltando?.
- Só falta uma mãozinha! Voce me ajuda?
Era tudo que eu queria mesmo, nasci para ser putinha provocadora.
Ele ja foi dirigindo-se para perto de minha cadeira e direcionando o pauzão duro bem na minha boca.
- Chupe agora meu pau menino. Sinta um sabor de laranja, sugue meu leitinho. Engula toda pica de seu professor. Sinta ela toda dentro de sua boca.
-  Delicia professor, quero hoje ser sua putinha, percebi o senhor olhando para minha bundinha na sala de aula e ficando quase de pau duro.
 - Menino de bunda linda eu gosto. Hoje a primeira aula vai ser de chupada, a proxima vou meter minha vara toda em seu cuzinho. Chupe que ja estou quase gozando.
- Goza professor, goza na minha boca. Quero suco de laranja com leite.
De repente sinto os jatos fortes e quentes dentro de minha boca e minha cabeça sendo arrastada com força fazendo o pau entrar todo na minha boca me causando engasgo.
Com aquele pau todo melado de esperma ele esfregava na minha face que deslisava do queixo a testa. Arrebatei meu pau do short e mandei uma masturbação imediata me causando um enorme prazer.
Depois destas gozadas não continuamos mais  ele ja estava a mais de uma hora dando aula e o trato com minha mãe foi de uma hora.  Marcamos para outro dia a segunda aula. 
 - Na proxima aula voce vai me mostrar como funciona aquela cama.
Depois desta aula, tivemos umas 6 ou 8 e todas as vezes que ele ia em minha casa nós gozavamos muito.
Caso goste deste conto faça um comentário e envie para
hallydanny@bol.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>CONFIÇÕES ERÓTICAS</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/conficoes-eroticas</link>
			<description>CONFIÇÕES ERÓTICAS   
              AUTOR: HALLY DANNY 
Este conto é a continuação do              DE VOLTA AO CLUB DOS MÉDICOS II

Depois de muito insistir em saber da história, resolvi voltar ao assunto da apresentação de meu pai a seus amigos. 
Como ja lhe contei, meu pai fragou eu e meu primo fazendo sexo, porem nao ficou só nisto, no dia seguinte a minha transa com meu primo, voltei à casa da praia com meu pai para pegar o resto das coisas que haviam ficado lá. Arrumamos tudo na camionete. Fizemos um almoço rápido,  ele foi se deitar para descansar e eu fui para meu quarto.
As janelas que davam para àrea externa possuiam umas tramelas aparafusadas  e que nao eram muito praticas de abrir. Como estava muito calor, deitei-me só de cueca. Passei então a lembrar do ocorrido ali com meu primo e isto me deixou excitado o a lembrança me fez esquecer tudo em volta de mim. Passei então a roçar meu pau ja bem duro no colchão
Quando me dou conta do que eu estava fazendo, ólho para a porta do quarto e vejo meu pai segurando firme em seu pau duro olhando para minha bunda. Fiz de conta que não percebi a presença dele e continuei a roçar mais ainda e para aumentar o desespero de meu pai, peguei o travesseiro ecoloquei sob mim deixando minha budinha mais impinada ainda. 
Discretamante dei uma olhada para o pau de meu amigo e para minha quase surpresa já dava sinal de vida. Não estava completamente duro mais já dava para perceber tao volumosso era. 
 - Cara você esta se mpogando com a história! Esta excitando-se.
- Eu não estou me excitando, voce é que esta me provocando com sua bundinha impinada rebolando para a rola de seu pai.
Neste breve bate papo, o pau dele  se mnifestou de vez, 
 - Cara seu pau esta completamente duro e como é grande.
 - Continue sua história,  quero agora saber em que deu sua provocação. Só em escutar sua conversa eu estou com tesão, imagino seu pai vendo voce rebolando a bundinha para ele. Não tem pau que não suba.
Nesta conversa, sentir que ia rolar alguma coisa. Meu amigo dava cada apertada no pau dele que doia na minha garganta. Eu ja estava me preparando para encrementar o relato e cuidei logo de ficar tambem de pau duro.
 - Você também está de pau duro.  Esta vendo, você foi a vítima na estória e ainda fica de pau duro.
 - Eu não fui a vítima na historia, eu fui o contemplado com uma bela, grande e grossa rola na minha bundinha. Na verdade a vítima foi minha bundinha que sofreu bastante para aguentar toda aquela vara.
- Quer dizer que seu pai fudeu sua bundinha? Deve ser muito boa mesmo que nem o pai resistiu e passou a vara em voce. Com certeza você deve ter gostado e muito. Não foi seu safado?
- Na hora eu não sabia se tinha gosto de pai ou de primo, se bem que a de meu pai é quase que duas de meu primo. Mas a minha tara estava tamanha que aguentei com muito prazer. Ele com as lambidas que dava em meu cuzinho, me deixava em ponto de bala.
- Você também chupou o pau de seu pai?
 - Sim, claro, esta é a parte mais gostosa. Sentir aquela rola grossa todinha na minha boca e ouvi-lo dizer.
- Chupa a pica de painho. Lambe ovinho de painho. Voce gosta de ser viadinho. Vou lhe ensinar como dar seu cuzinho gostoso. Vou ensinar bem muito a meu filhinho dar este cuzinho. Vai aguentar minha pica todinha na sua bundinha. Ai que delicia de chupada. Cupe a pica de painho bem muito vai filhinho.
Meu amigo já estava em desespero.
 - Cara, você está me deixando louco de tesão, estou que não aguento olha como esta meu cacete.
Nisto, ele ja começava a descer o zipe a desatarcar o cinto da calça colocando todo aquela vara para fora  com a cabeça bem meladinha.
Não resisti aquela ação dele e cuidei logo de ajudar a melhora aposição de seu pau libernado-o todo colocando os ovod para fora da cueca e sua vara ficou toda fora. Não deu um segundo para ele puxar minha cabeça para o colo dele mandando-me chupar.
 - Chupa minha vara agora cara. Faz do jeito que você fez com seu painho. Sente o sabor de meu leitinho ja quase pronto para jorrar em sua boquinha.   Isso engole toda, deixa bater no fundo de tua garganta. Agora tira toda da boca e lambe meus ovos e vai lambendo a vara toda até a cabeça. Sente ela latejando de desejo por esta boquinha.
