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O Encontro

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Referência (ID): 1383
Voltei a encontrar o meu Homem Irresistível, quando ia a caminho do trabalho. Eu caminhava na estrada, junto a uma uma fila de carros estacionados indevidamente. Ouvi um carro atrás de mim e apressei o passo. A saia teimava em esvoaçar com o vento, o que não facilitava a minha tarefa de tentar não tropeçar nos buracos da estrada. Ouvi então uma buzinadela atrás de mim e vi um carro parar ao meu lado…
-Olá, como estás? disse ele através da janela, como se isto fosse um encontro casual e fossemos dois estranhos que se encontram por acaso depois de anos sem se cruzarem. Como se a foda de ontem nunca tivesse acontecido. Como se a minha pele não se lembrasse dos seus lábios ou o corpo dele não recordasse o toque de cada um dos meus dedos. Um por um descendo pelo corpo dele. Um dedo meu na sua boca depois de molhado na minha cona. Um dedo que desce no seu pescoço. Uma mão inteira e aberta no peito dele. Uns dedos que passeiam descendo pelo abdómen até aos primeiros pelos púbicos acima daquele caralho grosso e duro que conheço tão bem. Consigo fechar os olhos e senti-lo na minha pele, encostado à minha barriga num abraço apertado e nu. Consigo fechar os olhos e senti-lo encher-me a boca descendo pela minha garganta apertada, sentindo-o investir cada vez mais fundo, a cada movimento…
-Tudo bem… e tu? Disse eu. Na verdade o que eu queria era perguntar se ainda se lembra de como gosta de beijar a minha boca quente, se ainda quer lamber-me a língua enquanto procura com os dedos o meus mamilos duros e arrepiados. Se consegue parar de querer e apalpar-me as mamas, descendo as mãos até tocar na minha cona molhadinha à espera dele.
- Tudo bem! Respondeu ele….hesitou por uns segundos e disse-me baixinho: queres boleia?
- Sim.. respondi baixinho…
Entrei no carro e ele conduziu depressa até ao escritório. Eu não abri a boca para dizer nada apenas para chupar-lhe os dedos que ele esfregou na minha cona metendo a mão por baixo da minha saia enquanto conduzia.
Chegámos, subimos até à sua sala entrámos e fechámos a porta atrás de nós com urgência. Apertou-me pela cintura e beijou-me… muito, assim com lábios e língua e mordidelas nos lábios. Fez-me dar dois passos atrás e suavemente empurrou-me para cima da sua secretária. Estava determinado a foder-me monumentalmente, mais uma vez. (Sempre que quiseres, diz ele. E eu quero sempre!).
Enquanto ele me levantava a saia e tirava as cuecas eu tirei a blusa e afastei o soutien. Molhei os dedos na boca dele e massajei os mamilos vermelhos e empinados. Ele observou-me por uns segundos e depois lambeu-mos e trincou-os. Eu gemi e senti estremecer as coxas. A mão dele entre as minhas coxas, os dedos começavam a explorar aquela greta de prazer entre os lábios inchados da minha cona. - Já estou molhadinha, deixas-me sempre assim, querido. Com os dedos ele afastou os lábios, deslizou sobre o meu clítoris e penetrou-me. Com dedos molhados na minha cona acariciou-me o clítoris devagarinho. Foi acelerando, esfregava o meu clítoris com dedicação, de vez em quando penetrava-me com dois dedos até ao fundo. Quando sentiu que a minha respiração acelerava, afastou-me as coxas com as duas mãos deixando-as bem abertas. Ali estava eu exposta, toda aberta para ele. Ansiosamente expectante dos próximos movimentos dele.
Todos os momentos em que a minha pele está perto da pele dele são bons momentos. Alguns, como este, são momentos brutalmente ternos, durante alguns segundos eu sou a mulher mais forte do mundo, mas também a mais vulnerável.
Ele mergulhou em mim. Enfiou a cabeça entre as minhas coxas e lambuzou-me com a sua saliva quente. A língua passeava entre a entrada da minha vagina e o meu clítoris. Chupou-me o clítoris devagarinho enquanto me penetrava com dois dedos. Pensei que não era possível ter tanto prazer. Sentia que perdia a força nas pernas, as coxas estremeciam sem que eu conseguisse parar. Então ele lambeu-me generosamente do ânus até ao clítoris, durante alguns segundos, depois parou na entrada do meu cu, lambeu e chupou, eu gemi como uma louca e senti aquela explosão percorrer-me o corpo todo. Apertei-o entre as minhas coxas enquanto me vinha em espasmos ritmados pressionando a minha cona contra a sua boca. Os gemidos transformaram-se em gritos, pensei que o meu corpo explodia mesmo de tanto prazer e que seria eternamente grata a quem conseguia proporcionar-me sempre, alguns dos momentos mais felizes da minha vida.
