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		<title>Incestos</title>
		<description>Contos eróticos de Incestos. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Incestos</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:13:33 +0100</lastBuildDate>
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			<title>A prima dos meus sonhos...</title>
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			<description>Seria uma visita normal (e chata) à casa de meus tios com minha família se aquilo não houvesse ocorrido. Estava eu no canto da mesa depois do almoço, todos conversando sem se preocupar comigo ali (eu sempre fui muito quieto nessas visitas) quando percebi que minha prima, 18 anos e 2 meses, me olhava de longe de um jeito diferente. Ela estava de pé na parede para a qual eu estava de frente, e quando percebi ela chupava o seu dedo indicador discretamente de forma que só eu entendesse o sentido. Não tirava o olhar de mim, era olhar de desejo, a cabeça um pouquinho abaixada me observando com verdadeira sensualidade. Ela estava com um shortinho preto curtíssimo que mal lhe chegava a cobrir um quarto daquelas coxas carnudas. Enquanto um dedinho ela chupava, com a outra mão ela começou a acariciar com leveza a sua bucetinha que, agora eu podia perceber, era visível pelo shortinho. Ela ainda colocou o dedo entre os grandes lábios e formou um verdadeiro cameltoe entre suas pernas. Meu pau já estava duro, mas eu estava envergonhado por todo mundo estar ali (e por ela ser minha própria prima, mesmo que eu já tenha me masturbado muitas vezes pensando nela). Acomodei as pernas melhor e ela percebeu que eu já estava sentindo tesão. Tirou o dedo da boquinha e me chamou com ele. Ela se foi pelo corredor que levava aos quartos e entrou em seu quarto. Aquela bundinha gostosa dançando dentro daquele shorts me levou à loucura e não tinha mais dúvidas: iria enfrentar aquilo tudo e ia traçar aquela safadinha! Esperei alguns minutos e a segui. Provavelmente a família pensou que fomos conversar.
Quando entrei em seu quarto, eu a vi parada no meio dele, à frente de sua cama arrumada, com uma perna mais relaxada que a outra e esfregando sem pressa uma coxa na outra. Ela indicou com a cabeça que eu trancasse a porta. Me virei depois de fazer isso e ela estava sem a camiseta, agora só com o sutiã, o qual guardava dois belos seios que jamais pude reparar. Ela os acaraciou por cima e disse 'Você me acha gostosa?'. Fiquei sem palavras por algum momento, mas ela insistiu 'Hein? Eu sou gostosa?'. Respondi que sim, a voz um pouco trêmula, mas já ganhando confiança. Aproximou-se de mim, encostou suas tetas no meu peito, colocou a boca perto da minha e disse, ofegante e sensual 'Você me comeria? Você comeria a sua priminha?' Ela fazia um biquinho inocente que me levou às alturas. Já com os hormônios em alta, respondi 'Te comeria todinha até não querer mais...'.
Ela deixou escorrer de sua boca uma linha de saliva que pousou sobre seus peitos. Me deu um beijo molhado, sugava minha língua demonstrando que queria chupar algo mais. Apertei com toda vontade as duas bandas daquela bunda, pressionando todo o quadril dela contra meu pinto que não aguentava mais ficar na cueca e fazendo movimentos rotatórios, me masturbando com o contato indireto da xoxotinha dela. Ela me colocou de costas para a cama e colocou uma perna sobre ela, me facilitando o tato em seu corpo, rebolando para que eu continuasse a masturbação: 'Continua que eu também tô gostando', ela me disse no ouvido. Voltamos a nos beijar enquanto nos esfregávamos, eu já havia colocado as mãos por dentro do shortinho e como ela estava sem calcinha eu podia sentir a sua bunda, que começava a suar como todo o meu corpo.
Ficamos bons momentos assim até que ela parou de me beijar e me derrubou na cama. Tirou seus tênis e ficou de quatro sobre mim. Depois de mais um beijo intenso, ela tirou o sutiã e me deu aquelas tetas fartas para eu chupar. Chupei com uma fúria imensa. Ela mordia os lábios para não chamar atenção de ninguém com seus gritos e só o que escapava era gemidos baixinhos. Ela esfregava sua buça por dentro do shorts com uma mão e com a outra ela massageava meu pau por cima da cueca. Eu poderia gozar ali mesmo, mas algo me deu uma resistência sobre-humana. Agora ela já havia conseguido passar a mão para dentro da cueca e ela fazia massagem nas minhas bolas, seu pulso passando para lá e para cá suavemente nas costas do meu pau que latejava.
Seus grunhidos aumentavam de volume gradativamente e logo percebi que logo chamaria atenção de alguém. Rapidamente deixei seus mamilos deliciosos e a beijei loucamente, ela aumentando o ritmo da massagem em mim. Depois de muita troca de línguas, ela encostou a sua testa na minha, ambas suadas, e disse 'Quero chupar esse seu pau'. Eu ia beijá-la brevemente de novo, como naqueles filmes pornôs onde o diálogo só acontece entre vários beijos, mas ela completou 'Me segura no cabelo e enfia sua rola na minha boca'. O jeito de puta dela me deixou completamente maluco. Meu pau estava a todo o vapor, ela com certeza sentia o calor dele no seu pulso. Eu peguei ela pelo cabelo e fiz ela olhar pra mim 'O que você quer?', perguntei. 'Quero que me agarre pelo cabelo e coloque esse seu pau quente na minha boca'.
Arrumei seus longos cabelos morenos em um rabo de cavalo e sentei na cama, fazendo o rosto dela ficar de frente para minha cintura. Ela tirou minha calça e minha cueca com destreza, pegou meu pau, puxou o prepúcio até o fim, cuspiu nele um punhado de saliva e colocou a pontinha da cabeça na língua. Entendi que era a hora e enfiei a cabeça dela com firmeza, meu pau indo até o começo de sua garganta. Ela colocou seus braços para trás e comecei a fazer movimentos de ir e vir com seu cabelo, a saliva já nas minhas bolas e escorrendo pelo pau quando eu subia sua cabeça. Me pergunto onde e como ela aprendera tudo aquilo: pornôs? Prática? Pouco importava, porém, e continua sem importância. Por vezes fazia ela engolir fundo e ficar assim até engasgar, ela adorava: quando levantava de novo, ela me olhava querendo mais, aquele rosto lindo mesclado de suor com saliva, seu cabelo próximos à testa encharcado pelos mesmos ingredientes.
Ela me disse pra soltá-la e então começou a sugar minhas bolas enquanto se masturbava com uma mão e me masturbava com outra. Meu pau estava uma tora, nunca havia visto meu instrumento com tamanho furor.  Sempre que eu sentia que o gozo seria inevitável, eu rapidamente pensava na família no cômodo ao lado e me acordava um medo que diminuía o delírio e me fazia aguentar mais. Afinal, eu queria aproveitar tudo dela, além de mostrar como ela sentiria ainda mais prazer comigo.
Minha prima parou e ficou de pé sobre mim, abaixando o shortinho. Pude ver que sua buceta era carnudinha e bem depiladinha, o traseiro me tirando a concentração. Vi que o shortinho saía colando do seu corpo pelo suor e que ainda saía desfiando toda aquele molhadinho de sua vagina. Ela me jogou o shorts na cara e o cheirei, logo depois lambendo a parte onde estava sua bucetinha. Era bem salgadinho, com certeza por causa de seu suor mesclado ali. Ela me arrancou o shorts e sentou no meu rosto 'Me chupa agora, é sua vez. Vou deixar seu pirulito descansar porque tô vendo que mais uma chupada ele goza'. Eu a chupava gostoso, abrindo sua bundinha e ameaçando colocar meu indicador no seu cuzinho. Ela não deu sinal de resistência então fui tentando enfiar, estava úmido pelo suor. Mas ela disse Enfia só até aí, agora fica girando o dedo...'. Eu havia enfiado só até o primeiro nó do meu dedo. Foi quando ela começou a sentir algo muito forte: estava começando a gozar! Fiquei com MUITO medo dela gritar e todo mundo descobrir, mas quando vi ela estava mordendo com força o braço de um ursinho de pelúcia que ela pegou da prateleira em cima da cama, gritando muito alto mas saindo bem abafado. Ela apertou minha cabeça contra sua buceta até que ela chegou ao êxtase: senti que sua bucetinha latejava fortemente na minha língua, todo o seu corpo se contorcia sobre mim, berrava abafadamente sem limites.
Senti-me idiota ao pensar que ela desanimaria depois. Elas não são como os homens que depois da gozada acaba a brincadeira. Ela arrancou o ursinho da boca e abocanhou meu pau: ela ficou ainda mais delirante! Depois de muitas chupadas MUITO gostosas, ela me pegou pelo colarinho da camiseta e me pôs de pé na frente da cama, colocou a perna direita em cima dela e me encaixou pelo pau naquela bucetinha. Sensação maravilhosa. Eu estava ali, comendo a bucetinha da minha prima por trás, ela tomando controle e rebolando sem parar. A abracei com força e massageava aquelas tetas, beijando loucamente seu pescoço, ela grunhindo baixinho sem cessar um momento, aquele hálito quente sentido no meu rosto. Se existir o paraíso, dificilmente será diferente daquilo.
Parou de bombar e virou, colocando sua língua e chupando a minha. Ela ficou de quatro na cama e eu sem nenhuma demora a penetrei. Agora era eu que liderava. Peguei aquele par de nádegas e fui indo pra frente e pra trás com meu quadril, aquelas cochas bem abertas emoldurando meu incomensurável prazer, minha prima babando e gemendo na colcha da cama, seus olhos semicerrados com os globos oculares indo pra cima. Ela começou a rebolar enquanto dizia 'Não goza ainda, ainda tenho uma surpresa'.
Agora seria o ato final. Fez-me deitar no chão carpetado e abriu as pernas, ficando de pé sobre mim. Colocou um de seus pés por dentro de minha camiseta e começou a massagear meu torso com a textura da sua meia, enquanto se masturbava e olhava fixamente pra mim. Foi então que, inesperadamente, ela tirou o pé do meu peito e colocou sobre meu rosto. Possuía um leve aroma de talco, mas o suor daquela ação toda mesclava um aroma diferente. Aquilo me deixou louco, me impressionando. Chupei seus dedos pela meia mesmo, enfiando a língua entre cada um deles. Fiz a mesma coisa com o outro pé depois. Ela então sentou de frente pra mim e começou a me masturbar com seus pés ao mesmo tempo em que brincava com seu grelinho. Massageava minhas bolas de tempo em tempo. Eu gozaria muito rapidamente, e dessa vez não haveria artifício algum. 'Eu vou gozar', murmurei olhando pro teto e não me aguentando. Ela então ficou de quatro virada pra mim e deu uma única chupada 'Só mais um pouquinho... Promete?'. Eu não respondi, porque a pergunta me deixou com ainda mais vontade. Ela falava com uma inocência incrível, mas era uma verdadeira putinha sedenta por sexo. Deu mais uma chupada e sentou no meu pau de costas pra mim, enfiando-o na sua buceta. Ela pulou dez vezes, contando cada uma delas, eu me aguentando como um animal aflito, e voltou-se pra mim girando sem tirar meu pau. Ela me pôs sentado e ficamos nos beijando entrelaçados, meu pinto dentro dela. Ela finalmente disse 'Mais dez...?' Eu a peguei pela sua bunda e fui subindo e descendo seu corpo lentamente. Ela contava baixinho... 'Um... dois... três... quatro... cinco... seis... sete... oito... nove...' quando ela disse 'nove e meio', quase morri. 'Dez'.
Ela me deu mais um beijo e depois tirou meu pau de dentro dela. Começou a chupá-lo e 'Goza tudo na minha boca, ein?' Ela lambia minha cabecinha e massageava minhas bolas. 'Depois disso tudo, não vamos sujar o quarto né?'. Ela deitou no chão de barriga pra baixo e levantou as pernas. Enquanto ela chupava e batia uma pra mim, eu via suas canelas e aqueles pés dançando em minha frente, sua bunda completando o belo visual. Seus olhos me olhavam fundo. Era tudo o que eu precisava.
Numa das chupadas, ela deixou a língua bater na pontinha do meu pau. Não aguentei. Enquanto eu sentia aquela sensação máxima de êxtase, eu via minha prima engolindo tudo. Foi o melhor e maior orgasmo que já tive na vida. Quando ela abriu a boca e finalmente deixou meu pau pra fora, depois que eu gozei, ela ainda veio até perto de meu rosto e mostrou todo meu gozo na boca dela. Logo em seguida, engoliu tudo e lambeu meu pau para tirar o que ainda sobrou.
Nos vestimos muito rapidamente, mas antes de sair do quarto ela chegou perto de mim e disse, com aquela voz de ninfeta, que talvez pudéssemos repetir a dose. Ela passou a mão pelo meu pau e esfregou a bunda com shortinho nele, me deixando dar uma última apertada gostosa naquele rabo. Ela olhou rapidamente pela porta e viu que todo mundo havia saído para o quintal e que a barra estava limpa. Saímos como se nada aconteceu.</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Fim de Semana Maravilhoso</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/fim-de-semana-maravilhoso</link>
			<description>Olá, me chamo Leonardo, já falei de algumas vezes que transei com minha irmã, nesse relato, que ocorreu ano passado (2010), aconteceu num fim de semana do mês de julho. Bom, minha mãe viajou a SP pra fazer um curso do seu trabalho e nós decidimos ir pra nossa casa de praia em Luís Correia: Eu, meu pai, minha irmã e seu namorado. No meio da viagem, ela me disse reservado que tinha uma idéia e me contou, eu ouvi e disse que toparia. Chegando lá, guardamos as malas e tivemos um fim de semana normal: No sábado de manhã fomos à praia, minha irmã usava um biquíni minúsculo, seus seios quase pulavam pra fora, ela é muito deliciosa, uma hora ela se abaixou e deu pra ver seu cuzinho, devido ao fio dental que estava usando, fiquei de pau duro na hora, mas como estava no mar deu pra esconder o tesão, de tarde assistimos TV a cabo e de noite fomos a um restaurante, como nosso pai estava lá, não deu pra fazer nada de mais, no domingo a mesma coisa, nós íamos voltar pra Fortaleza de noite, mas como eu estava de férias do trabalho e minha irmã estava da faculdade, resolvemos ficar mais uma noite lá, meu pai concordou e foi sozinho. Já de noite, nós fomos ao mesmo restaurante de sábado, ela sentou do lado do namorado e eu na sua frente, ela estava com uma blusa xadrez bem decotada aparecendo o sutiã, uma saia de couro marrom e sem calcinha, eu aproveitei q estava de frente e eu fiquei passando o meu pé na sua bucetinha raspada, ela fazia um olhar de tesão, ela disse que ia no banheiro e eu fui atrás disfarçando que ia lá fora, peguei ela pelo braço e puxei pra um canto atrás de uma árvore e mandei me fazer um boquete, ela começa a chupar meu caralho cheia de desejo, vai pras bolas, depois passa a língua nele inteiro, foi então que gozei e ela engoliu tudo, voltamos a mesa separados, ela bebeu água pra disfarçar o gosto. Jantamos e depois ficamos conversando besteira enquanto eu continuava a passar o dedão do pé em sua xaninha, voltamos pra casa de praia, sentamos na cama dos meus pais e continuamos a falar sobre besteiras, ela então começou a falar de sexo e veio o assunto de tamanho de pênis, ela perguntou qual de nós dois tínhamos o pau maior, ela disse pra vermos qual o maior, nós dois abaixamos a calça, o dele tinha a cabeça pra fora e o meu tem aquela pelezinha cobrindo, ela pegou os dois paus de uma vez (um em cada mão) e bateu uma punheta em nós dois, quando já estavam duros, ela colocou lado a lado e mediu, o dele era um pouco maior que o meu, foi então, que ela abriu o jogo pra ele, dizendo que havia planejado que os dois a comesse ao mesmo tempo, eu já sabia disso, já que ela tinha me falado no meio da viagem e disse que sim, ele meio sem jeito disse que topava. Ela se levantou e começou a tirar tudo, primeiro a blusa, depois a saia, o namorado dela estranhou que ela já estivesse sem calcinha e chamou ela de safadinha, ela ficou de joelhos e começou a chupar o pau dele, enquanto eu ia de língua na sua buceta, depois fez o contrario e chupou meu pau enquanto ele a lambia, ela para e sobe em cima do meu pau e pede ao namorado que colocasse no seu cuzinho, ele tira a manteiga do frigobar e “unta” ela e coloca de uma vez, ficamos assim durante um bom tempo até ele gozar no cuzinho dela, ele tira e coloca na sua buceta ao mesmo tempo que o meu pau, ela dá um gemido e ficamos fazendo esse vai e vem até ela gozar, ela pede pra gozarmos nos seus seios, nós tiramos e gozamos ao mesmo tempo, ela então pede um fetiche: Que eu chupe ele, enquanto ela me chupa e ele a lambe, achei estranho ela pedir isso, mas fiquei excitado também e fizemos essa roda de sexo oral, eu lambi e chupei até ele gozar, depois foi eu que gozei nela e ela pedia pra eu chupar o seu cuzinho, eu o fiz e ela foi ao delírio, gozou diversas vezes., fomos tomar banho e dormir, pois estávamos cansados. No outro dia fomos embora satisfeitos com a noite anterior e ela disse que sempre que tivéssemos tempo nós a foderiamos daquele jeito, nós concordamos e sempre que temos tempo, nos divertíamos daquele jeito. Meses depois eles terminaram, mas sempre lembramos daquela noite maravilhosa. FIM</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Banho Delicioso</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/banho-delicioso</link>
			<description>Olá, me chamo Leonardo, eu já relatei da primeira vez que trepei com minha irmã no ano passado (2010) em “A Primeira Vez que Comi Minha Irmã”, depois dessa vez tiveram outra vezes no mesmo ano e vou relatar uma dessas vezes. Bom, era de noite, numa sexta-feira do mês de junho, meus pais tinham ido pra um jantar de família, eu, estava trabalhando então não pude ir e minha irmã, não curtia ir a nenhum jantar em família, então foi à academia, quando cheguei em casa ela ainda não tinha chegado, então fiquei assistindo TV a cabo, uma meia hora depois ela chega, eu me deparo com uma visão deslumbrante: ela com uma blusa de algodão colada, calça de nylon e TODA suada, quando vi ela assim comecei a ficar com tesão, a blusa estava tão encharcada de suor que dava pra ver seus “faróis acesos”, naquele momento imaginei ela sem nada. Ela pegou a toalha na cabiceira da sua cama, e foi no banheiro tomar banho, ouvi quando ligou o chuveiro elétrico, não agüentei de tesão e fui lá, abri a porta bem devagazinho e tirei meu calção e já de pau duro entrei no chuveiro, ela estava de costas, foi então que usei a oportunidade e encostei minha pica na bunda dela, ela tomou um susto e se virou rápido, quando viu meu pau duro disse que adorou a primeira vez, mas eu era muito apreçado e queria que pelo menos a ensaboasse, eu disse que não tinha problema, peguei a esponja e comecei a esfregar pelo corpo escultural dela, primeiro os seios, depois desci pra barriga, ela se vira e passo na bunda linda dela, desço pelas pernas e subo pra sua bucetinha rosada, nessa hora não resisti e taquei o dedo lá dentro, ela deu um gemido e ligou o chuveiro, sentir sua pele misturada com a água quente do chuveiro elétrico, fez meu cacete ficar com mais tesão, ainda ajoelhado, enfiei-lhe a língua no seu guelhinho e chupei-a enquanto enfiava o dedo no seu cuzinho, ela segura meu cabelo e puxa com força, me levando e mamo em suas tetas, uma depois a outra, ela pede pra enfiar logo, ela se vira e com o chuveiro ligado eu penetro a buceta encharcada, vou e volto, muitas vezes, ela se afasta e levanta a perna esquerda e pede pra eu colocar naquela posição, como eu nunca tinha feito sexo daquele jeito, coloquei com prazer, mas uma vez eu co e volto muito, decido então tirar minha pica e coloco só a pontinha da cabeça no seu buraquinho traseiro, ela enlouquece e pede pra eu colocar de uma vez, eu também não me seguro de tanto tesão e como já estava “lubrificado” com a água eu enfiei de uma vez e ela grita muito alto, eu faço movimentos de vai e vem e falo pra ela como é bom transar com ela, ela concordo e pede pra chupar meu pau, eu continuo comendo o cuzinho dela, quando senti que ia gozar, tirei e mandei ela chupar, ela obedece, como aquela deusa chupa bem, em pouco tempo chupando meu cacete, eu jorro meu leite na boca dela, ela engole tudinho, eu saiu, me enxugo e digo que espero ela lá no quarto, ela acena que sim com a cabeça. Como nossos pais iriam demorar, nós aproveitamos e trepamos mas uma vez antes de dormirmos, mas esse, é um relato pra outro dia. FIM</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>A Primeira Vez que Comi Minha Irmã</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/a-primeira-vez-que-comi-minha-irm</link>
			<description>Olá, meu nome é Leonardo, tenho 1,71 de altura, 75 kg, sou moreno, tenho 20 anos e minha irmã 25, é morena, 1,70 de altura e muito, muito gostosa, esse conto é totalmente verídico, aos 16 anos eu comecei a vê-la com outros olhos, e sempre me masturbava pensando nela, um dia ela me pegou, mas, se virou rapido, esse relato aconteceu ano passado (2010), quando eu e minha irmã estávamos sozinhos em casa. Pois bem, era uma tarde chuvosa e ela estava na cozinha estudando pois fazia faculdade, eu estava no quarto desenhando quando fui na cozinha beber água, ela (como sempre) me pediu pra fazer massagem nas costas, eu fiz, como sempre, então comecei a passar um gel de mentol que tem aqui em casa, nesse dia ela estava usando um camisola apesar do frio, dava pra perceber que seus mamilos estavam duros pela camisola colada, eu tava me segurando pra não pular de boca neles, fiz a massagem  e quase minha mão escorrega, quando terminei, ela me chamou e disse que desde o dia que viu meu pênis sempre se lembrava nele na hora do banho e pediu pra ver de novo, eu que estava duro pela massagem, nem pensei duas vezes, abaixei a calça e ela admirou dizendo que era maior do quê imaginava, perguntou se podia pegar e fiz que sim com a cabeça, de repente ela colocou a boca inteira nele, eu fui a loucura, quase gozei, ela fazia vários movimentos com a língua, era uma coisa maravilhosa estar com sua boca quente deliciosa, ainda mais num frio daquele, chupando meu pênis, eu disse que não ia agüentar, ela continuou, até que eu gozei dentro da boca dela e ela engoliu tudinho, depois abriu a boca pra mostrar que engoliu tudo. E quando eu pensei que aquilo era o máximo que poderia acontecer entre nós, ela se levanta e tira o camisola, deixando amostra seus seios grandes e fartos, ela também tirou a calcinha que estava usando e mostrou sua linda xaninha rosada e raspada, no mesmo instante minha pica ficou dura de novo, ela falou que eu me sentasse no sofá, pois queria sentir meu “pedaço de carne” quente, então ela se sentou bem devagarinho e começou a galopar pra cima, pra baixo, pra frente e pra trás, eu já tava ficando louco, quando ela  se levantou e ficou de joelhos no chão pedindo pra fazermos de cachorrinho, eu fiz e ela começou a gemer, era  a primeira vez que eu trepava de cachorrinho, ela disse o mesmo, depois ela se levantou, pegou o gel de mentol e virando o seu lindo rabo pra mim, começou a passar no cuzinho, eu enlouqueci, pois nunca achava que aquilo iria acontecer comigo, ela ficava gemendo e dizendo que estava gelado(por causa do mentol, que causa esse efeito gelado na pele) ela colocou no dedo indicador e enfiou bem no fundo, dando um gemido tão alto quando o barulho chuva, ela ORDENOU que eu colocasse lá e eu, como um homem “obediente” o fiz, coloquei toda minha pica lá no buraquinho dela, ela deu um grito, fiquei comendo o cuzinho apertado dela um bom tempo, foi então que eu disse que ia gozar e ela pediu que fizesse isso nos seios dela, eu tirei, e gozei muito, depois daquele dia, sempre que ficamos sozinhos, nós damos uma boa trepada, mas da nossa primeira vez juntos, eu nunca vou esquecer. FIM</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Reveillon Inesquecível</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/reveillon-inesquecivel</link>