- Delicia de vara, eu não pensei que ia chupar você.
- Chupe toda, se delicie com minha vara quero gozar na sua boca. Voce vai sentir o gosto de meu leite. Sua boca é gostosa assim, imagino seu cuzinho todo enfiado na minha vara.
- Goze na minha boca, quero beber seu leite todo, sinta que esta sendo chupado por um viadinho que adora rola.
 - Chupe toda, engula toda que eu vou gozar na sua boca. Você vai tomar leitinho quente meu viadinho safado. Agora aperta meus ovos para sai bem muito leite viadinho vai.
Quando segurei os ovos dele, sentir jatos de porra  bem na minha garganta.  Jatos fortes e demorados com leite quase pastoso. Deixei ainda uma parte escorrendo na minha face para ver pelo retrovisor minha face toda melecada de esperma.
- Cara eu nunca pensei que ia dar uma gozada desta. Que delicia de boca. Quero agora sentir o sabor de seu cuzinho.
Nos recompomos e seguimos viagem meu amigo estava tao tarado que nao lembrou nem de para o carro.
Ele me deixou em casa, agradeceu pela boa gozada e marcamos uma nova viagem desta vez para irmos ao club.
Eu ja estava pensando na rola do mestre de obra que percebeu quando o moreno desceu a ladeira vindo logo atraz de mim.
Acredito que ele saiba que os médicos frequentadores do club me comeram. E eu quero mesmo é que ele saiba e quando eu voltar lá vou provocar o mestre para que ele faça uma boa obra no meu cuzinho.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>DE VOLTA AO CLUB DOS MÉDICO</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/de-volta-ao-club-dos-medico</link>
			<description>DE VOLTA AO CLUBE DOS MÉDICOS  (06/08/2011)
                      Autor:     HALLY DANNY
Certo dia meio nublado ao sair da escola,  um amigo me pediu para acompanha-lo até a casa do tio dele no interior pegar umas plantas para fazer cha para  a mae dele. Alegou esta a pista, molhada e nao gostaria de ir só. Nao fiz cerimonha,  o acompanhei mesmo sem saber onde iria. Por conincidencia na mesma estrada do club dos médicos onde vivenciei muito boas experiencias sexuais. Quem leu meus contos
 SABADO DE ORGIA NO CLUB DOS MEDICOS EPISODIO I e
SABADO DE ORGIA NO CLUB DOS MÉDICOS - EPISODIO II 
Sabe muito bem o que senti ao passar na frente do club, lembrando de todods os prazeres vivenciados naquele paraiso. Fiquei com uma anciedade enorme para contar os acontecimentos ali vividos. Resistir muito, contra a minha vontade. Mas não resistir ao passar na volta e pedir a meu amigo para dar uma rápida entrada no club. Meu amigo pergunta para mim.
- Voce conhece este lugar? 
- Sim ele é muito especial para mim.
 Não me contive  e iniciei uma breve conversa. Mas sem perceber dei uma pegada com força em meu pau apertando-o com força  e em seguida dizendo.
- Já estou até ficando de pau duro só em lembrar o quanto foi bom.
- Voce comeu alguem por aqui?
Aproveitei a deixa para aprofundar mais no assunto.
- Eu vim aqui com meu Pai que é socio do club e ele me apresentou a uns amigos dele tambem médicos.  Para mim, foi uma grande surpresa os assuntos falados na ocasião. So se falava de sexo e com muita putaria. A minha surpresa, grande surpresa, foi os amigos de meu pai  saberem de um fato acontecido na minha festa de aniversario na casa da praia. 
Logo indagou meu amigo que ja se interessava até de mais peloos meus relatos.
- Meu Pai fragou em silencio, eu fazendo sexo com meu primo de 18 anos 
(SEDUZIDO POR UM PRIMO DE 18 ANOS)
- Seu pai então relatou para os amigos dele que voce teve uma relação com seu primo? Com qual interesse ele levou ao conhecimento dos amigos, ter um filho GAY?  Ai tem coisa.!!!
- Pior que tem mesmo.
- Quero saber esta história bem direitinho, nunca pensei que voce tivesse interesses por homens. Nunca vi voce como um Gay.
Neste ínterim, fomos chegando  na sede do club que estava vazia só haviam alguns trabalhadores efetuando reparos de reforma e manutenção da sede.
Passei então a ver o que os trabalhadores estavam fazendo  nas salas. Entrava numa e em outra, na verdade eu ja estava querendo mesmo era ver algum trabalhador interessante por lá. Meu amigo, me acompanhava e perguntava sobre o club e eu não sabia que ele tinha interesses por contrução civil. Ele falava detalhes sobre o procedimentos dos operários.
Em uma das  dependencias, encontramos o mestre de obras, muito antigo no club, ele sempre cuidou desde a construção,  manutenção  e nas reformas. Este senhor me conhecia atravez de meu pai que foi diretor do club por alguns anos. Eu Quando pequeno frequentava com meu pai e minha mãe tambem médica. Mas não guardo muitas lembranças desta epoca.
Ao encontrar seu Luiz, mestre da obra, apresentei meu amigo a ele que logo começaram a falar sobre a obra. Aproveitei a oportunidade para me distanciar de meu amigo em busca de coisa interessante. Me dirigi de imediato ao parque aquático.
Tive a sorte que precisava.  A piscina estava vazia e a reforma estava sendo nos banheiros.
Ao entra no banheiro dei de cara com um operário moreno claro estatura mediana com umas pernas groças de fazer inveja a qualquer mulher. Suas pernas estavam bem visiveis pois sua bermuda estava apertada e curta. Entrei comprimentei-o  ele asustou-se um pouco.
 - Bom Dia! Desculpe se lhe assustei.
- Desculpado. Mas sabe , eu estava aqui sozinho não imaginei que podesse entrar alguem. E  quando se esta sosinho em um banheiro fica-se pensando uma porção de besteiras.
- Mas voce não estav fazendo nada de errado. Meu pai é medico e ja foi diretor daqui e eu estou de passagem. 
Aproveitei para jogar um pouco da mulherzinha que esta dentro de mim.
- Para que tanta pressa? Fique mais um pouco, estou sozinh, só posso sair daqui  para o almoço, as 12:00h.,  ainda tenho  uns minutos para largar.Voce gosta de vir aqui no club? Qual a parte daqui que voce gosta mais.
