Teens - O final de semana 1. - Contos Eróticos

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O final de semana 1.

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Referência (ID): 557
Eu estava passeando na casa dos meus tios num sitio, e iria passar o final de semana ali, agora estava na sala assistindo TV, meus Tios haviam saído e deixaram somente eu e minhas primas, a Dilma e Deise, a Dilma uma loirinha de pele clarinha, olhos de um verde lindo, a boquinha carnuda e pequena, muito sensual, ainda mais quando ela mordia os lábios inferiores, seios médios, redondos e empinados e durinhos mamilos bem pequenos, que muitas vezes vi ficarem durinhos apontando da camiseta, e a bunda, nossa que bunda redondinha eu ficava hipnotizado por aquela bundinha, e a cinturinha fina, alias uma princesinha, e a Deise um pouco mais nova, loira de olhos bem azuis, que até incomodava quando me encarava, o corpo um pouco mais cheio que a irmã, mais não deixando nada a desejar, uma bunda redonda um tanto maior que a da Dilma, seios também maiores, mas firmes e empinados, eu estava sentado ali no sofá e elas estava pelos quartos, quando a minha prima mais nova me chamou, José vem ver uma coisa, eu levantei e andei pelo corredor em direção a voz dela, e cheguei a porta de um quarto, a Deise estava na porta, e pediu para que eu ficasse em silencio, colocando um dedo na boca, e acenou para que eu entrasse, eu obedeci e já dentro do quarto olhei na direção em que ela apontava, e vi a irmã dela deitada na cama de bruços, com uma coberta fina sobre o corpo, mas deixando a mostra sua bundinha linda e como uma das pernas um pouco encolhida, ficando a mostra sua bucetinha rosadinha, eu fiquei vermelho não sabia o que fazer, olhei para Deise e ela sorrindo, olhei de novo aquela bunda aquela bucetinha meu corpo arrepiou, parecia ter tomado um choque de 220v, ela notou e dizendo baixinho.
- Vem ver de perto.
Eu fui chegando já recomposto do susto, assustado talvez porque a Deise estivesse ali, e eu nunca havia espiado uma menina junto com outra menina, já havia sondado varias mulheres, irmã, primas, empregadas e algumas visitas, por frestas nas paredes, mas assim tão perto e junto a uma mulher, nunca, mas aquela visão me fascinava e fui chegando mais perto, sentei ao lado da cama, fiquei olhando, Deise puxou mais a coberta, levando-a até a cintura e deixando toda aquela bundinha branquinha e uma bucetinha rosadinha a mostra, meu pau já doía de duro.
-passa a m√£o nela. ‚Äď disse Deise.
-N√£o, ela vai acordar. ‚Äď Respondi.
- N√£o acorda n√£o, confia em mim pode passar sim, quer ver? ‚Äď ela passou a m√£ozinha de leve, e isso me encorajou, agora eu estava mais calmo e a tez√£o tomando conta, e se ela acordasse, eu diria que a Deise haviam mandado, ent√£o passei a m√£o de leve por cima daquela bucetinha, e como era macia, meu corpo estremeceu.
- Passa de novo seu tonto ela n√£o vai acordar n√£o. ‚Äď incentivado pela Deise, eu coloque a m√£o e passei meu dedo naquela rachinha, come√ßando desde pr√≥ximo ao cuzinho e fui subindo o dedo, e ele entrou naquele reguinho e eu senti que estava molhado, subi at√© achar o clit√≥ris, e passei a esfreg√°-lo, Dilma se mexeu, eu parei mais n√£o tirei a m√£o.
- Continua ela ta gostando. - Novamente Deise estava incentivando, e eu continuei, ela agora abriu um pouco as pernas para facilitar, eu desconfiei que ela estivesse acordada e fingindo dormir, e enquanto passava o dedo eu enfiei um no seu canalzinho molhado, ela gemeu e eu tive certeza de que ele sabia de tudo que eu estava fazendo, então me senti mais confiante, cheguei mais perto e passei a mão nos seus seios que estavam nus, Deise aproveitou e retirou toda a coberta deixando aquele corpinho lindo, todo a mostra, ela agora rebolava na minha mão e mordia o travesseiro, eu continuei até que ela gozou, então ela se virou e num sorriso lindo que me fez gelar, disse a sua irmã.
- Agora e sua vez, vem deitar aqui.
-Não vou ficar só olhando. - Respondeu a outra.