A sequência do encontro é pois previsível. O que aconteceu a seguir foram momentos em que eu tento retribuir, proporcionando ao meu Homem Irresistivel um prazer tão grandioso como aquele que ele me proporciona sempre.
Até aquele momento ele manteve o pénis arrumadinho dentro das calças, permitiu-me apenas que abrisse o fecho e o tocasse com a ponta dos dedos. Nos últimos momento o caralho já estava tão grande que saltou para fora das calças como se tivesse vontade própria. Agora era a minha vez de olhar para aquele caralho no momento imediatamente anterior àquele em que começo a chupá-lo devagarinho da base até à ponta. Adoro ter o caralho dele na minha mão. Troquei de lugar com ele, encostei-o à mesa enquanto me ajoelhava à sua frente. Segurei-o com a mão e comecei a chupar-lhe a ponta entumecida. Gosto de o sentir pulsar na minha mão. Gosto de o esfregar na cara, nos olhos, no nariz, no pescoço…Lambi as bolas enquanto o punhetava com a mão. Enchi a boca com aquele caralho duro. Meti-o bem fundo quase até sufocar. Cada vez que o metia na minha boca fazia com que chegasse mais fundo na minha garganta, tentava tirar devagarinho para que sentisse a minha língua deslizar até à ponta. Quando o senti bastante duro levantei-me e pedi-lhe que trocasse de lugar comigo.
Sentei-me então na borda da mesa e ergui as pernas bem abertas, com uma mão guiei aquele pau duro até à entrada da minha cona. Então ele meteu até ao fundo e ficou assim parado por uns segundos, recuperou o fôlego e começou a meter devagarinho, duro e molhadinho. Eu gemia e balbuciava qualquer coisa tipo “ sim, fode-me bem, gostas de foder a tua puta, não é? Hummm, assim vou-me vir outra vez…”. Aí ele colocou uma mão no meu peito e empurrou-me para que me deitasse na secretária. Tirou o caralho de dentro de mim e apontou-o ao meu cuzinho. Ficou ali na entrada apenas a pressionar devagarinho. Foi meiguinho começou a entrar devagarinho cada vez entrava mais um pouco. A dor foi passando, enquanto o meu cu se adaptava aquele caralho grande que me fodia. Depois de duas estocadas mais fortes entrou todo e ele começou a meter e tirar devagarinho. Conseguia sentir as bolas tocarem-me no rabo. Com uma mão tentei segurar-lhe as bolas. Nenhum de nós queria acabar já por isso parámos por um minuto. Ele tirou o caralho do meu cu e eu segurei-o na minha mão. Estava vermelho e inchado. Na ponta pingava algumas gotas que antecediam o prazer final.
Ele disse vira-te e eu imediatamente obedeci. Virei-me de costas e dobrei-me sobre a mesa. Oferecendo assim a cona e o cu para serem fodidos pelo seu caralho vigoroso. Ele meteu-mo na cona e manteve os movimentos de vai e vem durante algum tempo. Como eu gosto de o sentir encher-me a cona até ao fundo. Acho que ele consegue sentir o meu prazer em cada cm de pele. –Diz-me como gostas me foder… pedi.
- Tu deixas-me maluco… sim querida, gosto muito de te foder…hummm, vou-te comer o cu mais um bocadinho está bem?
-Oh sim…respondi enquanto afastava as nádegas com as mãos para que ele o metesse no meu cu outra vez. Desta vez já não foi tão paciente e a dor foi maior. Mas mordi o lábio e aguentei. O meu Homem merece…tudo. Enquanto ele bombava no meu cu eu comecei a esfregar o meu clítoris até me vir outra vez com aquele caralho no cu. Foi tão bom! Acho que ele conseguiu sentir os espasmos da minha cona no seu caralho. Aí ele disse: agora vais virar-te e vou me vir na tua boca, no fundo da tua garganta…queres? Sim, por favor…respondi…vem-te na minha boca.
Ele tirou o caralho do meu cu, estava enorme, a cabeça vermelha e inchada parecia explodir. Abri a boca e ele só teve tempo de meter na minha garganta até ao fundo, senti-me sufocar com a esporra quente que jorrou na minha garganta, mas consegui aguentar e saboreei aquela recompensa até à última gota.
Senti-me tão feliz…
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