<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.7.3" -->
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>Lésbicas</title>
		<description>Contos eróticos de Lésbicas. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Lésbicas</description>
		<link>http://www.ptcontoseroticos.com/index.php?option=com_adsmanager</link>
		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:10:27 +0100</lastBuildDate>
        <generator>FeedCreator 1.7.3</generator>
		<item>
			<title>Marie Claire</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/marie-claire-2</link>
			<description>Era tarde de sexta-feira. Marie, uma das belas alunas do nono ano, estava no home office, sentada a mesa do computador, diante da tela colorida do laptop. Atrás dela, sem que ela sequer tivesse percebido, estava irmã Perpetua, a loira freira devassa responsável pela Republica feminina Lesbitche, parada sob o vão da porta, de pé, com aquela cara de quem não acredita no que está vendo. Na tela widescreen do computador portátil, Marie assistia pela internet a um vídeo de incesto lésbico – no qual uma mãe seduzia a filha adolescente e com ela praticava um envolvente jogo de submissão sexual -, onde a ultima mandava e a primeira obedecia.
- Quem me dera com a minha assim me relacionar – disse Marie, balbuciando nervosamente, o que não era para menos, pois um frêmito convulsante percorria a calidez de suas entranhas.
Olhando para os lados a fim de ver se não era observada pela sua tutora, Marie foi levantando lentamente a sua minissaia rodada xadrez vermelha e preta – que lhe descia até cerca de quatro dedos acima dos joelhos –, tratando, em seguida, de abrir as pernas afiladas em demasia. Então, numa volúpia insana, Marie escorregou uma das mãos para dentro da calcinha rendada que usava e, após cerrar os seus grandes olhos verdes, põe-se a dedilhar, com movimentos cadenciados, as carnes tenras, macias e flácidas, porém elásticas, de sua vulva cálida e latejante.
“O que terá acontecido?”, perguntou-se Marie, algo intrigada com a estranha demora de Claire, sua melhor amiga, a qual ela desejava mais do que tudo. “A morango disse que voltava logo...”, pensou a mulata adolescente consigo mesma.
A outra mão de Marie, enquanto isso, passeava impunemente pelo seu torso roliço de linhas curvas, subindo e descendo entre a cintura e o pescoço, detendo-se mais, é claro, no belo par de pequenos seios rijos, cujos mamilos, absurdamente intumescidos e duros, espetavam a ponto de quase perfurarem o fino tecido diáfano da camisa de botão sem manga na qual estava vestida.
Continue lendo no site:
http://marieclaire.rede.comunidades.net</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Minha amiga ia transar com meu irmão e eu acabei indo junto.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/minha-amiga-ia-transar-com-meu-irm-o-e-eu-acabei-indo-junto</link>
			<description>Meu nome é Annabeth e minha melhor amiga é meio... vadia. O nome dela é Thalia e, cai entre nós, ela é muito gostosa. Eu sou loira e meio bronzeada e ela é meio punk, tem cabelos negros. Meu irmão é loiro também. 
Thalia: Ah, Annabeth, vamos... Vai ser divertido
Annabeth: Você sabe que eu sou virgem. Pára com isso.
Thalia: Mas é uma delicia.
Annabeth: Ele é meu irmão!
Thalia: Mas eu não sou.
Ela chegou perto de mim, só de calcinha e uma regata colada, sem sutiã. Seus biquinhos estavam durinhos e eu fiquei morrendo de tesão. Ela sentou no meu colo, com as pernas abertas e com aquela buceta molhada... Ahn, eu não resisti. Puxei ela, a beijei de lingua, tirei a blusa dela e fiquei lambendo suas tetinhas. Ela esfregou a xota dela na minha e meu irmão chegou. Ele tirou o pau pra fora e colocou entre mim e ela, nós entendemos o recado e chupamos, passamos a lingua do começo, perto das bolas até a cabecinha, nos beijando no final. Eu estava pelada já, com ela me chupando. Já que eu estava de quatro, meu irmão chegou, deu um tapa na minha bunda e meteu a cabecinha do pau dele no meu cuzinho. Morri de dor, mas ele esfregou o pau lá e meteu com toda a força aquele cacete enorme na minha xota. Eu gritei, mas era delicioso, ele me fudeu muito gostoso e eu gemia que nem uma louca. a Thalia, morta de tesão, metia as bolas dele na propria buceta dela. Ela ficou de quatro na minha frente e eu chupei ela. Eu estava prestes a gozar e meu irmão tirou o pau dele, minha xota ainda tava piscando e eu implorava pela pica dele.
Logan (meu irmão): Ah é, sua puta? 
Ele meteu o pau dele no meu cuzinho, arreganhando ele e eu não aguentei. Gozei, juntamente com ele, enchendo meu cuzinho de porra e a Thalia gozando na minha boca.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Minha Mulher</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/minha-mulher</link>
			<description>Os contos a serem publicados estão chegando ao fim, depois deste, restam apenas mais seis escritos e a publicar, chama a atenção que embora já publicados 38 contos,  continuamos  recebendo dezenas de emails perguntando se os contos são reais. São sim todos eles foram escritos sobre fatos que realmente aconteceram e como curiosidade, além das fotos que temos publicado com os contos a partir de agora vou publicar alguns anúncios que colocamos em revistas especializadas no início de nossos relacionamentos, inclusive a publicação que me concedeu o título de bunda mais bonita do Brasil e que acabou me rendendo um convite para fazer filmes pornô e que não sei porque não aceitei na época, hoje nem pensaria. Mas vamos ao conto, durante todos estes anos que curtimos relacionamento liberal já saímos com centenas de amigos, homens, mulheres, casais e até travestis, participamos de surubas, ménage, etc..., mas nunca tive a oportunidade de sair apenas com uma mulher e sempre tive muito vontade de sair com uma, feminina, delicada somente eu e ela para que pudéssemos curtir o corpo uma da outra de forma suave e com muito carinha, fiquei longo tempo com este desejo e fantasia não realizada,  pois não havia surgido nenhuma oportunidade de realizá-la e até porque eu nunca iria sair rua a fora cantando alguma mulher, simplesmente deixamos o tempo correr e esperava que um dia acontecesse.
Na época eu tinha  uma pequena loja de decorações e recebia muitos amigos e amigas, mas uma em especial me chamava a atenção não por ser muito bonita, mas ela era extremamente simpática e muito carinhosa e delicada quando falava ou tratava comigo, ela era bastante alta, em torno de 1:75, magra, com mais ou menos de 55 kg. e muito elegante e com o passar do tempo começamos a ficar amigas e ela me contava toda sua vida e então me confidenciou ter problemas com o marido que era fazendeiro e que passava quase todo o mês viajando e a deixava sozinha e insinuou que como se sentia muito carente tinha que procurar alguma distração ou algo que suprisse a falta do companheiro. 
Certo dia ela me convidou para tomar um chá em uma casa especializada e como aceitei veio me buscar em casa para irmos em apenas um carro, quando entrei no carro ela me deu um beijo no rosto que foi mais um chupão e disse que estava muito feliz por eu estar ali com ela e que eu estava muito linda. O chá transcorreu tranqüilo e ela foi extremamente agradável e simpática, depois me levou para casa e na chegada ficou longo tempo abraçada comigo e me acariciando os cabelos e a nuca e na despedida me deu um beijo quase na boca, comentei o fato com o Roberto e ele me disse que ela queria mesmo era uma briga de aranhas e eu levei o caso na brincadeira. 
No dia do meu aniversário ela foi à loja e me levou um frasco do perfume que eu gostava, ficou me abraçando demoradamente me deu um selinho nos lábios e disse que adoraria sentir o cheiro em todo meu corpo, aí me toquei e vi que o Roberto tinha mesmo razão. 
Ao comentar com o Roberto o que havia ocorrido e manifestar minha intenção de continuar com a brincadeira ele me respondeu que se eu quisesse realmente levar adiante que levasse, mas deveria ter cuidado para não arrumar confusão, afinal a mulher era casada e não se sabia muito da vida conjugal dela, muito menos do marido e que eu me preservasse do melhor modo possível.
A partir deste momento também comecei a tratá-la de modo diferente quando nos encontrávamos, procurava beija-la mais demoradamente e bem pertinho da boca, os selinhos ficaram mais frequentes, ficava abraçada a ela, me esfregava no corpo dela sempre que podia e contava detalhes mais íntimos de minha vida e ela cada vez mais se insinuava para mim e eu me mostrava receptiva. 
Novamente ela me convidou para tomar chá em uma tarde durante a semana e eu fui pronta para o que desse e viesse, fui com um dos meus famosos mini-vestidos transparentes e completando uma mini-tanga enterrada no rabo e sem nada na parte de cima, mas creio cabe uma ressalva, pois este vestido tem um detalhe especial e foi feito apenas para situações especiais, pois é transpassado na frente e tem apenas um botão no meio e qualquer movimento que faça, me abaixe ou sente ou ainda basta que sopre um mínimo vento para que eu fique sempre com os seios ou com a boceta de fora pois não consigo esconder os dois ao mesmo tempo. 
Ela novamente foi me buscar em casa e ao entrar no carro dei um jeitinho de deixar o vestido abrir até quase a cintura, mostrando a minha tanguinha vermelha transparente e mostrando quase que totalmente a minha bocetinha completamente depilada, ela não se conteve passou a mão nas minhas pernas dizendo que eram muito bonitas e que eu estava como ela sempre havia sonhado, como não reagi ela abriu o único botão do vestido e o puxou para o lado, deixando meus seios de fora e mostrando toda excitação que eu sentia, então aproveitou para espalmar a mão na minha chana e roçar os dedos no meu grelo eu fiquei toda arrepiada e ofereci a boca para que ela me beijasse e ela não se fez de rogada e me deu um tremenda chupão enfiando a língua na minha goela. 
A esta altura eu já estava toda molhada e na maior tesão e ela perguntou se eu queria realmente tomar um chá ou se gostaria de conhecer o seu apartamento e tomar um aperitivo, ao que lhe respondi que o dia estava muito quente para o chá e que tinha muita curiosidade de conhecer o seu apartamento e quem sabe tomar um refrigerante ou uma cerveja. 
Quando chegamos ao edifício ela me agarrou pela mão e subimos para o apartamento, já no elevador ela me agarrou e começou a se roçar em mim, me deu um longo beijo na boca e abrindo novamente meu vestido começou a chupar meus seios, enquanto enfiava a mão por dentro da minha calcinha dedilhando meu grelo e eu me entreguei totalmente aquelas carícias delicadas e sensuais, descemos do elevador e entramos direto no apartamento, onde ela colocou uma música suave e me tirou para dançar, enquanto nos beijávamos.
Aos poucos foi abrindo meu vestido e o tirou, tirou a blusa e roçou os seios nos meus e ficamos as duas somente de calcinha, foi chupando meus seios, abaixando a boca na direção de minha boceta e foi tirando minha calcinha e enfiou a língua dentro de mim e eu gozei loucamente, melando o rosto dela.
Ela tirou a calcinha e começamos a nos esfregar, deitamos no tapete da sala ficando de lado e ela começou a esfregar a chaninha dela na minha, roçando nossos grelos e me deixando alucinada, depois veio por cima de mim e esfregou a boceta na minha cara e fizemos um longo e delicioso 69, até gozarmos uma na boca da outra. 
Em seguida fomos para uma banheira cheia de espuma onde ela enfiou o dedo e a língua em todos os meus buracos me deixando alucinada, ainda ensaboou todo o meu corpo me acariciando e fazendo uma massagem sensual. 
Por fim fomos para o quarto onde ela derramou chocolate sobre mim me lambendo todinha, enquanto pegava um consolo duplo enfiava na boceta e enterrava vagarosamente a outra ponta em mim, por último tirou um vibrador anal da gaveta e lubrificando meu buraquinho foi enterrando aos poucos enquanto me chupava enfiando a língua no fundo de minha chana. E o gozo veio enorme, fantástico. 
Depois ficou me acariciando, beijando e chupando meus seios até que dormi... 
Ao acordar fui embora e saímos juntas ainda mais duas vezes, depois embora os insistentes convites dela nunca mais quis sair sozinha com ela, mas estou tentando convencê-la a sair comigo e com o Roberto e se pintar essa transa eu conto em uma próxima oportunidade. 

Cláudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Cláudia e Maria</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/claudia-e-maria</link>
			<description>Esta história aconteceu logo que iniciamos nossos relacionamentos de swing e ménage e a curtir o sexo em grupo. Neste tipo de relacionamento uma das coisas que mais acontece é o relacionamento lésbico e geralmente todo ao casal iniciante acaba por optar inicialmente por um ménage feminino, até porque é muito mais fácil iniciar um relacionamento com outra mulher do que com um outro homem. Mas no decorrer do tempo começamos a ter curiosidade em saber como seria transar com uma lésbica ativa, mas eu queria uma que fosse macho mesmo, daquelas que não tem nem traços femininos e que fazem questão de esconder e esquecer que um dia foram chamadas de fêmea.
Conversamos muito sobre o assunto e decidimos colocar um anúncio nos classificados da Zero Hora pedindo contato com mulheres ativas e recebemos várias cartas, sendo que duas delas traziam fotos e telefones.
Após alguns contatos preliminares uma foi descartada e selecionamos a outra que era de uma mulher que disse se chamar Maria, e que no decorrer das conversas, nos confidenciou que era engenheira mecânica e ministrava aulas em uma grande Universidade da cidade.
Nesses contatos telefônicos testamos as afinidades e após algum tempo marcamos
encontro em um barzinho. Quando ela apareceu não tinha como não chamar a atenção de todos, era muito alta, mais ou menos 1:75 altura, morena, musculosa, cabelo cortado  bem curtinho, calça jeans, jaqueta de couro, bem assumida como homem e só deixava perceber sutilmente algum traço feminino pelos pequenos seios que teimavam em ficar salientes através da blusa e da jaqueta.
No início de nossa conversa foi logo deixando bem claro que não gostava e nem suportava homens e que a transa seria somente entre nós duas e que se o Roberto quisesse participar seria apenas como espectador.
Ela era muito simpática e agradável e o papo fluiu normalmente, deixamos bem claro também que esta transa era uma fantasia nossa e que tudo terminaria por ali mesmo.
Durante a conversa para quebrar o gelo e descontrair perguntei se Maria era seu nome verdadeiro e ela disse que sim, e então perguntei Maria de que?  E ela respondeu secamente, simplesmente Maria...
Do barzinho fomos para nosso apartamento, pois na época ainda morávamos em Porto Alegre,  já em casa o papo começou a esquentar, contei a ela algumas de nossas experiências, aventuras e desventuras e ela nos relatou algumas das dela. 
Comentei  que já havia transado com uma menina, muito feminina e havia achado maravilhoso e que também nas festas swing geralmente pintava algum lance entre mulheres e que eu gostava do contato, ela por sua vez nos contou que estava saindo de um relacionamento estável, pois havia morado com uma menina durante quase dois anos e que tudo havia terminado a pouco tempo, e que ainda estava procurando uma nova companheira.
Nós estávamos conversando sentadas na cama e o Roberto colocou uma fita nossa, pois na época ainda era vídeo cassete, transando com um casal e  a Maria ficou bem interessada e excitada com o que estava rolando. Nessa fita eu chupo e sou chupada por uma amiga
nossa enquanto os homens metiam  em nós. 
Ela  então perguntou se realmente queria levar a coisa adiante e diante da minha aceitação ela pediu permissão ao Roberto e me abraçou e começou a me acariciar, sentindo que o clima estava ficando legal e interessante fui o quarto e coloquei apenas uma camisola branca bem transparente e por baixo somente uma mini tanguinha também branca.
Quando voltei ela me abraçou, me beijou apaixonadamente e começou a me acariciar, 
estudando  a reação do Roberto com algum receio, este fato me chamou a atenção e lhe perguntei o porque daquele receio e ela disse que certa  vez o marido de uma de suas amigas teve uma crise de ciúme e a agrediu, quando elas estavam se beijando.
Retruquei-lhe que quanto a isto não precisava ter receio, pois estávamos bem conscientes do que estávamos fazendo e que a procuramos porque queríamos mesmo aquilo.
Esta foi a deixa para que tudo começasse a rolar, ela então me deu um longo beijo de língua e começou a acariciar e apalpar meu corpo e chupar meus seios.  Eu já estava ensopada de tesão e ela passava a mão nas minhas pernas e coxas e me lambia de forma maravilhosa e sensual  todo o corpo. Delicada e sutilmente foi  me deixando nuazinha e aos poucos também fui tirando sua roupa, entre beijos, chupões e amassos.
Ela me deu um banho de língua e de dedos que nunca mais vou me esquecer, ele sabia o que fazer para agradar uma mulher e eu me sentia derreter em suas mãos e gozei como nunca havia sonhado. 
Enquanto ela me chupava me virei para fazer um sessenta e nove e constatei que ela tinha
um grelo enorme que ficava bem saliente na minha boca, como se fosse a pintinho de um menino... 
Ela ainda esfregou este grelinho nas minhas coxas, colocou na entrada da minha bocetinha e do meu cuzinho e eu estava adorando, olhei para o Roberto e o vi sentado numa poltrona  nu curtindo o show e se masturbando...
Transamos durante horas e horas, ela foi maravilhosa e eu gozei intensamente, pois ela soube explorar de forma sutil e sensual todos os pontos eróticos e  sensuais  do meu corpo.
Por fim ela surpreendentemente puxou o Roberto e o trouxe para junto de nós, me ajudou a lamber e chupar o pau dele e por fim sentou sobre ele, metendo a pica de uma só vez em sua chana, fazendo com que ele gozasse abundantemente.
Depois em nossa conversa sobre o acontecido, lhe perguntei o porque dela ter transado com o Roberto se disse que não suportava homens, ela respondeu que até não tinha nada contra,  havia sido noiva e que inclusive já havia transado com diversos homens e que até sentia algum prazer nessas transas, mas o que gostava mesmo era de mulheres e  que deu para o Roberto  porque estava com muita tesão e que também foi uma forma de agradecimento pelo tratamento e recepção que teve.
Saímos ainda com ela ainda diversas vezes, passava tardes inteiras no sitio dela em Viamão e ela se tornou freqüentadora assídua de nossa casa e ficou muito nossa amiga, me tratava como uma rainha, fazia todas minhas vontades, me trazia flores, bombons, jóias e presentes todos os dias, ligava dezenas de vezes por dia para ver como eu estava e para ouvir minha voz e eu estava curtindo esta namoro lésbico, mas a coisa começou a complicar quando ela começou a achar que era minha dona e começou a exigir que eu estivesse sempre disponível para ela, a qualquer hora e em qualquer momento, começou a me cobrar e fazer exigências absurdas, começou a ter  ciúmes do Roberto, vivia dizendo que eu era sua mulher e como tal deveria sempre esperá-la com cafezinho, uísque, almoço pronto,
etc... no início até procurei levar o caso na esportiva e na brincadeira, mas comecei a ver que a coisa estava tomando um rumo perigoso que não desejávamos e muito menos estávamos procurando.
A gota d´agua e o fim de tudo se deu quando ela chegou lá em casa certa tarde e perguntou se eu me sentia feliz com o relacionamento que tinha com o Roberto, questionou se eu não preferia manter apenas um relacionamento sério com ela, que conforme suas palavras era mais intenso que uma relação de casal, pois somente uma mulher consegue entender plenamente a outra, disse ainda que estava  apaixonada por mim e que estava em convidando  para morar com ela, pois ela queria me assumir como esposa. 
A noite comentei o ocorrido com o Roberto e decidimos terminar aquele caso por ali e cortamos qualquer tipo de contato com ela. 
A partir deste episódio aprendemos outra lição e resolvemos nunca mais ter relacionamentos demorados e contínuos com qualquer pessoa, fosse homem, mulher ou casal, pois desta maneira fica mais fácil nos preservar do envolvimento emocional que as vezes aflora de forma inesperada.
Mas até sinto saudades, pois a experiência com a Maria foi muito legal e gratificante, depois deste caso, tive outros relacionamentos com mulheres, mas com certeza este foi o que me marcou, pois além de ser o primeiro, foi o mais intenso e cheio de paixão. Gostaria ainda de vir a repetir com alguma outra amiga... Se tiver interessadas...
Cláudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Visita Amiga</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/visita-amiga</link>
			<description>Eu e Carla somos amigas de longa data, mulheres independentes, bonitas e amadas, o que mais podemos querer?

