Fetiche & Bizarro - imperdoavel - Contos Eróticos

Contos Eroticos

                   

Pesquisa R√°pida


imperdoavel

Ver todos os Contos Eróticos de marlitesuda

Referência (ID): 1647
Tudo come√ßou naquela tarde de um s√°bado qualquer , dando um passeio com minha filha , passando a frente daquele est√ļdio fotogr√°fico, vi os olhos dela brilhar, pois seu sonho era ter um book fotogr√°fico.mas as dificuldades financeiras n√£o nos permitia , pois eu estava desempregado a quase dois anos e minha esposa que e cuidadosa de idosos e que vinha mantendo a casa. Carol queria entrar para perguntar quanto custaria um ensaio fotogr√°fico dela tentei em v√£o evitar mas com seu jeitinho de convencimento entrei com ela. Fomos atendidos por um senhor muito gentil que nos mostrou como era feito seu trabalho Carol estava encantada mas o pre√ßo para nos era invi√°vel no momento .ele perguntou qual era a idade dela que disse ter quatorze anos , ele se admirou e disse que ela parecia ter uns tr√™s anos a menos , ficamos batendo um bom papo por mais de uma hora ate que eu propus para irmos embora, foi ent√£o que ele disse que simpatizara muito com nos . e que era para nos voltarmos na segunda que ela iria dar um book para Carol e n√£o so isto iria divulgar suas fotos pois apesar de ser pequena para ser modelo ela tinha potencial para ser modelo fotogr√°fico. Fiquei lisonjeado por ela. Combinei que na segunda estar√≠amos ali sem falta. Foi um final de semana em que ela quase n√£o se controlava ansiosa por ver seu sonho realizado para alegria minha e de Elena minha esposa. E na segunda feira quando sua m√£e saiu para o trabalho por volta da seis horas Carol ansiosa j√° se preparava . e quando chegamos no est√ļdio do senhor Eduardo ele nos recebeu com entusiasmo, junto com toda uma equipe formada por ele e mais dois fot√≥grafos mais uma senhora que cuidou da leve maquiagem e4 dos cabelos dela alem das roupas que o est√ļdio cedeu para Carol fotografar. Foram feitas muitas fotos nada provocantes o Maximo foi ela posar de maio. Senti que ela estava frustrada pois as fotos foram muito infantis. Eu ate disse pra ela que por ser muito nova talves ele n√£o pudesse fazer fotos mais audaciosas dela. Cinco dias depois fomos ver ew buscar seu ensaio fotogr√°fico estava muito lindo , e agradecido eu disse que ficaria em divida com ele pelo presente que ele dera a minha filha.
Assim ficou selada uma amizade, mas nos afastamos e perdemos o contato com ele. Ate que meu telefone tocou era ele me dizendo que tinha uma proposta de trabalho para Carol . para fotografar para uma empresa que tinha vistos as fotos de divulga√ß√£o dela. Que era uma oportunidade √ļnica que iria render muito dinheiro se ela topasse. Fiquei euf√≥rico com a possibilidade de levantar uma grana. Marquei com ele para a noite se ela aceitasse. E corri para casa para dar a noticia. Nunca vi a loucura que envadiu minha menina, e ate sua m,ae ficou euf√≥rica com a oportunidade de melhorar nossas vidas. Eduardo nos levou ate uma mans√£o num dos condom√≠nios mais caros da cidade onde nos encontramos com um senhor chamado Klaus que tinha um poder de convencimento impressionante .que nos envolveu e nos deixou muito a vontade como se j√° nos conhec√™ssemos a muito tempo, a conversa era regada por cervejas vodka e outras bebidas e sucos para Carol ,que entusiasmada aceitou um suave licor. Pois com seu convencimento o senhor Klaus , estava induzindo ela a beber e eu estava acompanhado eles e j√° n√£o estava muito s√≥brio . mas mesmo estando meio alto percebi que no copo dela fora indroduzido um pequeno comprimido. E isto me deixou preocupado a ponto de questionar o senhor Klaus , Eduardo disse que eu estava enganado que o que eu tinha visto era uma semente de limao mas o copo desapareceu assim que eu questionei. O senhor Klaus ent√£o entrou no ponto de nossa reuni√£o e prop√īs uma oferta de cinq√ľenta mil reais para Carol posar e filmar um ensaio que ele iria dirigir que ela teria que ficar nua . tentei questionar mas ela interferiu e disse que topava mas que estava com vergonha , eu disse veemente que n√£o , mas com o seu jeito peculiar Klaus falou que eu iria estar presente e que nada que eu e ela nao aceitasse iria acontecer . Carol concordava e com o olhar insistia para que eu aceitasse. E j√° com a mente turva pelo √°lcool concordei.