- Voc√™ prometeu, que se eu fizesse voc√™ ia fazer tamb√©m. ‚Äď Deise ficou meio envergonhada, mas acho que a tez√£o e a curiosidade foi mais forte, e ela se sentou pr√≥ximo a nos, Dilma retirou sua camiseta deixando ela de suti√£ e abaixou seu shortinho desses de algod√£o tipo pijama cheio de bolinhas, deixando s√≥ com roupas intimas, Deise agora brincava com a irm√£, ela n√£o querendo tirar o resto das roupas, eu ficava olhando as duas, Dilma nuazinha em cima da usa irm√£, derrepente saiu com o suti√£ na m√£o, e Deise tentou tapar os seios, Dilma puxou sua calcinha, quase a rasgando e deixou sua Irma peladinha, ela come√ßou a falar para irm√£.
- é só um pouquinho você vai gostar é muito gostoso, e abriu a perna dela mostrando aquela bucetinha linda, pentelhinhos ralos e finos e com um glelinho aparecendo, parecia uma boquinha mostrando a língua, então Dilma me disse.
- Da um beijinho na xaninha dela. ‚Äď eu fiquei meio constrangido, acho porque nunca havia chupado uma buceta, ela insistiu.
-Esta com medo?
-N√£o, claro que n√£o. ‚Äď fui descendo o rosto at√© chegar aquela xaninha, tinha cheiro de sabonete, ent√£o passei a l√≠ngua, n√£o estava ruim, ent√£o com as duas m√£os abri a bucetinha e coloque a l√≠ngua, achei o clit√≥ris e passei a l√≠ngua nele, ela se contorcia e fui chupando e sugando aquele clit√≥ris, enquanto passava a l√≠ngua nele, e quando ela gozou na minha boca, deu ate uns gritinhos.
- agora e sua vez de mostrar o seu pra nos. ‚Äď falou Dilma desabotoando minha cal√ßa, e em poucos segundos eu j√° estava pelado, meu pinto estava em riste, sentei na beirada da cama e as duas ficaram ao meu lado, elas olharam meu pinto com espanto e Dilma passou a m√£o, e falou para sua irm√£.
- Vem da um beijo nele. ‚Äď ela veio e ficou olhando e disse.
- Eu beijo se voc√™ beijar primeiro. ‚Äď Dilma se ajoelhou a minha frente, e abaixou a cabe√ßa sobre o pinto e deu um beijinho r√°pido, e olhou para a irm√£ que se ajoelhou do outro lado fez o mesmo, ent√£o ela abaixou de novo e colocou a cabe√ßa do pinto inteira naquela boquinha, nossa eu senti c√≥cegas, que subiu minha espinha e tomou conta do meu corpo, a sensa√ß√£o era maravilha, e ela tamb√©m parece ter gostado, porque ficou um bom tempo s√≥ chupando a cabe√ßa, e olhava com aqueles olhos lindo para mim, me encarando quase em provoca√ß√£o, eu estava delirando de tanta excita√ß√£o, comecei a passar a m√£o pelos seios delas, tentando medir qual era mais gostoso e durinho, ent√£o fui deitando e as duas foram acompanhando meu corpo, como duas gatinhas atr√°s de uma salsicha, chupando se alternando e havia momentos que as duas chupavam uma de cada lado, j√° em cima da cama, Dilma foi se virando e acabou por encaixar as pernas na minha cabe√ßa, e sua bucetinha ficou bem na minha boca, eu j√° nem pensava s√≥ queria gozar, chupava o glelinho dela o que a fazia urrar de prazer, coloquei a m√£o na bucetinha da Deise e comecei a masturb√°-la, agora as duas se contorciam, em um momento quase sincronizado, ent√£o vi que as duas chupavam a cabe√ßa do meu pinto, e de tanta tez√£o estavam com ela no meio das duas bocas como se estivessem se beijando, eu n√£o iria ag√ľentar mais e quando elas come√ßaram a dar gemidos mais fortes, n√£o aguentei ejaculei na cara das duas, elas que estavam gozando nem perceberam de momento, mas assim que viram a porra uma na cara, acho que sentiram nojo, mas come√ßaram a rir e correram no banheiro lavar o rosto, eu fiquei ali na cama ainda pelado olhando as duas voltando, maravilhado com as duas peladinhas eu queria gravar aquela imagem para o resto da minha vida, Dilma chegou bem pertinho de mim e me deu um beijo na boca, desses bem molhados, a Deise come√ßou a se vestir bem r√°pido porque hav√≠amos escutado o barulho de um carro vindo j√° na porteira do sitio, eu tamb√©m me vesti rapidinho e corri sentar no sof√° fingindo Estar assistindo TV.
