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Novidades na republica. ( 3ª parte)

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Novidades na republica. (3ª parte)

Alberto diante de minha revela√ß√£o do meu primeiro beijo em uma mulher que n√£o foi exatamente como eu esperava me pegou de surpresa beijando me na boca. Ap√≥s um susto inicial me entreguei ao beijo e as sensa√ß√Ķes ate ent√£o desconhecidas, porem intensamente prazerosas para mim. Alberto se afastou um pouco e perguntou:
_ Tudo bem?
Minha resposta foi com um beijo, mas desta vez eu que o beijava eu desejava aquele beijo eu o invadia tomado por um desejo nunca sentindo antes um tesão que invadia meu corpo e me aquecia por dentro me excitando, as mãos de Alberto me acariciando e as minhas procurando sentir as texturas de sua pele tirei a camiseta de Alberto que tirou a minha, fomos beijando tropeçando ate encontrar o braço do sofá onde eu cai e Alberto veio por cima de mim me acariciando e beijando minha boca, meu pescoço minha barriga me levando a um tesão imenso, mas neste momento escutamos barulho na porta de alguém tentando abri la. Empurrei Alberto que saiu de cima de mim caindo no chão e sentando na poltrona eu sentei no sofá e liguei a tv.
_ Boa noite galerinha Olha so o que trouxe para o jantar, espetinho da tia!
_ Delicia estou morrendo de fome
Disse Alberto j√° indo de encontro com Milton.
Ei espera eu entrar primeiro ne.
_ Aqui tem farofa e um molhinho pega uma vasilha Alberto.
Disse Leonardo entrando também.
_ Certo aqui.
_ Ei porque vocês estão assim sem camisa?
_ Porque... porquê...
Gaguejei.
_ Calor!
Respondeu Alberto.
_ Nossa est√°vamos morrendo de calor aqui.
_ E porque n√£o abriram as janelas?
Eu estava indo exatamente fazer isso, é que acabamos de chegar também.
Ate você sem camisa Mateus?
Eu também estava com calor não posso?
_ Pode, mas você não tira a camisa nem por decreto, o que esta acontecendo aqui?
_ Ei Leo olha aqui essas camisas jogadas, acho que interrompemos algo kkkk
Disse em meio a gargalhada ir√īnica Milton.
_ Não é nada disso! Estávamos com calor ai o Alberto tirou a camisa...
_ Isso eu tirei a camisa, mas claro que o Mateus ficou fazendo doce como sempre ai eu fui e arranquei a camisa dele foi isso e na confus√£o acabei jogando longe foi isso.
_ So isso! Seus mentes poluídas.
_ Sei...
_ E vamos comer que eu também estou morrendo de fome!
Disse e me levantei de uma vez indo ate a mesa e pegando um dos espetinhos me esquecendo que meu pau duro fazia uma barraca com meu short, os garotos perceberam e deram um sorrisinho safado um para o outro, mas nada disseram olhei para baixo e vi do que estavam rindo, mas passei meu espetinho no molho e na farofa e fui sentar no sofá como se nada estivesse acontecendo, mas claro que com o coração na mão.
Assistimos tv e depois um a um foi tomando seu banho e indo para o quarto dormir. Eu fiquei por ultimo e dessa vez n√£o levei roupa para me trocar no banheiro quando entrei no quarto apenas com a toalha enrolada na cintura Alberto j√° disse:
_ Nossa foi por pouco hem?
_ Nem me diga.
_ Não digo por mim que estou pouco me fudendo com que eles pensam, mas por você que é todo cheio de neuras.
_ N√£o sou cheio de neuras nada.
_ Não, não é não hum! Mas enfim parece que curtiu meu beijo.
_ Sim confesso que foi bem melhor que o outro.
Alberto se levantou aproximou de mim, pegou a roupa que estava em minhas mãos que eu ia vestir jogou em sua cama colocou uma mão em minha nunca trouxe minha cabeça de encontro a sua me dando um novo beijo, mais calmo tranquilo suave, mas muito gostoso.
_ Gosta?
_ Sim.
