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		<title>Orgias</title>
		<description>Contos eróticos de Orgias. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Orgias</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:08:37 +0100</lastBuildDate>
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			<title>marli gostosa d p anal</title>
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			<description>os dois cassetes estavam atolados no cu dela que gemendo de tesao  rebolava a bunda  agasalhando-os com praser. o rosto dela era pura luxuria e fasendo caretas mistuando a dor com o praser marli era penetrada por dois caralhos dentro do cu e como uma cadela ela era comida pelos dois caras que estocavam sua bunda  com infincadas potentes e aos gritos marli gemia gosando nas varas que a fudiam arrombando seu dilacerado cu.e a cada metida ela delirava sendo envadida por tao vigorosas rolas que deichavam seu cu todo aberto  era como um poço sendo perfurado e aquela cratera ficava toda aberta esposta pingando porra   a cada enfincada seu cu como uma flor se abria e agora era um buraco profundo  sendo visitado por duas cobras ao mesmo tempo e possesa marli gosava gritando de dor e praser ao mesmo tempo.e toda arrombada marli chorava nas rolas que fodiam seu cu ao mesmo tempo e feliz e saciada toda dolorida ela gemia de praser.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli comida por treis</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-comida-por-treis</link>
			<description>marli  mamava  no  cassete segurando  todo o pau dentro  da boca  e com a lingua  tocava o saco serpentimhando-a  de encontro as bolas. seu cu era penetrado por um enorme cassete que subindo e descendo nele ela de cocoras  rebolava  com muito tesao seus peitos estavam  seguros por suas maos que os apertavavam de encontro a outra vara numa espanhola em que ela cuspia lubrificando os seios.e neste deleite marli dominava treis potentes machos que desfrutavam  seu corpo com um tesao  imenso.os cassetes estavam estourando de tao duros e extasiada ela sentou-se na rola sentindo todo o pau dentro do cu entao quem estava em sua boca veio  e montou ela fudendo a sua molhada buceta e com as duas pernas abertas ficou dentro dela   arcado bombando nela e o outro ajoelhou-se e tambem entrou em sua buceta e marli com treis picas atoladas  duas na buceta euma no cu gosava gemendo gostoso e quase ao mesmo tempo eles tambem gosaram enchendo-a de porra e tod melecada marli rebolava possesa tendo orgasmos incriveis e fudendo gostoso marli delirava nos caralhos</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli  sou completa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-sou-completa</link>
			<description>os treis cassetes se alternavam na boca dela que fasendo um rodizio  ora mamava em um ora mamava em outro punhetando-os com deleite em suas habeis maos .de cocoras sua buceta parecia uma torneira pingando seus liquidos que vasavam de dentro dela. marli gemia com os olhos fechados. saboreando as rolas que duras como ferro eram mamadas por ela que antevia  o praser gosando so de chupar as cassetas.marli tinha os seios espremidos pelas maos de um deles e outro com o pe tocava sua molhada buceta e seu cu ja era envadido por dedos que lubrificados com seus sucos penetravam com facilidade nele entao um deles deitou-se e marli sentou sobre ele  gemendo de tesao foi penetrada na buceta rebolando muito ecom uma pica na boca ela mexia subindo e descendo na vara entao ela levantou a bunda e foi carcada por traz e com as treis picas  dentro de seus buracos marli gosou profundamente. e saracotiando nas varas e chupando gulosamente ela tinha orgasmos seguidos sendo triplamente fudida .e recendo porra em todos seus orificios  marli se lambuzou  de porra  e saciada ficou a merce dos treis machos que a fuderam muito</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli fasendo a festa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-fasendo-a-festa-2</link>
			<description>era uma foda intensa os quatro rapazes tinham marli  louca de desejo sendo arrombada por eles que se revesavam nas metidas . fudendo  esta cadela seguidamente todos estavam se saciando comendo a gostosa que gemendo de tesao dava gostoso  rebolando nas picas que entravam fundo na sua buceta e no seu cu  e tambem eram chupados por ela que mamava como uma bezerra nos paus que entravam em sua boca marli gosava  copiosamente   e como uma cadela grrtava engatada numa casseta sua vulva estava avermelhada e inchada seu cu todo dilatado recebia as picas com deleite e agora aos pares eles comiam ela em duplas penetraçoes que faziam marli delirar de tesao e tendo dois paus dentro de si marli gosava tendo orgasmos alucinados que a levavam a uma letargia profunda e toda lambuzada de porra por todos os seus buracos ela tinha porra por todos os lados e lambendo as picas ela limpava com a lingua os caralhos engulindo reticios de porra que pingavam dos cassetes e toda arrombada marli se esvai sentando gostoso  com seu cu numa pica e tendo outro na buceta e plenamente saciada marli geme gostoso nas varas que a penetram</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli chorando na vara</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-chorando-na-vara</link>
			<description>como se estivesse em transe  marli fudia com varios homens ao mesmo tempo .eram nove machos fudendo-a  de todas as formas . e possesa marli delirava de praser ,sentada em uma das picas ela tinha seu cu arrombado e pela frente outra casseta estava atolada em sua buceta e mamando alternadamente nas outras rolas ,ela gosava lasciva , tendo os bicos dos peitos torcidos e seu corpo sendo acariciado por varias maos que  a  percorriam toda . e  sendo estocada pelas varas marli gemia como  uma  cadela,  se contorcendo ,rebolando a  bunda   ela recebia fortes enfincadas que entravam totalmente em seus buracos que                melados    numa         mistura de porra com suas secreçoes deixavam os cassetes deslizarem para dentro dela com facilidade,marli tinha orgasmos intensos que faziam ela urrar de praser nao reconhecendo de qual buraco vinha o praser  marli gosava selvagemente nas picas que se alternavam dentro dela e desvairada ela era duplamente penetrada numa orgia sem fim onde  a luxuria tomava conta de todos que alucinados gosavam numa devstidao total e marli recebendo as rolas gritava de tesao  chorando nas varas que a penetravam deixando-a toda arrombada mas feliz e satisfeita .</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli arom e noel</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-arom-e-noel</link>
			<description>quando arom voltou da adega trasendo duas garrafas de vinho na maos viu marli  abraçada a noel  que espalmava um seio dela acariciando o pomtudo bico deste. entao por tras arom sem soltar as garrafas  encoxou a volumosa bunda dela que apoiando-se em noel rebolou as ancas para deleite dos dois, e beijando-os alternadamente marli era o recheio daquele sanduiche. arom colocou as garrafas sobre a mesa e foi despindo o  curto vestido dela que so de calcinhas sem sutia  ficou esposta  sendo adimirada pelos dois  que tambem tiraram suas vestes e completamente nus se esfregavam nela que  umida de praser  gemia  anciosa  pedindo para ser fudida e   ajoelhando-se a sua frente arom lambeu a buceta molhada dela enquanto noel esplorava os peitos enoermes dela. marli punhetou  noel  e embevecida beijou a boca dele   arom deitou-se  com a vara apontando para cima e marli de cocoras sentou no cassete que deslizou para dentro da buceta  e mamando no cassete de noel marli subia e descia na vara de arom  e gosando lasciva marli rebolava  na vara entao noel ajoelhou-se por traz dela e com o cassete em riste  fez ela empinar a bunda  e socou seu pau no cu dela que ao sentir os dois paus dentro  rebolou ainda mais controlando as varas que estocavam seus buracos .e com o rosto transfigurado de luxuria marli gemia nos cassetes num extase profundo e quando eles comreçaram a esporrear dentro dela marli teve um longo orgasmo que a deixou inebriagada de tesao e molemente marli  desfaleceu gosando copiosamente.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli triplo praser</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-triplo-praser</link>
			<description>de cocoras marli cavalgava o cassete . apoiando as maos sobre o peito dele ela rebolava  subindo e descendo na rola extasiada de praser .gulosa mamava no outro cassete  dando profundas chupadas  na rola que quase alcançava sua garganta.e empinando a bunda ela foi penetrada no rabo por uma terceira rola . apoiado  sobre os joelhos ele castigava o cu dela com rapidas e fortes estocadas. que faziam marli pular no cassete que estava atolado em sua buceta.e mamando na outra rola marli quase engasgava sentindo um tesao imenso  absorvendo os treis cassetes. era uma foda fenomenal  envolta por treis machos marli possesa nao sabia de qual buraco vinha seus gosos e alucinad a ela gosava pelo cu e pela buceta ao mesmo tempo entre espasmos de gosos marli soluçava delirando de tesao tinha ela os mais intensos orgasmos e gemendo gostoso marli chorava nas varas.por tras ela era segura pelas ancas e  o cassete estolava profundamente nela e por baixo ela era jogada para cima e era amparada  na rola que entrava e saia de sua buceta  que molhada de tesao lubrificava os caralhos com suas secreçoes.e num sincronismo quase que perfeito marli teve boca  cu e buceta recebendo porra ao mesmo tempo e urrando como um animal ela gosava junto sentindo ondas de praser envadir seu corpo que suado  estenuado e abatido ficava a merce dos treis machos que se saciavam fudendo ela;    marli fode gostoso</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli na rola grande</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-na-rola-grande</link>
			<description>marli tinha dentro da buceta a enorme casseta de vinte e sete centimetros e fascinada ela olhava a pica entrando e saindo  num deleite profundo as coxas estavam elevadas e com uma chave de pernas ela  apertava o dorso do macho fazendo ele entrar mais fundo em sua buceta, que toda melada lubrificava o pau facilitando a entrada do monstro dentro dela que possesa gosava como uma cadela naquela vara. urrando como um animal marli timha seus orgasmos envadir seu corpo e gosando desvairadamente ela gemia de tesao  e enebriagada de desejos ela sentia toda vara dentro dela provocando uma luxuria e um desejo profundo no seu ser. e como se agonizace  marli tinha estetores de gosos que faziam ela gritar como uma cadela e gemendo alto ela sentia as fortes  estocadas   dentro    de  sua   vulva  que castigada     pelo  caralho  enorme   estava avermelhada e inchada toda arregassada pelo  enorme falo que a penetrava. e ao sentir  o pau esguixar dentro dela marli urrou ferozmente gosando junto e chorosa ela rebolava no cassete que a fudia com furia e totalmente arrombada marli tinha vertigens  sua cabeça rodava  e  alucinada ela gosava  intensamente.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli em 5 tempos</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-em-5-tempos</link>
			<description>rodeada pelos cinco machos marli  agachada  mamava todos eles alternadamente . e fazendo um rodizio de picas em sua boca  ela deixava escorrer de sua vagina um rio de secreçoes que pingavam seguidamente dela formando uma poça no tapete da sala .  a saliva escorria de sua boca como baba e molhava seus seios  volumosos que balançavam com seus movimentos de ir e  vir  mamando as varas.o olhar extasiado dela mostrava todo desejo que ela sentia  ao engolir as cassetas que castigavam sua boca indo ate sua  garganta . marli chupava com deleite as picas saboreando-as com tesao estampado no rosto entao ela foi erguida pelas maos de um deles que pegando-a  de frente meteu seu pau na buceta dela e em pe  bombou fundo  dentro dela que se abraçou ao pescoço dele e gemeu profundamente sendo  estocada pela vara  outro se gurou suas coxas e por tras entroduziu seu pau no anus dela que ao ter o cu envadido  gosou urrando de praser.e assim em pe os dois cassetes entraravam nela que gemia alucinada de tesao  ao sentir  a porra esguixar dentro de sua buceta marli berrava alucinada e gosando junto  ela se esvaia em orgasmos e nem bem ele se retirou outra pica ja ocupou sua buceta e os cinco se revezavam  comendo ela de todos os jeitos e delirando marli chorava nas varas que a fudiam sem parar e gosando como louca marli gemia satisfeita  toda lambuzada pela porra que eles despejavam nela</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>dupla foda</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/dupla-foda</link>