 - A que eu gosto mais é da sauna e depois da piscina. Estes chuveiros são muito bons. Por que esses chuveiros teem mais força que os de la de dentro da sede?
- Voce ainda nao viu que as caixas desses chuveiros ficam la em cima do barranco? Você nunca foi la. Eu ja terminei a troca do registro geral e agora vou ter que ir abrir o registro principal para testar o serviço. Quer ir ver?
Nada podia ser melhor que aquele convite,  subir o barranco no meio da mata com aquele moreno   dono de umas deliciosas pernas.  Eu ja começei a imaginar coisas.  O que ja me deixou quase excitado e que logo foi percebido pelo moreno. Que de pronto percebeu e deu uma pegada com firmesa em seu pau. Não deu para perceber muita coisa, sua bermuda estava muito apertada e não havia espaço par que seu pau se espalhasse. Mesmo assim percebi  um considerado aumento no volume nas imediações de seu pau. Isso ja me deixou quase que completamente excitado
Nos dirigimos para o barranco, ele na frente eu atraz , quando ja estavamos bem proximos, ele sofreu ou fez haver sofrido uma furada no pé.  Abaixou-se para ver a furada e pediu que eu fosse na frente pois ja dava para ver as caixas d’agua. Caminhei na frente e logo ele caminhou tambem,
Resolvi olhar para traz e percebi ter ele retirado seu pau ja duro de dentro da cueca e posto por dentro da perna da cauça ficando  o volume bem a mostra. Diante daquela situação ja não havia mais duvida de que eu iria ser fudido por aquele moreno das pernas gostosa.
Ao chegar-mos junto as caixas d’agua que por sua vez era fixadas no solo ele mostra o registro geral na parte inferior da caixa e pergunta se eu sei como abrir. 
- Sei sim. Tudo que abre é para esquera e o que fecha para direita.
- Nem tudo é assim. Ttem coisa que para abrir é  colocando para frente e para traz. Voce precisa aprender esta tecnica.
Eu abaixado quase de quatro tentando abrir o registro mestre, ele vem  logo me encoxando por traz  com seu pau duro ainda por dentro da calça falando no meu ouvido.  
- Tem que abrir bem lentamente para nao estorar o camo, vai abrindo devagar e sentindo a agua passar.
Eu, sentindo aquela tora quente encostada em minha bundinha, me fez abrir lentamente aquele regitro. E ele dizia em meu ouvido.
- Isto, abre bem lentamente e sente a o tremor da agua no cano, sente vibrar bem lentamente descendo gostoso. Consigo sentir o tremor de sua mao aqui no meu cano.
- Quero sentir a agua entrando no cano, eu ja abri toda, mais ainda sinto uma vibração, agora  na minha bundinha.
 - Agora voce vai sentir o contrario, vai sentir meu cano entrando em sua bundinha. Vou jorrar meu liquido todo dentro de sua deliciosa  bundinha.
Aquilo ja me deixava em desespero, nao esperei muito e ja fui esfregando minha bundinha com vontade naquela  tora. Ele ja rapidamente expoe de uma vez, seu pau duro  fora de sua bermuda  e arriando minha calça,  centralizando bem no meu cuzinho que ja  latejava  de vontade de receber toda aquela maravilha. Fez ele duas tentativas de penetração mas estava faltando lubrificação. Para isto abaixei-me diante do monumento e começei entao a lamber com vontade. Deixando-a bem meladinha, virei-me e posicionei meu cuzinho bem na cabeça daquele pau que de repente feito um animal empurra-o com força indo de uma só vez e queimando meu cuzinho.
Dei um pequeno grito fazendo-o parar com ela toda dentro.
- Ja foi toda. Espera um pouco e sinta toda dentro, depois voce vai mechendo lentamente com ela toda dentro deste cuzinho apertad.Quando estiver pronto eu tiro e boto outra vez  com mais carinho e prazer.
- Assim voce me machuca todo, quero devagar para sentir entrando  toda lentamente. Agora me fode gostoso, bate com tuas pernas nas minhas coxas, quero sentir suas coxas batendo em minha bundinha
- Sente meu pau todo dentro deste cuzinho, era isto que voce estavva procurando eu percebi seu olhar para minhas pernas e meu pau.
- Eu queria sentir sim toda dentro de mim. Mete! mete toda. Goza rápido que meu amigo esta esperando por mim.
- Quer leitinho na bundinha quer? Tome viadinho gostoso.  Tome leite tome.
Sentir de repente os jatos quente jorrando dentro de mim e aquela paradinha para os ultimos jatos e um aperto na cintura e a retirada daquele pau todo lambuzaddo de esperma.
Foi então uma aventura inesperada, o que eu na verdade mais gosto é de  ser um viadinho na oportunidade certa.
Quando desci ja encontrei meu amigo com Sr. Luiz na beira da piscina, me juntei a eles como sa nada tivesse acontecido. Meu amigo olhou para mim e ja disse em seu olhar ter percebido que eu nao estava sozinho por ali.
Quando eu chego junto a eles, seu Luiz deu uma olhada para as caixas do barranco exatamente na hora em que o moreno aparecia na nossa frente. 
Seu luiz por segundos parou de falar e olhou para o moreno olhou  para mim  e em seguida continuou a falar. Aquele silencio foi a confirmação de que teria havido alguma coisa. Percebi que seu Luiz ao continuar a sua conversa ja passou a ficar segurando em seu pau apertando como se estivesse interessado em faze-lo ficar duro.
Nos despedimos e fomos em direção ao carro. Meu amigo olhava para mim e fazia um ar de riso. 
Quando sentamos no carro ele foi logo dizendo:
 - Quero saber o resto da historia que voce começou quando vinhamos pra o club, mas antes quero saber de sua historia de hoje seu safado.