Sou morena queimada de sol, tenho 1,70m, 72kg bem distribuidos olhos e cabelos castanhos encaracolados, boca carnuda, seios pequenos, bunda normal, bom sou do tipo cavala, ja a Carla é morena clara, olhos cor de mel, tem os cabelos na altura do ombro, 1,60m, mais ou menos uns 50kg toda mignozinho bundinha arrebitada, seios pequenos,ja nos trocamos na frente uma da outra sabe como é...mas voltando ao assunto.

Combinamos de tomar algo no meu apartamento, pois fazem alguns meses que não nos vemos e entre um gole e outro ela fala sobre o novo emprego, noivado e planos para o ano, dava para ver a sua empolgação nos gestos e semblante, conversamos por um longo tempo e eu como sempre me empolgo ao falar sobre minhas viagens mundo a fora devido ao meu emprego.

Nessas reuniões a la Clube da Luluzinha sempre extrapolamos nos drinks, mas hoje fomos um pouco mais longe, sem contar que só restou nos duas as demais companheiras estavam viajando.

Em meio a tantas conversas que eu ja nem sei sobre o que, num piscar de olhos... fitamos o olhar uma na outra  e me pego pensando como nunca havia reparado em uma mulher, de uma forma além da convencional, achei que estivesse disfarçando bem, quando de repente sinto a mão da Carla acariciando minha coxa me pego toda arrepiada,mas gostando daquela sensação de uma mão tão suave e macia tocando minha pele, não sabendo como agir virei meu drink de uma vez e comecei a rir da situação ela me acompanhou nas gargalhadas, mas sem largar a minha coxa e cada vez apertava mais forte e me fitava com seus olhos arregalados, passando a impressão de saber o que estava fazendo.

Me jogo no sofá e num impulso a puxo para cima de mim, posso sentir o bico dos seus pequenos seios, nessa hora puxo a sua nuca com força de encontro com a minha boca e nos beijamos loucamente, tiro o seu vestido e começo a percorrer seu corpo com a minha língua.

Começo pelo queixo, desço o pescoço até encontrar seu seio, que por ser pequeno tenho o prazer de abocanha-lo de uma vez e coloca-lo todo dentro da minha boca, me perco por um longo tempo até deixa-los babados.

Aperto ela bem forte pela cintura, com nossos corpos grudados sinto sua buceta quente roçando na minha e nessa hora  já nao aguentando de tesão tiramos o resto das roupas e surge na minha frente uma buceta linda toda lisinha e carnuda, fiquei com agua na boca, nunca havia imaginado nada igual.

Como não tinha nenhuma pressa continuei a lamber cada parte do corpo dela minuciosamente , lambendo a barriga  sentia sua buceta forçando contra mim, comecei a roçar meus dedos na buceta dela fora a fora e depois que terminei de lamber aquela barriga dei muitos beijinhos na buceta, tirei os dedos comecei a chupa-los e senti o sabor dela na minha boca uma delicia,  trocamos mais e mais beijos ardentes agora com gosto de buceta.

Com a buceta toda molhadinha que chegava a escorrer alguns pingos pela coxa, arreganhei ela todinha lambi as duas coxas de um lado pro outro enquanto ela implorava que eu lambesse, chupasse a buceta dela, com minha mao separei os labios, no começo lambi de leve e depois friccionava minha lingua com força...naquela buceta gostosa,  coloquei a Carla de 4 e com a cabeça por baixo a penetrei com minha lingua, senti aquele grelo roçando nos meus dentes que ali ficou agarrado até eu perder meu ar, mas a safada da Carla tava num fogo danado se debatendo ao ponto de me atrapalhar nessa hora pra aquieta-la meti dois dedos no seu cu, ela deu um pulo tao forte que a minha cara toda entrou na buceta dela e tirei minha lingua so fiquei dando dentadas no grelo e com os dedos atolados no cu, enquanto ela rebolava na minha cara.

Não aguentando mais de prazer suas pernas começaram tremer e ela pulou sentada no sofá, gemia, se contorcia, eu vendo a situação da minha amiga tentei acalma-la com beijos bem gostosos, acariciando  de leve a buceta, sentindo que ela estava recomposta a peguei de surpresa, chupei sua buceta com muita força e até fazer pressão, ela se agarrou ao sofá caiu desfalecida e deu um grito de alivio, sentindo que ela ia gozar rocei meus peitos de leve na buceta dela, quero ficar toda melada pra ela me chupar todinha.

A Carla gozou feito uma cadela deixou meus peitos, barriga e cara melados, vendo o estado da minha amiga dei o peito na boca dela pra  mamar bem gostoso, quando de repente escuto uma voz bem de longe &quot;Luna, Luna... acorda senão vai ficar toda dolorida, pegou no sono ai mesmo no sofá&quot; era a Carla me chamando, tomamos todas e apagamos acredita?

Mas bem que pra sonho foi uma delícia,acordei muito excitada.

