Interracial - Mãezinha protetora II - Contos Eróticos

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M√£ezinha protetora II

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A jovem mãe está encantada com o que estava acontecendo entre ela e o filho. A sensação do proibido moral, do pecado religioso em que eles se envolveram a faz sentir jubilosa, radiante e tremendamente ardente.
Todo seu corpo se arrepia ao se lembrar do dia anterior quando por um acidente ela ficou nua diante do filho e de toda aquela sensação de exibir-se e seduzir um homem. Pra sua grata surpresa, seu filho era bem dotado e devido a sua magreza, o caralho parecia descomunal.

Ela não sabia explicar o porque de se entregar às caricias com o filho. Apenas sentia o fervor ardente do clamor do sexo, ainda mais sendo proibido como o incesto.
Com alegria e imensa tezão ela se recorda quando o filho gozou entre suas coxas, fazendo com que se lembrasse de sua própria mocidade quando fez isso pela primeira vez.
Mas o filho foi mais audaz quando ainda estava excitado e com o pênis melado do recente gozo. Ele a fez virar-se de encontro a parede e posicionou seu imenso cacete entre as belas, polpudas e firmes nádegas dela. Surpreendida pela viril atitude do filho, so restou que iniciasse um sensual rebolado enquanto com o rosto virado o mais possível por cima do ombro, era beijado por seu jovem filho.

O clima de safadeza era t√£o intenso que ela se deixou fotografar em poses porn√ī-sensuais. Fizeram v√°rios selfies juntos, inclusive um onde o imenso cacete aprecia espremido entre as n√°degas dela.

Aconteceu de, no dia seguinte, ela ter que ir ao colégio do filho para falar com o diretor devido ao bulling que seu filho estava sofrendo por quatro colegas.
Os quatro foram advertidos e sofreriam algum tipo de punição. Ninguém entendeu quando a bela mãezinha quis tirar uma foto com os quatro escrotos.
O que eles também não sabiam é que ela enviou a foto pro celular do ex-marido que era comandante de um pelotão das forças especiais.
Quando os quatro saiam da escola foram interceptados por um cambur√£o. Duas horas depois estavam com os anus arrombados e j√° tinham bebido litros de esperma de seis membros do pelot√£o.

Resolvendo o assunto ela saiu da sala do diretor esquecendo o celular lá. Antes de sair atrás dela, o diretor quis uma cópia da foto e programou o blue-tooth de ambos telefones. Qual não foi sua surpresa!
- Senhora! Dona Catarina! Esqueceu seu celular! Tome, aqui est√° ele.

Catarina esperou no carro na saída do colégio. Rudolfo, o filho escutou a mãe buzinar e se dirigiu andando desengonçado como andam os garotos quando dão uma esticada no crescimento.
- Como voc√™ est√°, querido! ‚Äď pergunta Catarina, dando uma beijoca no filho.
- P√ī, m√£e N√£o sei nem o que falar! Fico com uma vergonha danada! ‚Äď repondeu Rudy a sua m√£e.
- Ah, filhinho, não precisa ficar assim. Sei como você está se sentindo porque eu também estou! Voce sabe do que estou falando, né?
- Sim, sim! Mas, isso é normal? Sei que você é minha mãe, mas... ao mesmo tempo, você é a mulher dos sonhos de qualquer moleque da minha idade!
- Mas, esses moleques jamais ter√£o essa mulher dos sonhos aqui... sentada a seu lado! Vamos pra casa, quero que me ‚Äúensine‚ÄĚ o que voc√™ sabe das sacanagens pra se fazer com uma mulher!
- Mas, o que eu posso ensinar?!
- Vou te mostrar como você deve me ensinar com beijar teu pipiu! Vamos, vamos! Antes que eu faça isso aqui mesmo!
- Voce... você tá dizendo que vai chupar meu páu? Oh, não acredito! Nunca pensei que isso aconteceria comigo na vida real! Eu... eu...
- Uma mãe deve cuidar das necessidades básicas do filho, não é mesmo? Se não estivesse passando tanta gente por aqui, eu te mostrava agora mesmo como você quer que eu chupe teu bilauzinho! Vamos, vamos pra casa!