 Caso goste, faça seu comentario para 
hallydanny@bol.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/desta-vez-doeu</link>
			<description>Desta vez doeu
Oi pessoal estou de volta, só pra lembrar vcs escrevi dois contos que são verdadeiros como este, o primeiro foi dei o cu pela primeira vez e gostei e o segundo foi minha primeira chupada, vamos ao próximo conto, pra quem não me conhece sou branco tenho 1 MT e 70 cm, hoje me encontro numa cadeira de rodas devido ao um acidente, sou bem alegre e sou casado e preciso de bastante descrição, vamos ao conto quando vim morar aqui no Guarujá conheci algumas pessoas e formamos um grupo pra tomar cerveja nas noites, eu sempre azarando a mulherada (pois sou homem e não gay, só curto transar com homens às vezes), no grupo tinha três gays, o Ney, o Toninho e o Valdecir, bom numa noite o Ney me ofereceu uma carona e eu aceitei, fomos tomar mais cervejas os dois somente, já era umas duas da manha e eu tava num tesão danado, ele também estava com tesão, começamos a falar de sexo, ate então não sabia que ele era gay, e eu queimava neste dia de tanto tesão, pagamos a conta e fomos em direção ao carro dele era uma caravam (bem espaçosa dava pra fazer loucuras La dentro rs) entramos no carro e fomos andando ele perguntou se eu queria ir direto pra casa, eu disse que ele que sabia, pois não estava com sono, ai ele disse então vamos dar mais uma volta, eu disse que sim, e fomos com destino a uma praia La no Guarujá, paramos o carro de frente ao mar estava bem escuro, começamos a conversar e o papo foi mais uma vez pro sexo, ele me perguntou se eu já tinha ficado com um homem e eu prontamente respondi que SIM, ele perguntou se eu tinha gostado eu disse que foi uma experiência legal que eu gostei, ai ele perguntou se houvesse uma outra oportunidade o que eu faria, neste momento eu peguei no pau dele por cima da calça e o danado já estava duro, uma rola linda de 18cm e 4,5cm de largura e bem cabeçuda do jeito que gosto, eu não curto muito beijar boca de homem, mas neste dia o tesão era tão grande que ele me beijou e eu correspondi, tirei seu pau pra fora da calça e comecei a punhetar a tora Ele tirou o meu pau pra fora da calça e começou a chupar, boca de homem e uma delicia fazendo um boquete, daí falei pra ele que era minha vez e cai de boca na tora dele ele gemia alto e meu tesão aumentava, ele começou a passar a mão na minha bunda eu como uma bom safado tirei a calça e a cueca, daí pedi pra ele brincar no cuzinho que já estava piscando, e ele começou a brincar gostoso e eu rebolava de tesão com sua pica na minha boca, depois de um longo tempo nesta sacanagem pedi a ele pra sentar no seu pau ele disse que tudo bem, mas era pra eu ir com calma, acho que estava surdo na hora, pois fui pra cima dele com tanta fome coloquei seu pau no buraco do meu cu e soltei meu corpo com tudo, gente que dor desgraçada que senti, sai correndo de cima dele e o cu latejava e doía, ele falou: te avisei vai com calma. Daí falei pra ele da um tempo pra para de doer, pois quando dei o cu aos 14 anos não tinha sentido nada depois desta vez foi só chupada nada de dar o cu, pois gosto mesmo e de chupar uma rola, ele disse se eu queria tentar de novo eu falei que sim que queria gozar e fazê-lo gozar ele pediu pra eu comer seu cu primeiro, me coloquei atrás dele, pois ele ficou de quatro encostei a cabeça no seu cu e fui rebolando e a rola sumindo no seu cu, daí comecei a meter forte e gozei muito gostoso, daí ele falou pra eu ficar de lado e relaxar, pois era a vez dele ele tirou algo do porta luvas acho que era ky e passou no meu cu e no seu pau e começou a forçar a entrada meu cu não resistiu muito, pois eu já tinha arrombado ele minutos antes rs, daí comecei a sentir uma dorzinha La no fundo muito gostosa e comecei a rebolar o cu na vara dele e mordia meu pescoço e comia meu cu com gosto depois de acabar com meu cu ele gozou muito duas vezes seguidas, saiu tanta porra que meu cu não conseguiu segurar tudo e vazou muita porra no banco do carro e na minha perna, então pessoal nos fomos embora, continuamos saindo com a turma, mas transar nunca mais não sei explicar porque, espero que gostem e quero pedir desculpas as pessoas que entraram em contato comigo através do email marciocadeirante@hotmail.com, mas tive que deletar ele por motivos de segurança, mas se quiserem contato comigo podem enviar para mrgamineiro@hotmail.com, que terei prazer em falar com vc, mas somente posso sair com pessoas que moram em santos ou região, pois sou casado e não posso viajar e preciso de muita descrição, só quero momentos de prazer com uma rola dura, sou passivo com homens, mas não gosto de violência e sim de prazer.</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Chupada no Velhinho da Rua</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/chupada-no-velhinho-da-rua</link>
			<description>Chupada no Velhinho da Rua
Como costumo me apresentar em todos os contos, curto sexo fácil. Passei na rua, olhei, gostei, fui. Simples assim e rápido também rs...
Os tipos que eu curto são bem abrangentes, quase não faço assepção. Sendo homem, nada efeminado, to dentro.  Nada de preconceito, é tesão mesmo.
Sou um cara de família, pacato, quieto, mas esse meu jeito meio mineiro, esconde o vulcão que eu sou na cama e o tamanho da minha devassidão. Sou homem porra, gay, mas homem e gosto da coisa, gosto de sexo tá ligado. Sexo com muita saliva, curto que cuspam em mim, que mijem na minha cara. Porém claro, o cara tem que fazer tudo isso com muito carinho, com cara de safado, nada disso de bater ou humilhar, apesar de ter apanhado na cara uma vez de um louco que me comia e de repente começou a me bater, parei na hora e a gente quase saiu no tapa. Tudo tem um limite!
Sempre andei a noite, pelas ruas próximas de onde moro, a procura de sexo. Nada de shortinhos curtos, quase nu, nada disso. Garotão mesmo, camiseta, bermudão e chinelo.
Passei por uma rua e vinha em minha direção um senhor de meia idade, normalzão, de calça de moleton branca. Passamos um pelo outro, nos entreolhamos, olhei pra trás ele Tb me olhava. Andei mais um pouco, olho pra trás e ele novamente estava me olhando.
Na esquina, contornei o quarteirão e percebi que ele também o fez. Na outra esquina, ele veio em minha direção, fomos chegando devagar, já estávamos num local meio escuro e já fui pegando no pau dele ainda mole, sem dizer sequer um oi, uma só palavra, nada.