Ainda pego ela de jeito...</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>IRMÃS GÊMEAS E CUNHADA GOSTOSA</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/irm-s-g-meas-e-cunhada-gostosa</link>
			<description>SOU MELISSA IRMÃ GÊMEA DE MELL. TENHO 20 ANOS, SOU MORENA CLARA,CABELOS LONGOS PRETOS,OLHOS PRETOS,CORPO LEGAL.SOU DIFERENTE DA MINHA IRMÃ SÓ NO JEITO DE SE VESTIR,ELA SE VESTE LARGADA,MAIS MOLECA, E EU SOU BEM FEMININA E VAIDOSA .      MINHA IRMÃ E LÉSBICA E NAMORA UMA MENINA DA ESCOLA,QUE VOU CHAMA_LA DE MARINA. MARINA TEM 18 ANOS,LOIRA,OLHOS CLAROS,E  TEM CORPO MUITO BONITO.  EU ME SENTI VARIAS VEZES EXCITADA COM MARINA AQUI EM CASA,MAS SEMPRE DISFARÇAVA E SAIA DE PERTO DELA.  UM DIA EU ESTAVA COM A ROUPA DE MELL E COM O CABELO PRESO COM UM RABO DE CAVALO COMO MELL USA,TOCOU A CAMPANHINHA E QUANDO FUI ATENDER ERA A MARINA. ELA ME BEIJOU DE LÍNGUA NA BOCA SEM ME DAR TEMPO DE EU FALAR. FIQUEI MUITO EXCITADA COM SEU BEIJO GOSTOSO. APROVEITANDO QUE MELL TINHA SAÍDO E ME PASSEI POR ELA,E FUI LOGO LEVANDO MARINA PRO QUARTO DE MELL E TIREI TODA A ROUPA DELA E DEPOIS TIREI A MINHA ROUPA, E COMECEI A BEIJAR AQUELA BOCA GOSTOSA E AQUELE CORPO QUENTE. QUANDO MELL APARECE E ME FLAGRA COM A MARINA.  EU FIQUEI SEM GRAÇA E PEDI DESCULPAS A MELL E MARINA. MELL ME DISSE SORRINDO QUE JÁ TINHA PERCEBIDO MEU INTERESSE POR MARINA,E QUE SUA FANTASIA ERA TRANZAR COM MARINA E EU JUNTAS. MARINA FALOU QUE SABIA DESDE O INICIO QUE ERA EU SE PASSANDO POR MELL. EU APROVEITEI QUE ELAS LIBERARAM E CONTINUEI A BEIJAR MARINA,BEIJEI TODO SEU CORPO E CHUPEI SUA XANA MOLHADA,ENQUANTO EU CHUPAVA SUA XANA, MELL ESTAVA NUA E VEIO POR TRAZ DE MIM E ME BEIJOU E ME ALIZOU, PELA PRIMEIRA VEZ EU SENTI MELL ME TOCANDO COMO MULHER. EU ME SENTI MUITO EXCITADA COM MINHA IRMÃ ME TOCANDO. EU PAREI DE BEIJAR MARINA E BEIJEI MINHA IRMÃ NA BOCA. MELL ME DEITOU NA CAMA E  CHUPOU MINHA XANA ENQUANTO EU CHUPAVA A XANA DE MARINA. GOZEI NA BOCA DE MELL E MARINA GOZOU NA MINHA BOCA.     DEPOIS ERA A VEZ DE MELL SER CHUPADA POR MIM,ENQUANTO MELL CHUPAVA A XANA DE MARINA EU ME DELICIAVA COM A XANA DE MELL. DEPOIS QUE MELL GOZOU NA MINHA BOCA.  LEVANTAMOS EU E MELL FIZEMOS UM SANDUÍCHE DE MARINA. MELL FICOU NA FRENTE DE MARINA E EU ATRAS DELA,EU E MELL ESTAVA COM UM VIBRADOR E NÓIS DUAS PENETRAMOS O VIBRADOR EM MARINA . EU PENETRAVA NAQUELE CUZINHO GOSTOSO DE MARINA,ENQUANTO MELL METIA O VIBRADOR NA XANA DE MARINA. MARINA GEMIA EXCITADA COM DOIS VIBRADORES DENTRO DELA.  EU GOLPEAVA MARINA E FIQUEI DOIDA PRA TA NO LUGAR DELA.  ME EXCITEI AO VER MELL GOLPEANDO MARINA COM FORÇA.  DEPOIS QUE MARINA GOZOU,EU ENTREI NO MEIO DAS DUAS E PEDI A MELL QUE METESSE NA MINHA XANA. MELL METEU NA MINHA XANA COM FORÇA E EU GOZAVA MUITO,ENQUANTO MARINA METIA NO MEU CUZINHO. SUGERI QUE TROCASSEM  DE POSIÇÃO,ATE EU GOZAR. PRA TERMINAR ;MELL FICOU NO MEIO, E EU METI O VIBRADOR NA XANA DE MELL,ENQUANTO MARINA METIA NO CUZINHO DE MELL.  MELL GOZOU,FOMOS DEITAR E FICAMOS ABRAÇADINHAS,EU NA FRENTE DE MELL E MARINA ATRAS. CONFESSEI A MINHA IRMÃ QUE EU SEMPRE SENTI TESÃO POR ELA E NÃO VIA A HORA DE TRANZAR COM  ELA. BEIJEI MELL  NA BOCA E SENTI UMA  EXCITAÇÃO LOUCA E DIFERENTE, PORQUE MELL ERA MINHA IRMÃ E EU A  DESEJAVA, E O MELHOR E QUE MELL TAMBÉM ME DESEJAVA. EU PERCEBI QUE NÃO ERA POR MARINA QUE EU SENTIA  AQUELE DESEJO ,ERA POR MELL,EU DESEJAVA MUITO MINHA IRMÃ MELL.                                       (ESPERO QUE TENHAM GOSTADO,ESSE CONTO E VERÍDICO E OS NOMES SÃO FICTÍCIOS)   ATE A PRÓXIMA</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>TIREI A VIRGINDADE DE MINHA AMIGA_PARTE 2</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/tirei-a-virgindade-de-minha-amiga-parte-2</link>
			<description>RECOMENDO QUE VOCÊ LEIA O CONTO ''TIREI A VIRGINDADE DE MINHA AMIGA'' PARA ENTENDER ESSE CONTO  VERÍDICO.                                          VOLTANDO PARA O QUARTO,PEGUEI MEU VIBRADOR ESPECIAL PARA VIRGEM,ELE ERA FINO DE TAMANHO MÉDIO PARA NÃO MACHUCAR LETÍCIA. BEIJEI LETÍCIA NA BOCA E FUI BEIJANDO TODO SEU CORPO,CHUPEI SUA VAGINA MOLHADA,LETÍCIA GEMIA EXCITADA. DEPOIS PEDI A LETÍCIA QUE ME DEIXASSE TERMINAR O SERVIÇO ,JÁ QUE SUA VIRGINDADE ESTAVA INDO EMBORA DE VEZ. FALEI PARA LETÍCIA FICAR RELAXADA QUE NÃO IA DOER NADA.  PASSEI UM CREME PRA FACILITAR A ENTRADA DO VIBRADOR NA VAGINA. ENFIEI O VIBRADOR DEVAGAR PRA NÃO MACHUCAR LETÍCIA,ELA GEMIA EXCITADA COM O VIBRADOR ENTRANDO COM DIFICULDADE EM SUA VAGINA APERTADA,FORCEI O VIBRADOR QUE PARECIA NÃO QUERER ENTRAR, LETÍCIA RECLAMAVA DE DOR,PEDIA A ELA PRA TER CALMA QUE JÁ TAVA ENTRANDO,EMPURREI O VIBRADOR  COM MUITA FORÇA QUE ELE IA ENTRANDO TODO NA VAGINA DE LETÍCIA APERTADA. LETÍCIA GEMIA SENTINDO QUE TINHA ENTRADO TODO O VIBRADOR NA SUA VAGINA. COMECEI A DAR ESTOCADAS NA VAGINA GOSTOSA E MOLHADA DE LETÍCIA,ESTOCAVA FORTE,LETÍCIA GEMIA,FALANDO QUE ESTAVA GOSTOSO,ESTOCAVA NUM RITMO ACELERADO ATÉ QUE LETÍCIA GOZOU E EU TIREI O VIBRADOR DE DENTRO DELA,SUJO DE SANGUE DA PUREZA PERDIDA, E URINEI NO CORPO TODO  DE LETÍCIA. DEPOIS FOMOS TOMAR BANHO JUNTAS,E NO BANHO VOLTAMOS A USAR O VIBRADOR,SÓ QUE DESTA VEZ,LETÍCIA JÁ ERA EXPERIENTE NO ASSUNTO.                                         (ESPERO QUE TENHAM GOSTADO LEIA TAMBÉM ''ELA PENSOU QUE EU FOSSE HOMEM'' OUTRO CONTO VERÍDICO MEU.) FAVOR DEIXAR COMENTÁRIOS,EU AGRADEÇO.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>ELA PENSOU QUE EU FOSSE HOMEM</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/ela-pensou-que-eu-fosse-homem</link>
			<description>MEU NOME E CATY,TENHO 27 ANOS, SOU LÉSBICA MASCULINA,EU SOU BONITA E SOU BASTANTE ASSEDIADA POR LÉSBICAS. FUI NUMA BALADA HÉTERO VESTIDA COMO HOMEM,ERA UMA FANTASIA MINHA PEGAR UMA MULHER HÉTERO. NA BALADA PAQUEREI UMA GATA LOIRA LINDA,ELA TINHA UM CORPÃO MARAVILHOSO,FIQUEI OLHANDO ELA DANÇAR E ELA PERCEBEU E DANÇAVA ME OLHANDO. DEPOIS ELA FOI TOMAR UMA BEBIDA E EU FUI ATRAS DELA. ME APROXIMEI DELA E PERGUNTEI COM A VOZ GROSSA ,SEU NOME,ERA MICHELE,TINHA 18 ANOS,ME APRESENTEI E BEBI JUNTO COM ELA ENQUANTO CONVERSÁVAMOS.  DEPOIS EU FALEI QUE ESTAVA AFIM DELA E ELA ME DISSE QUE TAMBÉM ESTAVA AFIM. NOS BEIJAMOS ALI NUM CANTO ESCURO,EU ESTAVA COM UM PÊNIS DE PLÀSTICO NA CALÇA,ENQUANTO BEIJAVA MICHELE PRESSIONAVA MEU PÊNIS DE PLASTICO NA VAGINA  DE MICHELE.  FOMOS PRA UM MOTEL,ESTÀVAMOS MUITO EXCITADAS,NOS BEIJAMOS E FUI LOGO TIRANDO A ROUPA DE MICHELE,TIREI TODA MINHA ROUPA,EU TENHO O SEIOS PEQUENOS,NÃO DA PRA PERCEBER QUE SOU MULHER. EU APEGUEI A LUZ FICANDO NA ESCURIDÃO PRA MICHELE NÃO PERCEBER NADA. DEITEI MICHELE NA CAMA E MAMEI OS SEUS SEIOS GRANDE E GOSTOSO,ENQUANTO CHUPAVA MICHELE GEMIA EXCITADA,DEPOIS BEIJEI TODO SEU CORPO,CHUPEI SUA VAGINA  MOLHADINHA SENTINDO MICHELE MUITO EXCITADA, MICHELE PEDIU PRA ME CHUPAR,MAS NÃO DEIXEI PORQUE ELA IA DESCOBRIR TUDO. COLOQUEI A CAMISINHA, E ENFIEI MEU PAU GRANDE E GROSSO DENTRO DA VAGINA MOLHADA DE MICHELE. SENTIA A VAGINA UM POUCO APERADA,ENFIEI TUDO E MICHELE GEMEU,FALAVA QUE MEU PAU ERA MUITO GROSSO E GRANDE,EU FUI DANDO ESTOCADA FORTE EM MICHELE QUE GEMIA,GOLPEI MUITO O ÚTERO DE MICHELE,PEDI QUE MICHELE CAVALGASSE POR CIMA E MICHELE CAVALGOU EM CIMA DO MEU PAU DURO,MICHELE CAVALGAVA RÁPIDO E GEMIA,SENTANDO E LEVANTANDO NO MEU PAU. TIREI MICHELE DE CIMA E DEITEI ELA DE QUATRO PRA MIM METER NO CUZINHO  DELA. ELA TINHA O CUZINHO  BEM APERTADO,EU PASSEI UM CREME PRA DESLIZAR MEU PAU NO SEU CUZINHO QUASE VIRGEM. ENFIEI MEU PAU TODO COM FORÇA NO CUZINHO DE MICHELE,QUE GEMIA,EU GOLPEAVA MEU PAU COM FORÇA NO CUZINHO GOSTOSO DE MICHELE,CHEGANDO A HORA DE GOZAR EU TIREI MEU PAU DO CUZINHO DE MICHELE E URINEI  NO CORPO DE MICHELE. SAIMOS DO MOTEL,LEVEI MICHELE PRA CASA DE CARRO,DEIXEI MICHELE NA PORTA DE CASA. EU TENTEI FALAR A VERDADE PRA MICHELE E ELA FALOU QUE JÀ SABIA DE TUDO,DESDE O INICIO.   (SE    GOSTARAM,POR FAVOR ,ME ENVIEM COMENTÁRIO)</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>tirei a virgindade de minha amiga</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/tirei-a-virgindade-de-minha-amiga</link>
			<description>Me chamo Caty e tenho 27 anos. sou morena,cabelo curtinho preto,olhos pretos,sou masculina. tenho uma amiga Leticia de 15 anos.ela e branca,cabelo longo preto e tem um corpão muito gostoso. Eu sou lesbica e ela se dizia hetero. ficamos amigas,e eu de cara senti atraida por ela. nos conhecemos atraves de uma amiga minha,Patricia, que nos apresentou. eu fiquei conversando com ela aqui na minha rua um bom tempo.     a  ela me disse que não tinha namorado,pra minha alegria,chamei ela pra entrar em casa,minha amiga ja tinha ido embora e nem percebi de tão empolgada com Leticia. entrei em casa e fomos pro meu quarto,estava sozinha em casa. liguei o radio e coloquei um cd romãntico pra dar um clima. ficamos conversando,quando eu perguntei se ela tinha ficado com mulher,ela disse que não,mas que tinha curiosidade,eu ja estava muito excitada,eu falei pra ela que eu senti atração por ela e que queria ser a primeira mulher dela;ela topou e eu beijei a boca dela ardentemente,tirei sua roupa,e me excitei , vi um corpo gostoso, delicioso, tirei minha roupa e deitei ela na cama e chupei sua xana raspadinha e gostosa. chupei toda a xana molhada,Leticia se contorcia excitada e gemia,chupei tanto sua xana que ela gozou na minha boca. enfiei um dedo e percebi que ela era virgem. eu perguntei a Leticia, se ela estava afim de perder a virgindade comigo     e  Leticia disse que sim,que estava muito excitada, então eu coloquei dois dedos e fui forçando na sua xana apertada,Leticia gemia e falava que tava doendo,eu fui forçando tres dedos e ela gemendo e reclamando de dor,eu forçei quatro dedos e ela gritou,senti sangue da pureza dela saindo na minha mão,enfiei a mão toda numa força que entrou toda e ela gitava e gemia,pedindo pra mim não parar que ela estava gozando,eu senti ela gozar na minha mão,eu tirei a mão e fui lavar o sangue de Leticia. voltei e deitei com ela sentindo mais tesão em continuar nossa tranza.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Minha Primeiria Vez Com Uma Menina</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/minha-primeiria-vez-com-uma-menina</link>
			<description>Oi a todos.
Me chamo Sandra tenho 28 anos sou casada à 5, sou morena clara, tenho 1,78mt seios bem fartos e bumbum grande e empinados os quais tiram o fôlego não só de homens mas de mulheres também.
Sou comerciante,temos um supermercado na região do ABC Paulista,onde passo uma boa parte de minha vida.
O que vou contar aconteceu me quando ainda estava no colégio,tinha 16 anos,sempre fui uma garota tímida e muito recatada sou de uma família muito tradicional,do qual prezam muito pelos valores morais.
Porem desde cedo sempre senti muito tesão, principalmente quando via escondido,algumas revistas pornos do meu irmão mais velho, o que mais me excitava era ver mulher com mulher, ficava sempre molhadinha.
No segundo ano do Colegial, entrou na escola uma aluna que era lésbica e que todas as outras garotas tinha medo de ficar muito tempo perto dela pois ela era do tipo que atacava mesmo, as meninas sempre me diziam pra não ficar a sós com ela pois poderia me dar muito mal.
Sendo que ela já havia me dito que iria me pegar de jeito, aquilo me deu tanto tesão, que minha calcinha ficou molhadinha.
Tempo passou e um dia na hora da aula senti vontade de ir ao banheiro, pedi ao professor que me deixasse ir ele liberou me quando estava quase na porta ouvi ela também pedir para ir ao banheiro.Minha primeira vez com uma menina
Sai correndo pelo corredor, entrei no banheiro e tranquei a porta me sentei no vaso, quando ouço ela me chamando:
- Sandrinha,onde está você amor?! Aparece, quero ti ver!!!
Nessa hora meu corpo todo tremeu, minha xana se molhou toda,minhas pernas tremiam como vara verde, ela então bateu na porta, abre amor,abre…
Fiquei quieta, ela falou:
Sei que está ai, me deixe entrar?
Prevendo que não tinha outra alternativa e que meu tesão estava a mil e que tinha que sair a qualquer momento, resolvi encarar meu destino.
Abri a porta, ela estava com a mão no ombral da porta, com uma cara de safada, me comendo com os olhos, quando falou:
- Agora você será toda minha…
Entrou para dentro do box fechou a porta, começou a passar a mão por todo meu corpo,sentia um calor enorme me dominando, minha calcinha essas altura já estava toda molhada, então ela enfiou a mão por baixo de minha sainha que estava usando por cima de minha calcinha e disse:
- Cachorra, você já esta toda excitada,né vaquinha?!
Subiu minha blusinha junto do soutien deixando meus seios a mostra, começou a chupa-los me levando a loucura, nessa hora ela enfiou um dedo em minha xana,não aguentei comecei a geme alto ela meteu a mão na minha boca dizendo que não queria que ninguém ouvisse que me queria toda.
Ela então foi descendo sobre minha barriga,arrancou minha sainha com a calcinha junto colocou minha perna em seu ombro e enfiou sua língua quente e mui caliente em minha xana, eu estava indo a loucura coloquei minha camisa em minha boca para abafar meu gemido, pois havia entrado mais meninas no banheiro,ouvia muitas vozes, pois já era hora do intervalo e eu sendo sugada por ela que fazia-me contorce de tesão naquele banheiro.
Senti sua língua quente no meu buraquinho de repente ela meteu um dos dedo em minha boca eu suguei gostoso,em seguida,ela foi enfiando devagarinho em meu cuzinho, eu era virgem de tudo, aquilo começou a doer muito e ela enfiava cada vez mais, tentei impedi-la mais ela era bem mais forte do que eu, enfiou todinho no meu buraquinho,começou a mexe num vai e vem frenético, eu já estava alucinada mas ela queria mais, queria me foder muito mais e sem dó nem piedade enfiou outro e outro no meu rabinho eu tremia toda de dor.
Eu gozei feito uma cadela na boca dela e ela sugou cada gota do meu gozo sem deixar cair nada, nesse momento ela subiu e disse-me:
- Senti o teu gosto o teu gozo, e me deu um beijo demorado, quando foi sentindo seu dedo entrando em minha xana me rasgando me desvirginando.
Como sua boca estava sobre a minha ela abafou meu gemido, que seria mesmo um grito de dor e tesão.
Foi novamente,enfiando dois dedos em seguida mais um, como se quisesse em rasga toda me arrombar de uma vez,ficou nesse movimento por uns 10 minutos até que não aguentei e gozei em seus dedo, que estava cheio de sangue escorrendo pelas minhas pernas.
Ela pegou um papel e me limpou todinha subiu minha calcinha e minha saia arrumou minha blusinha, me deu um beijo e saiu, eu ainda estava toda tremula, fiquei lá dentro mais alguns minutos sentada no vaso, até me recompor.
Quando sai minhas amigas estavam me procurando, perguntando se eu estava passando mal, pois estava toda descabelada,olhei para o lado e vi ela me olhando com o dedo na boca dizendo em sinais que queria mais depois…
Depois eu conto como foi a primeira vez dela eu e meu marido,bjux a todos.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Sun, 22 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Anjos nao sentem oque eu sinto.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/anjos-nao-sentem-oque-eu-sinto</link>
			<description>Sempre senti atraçoes por mulheres , mas nao achava que isso viria a acontecer! 
antes disso quero me apresentar me chamo Paula , olhos verdes , boca carnuda, pele branca coxas grossas , nunca fui magra ... digamos que um meio termo principalemte na epoca.
Ela uma morena magra de pele clara e um jeito de menina mulher... vaidosa cabelos compridos maquiada  e um olhar que quando bem direcionado e fatal, seu  nome ? leila.
A conheci na escola aonde estudava ... no primeiro dia de aula os homens da sala ficaram babando com ela.. e eu mantendo a pose e ela sentou justamente atras de mim, oque naquele momento me deu raiva! pq nao poderia ficar olhando pra traz o tempo todo pra ve-la. 
Como sempre fui muito comunicativa ,  no começo do recreio me apresentei dei boas vindas e disse que poderia contar comigo pra oque precisasse!
E ela com um sorriso incrivel que podia luminar o meu mundo foi muito simptica!.. e me deu sua mão e retribuindo a apertei, e foi ai que ví uma aliança dourada ( queria saber se era de noivado ou casamento, pq eu nunca sei qual e o dedo pra casado e noivo...) pensava qu era de noivado afinal ela muito jovem! 
Não resisti e perguntei é noiva?
ela : nao sou casada há 10 anos e tenho uma filha de 9 ! rsrs
( eu fiquei completamente boba!)
eu: oq? quantos anos vc tem? 
ela: 25 e vc?
eu: 18
ela: nossa um bebezinho!!,a cho que a conheço de algum lugar?
eu: ha nem sou o bebezinho!! rsrs de onde? 
ela: ha nao sei ! mas oque importa e que agora te conheço!
[ só pra deixa claro minha sala era de pessoas mais velhos  de pessoas que tomaram bomba ou que em um certo momento da vida tiveram que abandonar o estudos e so puderam voltar agora... e estudavamos a noite! ]
Com o tempo a amizade foi aumentando dividiamos as nossas vidas, fiquei amiga da filinha dela da familia dela... e vice-versa saimos juntas e eramos um grude só.. eu via ela como uma mulher.. ela como sua amiga, seu anjo , um bebezinho!
Um belo dia conversando com ela eu ercebi que tinha algo estranho que estava alterada...ela disse que por sermos amigas , ela sentia que podia me contar quae tudo da vida dela..
eu prontamente a respondi : - que isso leila! quase tudo nao! tudo tudo mesmoo! me diz, oque ta fazendo vc fica encomodada?
Ela sorriu e disse: ok e melhor vc saber...
Paula, eu sou casada , mas quando trabalhava numa fabrica eu me envolvi com uma mulher...trai meu marido, por impulso ela mudou sua vida por mim
e agente manteve e mantem um relacionamento...e eu sei que meu marido sabe agenta ja brigou quase separou... e voltamos pela francielen e tbm pq eu prometi parar com esse relacionamento, só que nao consegui e agente  não ta conseguindo ve-la...
eu: nossa eu nunca imaginei que vc .. gostasse de mulheres,,,vc quer que eu ajude  a encontra-la?
ela: vc nao vai se afastar de mim?  vai me ajuda?
eu: claro! se e pra te ver feliz!
[e era a pura verdade pra ve-la feliz eu faria tudo ate partiria meu coração e passaria por cima dos meus egos e desejos ]
o tempo passou e eu ajudando a Leila a  ver sua namorada.. elas brigaam discutiam mas se gostavam e eu so sofrendo por dentro por rpesenciar beijos e carinho das duas na despedida..
Certa vez o marido e filha de Leila foram pra outro estado visitar ums parentes e ela fico  em casa por conta de seu serviço... tudo estava planejado ela e a sua namorada iam ter uma noite incrivel!.. iam pq brigaram!
Ela me disse que como o fim de semana nao ia ser como planejou pra eu dormir la com ela... ai fariamos aquele programa de &quot;amigas&quot; filme, vinho, comidas...
Cheguei lá no imenso frio e ela estava linda de moleton colado no corpo e o cabelo escovado amarado , me deu um abraço gostoso! nauqele instante ja estava completamente molhada! e loca de tesão, mas a questao era, como chega ate ela? como diser oque eu sintia...
O tempo foi passando agente conversando e nada dela tocar no assunto &quot;lesbico&quot;
começamos a ver um filme...  muito bom chama-se fica comigo essa noite, um filme brasileiro mas muito bom!

Depois disso fomos dormir.. eu fui pro quarto de hospedes e ela veio atras..
ela: ei! ta pensando que vai descançar de mim? ta frio! ta chovendo e eu nao vo dormir na minha cama sozinha..  pode ir pra lá agora!

Começamos a rir e fomos pra cama dela..
nso deitamos uma olhando pra outra...e eu acho que com a cara mais vermelha e mais boba do mundo nao conseguiria parar de olhar pra ela..
Ela sorria e passava a mão no meu ombro e dizia:
ela: Paula, as vezes eu acho que vc é um anjo...
eu: anjos nao pecam... eu peco... anjos nao sente oque eu sinto...
ela: um anjo nao sente tesão?
eu: nao sei, creio que nao sao seres tao puros angelicais... apesra que as vezes me sinto nas nuvens , bem perto deles quando..
ela: quando?? diz! 
eu: quando vc me olha  e sorri...