			<description>os peitos estavam sendo manuseados pelas maos asperas que puxavam sem do os bicos fasendo marli gemer de dor e tesao ao mesmo tempo.ela estava sentada sobre um cassete e de frente recebia outro .e ambos estavam em seus buracos  fazendo ela sentir naquela dupla penetraçao um tesao imenso e com as pernas abertas marli era fudida por ambos que bombavam dentro dela que  tinha seu cu e sua buceta sendo fudidos com fortes estocadas marli era segura por uma das pernas pelo macho que a possuia de frente e ela apoava-se em seu ombro  com uma das maos  a outra sobre o peito do que estava por baixo assim ela conseguia  ditar o ritmo das estocadas dentro dela e gosando  alucinada marli delirava nos caralhos e assim fudida ela esperava o goso dos machos  para gosar junto e se lambuzar  com um rio de porra.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>gosadas alucinantes</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/gosadas-alucinantes</link>
			<description>ao  ter  todos  seus  buracos violados,marli delirava de tesao.mamando na enorme pica. ela era duplamente penetrada no cu e na buceta por dois avantajados cassetes .que estolavam seus buracos, fazendo ela gemer de praser. seus liquidos vaginais escorriam em ambundancia de sua buceta, que melada por suas secreçoes deixavam o cassete deslizar para dentro dela que possesa rebolava  mexendo gostoso  peneirando aqueles caralhos que  a  fudiam  com vigor . sua boca mamava gulosa  a vara que era metida  ate sua garganta provocando lagrimas nos seus olhos.  e marli babava  no caralho.e sentindo seus orgamos envadir seu corpo . que era castigado pelas enormes cassetas  que entravam dentro dela. fasendo marli sentir gosos alucinantes.e toda lambuzada pela porra que era despejada nela marli gemia como louca sentindo os jatos de porra esguichar dentro de suas entranhas e desvairada marli gosava seguidamente</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>marli e uma dp anal</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/marli-e-uma-dp-anal</link>
			<description>marli era o recheio daquele sanduiche,os dois machos em pe  fudiam ela. que entre eles tinha seu cu e sua buceta ,sendo fortemente arrombados pelas enormes cassetas que vilolavam seus buracos. marli se apoiava com as maos ,nos ombros do macho que metia nela pela frente .e por  ele era segura pela cintura.enquanto o outro com as  maos segurava sua bunda e suas pernas estavam enroscadas no macho que metia de frente nela que suspirava recebendo estocadas em seu cu.entao ela se abraçou ao pescoço do homem e assim sua bunda empinava mais facilitando a penetraçao anal e  tendo  o outro pau na buceta ela gosava copiosamente entre gemidos lascivos . os treis corpos suavam ambudantemente a seiva de marli escorria por suas pernas e umida de desejos ela agasalhava os dois paus profundamente metidos dentro dela que como uma gata no cio gemia sentindo ondas de orgasmos envadir seu corpo  entao um deles se deitou  e marli decostas para ele sentou-se sobre seu falo e se deixou penetrar no rabo encaixando seu cu  na casseta que entrou toda nela que rebolando a bunda ajudou a penetraçao entao teve as pernas levantadas e o outro tambem procurou seu cu e forçando  a casseta contra o outro penis ambos entraram no rabo dela que com dois cassetes no cu urrou  possesa e  chorosa sentiu -se acostumar  com tal  situaçao e meneiando  a bunda  sentiu o entra  e sai , de seu cu e gosou alucinada nos dois paus que esporreavam no seu cu deixando uma enorme quantidade de porra dentro do guloso cu que era arrombado pelas  duas picas</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>O Corno Manso</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/o-corno-manso</link>
			<description>(continuação de A Grande Surpresa)

Fomos todos tomar banho. Todos é maneira de dizer, porque quando eu tentei entrar com eles p’ra banheira, minha mulher logo me travou:
- Corninho, estás a ficar muito abusador. Não vês que aqui não há lugar para ti? Ficas aí e vês como é que eles esfregam a tua mulherzinha. 
E eles deram-lhe um banho completo. Despejaram grandes quantidades de gel nas mãos e percorreram todos os recantos do seu corpinho delicioso. De pé no meio dos dois, minha mulher delirava com as carícias que eles lhe faziam.
- Parem, por favor, disse ela com lânguida. Se me venho outra vez, acho que vou desmaiar.
Depois foi a vez dela se ocupar da higiene deles. Virava-se para um deles e, enquanto o outro a encochava por trás, percorria-lhe o corpo todo com as mãos cheias de sabonete. Quando chegava ao cacete, demorava-se uma eternidade, esfregando todo o comprimento com movimentos de vai-vem. Era uma verdadeira punheta. Quando sentia que o cara começava a gemer, deixava-o e virava-se para o outro, repetindo com ele o que tinha acabado de fazer. Enquanto tratava de um, o que tinha sido abandonado em ponto de bala, por trás dela, tentava meter-lhe o caralho. Mas ela recusava, deixando-o louco.
- Não mete não, senão eu morro aqui.
Não sei p’ra quem é que a tortura era maior, se para eles que não a podiam comer, se para mim, que não podia aproximar-me, nem tão-pouco tocar-me. Naquele dia já tinha visto as melhores fodas da minha vida, mas ainda não me tinha vindo vez nenhuma.
Finalmente saíram da banheira e eu pude também entrar na banheira. Só que sozinho.
Fomos ao self-service do campismo e comemos todos como se já há 3 dias não víssemos comida à frente. 
Minha mulher sugeriu então que déssemos uma volta pelo parque, para facilitar a digestão.
- Vamos dar um passeio pelo parque. O corninho manso vai atrás. 
E dizendo isso, abraçou-se aos dois e começou a caminhar. De vez em quando parava e atracava-se num beijo de língua com um deles, enquanto o outro a apalpava descaradamente. Voltava a andar mais um bocado e voltava a repetir a cena, agora com os parceiros trocados. Quando isso acontecia, eu parava e ficava a alguns metros deles observando. O pessoal com quem nos íamos cruzando, percebia que eu era um corno mansinho e olhavam para mim, uns com ar de pena e outros sorrindo, com cara de gozo.
Numa extremidade do parque deparamos com um jogo de vólei, com muitos caras a assistir. Minha mulher cochichou alguma coisa no ouvido dos dois e separou-se deles indo p´ró meio da galera que estava assistindo ao jogo. Insinuou-se descaradamente no meio deles, aproveitando o entusiasmo deles com o jogo, para se roçar sem vergonha, ora num, ora noutro dos rapazes. Alguns, mais ousados, começaram também a aproveitar para lhe apalpar a bunda e roçarem-se pelas mamas dela. Cada vez mais caras se aproximavam dela e cada vez eram mais ousados nos apalpanços e na maneira como se roçavam encostados à bunda dela. Quando viu que já os tinha deixado loucos, fez tensão de se afastar mas, um deles mais ordinário agarrou-a num braço e tentou impedi-la de sair dali. Foi aí que o Jair, com seu físico imponente, se aproximou, tocou nas costas do rapaz e perguntou?
- E aí cara. Você não sabe respeitar uma senhora? Vou ter que te educar?
Nenhum dos caras replicou alguma coisa. Abriram rapidamente a roda em volta deles e os dois saíram dali atracados, com ela rebolando a bundinha, p’ra deixar os garotos ainda mais furiosos.
No caminho volta ao bangalô, várias repetiu a cena dos linguados e apalpanços com o Elias e o Jair. Quanto maior fosse o grupo de pessoas assistindo, mais putinha ela se mostrava.
Chegados ao bangalô ela não perdeu tempo e abaixando-se à frente dos dois começou a passar os lábios e a língua por cima do volume que o caralho deles fazia por baixo dos calções. Em pouco tempo já lhes tinha baixado os calções e mamava desenfreadamente, ora um ora outro. 
- Chega aqui corninho, chamou ela. Me ajuda aqui que tem pau que chega p´ra nós dois. Vem mamar que eu sei que você gosta.
Ajoelhei-me ao lado dela e fiquei com o compridão do Elias enquanto ela ficou com o grossão do Jair. A partir daí, parecia um concurso a ver quem caprichava mais na mamada. Às vezes abandonávamos um deles e dividíamos o pau do outro, lambendo um de cada lado do cacete. Quando viu que os caras já não aguentavam muito mais, levantou-se e foi rebolando em direcção à cama.
- Venham cá meus garanhões. Meus buracos estão precisando de cacete.
- Você tem a certeza que quer estrear o cuzinho com essas duas anacondas, perguntei eu, preocupado. E tentando aproveitar a situação, tentei insinuar-me:
- Não era melhor começar com um mais pequeno para se ir acostumando? 
- E há aqui mais algum homem tirando esses dois? Acha que eu vou querer a terminação, podendo ganhar a taluda?
Estava visto que esse domingo eu ia ficar na secura. Foi nessa altura que bateram à porta.
Fizemos silêncio, pensando que quem quer que fosse acabasse por desistir, mas não tivemos sorte.
- Abram, por favor. Eu sei que estão aí dentro e essa situação é irregular.
Percebi que agora é que devia ser a cobrança pelo excesso de pessoas no bangalô. Eu tinha pago apenas por uma pessoa e já éramos 4. Novamente peguei a carteira e fui abrir a porta. 
Era de facto um empregado do parque, rapaz alto e bem constituído, a quem eu perguntei quanto é que tinha que pagar a mais.
- Tenho que verificar quantas pessoas são, para saber quanto o senhor tem a pagar.
- Somos 4 ao todo. Como paguei por uma pessoa você tem a cobrar pelas outras três, disse eu.
- E porque é que eu hei-de acreditar no senhor? Você já mentiu na recepção dizendo que estava sozinho e agora já diz que são 4.
- Eu não menti, repliquei. Na altura eu estava sozinho, disse.
- Pois, mas agora eu tenho ordem p´ra verificar todas as divisões, para não ser enganado.
-Deixa o garoto entrar, disse a minha mulher de dentro do quarto.
Já se vestiram, pensei. E afastei-me para o lado deixando passar o rapaz que logo se dirigiu para o quarto. Quando chegou à porta ele parou de repente e ficou especado, com cara de quem tinha visto um fantasma. Aproximei-me e percebi porquê. Minha mulher cavalgava no caralho do Elias que estava deitado e o Jair, de pé, dava-lhe o pau para mamar. Durante todo o tempo que eu tinha estado a discutir com o rapaz, eles não tinham parado de foder.
- Você não queria que eu não estreasse o cuzinho com estes dois pauzudos, maridinho corno? Então pergunta aí ao garoto se não quer ser ele o primeiro a comer-me o cuzinho, disse ela.
Como eu me mantive calado, ela sem parar de cavalgar o Elias, ordenou:
- Já te mandei perguntar ao garoto se quer comer o meu cuzinho. Está à espera de quê? Vais ver, ele ainda te faz um desconto.
Obediente, virei-me para o rapaz, e perguntei?
- Você não quer ter o prazer de inaugurar o cuzinho da minha mulher?
O rapaz não respondeu. Limitou-se a baixar os calções e a entrar para dentro do quarto. O pau dele já em ponto de bala com a cena que presenciava, sem se comparar com os outros dois, era um belo cacete duns 18 cm. Minha mulher que cavalgava o Elias de costas para ele, deu meia volta sem deixar o caralho sair de dentro dela e, de cu empinado, virado para a porta, disse:
- Está aí. É todo seu.
Ela ia inaugurar o cuzinho em grande estilo. Com uma DP.
O rapaz subiu para a cama e posicionou-se de modo a enrabá-la. Encostou o pau ao buraquinho, agarrou-a firmemente pela cintura e fez pressão tentando que o pau entrasse. Como não conseguiu à primeira vez, o rapaz que devia ser bastante experiente, caiu de boca no cuzinho dela tentando lubrificá-lo.
- O garoto sabe do ofício, disse ela. Que delícia de língua. Lambe querido, lambe. E você corninho, venha aqui p’ró meu lado, de gatas p’ró negrão te comer o rabinho.