Ele disse que precisávamos de um local mais tranqüilo, pois ali, alguém poderia ver. Logo achamos uma casa sem portão, entramos, já fui abaixando aquela calça e encontrando uma rola grande, grossa e cabeçuda. Não tenho a sorte de encontrar nunca, um cara de rola pequena pra me comer viu, uma merda esse azar. Mas voltando. O senhor, apesar da idade, cuidava do pauzão, tinha os pelos aparados, as bolonas lisas e aquele cheiro característico de rola lavada e guardada ainda úmida. Chego a salivar aqui só de pensar.
Já fui abocanhando, nada de só lamber a cabecinha. Fui engolindo o máximo que conseguia, esfregando meu nariz naqueles pentelhinhos, massageando minhas amígdalas com aquela cabeçona.
O senhorzinho gemia muito coitado, nunca deveria ter sido chupado como daquela vez.
Ele pegava minha cabeça e empurrava pra que eu engolisse ainda mais, percebi que ele gostava que eu fosse fundo. Uma lágrima descia pelo meu olho, tava engasgado com aquela jeba, mas é disso que eu gosto. 
Pegava na bunda dele e trazia fundo pra mim. Passava a mão pelo corpo dele, apertava seu mamilo, ele gemia. Dizia que era pra não parar de chupar, que eu chupava como ninguém e talz, isso eu já sabia rs...
Só sei que o velhinho gozou gostoso, na minha boca, ficou mole, chegou a bambear, se agachou, sentou no chão, balbuciou algo que não entendi.
Levantei e fui embora, deixando aquele senhor lá, feliz e cansado. Meu serviço já estava feito e eu satisfeito, não tinha o porque permanecer ali.
sexosalivento@yahoo.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>O Gostoso da Rola Pequena</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/o-gostoso-da-rola-pequena</link>
			<description>O Gostoso da Rola Pequena
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.
Tenho tantas histórias pra contar, tudo absolutamente verídico. Com os mais de 500 caras que já sai. Sim, mas de 500 caras. Há três anos, depois dos 500 eu parei de contar, nem sei pra quantos já estou agora. 
Mas enfim, destes 500, eu só dei pra uns 20, pois é incrível como dizem que o normal do brasileiro é 15 cm de rola. Aliás, se alguém tiver de 15 cm pra menos, por favor, eu dou casa, comida e roupa lavada e vivo uma vida de casamento e fidelidade, pois a maioria tem rola grande e eu fujo como o diabo foge da cruz rs...
Sou muito apertado, dói pra caralho e qualquer desculpa do tipo: ponho só a cabecinha, vou devagarzinho, com calma, ou é que vc não encontrou quem faça bem feito e etc. não cola. Isso é conversa pra boi dormir.
Estava num local de pegação aqui da minha cidade, do qual vou com uma certa freqüência e lá encontrei um carinha que me deixou apaixonado.
Não costuma acontecer de me ligar a um cara, mas ele tinha uma característica que depois fiquei sabendo, que me cativa; rola pequena.
Ele chegou com um grupo de amigos, eu estava sentado num banco, olhando a paisagem. Um dos seus amigos, chegou em mim, puxou papo, eu, como não gostei, fui seco mas o cara insistia e eu continuava monossilábico, até o momento em que ele perguntou se rolava e eu fui enfático, disse que não e eles foram embora.
Passadas umas 3 semanas, estava lá neste paraíso do sexo, quando veio até mim um dos carinhas daquele grupo de amigos, um que eu nem prestei atenção, pois o amigo chato que chegou em mim, não me deixou prestar atenção em mais nada, devido a sua amolação em querer algo comigo.
Esse carinha chegou dizendo que enfim, tinha me achado, depois de inúmeras buscas por mim naquele local, nos dias anteriores, tentou pegar um contato meu, com gente que me conhecia e talz. Eu fiquei surpreso, prq né, logo ali, chega um cara com este discurso.
Mas blz, fui dando corda, conversamos bastante amenidades, ele foi chegando próximo de mim, pegou minha mão e me deu um beijo filhodaputa de bom. Eu gosto assim, do tipo que chega chegando e não pergunta se pode ou não entende.
Ele foi super educado, mas ao mesmo tempo ousado. Ficamos ali nos curtindo, foi diferente. Ele levou minha mão pro seu pau, por cima da calça jeans.
Começei a apalpar, ele logo abriu o zíper e eu vi a coisa mais linda do mundo, durinha, sem pelo algum, pequenininha, branca, com a cabeça vermelha.
Fiquei louco, foi paixão a primeira vista. Chupei de verdade, fundo, roçava o nariz na barriga dele, ele ficava louco, me puxava pra cima e me beijava, sentindo o gosto da rola dele na minha boca, se misturando com nossas salivas.
E abaixava minha cabeça pra voltar a chupar seu pau. Dei um tratamento intenso no cara, ele queria me comer, começou a enfiar um dedo no meu cu enquanto o chupava. Até que ele se virou e meteu a cara na minha bunda. Me chupava muito, enfiava a cara toda, do tipo que é afixionado por bunda. Ae ele me virava pra me beijar e ae era eu que sentia o gosto e o cheiro do meu cu. Bixo, tem cheiro melhor do que esse?
Eu estava fora de mim, o cara começou a se esfregar em mim, mas eu não podia dar ali, naquele local, pra um cara desconhecido, por mais que eu estivesse com tesão.
Fui me controlando, disse pra ele que não rolaria ali, pois alguém poderia nos ver, além dele não ter camisinha. Ufa, ele entendeu e isso deu a chance de marcarmos de nos ver outro dia.
Mas eu não podia ir embora, sem terminar o serviço que começara, voltei a chupar sua rolinha, apertava de leve suas bolas, lhe causando uma dorzinha gostosa, ele gemia de prazer, até que o que eu mais esperava veio e eu não tive dúvidas, foi direto pra minha boca.
Continuei chupando, o cara ficou mole, tentava tirar minha cabeça, dizendo que estava sensível, mas eu não parava. Eu gosto da sensação da rola mole na minha boca. Aliás, se duvidar, fico horas chupando uma rola. Boto um DVD de filme pro cara assistir, enquanto eu chupo sua rola, não preciso da sua participação, isso é o de menos rs...
Após o gozo, conversamos mais um pouco, eu realmente tinha gostado muito do cara, pelo seu modo safado de fazer sexo e claro, pela ferramenta em extinção que ele tinha no meio das pernas. Eu fiquei deveras apaixonado, mas não deixei transparecer, fiz até cu doce, mas na medida certa, pra ele não desistir de mim.
