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Referência (ID): 1649
A bordo do Sea alury partimos para um cruzeiro mar√≠timo eu josua e minha esposa Marli em comemora√ß√£o a trinta anos de casados, foram os seis meses mais intensos de toda minha vida . que despertaram em mim um desejo louco de viver pois eu estava definhando com v√°rios problemas de sa√ļde, e gra√ßas a zakir um turco que conheci a bordo renasci.
A bom bordo eu e Marli admir√°vamos o por do sol no horizonte quando aquele senhor se aproximou com uma c√Ęmera fotogr√°fica e com uma educa√ß√£o rara indagou se poderia bater umas fotos do casal pois sentia uma harmonia e uma beleza √ļnica em nos isto nos cativou e n√£o so permitimos como logo nos est√°vamos sentados apreciando um bom vinho batendo papo estreitando rapidamente uma boa amizade , zakir tinha um sotaque peculiar mas falava nossa l√≠ngua com desenvoltura pois segundo ele , falava oito l√≠nguas, aos poucos ficamos muito √≠ntimos e sempre est√°vamos juntos , ficamos sabendo que ele a cinco anos fizera morada em transatl√Ęnticos pulando de um para outro ficando muito pouco tempo em terra,aos poucos descobri muitas excentricidades que aquele homem tinha. E seu poder de convencimento encantava e fascinava n√£o apenas eu mas tamb√©m minha esposa. Uma semana depois ele tinha liberdade de perguntar coisas intimas de nossas vidas, seu poder de convencimento era espantoso, cada vez mais intimo quando passe√°vamos pelo conv√©s Marli desfilava entre ele e eu com suas m√£os entrela√ßadas nos nossos bra√ßos. Isto n√£o inv√©s de me incomodar em muito me excitava, coisa que n√£o acontecia antes pois a quase dois anos eu estava impotente, naquela noite o Sea Alury navegava por um mar tranq√ľilo numa noite de c√©u estrelado nos tr√™s contempl√°vamos a lua quando desviei o olhar e tive uma breve e suave ere√ß√£o coisa que a muito n√£o acontecia comigo , ele audacioso acariciava a enorme bunda da minha esposa. Marli arrebitava a bunda sentindo a Mao escorregar por toda a extens√£o de suas nadegas, quanto eu fitei seu rosto sua respira√ß√£o estava agitada , seu cora√ßao com certeza estava acelerado, sa√≠mos caminhando de volta ate entrarmos pelo corredor que levava ate nossos camarotes ,quando fui abrir a porta deixei minha outra Mao escorregar para bunda dela para propositalmente esbarrar na Mao dele.ela se esgueirou assustada deu um passo para a frente eu puxei a Mao dele fazendo ele entrar para dentro do camarote,passando por mim alcan√ßando ela ele a envolveu por traz se esfregando nela seus bra√ßos a dominavam enquanto ele lambia o pesco√ßo dela as vezes introduzindo a l√≠ngua nos seus ouvidos, ela gemeu lasciva desvairada quando ele abriu o feche do vestido seu ombro nu foi acariciado e beijado com do√ßura por ele aos poucos ele foi despindo ela que ficou de calcinha pois estava vem suti√£.estreitou os bicos rosados enormes pontudos massageou seus peitos, m√°sculo a virou de frente para ele , esbofeteou seu rosto levemente mas firme por duas vezes apoiou as m√£os nos seus ombros ate ela ficar de joelhos abriu a braguilha da cal√ßa , sacou seu pau enorme duro como uma barra de ferro a cabe√ßa parecia um cogumelo colocou ele entre os l√°bios dela , autorit√°rio ordenou --- CHUPA , CHUPA , MAMA ,MAMA.
Ela beijou aquela cabeça enorme cheirou , sentindo o aroma do pau colocou ele dentro da boca sorveu gulosamente deu um gemido choroso , sentindo as estocadas que ele dava entre seus lábios , Marli com as duas mãos puxava os bicos dos próprios seios enquanto ele bombava em sua boca , extático eu admirava aquela cena sentia meu penis
que mesmo mole pulsava enfiei a Mao entre a cal√ßa e punhetei cheio de tesao meu pau mole admirando a cena , ele tinha a Mao em sua nuca e estocava seguidas vezes na boca dela que deixava uma baba pegajosa escorrer pelo seu queixo molhando seus seios , as vezes ele tirava o pau da boca dela mandava ela abrir a boca cuspia dentro dela e voltava a estocar fundo na garganta dela. Ela mantinha os olhos cerrados talves por um falso pudor ,ele ergueu ela pelos cabelos praticamente a jogou sobre a mesa , sua respira√ß√£o esta entrecortada seu corpo tremia ele novamente deu uns tr√™s tapas no rosto dela. Aquilo parece que a excitou ainda mais seu corpo se contorcia ,quando a voz dele soava lhe dirigindo improp√©rios,ela chegava a pular dando gritos hist√©ricos, --- PUTA, PUTA , CADELA , PUTA , VACA, ele agora dava literalmente uma surra nela enquanto a xingava ele dava palmadas pelo corpo dela que rolava em cima da mesa alucinada.entao ele abriu suas pernas deixando ela desavergonhada mente aberta acariciou sua barriga desceu ate suas virilhas levou sua cabe√ßa entre suas coxas e ficou mordiscando seu intumescido clit√≥ris fazendo ela dar um uivo animalesco que creio deve ter sido ouvido a distancia, tal o frenesi que percorreu seu corpo , que explodiu num orgasmo insano ele chafurdou sua l√≠ngua na molhada buceta dela levando ela a sentir gozos profundos que arrepiavam seu corpo como se descargas el√©tricas percorressem todo ele.zakir surrava o grelo dela com a lingua dando estaladas que faziam ela subir aos c√©us e descer aos infernos,ela entrela√ßava choros e risos com palavras desconexas .entao ele segurou seu clitori s com o indicador e polegar massageando ele .com a outra mao percorria todo seu corpo afagando seus seios , marli sentia um tesao imenso talves nunca sentido antes em sua vida e quando ele indagou o que ela queria , Marli como um animal no cio vociferava ---- QUERO PAU , PICA ,ROLA , CARALHO AI, AI ,AI , VEM, VEM VEM ENTRA DENTRO DE MIM ME DA SEU PAUUU. Ele pincelou o pau na entrada de sua gruta deixando ela possessa seu n√©ctar escorria de suas entranhas ,sua vulva piscava igual a de uma egua no cio formando bolhas sobre aquele liquido que espumava ,quando sentiu a penetra√ß√£o elevou o p√©lvis alucinada num del√≠rio insano sentiu que seus liquidos jorravam como uma enxurrada formando uma po√ßa em baixo de sua bunda ,tran√ßou as pernas em volta do dorso do macho e desfaleceu num gozo alucinante , quando voltou a si sentiu que sua buceta era fustigada com aquele caralho batendo forte quase tocando seu √ļtero, sentiu sua cabe√ßa rodar uivando como um animal ferido ,os jatos de porra que inundavam seu √ļtero a deixava insana, ele gosava dentro dela ela sentia o pau pulsar embevecida ela apertava o corpo dele contra si murmurando insanidades numa loucura nunca imaginada , eu tinha nos meus dedos duas ou tr√™s gotas de esperma ralas que ejaculara vendo aquele momento √ļnico dela meu pau tinha uma ere√ß√£o quaze completa , fiquei encantado vendo os dois desfalecidos abra√ßados, e com certeza muito ainda iria acontecer muitas coisa , coisa nunca imaginadas .
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