Como todo o corninho bem comportado, pus-me de gatas como ela ordenara e o negrão preparou-se para me enrabar. Encostou o pauzão, fez força e eu senti meu cuzinho a abrir-se para alojar aquela benga. Quando a cabeça começou a invadir-me a dor que eu já bem conhecia, obrigou-me a morder o lençol. Centímetro a centímetro o caralho do Jair foi tomando conta do meu rabinho. Percebendo que eu já tinha alojado a jeba do Jair, minha mulher ergueu o corpo para ver como era possível eu aguentar tamanho cacete.
- Que beleza, ver o teu rabinho a ser enrabado. Também quero pau no cuzinho. Agora, disse ela para o rapaz.
O rapaz voltou a encostar o pau no buraquinho dela e agora, logo que deu a primeira investida, a cabeça desapareceu dentro do cuzinho dela. Ela deu um berro e o rapaz ficou por momentos parado, para logo de seguida forçar mais um bocado e o pau começar a deslizar para dentro dela.
- Ai, foda-se. Dói p’ra caralho, queixou-se ela.
O garoto começou então, lentamente a fazer os movimentos de vai-vem, tirando o cacete quase todo e voltando a enfiá-lo até metade. Também o Elias que tinha parado os movimentos, recomeçou a bombar, apanhando o mesmo ritmo do rapaz.
A cama começou a ranger com o movimento dos 3 machos e eu pensei que, a qualquer momento, ela se fosse partir. Afinal, estávamos 5 numa cama que devia ser para 2.
Os 3 tinham as bombadas perfeitamente sincronizadas. A cadência das estocadas era cada vez mais rápida e expressão de dor ia desaparecendo da cara da minha mulher. O rapaz agora tinha-se inclinado para a frente e, agarrado às mamas dela, ia aumentando o ritmo e a profundidade das metidas. Eu também já sentia que não faltava muito para começar a sentir os colhões do negrão encostados aos meus. Era uma cena digna dos melhores filmes pornográficos. Um casal sendo comido por 3 machos que pareciam inesgotáveis.
- Fodam-me, caralho. Comam-me a cona e o cu. Enterrem-me os paus até às bolas, dizia ela.
E não tardou muito já tínhamos os paus enterrados até aos colhões, em todos os nossos buracos. O Jair fodia-me como da primeira vez. Dava cada estocada como se fosse a última da vida dele. O empregado e o mulato comiam a minha mulher como se não fodessem há um mês. A cama cada vez rangia mais. 
O meu prazer ia aumentando, mas mantive-me calado para que minha mulher não me impedisse de gozar. Sentia o cu todo arregaçado, mas era isso mesmo que eu queria agora.
O primeiro a gozar foi o empregado que depois da primeira leitada dentro do cuzinho de minha mulher, tirou rapidamente o cacete e veio acabar de se esporrar na cara e na boquinha dela. Esteve durante um bom bocado a dar-lhe o cacete para ela o mamar e quanto a erecção começou a desaparecer, saltou da cama, vestiu os calções e dirigiu-se para a porta.
- O que é que você vinha cobrar, perguntou-lhe a minha mulher.
- Um cuzinho, respondeu o rapaz, saindo porta fora.
Foi uma gargalhada, mas o assunto agora era sério. Enquanto o Jair me fodia divinalmente, minha mulher ergueu-se ligeiramente, deixando o cacete do Elias sair de sua coninha e olhando directamente nos olhos dele começou a baixar o cuzinho. O Elias agarrou no cacete para o manter direito e, logo à primeira tentativa o mangalho foi entrando, pedacinho a pedacinho, no cuzinho dela. Ela só parou de descer quando já não tinha mais pau para enfiar. Na primeira estocada, tinha enfiado 27 cm de pau no rabinho. Não querendo ficar atrás, pedi ao Jair para se deitar e, de cócoras em cima dele, engoli o cacete todo com o cuzinho.
Agora, eu e minha mulher, lado a lado, cavalgávamos nas pirocas dos nossos garanhões. Ela inclinou-se para mim e, sem parar de cavalgarmos, iniciámos um longo linguado. Com as mãos nas nossas nádegas o Elias e o Jair ajudavam-nos na cavalgada. O Elias foi o primeiro a encher o cu da minha mulher de leite. Quando ela sentiu o pau a murchar dentro dela, rapidamente saiu de cima dele e veio abocanhar o meu cacete.
- Quem aguenta um pau desses merece uma mamada, disse ela.
Eu e o negrão esporramo-nos ao mesmo tempo. Minha mulherzinha engoliu todo o meu leitinho e caiu para o lado desfalecida. Eu, com o rabinho todo dorido, caí para o outro lado. 
Quando acordámos eram 8 horas da noite. Tomámos banho, agora os 4 juntos e vestimo-nos.
- Vão desfazer a tenda, disse a minha mulher para o Elias. Venham connosco para nossa casa. Só temos uma cama, de casal, mas não precisamos de mais. Podemos dormir sempre dois por cima e dois por baixo.

Fim (será?)</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>A Surpresa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/a-surpresa-2</link>
			<description>Como relatei no conto anterior, A Grande Batalha, tinha sido um sábado em cheio. Minha boca e meu cuzinho tinham perdido a virgindade e a sua estreia tinha sido em grande estilo. Dois pauzudos tinham estoirado as minhas pregas e tinha os maxilares doridos de tanto ter que mamar.
Acabámos por adormecer nus, comigo no meio do Elias e do Jair.
Quando ouvi as pancadas na porta, fui arrancado do melhor sonho que já tinha tido. Sonhava que estava de joelhos, rodeado por 12 mulatões de pau em riste , que eu ia mamando alternadamente. Ao lado, numa enorme cama, 12 negrões deitados de costas, com os cacetes apontados p’ró tecto, esperavam que meu cuzinho os fosse comer. Melhor que o paraíso.
No entanto alguém batia à porta e pensei logo que seria um vigilante do parque de campismo, que viesse me cobrar pelas dormidas extras no bangalô. Achei que era melhor pagar o excesso sem reclamar, vesti uns calções, peguei na carteira e fui abrir.
Quando abri a porta, pensei que meu mundo tinha acabado.
- Olá amor, disse minha mulher. Tive que adivinhar que você tinha vindo para aqui, continuou ela enquanto entrava sem que eu a pudesse impedir
- Vamos embora então, disse eu tentando que ela não chegasse ao quarto.
Mas o inevitável aconteceu. Parada à porta do quarto, olhando p’rós dois garanhões deitados na cama, completamente nus, ela permaneceu muda por uns longos minutos. Depois explodiu:
- Safado, sem vergonha, por isso é que não me disse p´ra onde vinha. Pôs o telefone no silêncio p’ra puder estar na pouca-vergonha. 
Acordando com o barulho que ela fazia, o Elias e o Jair levantaram-se rapidamente e pegaram os calções para saírem dali.
- Onde é que vocês pensam que vão? Gritou ela p’ros dois. Acham que se serviram aqui do boiola e agora podem sair? Estão muito enganados. Vão ter que pagar por terem se servido do que é meu. Já p’rá cama outra vez, ordenou.
Eu estava sem perceber quais eram as suas intenções, mas ela logo me tirou as dúvidas. Arrancou a T-Shirt que tinha vestida, desapertou a saia que caiu a seus pés e disparou: 
- Quem é que vem acabar de me despir?
Eu tentei aproximar-me dela, para não dar esse prazer a nenhum dos outros dois, mas ela logo me parou:
- Você não. Você agora vai levar chifre. Agora vai ser um corninho obediente e só vai fazer o que eu mandar.
Os dois olharam p’ra mim, meio sem jeito, como que pedindo permissão, mas eu só baixei a cabeça. 
O Jair, que era o mais atrevido, levantou-se e, em vez de a despir, pegou nela ao colo e deitou-a  na cama ao lado do Elias. Depois, deitou-se do outro lado, virou-a p’ró Elias e desapertou o colchete do soutiã ela. O Elias caiu logo de boca nas mamas dela e o negrão começou a apalpar-lhe o rabinho mesmo por cima das cuecas. Via-se na cara dela que a fúria já tinha passado. Não demorou muito ela já tinha o cacete do Elias na mão direita e passando o braço esquerdo para trás, por baixo do corpo, procurou o pauzão do Jair com a mão esquerda. Com um caralho em cada mão, as mamas na boca do mulato e o rabinho apalpado pelo negrão, ela tinha uma carinha de felicidade.
Eu estava paralisado. Minha mulher olhou p´ra mim e enquanto se erguia para que o Jair lhe tirasse as cuecas, disse:
- Quer ver como é que sua mulherzinha gosta de ser comida? Então assiste meu corno manso.
Dizendo isto, ajoelhou-se no meio dos dois e começou a mamá-los alternadamente. Dava meia dúzias de chupadas num deles, percorria-lhes o mangalho com a língua e passava para o outro. Ela sempre foi muito boa na chupeta e os caralhos dos dois pareciam maiores do que nunca. Depois de uns 5 minutos de chupadas, com o rabinho empinado, virado para mim, ordenou:
- Anda cá corninho, vem chupar a minha coninha, vem prepará-la para estes dois cacetões.
Aquela era uma ordem que eu cumpria com o maior prazer. Já me tinha passado o ciúme e o meu tesão estava a mil. Aproximei-me dela e comecei a lambe-la. Passava a língua pelas bordas da cona, de vez em quando enfiava a língua um pouco no buraquinho, mas tinha o cuidado de não lhe tocar no clitóris para a fazer sofrer. Ela torcia-se toda enquanto mamava os meus amigos sortudos. 
- Isso corninho, lambe-me a coninha toda, lambe. Não tarda nada e ela estará a levar com esses dois cacetões. 
Ela gostava de dizer palavrões quando fodiamos mas hoje estava mais desbocada. Já que ela estava assim desvairada, achei que era a ocasião de a iniciar no anal e para que ela percebesse o que eu queria, comecei a deixar a língua correr até ao cuzinho. A primeira vez ela encolheu-se e eu rapidamente voltei p’rá buceta. Desta vez passei a língua levemente pelo clitóris e ela estremeceu toda. Aproveitei o entusiasmo dela p’ra voltar até ao cuzinho. Rodeei o anelzinho com a língua e depois forcei ligeiramente o buraquinho. Senti que desta vez ela já tinha gostado e fui alternando entre a cona e o buraquinho do rabinho.
- Chupa corno, dizia ela. Chupa-me a cona e o cu, chupa.
Ela parecia estar à beira de se vir, mas antes que isso acontecesse, saltou p´ra cima do mulatão, desceu a cona na direcção do mangalho e enfiou metade do pau só na primeira metida.
- Que caralho gostoso. Quanto é que você dava, corninho, p´ra ter um pauzão desses?
Começou a subir e a descer lentamente no pau do Elias. Via-se na carinha dela que a cona devia estar a doer-lhe, mas não dava parte de fraca. A cada descida a buceta engolia uma quantidade maior do cacete.
- Ó corninho, acho que está ali um pau sobrando. Vai tratar dele enquanto a tua mulherzinha se dekicia com este. Vai lá, não se faz de esquisito. Vai mamar, vai corninho.
Alguém pode recusar um pedido desses da mulher? Poder pode, mas não sabe o que perde. Gatinhei até ao cacete do negrão e comecei o broche. Dava umas chupadas, tirava fora, lambia a cabeçorra a toda a volta, lambia-lhe o pau todo até aos colhões, metia-os na boca, voltava a percorrer o cacete do Jair até à pontinha e voltava a mamar, procurando engolir o mais possível.
- O corninho é especialista, disse ela. Parece que fez isso a vida toda, acrescentou. Como ele mama gostoso, ein negrão? Está gostando da chupeta, está? Só não se esporra ainda, que esse leitinho quem vai tirar sou eu.