			<description>Oi, meu nome é Leonardo, eu já falei da primeira vez que tracei minha irmã (A Primeira Vez que Comi Minha Irmã) e esse relato é sobre o reveillon do começo desse ano(2011), que foi mais uma noite inesquecível pra mim. Bom, minha família tem uma casa de praia em Luís Correia no PI, (ah, moramos em Fortaleza, CE), que fica em frente a praia, como sempre, foi minha mãe, meu pai, minha irmã e eu, mas dessa vez, foram mais alguns familiares, tios e tias e um primo com sua namorada (gatíssima por sinal). Chegando lá, meus pais quiseram fazer bonito e preparam uma ceia de fim de ano, tinha um bombom de chocolate com recheio de mel “liquido” que era uma delicia. Chegando a noite de reveillon, fomos pra praia, a mesa com a comida e os doces estavam lá fora, minha irmã estava usando um vestido branco bem curto, ela veio até mim e cochichou no meu ouvido ”no próximo ano, eu tenho um presente pra você “, nessa hora, eu já fiquei com tesão, saímos da casa e nos sentamos longe um do outro, eu fique levando um lero com meu primo e ela ficou falando com minhas tias, mas sempre nos olhavamos, sorrateiramente. Veio o ano novo, brindamos, jantamos, comemos os doces e aos poucos todos foram entrando pra dormir e finalmente eu e minha irmã ficamos sozinhos, ela chegou até mim e disse” já estamos no próximo ano, hora do seu presente” ela pegou minha mão e me levou até atrás da mesa de doces, onde haviam umas pedras e era bem escondido( eu sempre ia pra lá, bater uma), ela tirou a calcinha, ainda de vestido, e jogou em cima de mim, eu peguei e comecei a cheirar seu aroma de buceta, ela por fim, tirou o vestido, era maravilhoso ver seu corpo nu na praia, ela veio e colocou seu lindo traseiro na minha cara e eu comecei a lamber desde a sua buceta até seu cuzinho, minha calça estava apertada de tão duro que estava, ela se virou, puxou minha calça com força que até rasgou-a, segurou minha pica e fez uma chupeta deliciosa, depois colocou meu saco inteiro na boca e com a língua ficou fazendo círculos, eu não agüentei isso e gozei, meu leite foi pra cima e caiu bem nos peitos dela, ela disse que eu só poderia “mamar” nela se, lambesse seu leite, eu fiquei com nojo, mas fiz (o gosto é muito estranho), então mamei e chupei muito os seios dela, eu me deitei na areia ela subiu em cima de mim e começou a galopar, fizemos em varias posições (mesmo as que nunca fizemos com outros) ela disse que queria que eu enfiasse no seu cú e eu fiz uma “cusparada mágica” no meu cacete e enfiei nela, ela começou a gemer e gozou, eu disse que iria gozar em instantes, ela disse que iria gozar de novo e gozamos juntos, ela se levantou, pegou um bombom de mel e mordeu, fazendo o mel derramar pela sua linda buceta e me mandou chupar, foi a melhor chupada dá minha vida, pegamos mais e fizemos o inverso, coloquei no meu pau e ela, chupou feito um picolé, nos vestimos e entramos, na volta pra Fortaleza eu fiquei dedilhando a sua xaninha molhada e ela alisando meu pau por cima da calça. Esse foi um ano novo inesquecível pra nós. FIM</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Dando o troco no maridão(Uma história Incestuosa)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/dando-o-troco-no-marid-o-uma-historia-incestuosa</link>
			<description>Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 26anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo?  São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”. 
Vamos ao conto:
Sempre que tem uma ocasião especial para se comemorar, como aniversário de um ente querido, festa de final de ano, um feriado prolongado, eu e meu marido o Carlos, temos o costume de reunir a família numa chácara que possuímos na Região Metropolitana de Curitiba, lugar ideal para um final de semana junto à natureza e longe do agito da Cidade grande.                                                   
A casa principal da chácara fica no lugar mais alto do terreno. A casa do caseiro fica um pouco ao lado. A uns 50m da casa principal, mais abaixo, ficam três tanques de peixes e uma piscina de água natural, uma delícia no verão. Logo acima dos tanques uns 80 a 100m da casa, temos um pomar com bastantes variedades de frutas, que por ser uma exigência nossa, o caseiro mantém sempre limpo. Logo depois do pomar, o terreno é composto por matas nativas. 
Dentre as árvores frutíferas a que mais se destaca é uma mangueira alta e frondosa com galhos chegando quase ao chão, um ótimo lugar para uma metidinha bem gostosa longe do agito do pessoal. Já dei minha bucetinha várias vezes pro meu maridinho de baixo daquela mangueira. 
O lugar é ideal para uma rapidinha, pois quando escurece, da casa não da para ver muita coisa no pomar, mas de lá, da para ver todo o movimento da casa. 
Neste final de semana resolvemos reunir o pessoal na chácara para comemorarmos o aniversario da matriarca da família a dona Sônia avó do Carlos. 
Dona Sônia é um amor de pessoa e querida por todos.  
À noite o pessoal estava à vontade, pois rolava muita carne e bebidas.
Notei que meu marido não se separava da Adriana, mulher do meu primo, o Paulo. 
Adriana além de ser uma mulher muito linda tanto de corpo quanto de rosto, ela é extremamente simpática, alegre, e extrovertida. 
Adriana é morena clara, 1,75m, cabelos encaracolados um pouco abaixo dos ombros, olhos cor de mel, lábios carnudos, peitos bundas e peso na medida certa, nem a mais nem a menos, o tipo de mulher gostosona como os homens costumam dizer. 
Adriana é o tipo de mulher que se quiser, tem qualquer homem aos seus pés, é só estalar os dedos que eles vêm como cachorrinhos ao seu encontro abanando o rabinho. Eu não a culpo, pois ela é realmente encantadora.
Meu sexto sentido me alertou para ficar antenada, pois poderia rolar alguma coisa entre Adriana e Carlos naquela noite, e como costumo confiar nos meus instintos, resolvi observá-los à distância.
Lá pelas oito da noite notei que Carlos disfarçadamente caminhava rumo ao pomar, e, minutos depois Adriana desceu também. Eu tinha quase certeza do que iria rolar entre eles, e sabia com exatidão até o local onde Carlos a levaria.
Dei um tempo pra eles e resolvi verificar de perto se minhas suspeitas tinham fundamentos.         Não poderia ir pelo mesmo caminho que fizeram, pois se Carlos tivesse levado a Adri para debaixo da mangueira, de lá dava pra ver todo o movimento e com certeza eles fugiriam do flagrante.
Por trás da casa principal tem uma trilha na mata nativa que leva até o pomar, então decidi que tinha que ser por ali que conseguiria chegar até eles sem ser notada, só que estava muito escuro e uma lanterna me denunciaria. 
Mesmo morrendo de medo, andei uns cem metros quase na escuridão para chegar onde pensei que estivessem, pois mesmo com iluminação nos tanques de peixes e no pomar, tinha trechos na mata que a luz quase não chegava. 
Chegando ao local, tive que fazer o mínimo de barulho possível, pois um ruído mais alto poderia atrapalhar meus planos. 
O pomar era iluminado por dois postes bem altos com lâmpadas potentes, e a mangueira ficava quase no final da plantação. Fui me esgueirando por entres as plantas frutíferas, e percebi que minhas suspeitas tinham fundamentos, pois logo ouvi gemidos que vinham da direção do pé de manga, e por ser uma árvore bem fechada com galhos quase até ao chão, não foi difícil chegar bem próximo deles sem notarem minha presença.
Já estava até angustiada para assistir de camarote uma sessão de sexo explícito promovido por Adriana e meu marido no nosso motelzinho particular.
Procurei um ângulo melhor de visão e a poucos metros, vi Adriana apoiada na mangueira de costa pro meu marido com a saia levantada e a bundinha empinada gemendo baixinho enquanto Carlos metia desesperadamente o pau na buceta dela. O tesão dos dois era tanto que Carlos nem se deu ao luxo de tirar a bermuda, apenas abriu o zíper tirou seu pau pra fora e mandou ver na bucetinha da Adri. A minúscula calcinha preta que a putinha usava estava agora quase caindo do bolso da bermuda do meu marido. 
Carlos castigava sem dó a bucetinha da Adriana alternando estocadas fortes e devagar, eu vou à loucura quando Carlos faz assim comigo e a vadia da Adri também estava adorando, pois a cadela gemia, jogava seus cabelos pros lados, jogava sua bundinha pra trás, dava pra ver a cara de satisfação do meu marido vendo aquele mulherão com uma bunda maravilhosa rebolando no seu pau como uma cobra mal matada.
Adriana dizia:
 - Aiiiii Carlos, que delícia, me fode gostoso, uiiiiiiiiii, eu vou gozar!!!! Der repente o corpo da minha prima começou a tremer e com certeza a vadia gozou bem gostoso no pau do meu marido. 
Carlos parou de fuder a Adriana, ajoelhou-se a sua frente, abriu bem suas pernas e caiu de boca sugando todo o gozo daquela bucetinha.  Adriana segurava a cabeça do Carlos e esfregava como louca a buceta na cara do meu marido dizendo: 
- Carlos, goza em mim pra gente voltar pra casa, pois podem notar nossa ausência.  
Carlos novamente se posicionou atrás da Adriana, cuspiu no cuzinho dela, enfiou dois dedos para lacear aquele buraquinho, então retirou seus dedos do cuzinho da Adriana, enterrou o pau na sua bucetinha deixando bem melado, retirou novamente e direcionou pro cuzinho da Adriana, pensei que a vadia fosse reclamar mais a puta arrebitou mais a bundinha para receber o pau do meu marido que não encontrou dificuldade nenhuma para a penetração, a vadia já estava acostumada a dar o cuzinho pros machos dela.
Carlos foi metendo devagar naquele cuzinho, e aos poucos foi aumentando o ritmo das estocadas enquanto Adriana jogava sua bundinha pra trás para receber até o talo o pau delicioso do meu marido. 
Cheguei a ficar com inveja da danada pela tranqüilidade e naturalidade que ela recebia o pau do meu marido em seu cuzinho. Lembro que no início quando percebi que Carlos era tarado pela minha bundinha e pedia apaixonadamente para liberar meu anelzinho, confesso muitas vezes cheguei a disfarçar meu choro entre gemidos para que não notasse meu sofrimento quando ele cheio de tesão me botava de quatro e fodia meu cuzinho de forma mais violenta, até hoje, mesmo acostumada com o tamanho do seu pau, ainda sinto certo desconforto mais mesmo assim libero meu rabinho sempre que ele procura, pois acho que o prazer é bem maior que o desconforto e amo sentir um cacete entrando no meu cuzinho, mesmo que seja ocasionalmente.
Mesmo eu e meu marido sendo liberais, confesso que fiquei com uma dor no peito vendo Adriana e Carlos naquela safadeza toda. Uma ponta de ciúme bateu forte no momento, mas mesmo assim meu tesão estava a mil, minha calcinha estava toda molhadinha na parte que cobre minha bucetinha, e eu que não sou de ferro, lentamente me masturbava com dois dedos enfiados na buceta enquanto o polegar massageava meu grelinho que estava inchado de tanto tesão.
Carlos metia forte no cuzinho da Adriana, podia escutar de longe a batida dos dois corpos se encontrando tamanha a força que Carlos a possuía. 
Adriana dizia com voz melosa:
 - Goza na minha bundinha, goza meu gostoso, fode meu cuzinho fode!!!
Carlos cravou as unhas na cintura da Adriana e socou fundo arregaçando-a e despejando uma quantidade imensa de porra no intestino dela que disse: 
- Como você é gostoso Carlos, pena que a Ângela não participa das nossas transas, já imaginou nós quatro juntos? Eu e você, e Paulo com a Ângela?  
Carlos respondeu:
 - Conhecendo bem a Ângela acho que ela não toparia por serem da família. 
- Se não fosse, até poderia rolar algo entre a gente.
Não sei por que Carlos fez esse comentário a Adriana, pois já dei minha bucetinha varias vezes pro meu cunhadinho, e ele sabe disso.
Carlos devagar retirou seu pau do cuzinho da Adriana, e muita porra escorreu por entres as coxas torneadas e lindas daquela putinha insaciável.
Carlos se abaixou e sugou todo o gozo que teimava em escorrer pelas pernas da Adriana. Após ter dado um trato na bucetinha e no cuzinho da Adriana deixando sem nenhum vestígio que os denunciassem, Adriana para retribuir, a joelhou-se e sem nenhum pudor abocanhou o pau do meu marido sugando e limpando por completamente.
Os dois depois de se limparem, saíram sorrateiramente para voltar a casa.
Quando chegaram à piscina, Carlos deu um tempo e Adriana seguiu sozinha. 
Logo depois meu marido subiu também.
Ainda estava com a mão acariciando minha bucetinha quando uma voz masculina por trás de mim perguntou:
- E daí, gostou do que viu?
Meu coração quase veio parar na boca tamanho o susto que levei. Dei um grito e se não fosse amparada pelos braços forte do meu primo o marido da Adriana, teria ido ao chão, pois minhas pernas tremiam sem parar. 
- Calma Ângela, me desculpa, não pensei que se assustaria assim, calma! Desculpe-me novamente, pensei que tinha me visto!
A voz calma e melodiosa do Paulo de certa forma foi me acalmando e aos pouco fui voltando ao normal.
Ainda envolvida pelo abraço carinhoso do meu primo, fui relaxando e rimos muito logo depois.
- Desde quando você estava aqui? Perguntei.
- Adriana me disse que vinha aqui com o Carlos, então cheguei antes deles. 
- Vi quando você chegou, e como não saberia como reagiria fiquei quieto, pois se desse alguma coisa errada sairia sem você perceber minha presença.
- Então você sabia que a Adriana ia transar com o Carlos aqui?
- Sim, não temos segredos entre nós! Sabia sim.
Não sei o porquê da surpresa, pois sei que você e o Carlos também têm um relacionamento aberto, e além do mais, adoro ver a Adriana transando com outro homem, só que tem que ser com meu consentimento é claro.
- Foi o Carlos que te contou sobre nosso relacionamento? 
Fiquei em dúvida, pois poderia ter sido meu cunhadinho.
- Foi sim! Há tempos venho falando com Carlos para incluir você também nas nossas transas, pois eu e a Adriana iríamos adorar! 
- Gozado, o Carlos nunca comentou nada comigo a respeito.
Eu e o Carlos não tínhamos segredos um com o outro, vai ver que não me contou por ciúme do Paulo ter sido meu primeiro namoradinho na infância.
No tempo que namorei o Paulo ainda éramos crianças, ele ainda era um pirralho.
Nosso namoro na época o que tinha de mais picante era mão nos peitinhos, na bucetinha por cima da calcinha, e eu apertava seu pauzinho também por cima das calças enquanto rolava beijinho na boca.
Lembro do dia que estávamos a sós na casa dele, pois minha tia tinha saído com minha mãe, estava num maior amasso com ele então liberei meus peitinhos pra ele chupar. Inexperiente ainda Paulo me deixou com várias manchas nos peitos tamanhas a vontade que me chupava, fiquei mais ou menos uma semana sem entrar no banheiro com minha mãe até sumir por completamente suas marcas deixadas em mim.
Lembro que quando minha mãe e minha tia chegaram, Paulo correu pro seu quarto para trocar sua bermuda, pois tinha ficado uma mancha enorme nela. Paulo tinha acabado de gozar na minha mão. Também foi a primeira vez que senti o gosto de porra. Sempre tive a curiosidade de saber qual era o gosto, e não perdi a oportunidade de levar a mão na boca pra saber qual era o sabor. 
Essa foi à aventura mais picante entre eu e o Paulo. Tempo depois, meus tios se mudaram pra outro estado e perdemos contato, viemos a nos encontrarmos novamente quando éramos todos casados, mais ou menos, uns 15 anos depois.
 Agora nós ali naquele local escuro, abraçados, com o tesão a flor da pele após termos presenciado nossos companheiros transando, não precisaria muita imaginação para saber as cenas dos próximos capítulos daquela novela que tinha iniciado há muito tempo, ainda na nossa infância.
Logo Paulo procurou meus lábios e nossas línguas duelavam em nossas bocas enquanto suas mãos passeavam por meu corpo tentando achar os caminhos perdidos que tinham percorrido tempo atrás. Minhas mãos sorrateiramente foram de encontro aquele membro que tinha me presenteado com a primeira ejaculação, na primeira punheta que toquei para um homem na minha vida.
Paulo levantou minha camiseta, abocanhou meus seios e chupava como um bebê faminto querendo saciar sua fome.
 Paulo alternava leves mordidinhas nos bicos dos meus seios me levando ao delírio.
A cada toque e a cada carícia, meu corpo correspondia com total plenitude reagindo em forma de espasmos, principalmente quando seus dedos penetraram minha bucetinha já toda meladinha pelo tesão e pelo desejo de senti-lo todinho dentro de mim. 
Bastaram alguns toques na minha bucetinha para que gozasse abundantemente molhando sua mão grande e forte. 
Paulo sentindo meu orgasmo, se abaixou e rapidamente tirou minha calcinha levando ao nariz para sentir o cheiro de uma fêmea no cio que acabara de gozar ao toque de seus dedos. 
Eu ainda de pé apoiada na mangueira, abri minhas pernas para que sua boca e sua língua pudessem explorar o máximo minhas entranhas. Sua Língua brincava com meu grelinho e às vezes sentia ela bem fundo na minha bucetinha. 
Paulo sugava alucinadamente minha buceta.  Eu gemia gostoso, e com sofreguidão segurava sua cabeça esfregando com força minha bucetinha naquela boca deliciosa que estava me matando de tanto prazer. 
Não demorou e meu corpo estremeceu descontroladamente lançando uma enorme quantidade do meu gozo na boca do Paulo que foi engolindo gota por gota como se fosse o líquido mais precioso do mundo.   
Minhas pernas bambearam e Paulo ajoelhado segurou firme minhas pernas ainda com o rosto colado na minha bucetinha dando beijinhos nela e fazendo carinho na minha bundinha como forma de agradecimento.
 Paulo se levantou me abraçou forte e disse: 
- Quanto tempo perdido, meu Deus, como você continua gostosa Ângela!
- Você nem imagina a quantidade de punhetas que bati pensando em você na minha adolescência, principalmente depois que você me fez gozar na sua mão enquanto eu chupava seus peitinhos, lembra? 
- Claro que me lembro, pois foi muito difícil pra mim nossa separação, na verdade nunca consegui te esquecer, disse.
- Sabe que naquele dia eu descobri o sabor da sua porra?  
Paulo riu e disse: 
- Sua safadinha mentirosa, naquele dia você nem chupou meu pau! 
- Nem precisou, quando vi minha mão cheia com aquele líquido gosmento, minha curiosidade foi tanta que mesmo com um pouco de nojo, lambi um pouco, portanto, a primeira porra que saboreei na vida foi a sua! Rimos e tornamos a nos abraçarmos.
Após ter me recuperado, me ajoelhei na frente do Paulo e disse:
- Agora é minha vez de te retribuir.
Abaixei a bermuda do Paulo e vi um volume enorme sob sua cueca. Acariciei aquele pedaço de carne por cima do tecido, e quando o libertei confesso que fiquei impressionado com o tamanho daquela ferramenta.
Em tamanho não era muito maior que a do Carlos, mas a grossura daquilo era algo fora do normal, bem maior e mais grossa de quando eu a peguei pela primeira vez.
Na verdade era bem proporcional ao seu tamanho, pois Paulo se tornou um belo exemplar de macho. 1,95m, 105 kg, moreno, pernas torneadas, uma bundinha linda de morrer, braços fortes, abdômen definido, uma caixa torácica de fazer inveja a qualquer homem, enfim, um homem lindo por dentro e por fora. 
Segurei com gosto aquela piroca e levei a boca pela primeira vez. Fui sugando a cabeça e punhetando com a mão o restante. Aquilo foi crescendo de forma assustadora que quase não cabia na minha boca, tive que abrir o máximo que pude para agasalhar aquela cabeçona em forma de cogumelo, onde saía um líquido salgadinho delicioso.
Paulo tentava meter na minha boquinha, mais era difícil pra mim, por isso, segurava com as duas mãos o que sobrara pra fora controlando suas investidas.
Eu tirava seu pau da boca e mordia em volta e sempre me deliciando com aquele líquido salgadinho que saía de forma abundante do cabeção daquela rola.
Segurei com as duas mãos e me abaixei lambendo toda extensão daquela tora até chegar aos seus testículos enormes onde engolia um por vez e chupava gostoso.
 Paulo gemia e dizia o quanto estava bom minha boca ali.
Sentindo que tinha descoberto seu ponto fraco, não me fiz de rogada e dei um trato caprichado naquela região. 
Enquanto minha língua brincava com seu saco escrotal, segurava com as mãos seu pau acima da minha cabeça.
Olhei pra cima e vi a cara de prazer do Paulo que curtia cada chupada que dava em seus testículos. 
Com os olhos fechados ele pedia para eu continuar, pois nunca uma mulher tinha dedicado tanto tempo naquela região, dizia que eu tinha uma boquinha mágica e que estava adorando ser chupado por mim.
Depois de um tempo, voltei a dar atenção à cabeça daquela rola sugando e brincando com a língua tentando penetrá-la naquele pequeno orifício de onde saía aquele néctar tão delicioso. Paulo ia ao delírio. Não agüentando mais, Paulo me puxou pelos cabelos, deu um beijo super molhado na minha boca e encostou-me na mangueira. 
Com uma das mãos levantou uma de minhas pernas, salivou sua outra mão e meteu três dedos na minha bucetinha que devido ao meu estado de excitação e lubrificação, entrou com folga acendendo ainda mais meu fogo que agora esperava ansiosa para ser penetrada por aquele pau gigantesco.
Paulo tirou seus dedos de dentro de mim, salivou novamente sua mão molhou bem sua rola e pude sentir aquela tora encostando-se na entrada da minha bucetinha que ardentemente aguardava para ser dilacerada por aquele invasor.
Quando senti a cabeçona tentando entrar na minha bucetinha, fui de encontro ao seu corpo para facilitar o máximo à penetração.
Não teve como evitar um gemido de prazer misturado com um pouco de desconforto quando aquela cabeçorra adentrou minha bucetinha.  Paulo foi enfiando devagar aquela tora em mim, dava um tempo e forçava um pouco mais. Aquele pau ia entrando preenchendo cada espaço da minha vagina, até que senti a cabeça daquele monstro forçando meu útero, senti também seus testículos colados na minha bundinha e confesso que me deu certo orgulho por ter suportado tudo aquilo dentro de mim.
Naquele momento percebi que mesmo sendo um ser muito mais frágil, tinha o controle total e absoluto sobre aquele homenzarrão que não mediria esforços para tentar realizar qualquer pedido que fizese só para me satisfazer. 
Este é um dos super poderes que só nós as mulheres temos, e muitas não sabe usá-los adequadamente.  
Aos poucos, Paulo foi iniciando um vai e vem cadenciado, e minha vagina foi se acostumando com aquele intruso. Logo aquele desconforto que me causou no início da penetração, deu lugar a uma sensação maravilhosa, totalmente indescritível.
Minha bucetinha agora bem mais lubrificada recebia com certa facilidade aquela pica maravilhosa que me fazia gemer quando Paulo socava fundo e forte em mim.
Não tenho, não tive, e nunca terei preconceitos quanto a tamanho de pênis, pois nós mulheres sabemos que o tamanho não importa, e sim a cumplicidade do casal e a eficiência que o parceiro nos possui. 
Confesso que já tive orgasmos maravilhosos com namorados que não tinha um pau tão grande e nem tão grosso, mas a senssação de sentir um monstro invadindo minha bucetinha, é diferente de tudo que já vivi. Claro que nem todas as mulheres sentirão prazer com um pau enorme invadindo suas entranhas, mas aconselho a pelo menos uma vez na vida experimentar.
Paulo virou-me de costa pra ele. Enquanto me apoiava na mangueira com as mãos, empinava meu rabinho o máximo para receber cada centímetro daquela anaconda dentro de mim.
Paulo metia sem dó aquela tora em minha bucetinha que já não era tão pequena assim. 
Eu com uma mão tentava me apoiar na mangueira, com a outra mão tapava minha boca para evitar que meus gritos nos denunciassem tamanho o tesão que estava sentindo naquele momento. 
Eu dizia: 
- Gooooza Paulo!!! Você está me matando... Não agüento mais... Vou gozar... Uuuuiiii!!!!
O chão fugiu dos meus pés, minhas pernas bambearam e meu corpo foi invadido por uma onda de calor e frio ao mesmo tempo. 
Paulo percebendo que estava gozando, com suas mãos fortes e másculas, empalmou meus seios me segurou firme e me estocou forte e profundamente me apertando contra seu corpo. Quando senti seu primeiro jato de porra inundando minha bucetinha, foi como se tivesse ligado um interruptor dentro de mim, a eletricidade passava por meu corpo em forma de espasmos. Paulo me apertava contra seu corpo beijando meu pescoço e minha nuca, enquanto me recuperava daqueles orgasmos múltiplos, alucinantes.  
Paulo continuou de pé agora encostado na mangueira, eu de costa pra ele curtia sua boca que mordia meu pescocinho e suas mãos apertando de forma carinhosamente meus seios enquanto seu pênis ainda duro descansava dentro da minha bucetinha.
Após um longo silêncio curtindo aquele momento, Paulo disse:
- Foi bom demais gata, como você é deliciosa.
- Estou adorando você dentro de mim, você também é delicioso!!! Disse.
Paulo se mexeu e seu pau agora mole saiu da minha bucetinha deixando um vazio enorme dentro de mim, também senti uma quantidade enorme de porra escorrer por minhas pernas. 
Peguei no pau do Paulo e disse a ele:
- Como ele cresceu né? Não me lembro dele deste tamanho e desta grossura.