Me deu outro beijo dessa vez chupando intercaladamente os l√°bios de cima depois os de baixo.
_ E assim?
_ Muito bom!
Puxou a toalha de minha cintura revelando meu pau já meia bomba. Olhou dentro dos meus olhos sorriu e como eu não demostrei exitação ele beijou meu peito e foi descendo beijando minha barriga descendo ate chegar em meu cacete pegou nele deu uma acariciada com movimentos de vai e vem o deixando duro beijou a cabecinha e depois o colocou todo na boca e tirou deslizando seus lábios em meu cacete me levando a loucura me fazendo soltar um gemido de prazer.
_ Gosta?
_ Muiiiiitooooo!
Repetiu varias vezes esse movimento de inicio lento, mas depois foi acelerando ate que com uma mão masturbava a base e com a boca deslizando seus lábios masturbava a cabeça do meu pau eu já tinha que morder meu braço para abafar meus gemidos tamanha intensidade do prazer que eu sentia.
_ Vou gozar, vou gozar!
_ N√£o vai n√£o ainda n√£o.
Alberto parou os movimentos segurou firme fazendo um anel com o dedo bem na base do meu pau e apertando entre o saco e meu cu com o dedo. Fez press√£o nessa regi√£o por alguns minutos enquanto eu respirava fundo tentando relaxar. Depois de um tempo a vontade de gozar passou Alberto se levantou e voltou a me beijar.
_ Quer parar por aqui ou quer continuar?
_ J√° chegamos ate aqui e meu pau ainda continua duro, porque parar?
_ Não sei se esta preparado para o próximo passo.
_ Qual é o próximo passo?
_ Comer meu cu!
_ Sei um tapa na bunda de Alberto e depois apertei uma banda com cada m√£o e disse tenho um bom professor!
Alberto me beijou masturbando meu cacete foi em suas coisas pegou um tubo de lubrificante e preservativos encapou meu cacete untou seu cu com o lubrificante passou em meu pau já encapado me empurrou na cama me deixando com meu pau para cima feito um mastro de bandeira veio por cima e aos poucos foi engolindo com seu cu centímetro por centímetro de meu cacete a esta altura duro feito rocha.
Alberto não sentou de uma vez foi aos poucos o que foi me dando mais e mais tesão. Quando finalmente encaixou tudo parou por uns instantes fazendo com que aproveitássemos toda aquela sensação eu de sentir meu cacete todo dentro daquele cu quente e ele de sentir meu pau atolado no teu rabo.
Depois de um tempo Alberto começou a mexer sua cintura para frente e para trás que movimento delicioso era como se seu cu massageasse meu cacete, coloquei as mãos atrás da nuca e apreciava o corpo nu de Alberto pela primeira vez eu contemplava sem me martirizar o corpo nu de um homem. Alberto acariciava meu peito e mexia sua cintura.
Depois ficou meio que agaixado comigo entre suas pernas e passou a subir e descer em meu cacete quase tirando todo de dentro do seu cu e voltava dando uma rebolada quando chegava em baixo depois de repetir algumas vezes esse movimento manteve a posição sem colar sua bunda em minha pélvis e pediu para que eu fizesse o movimento segurando em sua cintura.
Ent√£o eu passei a meter em sua bunda flexionando um pouco as pernas permitindo me elevar minha cintura de encontro a seu corpo socando meu cacete, encaixando o em seu rabo quente.
Novamente mudamos de posição o penetrei de vários modos explodindo em um gozo fenomenal com ele na posição de quatro enquanto eu estava em pé batendo uma punheta em seu cacete.
Deitamos exaustos suados lado a lado na cama de solteiro de Alberto estávamos muito quentes, mas eu já estava sem forças com minhas pernas bambas para ir para minha cama e acabamos adormecendo assim quase um em cima um do outro, suados e esporrados, mas satisfeitos.


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Autor: Mrpr2
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