Ele cheio de posses pegou um livro bem grande abriu e come√ßou um interrogat√≥rio onde fazia perguntas e anotava neste livro. Fez indaga√ß√Ķes normais ate que come√ßou a fazer perguntas mais atrevidas tais como se ela estava depilada , o que a deixava mais estimulada , ao notar que ela ficara constrangida ele sem cerim√īnias colocou um pequeno comprimido em sua boca dizendo que era pra ela ficar desinibida, eu percebi que estavam dopando ela mas eu j√° n√£o raciocinava direito mais , sem perceber eu j√° estava totalmente dopado . minha cabe√ßa girava quando descemos para a borda da piscina haviam varias pessoas circulando por ali holofotes e c√Ęmeras posicionadas para as tomadas das cenas que iriam acontecer ali. A mesma mulher que vi no est√ļdio do Eduardo maquiou Carol desta vez uma maquiagem bem carregada real√ßando sua boca um batom bem forte , n√£o sei quando tempo eu fiquei apagado, me lembro que quando voltei a si ela desfilava de calcinha . para os flash das cameras fotogr√°ficas um canhao de luz iluminou ela nitidamente , eu ao ver a brancura daquela pele alva como a neve os cabelos longos amendoados esvoa√ßados pelo vento aqueles peitinhos alvos com dois botaosinhos cor de rosa as pernas esguias e sua bundinha arrebitada, tive uma ere√ß√£o como nunca tivera antes pois nunca imaginaria ficar excitado pela minha filha . olhei fascinado para o rosto dela os olhos castanhos sombreados pela maquiagem sedutora a boca carnuda vermelha acintosa pelo batom cintilante eu era desejos e mais nada, com um gesto Klaus , parou as filmagens , as luzes se apagaram ficando na penumbra toda a √°rea . ele mais uma vez colocou um comprimido na boca dela .e a trouxe ate onde eu estava sentado est√°tico somente embevecido com a beleza √ļnica dela que eu descobrira. ela se deitou sobre a mesa , estava com a cabe√ßa ca√≠da como se flutuasse . com sua voz autorit√°ria ordenou que eu despisse sua calcinha, com m√£os tremulas obedeci um canhao de luz iluminou seu corpo me cegando por momentos ate que pude admirar seu corpo totalmente nu pela primeira vez. uma leve penugem despontava sobre seu p√©lvis .entao me deram um pincel de barbear e uma navalha ele ordenou raspe , raspe ela . com m√£os tremulas pincelei seus pentelhos ate formar uma espuma e com todo cuidado do mundo raspei seus pelos a deixando lizinha como ele ordenara, ent√£o ela sentou-se numa posi√ß√£o de ioga , passou a l√≠ngua sobre os l√°bios o que deixou minha respira√ß√£o entrecortada , meu pau explodiria a qualquer momento ,alguem me conduziu ate as costas dela .colocaram meus bra√ßos ao redor de seu corpo e colocaram minhas m√£os sobre seus seios mandaram que eu apertasse aqueles biquinhos rosas , que eu os torcesse eu de olhos fechados curtia aquele momento insano vil hediondo com o mais infinito prazer. Quando ela gemeu sentindo a luxuria da estimula√ß√£o nos bicos dos peitos , eu tive uma ejacula√ß√£o sem ao menos me tocar . ent√£o a levaram ate outra mesa onde eles entrela√ßaram quatro cordas nos seus pulsos e calcanhares a elevaram ate uma certa altura com os bra√ßos e pernas abertos, me colocaram entre suas coxas e alucinado eu lambi e chupei aquela gruta rosada aquele grelo pontudo .os est√≠mulos a deixaram alucinada de prazer, e vi minha menina se contorcendo gemendo como uma vadia gritando palavr√Ķes nunca imaginados .insano saquei o pau por entre a cal√ßa e chorando alucinado implorei --- abaixem ela abaixem ela. Eu estava alucinado e sem ag√ľentar me masturbei ate desfalecer caindo pos sobre ela. ent√£o eles abaixaram ela , que passou sobre meu corpo e foi conduzida ate onde estava Klaus, deitado fiquei observando ele mostrar um comprimido entre seus dedos que ela por varias tentou abocanhar ate que ele introduziu entre seus l√°bios junto com seus dedos que ela sugou com deleite. Ent√£o ela caminhou para dentro da casa acompanhada pela mulher que a maquiara..