Por essa altura ela já metia o pau do mulato até às bolas. O ritmo das descidas e subidas era cada vez maior e o mulatão resolveu comandar a foda. Numa das subidas, quando o cacete estava quase todo fora, segurou-lhe as nádegas por baixo para não a deixar descer e, movimentando os quadris, foi ele de encontro a ela, atolando-lhe o pau todo. Começou então a comê-la como ela nunca tinha sido comida. A velocidade das bombadas era cada vez maior e ela começou a gritar:
- Fode, caralho. Fode-me com força. Esfola-me a cona toda, caralho. Isso assim, fode, fode, fode… fooooooode… fooooooode…. estou-me a viiiiiiiiiiiiiiiiiiir … aaaaaaaaaaaaaaaaaaai . O Elias não resistiu e começou também a esporrar-se todo p´ra dentro dela.
- Toma puta, toma leitinho, toma cara……………..lho.
Ficaram os dois abraçados por um longo momento, ainda com o mulato dentro dela. Eu não parava de mamar o Jair, pois sabia que ela era de recuperação rápida e ia querer o pau do negrão em seguida. De facto, não demorou muito para ela se separar do Elias e me dizer:
- Agora vai limpar o pau do mulato com a boquinha, que eu vou comer esse grossão todo.
Ainda com a esporra do Elias a escorrer-lhe para fora da cona, subiu para cima do Jair e começou a tentar enfiar o cacete. Vendo que o Pau estava com dificuldade em entrar, o negrão deu uma valente estocada e a pontinha entrou na cona da minha mulher, que não foi capaz de evitar um grito de dor.
- Ai caralho, é muuuuito grande, porra. Vai devagar negrão, se não você vai acabar comigo.
Mas o Jair já estava à muito tempo em ponto de bala e não estava p’ra meiguices.  Deu outra estocada e mais de metade do pau desapareceu na cona dela.
-Ai cabrão, foda-se. É muito grosso porra. Fode devagar.
- Fode devagar mas é o caralho, aqui você agora já não manda nada, puta. Põe-te de quatro que agora você vai ver estrelas. Não queria pau? Pois vai ter o pau todo até aos colhões.
E, pegando nela ao colo, como se fosse um bebé, levantou-se da cama com ela, pô-la de joelhos á sua frente e voltou a meter-lhe a jeba pela buceta dentro. Ela encostou a cabeça à almofada e ele começou a comê-la furiosamente.
- E agora, puta, está gostoso? Já tinha sido comida por um desses, já? Escusa de reclamar, que agora o Jair está a foder.
Mas ela não reclamava. Tinha lágrimas nos olhos e mordia a almofada. Cada bombada era maior que a anterior. Ao fim de pouco tempo o pau já desaparecia todo dentro da coninha dela.
- Então agora já não pede pau? Perdeu a voz?
Eu, que já tinha acabado de limpar o cacete do Elias, apreciava a maior foda que já tinha visto. Era lindo ver a coninha da minha mulher, que até p’ra mim era apertadinha, engolir aquele caralhão inteirinho. Ela começava a dar sinais de estar se acostumando com a grossura do cacete que a comia e já ia dando uns gemidos de satisfação.
- Está gostando, está? Quer levar leitinho na coninha ou na boquinha, perguntou o Jair.
- Onde você quiser, disse ela. Não é você que manda agora? Enquanto dizia isto, ela já rebolava no cacete dele. Estava à beira de novo orgasmo.
Não pára agora que eu vou-me vir, disse. Não pára não, me fode, me fode, me foooooooooooode.
E veio-se como se não se viesse à um mês. Toda ela se torcia no pau do cara. Quando as convulsões dela pararam, o Jair tirou o cacete de dentro dela, virou-a, levou-lhe a boquinha até ao pau e encheu-a de leite. Ela tinha leite dentro da boca, na cara, no cabelo e até nas mamas. 
Ela deixou-se cair p’ra trás e eu aproveitei para ir limpar o cacete do negrão com a boquinha, engolindo todos os restos que lá tinham ficado. Em seguida fui beijar minha mulher e lamber-lhe o leite todo que ela tinha na cara. A boceta dela estava vermelha mas ela estava com uma cara de felicidade.
 - Então amor, gostou, perguntei eu, já sabendo qual era a resposta.
- Gostei sim, mas não pense que eu estou acabada. Vamos todos almoçar, que há aqui um buraquinho que ainda não foi estreado. Esse domingo vai ser longo?
Será que ela estava pensando dar o cuzinho p’rós dois, ou só p’ró Elias. Se ela tentasse dar p’ró Jair, será que ela ia aguentar?
Também querem saber? Eu voltarei p´ra contar o resto do fim-de-semana.</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Escort Girl na Agência</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/escort-girl-na-ag-ncia</link>
			<description>Este é o último conto que tenho escrito, agradeço a todos pelas centenas de emails recebidos e espero tenham gostado. Beijos a todos.

Depois de minha primeira aventura como Escort Girl e após contar para meu marido com detalhes tudo que havia acontecido, em meio a trepadas de todas maneiras possíveis e imagináveis, embalados ao som da história ocorrida, ele me falou que a sua maior fantasia seria ver como eu me comportava como uma prostituta. 
Falou que eu deveria ser uma adorável vagabunda e que amaria me ver fazendo algum programa e vendo como eu me comportava nessas situações. 
Esta idéia começou a mexer com nossa imaginação e começamos a pensar e imaginar uma maneira de poder satisfazer essa curiosidade, lógico que eu estava amando a possibilidade e fiquei super excitada com a idéia. 
Resolvemos então falar com a Marlene, nossa amiga, agenciadora de programas e combinamos que eu faria programa na agencia durante um dia e que o Roberto iria estar presente na casa, como se fosse um cliente normal.
Neste dia ela me agenciaria para um ou mais cliente da casa que lá estivessem e colocamos como únicas exigências, que eles tinham que ser simpáticos e agradáveis e também que fossem de fora do Estado, para que não pintasse ninguém conhecido. 
Tudo combinado, no dia acertado fui cedinho para casa de nossa amiga, tomei um banho bem demorado, passei óleo no corpo inteirinho, me perfumei toda, coloque um mini vestido preto, enterrei uma mini tanga no rabo e fiquei preparada para receber um dia de trabalho... rs...rs...rs... 
A casa abria as 12 hs. e eu entrei em cena em torno de 16 hs., hora que o Roberto chegou e horário de maior movimento da casa.
A sala era bastante ampla com diversos sofás e nós, as garotas, ficávamos desfilando, nos mostrando, agradando os possíveis clientes e às vezes ficávamos sentadas conversando. 
E eu para descontrair e para ficar mais desinibida estava tomando champanhe e sei o efeito que esta bebida tem sobre mim, me deixa sem o mínimo pudor e muito mais puta do que sou... rs...rs...rs...
Procurei o Roberto e o percebi amassando, bolinando e agarrando uma das garotas da casa, ela já estava com os seios de fora e agarrava no pau dele.
Eles já estavam no maior amasso e ele nem viu quando passei perto, neste ínterim fui chamada pela Marlene e apresentada ao Marcus, Carioca, piloto comercial, cliente antigo da casa, muito bonito, bem feito de corpo, ótima aparência pessoal, mais de 1:85 de altura, corpo definido, muito forte e cara de muito safado. 
Sentei ao lado dele e percebi que todas as atenções, de meu marido, de sua acompanhante e da Marlene, passaram a ser para nossas ações e reações, embora procurassem disfarçar. 
O Marcus sem nem imaginar o que estava rolando começou a passar a mão nos meus cabelos... me abraçou... me apertou... me beijou... chupou meu pescoço... passou a mão nas minhas coxas e  apertou e agarrou meus seios por cima da roupa. 
Nesse meio tempo nossa anfitriã colocou música para dançar e começamos a nos enroscar um no outro, o Roberto no meio do salão começou a tirar a roupa de sua acompanhante e o Marcus me bolinava, já estando com as duas mãos enfiadas por baixo de meu vestido, enquanto eu sentia um pau duríssimo no meio das minhas coxas e eu me esfregava toda nele e o agarrava por cima da calça. 
Ele me perguntou se eu gostaria de fazer um strip para ele, ao que lhe respondi que preferia fazer uma coisa diferente e perguntei se ele topava um desfile sensual. 
A início ele não entendeu muito bem o espírito da coisa, mas assim mesmo topou de imediato. 
Como falei no início estava com um mini vestido preto e um sapato de salto super alto, o que acentuava mais ainda minhas formas. 
Iniciei uma dança bem sensual e comecei a fazer um desfile indo de uma sala para outra, passando vagarosamente pela frente deles. 
Na primeira vez fui até o quarto e tirei o vestido voltando apenas de tanguinha e com o sutiã vermelho, na segunda, vim somente de tanguinha e nua da cintura para cima... 
Nesse momento parei na frente do Marcus e me esfreguei toda nele... passei os seios no seu rosto... dei um longo e molhado beijo na sua boca... agarrei e apertei o seu pau... e .... retornei ao local de partida. 
Desta vez retornei totalmente nua,  somente com o sapato de salto alto... 
O Roberto não tirava os olhos de mim e a esta altura estava sendo chupado pela sua acompanhante, enquanto o Marcus estava com a pica em riste e  mais dura que uma estaca... 
Os outros clientes não estavam entendendo nada, mas estavam adorando o showzinho particular. 
Atendendo a alguns pedidos, nossa anfitriã me pegou pela mão e me apresentou, nua em pelo, a todos os homens presentes dizendo que eu era a mais nova aquisição da casa, eles me apalparam, passaram a mão ma minha bunda e seios, me enfiaram os dedos, passaram a língua nos meus seios, me beijaram... 
O Marcus veio até mim, me puxou pelo braço e disse que neste eu já estava agendada e que seria somente dele, então me agarrou e me colocou sentada no seu colo... 
Apertava, mordia  e me chupava os seios, enfiava a mão no meio de minhas pernas, dedilhava meu grelo e eu fui perdendo o controle e ficando muito louca e a champanha já havia levado o pouco de juízo que tenho. 
Após o Marcos se levantou, me colocou sentada no sofá , se ajoelhou e enfiou a cabeça no meio de minhas pernas, me chupando e enfiando a língua no fundo da minha chana... 
Levantou tirou um picão para fora que mais parecia uma garrafa de cerveja de tão grande e duro que era, puxou minha cabeça na sua direção e enterrou tudo até o fundo da minha garganta, gozando quase que imediatamente, me pegando de surpresa e me fazendo afogar em um rio de porra grossa e maravilhosa. 
O cacete não deu sinasi de baixar e ele sentou me puxou para o colo e enterrou o cacetão até o fundo da minha chana, lentamente, vagarosamente, carinhosamente, foi-me alargando, me abrindo de uma maneira maravilhosa, me senti rasgada... arrombada... eu já o estava cavalgando com violência, tirava tudo de dentro e sentava novamente deixando o cacete deslizar até o fundo... Sentia seu pau tocar no fundo meu útero. 
Pedi para ele me comer de quatro, para ele me puxar, para me rasgar toda e ele vindo por trás meteu tudo de uma vez e me possuiu violentamente tirando e metendo o cacete até o final... as vezes tirava o cacete de minha chana... esfregava nas minhas coxas e me dava para chupar..
As vezes pincelava o meu cúzinho, que começou a piscar de receio, pois eu estava imaginando como iria agüentar aquela tora no meu rabo.  Delicadamente ele cochichou no meu ouvido que queria comer meu rabinho e se eu daria a ele. Pedi para que ele fosse muito delicado, que lubrificasse bem e que colocasse somente a cabecinha na entrada, que o resto do trabalho eu mesmo faria. 
Ele lubrificou bastante meu cúzinho, colocou o cacetão na entrada e eu comecei a rebolar, fazia movimentos circulares enquanto pressionava a bunda na sua direção, fazendo o pau entrar lentamente e enquanto mexia o meu rabo aos poucos empinava a bunda para trás, forçando e facilitando a entrada. 
A dor era quase insuportável, mas a tesão de estar sendo enrabada na sala, perceber que estava sendo observada por uma platéia, vendo na minha frente meu marido me olhando e metendo em outra mulher, me dava uma tesão incontrolável. 
