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Novidades na republica. (5ª parte)

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Novidades na republica. (5ª parte)

Est√°vamos transando gozei e disse as palavras: EU TE AMO! De imediato Alberto pensou que fosse apenas uma forma carinhosa, mas ao confirmar que era o sentimento que eu estava sentindo por ele Alberto mudou, sua express√£o, seu jeito, seu tom de voz, seu pau murchou nem gozou e me mandou ir para minha cama e eu ali sem entender nada tentando saber o que de tal grave eu havia feito para ser expulso daquela forma de sua cama, mas Alberto nada mais me disse nervoso novamente me mandou ir para cama e dormir, disse estar com sono se enrolou na coberta e virou se de costas para mim visivelmente irritado.
No outro dia ao acordar Alberto se quer olhou para mim, na mesa do café era nítido sua cara de enfurecido como seu eu tivesse feito algo terrível e eu não conseguia entender.
A noite cheguei determinado a conversar com Alberto as horas se passavam e ele não chegava, Leonardo já estava em casa e disse não saber onde Alberto estava, mas Milton tinha ido se encontrar com sua namorada. Horas depois já tarde da noite Milton chega, eu já estava preocupado e fui a cozinha fingindo querer agua para ver se conseguia alguma informação de Milton que falou algo que me deixou triste e nem pude esconder.
_ Alberto esta em na festa da Claudinha bebendo e agarrando geral pra quem se diz gay ele passou o rodo nas novinhas pelo menos três eu vi ele beijando.
_ Ele não é gay é bi.
_ Mateus pra mim cara que curte outro cara é gay e pronto, mas o fato é que ao menos hoje ele estava se fartando de gatinhas. Se quer saber eu nunca vi o Alberto com homem eu acho que essa coisa de bi é invenção dele para pegar mulher saca?
_ N√£o entendi.
_ Ele finge que é gay, as garotas acham que ele não vai fazer nada com elas e quando percebem ele da o bote, fora aquelas que curtem caras mais sensíveis e acham que podem converter os gay com cha de xoxota kkkk, mas na verdade não são gay porra nenhuma é só uma encenação.
Voltei para meu quarto pensativo, encenação não era pois Alberto ficou comigo e parecia ser bem experiente ele realmente deveria ser bissexual, será que ele estava apenas com vontade de pegar mulher por isso me tratou daquela forma? Mesmo se for isso não justifica. Pensei eu.
Quando acordei no outro dia, Alberto estava na cama, com vários sinais de beijos e manchas de chupadas e mordidas pelo corpo, descoberto e com sinais de quem havia bebido. No café da manha la estava ele com cara de ressaca, mas com sorriso nos lábios se vangloriando dizendo que se acabou na festa e pegou geral.
_ Estranho você disse que não bebia.
_ E realmente n√£o bebo cerveja, mas tomo outras tequila, vodca eu bebo e ontem‚ÄĚ chapei o globo‚ÄĚ
_ Bom para você!
Os dias foram passando e Alberto me esnobando e fazendo quest√£o de sempre contar que estava pegando alguma garota o que me deixava mal, mas nada eu podia fazer. Me vendo para baixo Leonardo tentou me animar me arrastando praticamente para as festa da faculdade, eu nunca fui de festa e pior Alberto sempre estava nas festas e quando me via fazia quest√£o de aumentar as intensidades dos beijos e carinhos pelo corpo das garotas que pegava.
_ Oi tudo bem? Aceita uma bebida?
_ Tudo bem, n√£o obrigado eu n√£o bebo.
_ Vi você ai quietinho vim lhe fazer uma companhia, sou Miguel, posso?
_ Me chamo Mateus. N√£o sei se estou a melhor companhia esses √ļltimos dias, mas se quiser pode ficar.
_ Dor de amor?
_ Mais ou menos isso.
_ Então bebe, experimenta você vai gostar.
_ Nossa o que é isso? Da um calor.
_ Catuaba, mas essa misturaram suco de uva. Gostou?
_ Sim muito bom.
_ Te conheço, quer dizer já te vi na faculdade antes.
_ Sim sou faço Odonto.
_ Hum sei...
Miguel e eu passamos a conversar ele parecia ser um cara legal eu já estava um pouco auto da bebida vi Alberto em minha frente beijando uma garota meu sangue ferveu em minhas veias nem pensei duas vezes olhei para Miguel que falava algo que nem me lembro o que era e o calei com um beijo, Abri os olhos e vi que Alberto me viu beijando fez cara feia e deu outro beijo ainda mais quente, voltei para minha atenção ao beijo que dava em Miguel e intensifiquei meu beijo nele.
_ Nossa! Que beijo!
_ Gostou?
_ Intenso!
E aquilo continuou por toda festa, como se fosse uma guerra pessoal a cada movimento uma retaliação, mas a nossa guerra não era travada por tiros e lutas e sim por beijos e amassos. Um mais quente que o outro, cada vez mais ousados, cada vez mais regados por álcool que Miguel não deixava faltar em meu copo.
As pessoas passavam e me olhavam agarrar Miguel, mas eu n√£o me importava a √ļnica pessoa que me importava naquela festa era Alberto, eu queria que ele sentisse ci√ļmes de mim, desejo de ser o cara que eu estava beijando e mais nada.
No outro dia, minha cabe√ßa estourava, meu corpo todo do√≠a, parecia pesado, meu est√īmago estava revirado.
_ Primeira ressaca?
Pergunta Leonardo.
_ E ultima!
Respondo seguindo de novo v√īmito.
_ Sei... Amanha já esta pronto de novo garoto, beba bastante liquido, tente chocolates também.
_ Valeu!
Agradeci Leonardo.
_ Vai devagar com essa porta ai!
Disse eu reclamando do barulho feito por Leonardo ao fechar a porta indo para a faculdade.
E realmente ele estava certo, aquela foi só a primeira vez que se repetiu seguidas vezes por vários fins de semanas, passei a ficar sempre com um carinha diferente em cada festa, todo mundo da faculdade já sabia que eu era gay, alguns zoavam, outros apoiavam o primeiro impacto quando eu percebi isso foi terrível eu queria me esconder em um grande buraco, mas enfrentei levantei a cabeça e por mais que eu estivesse destroçado por dentro eu tentava transparecer normalidade.
Na republica claro que Leonardo e Milton quiseram me fazer novamente de alvo de suas gracinhas e agora eu n√£o contava mais com o apoio de Alberto, mas n√£o deixei barato, me impus e exigi o mesmo respeito com que eu os tratava ou a coisa iria ficar seria.