Depois, num próximo relato, eu conto pra vcs, como foi uma das minhas melhores trepadas com esse carinha, pois acabamos ficando juntos por um tempo. Rolou até um exame anti HIV de ambos, pois a gente queria coisa séria, então, tínhamos que tomar todas as atitudes necessárias. Ambos estávamos limpos. Não que transaríamos sem camisinha, mais pela segurança em si. Entretanto, durou pouco tempo, o suficiente pra ser inesquecível.
Saudades dele chafurdando aquela cara na minha bunda, mordendo minhas pregas, querendo colocar a cara toda dentro do meu cu. Nada desses carinhas que dizem gostar de chupar um cu mais ficam com aquela linguinha pra fora, uma frescura, que não causa tesão nenhum. 
Ele metia a cara mesmo. E quando me comia, de frango assado, enfiava uns dois dedos na minha garganta, no fundo, me fazendo engasgar. Mas depois da transa era super carinhoso, me pedindo desculpas, se tivesse me machucado.
Meu, não é pra casar um cara assim. Mas é isso, numa outra oportunidade eu conto mais.
Abração!
sexosalivento@yahoo.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Mijei no Carinha</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/mijei-no-carinha</link>
			<description>Mijei no Carinha
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e proletários.
Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que não curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfação do parceiro.
Eu sou passivo, mas claro, meu pau fica duro sim e adoro me punhetar enquanto me comem. Mas não curto que me chupem.
Neste dia foi diferente. Fui num local de pegação daqui da minha cidade, um local super movimentado por gente interessada estritamente em sexo fácil, rápido e descomplicado. Entretanto, neste dia, não havia quase ninguém, o que eu prefiro, pois posso me soltar mais, ficar mais a vontade.
Chegou um cara perto de mim, novo, magro, de bermudão, camiseta e boné, super machinho.
Batemos um papo, coisa difícil de acontecer, mas valeu a pena, pois nesta conversa ele me contou que curtia umas humilhações, que mijassem nele, cuspir e talz.
Aquilo foi me dando um puta de um tesão, pois eu Tb curto muito isso, mas sem a humilhação. Como sou passivo, não tinha imaginado provocar isso em alguém, mas aquele cara começou a me deixar maluco. E o cara ficou vidrado em mim. Faço o tipo popular, comunzão, fora de forma mesmo, rola pequena, entre 14 e 15 cm.
Mas aquele cara foi me deixando maluco, falando muita sacanagem e besteira pra mim, eu fui dando corda pra ele, comecei a massagear meu pau, tirei pra fora ele pediu pra chupar, deixei.
O cara chupava com gosto mesmo, babava muito e olhava pra mim como se esperasse algo mais. Não tive dúvida, mandei uma cusparada bem no meio da cara dele e fui espalhando pela sua boca e pela minha rola, se misturando com a saliva dele.
Eu massageava com o pé a rola dura dele e com o tempo com ele ali me chupando, foi me dando uma vontade grande de urinar. Falei pra ele, ele parou por um momento, com um pouco de dificuldade comecei a mijar naquele boyzinho, na sua cara, no seu corpo, sua camisa começou a ficar enxarcada, ele voltou a chupar novamente e eu mijando na boca dele, enquanto ia tomando meu mijo.
Bixo, eu fiquei maluco, puta que pariu, eu, um passivo do caralho, invertendo pela primeira vez os papéis, justamente com aquele espécime que eu não deixaria passar numa outra situação.
Logo gozei, o cara bebeu e engoliu tudo, absolutamente tudo. O cara ficou tão a fim que combinou comigo de no outro dia, eu bebesse muita cerveja e fosse pra lá, pois ele queria se alimentar com o meu mijo.
Não fui claro, sou passivo meu, aquilo foi só um lapso rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar outras histórias que acontecerão no decorrer da vida.
 Abração! 
sexosalivento@yahoo.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Mendigo Pauzudo</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/mendigo-pauzudo</link>
			<description>Mendigo Pauzudo
É meu primeiro conto aqui, então vou me apresentar.
Sou um garotão de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa modéstia, beleza normal, mas também, quem está ligando pra isso, pelos no peito e abdômen e muito jeito de homem.
Sou do tipo que gosta de sexo fácil, rápido e gostoso. Uma simples chupeta já é o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.
Sou passivo e gosto de tipos convictos, daqueles ativos que não curtem pegar no pau do outro e que não ligam se o parceiro vai gozar ou não. Eu me entrego pra satisfazer o cara. Não me preocupo com beleza estética, aliás, tenho muito tezão por caras feios, gordos ou velhos, o que importa é a pegada. Curto caras rústicos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, estivadores, chapas, esses tipos.
Entretanto, sou passivo, mas só para os caras de pau pequeno. Sim, não curto nada, um cara com rola grande, aliás, rolona só é bom pra chupar. No meu cu não tem vez. O cara pode insistir, dizer que põe só a cabecinha, que faz direitinho ou coisa do tipo que não cola. Não nasci ontem.  Sou fã de caras ativos, que possuem no meio das pernas, uma rolinha bem pequena. Fico malucão. Dou gostoso pro cara.
O que vou contar aqui é sobre minha primeira vez com um mendigo, morador de rua, destes que se encontram embaixo de marquises, enrolados em seus cobertores sujos.
Estava num local de pegação aqui da minha cidade, quando passei por ele. Ele me chamou, pediu uma ajuda, eu disse que não tinha nada naquele momento e dali engatamos num papo que terminou em casa, prometendo uma janta, banho, roupas e uma noite de descanso uma cama confortável e lençóis limpos.
Neste momento, não tinha falado nada pro cara que rolaria algo e nem ele desconfiou de nada, queria mesmo era comer algo, pois estava com muita fome.
Chegamos em casa, ele tomou um banho, dei uma camiseta e uma cueca bem larga e velha, que ficou quase caindo.
Dei a janta, ele repetiu, assistiu um pouco de TV e eu disse que ele poderia ficar a vontade, que eu iria dormir.
Fui pro quarto, ele disse que também iria. No começo dormi, mas logo acordei. Vi aquele negro, enorme, corpo forte, sarado, liso ali no colchão ao lado da minha cama. Ele estava num sono profundo, comecei a passar a mão pelo seu pau por cima da cueca larga, logo puxei um pouco e sua rola cheirando a sabonete surgiu.