Abri ainda mais o meu rabo e jogando a bunda para trás, de uma só vez permiti que ele enfiasse o cacete até o final... Senti o gozo chegar violento... forte ... sentia ele entrar e sair violentamente de mim., eu gozava aos borbotões, me desmanchava em orgasmos múltiplos e senti quando ele encheu meu cú de porra. 
Após esta gozada fomos tomar um banho e eu o chupei novamente, ele me deu mais uma metida embaixo do chuveiro e acabou gozando novamente na minha boca, depois meu cliente foi embora. 
Após voltar para a sala ainda fui requisitada por alguns homens que não descansaram enquanto não enfiaram a mão no meu rabo, me apalparam ou enfiaram a pica na minha boca. 
Meu marido que estava conversando com um outro homem, me puxou, me fez sentar no meio deles e da sua acompanhante e começou a me bolinar, enquanto me beijava, tirava meu vestido e chupava meus seios
Ele continuava fingindo que era um cliente e me colocou sentada por cima dele, enfiando o pau na minha boceta alagada, ato contínuo convidou o amigo para comer meu rabo, numa dupla penetração e eu estava adorando... 
Naquele dia perdia a conta de quantos homes me bolinaram, quantos paus chupei, quanta sacanagem aconteceu, eu sai de lá completamente tonta por causa da champanha, tinha esperma em todas partes do corpo, cabelos, boca, rosto, seios, coxas, rios de porra escorriam do meu cú e da boceta, mas eu estava realizada, como puta e como mulher.
Depois disso, a Marlene nos comentou que diversos daqueles homens que estiveram presentes naquele dia, pedem para conhecer, ficar ou sair com a moça nova da tanga vermelha e rabo em forma de maçã e ela sempre responde que por motivos pessoais tive que viajar, mas quando voltar todos serão avisados.
Quem sabe, talvez um dia desses me de vontade de me prostituir novamente... 

Claudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Claudia e Manoel</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/claudia-e-manoel</link>
			<description>Seguindo nosso processo de colocar em forma de contos, todas as nossas aventuras e experiências, vou relatar uma de minhas taras e fantasias mais esperadas, que levei tempo para realizar, mas foi um dos maiores prazeres que tive o prazer de sentir e que até hoje ao ver o filme e as fotos me faz gozar só de recordar.
Como já havia confidenciado para vocês anteriormente adoro sair com negros, especialmente os hiper dotados, gostosos e que gostam de dominar, que me tratam como uma fêmea no cio, que impõe sua vontade e que praticamente me tratam como cadela e prostituta, que me estupram e me deixam arrombada fazendo eu me sentir uma verdadeira vadia e quando terminam de me comer me deixam completamente prostrada, acabada e dolorida por semanas.
Depois da nossa história já relatada com o Vilmo que durou muitos anos e inclusive ele se tornou nosso parceiro de ménage, swing e surubas e que em todas as festas que íamos o levávamos junto, pois ele fazia o maior sucesso entre a mulherada com aquele tronco no meio das pernas, em uma de nossas andanças em um Clube de swing acabamos conhecendo o Manoel, também negro, quase 2 metros de altura, muito forte e com um pau inacreditável. Ele era segurança neste Clube e cuidava do estacionamento externo e uma certa noite na saída de uma das festas de swing eu estava com um vestido brilhoso vermelho e sem nada por baixo e quando estávamos indo embora ele nos acompanhou até o carro e eu como já estava prontinha de tanto beber resolvi me insinuar para ele e então tirei o vestido e fiquei desfilando na frente dele peladinha e comecei a me esfregar nele, que sem muita conversa ou frescura tirou um senhor pau para fora e me pegando a força, me colocou deitada por sobre o capo de um carro me enfiou o caralho de uma só vez, me arrombando e me realizando como fêmea e depois de gozar simplesmente virou as costas e foi embora.
Eu adorei a pegada e o pauzão dele e voltamos lá muitas outras vezes, depois trocamos telefone, saímos juntos muitas vezes e ele ficou nosso amigo. O Manoel era meio tosco, mas gostava muito de sacanagem e de erotismo, adorava quando eu me vestia de forma sensual para ele e eu caprichava.
Certa vez ele estava de folga e o convidamos para ir passar um final de semana conosco em um flat que havíamos alugado em Camburiú e ele topou, na época tínhamos uma Pálio vermelha e daqui até Santa Catarina, fui chupando o pau do Roberto e do Manoel, como estava apenas com um vestido de seda levezinho, sem nada por baixo, às vezes passava para o Banco de trás e sentava no colo dele e ele me atolava aquele monstro cabeçudo, me arregaçava e  me fazia esvair em gozos sucessivos, enquanto me dava uns tapas na cara e na bunda, coisa que adoro.
Esqueci de comentar este pequeno detalhe, gosto de ser dominada, adoro levar uns tapas na cara e na bunda quando estou trepando e gozando o Manoel sempre foi extremamente dominador e também meio sádico, adorava me fazer sentir a mais puta das vadias e me batia até deixar  grandes marcas vermelhas que queimavam como brasa na pele e quando ele estava dentro de mim, com aquele monstro me alargando, cada tapa que ele dava me levava a um novo orgasmo, me deixando alucinada e fora de mim, me levando a gozar de forma cada vez mais forte e intensa.
Quando chegamos a Comburiu, já era relativamente tarde e paramos para lanchar no caminho e não precisar sair para jantar, também passamos em um mercado e aproveitamos para comprar vinhos, queijos, chocolates, morangos e champanha, combinação que eu adoro.
Ao adentrarmos o prédio ele começou a me agarrar e no elevador ele não parava de me apalpar, levantar meu vestido e agarrar minha bunda, eu então preocupada falei para ele maneirar e ter cuidado, pois todos os elevadores tinham câmera e os porteiros estavam sempre vigiando tudo que acontecia, então ele tirou o pau para fora, me mandou ajoelhar e chupar, para mostrar aos vigias a puta que eu era e também que tinha um dono. Fazer o que, como negar algo que ele me pedia, ajoelhei e enfiei o cacete na boca e fiquei mamando aquele pirocão preto, a noite prometia.
Logo a seguir ele tirou meu vestido e me deixou pelada no elevador e mandou ir na frente deles do jeito que estava até o nosso apartamento e eu fui rebolando o rabão, já toda alagada de tesão.
Quando entramos em casa ele me colocou de costas por sobre a mesa e enfiou o cacete na minha boceta até que explodo em gozo, depois tirou o pau de dentro mandou limpar com a boca e tomar banho, para depois vir para a sala onde ele iria me arrombar toda.
Eu então pensei numa maneira de agradar meus dois machos e após tomar banho, me perfumar e passar creme em todo corpo, coloquei diversas roupinhas sexys e sensuais e desfilei para eles, rebolei, coloquei a bunda e os seios na cara deles, esfreguei a boceta no rosto deles, sentei no colo de ambos, chupei o pau dos dois e por fim apenas de sapato de salto alto, vim para a sala com eles.
Colocamos um filme pornô de uma transa nossa com um casal de amigos e começamos a assistir, entre muita bolinação, eu chupava e mordia aquele pau maravilhoso, mas o meu desejo e pensamento estava em encontrar uma maneira de fazer com que o Roberto experimentasse, chupasse e sentasse naquele cacete, pois uma das coisas que mais adoro é ver uma relação homo e se fosse com o Roberto e o Manoel então seria  maravilhoso.
Enquanto o Manoel me agarrava , me bolinava e me colocou sentada sobre o cacetão dele, o Roberto foi tomar banho e rebolando com aquele monstro agasalhado dentro de mim, aproveitei para confidenciar no ouvido do Manoel que o Roberto já tinha chupado o pau de um amigo nosso,quando estava meio bêbado na praia de castelhanas e também que havia comido e dado o rabo para o homem de um casal que tínhamos relações há algum tempo, mas que eu sonhava ver ele enrabando o Roberto, com aquele pauzão, sem dó nem piedade.
Perguntei se ele topava fazer algo semelhante ou se tinha algum preconceito a relações homo, ele falou então que não tinha nenhum tipo de preconceito e que topava tudo e que cuzinho então ele não recusava, fosse de homem ou de mulher e como ele participava de muitas festas de swing o que mais pintava era homens chupando, agarrando e querendo ser enrabados por ele.
Comentei ainda que o Roberto não sabia de nada e que também não havíamos combinado nada semelhante, mas que eu iria dar um jeito de fazer com que ele bebesse o suficiente para ficar veadinho o bastante,  para ser enrabado por ele. rs...rs...rs...
Na volta do Roberto estávamos namorando e dançando lentamente e coladinhos e o Manoel enfiava aquela língua áspera e enorme na minha boca e agarrava minha bunda, enquanto o pau estava enfiado no meio das minhas coxas me causando arrepios de prazer ao sentir a grossura e a quentura do bicho.
Pedi para o Manoel sentar no sofá e coloquei o pau dele na minha boceta e pedi para o Roberto me chupar e a medida que ele enfiava a boca e a língua na minha boceta, não escapava de lamber e encostar a boca no pauzão do Manoel., algumas vezes o pauzão escapava e o Roberto lambia, chupava e colocava novamente dentro da minha boceta.
Tocou uma música legal e o Roberto se abraçou em nós e ficamos dançando e nos bolinando, eles me colocaram no meio e fizeram um sanduíche de mim e notei que o Manoel começou a passar a mão e agarrar a bunda do Roberto.
Eles forma me beijando, chupando e me deram um demorado banho de língua enquanto eu batia uma  punheta nos dois e ia ao delírio!
Eu beijei o Roberto, pedi para ele se ajoelhar e mamar no caralho do Manoel e a início imaginei que ele ia se fazer de veadinho difícil. Mas não, caiu de boa e mamou no cacetão como um bebê cai de boca numa mamadeira e eu vendo aquela cena maravilhosa, me masturbei e gozei intensamente.
Enquanto ele chupava, eu lambia o seu saco, depois deslizei a língua pelo cacete, e enquanto batia uma punheta, enfiei a língua e lambi o cuzinho do Roberto que ficou todo arrepiado.
Então deitei no sofá, o puxei por cima de mim e pedi então que ele me comesse, enquanto pedi para o Manoel meter no cú dele ao mesmo tempo. Ele não reclamou, não chiou, não esperneou, mas vi que ficou tenso e preocupado, então levantei, peguei um tubo de KY dei para o Manoel e disse no ouvido dele, te diverte, enfia tudo, por ti e por mim. rs...rs...rs...
Puxei o Roberto sobre mim e trancei as penas nos quadris dele o puxando e deixando a sua bundinha a mercê do Manoel, que colocou o KY e depois de enfiar os dedos para alargar um pouquinho e preparar a penetração, colocou o cabeção na entradinha e foi forçando rabo adentro. O Roberto deu um pulo e tentou escapar, mas eu o segurei com as pernas e o Manoel o segurando pela cintura, enfiou o que restava, ele deu um grito que deve ter sido ouvido por toda vizinhança e depois ficou quieto, com lágrimas escorrendo dos olhos.
O Manoel parou e deixou ele se acostumar com o monstro no cu e depois começou a fazer um lento movimento de vai e vem e eu enti o pau dele crescer dentro de mim e também quando ele começou a rebolar naquele pirocão preto e cabeçudo.
Perguntei no seu ouvido se ele estava gostando e ele comentou que parecia que estava sendo rasgado, que nunca tinha sentido uma dor e uma tesão tão forte na vida, que estava sentindo o pau do Manoel  inchar no cu dele e também que o cacete enterrado era muito quente e parecia que ele tinha um ferro em brasa enterrado no reto, mas que agora ele queria ir até o fim e queria sentis o cu estufar com a porra do Manoel no reto.
Senti que os movimentos dos dois se aceleravam e a respiração ficou mais forte e rápida e o Roberto despejou um rio de porra dentro de mim, enquanto o Manoel urrando, derramava toneladas de porra grossa e quentinha dentro do rabo agora completamente arrombado do Roberto.