Consciente ou inconscientemente eu sempre fazia coisas para chamar a atenção de Alberto mas ele me tratava como se eu nem estivesse no quarto quando eu propositalmente me trocava em sua frente, mesmo quando eu secava meu corpo molhado recém tomado banho passando a toalha de forma a tentar seduzi lo, ou me masturbava na cama sem reação alguma de sua parte.
O fim de ano chegou finalmente as ultimas provas e em fim férias, era bom ter um descanso ate porque esse meu ano foi bem intenso, mas ao mesmo tempo era mais tempo para ficar no mesmo espaço com Alberto e por mais que já tivesse meses que mal nos falávamos era ainda difícil olhar para ele, pois algo dentro de mim ainda queria estar junto a seus braços, beijar sua boca, mas eu sabia que ele não queria nada comigo.
Finalmente eu ganhei a semana de folga do natal e fui para a casa de meus pais, Na volta Milton já não estava mais na republica tinha ido morar com a namorada, tentei trocar de quarto com Leonardo que não aceitou a troca. Eu queria ficar ao menos algum tempo com o quarto só para mim, mas como não foi possível preferi dividir o quarto com Leonardo, deixando o quarto de Alberto. Com o inicio do ano letivo vários interessados pela vaga nos procurou e finalmente o locatário decidiu quem iria ficar com a vaga de Milton, João Paulo que passou a dividir o quarto com Alberto.

Continua...

Autor: Mrpr2

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