Nesse momento achei q ia desabar , ou que ela ia me da um fora...
Ela abre aquele sorriso vem em minha direção e me beija... um beijo devagar, lento .. gostoso que fazia o efeito tota,emnte contrario dentro de mim...
Eu a beijei e tinha medo de abrir os olhos e nao ve-lá ou de perceber que era mais um sonho...
Eu nao aguentei peguei ela pela cintura... e subi em cima dela bem devagarzinho... senti sua respiração ofegante e naquele instante ela me diz: :  vamos viver essa noite intensamente..
nisso eu so consegui beija-la d euma forma mais rapida com a sede que eu tinha nesse tempo todo recolhido em mim...
beijei seu pescoço e sentia ela levantando a blusa e aranhando minhas costas...
fui ate sua orelha.. beijava-a lambia mordia respirava tudo pra deixa-la bem ecitada...
ela apertava minha bunda.. começava a gemer baixinho no meu ouvido.
eu tirei sua  blusa lentamente... sem parar de beija-la
tirei seu top e fui de encontro aqueles seios lindos e gostosos!
eu lambia bem devagarzinho...
ela contorcia o corpo.. puxava meu cabelo e eu mamava naqueles seios com toda vontade do mundo! sugava, lambia.. mordia devagarzinho... 
Ela tiro minha blusa abriu meu sutiã e apertava meus seios e o contato da nossa pele junto nos fez sentir mais tesão...
ela pedia pra descer com minha boca... que nao iria aguentar e iria gozar...
Eu pedia pra ela ter calma... que eu iria aproveitar cada parte dela com calma... 
ela so gemia... e me chamava de anjo...
eu tirei sua calça... enfiei minha perna por entre as dela... passava a mao pela suas coxas... lambia seu abdomen.. seu seios e beijava sua boca...
e ela se contorcia toda...
eu aperteii sua bucetinha ainda coma  calcinha ... e sentia ela enxarcada de seu mel.. eu desci ate seus pés.. beijei ele... tirei sua calcinha... detei sobre ela ... fuia te sue olvido e disse: geme pra mim... e goxa pra mim como vc nunca gozo e gemeu pra ninguem...
ela so me olhou com uma cara de safada... sorriu e disse :  faça por onde...
NOSSA naquele momento eu prometi me dedicar.. nem q eu perca o folego e morrese ali.. essa seria a melhor noite dela..
eu lambia sua virilia.. e sentia o cheiro do sexo dela... e isso me deixava molhada .
lambia seu clitoris inxado de tanta vontade... lambi a bucetinha dela inteira... e com o tok da minha lingua ela se contorcia e gemia como louca... euenfiei minha lingua dentro dela... uma coisa quentinha molhada... e fiquei ali por minutos lambendo ... beijando... 
pus um dedo dentro dela... e fui girando sentindo ... fazendo um movimento frenetico e ela se contorcia olhava pra mim com uma cara safada! e pedia mais um dedo... e pra fuder ela com vontade..
nao preeciso pedir duas vezes pus dois dedos... me posicionei... do lado dela... com a boca nos seios dela.. e meti nela bem gostozo... forte com pressão... com vontade e ela gemia.. ela pulava na cama e pedia mais um dedo.. eu punha e metia mais ainda...
e dentor dela foi ficando apertadinho... sentia uma pressão na minha mão era a resposta de que ela iria gozar... e em breve... fui ate a sua linda bucetinha sem parar de meter nela.. lambia seu critoris.... senti ela aumenta o gemido... a pressao dela aumentar... ela griatava disendo que iria gozar... ha como era bom aquela sensação...ela solto um gemido forte alto e desfaleceu , fico exausta e eu sentia o corpo dela tremendo.. e aquele gostinho bom na minha lingua.... lambi tudo nao deixei nada... subi ate a sua boca..beijei pra ela sentir seu gosto.... o corpo dela suado.. grudado no meu... o coração dela batendo forte um sorriso largo na boca... ela veio ate mim... me beijo.. e disse: MINHA VEZ!
me jogo de lado e subiu em cima de mim.... beijava meus seios com vontade com fome de sexo com amor... e me olhava com uma cara que so pelo jeito de olhar me faria gozar...
meus seios sao grandes... e ela nao se fazia de rogada beijavas eles mamava eles sugava com forçça e vontade...
nao demoro muito pra eu me contorcer... e implorar pra ela me fuder bem gostoso.ela so sorria.. e continuava nos meus seios..
foi descendo na minha bariga beijando com calma, pos a mao dentro de minha calcinha... e solto um gemido quando viu que eu estava bem molhdinha...
ela simplismente rasgou minha calcinha e caiu de boc ana minha bucetinha... ela massageava lambia sugava com vontade e isso me deixava loka! eu implorava pra ela me fuder.. e ela ao inves de mim estava totalmente com vontade com fome de mim... qu e pos dois dedinhos dentro de mim e ocm força e começou a me chamar de anjo pedindo pra eu gozar que ela queria me sentir...
ela pos mais um dedo... 3 dedos dentro de mim e eu so conseguia gemer como uma puta pra ela... e ela adorava isso pedia pra ir mais alto.... mais alem ...
eu pedi pra ela por mais um... ela sorriu e disse: humm esse anja e muito safada! e enfio 4 dedos com tudo e nesse vai e vem eu senti meu corpo fica quente tremendo uma coisa inexplicavel que saia pela boa em forma de gemido..
eu so a escutava... goza goza pra mim delicia goza!
EU GOZEI COMO UMA LOUCA....
e ela lambia e me olhava com uma cara q me dava mais tesão...  dizia q tava gostozo... que queria mais...
eu disse: eu tbm queria mais to teu...
ela virou de quatro se posicionou... e ficamos de 69 só se curtindo com ela rebolando e esfregando aquela delicia na minha cara... o ritimo aumento a energia se recuperou.. e foi invitavel gozarmos di novo... e de um jeito tao gostozo! juntas... de uma unica vez... pedi pra ela levantar... sentar na cama.. encaxei minha buceta na dela.. e começamos um vai e vem gostozo... se sentindo falando beteiras....
ficamos nos tocando... nos dando carinho.. nos olhando... e dormimos ali mesmo.. exaustas... com os corpos nus envolvidas so por um cobertor quentinho com o barulinho da chuva.
Ela dormiu em meus braços... sorrindo... dizendo que foi a melhor noite da vida dela!
e que me queria pra sempre...

Depois disso houve muitas outras noites , não só com ela ,a final apesar da noite incrivel que tivemos ela e casada.. e eles formam uma familia linda [mesmo que seja de faxada]

se gostarem desse conto votem!
comentem! 
que depois eu conto mais aventuras...