Depois ele tirou o pau do cú do Roberto e tinha sinais de sangue, além de ter deixado o rabo dele completamente alargado e com diâmetro semelhante a uma moeda de um real, completamente aberto e vermelho.
O Manoel então brincou que a partir daquele momento ele ia ter duas putinhas a disposição e que iria sempre querer comer os dois rabos quando saísse conosco, depois fomos tomar banho e o Manoel me comeu novamente dentro da banheira e quando estava para gozar chamou o Roberto e mandou ele abrir a boca e chupar, quando o Manoel gozou ele tirou o pau da boca e deixou esporrar apenas na cara, no peito e nos cabelos dele.
O Manoel então falou que não iria admitir isto novamente, pois o esperma dele não era lixo para ser desperdiçado e me mandou lamber e limpar tudo que tinha caído no corpo de Roberto e depois dar um beijo nele com a boca esporrada, para que ele lambesse e sentisse o gosto da porra dele, para começar a se acostumar.
Eu como boa cadela obedeci, afinal o que este macho picudo me pede que eu não faça?
Naquela semana o Roberto perdeu tudo que tinha ainda de preguinhas no cu, pois aquele pirocão saia do meu rabo e entrava direto no dele, ele ainda foi comido com muita vontade embaixo do chuveiro e dentro da banheira de hidromassagem.
No último dia antes de retornarmos para casa, o nosso amigo, esporrou rios de porra dentro da boca do Roberto e fez ele engolir, o que concluiu com chave de ouro a minha fantasia e que concedeu ao Roberto o título de veadinho preferido e de cuzinho maravilhoso, segundo avaliação do nosso amigo pirocudo.
O Manoel até hoje é nosso amigo e até hoje saímos com ele e já fizemos loucuras que nem eu mesmo acredito que aconteceram.
Claudia –  Claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Paraíso Tropical</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/paraiso-tropical</link>
			<description>Adoramos o Nordeste e em outubro de 1996, fomos passar as férias na cidade de Natal no Rio Grande do Norte e alugamos uma casa na praia de Búzios que fica aproximadamente 16 km de cidade de Natal. 
Como é um período de baixa temporada na região, o pessoal nativo prefere ficar nas praias mais próximas a cidade, como por exemplo Ponta Negra, Praia do Meio, Praia dos Artistas, etc..., e como conseqüência ficávamos a maior parte do tempo sozinhos com a praia completamente a nossa disposição e deserta durante a semana e com pouquíssima freqüência nos finais de semana. 
Aproveitávamos então para fazer as maiores loucuras possíveis, todo dia transávamos e andávamos completamente nus a beira do mar. 
Quem curtia nossas sacanagens eram alguns operários da construção civil que estavam trabalhando ali próximo e que nós desde o primeiro dia em que chegamos e começamos com as sacanagens fizemos de conta que não os estávamos vendo. 
Quando começávamos a chegar na beira da praia era uma correria só, todos eles se escondiam nos prédios, buscando o melhor lugar para ver o nosso showzinho particular. 
Tínhamos como hábito também caminhar todos os dias pela beira do mar no início da manhã e no finalzinho da tarde, passando por diversas outras praias maravilhosas, como Pirangi, Cotovelo, Ponta Negra, etc... 
Nesse trajeto encontrávamos diversos turistas de passagem ocasional por estes locais e aí que me veio a idéia. 
Imaginei como poderia ser bom ser paquerada, cantada e possuída naquele paraíso, me dava a maior tesão ao imaginar que poderia ser possuída por um desconhecido que depois eu nunca mais veria, falei sobre meu desejo com o Roberto que prontamente topou a brincadeira e acertamos todos os detalhes. 
Combinamos que no dia seguinte eu iria fazer a caminhada como se estivesse sozinha e ele viria atrás para me dar cobertura se desse algo errado, ele também traria a filmadora caso pintasse algo diferente ele registraria 
Na manhã seguinte coloquei uma mini tanga enterrada no rabo que fiz questão de puxar mais ainda para dentro, ficando aparecendo os cabelinhos e os grandes lábios da minha chaninha, bem como ficou um fio minúsculo cobrindo meu rabo. Coloquei ainda uma saída de praia de renda e fomos ao passeio. 
Não precisei ir muito longe, a uns 800 metros de Búzios tinha um barzinho com cadeiras e mesinhas na areia e este local estava bastante movimentado. 
Havia alí um grande grupo de turistas, alguns andando de pedalinho, outros de Jetski, outros simplesmente bebendo e conversando. 
Quando eu passei ví que comentaram alguma coisa sobre mim e ao olhar para o lado ví um rapaz do grupo que deu uma olhada que me fez tremer da cabeça aos pés. 
Ele era lindo, moreno, olhos verdes, coxas grossas, peito cabeludo, nariz e rosto perfeitos foi tesão a primeira vista de ambos os lados e eu resolvi ficar por ali mesmo. 
Não demorou muito e ele estava sentado ao meu lado, demorou menos ainda para estarmos brincando dentro da água e ele começar a me agarrar e bolinar. 
Eu estava toda arrepiada de tesão, me esfregava nele como se estivesse no Cio. Ele me apertava, me beijava, me agarrava por trás e esfregava o cacete que já estava completamente duro no meu rabo. Eu por minha vez fazia tudo para colaborar e estava completamente alagada de tesão. Como não podíamos fazer muita coisa ali naquele lugar e como não tínhamos dúvidas do que queríamos fazer, resolvemos caminhar pela beira do mar e procurar um local mais sossegado onde pudéssemos ficar mais a vontade. 
Não precisamos ir muito longe, a uns 800 metros de onde estávamos tinha um local entre as pedras que estava completamente deserto e nesse local se formavam algumas piscinas naturais, sendo este o local escolhido para ficarmos a vontade. 
Deitamos em uma daquelas piscinas e começamos a nos beijar, ele enfiou a mão por dentro da minha tanguinha e começou a dedilhar meu grelinho, aproveitou ainda e tirou a parte de cima do meu biquíni me deixando com os seios de fora e começou a sugá-los com tesão e volúpia. 
Por minha vez tirei o cacete dele para fora e comecei a punhetea-lo e enfiei tudo na boca. 
Ficamos longo tempo naquela bolinação deitados naquele lugar maravilhoso e ele meteu em mim de tudo que foi maneira de frente, de costas, papai e mamãe, sentei em cima do cacete dele e por último ele meteu carinhosa e vagarosamente no meu rabinho me levando a orgasmos imensos. 
A experiência foi maravilhosa e valeu cada segundo que passamos juntos, depois fui me embora e não mais o encontrei, como lembrança ficou somente a fita que Roberto gravou discretamente a uma distancia razoável, mas que nos dá uma grande tesão quando assistimos. 
Também conhecemos um casal com quem tivemos alguns relacionamentos eróticos e que nos mostraram diversos locais muito bonitos e desconhecidos dos turistas em geral. Com esse casal realizamos diversos passeios de Buggy pelas praias do Litoral Norte e Sul de Natal. 
Num desses passeios enquanto nos dirigíamos a Genipabu, perguntamos ao motorista se ele não fazia passeios alternativos, e se não conhecia alguma praia de naturismo ou locais desertos e afastados onde pudéssemos fazer nudismo. 
Ele prontamente e com a maior cara de safado se prontificou a nos levar a alguns locais que conforme ele mesmo nos comentou era desconhecido dos turistas em geral, pois era um local muito afastado e somente eram levadas ali pessoas que procuravam alternativas “diferentes de passeio”. 
Ele nos levou então a um pequeno riacho de água doce que era formado de uma grande vertente, e o fato mais incrível disto tudo é que estava situado em cima de uma duna de areia muito alta. 
Quando lá chegamos tiramos a roupa e tomamos banho nus, nós e o outro casal, o motorista ficou na dele como se nada tivesse vendo, mas eu notei que de modo discreto e continuo ele nos observava com muito interesse. 
Depois ele nos levou a uma praia linda e completamente deserta pois era bem afastada das praias convencionais, novamente tiramos a roupa e entramos para a água. Nesse local ninguém era de ninguém eu chupava o nosso amigo e o Roberto metia na sua esposa e o motorista ficou sentado dentro do Buggy somente nos observando. 
Notei que ele estava sentado no banco da frente e fazia alguns movimentos conhecidos com o braço, então saí da água e fui até o Buggy, tive uma bela e grande surpresa pois nosso amigo estava com o cacete de fora se masturbando. E como era grande e grosso, parecia uma garrafa de cerveja com uma bela cabeçona vermelha. 
Eu adorei a visão e não podia deixá-lo naquela situação e então fui na direção dele agarrei aquele cacetão passando a alisá-lo depois comecei a passar a língua na cabecinha... Aí ele não resistiu e entregou os pontos e o convidei para entrar na água conosco, ele relutou um pouco e eu então o ajudei a tirar o calção e camiseta e o levei para dentro da água conosco. Eu e minha amiga começamos a disputar quem colocava o monstro na boca enquanto o seu marido metia em mim e o Roberto metia nela. 
Depois sentei em cima do cacetão, rebolando e assumindo dentro de mim aquela coisa enorme, tive muitas dificuldades para acomodar o monstro e parecia que estava sendo desvirginada outra vez, sentia o gozo chegando em formas de espasmo e sentei de uma vez só sobre o cacete forçando a entrada de um golpe só. Senti que havia sido arrombada, lágrimas me escorriam dos olhos, como se não bastasse o Roberto veio por trás de mim e enfiou o cacete no meu rabinho, ate encher meu reto de esperma. 
Depois o Roberto me colocou sentada sobre o cacete dele e me arreganhou toda deixando meu rabinho desprotegido e aberto para que o nosso amigo enfiasse todo o cacetão em mim. 
Ele encostou a cabeçona com carinho e forçou, o esperma do Roberto facilitou a entrada, pois estava bastante lubrificada...eu sentia arrepios de tesão ... senti quando meu ânus se dilatou... senti quando ele conseguiu por a cabeçona para dentro... senti que meu rabo estava sendo rasgado...senti ele começar a enfiar vagarosa mas firmemente... a lubrificação ajudava ... eu sentia que minhas preguinhas estavam dilatadas ao máximo... a dor era deliciosa e insuportável... senti quando o saco encostou nas minhas coxas e ele começou um movimento de vai e vem sincronizado com o Roberto e senti o gozo vir aos poucos... intenso ... violento... gozei...gozei...gozei... até sentir me faltarem as forças... Senti quando ele encheu meu rabo com uma quantidade inacreditável de esperma que escorreu pelas minhas coxas. 
Quando ele tirou o cacete de mim, meu rabinho sangrava e parecia que não tinha mais pregas nenhuma e eu pensei que teria que ficar uns bons dias sem poder usá-lo, ledo engano no mesmo dia ainda foi usado mais vezes, por todos eles, e também no dia seguinte fui empalada novamente. 
Este motorista se tornou nosso amigo e fizemos muitas viagens e festas com ele antes de virmos embora, fizemos muitas loucuras no Buggy, em praias ou outros locais desertos, em nossa casa e na casa de nossos amigos e de amigos dele... 
Ficamos exatamente 32 dias de férias naquele paraíso e esperamos voltar lá tão logo seja possível, para matarmos a saudade do lugar e rever nossos amigos. Hoje recordando e conversando analisamos as possibilidades e vimos quanta coisa deixamos de fazer... Quantas oportunidades deixamos passar por medo ou receio... 
Claudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Priminha do Coração</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/priminha-do-corac-o</link>
			<description>Eu já conheço o Roberto há quase 30 anos e fizemos muitas loucuras e sacanagens nesta vida, mas esta aqui marcou pelo aspecto de ser completamente diferente de todas as outras aventuras que tivemos, pois envolveu uma prima minha que até estão não tínhamos qualquer tipo de afinidade ou contato mais amiúde e que ele acabou envolvendo e comeu.
Antes de iniciar o relato quero dar um pequeno depoimento, o Roberto é um cara extremamente envolvente, persuasivo e sabe ser convincente quando quer, além de adorar e transitar bem em qualquer tipo de situação seja românticas, eróticas, sensuais, sacanagem ou exibicionismo. 