Ao entrarem no apartamento, se beijaram ardentemente com Catarina nervosamente apalpando o pau de Rudy. Ele, poe sua vez, tentava expor os belos seios da mãe. Catarina conseguiu abrir as calças do filho e se abaixando foi arriando também a cueca. Logo o grosso e longo cacete do filho pula a frente de seu rosto. Ela dá um longo suspiro aspirando o odor másculo do suado objeto de desejo cuja glande ela roça entre o lábio superior e o nariz.
Rudolfo aspira o ar ofegantemente sentindo o enorme prazer que a boca de Catarina lhe dá ao engolfar a cabeçorra do pênis. Ela tem os olhos fechados e saboreia lentamente o gosto da rola do filho conforme vai engolindo o pulsante musculo.

A tes√£o vai aumentando conforme ela suga cada vez mais a rolona e a sensa√ß√£o de estar se submetendo ao macho filho. Ela abre os olhos e sente mais tes√£o ainda ao ver as fei√ß√Ķes de Rudy que √© de puro extase. Incontrol√°vel, Catarina pega as m√£os dele que est√£o ao longo do corpo e as coloca em volta da pr√≥pria cabe√ßa.
Ela pára de fazer o vai e vem, mas continuando a sucção. Rudy num ato reflexo começa a fazer o vai e vem ao seu ritmo conforme ele guia a cabeça da mãe com as mãos. Agora, Rudy está ensinando a mãe como chupar seu caralhão.

Catarina acocorada, acelera os movimento de seus dedos na xana, enquanto por sua própria conta engole mais e mais do cacete do filho com as mãos dele em sua cabeça. Quando Rudy dá a primeira ejaculada, Catarina se sente realizada por fazer seu filho gozar com a boca. Isso dispara nela toda carga elétrica de orgasmo.

Enquanto Rudy dispara mais e mais semem na boca da mãe, as mãos dela envolvem sua bunda puxando-o pra sim como querendo que ele violente sua boca. Percebe que ela passa a tremer e as coxas dela se fecharem com uma das mão entre elas. Catarina está gozando também, se engasgando com a esporra que escorre pelos cantos da boca, ao mesmo tempo que soluça descontroladamente.

Minutos depois, os dois est√£o embaixo do chuveiro, se beijando e ele com o p√™nis entre as coxas da m√£e. J√° na cama, Catarina nota a relut√Ęncia do filho quando ela lhe orienta como ele deve fazer com os l√°bios e a l√≠ngua na xaninha dela. Mas, ao iniciar um sessenta e nove, Rudy se revela um entusiasta chupador de boceta da m√£ezinha.

Uma vez enquanto descansavam, o telefone de Catarina tocou. Era o diretor convidando-a para que ela fizesse parte do comitê de festas. Perguntava também se ela poderia comparecer no escritório dele durante o período de aulas do filho.

Passam o resto do dia explorando gozo e mais gozo com sexo oral e o pênis entre os seios, entre o rego das nádegas e entre as coxas de Catarina.
E sempre que podiam, faziam selfies e mais selfies.

No dia seguinte, Rudy sai correndo pra sala de aulas e a bela figura de Catarina se dirige até a sala do diretor.
- Bom dia, dona Catarina. Como sempre a senhora est√° muito bonita. O que acontece para que a senhora seja t√£o radiante?

Catariana franze uma sombracelha. Não imagina o porquê que o diretor está jogando esse charme todo pra ela. Normalmente, o diretor era bem discreto e notava-se uma certa reserva quando ele falava com as pessoas. Catarina julgava que era por ele ser mulato e estar naquele posição que raríssimas pessoas da raça dele ocupavam.
Ele a faz sentar numa das cadeiras e ele próprio se encosta na escrivaninha.
- Como lhe disse ao telefone, a diretoria gostaria que a senhora fizesse parte da comiss√£o de formatura como cordenadora.
- Ah, eu ficaria honrada. Só não sei se estarei sempre disponível, senhor... senhor diretor.
- Me trate, enquanto estivermos a sós, por seu macho!
- O quê?!
- Vou direto ao assunto, sua safada incestuosa! Voce vai entrar na comissão só pra justificar tuas saídas comigo! Agora se levanta e vai até aquela parede e tira a roupa! Vai! Agora!

Catarina está assustada e tem a noção de que ele sabe da relação incestuosa dela com filho. Ela não imagina como, mas ele demonstrou que tem bastante certeza. Assim, amedrontada, ela obedece e caminha até a parede apontada por ele, onde se a porta abrisse, ela ficaria atrás dela.
O diretor se dirige até a porta e a deixa semiaberta, depois se comunica pelo interfone com a secretária.
- Dona Marli, vou deixar a porta semiaberta, me avise antes se tiver que me comunicar qualquer coisa. Estou tratando da comissão de formatura e se possível a senhora afaste quem quiser falar comigo.