Como era grande , comecei a punhetá-lo de leve, a cobra começou a dar sinal de vida, o mendigo acordou, pos a mão, impedindo que eu continuasse, ae eu disse pra ele deixar, que era coisa rápida, só o tempo de eu bater uma e gozar. Ele deixou, continuei com a punheta, fui abaixando e coloquei a boca, ele deu uma tremida, comecei passando a língua, o cara foi relaxando e ficando cada vez mais excitado.
Chupei muito o cara até onde conseguia, já que a coisa era muito grande e grossa, descomunal mesmo, chegando a engasgar várias vezes.
O mendigo gemia baixinho, não queria demonstrar que tava gostando. Isso me deixava louco, pois demonstrava que era macho mesmo e que só estava aceitando aquilo em agradecimento pela hospedagem.
Senti o corpo dele estremecer e percebia que o gozo tava chegando, intensifique a gulosa e o cara explodiu num rio de porra filho da puta. Pela experiência, não deixei escapar nada, o cara gozou fundo e o pau não descia. Chupei muito até amolecer totalmente, isso é algo que eu curto muito fazer após o cara gozar. Continuar chupando, mesmo mole, massageando com a língua, o cara tem que agüentar, aliás, tenho tesão por pau mole também, vai entender rs...
Fui ao banheiro cuspir todo aquele suco, peguei uma toalha e entreguei pro mendigo ainda deitado, todo desfalecido. Ele não disse uma só palavra, nem eu e também nem precisava.
Ele dormiu, eu ainda continuei olhando pra ele por um tempo, pois o cara era gostoso demais, puta que o pariu.
No dia seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido, ainda dei uma belo café da manhã e me despedi daquele mendigo.
Ainda o encontrei uma vez na rua, ele me chamou, mas fiz que não o conheci. Será que ele estava com saudades do conforto ou da chupada? Isso nunca vou saber rs...
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração! 
sexosalivento@yahoo.com.br</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Fri, 06 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>cine estudio porno</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/cine-estudio-porno</link>
			<description>Bem este é meu primeiro conto por isso vou tentar ser mais explicito possivel. Tenho 32 anos casado e ontem estava em casa sem nada para fazer e como tinha visto um dia deste na rua 31 janeiro o cinema estudio que passa filmes porno resolvi la dar uma saltada.Tomei um banho r resolvi vestir umas cuecas fio dental da minha mulher .Eram 14h em ponto quando la cheguei e o filme ja tinha comecado era um bom filme porno por sinal aconcheguei me a entrada porque tinha pouca gente por sinal pessoas idade entre os 40 e 70anos alguns sentados e outros em pé, deixei me estar por uns momentos no meu canto e sinceramente pensei em vir embora porque era so homens e nada de mulheres. Passado um pouco resolvi ir aos wcs a entrada tinha uma cortina e umas escadas no qual so tinha um urinol e uma sanita entrei para a sanita e como nao estava ninguem deixei a porta aberta,como nao levei casaco via-se o fio dental no rabo pus o pau para fora e ia a começar a fazer as necessidades quando reparo esta um homem de media idade com o pau para fora todo teso a olhar para o meu cu.Sem me deixar mexer encostou o meu no meu rabo e disse:

Até que enfim que aparece aqui uma puta nova e com um cu desses vais mamar e levar bastante hoje.deixei me estar quieto pois era minha 1ºvez ele mandou me mamar e assim fiz.Ao primeiro fiquei assustado e pensei em fugir mas comecei a gostar e a ficar excitado. mamei bastante e ele parou e disse: Espera aqui um pouco que eu ja volto. passado 2minutos ele chega com mais 2 fulanos tb de media idade e disse: estao a ver esta putinha vamos gozar bem hoje. entraram e fecharam a porta e comecaram a mexer no meu cu e a meter os dedos na minha boca e no meu cu. puseram seus paus para fora no qual fiquei assustado pois esses dois tinham paus grandes e grossos, mandaram me abaixar e assim fiz e um de cada vez puseram me a mamar e bateram me com seus paus na minha cara. Passado um pouco um deles baixou me as calças e sem pedir enrabou me doeu bastante mas aquela sensação de carne quente a entrar logo me excitou mais,enrabou me um bom bocado e deu a vez a outro e depois o outro.

No fim puseram me de joelhos e tocaram punheta até se virem na minha cara e na minha boca.vestimos nos e ao sair um deles disse me: agora que ja provaste vais correr os bancos e mamar esses paus todos e assim fiz ainda fui enrabado mais 2vezes no banco do cinema.Sai de la todo rasgado e com sabor a esperma.