BJ</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Sun, 22 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>LOUCURAS COM PICOLÉS</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/loucuras-com-picoles</link>
			<description>Oi! Meu nome é Quésia e vou contar uma história bem louca para soltar a
imaginação de vocês, internautas. Pode parecer loucura, mas realmente
aconteceu, no parque da cidade, aqui em Cuiabá (MT). Sou uma loira alta,
com umas formas definidas, safadinha e muito criativa nas minhas
fantasias sexuais, mas naquele dia, eu bati o recorde. Eu vendia picolés
num quiosque no parque da cidade, cheio de trilhas, pistas para
caminhadas, aparelhos de ginástica e muito verde, justificando a fama de
“Cidade Verde” que a cidade recebe. Já tinha experimentado muitas
formas de sexo, mas nunca uma relação sexual com outra mulher. E
nesse dia estava muito calor, e eu derretendo de suor, mas ali, querendo
ganhar o meu pão. Foi quando chegou no quiosque uma morena que
estava praticando um Cooper no parque. Ela parou e pediu um picolé de
uva para refrescar, pois ninguém é de ferro. Atendi-a e ela chupou o
picolé ali mesmo no quiosque. Reparei as curvas daquela morena, bem
cuidadas, de tanta malhação. Ela usava uma blusinha amarela, realçando
os seus seios empinados e um shortinho azul bem colado na bunda. Ela
começou a puxar uma conversa comigo, e então ficamos jogando
conversa fora. Depois de ganhar alguma confiança, nos apresentamos
uma a outra. Seu nome era Simone. E ela insinuou-se para mim, dizendo
que eu era muito bonita. Aí, fiquei com um pouquinho de vergonha e
agradeci, dizendo que ela também era muito bonita. Simone sorriu e pediu
outro picolé, mas que desta vez, ela escolheria. Deixei ela mexer no
freezer, e quando ela baixou o corpinho e empinou a bundinha, não resisti
e passei a mão com calma naquela bunda sarada. Simone levantou e me
olhou, assustada. Eu pensei que tinha feito algo errado e disse: “Ah,
desculpe, eu...”, mas depois, a Simone me olhou, pegou na minha mão,
colocou-a novamente na sua bunda e se aproximou de mim. Me abraçou,
pegou pela minha cabeça e deu um beijo na minha boca. Veio uma
sensação louca para nós. Despi os peitos dela e ela começou a tirar as
minhas roupas. Encerrei o expediente no ato e fechei o quiosque.
Continuamos a arrancar nossas roupas e ficamos roçando nossos seios
um no outro, aumentando o desejo. Quando tirei o shortinho da Simone,
eu vi que ela não usava calcinha, e me espantei com essa audácia. A
Simone justificou que não usa calcinha quando corre de shortinho. Fiquei
mais louca ainda e retribuí com um beijo gostoso naquela boquinha
maravilhosa. A partir daí, botei minha criatividade para funcionar. Deitei a
Simone no chão e peguei no freezer um picolé de limão. Passei o picolé
nos peitinhos da Simone, o que deixava ela arrepiadinha e fui lambendoos,
sugando o suco de limão que formava ali. Fui passando pelo corpo da
Simone e lambendo, à medida que passava. Depois, cheguei na bucetinha
dela. Lambi o seu grelinho, fazendo-a gemer e aproveitei para passar o
picolé de limão naquela buceta. A Simone ficava muito arrepiada e gozava
muito, à medida que eu tacava o picolé na buceta dela e lambia gostoso.
Buceta de limão, uma delícia que acabara de inventar na hora. Depois,
voltei para a boca da Simone, fiz ela chupar o picolé e beijamos-nos
novamente. Taquei mais ainda o picolé de limão na buceta dela e ela só
que gozava... Aquilo era muita tentação para um dia de calor!!! Depois de
algumas metidas nela, passei o picolé para ela. Fiquei de quatro e ela
lambuzou o meu pescoço e sugava-o com os lábios. Depois, o picolé foi
descendo nas minhas costas e me arrepiando. A Simone passou a delícia
do picolé nas minhas nádegas e sugava-as, beijava-as e ficava muito
louca. Terminou o picolé, deitamos, beijamo-nos novamente. A Simone
gostou da brincadeira e resolveu pegar outro picolé. Desta vez era de
abacaxi. Aproveitei e pedi para ela pegar um de morango também. Eu
comecei a chupar o picolé de morango e ela pegou o de abacaxi e foi
fazendo a mesma coisa. Passou pelos meus seios, meu corpinho até
chegar na minha buceta. Ela foi tacando gostosinho na minha buceta
aquele picolé de abacaxi, enquanto eu passava a língua no picolé de
morango. Ela deliciava-se na minha buceta e eu fazia de conta que estava
chupando um pau de morango. Delicioso!!! Nós ficávamos tão íntimas
que eu a chamava de amor e ela de gostosa. Depois de um bom tempo, o
que sobrou do picolé de abacaxi, ela passou nos meus seios e chupou-os
com muita firmeza. Depois, fui até a gaveta do caixa e peguei um
brinquedinho gostoso para brincarmos mais. Uma calcinha acoplada a
um pau que eu tinha comprado na véspera e tinha esquecido ali. Pedi
para a Simone vestir. Ela fez isso e eu passei o picolé de morango
naquele brinquedo. Inaugurei-o, levando a minha boca em direção a
aquela delícia lambuzada. Fiz de conta que tava fazendo um boquete para
a Simone e que ela iria me foder. Depois, deitei-me, abri minhas pernas e
ela foi se aproximando, enfiando aquele “cacete” de brinquedo dentro de
mim. Ajeitei minha buceta para facilitar a penetração, e ela foi me
comendo, e eu gozando, cada vez mais, aquilo tava ficando bom
demais!!!!! Ela ficou ali, me fodendo por um bom tempo. Depois,
mudamos de posição. Ela ficou sentada, e eu montei nela, ficando por
trás. O gozo saiu melhor ainda. A Simone passava a mão nos meus seios
e a língua no meu pescoço enquanto eu requebrava toda. A alucinação
era tanta que eu enfiei a minha mão por baixo da calcinha e comecei a
bater uma siririca na buceta da Simone enquanto ela me comia. Gozamos
ao máximo. Exaustas, deitamos-nos e soltamos mais um beijo caloroso.
Então resolvi agir. Pedi a calcinha de volta e a vesti. Agora era a minha
vez. Pedi para ela chupar o pau e fazer o boquete nele. Enquanto isso, a
Simone passava a mão na boceta dela e se masturbava, para aumentar a
excitação. Posicionei-a de quatro logo depois, tinha ainda um pouquinho
de picolé de morango, lambuzei o cuzinho dela e fui metendo o pau nela.
A guria gritou e gemeu de prazer. Eu estava ali, comendo a bunda de
outra mulher, minha fantasia se realizando. Claro, com jeitinho, pois
também sou mulher, e sei como mulher gosta de levar ferro no cu com
jeitinho, bem devagarinho. A bunda da Simone batendo na minha calcinha
e eu comendo ela ali, tava muito bom mesmo. Fodi ela muito, mesmo.
Depois, terminamos deitadinhas, beijando nossas bocas. Simone estava
muito satisfeita e gostou muito de dar o cu para outra mulher. Eu também
a elogiei e depois, ela se vestiu. A Simone fez questão de pagar os
picolés, embora eles fossem objetos da minha fantasia. A Simone
aproveitou também e deixou, junto com o dinheiro, um cartão com um
telefone e o endereço do apartamento dela, para que eu conhecesse,
olhando-me sacanamente. Agradeci e prometi ligar outro dia para novas
loucuras. Fizemos um gesto de língua uma para outra, e ela saiu. Estava
sem fôlego, exausta, mas muito feliz pela fantasia que pratiquei. Mais
novidades, claro, vocês estarão sabendo, assim que surgi-las.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>DELÍCIA DE RECONCILIAÇÃO</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/delicia-de-reconciliac-o</link>
			<description>Oi, meu nome é Karina, eu vou contar uma história excitante minha que
aconteceu comigo. Eu tinha um namorado chamado Guilherme, mas na
época, tinha terminado o relacionamento. Porém, depois de algumas
conversas, resolvemos voltar. O combinado era ele me pegar na casa de
uma amiga para irmos até uma danceteria e daí nos divertirmos.
Combinamos tudo. No dia, fui até a casa da Edinéia, a minha melhor
amiga, companheira de confidências para seguir o combinado. Edinéia
era uma moça nissei muito bonita, baixinha, magrinha e de formas bem
definidas. Foi ela que me incentivou a voltar para o Guilherme, nas horas
mais difíceis. Cheguei na casa dela no começo da noite, para esperar o
Gui. Ela me recebeu na casa dela, que ficava perto da danceteria onde
iríamos nos divertir. Ela estava sozinha em casa, vestindo um vestido
verde, minha cor preferida, e aproveitou para colocar uma música
relaxante enquanto conversávamos. Tinha uma sensação de que algo iria
acontecer. Tomamos champagne e ficamos conversando bobeiras e rindo
que nem duas loucas. Numa hora de fraqueza, comecei a lembrar de
algumas coisas tristes. Minhas lágrimas desciam em silêncio e ela tratou
de animar-me. De repente, senti suas mãos acariciando meus cabelos e
passei a ter uns arrepios gostosos. Ela foi até meu ouvido e disse
algumas palavras sacanas. Deu um beijo no meu rosto. A beijei no rosto
também, e chegamos mais perto. Nos abraçamos e nos beijamos. A boca
dela, nossa... era muito macia e uma delícia os lábios dela. Nossas
línguas começaram a se chocar uma com a outra. Edinéia tratou de
colocar suas mãos nas minhas costas e arriou meu vestidinho azul
clarinho, deixando meus seios à mostra para ela admirar. Ela tratou de
sugar meus mamilos excitadamente, e eu gozava devagarinho. Sua língua
nos meus seios me deixava louquinha e arrepiadinha. Logo depois, ela
abaixou seu vestido e começamos a esfregar nossos seios um no outro.
Ela deixou que eu mamasse naquele peito gostoso dela, enquanto me
acariciava, dizendo coisas sacanas. Parecia uma puta mesmo... A coisa
estava só começando. Ela tirou toda a minha roupa, deitou-me na cama e
começou a me beijar forte. Depois, foi descendo a lingüinha dela até
chegar na minha buceta quente. Ela tacou sua lingüinha sacana no meu
grelinho. Comecei a gemer e gozar de tanta excitação, não queria parar.
Queria que aquilo ali fosse durar muuuuiiiito tempo, mesmo. Cada metida
de língua da Edinéia era um gozo profundo que me deixava louca de
desejo mais e mais ainda. Logo depois, Edinéia tratou de abrir suas
pernas e encaixou sua buceta no meu rosto, para que eu lambesse todo
aquele grelinho dela. Tinha um gostinho maravilhoso de sexo ardente. Ela
foi me ensinando com carinho, fazendo-a gemer e gozar também.
Começou a descer um líquido muito bom daquela xoxotinha maravilhosa.
Ela foi gozando muito e a sacanagem continuava solta. Partimos para um
meia nove, onde saciávamos uma a outra como duas lobas selvagens. A
coisa começou a esquentar mesmo quando ela ofereceu sua buceta para
esfregar na minha. Encaixamos nossas pernas e começamos a gozar, um
gozo mútuo e maravilhoso, compartilhado. Nosso prazer estava a todo o
5
vapor e desejava que aquilo nunca parasse, mesmo, pois essa era a
melhor sensação do mundo que eu podia provar até então. Continuamos
gozando, e pensava como porque nunca tive tanto prazer antes na minha
vida... Depois disso, Edinéia tratou de botar mais fogo na lenha. Tirou do
armário um consolo enorme acoplado a uma calcinha de couro. Ela vestiu
e disse que iria ser o “homem da minha vida”. Aceitei a brincadeira e
tratei de chupar aquele “pau” maravilhoso dela. Fiquei passando a minha
boquinha naquela delícia, enquanto a Edinéia acariciava meus cabelos e
dizia sacanagens... Ela se deitou na cama e me chamou para cavalgar.
Não titubeei e montei no pinto dela. Ela queria me ver de costas para ela.
Tudo bem. Encaixei minha buceta naquele brinquedo maravilhoso.
Comecei a cavalgar como uma louca, gozando e excitadamente, pedindo
mais e mais. Edinéia, entre outras coisas, ficava louca ao ver minha
bundinha indo para cima e para baixo, vendo meu cuzinho numa visão
panorâmica. Gente, aquilo ali sim era uma transa louca... nunca tinha
tanto prazer e gozado tanto até aquele momento. Mas logo depois,
Edinéia disse que ainda não estava satisfeita. Colocou-me de quatro e
disse que tinha uma vontade louca de comer o meu cuzinho. Tentei
relutar, mas a vontade dela falou mais alto. Ela então, colocou seu “pau”
bem devagarinho no meu buraquinho. Comecei a ver estrelinhas e sair de
órbita. Ela foi metendo, e metendo bem gostoso no meu cuzinho, fazendo
um vai e vem alucinante. A minha bunda ficava batendo naquela calcinha
de couro dela e eu sentindo o tamanho daquele consolo dentro de mim...
Gozei que nem uma puta, mesmo!!! Ela me xingava e dizia obscenidades,
me deixando mais excitada ainda... Nossa!!! Aquilo foi uma delícia e gozei
ao máximo... Logo depois, nos beijamos novamente, bem
acaloradamente, selando o fim dessa transa louca e maravilhosa.
Prometemos repetir a dose outro dia e que eu queria comê-la da próxima,
o que ela aceitou. Depois, ela lembrou que o Guilherme chegaria logo e
pediu para que eu tomasse um banho. Me refresquei, enxuguei-me e vesti
logo. O Guilherme estava me esperando no portão para o combinado.
Fomos até a danceteria, reatamos ao dançarmos juntinhos ao som da
música do Bon Jovi – Bed of Roses, selando nosso recomeço com um
beijo. Depois disso, ainda transei com Guilherme, mas esta não me
deixou muito contente. Nem precisava, pois já tinha obtido a minha
satisfação como mulher aos braços da Edinéia. Ainda estamos juntos, eu
e o Gui, mas nunca mais tive outra forma de prazer como esta. BEIJOS
KARINA</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Eu e Maria</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/eu-e-maria</link>
			<description>Acordei cedo e saí para mais um dia de trabalho. Chegando lá, dei de cara com Maria, a directora. Maria era uma mulher jovem, bonita e bem sucedida. Todavia não era feliz. Vivia com um sorriso nos lábios, tratava toda a gente bem e como igual, embora fossem seus subordinados. Não era preciso conhece-la muito bem para ver os seus olhos tristes por trás daquela boa disposição. A única coisa que cortava o seu ar de chefe executiva, era um rebelde piercing na língua, que ela evitava mostrar.
Eu mesma estava a atravessar uma fase difícil. O meu marido havia partido para o estrangeiro em busca de algo melhor, e a última notícia que recebera dele foi a informar-me de que não voltaria.
À tarde, enquanto eu trabalhava, Maria aproximou-se para perguntar como eu estava e se o trabalho estava a correr bem. Assenti, e ela suspirou. Senti que ela estava triste e com vontade de me contar algo. Disse-me que este fim de semana a filha dela estaria com os avós e que o marido ia para for em negócios. Acabou por me convidar para jantar e eu aceitei. Talvez ela precisasse de uma amiga para conversar, e se há uma qualidade que eu tenho é ser boa ouvinte e ter um bom ombro para chorar.
Saímos às 18h e fomos para casa dela. Pediu comida chinesa pelo telefone e abriu uma garrafa de vinho enquanto esperávamos. Acho que ela precisava de se libertar um pouco para falar sobre si mesma. Passámos meia hora a falar de trabalho, do cansaço, dos colegas, dos problemas que ela tinha de enfrentar diariamente para que a empresa continuasse a prosseguir.
Por fim, a comida chegou, ela serviu-nos na sala e colocou uma música ambiente. Comemos em silêncio e regadas a vinho tinto. Quando a comida e a garrafa terminaram, Maria começou a soltar-se um pouco. Começou a contar-me o que a atormentava. A vida dela estava mal. O marido estava sempre fora, não lhe dava carinho, não ligava enquanto estava fora, não ajudava com a educação da filha e ela suspeitava que ele tinha um caso com a secretária. Era o típico executivo. E o pouco tempo que passava em casa era de fraca qualidade. Faltava companheirismo, faltava alegria, faltava carinho, contacto, sexo. Tentei confortá-la dentro do possível. Não há muito que se possa dizer. Não lhe poderia dizer que o melhor era se separar, afinal quem era eu para dar conselhos? Puxei um pouco mais por ela e ela finalmente chorou.
Chorar faz bem. Sentei-me perto dela e abracei-a. Chorou tanto que soluçava.
Por fim acalmou-se, limpou as lágrimas, olhou-me nos olhos e sorriu. Agradeceu-me o apoio e passou a mão no meu rosto. Surpreendentemente fez-me uma confissão. Disse-me que há muito que desejava esta r com uma mulher. Fiquei estática e sem saber o que fazer. Maria beijou-me.
A sensação foi surpreendentemente inovadora. Ela tinha uns lábios carnudos e macios e sugou sofregamente a minha boca pequena. Senti que ela me desejava. Mergulhou a sua língua na minha boca, e senti o piercing brincar entre as nossas línguas. O vinho já fazia efeito e o filme desenrolou-se num ápice. Maria começou a despir-me e a beijar-me o corpo, e a sensação agradava-me. Decidi deixar os pudores de lado e entregar-me por inteiro. “Que se lixe. Já cheguei até aqui, agora não saio daqui até tudo ter acabado”.
Comecei a tirar-lhe a roupa e a acariciar o seu corpo elegante e esguio. Maria era um pouco mais alta e bastante mais magra que eu, mas naquele momento pouco importava. Maria deitou-se no tapete e puxou-me para cima dela. Eu sabia que ela precisava de atenção. Dei-lhe um longo e terno beijo para a deixar mais relaxada. Desci a minha boca pelo seu corpo. Comecei dando-lhe beijos no pescoço e pequenos chupões, ela fechou os olhos e entregou-se às sensações.
Mergulhei a minha boca nos seus seios pequenos, mas perfeitos. Lambi-lhe os mamilos com suavidade e chupei-os com carinho, pude ouvir um gemido baixo. Desci a minha mão até à sua vulva, que estava já húmida e acariciei-lhe o clítoris. Desci a minha boca para o seu sexo e sorvi todo o seu suco do prazer. Maria contorcia-se de prazer e acariciava os meus cabelos. Chupei toda a sua essência que escorria pelo seu sexo. Nunca pensei que fosse tão bom fazer sexo oral a uma mulher. Maria entregava-se à loucura e gritou de prazer.
Deu-me um beijo louco e colocou-me debaixo dela. Maria parecia alucinada e transpirava prazer e lascívia. Lambeu meus seios com sofreguidão e em instantes já me levava a outro mundo. Rolou o seu piercing nos meus mamilos e brincou com eles. Aquela sensação de metal frio nos meus mamilos era fabulosa. Desceu até ao meu umbigo e introduziu a língua nele. Brincou com o piercing no meu umbigo, num misto de cócegas e prazer.
Continuou a descer até aos meus joelhos e beijou o interior das minhas pernas, lambendo e chupando até alcançar o meu núcleo do prazer. Pressionou a sua língua contra o meu clítoris, rodopiando a bolinha do piercing em torno dele. Que sensação maravilhosa! Ela pressionava, lambia e rodopiava com a língua em torno do meu clítoris. Senti a mão dela a acariciar os meus lábios vaginais. Deu-me um dedo seu para eu lamber e introduziu-o na minha vagina, começando um doce movimento de vaivém. Colocou a sua outra mão sobre um dos meus seios e apertava o meu mamilo com carinho.
Com todos estes carinhos, não demorei muito tempo até chegar ao orgasmo. Aquele piercing no meu clítoris, enlouquecia-me! Que mulher estonteante. Custava-me a crer que nunca tivesse estado com outra mulher antes.
Gritei, gemi, contorci-me até à exaustão, entreguei o meu corpo nas mãos daquela mulher.
Por fim, repousou o seu corpo sobre o meu, sorriu e deu-me um beijo com o meu sabor.
Disse-me que já era tarde e convidou-me para dormir lá em casa. Eu aceitei. Vesti um pijama dela, colocámos um filme e sentamo-nos no sofá. Ela trouxe mais um vinho.
Este fim de semana prometia…</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>minha amiga me pagou...pra ver eu me masturbar!!!</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/minha-amiga-me-pagou-pra-ver-eu-me-masturbar</link>
			<description>bem...sou uma mulher experiente...ja fiz de tudo o que alguem possa imaginar...mas esta experiencia foi realmente chocante...eu vivia uma crise em meu casamento,meu marido havia se desinteressado por sexo e eu sofria com isto.sou uma mulher que nasci viciada em sexo...adoro uma boa trepada...e com ele ,isto estava cada vez mais raro....vivia pela minha casa....louca de tesao...e me masturbava a toda hora...nao podia ficar sozinha,que metia a mao na minha bucetinha...e fazia bem gostoso....ate gosar.tenho uma amiga,muito mais nova que eu...ela tem 18 e eu 35....uma gatinha...que ainda nao sabe muito de sexo,e ficamos amigas mais por este motivo...ela estagia no hospital que trabalho...uma potranquinha,branca...de lindos olhos azuis,e corpinho de ninfeta.seus peitinhos cabem em minha boca,e sua xaninha e lisinha,rosada...com grelinhos,maravilhosos...eu a via sempre pelada...ela fazia muitas perguntas...e eu me sentia feliz em poder responder.um dia em minha casa,meu marido estava no trabalho,e eu sozinha em casa...fui pra o chuveiro....e me deu aquele tesao!comecei a enfiar o dedo na minha bucetinha e a senti molhadinha...comecei entao meu ritual,solitario e gostoso...nao ouvi baterem na porta...era minha amiga...foi entrando e ouvindo o barulho do chuveiro se dirigiu pra la.quando ela entrou eu nao percebi...so depois de algum tempo...a vi...com a mao na calcinha...se masturbando tbm...aquilo me deixou louca de tesao...mas parei ,desliguei o chuveiro e me enrolei na toalha...falei pra ela tomar um banho...pra se acalmar...ela tomou uma ducha...se enrolou na toalha e veio ao meu encontro no quarto...com a cara mais linda do mundo...me pediu: faz de novo pra eu ver??e eu disse que nao,que nao era certo...que ela devia procurar um rapaz da idade dela...e assim,conhecer o prazer do sexo...entao ela falou: eu pago o que vc quiser,so pra vc deixar eu ver vc se masturbar.fiquei sem fala...ri sem jeito...tentei mudar de assunto...ela sentou na minha frente...pegou um talao de cheque e disse: quanto vc quer?eu falei : nada...nao posso fazer isto...ela pediu :por favor,so desta vez?entao eu sentei...fiquei em uma cadeira na frente dela...estava com um vestido bem levinho,e sem calcinha...abri as pernas bem devagar....e realmente me senti muito tesuda,com aquela menina...me pedindo por uma coisa...que eu adorava fazer...e ela ainda queria me pagar...nao aguentei...abri mais as pernas...e os olhinhos dela...ficaram vidrados na minha xana raspadinha...eu entao fui passando o dedo pela minha xaninha...que ja estava encharcada.....e me masturbei com tanto tesao...que gemia...delirava...fechei os olhos e imaginei uma lingua...passando....me provando...meu tesao era tanto que conseguia sentir tudo isto...quando abri os olhos...eu a vi...parada na minha frente...com a boca toda ocupada com a minha xaninha...ela sugava...mamava...como se aquilo fosse a coisa mais gostosa do mundo...eu me entreguei a isto....rebolava...mexia pra frente e pra tras na cadeira...e ela nao tirava a boca...sentir meu grelinho doendo...porque ela chupava e mordia....e eu nao aguentando mais....gosei...ela mamou...mamou....se lambusou...entao a peguei e a deitei na cama....coloquei uma venda nos olhos dela...e pedi pra ela ficar quietinha...e so sentir...dei uma beijo gostoso na boca dela...e fui descendo...cheguei nos peitinhos,que realmente couberam na minha boca...e os chupei...mordi os biquinhos ate ficarem vermelhos....suguei...ela estava louca...se mexia e gemia...gritava....continuei minha busca...passei pela barriga dando beijinhos,e cheguei na sua grutinha,quente...macia e molhada...e beijei...lambi bem devagar...senti o gosto...entao ela me implorando...dizia:me foda...por favor...me foda!! e eu entao engoli a bucetinha dela....peguei os grelinhos entre os dentes...durinhos,deliciosos...e mordi...ela gritou..de dor e de tesao...entao comecei a chupar...chupar...e ela rebolva...enfiei o dedo no seu cuzinho...e ela nao se aguentava...falei:esfrega esta buceta na minha cara sua putinha...vai...mexe gostoso...gosa na minha boca...e fui fudendo com o dedo aquele cuzinho apertado e gostoso dela....e ela gosou...entornou tudo na minha boca.....e eu gosei...de tanto tesao....nunca tinha imaginado fazer aquilo,mas foi bom demais...entao tirei o pano de seus olhos...e vendo aqueles peitinhos apetitosos,nao resisti...mamei neles por uns 10 minutos mais...e recomecamos tudo novamente...hoje em dia,nao me importo mais se meu marido me quer ou nao...eu tenho uma ninfetinha linda...que me da pleno prazer!!!
mulheres que queiram se corresponder,enviem email pra:aninha_usa2001@yahoo.com.br ou pra o endereco acima...bjs...</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>minha esposa comeu minha ex-noiva</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/minha-esposa-comeu-minha-ex-noiva</link>