Cautelosamente, ele arrasta uma pesada poltrona encostando-a na porta, deixando aberta só uma pequena fresta. Com isso, ele afasta qualquer suspeita de estar só com uma mulher dentro da sala.

Catarina est√° apreensiva com o que vai acontecer. Ela manteve a calcinha e cobre os seios com as m√£os. Ela sabe que ele quer sexo. Era o c√ļmulo de atrevimento dele em submet√™-la sexualmente ali, naquela sala com a porta quase aberta.
O inusitado da situa√ß√£o aos poucos vai transformando o temor pela curiosidade e isto passa a excit√°-la. S√≥ de pensar que ser√° submetida como uma coisa espont√Ęnea, n√£o calculada, faz sua temperatura corporal subir e sente a umidade vazar pela xaninha.

Em suas fantasias, sempre sonhou com um macho tipo viking que a submetesse gentilmente e que demonstrasse com ardor toda vez que ela o fizesse gozar.
Bom, um viking ele não era. Mas era alto e bem forte. E ao analizar o macho que vai submetê-la, fica mais difícil pra Catarina esconder sua excitação.
Mas, luta pra que ele n√£o perceba como ela est√° se sentindo. Catarina fecha a cara e tenta n√£o encar√°-lo, fazendo perceber que ela est√° se submetendo porque ele sabe do segredo dela e a est√° chantageando.
- Vi as fotos que vocês fizeram! Que pecado, dona Catarina! Com essa pose de beata evangélica, na verdade você é uma tremenda safada incestuosa!
- E da√≠?! Diga logo o que quer. Voce sabe que eu nunca teria o menor interesse por voc√™! Voc√™ √© o tipo de homem que s√≥ consegue uma mulher como eu, usando desses subterf√ļgios.
- Ah, sim! Eu sempre a observei e sabia que voc√™ √© racista, que nunca me deu a devida aten√ß√£o quando eu iniciava uma conversa nas reuni√Ķes dos pais. E agora? Bom, ao menos sei que com todos esses teus preconceitos, voc√™ √© realmente uma femea fenomenal. Basta ver tuas fei√ß√Ķes nas fotos com o pau do garoto nas m√£os! Mas, e a√≠? J√° passaram do ‚Äúentre as coxinhas‚ÄĚ? Me conta como voc√™ est√° pervertendo teu filhinho!
- Pára! Pára com isso! Diz logo o você quer!

Catarina leva um tremendo susto quando é estapeada na face. De início parece que ela vai chorar, mas a excitação só aumentou mais ainda. Ela se recupera e levanta a cabeça altivamente, enquanto o mulatão está falando baixinho bem perto do rosto dela.
- Quieta! Eu dou as ordens, sua cachorra depravada! Agora conta... Não! Espera! Cadê teu telefone?

Enquanto ele vasculha a bolsa dela, um pouco de vergonha enrubesce Catarina, pois sabe que logo o diretor vai desmascara-la outra vez e dessa vez com fotos bem mais explicitas.
Um sorriso maroto aparece no rosto do diretor mulato.
- S√≥ isso?! Voce, essa safada ardente e sensual se satisfazendo s√≥ com chupetinha e esfrega√ß√Ķes? N√£o acredito!

Catarina vibra ao escutar o que aquele sacan pensa a seu respeito. Ao mesmo tempo que a xinga, lhe tece elogios que a enaltecem, fazendo ela se excitar cada mais.

Em seguida, ele manda Catarina ajoelhar-se, abrir a braguilha e lhe fazer um boquete.
Ela se faz de difícil e o diretor lhe dá outro tapa no rosto. As narinas de Catarina se tremem, parecendo de ódio, mas na verdade era de pura tezão.

Quando ela exp√Ķe a vergona achocolatada rodeada de veias protuberantes, quase desmaia. Tenta mais uma vez demonstrar que est√° desgostosa, fazendo cara de nojo.
O mulato tem o olhar fixo no belo rosto de Catarina n√£o se importando com as caretas dela. Ele pr√≥prio est√° ta√Ķ excitado que bastou ela segurar a jeba dele para que um fio de ejacula√ß√£o espirrasse pela uretra, que foi parar acima do l√°bio superior dela. Sem se controlar, Catarina passa a l√≠ngua pelos l√°bios sentindo o leve sabor salgado do esperma.