Nós éramos crianças na época Lembra? O tempo transformou nossos corpos. Você também passou por uma transformação incrível, está muito mais bonita muito mais tudo.
A mão do Paulo agora passeava por minha bundinha, senti quando ele enfiou um dedo na minha bucetinha molhando bem e direcionou pro meu cuzinho e foi penetrando devagar.
Olhei pra trás e disse:
- Vai tirando seu cavalinho da chuva que meu cuzinho não agüenta esta tora de jeito nenhum.
Paulo sorriu e disse: - Nada é impossível! Adriana também falou que nunca iria agüentar e hoje ela tira de letra.
- Por falar na Adriana, ela fala muito bem de você, que tal se juntar a nós para uma transa a três eu adoraria ver você e Adriana se esfregando, garanto que o Carlos também irá adorar. 
- Já pensou nós quatros no mesmo quarto? Trocas de casais, ménage feminino, masculino, dupla penetração, não iria ser muito prazeroso? 
- Vou pensar seriamente sobre isso, quando me acostumar com a idéia quem sabe talvez não possa rolar, mas agora vamos nos limparmos para retornarmos pra casa, já é tarde e podem sentir nossa falta.
Após termos nos limpado, caminhamos para os tanques que ficam a poucos metros da casa.
Pedi que Paulo fosse primeiro e fiquei meditando em tudo o que aconteceu ainda há pouco.
Nunca tive interesse sexual em mulher, pois sou apaixonada pelo sexo oposto. Resumindo, eu gosto mesmo é de homem. Gosto de sentir um pau gostoso na minha bucetinha, gosto do gosto da porra na minha boca, de vez em quando um pau entrando bem gostoso na minha bundinha.
Aquela idéia ficou martelando na minha cabeça, se fosse para me iniciar num bi feminino, Adriana seria a pessoa mais indicada para isso. 
Adriana além de ser linda, é uma pessoa super higiênica e de total confiança. Acho que não teria dificuldade nenhuma em me relacionar com ela na cama, talvez no início seja difícil pra mim me acostumar ao fato de chupar sua bucetinha, sentir sua língua entrando na minha bucetinha na minha boca e outras coisas que não estou ainda preparada, mas só o fato de ter o consentimento do meu marido e do gostoso do meu primo, tenho certeza absoluta que serei totalmente recompensada no ménage masculino quando teria dois garanhões me possuindo de tudo quanto é jeito. 
Gostaria das opiniões das mulheres experientes no bi feminino e também dos homens que sente prazer em ver suas parceiras transando com outras mulheres sem culpa e preconceitos.  
Vou esperar amadurecer esta idéia, e assim que estiver preparada e rolar alguma coisa, contarei pra vocês. Ficarei muito feliz em receber comentários e dicas dos leitores, aguardarei ansiosamente por cada um deles. Seja a favor, ou seja, contra.
Beijos a todos e até mais.
Meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Irmã Massagista</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/irm-massagista</link>
			<description>Sempre tive o maior tesão por minha irmã,4anos mais velha que eu.Fui daqueles que espiava ela tomando banho sempre que dava,mesmo sabendo que ela detestava isso e qnd percebia que eu poderia estar espiando dava um grito pra minha mãe ver onde eu tava, ai eu tinha que sair correndo pra não ser pego no flagra.Pois bem,o tempo foi passando nós crescemos,ambos casamos e o meu tesão por ela continuava,e eu sempre com o &quot;sonho&quot; de comer minha maninha.Ela nunca parou em trabalho nenhum, disse que não nasceu pro trabalho,até que resolveu fazer um curso de massagista, se empolgou e foi em frente, até ser massagista profissional,foi ai que comecei a planejar tudo.Tava td dando certo,pois na mesma semana achei um celular e usei o mesmo pra tentar me aproximar dela sem que ela soubesse que era eu,mandei uma msg dizendo que haviam indicado ela como uma boa massagista, e fui perguntando preço e onde ela poderia me atender, a tb ja perguntei se ela poderia me atender em Hotel,pois eu não parava em casa.Logo ela me respondeu,dizendo que era só eu passar o endereço que ela iria, então pra me garantir mais ainda, perguntei em outra msg se eu poderia pedir alguma massagem especial pra ela,queria que ela me fizesse uma massagem oral, e que a pagaria muito bem,então ela de imediato respondeu que sim,&quot;Afinal que mal tem,não é mesmo...rs&quot; ela disse.Marquei o local, um Mhotel, no centro da capital.Cheguei um pouco antes e liguei do meu celular pra ela,perguntando se eu poderia passar em sua casa, ai ela me disse que tinha que atender um cliente e chegaria mais tarde em casa,foi ai que tive certeza de que ela esta vindo mesmo.Avisei na portaria que era pra ela subir,foi oque aconteceu.Tocou a campanhia e quando abri a porta o GRANDE ESPANTO de sua vida....&quot;Mano que brincadeira idiota é essa:????&quot; e foi me falando um monte,ai lhe dei um tapa na cara e a mandei calar a boca, disse que tinha as msg salvas e que ninguem de nossa familia iria gostar de saber que ela estava fazendo &quot;massagem oral&quot; em seus clientes, ela se calou e como sempre foi uito esperta,disse que aceitaria,mesmo sem eu falar oque queria.
Nesse momento deixei de ve la como minha irmã e comecei a ver uma vadia na minha frente e foi assim que fui lhe tratando, a segurei pelo cabelo e a fiz ir chupando meu pau e nisso ia falando de todas as punhetas que ja havia batido pensando nela,pedia pra ela me olhar enquanto me chupava,fui tirando sua roupa, a deixando nua,e ela ainda com cara de assustada e indignada comigo,mas logo que a deitei e comecei a chupar sua buceta, ela começou a soltar os primeiros gemidos de prazer,fui chupando muito sua buceta, realizando meu sonho,depois de uns 10min ela cmeçou a se retorcer toda,dizendo que não tava aguentando e iria gozar.....e foi oque aconteceu.....que deliciaaaaaaaaa sentindo minha mana gozando em minha boca.....logo que ela gozou, parei de chupar e meti meu cacete em sua buceta...ela me pedia pra parar, pra esperar,mas qnt mais ela pedia mais eu metia, metia e lhe dava uns tapas na cara,comecei a morder seus peitos , e meter cada vez mais e mais,fui metendo de tudo qnt é jeito, até que ela ficou de quatro, sem eu pedir...e foi falando pra eu fuder ela de 4, que ela tava loca pra ficar feito uma cadelinha pra mim, não perdi tempo e meti com mais força ainda.....até gozar.......tirei meu pau de sua buceta e gozei em suas costas.....cai cansado sobre ela,que ainda ofegante disse que adorou a surpresa e não sabe como que a gente perdeu tanto tempo pra descobrir isso, o qnt era bom treparmos....enquanto fomos falando besteira,meu cacete endureceu d novo e ai ela disse que sua buceta tava ardida...então sorri e disse .....&quot;Mas seu rabo ainda esta intacto...rs&quot;......me chamou de safado mas ficou de 4 novamente e me chamou pra meter na minha cadelinha.....ficamos a tarde toda metendo, feito dois amantes,e pra finalizar tomamos um banho juntos onde ela me chupou de novo e disse que era pra eu agendar uma novo massagem logo com ela.</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Delicia de filhinha</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/delicia-de-filhinha</link>
			<description>Ola sou Jean 34 anos casado temos uma linda filha de 14 anos venho contar o que aconteceu entre eu e minha filhinha,isso aconteceu já faz 2 meses,tudo aconteceu num dia chuvoso estava de ferias minha mulher trabalhava e sempre eu e minha filha fomos muito grudados ela sempre gostou de tomar banho junto comigo  sempre via sua bucetinha e ficava louco de tesão mas como pai ficava na minha vazia de conta que estava tudo normal mas minha filha é linda moreninha uma bonequinha,bem naquele dia estávamos assistindo filme só nós dois no sofá eu sentado e ela deitada com a cabeça no meu colo e no filme teve uma sena de sexo claro ela percebeu porque meu pau ficou duro e ela sentiu na cabeça dela ela olhou pra mim e disse paiiiiiiiiii e sorriu falei que foi filha ela sorriu e não respondeu nada mas meu pau não amolecia mais ela continuava sorrindo ai falei de novo que foi filha ela sorrindo falou seu pau esta duro falei filha que isso mas aquela hora nossa ouvindo ela falar me exitei mais ainda
estava com a mão na sua barriguinha e comecei massagear sua barriguinha ela ficou quietinha mas senti que estava gostando e continuei cada vez mais naquela hora perdi a noção com um movimento passei a mão em seus peitinhos nossa  ela encolheu mas com um gemido ela disse pai não pode eu naquela hora não via ela como filha mas como uma mulher eu tarado passava a mão nos seus peitinhos hum aqueles peitinhos durinhos redondinhos sentia na minha mão ela sem saber o que eu tinha em mente ela só falava papai não pode e a mamãe eu como um louco falava calma filhinha mamãe não vai saber de nada vendo como ela se contorcia mordendo seus lábios acho que nunca havia sentindo aquela sensação eu me exitava cada vez mais num ato de loucura escorreguei minha mão pela sua barriguinha enfiando por dentro de seu shortinho colado no seu corpinho até sua bucetinha massageando ela apertava sua coxinha nossa sua bucetinha estava toda ensopadinha ela falava papai não pode mamãe vai ficar brava eu falava calma filhinha papai vai cuidar de você peguei ela nos meus braços levei ela pra cama tirei sua roupa deixando toda nua  no desejo de possui-la comecei roçar seus peitinhos com minha boca naquele momento ela não falava mais nada só se contorcia e gemia sem parar eu fui descendo chupando sua barriguinha até sua bucetinha abrindo comecei a chupar seu grelinho todo molhado sentia seu cheiro de menina nova me levava a loucura ela gemia dava gritinho de tesão talvez não entendendo mas estava tendo seus primeiros orgasmo num gesto de selvagem tirei minha roupa ficando nú ela assustada papai que o senhor vai fazer eu tentando acalma-la calma filhinha papai quer você,deitando sobre seu corpinho maravilhoso ela tremia seu coração estava disparado comecei beijando seu pescocinho sua orelhinha até sua boquinha meu pau tocando sua bucetinha estava duro como nunca tinha sentido antes ela com sua voz tremula falava papai não vou aguentar o senhor seu pau é muito grande de fato sou bem dotado mesmo eu calmando ela dizia calma, papai vai fazer com carinho filhinha abrindo com a mão sua bucetinha coloquei a cabeça do meu pau e comecei a forçar ela gritava papai ta doendo não vou aguentar , aguenta sim filhinha mas vendo no seu rostinho uma mistura de dor e delírio enfiando minha língua na sua orelhinha forçando meu pau senti que entrou a metade ela deu um grito aiiiiiiiiiiiiiiii ta doendo naquele momento fiquei parado calma filhinha vai passar suas unhas cravou
 sobre minhas costas fiquei parado por um momento meu pau estava pegando fogo de tão quente que estava sua bucetinha e perguntei se estava doendo ainda num olhar assustada ela disse não muito comecei movimentos de vai e vem de leve
ela não falava mais nada só gemia cada vez mais alto sua bucetinha pulsava no meu pau nunca tinha comido uma bucetinha apertada daquele jeito bombando cada vez mais meu pau entrava quase tudo na sua bucetinha não querendo parar de bombar entre seus gemidos e gritos cada vez mais alto quase explodindo de tesão ela deu um enorme grito uiiiiiiiiiiiiii e cravou suas unhas na minhas costas pude sentir minha barriga esquentando percebi que ela estava mijando em mim jatos e jatos de urina com uma forte estoca atolei todo meu pau na sua bucetinha entre gritos dela gozei ai ai ai hummmmmmmmmmmmm nunca tinha sentido um gozo daquele jeito fiquei ali em cima dela uns 10 minutos sentindo seu coração sobre meu peito,sua respiração ofungante no meu ouvido entre meu suor e o dela estávamos exausto pude perceber o que eu tinha feito, tirado o cabacinho de minha filhinha e levado ela ao primeiro orgasmo de sua vida mas com a preocupação de engravidar ela porque tinha gozado dentro de sua bucetinha,peguei ela nos meus braços levei até o banheiro tomamos um banho sem dar uma conversa,arrumei a cama e coloquei ela,ainda nu sentei na beira da cama pensando o que seria de nossas vidas dali em diante ela num gesto de carinho me abraçou por traz pude senti seus peitinhos durinhos na minhas costas ela disse papai não se preocupa não vou falar nada pra mamãe agora serei sua putinha comovido com suas palavras abracei ela e ficamos um tempão conversando,depois fui até a farmácia e comprei a pílula do dia seguinte pra ela pra prevenir no caso de gravides depois de ocorrido isso ficamos mais íntimos ainda em todo lugar que eu vou minha filhinha está junto,minha mulher as vezes fica até com ciúmes e fala que  grude é esse de vocês mal sabe ela o que aconteceu entre eu e nossa filhinha. Depois aconteceu muitas vezes mas contarei em outros contos meu e-mail jeanseitos2011@hotmail.com</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>minha  cunhda</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/minha-cunhda</link>
			<description>ola  meu  nome  e deivid  tenho  18 anos  vou  contar  oque  esta  acontacendo  comigo  tenho  namorada  linda  mas  tb  tenho  uma  cunhda gostosa  maravilhosa   e  magra  mas  tem   ums  peitos  maravilhosos  tudo  ela  tem   15  anos  tudo  começou  quando eu  fui  para  sua  casa  trabalha  para  meu  sogro no  começo  estava  tudo  normal  eu trabalhava dormia  na  casa  dele  trepava  com  minha  namorada  a  noite ate  que  um belo  dia  meu  sogor  foi  para  cidade  para resolver  umas  coisas  no  banco  e  so  i  voltar  mas  tarde minha  sogra  foi  com ele   e  minha  nomorada  estava  para  escola  era  umas  8  horas  da  manha  quando  ela   levantou  e  foi  para  o  banheiro ela  si  trocou   e  veio  e  onde  eu  estava  na  obra  do  lado  da  casa  nossa  ela  estava  de  saia  uma  blusa  mostrabdo  os  formato  dos  peitos   ai  ela  pucou  um  papo  mi  perguntando.
vc e  minha  irman  fazem  muito  sexo?
reapondi  mas  ou  menos
ela  perguntou  de   novo  
vc   tem  coragem  de  ficar  comigo?
respondi depende  si vc  nao  contar  para  niguem  ai deci   do  andame  e   fui  ate  perto  dela  e  pergutei  
pq   vc  esta  perguntando  isso?
ela  repondeu  e  pq  tenho  15  anos  e  numca  transei  com   niguem  sou  virgem  e  tenho  curiosidade  
respondi  para  ela  mas  vc  quer  aprender  ela  diz  que sim  
fui  chegando  perto  dela e  a  bjandoo
ela  nao  si  afastou  continuo  mi  bjando
comecei  cupar  seus  peitos  nossa  que  peitos  duros ela   ja  estava  jemendo  fito  um  puta  e  nao  estava  acreditando estava  prete  commer  minha  cunhda  da  15  anos  eu  so  levatei  sua  saIA  E  AREDEI  SUA  CALCINHA E  COMECEI  A CHUPAR  PERRECA  NOVINHA ELA   JA  ESTAVA    MOLHADINHA  ABRI  SUAS  PERNAS  E  COMECEI  A  ENTERREI  MEU  CARALHO  ESTAVA  DIFICIL   MUITO  MESMO  ENTAO  PEDI  PARA  CHUPAR  MEU   PAU NOSSA  NA  HORA  QUE  ELA ENCOSTOU  SUA  BOCA  NO  MEU  PAU  QUASE  ESPLODI  MAS SIGUREI  E  NAO  GOSEI  ENTAO   TIREI  DA   BOCA  DEL  ENFIEI  NA  SU  XANA  QUE  ESTAVA  MOLHADA  COMECEI  A  BONBA  LEVEMENTE  ao  acelerei  ela  gemia  sem parar  eu  so  estocando  aqula   xana  novinha  coloquei  ela  de  quatro  e  vi  aquel  cuzinho  ate rosado  nao resesti  enterrei  sem do  ela  gritou  auto  para  ta  doendo  mas  eu  nao  parei ela  chorava  sem  parar  tirei   do  cuzinho  dela  e   coloquei  na  sua  boca  derepente  gozei    sua  boca  nossa  eu  nao  parava  de  gosar  enchi  a boca  dela  deporra  ela foi  correndo  para  o  banheiro  si  lava   e  chorando  fiquei  comedo  dela  contar  mas ate  hoje  ela  nao  contou  para  niguem  e  eu  fico  de olho  nela o  dia  que  tive  outra  oportunidade  quero   comer  aquele  cusinho  todo  de  novo</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Conhecendo minha esposa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/conhecendo-minha-esposa</link>
			<description>Olá me Chamo Danilo sou casado com uma mulher maravilhosa que se chama Roberta tem 32 anos e eu tenho 34 anos 
  Desde pequeno já era muito safado via minha mãe e meu pai trepar quase todo dia, com 12 anos eu já comia uma amiga minha Barbara (que morava na mesma rua que eu) tambem com 12 anos 
  Quando eu completei 16 anos conheci a Roberta com 14 anos uma ninfetinha maravilhosa loirinha peitinhos medios uma bundinha redondinha de tirar qualquer um de si 
  Comesamos namorar logo depois comesei a frequentar a casa dela, ela morava com a mãe que era uma coroa de tirar o chapeu 42 anos Peitos enormes e uma bunda mais gostosa ainda, Seu pai um coroa Chato que não saia do nosso pé mal dava para dar ums pega na Roberta, e sua irmã Camila com 8 anos uma gracinha adorava brincar comigo
  Mais só com quase um ano de namoro é que consegui comer a Roberta pois o pai dela não dava tempo,quando meus pais sairão para uma viagem eu chamei ela para ir lá em casa e ela aseitou na hora pois não via a hora de perder o cabaço dela
  Então mal chegou eu já parti pra sima dela, comessamos a nos beijar e fui logo tirando sua blusa deixando ela só de sutiã,peguei ela no colo e levei para o quarto dos meus pais e deitei ela na cama e comecei a tirar a calça dela deixando ela só de calcinha e sutiã 
  Comecei a beijar ela e fui descendo até seus peitos,tirei seu sutiã e cai de boca naqueles peitos lindos,desci mais um pouco e tirei sua calcinha,quando vi aquela bucetinha lisinha,abri bem as pernas dela e comecei a chupar aquela bucetinha linda ela tava louquinha e começou a se contorce te tanto tesão 
  Parei e tirei minha roupa e quando tirei minha cueca ela olhou para meu pau,e falou será que eu aguento isso tudo dentro da minha bucetinha pedi para ela chupar meu pau,meio sem geito ela começou a lanber só a cabeça,mais depois ela caiu de boca e chupava igual uma puta 
  Pedi para ela parar e deitar na cama com as pernas abertas que eu ia comer ela 
  Fui peguei meu pau e coloquei bem na portinha da buceta dela ela olhou,e pediu para eu ir de vagar porque era virgen ainda comecei a forsar um pouco até entrar a cabeça ela deu um gritinho,e fui metendo meus 23 cm nela 
  Logo estava entrando e saindo facil daquela bucetinha que já não era mais virgen,metemos aquela noite inteira,logo de manhã tomamos um banho e fomos para escola juntos 
  Chegando da escola meus pais já estavão em casa almoçando,quando minha mãe saiu para ir na casa da minha vó meu pai veio me perguntar se eu tinha comido a Roberta lá em casa,fiquei com vergonha mais não escondi do meu pai falei que levei ela lá e que tinha comido ela sim,mais os pais dela não poderia saber pois o pai dela achava ela muito nova para perder a virgindade 
  Meu pai não acreditou que ela era virgen,mais disse que não contaria para ninguen o que tinha acontecido lá nem para minha mãe 
  O resto da istoria eu conto depois valeu</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>A Festa da Irmã.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/a-festa-da-irm</link>
			<description>Como no meu ultimo conto, Devo alertar-lhes de que isso se trata de uma Obra somente para entretenimento não é experiência...
A Festinha da Irmã.
Bom pessoal, Sou um cara muito tímido, não saio muito, a maior parte do meu tempo fico em casa desenhando, falando com amigos na internet e essas coisas de gente nova. Mas não sou novo tenho 20 anos, não tenho corpo malhado ate porque não vou na academia.. tenho um corpo normal,  não sou lindo e não sou horroroso... Tenho uma irmã que se chama Julia, 18 anos, alta, Cabelos negros, e olhos cor de mel... certo dia ela vem em meu quarto chorando... eu não sabia o que fazer e perguntei o que aconteceu “Juh”... ela me disse que tinha uma festa na casa de umas amigas e que nosso pai não deixou ela ir... eu não sabia o que fazer e então  ela me olha nos olhos e diz: Pede pro pai deixar eu ir?
Juh se eu fizer isso ele vai me mandar ir com você, e você sabe como eu me sinto nestes lugares...
Ahh maninho por favor eu nunca te pedi nada e quando a gente chegar lá você não precisa nem entrar. Pode ir pra onde você quiser , so volta depois pra me buscar.
Consegui convencer meu pai a deixar  a gente ir na festa, peguei o carro e fomos... no caminho eu não pude deixar de notar que minha irmã estava linda... e disse: nossa juh como você tá linda mana... quando foi que você ficou tão linda desse jeito que eu não reparei...
Ela disse: se você saísse mais do seu quarto notaria. Já tive 4 namorados já levei eles em casa e você nunca notou eles. ^^.. mas que interesse  repentino em mim é esse, ate parece que você da gostando de mim.
Você ta maluca você é minha irmã, tá achando que eu sou algum tipo de tarado por irmãs?
Que isso maninho, Incesto é moda hoje em dia.. mas fica tranquilo não vô te deixar mais vermelho do que tá agora ^^.
Continuamos o caminho ate a casa da amiga dela... quando chegamos la, ela disse: quer entrar um pouco?
Eu disse que não que iria dar uma volta e depois voltaria para busca-la... andei pela cidade, fui em um bar, conheci uns caras muito malucos fiquei amigo deles e disse que iria buscar minha irmã numa festa depois voltaria pra rua... anotei os telefones deles, são amizades que a gente faz numa hora e acabam sendo legais hehe... então fui pra casa da amiga da minha irmã e quando chego bato na porta e uma das amigas dela sai pra fora e me olha de cima em baixo e me puxa pra dentro... eu não sabia do que se tratava a festa mas so tinha 5 garotas na sala mais ninguém, e as 5 estavam peladinhas inclusive minha irmã... so que elas estavam se pegando minha irmã vem em minha direção e me beija na boca e diz bem que você podia ter trazido uns amigos seus em, mas acho que não tem nenhum... nessa hora fikei chapado, ela acha que só porque sou meio tímido não tenho vida social. Peguei meu telefone, ela me olha e diz: o que você tá fazendo....
Tô chamando 4 amigos pra fazer par com suas amigas...
Mas tem cinco meninas aqui.
Você e eu hoje.. vou te mostrar que eu não fico só em casa olhando pornografia na internet..
Se passou 10 minutos e meus novos amigos chegaram, fui recebe-los e eles me agradeceram e disseram que nunca tinham feito algo daquele tipo, então Rebeca chega em um deles e diz: relaxa e curte a festa.. e cada um foi pra um canto e eu e minha irmã fomos para um quarto no andar de cima. No caminho fomos se pegando a gente se beijava passava as mãos um no outro. Uma loucura só, quando chegamos no quarto joguei ela na cama e comecei a chupar aquela xoxotinha linda e disse: maninha que bucetinha linda... ela disse: chupa ela, chupa gostoso...
Eu chupava aquela bucetinha rosinha molhadinha, ela começou a tremer e me puxou com força minha cabeça me fazendo beber seu melzinho.
Ela se levanta da cama e vem em minha direção se abaixa e desce no meu pau. Punheta ele um pouco e lambe a cabecinha bem devagar bem suave: Nossa mana como vc chupa gostoso.. ela colocava ate a metade e depois tirava chupava as bolas bem gostoso, subiu na cama ficou na pose de 4 e meio de pé. Mas eu não coloquei nela. Peguei ela pela cinturinha e comecei uma serie de beijos, e passando a mão pelo seu corpo por traz deixando ela doida. Ela dava umas reboladinhas no meu pau que já estava muito duro... ela dizia: me come, me maninho.
Você quer, Você quer?
Sim, sim eu quero...
Segurei no cabelo dela, coloquei dentro dela e comecei... lento, rápido, lento, rápido... peguei ela pela cintura coloquei ela na cama de modo que ficou apenas as pernas pra fora da cama. Dei mais uma chupadinha na xaninha dela.. encaixei meu pau nela de novo e a segurei pelas pernas e fui metendo , rápido lento rápido lento... ela ia a loucura. Subi na cama ela sentou em mim e começou a cavalgar muito gostoso e gemia bem baixinho... ahhh ahhhh ah maninho que delicia... vai maninho me faz sua maninho... vai ahhhhh ahh... ela virou ficou de 4 na cama e comecei de novo, peguei ela pela cabelo... ia lento rápido lento rápido... ate que ela disse que iria gozar e eu também já tinha segurado uma vez e disse que iria também aumentei um pouco o ritmo e gozamos juntos... fomos pro andar de baixo a a galera estava toda lá se pegando... uma amiga da minha irmã veio em cima de mim e minha irmã foi com um de meus amigos.. e ficamos nisso a noite toda... peguei minha irmã duas vezes a mais depois... e voltamos embora era quase de manha e ela me disse que queria muito mais do que só aquela noite... agora perdi minha timidez, tenho amigos novos... e uma putinha em casa... quer coisa melhor?