Minha tia chegou logo após termos saído do quarto, e não percebeu nada, nem demos motivo para isso, minhas primas foram para a cozinha ajudar a mãe a fazer o almoço, pareci duas cabritinhas pulando e rindo, a minha tia até perguntou se elas tinham achado o ninho da égua, almoçamos todos sentados a mesa Tio, primos e primas.
Após o almoço todos saíram e minha prima Dilma pediu para que eu fosse com ela na casa de um Tio que morava a uns 2 km da casa, eu fui com ela, atravessamos um pasto e chegamos a uma floresta, com imensas arvores, só que por baixo era bem limpinho, ali até macaco tinha, havia um córrego que tínhamos de atravessar por uma ponte tipo pinguela, íamos rindo brincando e as vezes nos tocávamos, mais só de leve, chegamos a casa de meu Tio, uma casa muito grande, de madeira estilo alemã, entramos na casa e meu tio estava sentado a mesa, eu o cumprimentei ele respondeu amistosamente, Dilma deu o recado a ele, que era para ele ir a noite jantar la na casa deles, saímos e retornamos pelo mesmo caminho, após passarmos o riacho Dilma disse que iríamos por outro caminho, e adentramos a mata que era limpinha e podíamos até correr por dentro dela, havíamos chegado a uma arvore imensa de figueira, e suas raízes eram enormes, ela entrou num vão entre duas raízes e me chamou.
- Vem aqui para voc√™ ver. ‚Äď eu entrei La com ela, e ficamos bem coladinhos, ela deixou sua boquinha bem pr√≥xima a minha e eu via aqueles l√°bios carnudos e √ļmidos, ela mordia os l√°bios inferiores e sua boquinha tremula era muito excitante, ent√£o a beijei, comecei a passar a m√£o eu seus seios, ela se esfregava em mim em um fogo s√≥, desci minha m√£o por dentro de seu short e coloquei o dedo em sua bucetinha, que estava molhadinha, fui passando o dedo na rachinha e comecei a bolinar seu clit√≥ris, ela tremia se contorcia e gemia, eu j√° estava mamando em seus peitos mordiscando os mamilos alternadamente, abaixei seu short e me coloquei em suas costas, meu pinto j√° procurava um local para se acomodar, e entrava nos meios de suas pernas, ela arrebitou a bundinha querendo facilitar a introdu√ß√£o do meu pinto duro, eu com a m√£o ajeitei a cabe√ßa do pinto bem naquela entradinha molhada, e fui introduzindo, ela come√ßou a rebolar quando sentiu a cabe√ßa j√° dentro, e ele foi entrando, ela n√£o era mais virgem, mas era muito apertadinha, sentia a parede de seu canal pressionar meu pinto, como uma boca chupando-o, ao mesmo tempo eu ia esfregando seu clit√≥ris, ela gemia forte e ofegava com as m√£os em minha bunda enfiava as unhas, devem ter ficado marcas de unhas ali mas eu nem vi, ent√£o deitei ao ch√£o e fiquei com o pinto em riste, ela ficou de c√≥coras bem encima do pinto e foi descendo at√© que todo ele estava dentro dela, come√ßou num sobe e desce continuo tinha hora que tirava todo o pinto para fora e descia de uma s√≥ v√™s, teve vez que achei que iria arrega√ßar meu pinto, mas estava muito bom, me ajoelhei, puxei ela e a abracei, mamando em seus mamilos e a beijando com vol√ļpia, ela rebolava e batia a bunda de encontro a minha cintura, e enfiando meu pinto em sua buceta at√© as bolas, me levando as nuvens, ent√£o ela deu um gemido forte e falou.
- Vou gozar, n√£o goza dentro de mim.
- n√£o vou gozar disse em seu ouvido. ‚Äď ela aumentou o ritmo e gozou, eu senti aquela c√≥cegas gostosa antes do gozo e retirei meu pinto e fiquei esfregando a cabe√ßa dele em sua barriguinha branquinha e gozei melecando todo ela. N√£o tirava minha boca da sua em um beijo ardente e demorado aproveitando aquela boquinha linda e macia, sa√≠mos da arvore, e fomos √† beira do rio onde ela se lavou tirando a porra, e lavava meu pinto vendo aquela imagem mais linda, de uma loirinha lavando a bucetinha, me arrepiou quando ela colocou o dedinho La dentro, j√° comecei a sentir o pinto se levantando, mas t√≠nhamos de voltar, ent√£o ficaria para a pr√≥xima.
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