			<description>oi! eu me chamo henrique, tenho 30 anos e um porte físico de dar inveja a qualquer garoto de 18. as mulheres falam que sou bonito. hoje eu sou casado com uma linda mulher de 20 anos: loira, olhos verdes, 1m 77cm de altura, 65 de cintura, 90 de busto e 98 de quadril. ela é modelo, faz muitos desfiles no rio e em todo brasil; seu nome é marcela.
eu e marcela sempre nos demos muito bem. desde que nos conhecemos até o nosso casamento foram 6 meses. foi amor a 1ª vista. nos damos bem em tudo, principalmente em nossas taras.
eu sempre quis transar com duas mulheres e ela sempre quis transar com uma mulher. de uma única vez resolveríamos nossas duas taras. o único problema: onde conseguir uma mulher que topasse. puta nos não queríamos, uma amiga poderia ficar ofendida. ficamos neste dilema por algum tempo. toda foda que dávamos fantasiávamos com uma mulher entre nos dois.
um certo dia fomos almoçar em um restaurante em laranjeiras o mama rosa. assim que chegamos percebi que em uma mesa tinha uma linda morena de 1m65 e um lindo par de seios: era minha ex-noiva bianca. estava só, esperando ainda seu pedido.
falei com minha esposa que talvez pudesse ser a nossa oportunidade de realizar nossas fantasias. a principio hesitou um pouco, afinal ela fora minha noiva. mais por fim aceitou. fui até a sua mesa a cumprimentei e perguntei se não queria juntar-se a nós. na mesma hora ela aceitou. a bianca parece que ainda é apaixonada por mim, seus gestos carinhosos e seu modo de ser comigo me faz levar a crer.
nos acomodamos em nossa mesa e iniciamos uma gostosa conversa. em poucos minutos já estávamos falando de sexo. bianca reclamava que tinha mais de 4 meses que não dava umazinha, que quando pegasse o primeiro iria acabar com ele.
na mesma hora marcela completa sua frase  então é melhor que sejam dois para melhor te satisfazer. afinal quatro mãos e duas bocas devem ser bem melhor!
neste momentos todos se entreolharam. me levantei com o pretexto de ir ao banheiro e deixar as duas a sois. quando voltei elas queriam fechar a conta. eu, me fazendo de inocente, perguntei o porque da pressa. a resposta foi imediata: queremos ir para um lugar mais discreto, de preferência um motel. na mesma hora chamei o garçom e partimos.
já na rua as duas se olharam e uma disse: quero ver se você vai topar tudo mesmo. se aproximou da outra e se beijaram no meio da rua. não era muito tarde e tinha pessoas na rua. mas o tesão era tanto que nem víamos quem estava em nossa volta. ficaram se beijando por uns 3 minutos. chamamos um táxi e partimos para um motel no centro da cidade, em uma das ruas transversais a gomes freire. tivemos um certo problema, pois não queriam deixar os três entrarem em um único quarto. tive que chamar o gerente, que liberou, mas tive que pagar mais 50%. contudo nem me importei (na hora) no momento só vinha em minha cabeça sexo.
nos direcionamos ao elevador e as duas voltaram a se beijar. quando vimos o elevador se abriu e saiu um casal que flagrou as duas se beijando, mas ela não pararam marcela jogou a bianca dentro de elevador sem tirar sua língua de dentro de sua boca. e lá mesmo ela baixou o top da bianca expondo seus grandes e duros seios já com os bicos rígidos e os abocanhou. sem ser egoísta ofereceu um para mim. fomos chupando aquele maravilhoso par de seios até chegar o nosso andar. elas viram que havia câmera no elevador, porém não ligavam. são do tipo exibicionistas.
no quarto, sem falar nada, tiramos nossas roupas e fomos para o banheiro tomar uma ducha. lá as duas se ajoelharam e resolveram me dar um trato. as duas brigavam pela disputa de meu pau. as duas bocas se tocavam e as vezes paravam de chupar para se beijarem.
fizemos uma espécie de corrente debaixo da ducha. eu chupava a bianca que chupava a macela que me chupava.
minha ex-noiva era uma puta em matéria de sexo. fazia de tudo, inclusive dava o rabão, que debaixo do chuveiro mesmo resolvi relembrar. meti muito naquele cú, enquanto marcela ficava de pernas aberta para que bianca a chupasse fito uma doida. marcela urrava de prazer pegava a bianca pelos cabelos e forçava contra sua xota.
bianca tomava no cú, chupava a xota da marcela e ainda, com sua própria mão esfregava seu grelinho. mesmo assim foi marcela quem gozou primeiro gritando feito uma cadela no cio. bianca vendo aquilo e bebendo todo gozo da marcela gozou logo em seguida, rebolando feito uma doida sobre minha pica. com toda essa cena estava para explodir, botei as duas de rostinhos coladinhos e gozei na cara das duas. brigaram por cada gota. uma lambeu a cara da outra para não perder uma gota se quer daquela porra, que pela vontade que estavam parecia que estava muito gostosa.
saímos do banheiro e fomos para cama botei as duas, uma em cima da outra, deixando as bocetas paralelas. marcela ficou por cima de bicanca encostando seus biquinhos rosados do peito encostando nas costa da bianca.
comecei comendo a boceta de cima que era da marcela, tirava e colocava no boceta de baixo. fiquei nisso por uns 10 minutos. as duas ficavam trocando caricias. gozei mais uma vez e outra vez foi aquela disputa por minha porra. parei para descansar. tinha um pequeno divã onde me sentei e fique vendo aquela cena: as duas fazendo um lindo 69. se chupavam e se fodiam com os dedos. desta vez foi bianca que gozou primeiro. gritava muito pedindo para marcela não parar. deu-lhe um show de língua que a bianca gozou duas vezes seguidas. vendo bianca gozar marcela foi alguns minutos atras. vendo o quadro que estava fiquei novamente excitado, botei minha ex-noivinha na posição frango assado e fudi muito a sua boceta. marcela se agachou na cara da bianca oferecendo sua linda bocetinha. e a chupada deve ter sido maravilhosa, pois em 10 minutos marcela estava gozando de novo. tirei meu pau da boceta da bianca e as duas iniciaram novamente um 69, sendo que a bianca ficou com o rabão para cima. vendo aquilo não resisti e comi de novo aquele cú. desta vez não dei porra para elas enchi o cú da bianca com a porra. marcela que estava ali em baixo chupando a boceta da bianca vendo aquele líquido viscoso descendo lambeu tudo e foi conferir se em seu cozinho havia mais. foi só ela encostar a língua que a bianca se estremeceu toda num gozo que quase a fez desfalecer. não conseguimos nem nos levantar para tomar um banho naquele momento. dormimos por aproximadamente 4 horas. levantamos fomos tomar banho, rolou mais umas brincadeirinhas. foi o máximo.
foi a melhor foda de minha vida até aquele momento. aconteceram outras, mas só mais duas com a bianca, porém várias outras com as colegas de profissão de minha esposa que numa próxima irei relatar.
aquela mulher que quiser um possível relacionamento com este casal é só nos escrever: iniciantes@aol.com (obs. não tem br) de preferência nos envie uma foto (casais ainda estamos estudando, mas escreva. dependendo da foto quem sabe...). responderemos a todos os e-mails.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>de mulher para mulher (seduzida pela vizinha)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/de-mulher-para-mulher-seduzida-pela-vizinha</link>
			<description>(o relato que se segue é absolutamente verdadeiro, e apenas alguns detalhes como os endereços foram mudados para proteger nossas identidades.)
eu sou a esposa de christiano tinha 21 anos na época em que os fatos aqui narrados aconteceram. até então eu levava uma vida normal para uma garota da minha idade, tinha tido meus namorados e amizades, e nunca havia sentido qualquer atração sexual por outra mulher. devo dizer que nunca tive muita sorte com os homens com quem namorei,até encontrar este macho gostoso que é meu marido safado: todos eles, sem exceção, me tratavam como se fosse um brinquedo, uma boneca com a obrigação de estar sempre pronta para satisfazer-lhes as vontades, quer perante os amigos deles, quer nos momentos mais íntimos. mas como venho do interior e fui educada de maneira tradicional, eu tinha aprendido a aceitar aquela situação: afinal, os homens é que trazem o sustento para casa, era &quot;normal&quot; eu abaixar a cabeça e cumprir-lhes as ordens, &quot;faça isso, faça aquilo&quot;, seja servindo-lhes uma cerveja ou fazendo-lhes carinho quando e onde eles quisessem.
eu tinha terminado o meu curso de secretariado e e hoje em dia estava fazendo medicina na puc. naquela época tinha desfeito com o namorado de então e saía na companhia dos colegas de faculdades. nesses programas rolava alguma paqueração mas sem maiores conseqüências. eu até que era muito solicitada, mas o último namorado que tive me deixou um gosto horrível na boca e eu não ia querer me comprometer com ninguém durante algum tempo. também estava com problemas de aluguel, e depois de algumas dificuldades me mudei para um apartamento de dois quartos no décimo-segundo andar de um prédio situado num bom bairro residencial. o novo apartamento me animou muito, tive uma sensação de poder recomeçar a vida em todos os sentidos. casa nova, vida nova.
e foi numa dessas manhãs, a caminho do serviço, que topei com a sâmara, pela primeira vez. dois andares debaixo do meu, o elevador parou e deixou entrar uma mulher belíssima, incrivelmente elegante e cheia de classe. pensei que ela era uma pessoa famosa, me parecia uma atriz ou modelo de capa de revista, não sei. ela tinha um ar de estrangeira, de européia, com a pele ligeiramente tostada de sol mas bem mais clara que a minha. um palmo mais alta do que eu, um porte quase aristocrático sem ser austero demais, os cabelos loiros cor-de-trigo amarrados atrás num rabo-de-cavalo, óculos de aro fino e um rosto de beleza clássica. reparei que tinha olhos verdes, mais propriamente de cor turquesa, com lampejos azulados, e que me olharam de um jeito que, por algum motivo, me arrepiou a alma. eu devo ter ficado vermelha quando ela me sorriu, com aqueles lábios carnudos e lateralmente alongados ligeiramente acentuados com batom bege, soltando um &quot;oi&quot; quase inaudível. eu reagi sorrindo também. tive a sensação de que íamos nos ver de novo, mais vezes. quando chegamos ao saguão ela desapareceu, deve ter entrado na garagem para pegar o carro. eu ando a pé e fui à saída esperar pela carona de uma colega.
acho que nos cruzamos de novo na semana seguinte, já de noitinha. eu voltava de um trabalho de faculdade em uma casa de uma colega e coincidiu de tomarmos juntas o elevador. no começo não percebi a presença dela, mas os outros passageiros desceram nos andares baixos e depois do sexto só estávamos nós duas. trocamos sorrisos de novo.
- você é nova por aqui, não?
foi a primeira coisa que me lembro de ela ter-me perguntado. respondi que havia me mudado há pouco tempo, sim. quando o elevador parou no décimo, ela me jogou outro sorriso enquanto saía.
- se precisar de alguma coisa me procure. sou samara., do 1008.
eu agradeci e falei meu nome e onde morava. foi a primeira pessoa realmente gentil que conheci no prédio. ela havia me causado uma ótima impressão. quem sabe se não íamos mesmo ser amigas? qualquer dia desses, quando não tiver nada que fazer, talvez eu fosse procurá-la para um papinho. e, quem sabe, ela poderia me dar umas dicas sobre elegância e requinte, coisa de outro mundo para uma caipirinha como eu.
e então veio o dia em que todo o meu mundo virou de cabeça para baixo. era uma sexta-feira, e eu já estava antecipando o fim-de-semana para descansar um pouco. um rapaz lá da faculdade que andava com a nossa turma queria sair comigo. como estava estreando um filme que eu queria ir ver, ele me convidou para ir ao cinema e depois a um jantar para papearmos. já fazia mais de um mês que não saía sozinha com alguém, e o cara parecia decente. não estava a fim de começar nada muito sério, mas um cineminha e um jantar não fariam mal. topei. a gente ficaria fazendo um trabalho até mais tarde e, depois sairíamos direto ao cinema no carro dele. depois do jantar ele me traria até em casa. perfeito.
eu disse que o cara parecia decente? ledo engano. no cinema e no jantar ele até que se comportou bem, mas depois que entrei no carro para que ele me levasse em casa, a coisa desandou. quando percebi que ele não estava tomando o caminho da minha casa já era tarde demais. ele disse que havia se perdido, mas era mentira: pois não é que o desgraçado me levou direto a um drive-in? eu protestei, mas ele me disse que só queria conversar comigo, que precisava de um lugar reservado e coisa e tal. foi a última vez que caí num papo furado desses. mal caiu a cortina ele foi me agarrando e me beijando, dizendo que me queria e que estava louco por mim. eu esbocei uma reação, mas ele me desabotoou a blusa e começou a me chupar o colo. ele agarrou meu rosto, abriu a calça dele, tirou para fora o troço e me encostou na boca.
- vem cá, chupa minha pica. deixa o meu cacete bem duro pra você.
não vou negar, eu sempre fiz isso com os meus namorados. desde minha primeira aventura aos doze ou treze anos, o sexo oral tem sido uma atividade até que normal, ainda que feito às escondidas e fosse coisa que eu não comentasse com ninguém. admito, meio constrangida, que até aprendi a gostar de chupar. aquela sensação de que, na minha boca, o pênis ia ficando cada vez maior e mais duro, grosso e túrgido, me dava uma certa satisfação de que eu estivesse no comando no momento, controlando-lhe a ereção e a própria masculinidade. mas, claro, ele é que havia me dado a ordem de chupar, não era algo que eu havia tomado a iniciativa de fazer. entre humilhada, resignada e assertiva, eu o atendi. suguei até ele ficar visivelmente excitado. foi um erro: daí a coisa não teve mais retorno. o cara me agarrou, me jogou no banco de trás com a calça arriada mas ainda presa nas pernas, e me imobilizou de bruços. então me abaixou a calcinha sem mais delongas e me penetrou furiosamente, quase que com raiva, e eu nem sei como reagi. a coisa foi muito rápida e não senti nada, a não ser uma sensação de estar sendo usada e abusada por um maníaco abrutalhado e insensível. mas isso foi pouco.
- sua putinha gostosa, abre o cu que vou te comer!
ele não perdeu tempo. eu estava desnorteada com o que estava acontecendo e procurava me recompor, voltar a mim mesma, quando senti aquela dor horrível, alucinante, como se alguma coisa me rasgasse as entranhas. o canalha, pois é isso mesmo que ele era, me violentou pelo ânus, e ficou a socar rápido e fundo como se me odiasse, como se a condição de macho dele dependesse de me sujeitar a algo contra a minha vontade e me machucar como castigo. ele me xingava com vários palavrões, ofegava e berrava feito um porco desembestado. aí eu gritei mais alto e comecei a chorar. não demorou para que ele se satisfizesse, lambuzando-me com aquela gosmenta prova de sua hombridade estúpida. nem a decência de usar um preservativo ele teve. o cara me agarrou para me beijar e eu lhe dei uns tapas. desci do carro, me recompus como pude e saí de lá a pé, correndo, sempre chorando, sem olhar para trás.
percorri não sei como toda a distância do boxe até a saída do drive-in (e quase que um carro que vinha entrando me atropela) e, por sorte, consegui parar um táxi que passava pela estrada. eu chorava muito, o motorista se assustou e até se ofereceu para me levar a um pronto-socorro ou a uma delegacia: eu não lhe havia dito nada, mas ele deve ter percebido que fui vítima de uma agressão, estava na cara. eu disse a ele que só queria ir para casa. no caminho fui me acalmando um pouco, mas continuava soluçando e em prantos. o taxista, um senhor de idade (eis um homem decente, para variar!), nem me cobrou a corrida: não lhe contei o que aconteceu, mas eu estava visivelmente abalada. ele me ajudou a entrar, o porteiro me acudiu e eu menti dizendo que estava bem, que podia me arranjar sozinha. apertei o botão do meu andar e fui subindo. não havia mais ninguém no elevador.
se eu fosse supersticiosa eu acreditaria em destino. quem sabe, naquela época eu ainda acreditasse: é incrível como a gente amadurece depois de conhecer as pessoas certas... mas me dei conta de que o cara podia vir atrás de mim: ele conhecia o meu endereço. nem que não entrasse no prédio, ficaria me azucrinando pelo telefone. e nem que eu desligasse o aparelho, eu não conseguiria dormir. toda a minha fé na espécie humana tinha sido abalada, e eu precisava, precisava conversar com alguém. já passava das onze e meia da noite, dificilmente eu conseguiria achar uma alma amiga disposta a me ouvir. depois, toda a turma morava longe dali. foi aí... foi aí que um anjo deve ter passado e me sussurrou ao ouvido. o elevador parou no meu andar, mas não desci. apertei o botão de dois andares abaixo. cheguei meio catatônica até a porta do 1008. hesitei um pouco: mas eu não a conheço, e já é tão tarde... mas ela tinha me dito: &quot;se precisar de alguma coisa, me procure.&quot; lembrei-me daquele rosto lindo, daquele sorriso... entre soluços e lágrimas mal enxugadas, apertei a campainha. dois toques longos. uma eternidade.
não quis insistir, vai ver ela já se recolheu, era muito tarde. já estava pensando em deixar para outra hora, quando vi um vulto no olho mágico, e então ouvi um som de fechadura destrancando. a porta se abriu e apareceu aquele rosto maravilhoso, os olhos verdes agora sem a barreira dos óculos. uma toalha prendia os cabelos. com certeza devia ter acabado de tomar um banho. ela estava esplendorosa, naquele robe de seda branca e brilhante.
- meu deus, o que aconteceu com você? entra, entra.
eu devia estar mesmo num estado miserável. desatei a chorar assim que a vi, mais de emoção do que de dor. eu fui me desculpando de ter batido à porta dela, àquela hora tardia, sem avisar nem nada. instintivamente deixei que ela me abraçasse, me amparasse. foi tão gostoso ser abraçada por ela, por aquele corpo suave e perfumado... acho que fui hiperventilando e querendo contar tudo o que aconteceu em pouco tempo, sempre soluçando e chorando. ela deve ter percebido que eu estava traumatizada. ela me disse para ficar à vontade, foi até o barzinho da sala e me trouxe uma bebida forte. não sabia bem o que era, mas tomei: ela disse que era para me acalmar. não sei se foi a bebida, ou a presença reconfortante dela, mas fui me acalmando aos poucos. parei de falar. fiquei comovida e a abracei. nunca disse um &quot;obrigada&quot; a ninguém com tanta sinceridade. ficamos um tempo abraçadas, sem dizer uma palavra. ah, como isso era bom...
- vem, senta. me conta o que aconteceu.
sentamos as duas no mesmo sofá. tomei mais um gole da bebida. ela passou a mão na minha testa e me acariciou os cabelos, ainda desgrenhados. eu devia estar com um aspecto horroroso, totalmente oposto ao do anjo loiro que estava ao meu lado. aí, recapitulei mentalmente tudo o que aconteceu e contei. contei tudo, os detalhes mais sórdidos, os palavrões que eu não estou acostumada a soltar. percebi que ela ouvia com interesse e ficava revoltada a cada episódio perverso dessa história macabra. quando terminei, agradeci a ela outra vez e desatei a chorar de novo, juro que de emoção pela compreensão dela. tomei mais um pouco. não sei se foi a bebida que me soltou a língua, mas eu acabei pedindo a ela se me deixava pernoitar lá mesmo. eu não queria voltar ao meu apartamento e passar a noite sozinha.
- mas é claro. hoje você vai dormir aqui. amanhã a gente pode ir dar queixa na delegacia da mulher. vamos juntas, nós duas.
quando ela disse isso e tirou a toalha da cabeça, seus cabelos loiros se soltaram sobre os ombros. eu nunca a tinha visto assim, das outras vezes no elevador ela mantinha os cabelos presos atrás. agora, com os cabelos soltos e sem os óculos, a samara. era certamente uma das mulheres mais lindas que eu tinha visto. o fato de ela estar a um palmo de mim me deixou meio nervosa, como se estivesse ao lado da realeza ou na presença de uma celebridade. ela passou a toalha suavemente no meu rosto e nos abraçamos de novo. ela me apertou contra o peito e me beijou levemente na testa. eu me senti ótima. ah, que gostoso...
- você está exausta e nervosa. por que não toma um banho? vou pegar uma toalha para você.
enquanto ela foi buscar uma toalha nova, olhei-me no espelhinho da minha bolsa. só aí percebi de fato o meu estado lamentável: toda judiada, suada, a maquiagem toda empastelada sobre o rosto, os olhos vermelhos de tanto chorar, a pintura da sobrancelha desfeita, os cabelos em desalinho. meu deus, eu parecia um bicho. que estrago! nem sei como a samara. me deixou entrar assim. ela voltou e me passou a toalha e um outro robe de seda.
- olha, o banheiro é ali, passando pelo meu quarto. usa os sabonetes que quiser, tem vários lá. e xampu, condicionador, creme-rinse, o que você quiser. no armário do lado da pia tem escova-de-dentes, pode pegar uma nova. o importante é você se lavar muito bem, ainda mais que o cara nem sequer usou camisinha...
era verdade, eu tinha que tomar um bom banho, varrer do corpo todo e qualquer resquício daquele canalha imundo. eu pedi licença para tirar a roupa, e usar uma das poltronas para empilhá-la. perguntei se eu podia dormir no sofá, mas não sei bem se ela me respondeu. tirei a calça e a blusa e pus o robe dela por cima da calcinha e sutiã. nunca tinha usado nada de seda, e é um material delicioso de ter sobre a pele. a samara tinha entrado no quarto dela, o qual eu tive de atravessar para ir ao banheiro. percebi que tudo no quarto era de seda branca, os lençóis, as fronhas... ela. devia mesmo gostar de seda, típico de uma mulher de classe como ela. fiquei meio sem graça de estar usando aquele robe sobre meu corpo ainda sujo, mas ela sorriu para mim. entrei.
tranquei a porta do banheiro, tirei o robe, desabotoei o sutiã e tirei a calcinha. fui logo fazer xixi, sei que a urina até serve para lavar os resquícios do sexo feito às pressas. depois entrei no chuveiro. tentei fechar a porta do boxe, mas estava emperrada e abri a torneira assim mesmo, só um pouquinho para a água não respingar fora. fiquei alguns minutos parada, deixando a água cair sobre minha cabeça e escorrer sobre os ombros. que sensação deliciosa! adoro água, principalmente quando cai na minha nuca e me dá um arrepio de prazer... achei vários sabonetes enfileirados numa prateleirinha do boxe, peguei um e comecei a me ensaboar. engraçado, eu comecei a fazer carinho com o sabonete em mim mesma, logo o tipo de carinho que esperava que meus namorados me fizessem e que, hoje tenho certeza, somente meu macho gostoso fez e faz em mim. ensaboei bem devagar os meus ombros, os meus braços, e depois os meus seios. depois corri o sabonete sobre a barriguinha, e ensaboei bem a minha vulva. queria me lavar completamente, e quase que enfio o sabonete nela. virei para me segurar numa das torneiras enquanto passava o sabonete no meu bumbum. ensaboei muito bem o meu ânus, queria deixar ele bem limpinho, como se aquele bruto jamais tivesse entrado nele. deixei a água correr sobre todo o corpo. aí eu transferi o fluxo da água para a torneirinha, e com ela dirigi o jato d'água para os dois orifícios que o canalha mais abusou. É estranho, mas achei delicioso aquele jato d'água na vagina e no ânus. ser penetrada por um pênis é uma coisa, mas pela água, além de higiênico, é mesmo excitante. depois de um banho de uns vinte minutos (samara., desculpe a conta da água!), já refeita e sentindo meu corpo bem limpinho, saí do chuveiro. enquanto me enxugava, não sei por que, eu me sentia muito sensual e... desejada, sei lá por quem. vi meu corpo e naquele momento eu jurei que nunca mais ia ser abusada, que só me entregaria a quem eu quisesse, quando eu quisesse... pus de volta a calcinha e o sutiã, coloquei o robe de novo. não queria abusar, mas aproveitei e escovei os dentes com uma das escovas do armário. e assim, purificada, perfumadinha e outra vez de bem comigo mesma, saí do banheiro. no quarto dela, a samara. estava sentada na cama, em cima dos lençóis de seda, penteando aqueles maravilhosos cabelos loiros. ela me olhou, abriu um sorriso e me jogou aquele olhar sexy. ah, que mulher lindíssima ela é!!!
- você está melhor? vem cá, senta aqui comigo. não quer conversar um pouco?
achei que a companhia dela ia me fazer mais bem do que ir dormir direto, e aceitei. ela estava no meio da cama, ou um pouco mais à esquerda, e eu me sentei à direita dela. a lâmpada do abajur do criado-mudo delineava o belo contorno do corpo dela, bem apertado no robe de seda.