Galera Comente ai.. meu msn pra vcs mandarem sugestões... como disse antes isto eh um conto e como dito não eh experiência. É somente um conto narrativo. add ai marquinho303@hotmail.com</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>DE VOLTA AO CLUB DOS MEDICOS</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/de-volta-ao-club-dos-medicos</link>
			<description>DE VOLTA AO CLUBE DOS MÉDICOS  (06/08/2011)
                      Autor:     HALLY DANNY
Certo dia meio nublado ao sair da escola,  um amigo me pediu para acompanha-lo até a casa do tio dele no interior pegar umas plantas para fazer cha para  a mae dele. Aelgou estar a pista, molhada e nao gostaria de ir só. Nao fiz cerimonha,  o acompanhei mesmo sem saber onde iria. Por conincidencia na mesma estrada do club dos médicos onde vivenciei muito boas experiencias sexuais. Quem leu meus contos
 SABADO DE ORGIA NO CLUB DOS MEDICOS EPISODIO I e
SABADO DE ORGIA NO CLUB DOS MÉDICOS - EPISODIO II 
Sabe muito bem o que senti ao passar na frente do club, lembrando de todods os prazeres vivenciados naquele paraiso. Fiquei com uma anciedade enorme para contar os acontecimentos ali vividos. Resistir muito, contra a minha vontade. Mas não resistir ao passar na volta e pedir a meu amigo para dar uma rápida entrada no club. Meu amigo pergunta para mim.
- Voce conhece este lugar? 
- Sim ele é muito especial para mim.
 Não me contive  e iniciei uma breve conversa. Mas sem perceber dei uma pegada com força em meu pau apertando-o com força  e em seguida dizendo.
- Já estou até ficando de pau duro só em lembrar o quanto foi bom.
- Voce comeu alguem por aqui?
Aproveitei a deixa para aprofundar mais no assunto.
- Eu vim aqui com meu Pai que é socio do club e ele me apresentou a uns amigos dele tambem médicos.  Para mim, foi uma grande surpresa os assuntos falados na ocasião. So se falava de sexo e com muita putaria. A minha surpresa, grande surpresa, foi os amigos de meu pai  saberem de um fato acontecido na minha festa de aniversario na casa da praia. 
Logo indagou meu amigo que ja se interessava até de mais peloos meus relatos.
- Meu Pai fragou em silencio, eu fazendo sexo com meu primo de 18 anos 
(SEDUZIDO POR UM PRIMO DE 18 ANOS)
- Seu pai então relatou para os amigos dele que voce teve uma relação com seu primo? Com qual interesse ele levou ao conhecimento dos amigos, ter um filho GAY?  Ai tem coisa.!!!
- Pior que tem mesmo.
- Quero saber esta história bem direitinho, nunca pensei que voce tivesse interesses por homens. Nunca vi voce como um Gay.
Neste ínterim, fomos chegando  na sede do club que estava vazia só haviam alguns trabalhadores efetuando reparos de reforma e manutenção da sede.
Passei então a ver o que os trabalhadores estavam fazendo  nas salas. Entrava numa e em outra, na verdade eu ja estava querendo mesmo era ver algum trabalhador interessante por lá. Meu amigo, me acompanhava e perguntava sobre o club e eu não sabia que ele tinha interesses por contrução civil. Ele falava detalhes sobre o procedimentos dos operários.
Em uma das  dependencias, encontramos o mestre de obras, muito antigo no club, ele sempre cuidou desde a construção,  manutenção  e nas reformas. Este senhor me conhecia atravez de meu pai que foi diretor do club por alguns anos. Eu Quando pequeno frequentava com meu pai e minha mãe tambem médica. Mas não guardo muitas lembranças desta epoca.
Ao encontrar seu Luiz, mestre da obra, apresentei meu amigo a ele que logo começaram a falar sobre a obra. Aproveitei a oportunidade para me distanciar de meu amigo em busca de coisa interessante. Me dirigi de imediato ao parque aquático.
Tive a sorte que precisava.  A piscina estava vazia e a reforma estava sendo nos banheiros.
Ao entra no banheiro dei de cara com um operário moreno claro estatura mediana com umas pernas groças de fazer inveja a qualquer mulher. Suas pernas estavam bem visiveis pois sua bermuda estava apertada e curta. Entrei comprimentei-o  ele asustou-se um pouco.
 - Bom Dia! Desculpe se lhe assustei.
- Desculpado. Mas sabe , eu estava aqui sozinho não imaginei que podesse entrar alguem. E  quando se esta sosinho em um banheiro fica-se pensando uma porção de besteiras.
- Mas voce não estav fazendo nada de errado. Meu pai é medico e ja foi diretor daqui e eu estou de passagem. 
Aproveitei para jogar um pouco da mulherzinha que esta dentro de mim.
- Para que tanta pressa? Fique mais um pouco, estou sozinh, só posso sair daqui  para o almoço, as 12:00h.,  ainda tenho  uns minutos para largar.Voce gosta de vir aqui no club? Qual a parte daqui que voce gosta mais.
 - A que eu gosto mais é da sauna e depois da piscina. Estes chuveiros são muito bons. Por que esses chuveiros teem mais força que os de la de dentro da sede?
- Voce ainda nao viu que as caixas desses chuveiros ficam la em cima do barranco? Você nunca foi la. Eu ja terminei a troca do registro geral e agora vou ter que ir abrir o registro principal para testar o serviço. Quer ir ver?
Nada podia ser melhor que aquele convite,  subir o barranco no meio da mata com aquele moreno   dono de umas deliciosas pernas.  Eu ja começei a imaginar coisas.  O que ja me deixou quase excitado e que logo foi percebido pelo moreno. Que de pronto percebeu e deu uma pegada com firmesa em seu pau. Não deu para perceber muita coisa, sua bermuda estava muito apertada e não havia espaço par que seu pau se espalhasse. Mesmo assim percebi  um considerado aumento no volume nas imediações de seu pau. Isso ja me deixou quase que completamente excitado
Nos dirigimos para o barranco, ele na frente eu atraz , quando ja estavamos bem proximos, ele sofreu ou fez haver sofrido uma furada no pé.  Abaixou-se para ver a furada e pediu que eu fosse na frente pois ja dava para ver as caixas d’agua. Caminhei na frente e logo ele caminhou tambem,
Resolvi olhar para traz e percebi ter ele retirado seu pau ja duro de dentro da cueca e posto por dentro da perna da cauça ficando  o volume bem a mostra. Diante daquela situação ja não havia mais duvida de que eu iria ser fudido por aquele moreno das pernas gostosa.
Ao chegar-mos junto as caixas d’agua que por sua vez era fixadas no solo ele mostra o registro geral na parte inferior da caixa e pergunta se eu sei como abrir. 
- Sei sim. Tudo que abre é para esquera e o que fecha para direita.
- Nem tudo é assim. Ttem coisa que para abrir é  colocando para frente e para traz. Voce precisa aprender esta tecnica.
Eu abaixado quase de quatro tentando abrir o registro mestre, ele vem  logo me encoxando por traz  com seu pau duro ainda por dentro da calça falando no meu ouvido.  
- Tem que abrir bem lentamente para nao estorar o camo, vai abrindo devagar e sentindo a agua passar.
Eu, sentindo aquela tora quente encostada em minha bundinha, me fez abrir lentamente aquele regitro. E ele dizia em meu ouvido.
- Isto, abre bem lentamente e sente a o tremor da agua no cano, sente vibrar bem lentamente descendo gostoso. Consigo sentir o tremor de sua mao aqui no meu cano.
- Quero sentir a agua entrando no cano, eu ja abri toda, mais ainda sinto uma vibração, agora  na minha bundinha.
 - Agora voce vai sentir o contrario, vai sentir meu cano entrando em sua bundinha. Vou jorrar meu liquido todo dentro de sua deliciosa  bundinha.
Aquilo ja me deixava em desespero, nao esperei muito e ja fui esfregando minha bundinha com vontade naquela  tora. Ele ja rapidamente expoe de uma vez, seu pau duro  fora de sua bermuda  e arriando minha calça,  centralizando bem no meu cuzinho que ja  latejava  de vontade de receber toda aquela maravilha. Fez ele duas tentativas de penetração mas estava faltando lubrificação. Para isto abaixei-me diante do monumento e começei entao a lamber com vontade. Deixando-a bem meladinha, virei-me e posicionei meu cuzinho bem na cabeça daquele pau que de repente feito um animal empurra-o com força indo de uma só vez e queimando meu cuzinho.
Dei um pequeno grito fazendo-o parar com ela toda dentro.
- Ja foi toda. Espera um pouco e sinta toda dentro, depois voce vai mechendo lentamente com ela toda dentro deste cuzinho apertad.Quando estiver pronto eu tiro e boto outra vez  com mais carinho e prazer.
- Assim voce me machuca todo, quero devagar para sentir entrando  toda lentamente. Agora me fode gostoso, bate com tuas pernas nas minhas coxas, quero sentir suas coxas batendo em minha bundinha
- Sente meu pau todo dentro deste cuzinho, era isto que voce estavva procurando eu percebi seu olhar para minhas pernas e meu pau.
- Eu queria sentir sim toda dentro de mim. Mete! mete toda. Goza rápido que meu amigo esta esperando por mim.
- Quer leitinho na bundinha quer? Tome viadinho gostoso.  Tome leite tome.
Sentir de repente os jatos quente jorrando dentro de mim e aquela paradinha para os ultimos jatos e um aperto na cintura e a retirada daquele pau todo lambuzaddo de esperma.
Foi então uma aventura inesperada, o que eu na verdade mais gosto é de  ser um viadinho na oportunidade certa.
Quando desci ja encontrei meu amigo com Sr. Luiz na beira da piscina, me juntei a eles como sa nada tivesse acontecido. Meu amigo olhou para mim e ja disse em seu olhar ter percebido que eu nao estava sozinho por ali.
Quando eu chego junto a eles, seu Luiz deu uma olhada para as caixas do barranco exatamente na hora em que o moreno aparecia na nossa frente. 
Seu luiz por segundos parou de falar e olhou para o moreno olhou  para mim  e em seguida continuou a falar. Aquele silencio foi a confirmação de que teria havido alguma coisa. Percebi que seu Luiz ao continuar a sua conversa ja passou a ficar segurando em seu pau apertando como se estivesse interessado em faze-lo ficar duro.
Nos despedimos e fomos em direção ao carro. Meu amigo olhava para mim e fazia um ar de riso. 
Quando sentamos no carro ele foi logo dizendo:
 - Quero saber o resto da historia que voce começou quando vinhamos pra o club, mas antes quero saber de sua historia de hoje seu safado.

