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O BANHO


Referência (ID): 61
O Banho

Ao pisar na rua de casa, veio o alívio de mais um dia de trabalho. Subiu sem mais preocupações os últimos metros; pegando o chaveiro e identificando em meados as chaves que iria usar.
Se aproximando do portão percebeu que estaria só. Neste instante um sorriso se fez. Pois sua vida sempre foi feita sobre regras e disciplinas e naquela condição se sentiria mais a vontade.
Fechou a porta da sala colocando um ferro trás. Evitaria se surpreender com a entrada repentina de alguém.
Avistando o seu quarto do corredor, tirou os sapatos deixando encostados pelas paredes do mesmo.
Quarto à dentro colocou os acessórios do vestuário em cima de uma cadeira, juntamente com o chaveiro e a bolsa. Em seguida prendeu para o alto com dois grampos os leves cabelos que o vento antes beijará.
Deitou na cama e fechou os olhos aos toques no controle do aparelho de som.
Respirações profundas foram promovidas em base no poema tocado. Ficou naquele estado por alguns minutos.
Ao terminar a primeira canção pôs-se de pé. Abriu a janela, tirou a roupa e jogou no sofá.
As músicas se seguiam e com um brilho nos olhos aumentou o volume.
Na estante pegou uma toalha, uma bucha, o sabonete líquido e seguiu para o banheiro. Este de cor esverdeado a cobria de anseios.
Pendurou a toalha e soltou os cabelos colocando o sabonete no chão.
Abriu a torneira e de olhos cerrados ficou ouvindo o delicioso barulho continuo do cair da água. Sentia cada respingar.
Vagarosamente os dedos penetraram na água. Aquela sensação fez ficar ereto os pelos da pele desnuda.
A água corria pelos cabelos, pescoço, seios, barriga, pernas e pés.
As paredes do banheiro ficavam molhadinhas com o calor omitido de ambas as matérias.
Já com os olhos abertos via a água evaporando. Sua pele esquentava com a água, a água esquentava em sua pele e ambas esquentavam com o ambiente teso.
Sentou no piso verde estendendo as pernas. O friozinho do chão trazia sensações novas e delirantes.
Abriu o sabonete e deixou que gota a gota caísse. Aquelas gotas embranquecidas trouxe um gosto a boca.
Massageou as pernas envoltas no líquido, os pés, os dedos dos pés, as solas dos pés, os tornozelos. Subiu para os joelhos, as partes externas das coxas e as internas.
Chegando em seu sexo despejou em jatos o sabonete. Não se conteve levando suas mãos. Acariciou os pelos pubianos, o monte de Vênus, o clitóris, os lábios maiores e os menores. Na entrada da vagina em meio a sussurros deixou que o dedo impregnado penetrasse.
Contorcia de prazer em meio à água corrente, o vapor e o líquido branco por toda parte.
Foi se restabelecendo aos poucos para dar continuidade a outros prazeres que viria.
As mãos cheias de sabonete foram de encontro às nádegas. Os mesmos dedinhos bailavam na entrada do ânus. Houve-se então mais sussurros.
O clima entorpecia. E um vento frio da janela chegava até a sua alma. Contribuindo sem saber para o aumento da excitação daquele momento.
Ela pensa em ato sexual, cheira ato sexual, vê ato sexual, ela é ato sexual.
Quase em desespero correu com as mãos lentamente para as costas, barriga, umbigo. A quantidade de sabonete nos seios trouxe novamente o gosto da língua na boca. Acariciou suavemente os seios, pescoço, pálpebras, orelhas, lábios, seios...
Para suavizar um pouco, levantou para pegar um frasco de shampoo. Este estava sobre uma prateleira de vidro. Despejou nos cabelos desembaraçou-os com os dedos das mãos.
Olhando para o frasco de shampoo de volta na prateleira se excitou ao notar a sua forma. Pegou e depois de lambê-los, introduziu na boca em movimentos os mais diversos. Percorreu com o cabo do frasco em regiões determinadas e não determinadas. Parou em seu sexo e friccionou intensamente. Com um gemido agudo de gozo ocorreu à penetração.
Tentando se agarrar na parede de tesão, notou na prateleira outro frasco de shampoo.
Que delícia! Pensou apossando dele.
Lambuzou todo o seu fálus com o sabonete. Levou a boca e lambeu um pouco de seu sêmen. Sofregando por entre a espinha dorsal, envolto do seu furico, soltou mais um gemido agudo. Ouve a segunda penetração.
As leves batidinhas dos frascos contra as paredes lhe tirava mais e mais gemidos de prazer.
Naquele grandioso mundo de um banho o êxtase condensava os instantes em minutos ardentes.
Algum tempo depois, retirou os frascos gostosamente um a um.
Pondo-se agachada, introduziu um dos frascos fazendo movimentos contínuos de entrada e saída. Passava-o para frente e para trás, para trás e para frente, sugando e expulsando.
Agora com os dois fez ocorrer novamente à dupla penetração.
Não havia mais a música, somente a exalada do som do seu desejo, do seu cheiro.
Ficou de quatro, cinco, seis, sete... Deitou de barriga para cima, para baixo, de lado, virada...
A água incessante escorria por entre os gozos.
O desejo foi se satisfazendo e acalmando. Retirou o frasco de seu sexo e lambeu sua secreção, seguido do outro que adocicou mais a boca.
Retornando os frascos para a prateleira, pegou a bucha e embriagou-a de água. Em atos contínuos deixou que a água caísse sobre os cabelos. E deles escorreram uma espuma branca que cobriram os seios correndo pra os pés.
Desligou a água e pegou a toalha, voltando para o quarto.
O som seguia a programação continuava em seu trabalho.
Passou aquele creme e aquele perfume. Vestiu um vestido que era mais leve que o próprio vento. Calçou o sapato, colocou o brinco, o colar e o anel. Passou batom marrom avermelhado, pegou a bolsa e em meio à música do aparelho de som, saiu para o cinema.

“Alguém me disse um dia, o mundo é todo seu
Sonhar já existia, quando o amor nasceu
Senti naquele instante um toque de magia

Sonhos não são impossíveis, são sentimentos reais
Você não sofre sonhando, você não sofre vivendo
Por isso eu vivo te amando e te querendo sempre mais

Naquele instante eu via um mundo todo meu
De amor e fantasia e agora aconteceu
Parece que foi ontem mais hoje é outro dia

Sonhos não são impossíveis, são sentimentos reais
Você não sofre sonhando, você não sofre vivendo
Por isso eu vivo te amando e te querendo sempre mais
O amor é a própria vida, precisa de emoção
Será que tem saída, fala coração!
Se o amor te chama agora não perde se desenvolvendo

Sonhos não são impossíveis, são sentimentos reais
Você não sofre sonhando, você não sofre vivendo
Por isso eu vivo te amando e te querendo sempre mais”



Letícia Luccheze.




www.leticialuccheze.com
leticialuccheze@yahoo.com.br
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O BANHO

Comentários  

 
0 #6 gozadeira 24-07-2011 00:40
nosaaaaa fikeiiii me masturbandoo até ofinal do contoooo uii
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0 #5 ACMC 03-04-2011 19:39
Amo essescontos...
Pratico direto!!!
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0 #4 rafaela 27-03-2011 00:06
adoooro esses contos
fico imaginando as cenas...
muito bom!!!!
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0 #3 Visitante 03-05-2010 21:47
boquim se fábio ole
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0 #2 Visitante 03-05-2010 21:37
io ioioiioioioioio ioioioioioi eu teamo
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0 #1 Visitante 03-05-2010 21:36
98345671 fábio eu te amo
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