Se tem uma coisa que ele tem verdadeira tara é transar com platéia, fica louco de tesão quando sabe que tem alguém nos olhando e perde todos os limites quando acontece uma situação de exibicionismo, também quando coloca uma coisa na cabeça ou quando decide fazer alguma sacanagem não mede esforços para realizar e tem uma lábia e um poder de convencimento tão grande, vai falando e fazendo as coisas de modo tão natural e envolvente que quando a gente se dá conta já esta acontecendo, até comigo também foi assim... 
Quando eu vejo o brilho nos olhos dele e seu interesse em algo, sempre brinco, lá vem o golpe! 
Mas quero contar uma história que ocorreu conosco quando na época do Natal fomos a uma festa de minha família que ia ser realizada no sítio de Papai perto de São Francisco de Paula. 
Quando chegamos todos nos festejaram, pois fazia bastante tempo que não comparecíamos as festas de família, pois estamos sempre viajando. Após os cumprimentos e formalidades habituais nos dirigimos a um grande galpão crioulo que lá existe onde passaríamos a maior parte do tempo inclusive a meia noite, todos os parentes estavam reunidos, tios, tias, avós, primos, primas, irmãos e fomos apresentados a uma Prima que se chama Janete, essa prima embora já a conhecesse de nome e de vista, fazia mais de dez anos que eu não via e na apresentação foi como se uma corrente elétrica passasse entre ela e o Roberto. 
Ele até que não deu muita bandeira, mas eu notei porque o conheço e ela durante todo o tempo não desgrudava os olhos dele e começou a se insinuar de todas as maneiras possíveis, comentamos o fato entre nós e deixamos o barco correr para ver no que dava. 
Toda a noite foi regada a muita cerveja, caipirinha, churrasco e música para dançar e saiu ainda todo tipo de brincadeiras, tipo banho de lama, água, etc..., minha mãe que de tola não tem nada me chamou em um canto e disse para me cuidar de minha prima pois ela estava dando a maior bandeira para o Roberto e que na cidade ela era conhecida por suas sacanagens e putarias, lógico que não ia lhe dizer que já havíamos sacado isto a tempo e comentei que era somente impressão, que não era nada disso... 
No finalzinho da noite de Sábado todos já estavam meio altos do chão e alguém sugeriu que fosse feita a dança da vassoura e na primeira oportunidade que teve a Janete tirou o Roberto para dançar, eu estrategicamente me afastei um pouco e fiquei olhando, ela sem cerimônia colocou as duas mãos no pescoço dele e se grudou completamente, se roçando nela como uma vagabunda... 
Ele ficou de pau duro na hora, mas ficou frio e procurou não dar bandeira, notei que ele falava alguma coisa no ouvido dela, aí pensei esta dançou, dançou depois ele me comentou que perguntou se ela estava sentindo o pau no meio das pernas e que disse que estava com a maior tesão por ela e que na primeira oportunidade ia chupá-la todinha e enfiar o pau na bocetinha e no rabo dela e ela não falou nada, só riu.
Como a família estava toda reunida não houveram muitas chances para algum lance mais ousado, mas no Domingo a tarde quando vínhamos embora convidamos a Janete para vir no nosso carro, já que o carro do pai dela estava bastante lotado, além disso falamos que seria uma ótima oportunidade para ela conhecer nossa casa e para também nos conhecermos melhor, já que não éramos tão íntimas assim. 
No caminho o Roberto parou em uma floricultura comprou duas rosas uma para mim e outra para ela e ela comentou que nunca lhe haviam lhe dado flores, meu marido sorriu e me deu um beijão na boca e deu um selinho na Janete e a ficou abraçando e acariciando e ela aceitou passivamente. 
Chegando a casa ele preparou alguns salgadinhos e após alguns uísques e muita conversa ao pé do ouvido a convencemos a ligar para seus pais e dizer que iria passar a noite lá em casa já que estava de férias, então sentamos no sofá da sala e continuamos a conversar logo a conversa passou para o lado do erotismo e sacanagem. E o Roberto já agarrava a Janete lhe beijava o rosto passava a mão em seus braços e pernas e ela embora sem fugir me olhava meio desconfiada, no meio da conversa comentamos que adorávamos praias de Nudismo e que éramos assíduos freqüentadores e ela nos disse ir seguidamente também com uma turma de amigos, o Roberto então a convidou para ir conosco na próxima vez que para lá fossemos e começou a mostrar algumas fotos nossas em locais naturistas e inclusive transando, ela além de aceitar o convite também encarou a situação e viu as fotos com a maior naturalidade possível. 
Então ele se levantou e com a maior naturalidade e cara de pau do mundo tirou toda roupa e falou que ia tomar um banho, como estava de pau duro veio na minha direção e enfiou o pau na minha boca e comentou ainda certo ar maroto que a Janete estava vendo ao vivo o que já havia visto em fotos e que com certeza não ficaria chocada, ela a início ficou surpresa e ficou olhando meio sem reação e ele então foi ao banho, mas antes de sair para o banheiro me deu um chupão na boca e deu outro na Janete, que ficou muito vermelha, mas não fez nada para impedir e eu pensei não é que ele armou e se deu bem de novo?...
Voltou do banheiro apenas com uma toalha enrolada no corpo e quando comentei que iria tomar banho ele sugeriu que eu levasse a Janete junto, pois poderíamos continuar a conversa no banheiro e ela topou, entramos para a banheira e ligamos o chuveiro e ficamos nos ensaboando, como já conheço a fera deixei a porta do banheiro só encostada e fiquei contando quanto tempo ele levaria para estar lá conosco. 
Mal havíamos começado a nos ensaboar e eu estava passando o sabonete nos seios da Janete quando ele abriu o box e entrou nu e com o pau completamente duro na banheira, ela a início se fez de difícil tentou esconder seios e chana, mas logo entrou no clima, aí  foi aquela esfregação e bolinação, eu ensaboava a Janete, que me ensaboava, ambas massageávamos o Roberto e aí por diante... 
O Roberto colocou a Janete de costas e começou a ensaboar a sua chana por trás, me oferecendo aqueles peitinhos lindos, e eu chupei com vontade e enquanto dedilhava seu grelo a beijei e então ele enfiou o cacete nela por trás em uma só estocada, ela ficou maluca e rebolava e mexia a bunda em círculos gozando quase que imediatamente.
Logo saímos no banheiro e arrumamos uma cama única para nós três e continuamos as nossas brincadeiras, o Roberto começou a chupar o grelo da Janete enquanto enfiava o dedo no seu rabinho, ele deu um tempinho e pediu para mim dar um tratamento especial para ela, eu subi por cima dela a beijei, chupei seus seios, chupei a chana, esfreguei minha bocetinha na sua boca e após ele a colocou sentada sobre a minha boca e começou a lubrificar a entrada de seu cúzinho, eu comecei a enfiar a língua no fundo de sua chana e a chupar com muita vontade o seu grelo e ela se abriu, enquanto o Roberto lentamente ia metendo o cacetão naquele buraquinho... 
A visão que eu estava tendo era maravilhosa, via o pau lentamente sumir aos poucos dentro daquela bunda maravilhosa, ela começou a gemer e a chorar, dizendo que estava doendo e que nunca havia dado à bunda e eu então comecei a chupar mais forte e enfiar a língua toda na sua boceta e ela foi relaxando e gostando e o cacete entrou todo ficando só as bolas de fora.... 
O Roberto começou a fazer o vai e vem e eu lambia e mordia seu grelo e ela começou a gozar convulsivamente e me retribuiu abocanhando toda minha chaninha, parecia que uma descarga elétrica estava sendo havia sido descarregada no meu corpo e eu gozei violentamente, enquanto ela gemia... gozava... gritava... pedia mais e dizia que estava maravilhoso... 
O Roberto tirava toda a vara e enfiava tudo novamente até o cabo e logo explodiu em um gozo enorme que escorreu do meio das pernas da Janete e eu lambi tudo, depois tirou o cacete da Janete e meteu em mim me bombeando até gozarmos novamente... 
Após mais algumas brincadeiras dormimos e no meio da noite acordei com gemidos e sussurros, olhei para o lado e vi a Janete cavalgando novamente o Roberto. 
E começou tudo de novo... 

Cláudia – Claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Suruba na Boate</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/suruba-na-boate-3</link>
			<description>Com o decorrer dos anos e o advento da liberalidade surgiram diversas casas de Swing em Porto Alegre e uma das que mais gostamos e freqüentamos chama-se Liberty, na época éramos assíduos freqüentadores do local e certo dia fomos convidados a participar de uma festa de casais e a Cláudia foi com um micro vestido de Lycra, bem grudado no corpo, realçando suas formas, ela é uma mulher que chama a atenção, bonita, gostosíssima, de cintura fina, quadris largos, e muito sensual e por cima vestia um outro vestido completamente transparente, que realçava mais ainda suas formas. Chegamos à boate em torno de 23:00 hs., estava tudo calmo e o ambiente somente começou a esquentar e pegar clima a partir da 01:00 da manhã, começaram a ser apresentados os Shows eróticos, onde uma moça dança, faz strip, chupa uns cacetes, transa com dois ou três homens, chupa e transa com algumas mulheres, inclusive ela agarrou a Cláudia, mamou nos seus seios e enfiou a língua na sua chana. 
Como tem pista, aproveitamos para dançar um pouco, bebemos, brincamos até ás 02:30 hs. mas a coisa nesta noite estava meio devagar, e como tínhamos compromisso no outro dia e ainda não havia acontecido nada de interessante que nos prendesse lá por mais tempo resolvemos ir embora, quando estávamos saindo encontramos um amigo já de longo tempo chamado Pedro, ele foi um dos primeiros a comer a Cláudia no início dos nossos relacionamentos, ele possui um cacete de mais ou menos 25 centímetros e é muito grosso, ele ainda é meio sádico e adora arrombar as mulheres que come e a Cláudia adora meter com ele, embora depois não consiga nem caminhar direito. 
Ele comentou que não havia nos visto antes e perguntou onde estávamos indo, quando lhe respondemos que iríamos embora, ele comentou que a noite recém havia começado e me pediu para emprestar a Cláudia para ele um tempinho, eu deixei e ele a puxou pela mão e a levou para dançar. Praticamente a deixou nua no salão, chupava os seios e colocou o pau no meio das pernas dela que já estava enlouquecida, depois a levou para um canto na sala e ficou acariciando-a, agarrava e chupava seus seios, alisava sua bunda, enfiava o dedo e chupava a sua chana, tirou o pau para fora e ela se ajoelhou e enfiou todo na boca, levantou seu vestido e continuou a masturbá-la, logo a levou para uma sala reservada que tinha nos fundos da boate, fui junto para ver no que iria dar e o que ocorreu me encheu de tesão, pois logo que ele chegou lá tirou o vestido da Cláudia, deixando-a somente de micro tanguinha, chupava seus seios, apertava, amassava, enfiou o pau goela abaixo . 
Não preciso nem dizer que logo se formou uma platéia, para ver o que estava ocorrendo, ele virou minha mulher e afastando a tanguinha enterrou de uma só vez aquele caralho, ele gemia, urrava, rebolava naquela pica, e ele dava tapas na bunda dela e a chamava de putinha, prostituta e cadela e a oferecia para os outros machos ao redor.
Outras pessoas começaram a se chegas, um sugava um seio, uma mulher sugava o outro, se aproximou um alemão que devia ter uns dois metros de altura e que tinha um pau de no mínimo uns 28 cm e que mais parecia uma garrafa de cerveja, e tentou enfiar na boca de Cláudia, não  coube, mas ela alucinada lambia, agarrava, chupava, punheteava, vieram outros homens que passavam a mão agarravam seios, enfiavam dedos, lambiam, batiam com os paus no corpo dela. 