 Caso goste, faça seu comentario para 
hallydanny@bol.com.br</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
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			<title>Cunhadinha ao Vinho - final</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/cunhadinha-ao-vinho-final</link>
			<description>Me ergui para tomar um fôlego, levantei suas pernas bem para cima, deixando que se apoiassem sobre meus braços. Pude ver sua xoxota se abrindo quando meu pau voltou entrar, comecei a meter até o fundo de novo e vi sua expressão, seus olhos fechados, mordendo a boca, suas mãos deslizando por sua barriga e seus mamilos e gemendo muito ao voltar a gozar.  A virei colocando de quatro, fiquei de joelhos e depois de umas 2 pinceladas, meti de vagar, parecia cada vez mais apertada, agarrei pela cintura... pelos ombros... a levantei, me agarrando em suas tetinhas e mordendo seu pescoço, sua orelha, quanto mais ela gemia e gritava, mais eu socava todo dentro. –me esmaga! Falou e se estendeu de bruços, me puxando, sem que eu tirasse o pau, com suas coxas entre as minhas me encaixei naquele bundão, meu peito colado em suas costas. Parei mais um pouco, desta vez senti sair um pouco de leite, mas meu pau estava com muito tezão. Voltei a meter com força, fazendo barulho ao bater na bundinha, ela seguia murmurando com gemidinhos dengosos: –gotoso... me come gotoso, isso aumetava meu tezão. Me ergui, ficando montado em sua bunba com as mãos sobre suas costas, a Val foi pegando o jeito, abriu suas coxas um pouco e com movimentos armonicos, eu socando e ela rebolando e levantando o quadril, cada vez mais rápido, até que gozou como uma louca, gritando e gemendo muito: –Aiiihh amorinho... que coisa boaaa!!!  Me deitei de costas e a Val veio me beijando, cravando as unhas no meu pau, então veio por cima, ficando sentada sobre meu pau, se esfregou nele e debruçou fazendo com que seu cabelo ficasse em meu rosto, enquanto me beijava, seguia rebolando o quadril. –deixa eu te enterra ele de novo... deixa minha putinha...e te encher de leite... deixa?  Ela se ergueu e olhando no meu olho disse: –deixo amô... eu sou tua! ... esgaça minha xoxotinha então ...me enche com o teu leitinho. Posicionei com a mão e ela foi sentando, dava para ver o pau se sumindo dentro dela, quando entrou tudo eu lhe disse: –vai minha paixão...fode bem gostoso...ele é teu!  Instruida pela Mari que se acabava no dedo: –vai maninha... judía dele... vai cavalgando nesse pauzão... acaba com ele! Ela começou subir e descer enquanto olhava para a Mari: –haaii mana... que homen gostoso... o pau dele é delicioso... delicioso sentir entrá e sair de dentro da gente! Cada vez ela fazia melhor. Fazia rápido... de vagar... as vezes subia e descia rebolando e falando toda dengosa um monte de coisas do tipo: sou tua... me fode gotoso amo... minha xoxota é só tua agora, até que não agüentei mais e com as mãos na sua cintura gritei: –Aaaaiihh...minha gostosinha, faz eu gozar...faz, me mata de tesão! Com os olhos fechados ela respondeu: –vai amoziinho... toca o teu leitinho todo pra dentro da tua mulherzinha e com as mãos no meu peito foi cavalgando de todo jeito até que quase sem voz gritei: –Aaiiiihh... tá jorrando... suga ele Val. Eu sentia as esguichadas saindo, uma após a outra, sentia também meu corpo adormecendo, de tanto estase. Ela continuou fudendo e gritando até gozar: –gotoso meu amor... aiihhh...aiiihh aaiihh mana... que pauzão gotosooooo tem o nosso homem, e caiu sobre meu peito também exausta e chorando sob o efeito da ultima gozada. A Mari se chegou, fiquei entre elas, nos abraçamos e nos acariciando em silêncio. Após algum tempo de descanso a Mari sorrindo me disse: –é mô ...e olhou para a Val toda suada, ambas sobre meus braços e com uma das pernas entre as minhas, continuou: –acho que esta noite tu ganhou outra mulher... né Val e me beijou! será que ele da conta? –claro que sim, disse ela...  esse pauzão da pra nós duas... acho que me apaixonei esta noite ...Também nos apaixonamos na cama, interrompeu a Mari, só que nesta época eu não deixava ele meter em mim... só gozar nas minhas coxas... na mão... na boca! Quero ser tua pra sempre...junto com a Mana, interrompeu a Val e me deu um beijo delicioso dizendo: –tu me quer como tua mulher também! Olhei para as duas e disse: –é o que eu mais desejo ...amo a Mari e já to morrendo de amor e desejo por ti também. Quero as duas manas na minha cama sempre... vou comer vocês juntas, meu pau e meu leite agora é pras duas. A Mari olhou com malícia para a Val e disse: –Éehh maninha ... numa noite dessas... a gente toma um vinhosinho gostoso pra relachar...  de repente até tu deixa, né?  o môr entrá lá atrás, como faz comigo. –Aiihh mana! Disse a Val espantada e completou com a voz  meiga acariciando meu peito: –se ele pedi com jeitinho a gente pode pensar. Eu lhe interrompi: –juro que vou pedir com muito jeitinho. –Jura amor...mas eu tenho medo, nunca fiz. Lhe acalmei: –vou fazer igual como na Mari... te ponho de quatro e vou passando minha língua no teu cuzinho até ele fica  bem molhadinho e tu bem arretadinha, depois pego meu pau e vou te coxando de leve até entrar a cabeça. –mana, doeu em ti? –só um pouquinho, mas... nas outras vezes ficou gostoso, eu deixava ele metê só um pedacinho,lhe respondeu a Mari. –se doer tu promete que tira..., me falou entre selinhos molhados. –Claro meu amorzinho! E ela continuou: –então experimenta um pouquinho agora! E ficou de quatro. –vai mor! Disse a Mari espantada. Eu comecei a passar a língua naquele cuzinho e logo voltei ficar de pau duro, enfiei o dedo bem de leve, era muito fechadinho, enquanto eu encostava a cabeça na entrada, a Mari acariciava seus cabelos quase arrastando na cama. Fui coxando dando estocadinhas, quando iniciou abrir, a Val se moveu para frente: –aiih Nando... doeu! –tudo bem Val, não precisa ser agora! Disse a Mari e ficou de quatro também: –mete no meu, mor... pra ela vê como é! –Espera um pouquinho... deixa eu lubrificá ele! Falou a Val, pegando em meu pau e chupando, colocando tudo o que podia na boca. Eu salivei então na mão e passei no cuzinho da Mari e comecei a coxar até que entrou, aos poucos foi entrando mais e mais, ao chegar na metade comecei a fazer um vai-vem enquanto a Mari gemia e dizia: –mete mais mor... tava bom naquela noite! E eu já cheio de tezão de novo, a cada vai-vem ia entrando mais. –de vagarzinho, dizia ela, e eu metendo, até que enterrei tudo. Enquanto a Val assistia excitada, sua mana pedia gemendo: –come meu cu, môzinho... come! Fui metendo e tirando cada vez mais rápido até que espirrou o restinho de leite que eu tinha, tirei para fora e terminei de gozar em sua bunda, sob o olhar da minha nova mulher que disse: –Nando, com o tempo, eu vou deixar tu mete todo ele dentro de mim também. –Vou goza muito nele! –Éhh Val... esse safado vai ter nós duas como mulher dele... e além de fuder nossas bucetas, vai se apossar dos nossos cuzinhos também! A Val rindo com malícia disse: –não vamos deixar a Lúcia saber disso... vai que ela queira experimentar também esse nosso pauzão delicioso! Eu interrompi me exclamando: –peraí! ...as três irmãs eu acho que não agüento!! Antes de se ajeitar no travesseiro a Mari apontou meu pau que estava mole para Val, dizendo: –olha maninha, ta inofensivo agora! –é! Respondeu ela e o  pegou com a mão: –ummhh! mas ainda tá  gostoso... vamos deixar ele descansar, e também se ajeitou em seu travesseiro. – é, descansa mesmo! quero ele duro e grande amanhã! Completou a Mari. Eu sorri, beijei as duas e me acomodei no travesseiro entre elas.  
O restinho de noite que sobrou e toda a manhã tiramos para dormir ...eu e agora minhas duas mulheres, os três bem abraçadinhos.
   