- nós nem nos apresentamos direito...
era verdade. rimos, e começamos a contar uma a outra quem éramos, o que fazíamos. ela me contou que era secretária executiva de uma multinacional. ela falava com uma segurança de me dar inveja. quando me falou de onde veio, das viagens que fez, dos lugares que visitou, eu comecei a me sentir muito interiorana, muito caipira. mas ela não me intimidou e estava claro que não procurava me humilhar, nem nada. também parecia não se incomodar com minha falta de cultura, coisa que evidentemente não era o caso dela. ela tinha um bom senso de humor, e me fez rir. ela me deixou muito animada. tomamos mais uns copos que ela tinha trazido ao quarto. falamos de tudo, de nossas vidas, do que gostamos, da situação atual, até que olhei para o reloginho de cabeceira e percebi que já passava da uma da madrugada. levantei-me da cama e já ia me recolher à sala, quando ela me chamou:
- não precisa ir dormir no sofá, você bem que podia dormir aqui mesmo. olha, minha cama é grande, dá pra nós duas, você fica numa ponta e eu na outra...
achei estranho, mas aqueles lençóis de seda estavam tão gostosos... e depois, achei que era bom ter a companhia de outra pessoa. outra mulher, isso sim... aceitei, voltei a me sentar do lado direito da cama. só que ela não foi para a outra ponta da cama, e ficou lá mesmo, mais ou menos no meio... ela apertou um botão e apagou as luzes do teto, ficando só os abajures laterais a nos iluminarem. eu ainda estava com o robe atado.
- você vai dormir assim, toda vestida?
não entendi a pergunta. como assim, perguntei. ela me sorriu de uma maneira ao mesmo tempo amistosa e provocante.
- não gosto de dormir de sutiã, me aperta os seios. eu costumo dormir assim, olha...
ela continuou com o sorriso provocante enquanto tirava o robe. não sei se ela tirou de uma vez ou lentamente, parecia que o tempo estava parado. só sei que em seguida ela estava nua, inteiramente nua, sem nenhuma lingerie por baixo... e revelou aquele corpo deslumbrante, dourado contra a luz do abajur, de uma perfeição absoluta: os ombros firmes mas bem femininos sobre os quais caiam os cabelos lisos, o pescoço delicado e bem definido, a barriguinha esbelta, o umbigo um pouquinho saltado, as coxas bem torneadas, as pernas longas e afiladas. os seios dela eram grandes, maiores que os meus, mas naturais e sem silicone, com aréolas grandes e escuras, e os biquinhos salientes. e, não sei bem por que, meu olhar curioso foi descer até a parte mais íntima dela, que era bem carnuda e depilada, mas com um tufinho de pelos loiros ornamentando o monte de vênus. não sei se eu senti alguma atração física por ela naquele momento, provavelmente não, mas estava completamente fascinada pela presença daquela deusa diante de mim, que eclipsava sem dó a beleza de qualquer estrela de cinema, top model ou musa de tevê por aí.
- É que assim eu relaxo melhor, com essa seda dos lençóis acariciando toda a minha pele. É muito gostoso, faz um bem danado. você devia experimentar. tira a saída, pelo menos...
eu nunca havia dormido com lençóis assim, e realmente era uma sensação gostosa. mas eu estava receosa, sempre dormi de pijama ou baby-doll e, claro, nunca na presença de outra mulher, ainda mais alguém que eu mal conhecia... mas achei que não fazia mal se eu tirasse o robe e me enfiasse debaixo do lençol de calcinha e sutiã. tirei o robe e me levantei da cama para pendurá-lo na cadeira. percebi que ela ficava me olhando o tempo todo, não desgrudava os olhos de mim. o gozado é que eu também fiquei fitando aquela mulher linda e todinha nua... quando tornei a subir na cama, ela me pôs a mão delicadamente no meu braço antes que eu me cobrisse com o lençol.
- tira o sutiã, faz mal dormir apertando os seios. não precisa ter medo, não tem ninguém mais aqui. só nos duas... só eu e você... deixa que eu te ajudo.
antes que eu reagisse, ela já estava encostada em mim, com os braços em volta e as mãos desabotoando meu sutiã por trás. algo tomou conta de mim, não sei: ao invés de protestar, deixei que ela me despisse, e relaxei meus braços para que ela tirasse o meu sutiã. não percebi nada, nem me dei conta que eu estava com os seios descobertos. eu só a fitava, olhava naqueles olhos verdes que me enfeitiçavam.
- hum, mas você é muito linda, sabia? que corpo bonito, e como combina com esse teu rostinho lindo... aposto que você já teve uma porção de namorados e caras a fim de você...
eu estava tonta demais para responder que não, que a linda era ela e que qualquer comparação seria humilhante. verdade que tinha muito cara dando em cima de mim, sim, mas disso eu não queria me lembrar. naquele momento, a única pessoa que ocupava minha mente era ela.
então, aconteceu. ela me acariciou o rosto com as costas de sua mão e me disse as palavras que nunca mais vou esquecer:
- sabe, eu gosto de você. gosto muito, mesmo. quero te dar um beijo.
nossos rostos estavam praticamente colados, então. eu estava respirando cada vez mais rápido. ela encostou os lábios nos meus e me beijou. pensei que ia ser uma beijoquinha entre amigas, mas eu fechei os olhos e acabei recebendo um beijo ardente, apaixonado, sensual, molhado, delicioso... um beijo como homem nenhum havia me dado antes. senti um arrepio percorrendo meu corpo da cabeça aos pés. por uma fração de segundo ela parou para respirar. nós duas estávamos ofegantes. minha cabeça não sabia o que dizer, mas meu corpo falou mais alto:
- você gosta de mim? então me beija outra vez...
e veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo, que me fez contorcer o corpo de prazer. perdi completamente qualquer acanhamento. aqueles beijos haviam me abalado, sim, mas também havia me libertado da lembrança amarga de todos os namorados que eu tive. agora nos agarrávamos com paixão, nossos braços apertando o corpo uma da outra, e nossas bocas se apertando num frenesi de carinhos entre nossas línguas. ah, que coisa deliciosa! se parávamos de beijar para respirar, logo voltávamos, nossos olhos cerrados, meu espírito totalmente ao abandono do prazer. então ela encostou aqueles seus seios maravilhosos nos meus, e começou a esfregar os biquinhos enquanto nos beijávamos sem parar. entrei no ritmo dela e logo senti as duas com os biquinhos durinhos, bem empinadinhos e cheios de desejo. ela esfregava o corpo todo no meu, ela toda nua e eu ainda de calcinha, nossos sexos loucamente procurando contato. fiquei cada vez mais excitada, e senti que estava toda molhada em baixo. joguei a cabeça para trás e ela tirou momentaneamente a boca dela da minha para depois abocanhar suavemente o meu queixo e descer lambendo o meu pescoço até a curva do ombro. ela soprou no meu ouvido, sussurrou lá dentro alguma coisa que eu estava estonteada demais para entender, depois lambeu e mordiscou o lóbulo da orelha, bem de leve, muito suavemente... os lábios dela agora premiam meu pescoço e me chupavam com a sanha de uma vampira. ela continuava me beijando e chupando, agora os ombros, depois a parte de cima dos braços. abandonei-me totalmente às carícias dela. e aí ela desceu e foi me dando beijinhos e lambidelas nos meus seios, primeiro de um lado, depois do outro. meus biquinhos já estavam duríssimos, e ela esticou a pontinha da língua para passar neles como se fosse um pincel dando os últimos retoques numa obra-prima. aí os lábios apertaram um dos bicos, abriram-se e começaram a chupar meus seios. entreguei-me totalmente e com gosto à minha bela vampira, que me sugava com sofreguidão e me arrastava ao delicioso caminho da perdição... eu delirava e não tardou para que eu chegasse ao orgasmo, o primeiro de muitos que ainda viriam aquela noite...
gemi de prazer enquanto meu corpo se contorcia como uma cobra embriagada. aquelas mãos suaves apalpavam os meus seios, depois a palma das mãos estimulava meus biquinhos com movimentos circulares... e a língua dela não parou lá. foi descendo mais, percorrendo toda a linha do meu ventre, lambendo prazerosamente em volta e depois dentro do meu umbigo. ah, que cosquinha deliciosa... mas aonde ela estava indo? mais em baixo...? ela parou e me deu um beijo, depois um chupão em cima da minha calcinha, que estava toda encharcada. de repente, senti vergonha. ouvi outra vez aquela voz ligeiramente rouca, irresistivelmente sensual:
- a tua calcinha está todinha molhada. É melhor tirar. deixa que eu te ajudo...
ela foi me abaixando a calcinha, e eu relaxei as pernas para facilitar. com que facilidade eu estava me entregando para ela, a uma pessoa que eu mal conhecia, e... mulher ainda por cima! mulher... algo dentro de mim me dizia que aquilo era errado, que não estava certo uma mulher fazer aquilo a outra. mas era tão gostoso... jamais, jamais pensei que um dia estaria nua na cama com outra mulher, deixando que ela tirasse a minha calcinha, revelando a ela toda a minha intimidade, e ainda por cima querendo, desejando, implorando sem dizer palavra que ela me deliciasse mais e mais, sem parar... porque eu queria, sim, e como queria, ainda mais que ela viu minhas partes íntimas, lambeu seus próprios lábios e me sussurrou naquela voz rouca e doce:
- que xaninha linda você tem...
até então eu não gostava que falassem palavras feias, como os homens sempre fizeram comigo e eu achava tão grosseiro. mas desta vez era aquela mulher maravilhosa, aquela deusa de beleza e sensualidade chamando assim essas partes de que gosto mas que sempre evitei falar a respeito, e não me senti insultada. pelo contrário, senti-me desejada e amada, uma sensação já então quase esquecida... ela encostou a boca no meu monte todo peludinho e por um minuto pensei que ela fosse me fazer o que no fundo eu queria mas tinha vergonha de pedir. mas não, ela sorriu marotamente e se sentou sobre a cama, ergueu a minha perna direita e começou a beijá-la e chupá-la. senti um arrepio quando ela me chupou o dedão do pé e passou a língua entre os meus artelhos, e depois desceu pela planta do pé e panturrilha abaixo, sempre lambendo como uma criança chupando sorvete. fiquei excitadíssima quando ela me lambeu a dobra dos joelhos, um lugar que eu não sabia que era tão sensível. aí ela me levantou a outra perna e também me lambeu na dobra desse joelho. minha excitação crescia, eu já estava bem úmida, bem lubrificada... ela ficou sentada de frente para mim, segurou meus joelhos e dobrou minhas pernas para trás, encurvando o meu corpo até encostá-las nos meus seios. estava pronta, prontinha para me entregar completamente a ela, para o ato mais íntimo entre duas mulheres, e eu, que até então nunca tinha tido essa inclinação, agora estava ansiando pelo momento. ela me deu um beijo estranho num lugar inesperado, bem no meu ânus, e foi lambendo mais para cima até chegar à entrada da vagina. depois foi beijando meus lábios maiores já bem tufadinhos, alternando de um lado para outro e me deixando enlouquecida de desejo. tremi toda quando senti aquela língua acariciar meus lábios menores e subir até o clitóris. veio outro orgasmo, mais intenso e arrasador que o primeiro, e mal me recuperava dele quando senti aquela língua fustigando o meu clitóris como um chicotinho carinhoso, enquanto ela enfiava dois dedos na minha vagina, penetrando e retirando ritmicamente sem machucar, tocando-me a parede superior da abertura e perpetuando o meu prazer por mais... quanto tempo, meu deus? minutos? horas? nem sei... segurei a parte interna dos joelhos para abri bem as coxas e fiquei gemendo como um animal no cio, enquanto os dedos e a língua dela não me permitiam relaxar o ritmo. nunca havia sentido tanto prazer em toda a minha vida, o melhor dos namorados que eu tinha tido estava longe, muito longe de se comparar a essa vênus loira em termos de deleite sexual. quando paramos um minuto para tomarmos fôlego, estendi de novo as pernas e percorri com minhas mãos os lados do meu corpo, dos quadris até o busto, e comecei a acariciar meus próprios seios. a m. se deitou de bruços na minha frente, pôs as duas mãos na parte interna das minhas coxas e com os polegares ficou afastando delicadamente os meus lábios maiores.
- tua bocetinha é tão deliciosa, meu amor...
e se pôs a me chupar e lamber novamente, com todo aquele toque mágico dela, me levando outra vez às raias da loucura do prazer. ela me chamou de &quot;meu amor&quot;... e eu estava gostando, gostando muito... e o palavreado vulgar dela, era tão... bom de ouvir! meu deus, o que estava acontecendo comigo? vamos parar antes que seja tarde demais? mas eu não queria parar, eu queria mais, mais, mais - eu queria que ela não parasse de me chupar, lamber, deliciar a minha vagi... não, a minha xana, a minha cona, a minha perereca, a minha xoxota, a minha bocetinha!! eu tinha que dizer a ela o que eu queria, de soltar meu desejo reprimido -
- não pára, não pára... continua me chupando... chupa, chupa, chupa minha bocetinha...!
não sei se foi impressão, um sinal de minha própria liberação ou se provoquei uma maior excitação na samara, mas senti que ela passou então a me chupar com mais vontade, mais ânsia, mais desejo... que coisa mais gostosa, ai, eu me contorcia toda, me contraía da cintura para baixo, e ela acelerou o ritmo das carícias. gozei, gozei novamente, e mais outra vez... aaii... que loucura... se eu tinha antes algum receio de transar com uma mulher, agora a hesitação se dissipava e dava lugar à fome, à sede, à sanha pelo prazer, uma sensação que me fez esquecer por completo que existia mais de um sexo sobre a terra. ahnnn...
de repente, enquanto eu ficava num delicioso devaneio, ela foi subindo com a boca, da minha bocetinha até o umbigo, e depois aos meus peitinhos. era tão gostoso sentir a pele dela roçar na minha... ela subiu sobre mim e me beijou outra vez, aquele beijo profundo e lambuzado, cheio de tesão, que nunca ninguém soube me dar... ela se abraçou a mim e começou a se esfregar, os biquinhos dos seios dela contra os meus, a xana dela contra a minha... nossas pernas se cruzaram como num x atravessado, e nossas bocetinhas se roçaram gostoso, depois os moranguinhos... ah, que delícia, era como se ela estivesse me possuindo - não, me comendo, me fodendo gostoso como um homem faria se tivesse o que não tem: o dom de me dar prazer, de satisfazer meus desejos... ficamos assim algum tempo, agarradas uma à outra, nos beijando e esfregando sempre, de vez em quando rolando nossos corpos para que eu ficasse em cima, depois em baixo de novo... de repente, senti que a m. estava gozando, o que me deixou com mais tesão ainda. meu gozo chegou um pouco mais tarde que o dela, mas foi a primeira vez juntas: com o tempo iríamos aprender a gozar simultaneamente, naquela hora ainda era cedo para tanta proeza...
meu deus, gozei com uma mulher e fiz ela gozar, também... o gostinho de melado passava de uma para outra e me deixava de pernas bambas. ainda em cima de mim, ela me beijou outra vez, enfiou a língua mais fundo, explorou todos os recantos da minha boca. acariciou o meu rosto, fitou-me bem nos olhos e murmurou, visivelmente abalada:
- agora é minha vez. também quero. eu quero...! me chupa, me chupa toda, todinha...
eu estava deitada, com a cabeça sobre o travesseiro, e ela levantou um pouco o corpo, ajoelhou-se em torno da minha barriguinha e encostou aqueles belos seios na minha boca. eu não sabia bem o que fazer... nada disso, sabia muito bem, sim, sabia que tinha que lamber aqueles bicos saltados, abocanhar aquela aréola intumescida e chupar, chupar, chupar aqueles peitos deliciosos, sugar, sorver, mamar... foi o que eu fiz, premendo meus lábios num dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. minha outra mão desceu instintivamente para a minha xana, e ficou massageando lá por uns instantes, até que ela agarrou meus dedos e os aplicou contra sua própria xoxota. era a primeira vez que fazia isso, e deixei-me guiar pelo meu instinto, repetindo mais ou menos as carícias que ela havia me feito. enquanto eu chupava aqueles peitos, ela gemia de prazer e obrigava a minha mão a bolinar aquela bocetinha depilada. ela teve um espasmo e levou os meus dedos que estavam na xana molhada até a boca, e começou a chupar os dedos lambuzados como se fosse um picolé. eu não via mais nada, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me obrigando a descer pelo meio do corpo, na linha vertical do umbigo, mais e mais, fazendo-me beijar e lamber a cada passo. finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. as pernas abertas deixavam escancarada uma racha estupenda, com aqueles lábios maiores tão carnudos e lisinhos, e encimada por um tufo de sedosos pelinhos dourados. ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, tufadinha, com o grelinho inchado e vermelho. ela arfava de expectativa, qualquer carinho agora iria lhe desencadear uma avalanche de prazeres. o próximo movimento daquele jogo era meu.
- ai, chupa, chupa minha boceta, meu amor, chupa... também quero gozar...
era um lamento, um misto de súplica e provocação, entrecortado de suspiros e gemidos. eu também respirava depressa, toda excitada e desejosa de satisfazê-la. novamente fui guiada pela minha intuição feminina, e fiz nela todos os movimentos que senti que iam lhe dar prazer, uma imitação ainda amadorística dos carinhos que ela havia me feito. não esqueci, a provocação é que nos dá aquele &quot;frisson&quot; delicioso, o frêmito que vai escalando até o momento do orgasmo. passei ambos os braços em volta das coxas dela, e fiquei massageando-lhe a virilha com os polegares. como ela havia feito comigo, fiz que ia chupá-la, depois recuei, e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro como se fosse uma borboleta, para depois enfim lamber de frente os lábios menores. depois de algum tempo, minha língua chegava ao final de sua peregrinação sagrada, para penetrar atrevidamente no santo dos santos daquele templo do prazer.
- isso, meu amor... assim...
e aí, quando massageei aquele moranguinho delicioso com a pontinha da minha língua, vi todo aquele corpo maravilhoso de deusa trepidar, como que colhida por um terremoto, estirando-se para trás em movimentos espasmódicos. aquela boceta saborosa tremia na minha boca, toda inchada e corada, secretando mais e mais os sucos íntimos dela, o grelinho todo vermelho, quase roxo. as aréolas dos seios estavam enormes, túrgidas, e os biquinhos saltados ao máximo. ela não gemia mais, agora gritava feito uma louca, com o rosto todo corado, quase vermelho. e outra novidade para mim naquela noite cheia de surpresas: eu não sabia que a visão de uma mulher - vale dizer, uma mulher lindíssima - contorcendo-se de gozo, um gozo que eu havia causado, iria me deixar excitada, cheia de tesão, a ponto de eu mesma sentir um orgasmo logo em seguida, sem qualquer outro estímulo. ela &quot;apagou&quot; um instante e depois virou o corpo, e começou a me chupar também. nem deu tempo de me recuperar daquele clímax, as lambidas e chupadas dela na minha bocetinha me fizeram gozar mais uma vez, e outra e mais outra. ela estava com as coxas em volta da minha cabeça e eu apalpei aquela bunda arrasadora, afastei os lábios maiores com os dedos e continuei chupando a xoxota dela. eu já havia transado naquela posição de &quot;69&quot; antes, mas foi com um homem, e eu ficava por cima dele chupando pica enquanto ele me lambia a xana. agora eu estava por baixo, e só se chupava boceta - sem pressa nem pressão, carinhosamente, intensamente, deliciosamente... hummmm, que coisa mais gostosa... assim era muito melhor... enquanto a minha bocetinha se submetia à língua gulosa dela, eu percorria a xoxota dela com a minha língua, de alto a baixo e subindo de novo, do grelinho até o espaço entre a fenda e o cuzinho. (não, aquela vez eu não lambi o rabinho dela, isso ficaria para o nosso encontro seguinte...) gozamos de novo, alternadamente, ainda sem sincronismo. como era delicioso sentir aquele corpo escultural vibrando e se contraindo de gozo em cima de mim... ai...
depois de mais uma descansada, uma em cima da outra, ela se virou e me beijou longamente. ficamos nos acariciando e sorrindo uma para a outra, como duas amantes de caso antigo.
- eu gosto muito de você, muito mesmo.
- também gosto de você, sâmara. eu nunca, nunca pensei que um dia...
- ... fosse ficar de pernas abertas para outra mulher? pois só diga nunca para uma coisa: que nunca mais você vai ser abusada à força por um canalha daqueles.
ela me acariciou e beijou outra vez, agora um beijo de amizade e ternura mais que de desejo. eu estava de bruços e ela deitada de costas. as mãos dela corriam pelas minhas costas como uma aranhinha apressada, e detiveram-se em carinhos num ponto muito sensível do meu corpo, na parte de baixo da espinha, logo acima do bumbum. ela tinha razão, eu jurei para mim mesma que nunca mais cederia à sanha de um homem contra a minha vontade.
- ainda está doendo, amor, onde ele te forçou? tadinha...
não, a dor tinha passado, os últimos deliciosos momentos que passamos juntos tinham me feito tão bem, e já não sentia mais aquela dor no... mas o que ela estava fazendo, colocando os braços em volta do meu bumbum? ela encostou o rosto e lentamente começou a beijá-lo. olhei para trás e vi a língua dela percorrendo toda a curvatura da minha bundinha.
- pobrezinha, eu vou te passar um remédio para aliviar...
remédio? mas ela não pegou nenhuma pomada ou bálsamo, apenas ficou me lambendo, agora com a língua perigosamente perto do meu rabicozinho. não, ela não vai me... ou será? ela começou a me beijar e a lamber em volta, depois me deu um beijo bem certeiro. então ela me deu uma soprada e o meu rabinho sentiu que devia deixar cair todas as barreiras. a língua dela me tocou de leve, obviamente tentando entrar onde eu dizia não querer...
- não, não faz assim, aí não... aí não...
e naquele exato momento me veio de novo aquele maremoto de prazer. era tão gostoso sentir a língua dela deliciando o meu cuzinho! comecei a tremer outra vez, entrando em convulsões da cintura para baixo. gemi, gritei, berrei... não queria que aquilo acabasse, queria mais e mais...
- não... não pára, continua... mais... mais...&quot;
o maremoto continuava, aquelas ondas gigantescas me varrendo uma depois da outra. os dedos dela brincavam com a minha bocetinha outra vez, e a língua vasculhava fundo o meu cuzinho. ai, que delícia, que prazer incrível! gozei de subir pelas paredes, fiquei me esfregando naqueles deliciosos lençóis de seda, com a cabeça já no sétimo céu... eu gemia, chorava de prazer... e aí, de repente, sem aviso, a samara. como que entrou em transe, começou a arfar e a gemer e caiu em cima de mim, sobre as minhas costas, também aos prantos, também tremendo em convulsões. ela tinha gozado como eu gozei antes, sem se tocar, só de ver a parceira gozar também.
quanto tempo mais ficamos assim, abraçadas? eu estava totalmente esgotada. adormecemos assim, ela sobre minhas costas. acordamos na manhã seguinte, com a luz do sol entrando pela janela. abri os olhos e vi aquele anjo abraçado em mim, sorrindo.
- você está arrependida?
- claro que não, e você?
- só de não nos termos conhecido antes.
e aí eu percebi que estava apaixonada, total e incondicionalmente enamorada. e por uma mulher, que me deu o que não tive de homem algum: amor, carinho e prazer. deixei de lado todos os preconceitos que tinha antes. alias, um dia depois de casada e bem por sinal com o meu macho gostoso, mostrei para ela como é bom ter um macho bem gostoso que saiba tratar uma mulher como ele faz!!!quem quiser se corresponder com meu marido e eu é só escrever para nós através do email dele chrisfrezza@hotmail e nós lhe mandarem mais contos eróticos inéditos.</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Estagiaria do banco</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/lesbicas/estagiaria-do-banco</link>
			<description>olá... meu nome é karla e há dois anos trabalho em um banco no setor de atendimento ao público. recentemente, nosso estagiário resolveu abandonar o emprego pois precisava estudar... bom, ficamos quase um mês sem estagiário, trabalhando pra caramba pois não tinhamos aquela pessoa para pedir documentos, arquivar, etc, etc...