Enquanto isto eles preparavam o cen√°rio eu continuava a ingerir tudo o que me serviam , sem raciocinar , vi montarem sobre uma mesa de centro dois ou tr√™s colch√Ķes de espuma cobertos por uma colcha vermelha. Um √ļnico holofote de iluminava aquela esp√©cie de altar. Todas as outra luzes estavam apagadas quando Eduardo vestindo um fraque negro caminhou em dire√ß√£o aquele altar trazendo Carol numa roupa de couro preta que deixava a mostra seus seios e sua vulva , envolta em sua cabe√ßa uma coroa e um nariz de cachorro cobria seu nariz e ainda tinha orelhinhas de c√£o , ao aproximar mais na coleira podia se ler . CAROL CADELINHA. Uma coleira no pesco√ßo presa a uma guia que Eduardo a conduzia. Fiquei ali ao lado vendo ela ser deitada sobre aquele altar, um latido desviou meu olhar ent√£o um canhao de luz iluminou o caminhar do c√£o ate o local algu√©m borrifou algo sobre a buceta dela e nos seios . o c√£o foi solto rodeou e rodeou cheirou e docilmente lambeu um dos seios dela, um enorme sabujo pesando uns oitenta quilos cheirava e lambia ela ate que concentrou em sua vulva e deu linguadass profundas arrancando gemidos chorosos dela que num del√≠rio de prazer acariciava a cabe√ßa do c√£o puxando-o de encontro ao seu p√©lvis. Seu corpo tremia ela sentia espasmos sua buceta piscava abrindo e fechando como uma epil√©tica ela contorcia o corpo .klaus chegou ate seus ouvidos e murmurou para ela abrir mais as pernas ela tinha as pernas arqueadas e abriu suas coxas ate elevar o p√©lvis, ele ent√£o afagou o c√£o e ordenou --- monta kel monta monta vai kel. Eu estava alucinado com a cena urrei mais que gritei a plenos pulm√Ķes --- fode ela fode ela. O cassete do c√£o era enorme ,ele colocou as patas dianteiras ao lado dos seios dela se apoiando no estrado ficando sobre as patas traseiras seu pau balan√ßou como se girasse sobre ele mesmo procurando a gruta dela . alucinada Carol gritou para mim --- pai ajuda ele vai ajuda ele. Possesso eu fui ate o c√£o e com minhas m√£os guiei sua vara ate a entrada virgem da minha filha. Carol deu um grito de dor e prazer ao sentir a brutal penetra√ß√£o vi o sangue escorrer entre suas coxas enquanto ele como uma britadeira estocava a bucetinha virgem dela. Certamente por instinto Carol rebolava participando ativamente da foda quando sentiu o gomo do tamanho de uma bola de t√™nis no meio do pau batendo em sua gruta ficou extasiada, e Klaus falou induzindo ela para que ela deixasse aquele gomo passar pois assim ele gozaria ela ent√£o calcou suas pernas contra o dorso dele ajudando a penetra√ß√£o cerrou os dentes gemeu chorosa ate sentir aquela bola invadir sua buceta .ele acelerou ainda mais seus movimentos ela sentiu que aquela bola inchava dentro dela fazendo com que ela ficasse engatada no pau dele o c√£o ficou ext√°tico im√≥vel parado mas dentro dela a pica pulsava despejando jatos e jatos de porra que chafurdaram sua buceta deixando escorrer pelas bordas da sua vulva aquele liquido um pouco espesso misturado com sangue da sua agora arrombada buceta , Carol estava desfalecida ap√≥s ter os mais inten√ßoes orgasmos nunca antes sentidos seus gozos foram alucinados delirantes . o cao aos poucos ia se afastando trazendo ela engatada no seu pau Carol bateu a cabe√ßa no frio piso sendo arrastada pregada no caralho do animal eu alucinado gozava seguidas vezes sentindo toda a luxuria do momento vendo ela pendurada literalmente no pau dele eu tinha entre meus dedos a coroa que ornamentara a cabe√ßa dela simplesmente eu a fitava olhando seu rosto extasiado de prazer um misto de sorriso e deleite nos seus l√°bios infame eu via ante meus olhos toda a luxuria que ocorrera ali olhando ela eu dizia cadelinha, cadelinha minha cadelinha. Ela aos poucos ia voltando a si acarinhou o c√£o com do√ßura colocou seus p√©s entre suas virilhas empurrou ate que com um espocar de um champanhe ela expulsou aquele invasor de suas entranhas um rio de porra misturado com sangue e secre√ß√Ķes formando uma po√ßa entre suas penas ela aos poucos vai se recuperando retira aquela roupa negra ficando totalmente nua aos po√ßo fica em pe segura os bicos dos seios com suas pr√≥prias m√£os e com o olhar cravado no Klaus grita --- EU QUERO MAIS POR FAVOR BIS BIS BIS,
Contato:
é necessário estar logado para enviar uma mensagem ao autor do Conto Er√≥tico. Registe-se, é gratuito.

Comentar


Código de segurança
Actualizar

Caminho:

√öltimos Coment√°rios

  • I have noticed you don't monetize your b... Mais...
  • I have noticed you don't monetize your s... Mais...
  • Hello. I see that you don't update your ... Mais...
  • I always used to study piece of writing ... Mais...
  • Oh my goodness! an amazing article dude.... Mais...
  • Howdy! I'm at work browsing finding your... Mais...
  • I have noticed you don't monetize your w... Mais...
  • I have noticed you don't monetize your p... Mais...
  • Hello. I see that you don't update your ... Mais...
  • I have noticed you don't monetize your w... Mais...

Contos Eróticos Picantes no seu Email

Insira o seu Email:

Patrocinado por FeedBurner