Elas ainda não sabem que coloquei nossa louca história neste site... 
Vou esperar a opinião de quem ler, através do meu email, depois vou mostrar a elas!</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Cunhadinha ao Vinho - parte 3</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/cunhadinha-ao-vinho-parte-3</link>
			<description>Senti que ela relaxou e aos poucos voltamos para a posição. Nós dois tremíamos, voltei a pincelar seu grelinho de vagar, salivei na mão e passei em todo pau para ficar bem lubrificado, posicionei e forcei até a cabeça entrar, ainda segurando o pau meti mais um pouco e a cada vai e vem, sem pressa, acompanhado de um: –Aiiihh amor... Ele entrava mais. Ao sentir que entrou metade, e a partir dali vai engrossando, levei a mão sobre sua barriga, e agarrei forte, cravando os dedos, nossa respiração seguia descontrolada, o que eu mais queria naquele momento era me enterra naquela bucetinha gostosa. 
Comecei então a fazer um vai e vem com mais pressão, e foi entrando, arrombando aquela pequena mulherzinha linda que gemia mordendo minha mão e me implorava: –Vai de vagarziiinhooo...vai! – Tá quase todo dentro meu amorzinho! Continuei agarrando com força e a fudendo, a cada centímetro que penetrava, ficava mais apertado e gostoso. Então tirei, deixando só a cabeça dentro e meti firme, com pequenos vai-vem até entrar tudo. Fiquei abraçado nela por um tempo, –Aiih...aiih amor...aihh amor, ela murmurava gemendo. –Ta todo dentro de ti meu amorzinho, disse lhe abraçando mais ainda, ficamos imóveis. Entre gemidinhos ela desceu a mão até sentir que nossos pêlos estavam juntos. –Sentiu? –Senti!... Malvado, ta todo na minha xoxotinha, ela ta toda esgaçada... E ta ardendo! –Muito? –Só um pouquinho! Qué que eu tire? –Não... fica dentro de mim... ta bom... to sentindo ele pulsar...  ta gostoosoo! Voltou a mão para meu rosto e completou: –Agora é de verdade...também sou tua mulher. Meu coração batia tão forte que as palavras quase não saiam: –Agora tu é minha mulherzinha, que nem tua mana, ti quero todinha pra mim... meu pau vai se deliciá comendo essa xoxotinha gostosa todinha! Ela me interrompeu com a voz trêmula, mas com malicia: –Tira e deixa eu agarrar... huumm... ta todo lambuzado!!... E toda dengosa enquanto acariciava a cabeça do pau, completou: –vem de novo amor... vem... quero mais...mete ele todo na minha xoxotinha. –É o que eu mais quero, lhe disse, e a puchei para a mesma posição, e fui metendo enquanto ela dizia gemendo: – vaai amor... entra bem de vagar... mete todo o teu pauzão na tua mulherzinha. 
Já pingando suor, e alucinado pelo tezão, fui metendo até enterrá todo, sentia se esgaçando e ao mesmo tempo espremendo meu pau, a virei de lado juntando suas coxas. Abracei-a, com uma mão cravada na barriga e a outra pegando nos peitinhos e no ombro, comecei a fodê-la mesmo. No inicio com um vai-vem suave e curto, aos poucos fui aumentando o pedaço que entrava e saia até que já estava entrando e saindo quase todo, fui socando com força naquela bucetinha que sugava e esmagava deliciosamente meu pau em meio a nossos gemidos descontrolados. De repente a tv se ligou nos clareando, vimos a Mari só de calcinha e sutiã nos olhando nus com uma cara excitada e curiosa, olhou para a Val e sorriu, só pôde ver os seios e os pelinhos da xoxota, pois estava com as coxas fechadas e eu estava comendo ela por trás : –E aí Val, que ta achando do meu marido?  Ficamos imóveis, meio sem jeito, a Val e eu tomados de suor. –Aih mana, não deu para segurar!...que delícia... tu tinha razão, ele é bem pesado, e faz gostoso e o pinto dele... nossaa!...  é grande mesmo! –É mesmo??...pelo jeito tu é bem corajosa! ...eu levei um tempão pra deixa ele mete tudo em mim... bom... era minha 1ª vez, mas eu tinha mais idade que tu! E tu môr... ta gostando da minha maninha? Fiz um movimento e retirei o pau, mas continuei abraçado, olhando para a Val disse: –Também não pude resistir, ela é muito linda... tem um corpinho delicioso! Tem uma boca... uns peitos... uma bundinha... uma  bucetinha muito apertada... nossa, ela é toda gostosa!
–É de família! Disse a Mari com um sorriso malicioso e completou: ... não esquece que ela é novinha, não tem nem 15 ainda! Enquanto eu e a Val seguíamos coladinhos, a Mari afastou-se mais para a beira da cama e novamente com malicia disse: –Acho que vou dar mais espaço pra vocês!  Me ergui, meus olhos então puderam vê-la nua e suada, sua pele toda morena como se tivesse bronzeada... seu rosto ainda mais bonito... seu cabelo alvoroçado... seus seios redondos, perfeitos, com os mamilos durinhos... sua barriguinha... o umbigo... suas coxas bem torneadas... os pelinhos realçando ainda mais aquela xoxotinha... ela era toda maravilhosa. A Val também a me observava, de joelhos a sua frente, percorreu todo meu corpo e fixou seus olhos negros em meu pau que estava em pé, o mais duro possível. Virou-se para Mari e disse com um sorriso maroto naquela boca carnuda: –Bahh mana, eu tinha visto assim só na revista, é muito grandão! A Mari se chegou, acariciou lhe o cabelo e lambendo os lábios pegou no meu pau, deu duas ou três lambidas e chupadas na cabeça, fazendo estalar na sua boca, voltou a acariciar o cabelo da Val e falou: –olha aqui mocinha, eu to louca pra gozar no pauzão delicioso do meu homem... mas hoje ele é todo teu, pode dar tua xoxota a vontade... pode saborear todo o leite quente que ele tem! Ao olhar intrigado para a Mari, ela me tranqüilizou: –a Val já toma “remédio” seu bôbo... vai môr, pode comer ela... eu deixo, quero ver se tu vai fazer ela gritar de prazer como faz comigo!
Em seguida a Val veio na minha direção, meio deitada, meio de quatro, passou as mãos nos pêlos da minha coxa, deu uma lambida de leve em minha barriga e outra em meu pau, olhou para mim mordendo o lábio inferior e ficou de joelhos também, se chegou, pôs as mãos por trás do meu pescoço fazendo com que seus seios roçassem no meu peito: –quero mais...quero sentir tu dentro de mim...faz dentro de mim... faz,  que nem tu faz na mana, me disse passando seu rosto ao meu. A peguei pela cintura, descendo as mãos até sua bunda, enfim pude apalpar toda aquela maravilha e falei ao seu ouvido: –Claro minha paixão...vou te comer todinha...vou fuder essa xoxotinha e encher ela de leite até tu gritar de tesão. –então vem, me disse e se jogou de costas na cama com as pernas dobradas e abertas. Olhei para a Mari que e fui lambendo... chupei seus peitos, me encaixei sobre ela e começamos a nos beijar, enquanto nossas bocas se devoravam... nossos corpos se esfregavam enlouquecidamente. Tentando controlar a ansiedade, fui ajeitando o pau, o posicionando na grutinha molhada e após meter a cabeça, entre os beijos falei: –Vai minha safadinha... Suga meu pau. Aos poucos fui metendo e me deliciando com aquela buceta incrivelmente apertada até que enterrei, abraçando a com força para que entrasse tudo. Ela gemeu desta vez bem alto, cravando as unhas nas minhas costas, sem dó comecei a socar, fazendo um vai-e-vem longo e demorado, deixando só a cabeça dentro, em seguida com movimentos circulares no quadril voltava a enterrar tudo. A cada estodada, quando batia lá no fundo ela soltava gritinhos e confessava: –Aiihh meu amor... teu pauzão é mil vezes mais gostoso que o do Fabinho!  Segui lhe fudendo e sussurrando muitas coisas ao seu ouvido. Parei por um memento, com o pau dentro dela, esperando o tesão de gozar passar, então após ele pulsar algumas vezes sem sair o leite, voltei a socar rápido até que ouvi e senti a Val gozar mesmo! Começou a gemer soltando gritinhos e a choramingar cada vez com mais intensidade, até que todo seu corpo estremeceu forçando sua bucetinha contra meu pau... nesta hora ela gemia meio chorando e gritando sem controle no ritmo do vai-vem.
Em seguida vem a parte final desta louca história!</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Cunhadinha ao vinho - parte2</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/cunhadinha-ao-vinho-parte2</link>
			<description>Segue a 2ª parte do conto com a minha cunhada
–Pois é, quando me virei, acabei esbarrando em ti: Disse-lhe baixinho com a vós tremula, com medo que a Mari ouvisse. Depois de uma risadinha irônica, pos seu pé sobre o meu e sussurrou de novo: –Qué sabe por que eu to aqui do teu lado?  Eu e a mana ficamos bem íntimas nesses dias, falamos muitos assuntos... falamos muito em ti! ...quando eu e ela bebemo...saiu cada coisa! ... Eu perguntava certas coisas, umas ela respondia, outras ela me enrolava ... E tem o lance da noite da bebedeira, eu ia ficando mais interessada e queria saber mais! Depois de se chegar mais um pouco, ajeitando o travesseiro sobre meu braço, continuou: –agora pouco a mana me provocou, perguntando se hoje eu queria ficar no meio da cama e passar a noite perto dum homem só de cueca...sentindo o teu cheiro...cheiro de homem ... Pois é...e eu to aqui!. –Que certas coisas tu queria saber da Mari? –Perguntei-lhe, voltando a acariciar seus cachinhos, ela se chegou mais, e depois duma risadinha sapeca disse: –Ah!...Se tu é muito pesado? ... Porque tu faz ela gritar tanto?... Como tu gosta que ela faça? ...como tu gosta de fazer? Coloquei a mão sobre sua boca e perguntei: --tudo isso?? Ela riu e disse: –éhh...e tem mais ainda! Tem mais, é?? Perguntei-lhe ao mesmo tempo que desci a mão dos cabelos para suas costas e fui acariciando com movimentos circulares. Ela então me perguntou enquanto dobrava sua perna, empurrando à frente, deixando parte da sua coxa em cima da minha: –Gostou do meu perfume? Respondi simplesmente: –nossa! ...é bom de mais! Parecia um sonho, mas era real, a Val, minha cunhadinha caçula, que era geniosa e paparicada por toda a família, estava ali comigo, com seu corpinho pequeno e delicioso, exalando aquele perfume doce e excitante quase que encostado ao meu. Eu não sabia se era certo ou errado, só sei que meu pau latejava de tesão, era tanto tesão que eu não conseguia respirar direito.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                Aos poucos fomos se chegando, num segundo minha boca tocou sua testinha, ela pos sua mão no meu quadril, então deslizou sua coxa entre as minhas para baixo e logo veio trazendo, ate tocar na cueca, eu levantei mais minha coxa e a puxei pela cintura. Encaixamos, senti que ela estremeceu quando sua barriga encostou no meu pau que estufava a cueca. Como eu, a Val também estava excitada e ansiosa, não sabíamos o que ia acontecer, nossos corpos diziam isso. Com meus lábios percorri aquele rostinho lindo, fui ate seu queixo, em instantes nossos lábios se tocaram e, com suavidade nossas bocas se apreciaram, se provaram, aos poucos estávamos nos devorando. Em meio ao beijo, ela sussurrou: –Eu queria saber também como tu beijava...agora eu sei... Ummh... é gostoso! 
Enquanto minha língua se deliciava com sua lingüinha safada, eu a puxei para cima de mim com facilidade, senti seus peitinhos duros pressionando o meu peito, ela pos as mãos no meu rosto e ficou com suas coxas entre as minhas. Eu  queria toda aquela mulherzinha pequena e delicada. Abracei forte, parecia minha primeira vez, pois levei um tempinho para soltar a presilha do sutiã. Esfreguei meus dedos pelas costas, agarrei seu cabelo, desci as mãos e peguei sua bundinha. Estávamos nos entregando ao desejo, Senti ela se esfregar bem de leve no meu pau, enfiei os dedos por baixo do short e agarrei com força toda aquela bunda gostosa. Estiquei minhas pernas, logo em seguida ela deslizou e abriu as suas, fazendo com que minhas coxas ficassem entre as dela, encaixando deliciosamente. Me beijava e rebolava sobre meu pau, sedenta de prazer, eu forçava o quadril para cima para deixa-la ainda mais louca.     
Virei meu corpo de lado, ela deslizou, ficando na beira da cama, perto da parede, acomodada em meu braço.Continuamos nos beijando, enquanto ela passava a mão pelo meu cabelo, coloquei a mão na sua barriguinha que tremia e fui subindo, levantando a camiseta até pegar no sutiã que já estava solto, e com um desejo incontrolável, destapei-os. Eu estava morrendo de vontade de pegar naqueles seios, os mesmos que vi na rodoviária, empinadinhos, estufando a camisa.  Ao tocar, senti firmes e macios ao mesmo tempo, e maiores que eu esperava, encheu a minha mão. Agarrei um, depois o outro, bolinei seus mamilos durinhos. A Val mordia minha boca e se contorcia, senti sua mão escorregar pela minha barriga e parou sobre minha cueca, agarrou meu pau e o apertou, cravou as unhas quando eu botei a boca em seus peitinhos e comecei a lambê-los, mordiscá-los e chupá-los, um de cada vez. Desci a mão por seu umbiguinho ate chegar ao short, meti os dedos até chegar sobre a bucetinha, e fiquei massageando, a calcinha estava encharcada.  Ela então meteu a mão embaixo da cueca e apalpou a cabeça. Eu mamava loucamente em seus seios e movia os dedos em círculos até que ela se entregou a seus desejos. Puxou a cueca, destapando quase todo o pau, o agarrou abaixo da cabeça. Íamos nos descobrindo e isso nos atraia cada vez mais.        
Não resisti e fui até seu ouvido, beijei-o e murmurei: –Que achou dele?    Com a voz meio roca murmurou: –aihh nando...nossaa... é... grandão! E deslizou a mão até onde pode e completou: –uuiih, ta mais grosso ainda... não cabe na mão!!   Sou muito satisfeito com o tamanho do meu pau que é curvado para cima e quando bem duro, beira os 19cm; a Mari diz que gosta dele porque tem um cabeção bem grande, e em seguida começa a engrossar, do meio até o final fica bem grosso, ela mediu uma vez, logo que casamos, chega a uns 17cm de grossura. Voltamos a nos beijar, então fiquei de joelhos sobre seu quadril, peguei a camiseta junto com o sutiã e os tirei jogando para o lado.  Me debrucei, a beijei, chupei suas tetinhas e desci lambendo a barriga até chegar na borda do short, o puxei um pouco, com delicadeza. Passei a língua em sua virilha e terminei de tirar o short, senti a fragrância do amaciante na calcinha e que se juntava a um cheiro mais gostoso ainda que exalava da bucetinha. Passei a língua e mordi com carinho, senti a rachinha úmida, com um sabor indescritível. Ela pos as mãos no meu cabelo, apertando com força e soltava gemidinhos que me davam mais tesão. Puxei a calcinha até o meio das coxas e voltei a lamber a virilha, a barriga, senti seus pelinhos macios no meu rosto. Desci a calcinha até os pés e a tirei. Comecei a beijar...morder...lamber seus pezinhos, e fui subindo mordiscando e lambendo, ao passo que eu subia, ela ia abrindo as pernas. Minha língua foi passando por sua pele macia até que tocou diretamente naquela buceta, nossa! Apesar de molhada, continuava fechadinha.  Era obvio, tinha sido penetrada poucas vezes. Fui passando a ponta da língua bem de vagar, aos poucos fui invadindo, até sentir seu grelinho, o chupei e o beijei como se fosse sua boca, metia a língua na entrada e ela se contorcia toda. 
A virei de bruços, e ela já ficou prontinha com sua bundinha empinada. Enfiei a língua naquele reguinho, e ia da buceta ate o cuzinho sem parar. Depois de beijar e morder toda bunda, fui subindo beijando as costas ate chegar ao seu ouvido e sussurrei: –Posso deitar em cima de ti? –Pode! Sussurrou com a voz ofegante. Então baixei a cueca um pouco, deixando o pau livre e bem de leve fui me encaixando e soltando todo o peso sobre seu corpinho que sumiu embaixo do meu. Pus um dos braços por sob seu travesseiro e  minha outra mão entrelaçou-se com a dela, com o pau no meio da sua bundinha, comecei a coxa-la deliciosamente. Enquanto beijava seu rosto lhe perguntei?  --E aí...me acha pesado?  Ela respondeu com sua boca raspando na minha: –Ummmh...muito... mas ta gostoso... fica mais! Continuamos coladinhos, de vez em quando eu erguia meu corpo aliviando o peso e a Val para me provocar, erguia a bunda e esfregava no meu pau. 
Sentimos que a Mari estava acordada já fazia algum tempo, mas seguimos nos arretando, e pelos seus movimentos, ficou claro que percebeu o que estava acontecendo, se excitou e estava batendo “uma” com o dedo. Ficamos mais a vontade, mesmo assim a Val sussurrava: –Quero ser  tua! Com meu corpo em êxtase, sentindo uma  sensação inexplicável, lhe respondi: –E eu te quero todinha! Desci de cima dela ficando contra a parede e acabei de retirar a cueca. Nos beijávamos, ao mesmo tempo meus dedos deslizavam naquela rachinha quente e sua mão percorria todo meu pau. Agora sem se  preocupar  em não fazer barulho.  De repente ela levou a boca ao meu ouvido e disse: –Vem Nando... vem na minha xoxotinha... mas to com medo... ele é muito grande e minha xoxotinha não é igual a da mana...tem que ser com jeitinho. Agarrei seus cabelos e respondi: –Eu sei meu amorzinho... tua xoxotinha é deliciosamente delicada... to louco pra entrar nela...vou ter todo cuidado e carinho.  Ela se virou então de costas para mim, apoiando a cabeça no meu braço, pegando minha mão e passando em seu rosto.  Voltei a me encaixar naquele bumbum tenro, desci a mão pela barriga até pegar em sua coxa e levantar, colocando por cima da minha e deixando sua xoxotinha toda exposta
Enquanto sentia seu cabelo e mordiscava sua orelha, peguei meu pau e fui deslizando pela coxa, até tocar sua bucetinha. Que loucura, noutra noite, com muito medo, mas tomado de desejo, toquei por alguns segundos, e por cima da calcinha e ainda enquanto dormia, essa mesma bucetinha, coisa que eu jamais imaginaria que acontecesse. Agora meu pau que pulsava de duro estava prestes a invadir essa      rachinha delicada e quente e com o consentimento dela e de sua irmã também. Posicionei com a mão e fui fazendo movimentos de vai e vem bem de vagar, a cabeça lubrificada por ela, deslizava arregaçando-a, senti seu grelinho durinho. Baixei sua coxa deixando meu pau prensado entre elas, apertei-a contra meu corpo, mordendo seu ombro e esfregando a mão entre sua barriguinha e seus seios e comecei a coxa-la  mais rápido, ela seguia apertando minha mão e acariciando meu rosto. Ouvíamos os gemidos da Mari, mas os gemidinhos meigos que a Val soltava acompanhando o ritmo que eu a coxava me deixava alucinado. Cada vez ficava mais gostoso, ate que ela se virou de barriga para cima, e me puxou pela nuca até nossas bocas se tocarem e me disse: –Aaiih... Tu ta me deixando louca... Me faz tua mulher também! E agarrou meu pau: –Mete ele em mim, amor, mete... Eu quero de mais!...Mete tudo... Eu agüento!!
– Val, cada segundo que passa, to te desejando mais.  Tu já é minha mulher...tu ta toda peladinha na minha cama, só pra mim! Vou meter todo ele dentro de ti, minha gostosinha. Respondi enquanto a beijava. Cai chupando seus peitos e fui abrindo suas pernas, pus toda mão sobre a buceta , os dedos percorriam toda a raxinha, iam até seu cuzinho e voltavam. Levei o dedo em sua boca e ela o chupou,para molhá-lo e desci até a xoxotinha, de leve comecei a forçar na entrada até que entrou...  entrou todo o dedo, fui enfiando e tirando em meio aos seus gemidos: –Aiih...que dedo gostoso! Val...essa tua bucetinha é deliciosa e apertadinha dimais! Não agüentei mais, puxei sua coxa por cima da minha, deixando o caminho livre novamente e por traz, encostei o pau em sua raxinha, ela se acomodou e abriu mais as pernas.
Segurei o pau na mão dando pinceladas em seu grelinho e deslizando ate a entrada forçando um pouco, eu estava doido de tesão, fui dando estocadas, aumentando a pressão aos poucos para não machucá-la, de repente em meio aos seus murmúrios e carinhos, a cabeça entrou e ela estremeceu gemendo muito. Que sensação louca, deixei por alguns segundos e tirei, dei mais pinceladas e coloquei novamente, segui então colocando a cabeça e tirando.
–Quase não dá pra entrá de tão apertada... To louco por ela! –Aiihh amor... já entrou um pedaço?! Me respondeu com os dedos em sua xoxota, sentindo que a cabeça estava dentro. –Entra em mim com cuidado, ta! –Vou entrar com todo carinho meu amorzinho, lhe disse beijando seu pescoço. Nos acomodamos mais um pouquinho e voltei a por a cabeça, desta vez meti com mais força, foi quase até a metade e ela gemeu tensa, se agarrando em meu braço, nossa, como era apertada. Deixei um pouco e tirei, subi minha mão ao seu cabelo e a beijei, acariciando seu rosto, nos beijamos e nos acariciamos bem de vagar, até que ela quebrou o silencio: – Sou uma droga de mulher né? Lhe respondi depois de passar minha boca pelos leus lábios carnudos: –Não... Tu é uma delicia de mulher... Tu é uma jóia rara! –Jura?! 
– Juro! 
Espero que você esteja apreciando e se excitando  com minha história, leia a 3ª parte!</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Cunhadinha ao vinho</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/cunhadinha-ao-vinho</link>
			<description>Como é bom quando as coisas acontecem por acaso. Meu nome é Fernando e minha esposa se chama Marilha, os mais conhecidos nos chamam de Nando e de Mari. Moramos numa cidade do interior do RS, nós dois temos 34 anos e não temos filhos. O que passo a relatar para vocês foi real. Não sou muito bom em escrever, vou tentar através das palavras, expor ao máximo os detalhes e as sensações que senti ou sentimos, tenho que contar para alguém, foi pura loucura. Este tipo de coisa nunca tinha passado pela minha cabeça. Alguns meses atrás minha esposa recebeu uma ligação da sua irmã mais nova; a Val. Ela lhe disse que viria para nossa cidade, pois iria assistir algumas palestras, por coincidência na mesma faculdade que minha esposa estuda, por causa disso e também porque havia já algum tempo que não nos via, resolveu vir a nossa casa e não nos seus outros parentes. Três dias depois fomos esperá-la na rodoviária. Quando a vi fiquei espantado como estava diferente; (da ultima vez que a vi era apenas uma baixinha com um corpinho bem franzino). Bom, não tinha 15 anos ainda, e continuava baixinha, mas percebi através da calça colada suas coxas não muito grossas, mas bem torneadas, e seus peitos estufavam a camiseta (a Mari e também a Lúcia, que é a irmã mais velha, tem peitos fartos mas são mais altas que ela), dava pra ver uma pequena barriguinha, porém bem acinturadinha, através da calça dava pra ver que ela possuía uma bundinha linda; como andava curvadinha pra traz, salientava ainda mais aquele bumbum arredondado, o cabelo bem preto e cheio de cachos até o meio das costas, a boca sempre foi seu forte, e com Baton, salientou ainda mais seus lábios carnudos, e seus olhos também pretos e grandes a tornavam exótica. Isto tudo era proporcional ao seu corpo pequeno que ficava abaixo do meu ombro.  
Fomos todos pra casa, almoçamos e como estávamos de folga do trabalho, tiramos o dia pra atualizar as fofocas. No final do dia levei as duas manas pra faculdade e voltei pra casa pensar no que fazer na janta.   La pelas 20hs, recebi um torpedo da minha esposa, que dizia assim: –Mor (é como ela me chama), compra um vinho pra acompanhar a janta, a Val disse que adora vinho. Compra um vinho bom, ta! Mandei outro de volta dizendo que já estava indo buscar.  Em torno das 23hs elas chegaram, a janta estava pronta, os pratos e talheres na mesa e o vinho gelado. Perguntei a Val como tinha sido a palestra e ela respondeu: –Boa... depois que acabou, fui matar o tempo na sala da internet pra esperar a mana.   
Depois que jantamos, a Mari foi arrumar o quartinho pequeno que temos (nossa casa é bem pequena) pra a Val organizar suas coisas e depois ir dormir. Quando acabei de lavar a louça, fui pra nosso quarto onde elas já estavam assistindo tv e bebendo o vinho que era realmente muito bom. Segui assistindo o filme, bebi 2 ou 3 taças de vinho, até que me senti meio tonto (sou fraco pra bebida de álcool) e resolvi deitar, fui pra baixo do lençol, tirei a bermuda e a camiseta e me acomodei no meu cantinho costumeiro da cama, até porque tinha que trabalhar no outro dia. Elas continuaram bem alegres, conversando de tudo, tomando vinho e vendo o filme. Não demorou muito e eu dormi. 
Certa hora eu me acordei, era madrugada, estava tudo quieto e escuro, minha garganta seca por causa do vinho, eu estava morrendo de sede, então como faço neste tipo de situação, passo por cima da Mari até chegar ao lado oposto da cama, que é bem antiga (ganhamos do meu avô) e bem mais larga que o normal. Ao passar pela Mari senti que minha mão tocou em algo, eu estava meio zonzo ainda sob o efeito do vinho, eu acho. Percebi então que a Val havia ficado dormindo ali conosco. Acabei passando por cima dela também, minhas mãos e minhas pernas rasparam por sobre seu corpo e notei, estava deitada no mesmo sentido que nós. Meio confuso pela situação, sai pé por pé no escuro, abri a porta e fui até a geladeira tomar muita água, depois fui ao banheiro. Vi sobre a mesa, a garrafa do vinho vazia, haviam bebido os mais de 2 litros.    
Voltei pro o quarto, deixei a luz da cozinha acesa, clareou um pouco. De repente me deu uma vontade de ver como a Val estava deitada, fui até o lado da cama, as duas dormiam, mas ainda estava escuro, não dava para ver direito. Usei a luz do meu celular sobre ela e ai pude ver melhor. Dormia de bruços, abraçada ao travesseiro, destapada. Vestia uma camisola que por causa de seus movimentos subiu um pouco, deixando parte da sua bundinha descoberta, fiquei em choque, meu pau endureceu na hora, não resisti, me agachei pra ver de perto. Suas coxas estavam um pouco afastadas, pude ver o volume da bucetinha sob a mini calcinha branca que delineava aquela bunda empinada deliciosa. Tornei a me levantar, fiquei tremendo de nervoso e tesão, o pau estava quase saindo pra fora da cueca. Apaguei a luz na cozinha e não resisti à tentação, simulei que iria me deitar, subi bem de leve na cama, por sobre a da Val como se fosse passar, com medo que elas acordassem.  Fique de joelhos, suas coxas entre as minhas, levei minha mão à beira da cama, próximo a sua cintura, me inclinei de vagar ate a cabeça do meu pau tocar naquela bunda durinha... nossa, quase enlouqueci. Fiquei uns segundos e me ergui. Tirei todo o pau da cueca e pus novamente sobre aquele tesão de bunda com um pouco mais de pressão, ela continuava imóvel. A sensação era incrível, acho que motivado pelo de vinho que ainda circulava em mim, fiz um movimento com meu quadril pra traz, e direcionei pra baixo com a ponta dos dedos meu pau que explodia de duro.  A cabeça foi deslizando de leve seguindo a calcinha até que parei. Fiquei segurando o pau tremendo, sentindo a pele dela quente. Mesmo com medo continuei, empurrei mais um pouco até tocar num volume macio, meu coração parece que ia sair pela boca. Ela se mexeu e me apavorei, acho que foi por instinto, talvez seu subconsciente sentiu o toque. Esperei um pouco, voltei a fazer o mesmo caminho, só que dessa vez a cabeça tocou em cheio sua bucetinha. Acho que ao se mexer, a Val fez com que sua bunda ficasse mais empinada, deixando a bucetinha mais exposta, comecei a fazer um pouco de pressão, dava pra sentir a cabeça deslizando por sobre a rachinha que eu já imaginava molhada. Mesmo dormindo, a baixinha tinha me dominado. Mesmo tomado de medo e tesão, eu continuava encaixado na sua bundinha, metendo o pau, mesmo que deslizando 1 ou 2 cm apenas, roçava nas coxas enquanto a cabeça ia lambuzando aquela rachinha pequena e delicada que eu sentia estar realmente molhada ou já era o líquido que antecede o orgasmo saindo do meu pau, estava tão gostoso, parecia que não tinha mais calcinha. Senti então que estava perigoso de mais e parei pra não por tudo a perder. Mas a vontade mesmo era de esguichar meu leite todo sobre ela.  Então fui tentar dormir.       
No outro dia, saí antes delas acordarem, quando cheguei em casa elas já tinham saído para a faculdade, à noite eu já estava na cama quando chegaram. Isso porque a Val me mandou um torpedo à tarde que dizia assim: –Olá meu cunhadinho depravado, eu tava meio bêbada ainda, mas senti tudinho o que tu fez comigo de noite e também vi o que tu deixou na minha calcinha...e eu acabei contando para a mana que, ou eu sonhei ou tu tava mesmo me coxando!
A Val foi para o quarto dela e a Mari veio deitar. E eu simulando que dormia, de repente ela me balançou um pouquinho e falou sussurrando: –Então seu sem-vergonha, andou coxando a Val ontem.  Eu disse: –É que eu fui toma água e tava escuro, na volta acabei caindo sobre ela sem querer...foi o vinho. A Mari respondeu: –ela disse que tu tava de pau duro! E eu respondi: –Fiquei de pau duro que nem to agora porque a Val tem um rabão. A Mari então me ralhou meio rindo: –Hóó! Ela nem tem 15 ainda, e isto aqui é só meu, ta!...e me agarrou no pau e o chupou como há muito tempo não fazia, eu também a chupei. Depois de nós gozarmos, a Mari fez meu pau endurecer de novo e me disse: –vem Mor...vem no meu cuzinho... mete só a cabeça, ta! Eu sempre pedia, mas era raro ela deixar eu fazer isso, logo fiquei de quatro atrás dela, cuspi na cabeça e aos poucos fui forçando, era muito apertado, até que entrou. E ela me surpreendeu de novo, acho que a Val ajudou um pouco: –vai Mor... vai mais um pouquinho! E eu meti. –mete de vagar até a metade, me falou gemendo bem alto como de costume. Eu então agarrado em sua cintura, meti até a metade e fui tirando e botando até gozar. Fudemos pra valer naquela noite e aparentemente tudo ficou bem. 
No outro dia à tarde a Mari me ligou dizendo para comprar algo p bebermos na janta. Já era noite, eu estava em casa meio confuso ainda quando a Val me deu um toque e eu liguei de volta. Ela disse: –e aí, comprou o que a mana mandou? E respondi que trouxera keep cooler e já estava na geladeira. –ta bom! Disse ela... e ficou em silencio, em seguida rio e disse: –Báh! Não pudia dormir ontem por causa da “gritaria” da mana e eu completei ironizando: –é... a tua irmã faz escândalo por pouca coisa! E ela continuou: –será mesmo???...ela me contou um monte de coisa de ti...contou que tu é bom de cama, que teu “pinto” não é muito comprido... mas é bem grosso (a Mari não mentiu, meu pau bem duro não passa dos 19cm). Eu lhe enterrompi: –e como é o do teu namorado? Ela voltou a rir e comentou: – Ahh! A gente ta ficando faz pouco tempo, o Fabinho tem 17 anos... não sei, acho que não é assim como o teu. Eu também falei umas coisas pra mana, que ele faz rápido, não da tempo de eu fazer...escândalo, mas gosto dele...tenho que voltar pra palestra!  E desligou.                                                                                                                                                                        
Lá pelas onze elas chegaram, eu já estava secando uma garrafinha. Tomaram um banho, jantamos e fomos beber. Já passava da meia noite, senti que estava ficando alegre e antes que falasse mais bobagens, resolvi ir para a cama. E as duas me zuaram: –o cara aquele não é de nada!
Fui para o meu canto, apaguei a luz e tirei a bermuda e a camisa, ficou somente a claridade da tv. O tempo passava e eu não conseguia dormir, lá pelas tantas elas pararam de cochichar e foram para a área de serviço onde fica o banheiro, ficaram por lá mais um pouco e vieram deitar. Com o controle a Mari apagou a tv e logo depois sussurrou:  –Vou tirar esse lençol, ta quente e se destapou.  Eu quieto no meu cantinho, não estava entendendo nada, a Val estava no meio da cama e não na beirada como na outra noite.           
De repente meu coração parece que ia sair na boca, fiquei tremendo de novo, não sabia o que fazer. Passou certo tempo...tudo em silencio, então me mexi e ela se movimentou também. Estava totalmente escuro, a Mari quieta, não sabia se já estava dormindo. Subiu um calorão pelo meu corpo, não pude resistir, ela estava a alguns centímetros, me virei para o meio da cama, e como sem querer, a toquei, primeiro no quadril, depois em seus cabelos que estavam soltos e cheirosos como todo o resto. Voltei a me mexer, meu pau latejava e de leve a toquei novamente. Ela estava meio de bruços, minha mão tocou sua coxa e foi subindo pela curva da bundinha, percebi que ela vestia um shortinho, e era bem curto e o tecido bem fino, e parei nas suas costas, ela vestia uma camiseta, do mesmo tecido e ficava pouco abaixo da alça do sutiã. Deslizei a mão trêmula em suas costas por baixo do cabelo até sua nuca e com as pontas dos dedos retornei bem de vagar, passei novamente pela bunda e fui até perto do pezinho. Meu coração batia a mil e meu pau vibrando de tão duro. Subi a mão bem de leve por sua coxa, até sentir o tecido, e fui por baixo dele até achar a borda da calcinha que continuava pequena. Desci os dedos pela borda, senti quando ela suavemente moveu o quadril, ainda meio de lado, dobrando mais a perna e deixando a outra esticada, tudo em silêncio. Eu não estava acreditando, então empurrei meu pé até encostar no pezinho dela, e minha mão contornou sua bunda durinha por baixo do short, e sem pensar, meus dedos deslizaram direto para sua bucetinha, eu estava louco de desejo e tesão pela minha cunhadinha. Sabia que não devia, mas não tinha como controlar.      
Levei a mão por sobre ela até sentir seus pelinhos e deixei o polegar acariciando bem de leve através da calcinha, sua rachinha. Meu corpo tremia todo e minha respiração ofegante, porém silenciosa.  Apesar das caricias, a Val seguia imóvel, eu temia que e dormindo. Passou alguns segundos, me mexi e os pelos da minha perna tocaram sua perna, agora todos meus dedos percorriam e acariciavam aquela pequena delícia, era uma sensação incrível.  
De repente ela se virou, ficando de bruços, durante o movimento, fez algumas vezes sua coxa roçar na minha até que ficaram coladas. Subi então apalpando sua bundinha arredondada e empinadinha, acariciei suas costas, passando pela alça do sutiã e entrando por baixo da camiseta ate chegar novamente na nuca, depois enfiei os dedos no meio do cabelão cacheado e o massageei. Estava silenciosamente delicioso até que de súbito ela virou-se para mim, ficando muito próxima, senti sua respiração, minha mão ficou imóvel na sua cintura
–essa mão cheia de dedo não para, ne?! Me disse sussurrando. 