no fim do mes passado, quando estava na área interna da agencia, uma moça que, até o momento eu não conhecia, me chamou e se apresentou como a nova estagiária... márcia era seu nome... uma menina linda de 21 aninhos, cabelos e olhos castanhos, mais ou menos 1,55m de altura, enfim, uma menina muito bonita mesmo...

toda sorridente ela se apresentou para mim, me deu um abraço que eu retribui sem nenhuma outra intenção...

ah, esqueci de me descrever... sou morena, cabelos pretos e olhos castanhos, 1,67m de altura, modestia a parte, bem bonita tambem...

bom, com o passar do tempo passamos a ficar muito amigas e a trocar confidencias... logo, começamos a sair juntas para barzinhos para beber e, é claro, paquerar... as vezes eu até conseguia uma companhia mas ela era meio &quot;travada&quot;, talvez pelo trauma causado pela separação... o marido traía ela e ela o pegou &quot;no ato&quot;, porisso ela era meio desconfiada de todos os homens...

numa sexta feira, acabamos o expediente e marcamos de sair...

no horário marcado passei na casa dela e ela apareceu estonteante! com um vestido (esses meses está muito quente aqui em sp) leve, ela parecia uma princesa...
começamos a rodar por são paulo mas ficamos muito indecisas sobre o local para ir e decidimos ficar em casa mesmo... passamos no mercado e compramos algumas garrafas de vinho e algo para comer...

depois de muito vinho, muitas risadas e brincadeiras fomos para a sala...

lá nós sentamos uma ao lado da outra e continuamos a conversar, meio desconexamente por causa do vinho... até que uma hora marcia começou a falar sobre sua decepção amorosa e chorou... eu, para confortá-la, lhe dei um abraço forte e ela retribuiu...

nesse momento eu senti uma coisa diferente no seu jeito... algo mais terno, mais quente... ela começou a me acariciar as costas, baixando para a área acima do bumbum e depois voltando para cima... eu também fiz o mesmo...

&quot;sabe ka, vc se tornou minha melhor amiga, uma pessoa muito especial para mim...&quot; disse ela...
eu não respondi, apenas continuei abraçando ela...

até que em determinado momento ela me deu um beijinho na bochecha.... olhou para mim por um momento e começou uma série de beijinhos na bochecha, baixando para o pescoço... eu consegui, no máximo, soltar uns gemidos... até que ela olhou pra mim de novo e me deu um selinho na boca... nao consegui nem formular alguma resposta e ela colou seus lábios nos meus e sua língua começou a vasculhar minha boca... eu nunca tinha sentido tanto tesão quanto naquela hora e passei a retribuir seu beijo, sugando sua língua também...

ela começou a beijar meu pescoço de novo e começou a me despir, tirando minha blusa, camisa e meu sutião, liberando meus seios.... ela desceu e começou a beijar, lamber e sugar cada um deles, de uma forma que não vou esquecer jamais... depois disso ela começou a descer pela minha barriga, dando beijinhos por toda ela, deu umas lambidinhas no meu umbigo e chegou na minha calça... ela deu uns beijos por cima da calça, desabotoou ela e tirou...

lá estava eu, só de calcinha com a estagiária pronta para a mais nova experiência da minha vida!

ela começou a beijar a parte interna da minha perna, lambendo cada parte, descendo até os pés e voltando para a virilha até que ela parou e começou a lamber minha bocetinha por cima da calcinha... eu vi estrelas essa hora de tão excitada que estava! ela lambia com a experiência de poucas, apesar de, segundo me relatou depois, nunca ter feito aquilo antes...

parei ela por um segundo e fiz o mesmo ritual que ela tinha feito comigo, retirando suas peças de roupas e sugando seus seios...

quando cheguei na sua bocetinha tive certo receio, mas de milésimos de segundo pois começei a lambe-la em poucos segundos....

logo estávamos em um 69 louco, eu quase não conseguia sugar aquela bocetinha de tanto tesão!

no final, eu exausta, quase desfaleci no sofá mas minha amiga marcia nem quis saber... desceu de novo e sugou minha bocetinha até eu pedir agua de tanto gozar....

depois subimos para o quarto e dormimos abraçadinhas... nem preciso dizer que ela me acordou de um jeito muito especial... entre minhas pernas!

hoje trabalhamos mais unidas do que nunca e sempre que podemos ela vem passar a noite em casa para nós desfrutarmos de bons momentos de paixão...</description>
			<category> - Lésbicas</category>
			<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>