goncalvesbruno14@gmail.com</description>
			<category> - Gays</category>
			<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Relato sexual</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/gays/relato-sexual</link>
			<description>Preciso contar algo que me aconteceu, não sei se isto é realmente um conto erótico, mas com certeza é um relato sexual. Não por minha vontade, mas aconteceu e eu não tenho coragem de contar para ninguém. Se fossem vocês na minha situação o que fariam? Agiriam diferente de mim? E em que porra de categoria eu encaixo este conto? Gay? Bissexual? Mas que caralho.... Segue a historia totalmente verídica... Quase todos os finais de semana costumávamos nos reunir na casa de algum amigo para beber, fazer churrascos e às vezes cair na noitada, curtindo as baladas de minha cidade. Neste final de semana o local escolhido tinha sido a casa de meu amigo Fábio, pois seus pais tinham ido viajar e ele e seu irmão mais novo estavam sozinhos em casa. Compramos as carnes, bebidas e desde cedo começamos a nos divertir enchendo a cara, falando besteiras e comentando sobre as mulheradas e sobre sexo. Logo Fábio ligou a tv e colocou um dvd pornô. Assistíamos e fazíamos torcida sobre a performance do ator principal. Marcinho, o irmão mais novo de Fábio ficou interessado e se juntou a nós. Começamos a tirar sarro, dizendo que ele nunca tinha transando com uma mulher e coisas assimm. Eu como estava mais bêbado fui o quem mais tirou sarro. Peguei no pé dele até que ele se enfezou e saiu dali emburrado. Continuamos a beber e comer carne até que às duas da manhã a maioria já estava baqueada. Uns dormindo esparramados no sofá, no chão em cima das almofadas, todos por ali. Quando vi estava sozinho. Continuei bebendo mais um pouco até que não agüentei mais e procurei um lugar para deitar. Achei um quarto vazio e me esparramei na cama, dormindo em seguida. Não sei quanto tempo depois, completamente embriagado pude sentir uma mão alisando minha perna. Logo ela subiu até a altura de minha bunda e pressionou minhas nádegas levemente. Não sabia se aquilo era efeito da bebida, seu eu estava dormindo ou se aquilo estava realmente acontecendo. Então mais uma mão começou a passar a mão em mim. Eu dormia de bruços e pude sentir quando com cuidado minha bermuda foi baixada... Mas o que estava acontecendo??? Meio tonto murmurei alguma coisa e fui respondido com um “Chiiiiii”, sussurrado. Senti minha bermuda ser completamente retirada e em seguida minha cueca foi abaixada... Daí então minha bunda começou a ser beijada e acariciada. Eu sentia cócegas e até que estava gostoso. Minha bunda era beijada e lambida. A língua subia e brincava no meu reguinho enquanto minha bundinha era apertada. Em seguida minhas nádegas foram separadas e senti algo que nunca havia sentido. Uma sensação desconhecida para mim. A língua passou a acariciar o meu ânus. Minha cabeça rodava por causa da bebida e aquele carinho no rabo me fazia viajar. Se não estivesse tão bêbado talvez até ficasse de pau duro. Eu suspirava com aquilo. A língua me lambia o cuzinho inteiro e de vez em quando ameaçava me penetrar. Sentia aquela coisa úmida, quentinha e molinha brincar com meu cuzinho me arrancando gemidos. Imaginei até uma loira gostosa fazendo aquilo. Tava uma delicia. Eu bêbado, quase nem podendo me mexer, erguia os quadris para aproveitar aquele toque. De repente o toque cessou e pude sentir algo quente e latejante encostando na minha bunda... O que era isso? Aquilo foi se aninhando, entrando pelas minhas nádegas até tocar meu cuzinho. Gemi, sentindo a temperatura morna tocando meu cuzinho que já estava sensível pelas lambidas. A coisa começou a forçar, tentando me invadir e a sensação que antes era boa começou a ficar dolorida e me dei conta do que estava acontecendo. Eu estava sendo comido. Estavam tentando me enrrabar!!! Sempre fui homem, sempre tive atração por mulheres e nunca imaginara dar a bunda para outro homem. Eu tinha que fazer alguma coisa. Tinha que sair daquela situação. Tentei me levantar, mas senti a cabeça rodando e não consegui fazer mais que erguer metade do meu tronco. A pessoa atrás de mim, então jogou seu corpo sobre o meu me prendendo embaixo dele. Resmunguei reclamando e tentando dizer para ele sair dali, que eu era homem, mas minha voz saia toda falhada. Forçava para sair debaixo dele, tentar desencaixar seu pau da entrada do meu cuzinho, mas eu estava muito bêbado e sem forças. O cara, então ajeitou com sua mão o pau e começou a forçar ainda mais. Sob o peso de seu corpo fui sentindo uma dor horrível, parecia que estava sendo arregaçado. Aquilo foi entrando lentamente me arrebentando todo. Poda sentir até algo quente escorrer de meu cuzinho e imaginei se era porra ou meu sangue. A penetração horrível durou até sentir seus pelos tocarem sua bunda e minhas entranhas terminarem de alojar o seu cacete. Já era! Eu estava comido! O cara conseguira colocar até deixar somente as bolas de fora. Pressionando meu cu, tentava expulsa-lo Como se estivesse cagando mas não dava certo. Aquilo latejava e ardia dentro de mim. Pude sentir um hálito quente na minha nuca antes de seu pau começar a sair lentamente de dentro de mim. Aquilo até que foi bom. Parecia que eu estava cagando e a sensação de expeli-lo foi boa. Mas antes dele sair por completo mudou de rumo e começou a entrar novamente. A dor voltava e meu cu ardia. Arfando na minha orelha o cara foi aumentando a velocidade de seus movimentos me castigando ainda mais. Se um dia alguém me disser que dar um cu é bom vou discordar, em pensamento é claro, na mesma hora. Os movimentos ficaram rápidos e suas estocadas estalavam com o encontro de minha pele. Tentava sair dali, me movimentando para os lados, tentava falar, mas não conseguia fazer nada. O cara estava motivado em me comer. Os barulhos aumentavam em sintonia com minha dor. Pensei comigo mesmo: - Tou fudido! Além de estar perdendo minhas pregas logo aparece alguém para ver o que está acontecendo com essa barulheira. Preferi ficar quietinho e torcer para aquilo acabar logo. E amanhã o filho da puta ia se ver comigo! Aí do cara que estivesse me comendo, quando eu melhorasse ia enchê-lo de porrada. Seu pau entrava e saia, me preenchendo, invadindo minhas entranhas, meu rabinho que até então só tinha experimentando a saída de coisas. Nunca nada tinha entrado ali antes. A dor ainda continuava. O cara mordia e lambia minha nuca me comendo feito doido. Logo o cara começou a falar: - Tá vendo agora como e bom levar no rabinho? Tá vendo quem é o cabação? Tá gostando? Filho da puta. Não conseguia nem pensar no que ele me falava. Minha cabeça rodava, meu rabo doía e eu estava enjoado e com vontade de vomitar. Senti o corpo do cara tremer e aquilo espirrar dentro de mim. Meu cú já estava todo melecado de sangue e agora com porra. Seu pau latejava e o cara gemeu alto dizendo que meu cuzinho era muito gostoso e apertado... Saindo de cima de mim o cara ainda deu um tapinha na minha bunda, vestiu minhas roupas e me deixou ali. Bêbado, meio acordado, meio desmaiado e com o cu todo arregaçado e doído. Dormi novamente sob o efeito da bebida e só acordei na tarde daquele dia quando o Fábio me chamou. Sentia uma dor de cabeça do caralho e fui até o banheiro imaginando se o que aconteceu era verdade. A dor e o papel que passei no rabo disseram que sim. Resolvi ficar quieto e não acusar ninguém. O que poderia falar? Perguntar para todos quem comeu meu rabo? Eu seria objeto de piadas para o resto de minha vida. Voltei para casa, a dor passou depois de uns dias e ainda penso se foi o pau no cu do Marcinho que me comeu o rabo. Ahhh se eu descubro aquele moleque tá fudido!</description>
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			<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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