Como eu quero lhes contar com o máximo de detalhes possíveis, acabou ficando longo, por isso resolvi separar e postar em 4 partes.</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>SEDUZIDO POR UM PRIMO DE 18 ANOS</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/seduzido-por-um-primo-de-18-anos</link>
			<description>SEDUZIDO POR UM PRIMO DE 18 ANOS

Surgiu-me uma magnífica idéia. Pedi a minha mãe que a festa de aniversário de meus 19 anos fosse feito no sábado na casa da praia.  No começo ela não concordou. Como iriam todos para casa, como voltar e para dormir como fazer para esta gente toda dormir.  Era o que dizia minha mãe.
 
  - Não vamos convidar muita gente. Só alguns parentes e meus amigos mais próximos. 

Foi como convenci. Eu queria fazer na casa da praia porque sabia que íamos andar pela praia à noite e haveria a chance de repetir aquela cena de meu primo mijando no coqueiro.

Assim foi feito.  Fomos no sábado por volta das 10hs. Pouquíssimas pessoas e meu primo o principal convidado não poderia ir conosco, viria à tardinha depois que saísse do trabalho. Minha ansiedade era grande.  Uma coisa me chamou a atenção foi que meu outro primo de 18 anos irmão do que esperava ansiosamente, sempre estava perto de mim com uma atenção bem especial. Nada me ligava ao sexo nele. Minha intenção era firme no de 22anos.

 Tudo correu bem. Divertimos-nos muito e fomos dormir. Uns no terraço de frente para a praia outros na sala em colchonetes e eu no meu quarto.  Como toda casa de praia sempre tem mais de uma cama nos quartos e no meu havia três. Por sorte minha uma das meninas não quis dormir em colchonete, pegamos uma cama e colocamos na sala restando apenas duas no meu quarto.  Como este meu primo estava sempre junto de mim, ajudou a colocar a cama na sala sugeriu ficar dormindo naquela que estava sobrando no meu quarto. Não podia dizer que não, embora estivesse reservando-a para o irmão dele que ficou de chegar à tardinha.  Minha esperança era que ele viesse.  Eu sabia que se o irmão viesse poderiam dormir  na mesma cama.
 
Minha mãe como ia dar plantão no hospital pela manhã foi logo à noite para casa, meu pai resolveu ficar controlando a festa para que não se fizessem uso de drogas nem déssemos bebidas alcoólicas aos menores do grupo. Meu pai cedeu o quarto dele com cama de casal para que as meninas menores ficassem todas juntas, medo que houvesse alguma investida a elas e ficou no resto da casa controlando a turma.

Ficamos acordados até por volta das 02h. Meu primo de 18 foi dormir um pouco mais cedo e logo depois eu fui.

Deitei-me pensando que iria levar aquela rola de meu primo de 22 anos e estava ali meu primo de 18 anos. Será que a rola dele também é como a do irmão? Perguntava a mim mesmo. Nesta ansiedade, e com o desejo frustrado não consegui dormir. Percebi que meu primo estava muito inquieto. Passei a perceber que ele se tocava lentamente e já estava de pau duro.  Quando ele levava a mão ao peito o pau dele dava aqueles pulinhos. 

Levantei-me passei o ferrolho na porta e enquanto eu fechava o ferrolho olhei para ele, percebi que o lençol já estava abaixo do umbigo com um pouco dos pelos aparecendo dando a entender esta peladinho. Meu pau já também bastante duro e meu cuzinho morrendo de saudade da pica do irmão dele. Comecei a ficar ansioso para ver o tamanho do pau que ali estava bem pertinho de mim.  Imaginava comigo mesmo “será que vou deixar passar esta oportunidade também?” Fiquei então vidrado naquele pau. Ele percebendo meu olhar constante, de repente ele desce mais o lençol e aparece todo aquele monumento a mão agarrada bem no tronco  balançando para cima e para baixo. 

Sem nenhuma cerimônia ele começa a massagear seu pau apertando-o de encontro à barriga fazendo aquela cabeça meladinha pingar aquele liquido cristalino em seu corpo bem lisinho. Fez isto umas quatro vezes e eu olhando aquilo num desespero sem igual. Meu cuzinho latejava em desejo de ser comido por uma rola pela primeira vez. Não era tão grande quanto à do irmão dele, mas já era bem próxima.