“Ah! Foda-se! Não vou poder fugir dele mesmo! E que rola, meu deus! E eu pensei que a de Rudy era a maior que tinha visto! Ai ai ai! Como
gosto de mamar numa jeba! Por que passei tantos anos me reprimindo e só chupando aqueles consolos de silicone! Agora que estou no
inferno, o jeito √© me abra√ßar com o capeta e... gozar, gozar e gozar!‚ÄĚ

Agora, livre das inibi√ß√Ķes e do teatrinho, Catarina se entrega totalmente em mamar na mangueirona daquele estranho. Ela a est√° segurando com as duas m√£o e j√° engoliu tudo que podia, at√© a bolota encostar-se em sua garganta. Masoquistamente, ela tenta engolir mais ainda, mas acaba se sufocando, no entanto tem a tremenda satisfa√ß√£o delirante, por ser preenchida daquele jeito.

O diretor também está delirando, pois nunca imaginou que uma mulher como aquela lhe daria tanto excitamento com os lábios, boca e língua. Baba escorre pelo queixo da incestuosa mãezinha.
Ela pouco se importa com o que o mulatão poderá fazer com ela. Se ele a quiser porca, ela será bem porcalhona. Ele só não pode impedir o relacionamento dela com Rudy. Ela se sente completa como femea de dois machos. Um tímido, inexperiente. O outro, mandão e devasso.
- Caty... Catarina! P√°ra, p√°ra um pouco... aaahhrrnn... se levanta... se levante!

Catarina está zonza e enfeitiçada pelo boquete que está fazendo que nem nota quando ele a levanta e é encostada de frente a parede, com o rosto e os seios encostados nela. Com a bunda empinada, ela sente os dedos do diretor lhe acariciando fortemente as exuberantes nádegas. De repente os dedos dele se acercam de seu anus deixando-o totalmente exposto pra sentir a umidade da língua dele serpenteando em volta tentando penetrar nele.
- A√£√£√£√£mm, p√°ra... por favor, pare... Eu vou... vou... perder o controle. E... posso gritar muito alto!

O diretor atende a s√ļplica de Catarina. Tamb√©m porque ele n√£o vai conseguir segurar o gozo por mais tempo. Ele se posiciona bem perto das n√°degas da m√£e de Rudy, e com a cabe√ßona da rola fica pincelando o rosado orif√≠cio que ele sente se contrair a cada pincelada ao mesmo tempo que as n√°degas tremem fazendo ele salivar de luxuria.
- Olha... sabe, eu... eu nunca...fiz isso. Quer dizer... eu nunca dei o... cuzinho! Por favor, v√° devagar... bem gentilmente... por favor.
- Não, minha querida. Não será eu... eu... que vai... vai... deflorar teu cuzinho! Por direito é... é o... o homem que você ama! Depois que... que o Rudy te deflorar... aí sim... vou comer tua... tua bundinha todo... todo dia! Então, faz isso... faz acontecer isso...logo!

A m√£ezinha de Rudy sente suas n√°degas serem apertadas com o cacet√£o do mulato entre elas. Catarina fica est√°tica apertando as coxas entre si, quase sentindo a falta de ar enquanto o orgasmo explode por todo seu corpo, ao mesmo tempo que rajadas de esperma v√£o parar no alto de sua bunda, fervente como lava vulc√Ęnica.

Com movimentos gentis, o diretor veste as roupas em Catarina. Ela ainda está tonta e lerda nos movimentos. Ele limpa a baba que brilha em volta da boca. E faz o melhor possível para arrumar-lhe os cabelos. Depois, a faz sentar na cadeira em frente a sua escrivaninha.
- Dona Marli, me faça o favor de me trazer água mineral e dois copos,
- Café. Café é melhor!

O diretor esboça um sorriso ao perceber que Catarina já está em pleno controle da situação.
- Dona Marli, me desculpe. Mas, vamos querer café também.

Os dois ficam por alguns segundo se encarando em silencio. Sabem que a empatia entre eles é forte e que terão de administrar seus respectivos parceiros. Ele com a esposa e Catarina com o filho.
O cafezinho e √°gua s√£o depositados em cima da escrivaninha e dona Marli se retira, n√£o notando nada do que tinha acontecido. Talvez um cheiro diferente. Odor de gente.
- Me envia a foto de você sendo sodomizada...
- Canalha!


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