Percebendo ele que eu estava atentamente olhando para o pau dele, resolveu iniciar uma lenta masturbação direcionando o olhar para mim. Eu morrendo de vontade não me contive passei a lamber meus lábios olhando fixamente para o pau dele, Ele muda de posição apontando aquele monumento em minha direção. Dei uma olhada para o rosto dele aproximei-me mais para a beirada da cama com a cabeça de lado no travesseiro e abri a minha boca e continuei a lamber meus lábios chamando-o com um olhar de desejo e com minha língua toda exposta. 

Ele não contou dois tempos, levantou-se e calmamente ajoelhou-se do meu lado com aquele pau duro e meladinho começou a passar aquela cabeça meladinha na minha língua com bastante desejo. Por duas vezes tentei engolir aquela pica e ele se afastou. O que ele queria era me deixar cada vez mais louco de desejo, de repente pega minha cabeça e puxa de encontro a seu pau fazendo com que todo ele penetrasse na minha boca.

Aquela rola já toda meladinha com sabor de menta.  Aquele frescor dentro de minha boca a rola entrando e saído de minha ele dizendo.

  - “vai! Chupa gostoso, fazia tempo que eu queria fazer isso com você” Chupa vai lambe toda, engole todinha. Eu sabia que você não ia resistir esta minha pica. Eu vi que você ficou afim da pica de meu irmão na festa. Eu estava doido que você fosse ao coqueiro onde ele estava eu ia também.  Ele ia meter todinha na sua bundinha enquanto você ia chupar meu pau. Ele já estava com vaselina no bolso pronto para passar no seu cuzinho e no pau dele Ia entrar todinha. Você não ia esquecer mais nunca.
Vai, isso, chupa meu pau todinho vai to quase gozando. Quero gozar dentro de você, vai sentir meu esperma quente jorrando em sua boquinha. 

De repente ele desce minha cueca e passando a mão na minha bundinha pede para eu virar tira o pau de minha boca e mete o dedo na minha boca dizendo.

 - Vai, mela meu dedinho que vou enfiá-lo no seu cuzinho sei que ele esta doidinho para ser visitado. Empina ai. Bota essa bundinha para cima.

Empinei minha bundinha e ele metendo o dedo com bastante jeito massageando-me igual fiz naquele dia que voltei para casa morrendo de desejo. O pau na minha boca e o dedo todo dentro deixava-me louco. 

De repente ele pega a bala de menta que estava chupando e mete no meu cuzinho Senti aquele frescor aumentando o desejo de ser penetrado. Ele metia a bala e eu empurrava para fora.  Aquilo estava deixando-o mais louco que eu, a cabeça do pau dele dentro de minha boca dobrava de tamanho. Até que resolve deitar-se lentamente na minha cama e se posicionado para lamber meu cuzinho. Ele empurrava a bala de menta com a língua para dentro e eu empurrava para fora. Assim ficamos até quase dissolver toda a bala ficando meu cuzinho com sabor de menta e frescor sem igual. Ate que ele diz

 - “Agora você vai sentir meu pau entrar todinho na sua bundinha e quero sentir esse cu fazer com meu pau o que fez com a bala de menta. Morda bem ele agora você é minha mulherzinha, quem manda nesse cuzinho sou eu. Vai agüenta todinha, abre, abre tua bundinha o empina toda pra seu priminho, venha eu estou lhe comendo bem gostoso, sente este pau geladinho comendo sua bundinha. Quero ver você gozar com meu pau todo enfiado no seu cuzinho. Quero jorrar minha porra todinha em você.

Depois de metidas e mais metidas sempre falando o que estava fazendo

  - Vai abre que eu vou gozar bem legal, abre, aperta, aperta vai aperta agora vai sente meu pau jorrando leitinho em sua bundinha. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii delicia de cuzinho. 

Quando ele falou “delicia de cuzinho” Foi que meu gozo veio de igual com meu cuzinho mais uma gozada dupla ainda melhor que a anterior. Quando acabou de gozar e pau ainda duro pulava dentro de mim, vez por outra ele tirava e metia outra vez cada tirada me fazia sentia escorrer aquele meu quente em direção ao meu saco. Ele metia outra vez eu sentia deslizar lentamente aquele pau ainda duro todo para dentro e as bolas apertando na minha bunda querendo entrar também. Até que fui sentindo o pau amolecendo dentro de mim ate sai sozinho. E para encerrar, a frase tradicional “Não vai dizer pra ninguém não” Ta! Foi à resposta dele. Voltando para sua cama. O dia já estava clareando. Uma noite inesquecível, nunca pensei que teria um presente de aniversário tão gostoso daquele e de quem eu não esperava. Horas depois me levantei ele já não estava mais na cama. Quase todos havia ido para praia só meu pai, minha irmã, uma amiga dela, e a cozinheira estavam na casa. 

 Depois de tomar o café, fui para o terraço onde estava meu pai lendo o jornal com um copo de whisky e  como ele fala pouco apenas disse: 

- Acho que teve uma boa dormida para levantar a esta hora. Devia estar bem cansado.  

E deu um sorriso. Fiz de conta que nada havia acontecido. Não havia nada a comentar, descansei um pouco e fui à praia.

Tudo normal sem novidades a brincadeira já estava desestimulada ai bateu a vontade de vir embora para cidade. Como não havia outro carro para retornar-mos para casa, tivemos quer vir todos na camionete de meu pai, ficando algumas coisas que deveriam retornar para serem apanhadas no dia seguinte.  No outro dia meu pai resolveu ir pegar as coisas que havia ficado na casa e disse que eu tinha quer ir para ajudar a carregar a camionete. 

Logo me lembrei de chamar meu primo o que me deu o presente de aniversário, mas meu pai não concordou que ia atrasar a viagem e ele teria que voltar logo depois do almoço. Assim mesmo nós fomos.  ...     FECHA
caso goste faça seu comentario para
hallydanny@bol.com.br
Esta historia continua no dia seguinte quando vou com meu pai buscar as coisas que ficaram na casa da praia</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Comi Minha Irma II ( a madrugada)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/comi-minha-irma-ii-a-madrugada</link>
			<description>Para quem leu meu primeiro relato aqui vai a continuação. 
Apos nossa transa e de banho tomado fomos dormir, dormimos pelados e abraçados tipo conchinha,  eu nas costas dela, o cansaço e a bebida fez com que adormecêssemos rápido, não conversamos sobre o ocorrido talvez porque apesar  de satisfeitos estivéssemos com peso na consciência. Em determinada hora da madrugada senti que minha irma estava inquieta e se mexendo muito mas dava para ver que estava dormindo e sonhando, estava calor e eu puxei a coberta e fiquei observando aquele corpo delicioso  na penumbra de uma pequena luminária que ficou acesa no criado-mudo foi quando percebi que o lençol e meu corpo estava todo molhado, meio sonolento comecei a acordar e tentar perceber o que era aquilo e para meu espanto, minha irmã tinha urinado e defecado na cama e em cima de mim que estava colado nela, mas continuava dormindo sem saber o que tinha acontecido, acontece que ela não e de beber mas consumiu grande quantidade de bebidas durante a tarde e a noite fazendo com que ela literalmente desmaiasse em sono profundo e isso aliado ao óleo de amêndoa que utilizei para lubrificar o cuzinho provocou diarreia involuntária nela. Aquilo me deixou muito excitado, eu sempre fui fetichista quanto a fluidos corporais e acidentes escatológicos, mas não curto coprofagia, aquela visão para mim era o céu, imediatamente comecei a beija-la e chupa-la  no pescoço fazendo com que ela acordasse. Meio sonolenta ela se virou para mim e começou a me acariciar, mas eu percebi que era tudo meio instintivo, ela não estava totalmente acordada, comecei a masturba-la  com vontade e ela começou a se excitar e gemer muito gozou muito rapido com um profundo suspiro e já plenamente acordada começou a punhetar meu cassete com  cara de safada pedindo mais, me empurrou para o colchão e veio me cavalgar, nisso tomou ciência do que tinha acontecido e disse: o que aconteceu aqui?, estou toda cagada a cama esta toda cagada. Que horror...  o que vc fez comigo? Eu disse que poderia ter sido o óleo de amêndoas, ela concordou. Passado o susto dela falei para não parar e para meu espanto e alegria, descobri que ela também curtia um sexo levemente bizarro. Ela me cavalgou como nunca  pegando forte, eu sentia a cabeça do meu pau batendo no útero dela, eu apertava seus seio duros e com mamilos enormes puxava ela para baixo e chupava-os com força, ela me beijava, me olhava e me cuspia,  eu puxava seu cabelo, dava tapas na cara dela ate que ela gozou pela segunda vez e se jogou para o lado, meu pau estava duro como ferro, ela veio e começou a chupa-lo com forca, chagava a doer, mas uma dor deliciosa pouco tempo depois ela parou e disse  vamos fechar com chave de ouro, vou sentar nesse pau  ate o talo.
Aquilo quase me fez gozar sem por a mao, ela veio por cima, ficou de costas para mim ajeitou com a mao na portinha do cu e foi sentando, estava bem molhadinho ainda devido a diarreia súbita que ela teve e entrou fácil, ela começou devagar e foi aumentando o ritmo sentia sua bunda bater com forca na minha virilha, ela ofegava como uma cadela no cio, eu sentia um calor imenso no cassete, seu rabo estava quente melecado, ela estava sem controle,  gozando feito uma puta no cio sem se preocupar com nada, gozei com tanta vontade que ate me doeu o saco, arranhei toda as costas dela, arranquei milhares de cabelo e ela gozou como nunca, me sujou e se sujou toda, estava literalmente cagada, mas satisfeita, desta vez não fomos tomar banho pois daria na vista de todos, nos limpamos com o lençol e deixamos o banho para de manha cedo.
Dormimos aquele resto de noite e bem cedo pela manha antes do pessoal chegar ela tirou a roupa de cama e foi lavar, se alguém perguntasse combinamos de dizer que ela tinha ficado menstruada e sujado a cama, mas ninguém percebeu.
Foi maravilhoso, continuamos nossas aventuras em outras ocasiões mas isso e para o próximo relato.
Se quiser trocar experiências me ad no msn   Fetiche-sp@live.com</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 07 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Comi Minha Irma</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/comi-minha-irma</link>
			<description>Meu nome eh Lauro, loiro, estatura alta, 43 anos. O fato se passou quando eu tinha 25 anos e minha irmã 19,  ela bonita, loira, 1,60, coxas grossas, enfim bonita e gostosa, fomos a um churrasco em um sitio de amigos, estávamos meio deslocados pois os nossos amigos mais chegados somente viriam no dia seguinte a turminha que estava la era de adolescentes, então começamos a beber e conversar como nunca tínhamos feito antes, falando de relacionamentos, trocando confidencias intimas e confesso que estava ficando com muito tesão, a bebida deixava ela mais a vontade para falar de suas aventuras e experiências e senti que ela também estava com tesão. Ela falava com naturalidade de seus ex namorados, tamanho de seus paus, como ela gostava de fazer, me perguntava como eu fazia o que gostava, disse que adorava sexo anal e aquilo estava me deixando louco, eu tinha um certo tesão nela mas como era minha irmã afastava esses pensamentos e nunca tinha pensado em algo mais profundo ate o momento. O papo se estendeu ate as 22:00h quando resolvemos ir dormir. O quarto que ficaríamos com o nosso pessoal estava vazio pois não chegariam ate o dia seguinte, ficaria somente conosco, entramos fechamos a porta, foi quando ela me olhou, não disse nada, se aproximou e me beijou, nos agarramos e começamos a tirar a roupa e caímos na cama, sem dizer uma palavra ela foi abocanhando meu pau e chupando com vontade, eu comecei a masturba-la e senti que ela estava ensopada, ela me empurrou para que eu deitasse na cama, veio por cima e encaixou gostoso no meu pau cavalgando gostoso, eu não tenho o pau muito grande, tem mas eh grosso 16 x 8, ela gemia muito e deve ter gozado umas três vezes eu estava me segurando pois tinha medo de gozar pois estava sem camisinha, foi quando ela saiu de cima e ficou de quatro me oferecendo o cuzinho e disse: Vem quero que goze no meu rabo, quero sentir, não pensei duas vezes, fui  pra cima, mas estava muito seco e não entrava, nisso ela disse que daria um jeito, foi ate a bolsa e pegou um frasco de óleo de amêndoas passou um pouco no rabo e um pouco no pau, se colocou de quatro e encostei a cabeça naquele cuzinho, eu estava com tanto tesão que quase gozei com aquela visão, ela me disse fique assim deixa que eu vou para trás aos poucos para não doer, aquilo quase me fez gozar, ela vinha para tras aos poucos e eu vendo aquele cu se abrindo e engolindo meu pau, quando entrou tudo comecei com movimento suaves ate ela se acostumar, depois aumentei o ritmo, eu tirava e colocava, adoro isso, e via o buraco arrombado, tirei o pau coloquei mais um pouco de óleo e comecei a bombar com forca, ela gemia forte com a cara atolada no travesseiro para não dar bandeira do que estava acontecendo la dentro, mas depois de algum tempo ela virou para mim e disse acaba logo que ta me dando dor de barriga, aumentei o ritmo e gozei como nunca tinha gozado antes, quando eu fui sair ela disse: espere um pouco, não tire agora, to com dor de barriga vai sujar tudo, ela tirou a fronha de um travesseiro e me deu, tirei o pau devagar e coloquei a fronha ela  se aliviou ali mesmo na fronha, pegou lencinhos umedecidos na bolsa e limpou meu pau, depois fomos tomar banho um por vez para não dar bandeira e dormimos agarradinhos, de madrugada recomeçamos a brincadeira, mas isso fica para o próximo conto.
Se quiser trocar experiências me ad no msn   Fetiche-sp@live.com</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Sat, 07 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Final de Ano em Família</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/incestos/final-de-ano-em-familia</link>
			<description>Final de Ano em Família
Final de ano, festas, família reunida, muita comida, bebida à vontade, gente bêbada exaltada, enfim, o contexto ideal pra a luxúria e o sexo desenfreado.
Todos os anos, minha família que é grande se reúne para comemorarmos o Natal e Ano Novo. Ficam em casa cerca de 60 pessoas, moro em uma casa grande e espaçosa, onde todos ficam bem acomodados.
Moro em São José do Rio Preto e como a cidade é muito quente, a maioria dos parentes já não agüentavam mais, tamanho calor. Decidimos então, irmos para um thermas, numa cidade vizinha.
Era uma quinta-feira, fomos em 5 carros, nem todos foram conosco. Entretanto, pai, mãe, irmãos, primos, tios e tias, todos contentes com a expectativa de um dia refrescante.
O dia transcorreu numa tranqüilidade absoluta e claro, a maioria encheu a cara, ficaram trebados de cair no chão e alguns parentes, cansados, decidiram ir embora. Ficaram além de meu pai, minha tia, tio, e três primos. Sim, todos eles na caminhonete do meu pai.
Como meu pai estava caindo de bêbado, meu tio foi dirigindo e sua esposa ao lado, e todos atrás. Eu acabei sentando no colo do meu pai, que estava de sunga e camiseta. Não falei de meu pai nem de mim. Ele é um sujeito normal, nada de barriga sarada, muito pelo contrário, possui uma barriga de chopp, altura mediana, nada demais, somente seu jeito hétero, viril, mandão e às vezes grosseiro.
Eu tenho, 1,70m, discreto, 75kg, fujo do esteriótipo gay, homem mesmo normal, mas que curte um outro cara do mesmo perfil que o meu.
Mas voltando, com todo o aperto e já cansados, meu pai e primos dormiram. Com o saculejo do carro, comecei a sentir que algo crescia na sunga do meu pai e espetava minha bunda. Tentei sair daquela situação, pois não poderia imaginar acontecendo nada com o meu pai. A distância entre o thermas e a nossa chácara era muito longa e eu ia escorregando pelas pernas dele e acabava sentado em cima de sua rola, que já se tornava um volume que não dava pra esconder e eu constrangido, com toda aquela situação, comecei a ficar nervoso.
Em nenhum momento da viagem, meu pai acordou ou esboçou algum movimento em que eu achasse que ele estivesse disfarçando, acordado, alimentando aquela situação.
Pelo contrário, meu pai sempre foi muito correto, severo, tinha um sono super pesado, além do acúmulo exagerado de bebida, que agravava sua situação.
Eu realmente não queria que aquilo tivesse acontecendo, ainda mais ali, com toda aquela gente do meu lado, a caminhonete estava lotada, não tinha muito o que fazer, estávamos em 5 atrás, então, vocês imaginam.
Até pelo próprio sacolejo do carro, aperto a situação se agravava e meu pai nada de acordar, para pelo menos perceber o que acontecia e perceber que eu estava atento ao que acontecia e tentava fugir.
Mas em vão, me peguei de pau duro também, pela primeira vez, sentindo tesão por aquela situação, errada claro e inusitada.
Nunca poderia pensar que ficaria de pau duro com uma situação como essa e ainda penso se foi de tesão pelo meu pai ou pela situação em si. Sinceramente não sei, muita confusão na minha cabeça e evito pensar
Só sei que naquela esfregação, meu pau durasso e eu tremia, me soltei. Me soltei e descansei no colo do meu pai. Escrevo isso agora, com um aperto no peito só de lembrar, como uma sensação de pecado ou coisa assim.
Mas me soltei, relaxei e minha bunda se encaixou perfeitamente no colo do meu pai. Eu sentia nitidamente o pau dele, que deveria estar pra baixo, apertando minha bunda. Naquele momento, o medo se instalou sobre mim, de de repente meu pai acordar, sentindo sua rola doendo por meu peso todo em cima dele, não tive dúvida, coloquei minhas mãos pra trás, levantei um pouco a sunga e num movimento rápido, puxei seu pau e o coloquei de lado, soltando a sunga. A sensação de pegar no pau do meu pai, foi indescritível, o pau que me fez há 28 anos atrás. Saber que foi dali que eu saí, mas enfim.
Nada, ninguém percebeu, nem meu pai demonstrou que tivera acordado. Voltei a relaxar novamente e senti sua rola agora pressionando a aba esquerda da minha bunda.
Eu não tentei mais nada. Por medo, pela sensação de pecado, de coisa errada. A única coisa que fiz foi chegar em casa e bater uma punheta, mas depois logo veio o arrependimento.
Chegando na chácara, meu pai estava muito mal, bêbado mesmo, já foi pro banheiro vomitar, dormindo o resto da tarde toda. Por isso, tenho a certeza dele não ter percebido nada.
Mas ao mesmo tempo fica uma dúvida. Será? Será mesmo que meu pai não percebeu nada? Eu já bolinei outros caras enquanto eles dormiam em casa e nunca ninguém percebeu.
Eu preciso não só achar, mas ter a certeza que não era a intenção dele, que foi algo instintivo. 
Se eu gostei? Sinto um misto de arrependimento e sensação gostosa. Queria que isso se repetisse, mas não teria coragem de avançar mais do que isso. Pelo menos não por mim, talvez se ele quisesse, eu também ia querer, mas acho impossível.
Se você gostou e quiser se corresponder comigo, vou curtir trocar experiências. Este não será o único conto que escreverei aqui, tenho muita coisa pra contar envolvendo cachorro, primos, outro mendigo e por ae vai. Abração! 
sexosalivento@yahoo.com.br</description>
			<category> - Incestos</category>
			<pubDate>Fri, 06 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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