O Pedro sentou na cama e puxou-a para cima do seu cacete, deixando todo aquele rabo gostoso para cima, um outro homem veio e enterrou sem dó nem piedade o nervo naquele cúzinho gostoso, ela gritou de dor, de tesão, de prazer, tentou fugir, mas estava bem presa naquele sanduíche gigante e eles não deixaram. 
Depois que o Pedro gozou, deu o lugar para o alemaozão e ela sentou em cima e a pica entro justa e rasgando tudo enquanto escorriam lágrimas dos olhos da puta, quando o outro macho gozou no rabo dela outro ocupou o espaço e assim foram se revezando em todos buracos dela, depois ela deitou e o alemão enterrou o cacete até o saco na posição papai e mamãe, como os demais não tinham espaço, nem buracos para enfiar começaram a se punhetear e gozaram em cima dela, melecando todo seu corpo. 
Por fim o alemão a virou de quatro e enfiou o cacetão no rabo dela, enquanto o Pedro socou a pica até o fundo da garganta para que ela não gritasse e a Cláudia gozou convulsivamente, alucinadamente, até que desfaleceu. Esperei que se recuperasse e fomos embora e ela ficou quase uma semana fazendo compressas mornas e tratamento para recuperar o rabo e a boceta que foram completamente arregaçadas.. 
Voltamos lá outras vezes, mas isso em conto em outras histórias. 

Cláudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Cláudia e Flávia na Praia</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/orgias/claudia-e-flavia-na-praia</link>
			<description>Como contamos anteriormente a Flávia participou de algumas sacanagens quando dormiu lá em casa, mas como ela era virgem não levamos a coisa adiante e deixamos o barco correr, mas depois que ela nos ligou e informou que já não era mais virgem, pois havia perdido o selinho com o namoradinho a coisa abriu um novo horizonte para nós e em outro final de semana nós ligamos para ela e a convidamos para viajar conosco para Itapema onde iríamos passar alguns dias de férias.  Ela prontamente aceitou e nos a buscamos em casa num sábado pela manhã, quando fomos direto para a praia, nós havíamos alugado uma casa de 02 andares, muito aconchegante com lareira e todo conforto que poderíamos desejar, lá chegando colocamos nossas coisas num quarto de casal e colocamos a Flávia num quarto de solteiro em frente ao nosso. 
No primeiro dia fomos à praia curtir o sol e sempre que podíamos aproveitávamos para tirar uma casquinha dela, passávamos bronzeador nas suas pernas, coxas, seios e quando tínhamos oportunidade puxávamos tudo para baixo deixando-a com os seios ou a chana de fora tudo em clima de grande brincadeira. 
À noite já em casa resolvemos sair para jantar, pegamos o carro e fomos para um restaurante onde tinha pista de dança e o Roberto deu alguns amassos nela, ficamos dançando até em torno da 01:00 da manhã e resolvemos ir embora, convidamos a Flávia para ir conosco e ela disse que ficaria mais um pouco, já que estava dançando com um namoradinho que havia arrumado por lá, mas que não se demoraria muito. 
Fomos embora e em torno de 03:00 hs. a Flávia chegou silenciosamente com o namoradinho e ficou em um cantinho na escada de acesso a casa, no maior arreto, pelas persianas da janela do quarto onde estávamos víamos perfeitamente o que os dois estavam fazendo. 
A Flávia tem um corpo maravilhoso e estava com uma mini saia e uma mini blusa super sexy e o garotão, alucinado, começou a beijá-la no que foi plenamente correspondido, após começou a alisar as coxas da Flávia e levantou sua sainha, a puxou para dentro da proteção da escada, onde era mais escondido para quem estava na rua e tirou o pau para fora e deu para ela segurar, ela então agarrou e começou a punhetear, ele tentou tirar as calcinhas dela e queria enfiar o cacete na chaninha de qualquer jeito e ela estava completamente louquinha e acho que só não deu ali com medo que nós os víssemos e a repreendêssemos, mas bateu uma punheta para ele até que gozou na sua mão, enquanto ele dedilhava o grelinho dela que também se desmanchou em gozo. 
Depois ela entrou e ficamos conversando e ela acabou nos contando com detalhes como havia perdido a virgindade com o namorado, mas como ela disse estar muito cansada acabamos indo dormir e não comentamos nada do que tínhamos visto.
No outro dia levantamos como se nada tivesse acontecido e fomos tomar banho, passeamos nus o tempo todo dentro de casa, como se ela não estivesse presente e na volta da praia a convidei para ir ao banho comigo e ela embora tenha ficado meia relutante a início terminou aceitando, em baixo do chuveiro eu lhe dei banho, ensaboei suas costas, coxas, seios, esfreguei os seios nela e me detive principalmente no meio de suas coxas, quando ensaboei toda a chaninha e enfiei os dedos, brincando ainda longamente com o seu grelinho, ela respirava pesadamente e vi que estava muito excitada.
O Roberto então acabou entrando no banheiro conosco de pau duro e continuamos a ensaboá-la e boliná-la, enquanto o Roberto passava o sabonete nas coxas e enfiava os dedos na bocetinha dela eu aproveitei e comecei a lamber e chupar os seios e pedimos para ela nos contar as experiências sexuais que tinha tido, ela então disse que não tinha tido muitas que a principal tinha sido conosco, com o namorado e que ontem havia tido um amasso com  o rapaz da boate. Rindo contamos para ela que estávamos espiando e que vimos que ela tinha masturbado ele e que ele estava louquinho para meter o pau nela, enquanto isto o Roberto a colocou de costas para ele e de frente para mim e eu a beijei e ficamos nos esfregando seios com seios ensaboados e ele a colocando na ponta dos pés e curvado para a frente enfiou o pau na bocetinha dela e ficou brincando na portinha, só roçando e fazendo deslizar um pouquinho para dentro. 
Logo após saímos do banho e nos secamos com muita bolinação e fomos para a sala enroladas apenas nas toalhas e o Roberto lógico que estava nu e continuava de pau duro, então ele colocou uma fita pornô e começamos a nos bolinar e transar e pedimos a Flávia que tirasse algumas fotos nossas trepando e ela sem muitas frescuras acabou aceitando. 
Ele tirou minha toalha e me deu um banho de língua, chupou minha boceta, meu rabo, esfregou o o pau nos meus seios e quando agarrei e enfiei o pau dele goela abaixo, ele virou e chupou minha chana num maravilhoso 69, depois me colocando de quatro enfiou o pau na minha bocetinha e por fim meteu na minha bunda até gozar no meu cúzinho e a Flávia ficou fotografando tudo. 
Quando sentamos para descansar falamos que adoraríamos vê-la nua e ela deu soltou a toalha e se mostrou peladinha, mas logo saiu correndo para o quarto. 
Fomos atrás e percebemos que ela estava toda vermelha do sol então falamos que seria bom passar um hidratante para não doer nem descascar, ela a início recusou, mas depois ficando apenas de calcinha e sutiã deixou que passássemos o creme em seu corpo. 
Eu passava o creme na parte de cima e o Roberto se detinha e caprichava muito nas curvas da bunda e coxas, com jeitinho fui tirando o sutiã e a deixei com os seios de fora já mostrando muita excitação, então comecei a lamber e chupar os biquinhos e ela foi se entregando, enquanto o Roberto foi baixando a calcinha dela  e foi bolinando, enfiando os dedos, alisando e enfiou a cara naquela bocetinha novinha e cheirosa. 
Ela fechou os olhos e se entregou e eu subi para cima dela e a beijei, chupei os seios, mordi,  alisei e o Roberto que a tudo observava com o pau que era um ferro se aproximou e começou a se esfregar na bocetinha dela e colocando a cabecinha na entrada foi enfiando o cacete nela que gemia colocava os quadris na direção dele pedindo para ser penetrada.
Saí de cima dela e o Roberto a beijo, um beijo longo, apaixonado de língua, ela abriu os olhos e viu o que estava acontecendo, não esboçou nenhuma reação e eu comecei a beijar os dois e dedilhar o grelinho dela  que gritava e urrava se desmanchando de gozo e tesão
 O Roberto então a colocou por cima e enquanto era fodida eu enfiava a língua no rabo dela e depois fui até onde ela estava e esfreguei minha boceta melada na sua boca, depois fui por baixo e enfiei a língua na boceta dela e enquanto chupava o grelinho o Roberto atolou a pica no cúzinho dela como da primeira vez e assim continuamos a transar a noite inteira. 
No dia seguinte a levamos para tomar banho na banheira conosco e fizemos ela me chupar e o Roberto gozou na nossa cara e seios. 
Transamos com ela quase todo dia, ensinando tudo que sabíamos e tudo que gostávamos lhe falei que adorávamos sexo em grupo, ménage, nudismo e muita sacanagem e a cada dia que passava mais ela gostava de sacanagens e ficava mais puta e já estava sendo mais exibicionista até mesmo que eu e não perdia oportunidade para se mostrar e para provocar alguém, também não podia viver sem estar chupando ou sentando em cima de um pau e o Roberto pagou o pato nestes dias, pois teve que dar conta de duas insaciáveis.
Com o passar dos dias notamos que na casa da frente a que havíamos alugado tinha um grupo de cinco rapazes que estavam sempre de olho na nossa casa e ele ficavam alucinados cada vez que nos viam, e nós começamos então a fazer de tudo para provocá-los. 
Começamos a andar sem roupa dentro de casa, chegávamos na sacada peladas, eu principalmente, que adoro isto, andava sem calcinha e sempre que possível escancarava as penas para me mostrar e eles curtiam sem coragem de se chegar com medo do Roberto. 
Em conversa com a Flávia comentei o que ela achava da gente ter relações sexuais com aquela gurizada, ela disse que não sabia se teria coragem, mas que tinha curiosidade e excitação de ver como era e que adoraria experimentar o sexo em grupo, então combinamos que assim que tivéssemos uma oportunidade faríamos um contato inicial com eles para tirar uma febre e ver possibilidades. 
Combinamos com o Roberto que ele daria uma saída e nós ficamos em casa e aproveitamos para puxar conversa com eles e vimos que eles eram muito novinhos e sendo do interior não tinham muita maldade, mas estavam louquinhos para nos comer e nós estávamos ainda mais louquinhas para dar para eles. 
Os convidamos para ir lá para casa, pois inventamos que iríamos fazer uma comemoração pelo aniversário da Flávia e como o Roberto havia saído e concordou que os convidássemos e eles poderiam ficar bem a vontade e poderiam curtir a tarde toda conosco e eles aceitaram de pronto.
Eu e a Flávia colocamos cada qual uma tanguinha menor e mais transparente que a outra e apenas uma saída de banho rendada por cima e ficamos aguardando e quando a garotada chegou começamos a tomar uma caipiras, beliscar uns aperitivos e  colocamos uma musiquinha para dançar. De todos os rapazes o que mais havia me interessado era um rapaz moreno, forte e que mostrava na sunga ser bem avantajado e quando o tirei para dançar ele mais saliente e atirado que os outros criou coragem e agarrou e apalpou minha bunda e enfiou a mão dentro da minha tanguinha no meio das minhas pernas e enfiou o dedo na minha boceta, depois puxou minha calcinha para o lado e só não me comeu ali mesmo na frente da gurizada porque meu marido chegou e fez barulho com o carro. 
Putz, foi uma correria só, todo mundo se arrumou e quando meu marido subiu estava todo mundo bem comportadinho e os apresentamos como amigos da Flávia, depois disto a  festa não teve a mesma graça pois os rapazes ficaram com medo do Roberto e não levaram adiante o que tinha iniciado, ao irem embora no final da tarde contamos tudo o que havia ocorrido para o Roberto e confirmamos nossa firme intenção de dar para aquela rapaziada toda, ele então disse que tudo bem só que ele gostaria muito de ver, então combinamos que um dia antes de irmos embora ele fingiria viajar,  sairia bem cedo deixaria o carro em outro lugar e voltaria, ficando escondido sem dar bandeira, mas vendo o que iria acontecer. 
Um dia antes de terminar nossa estada lá, avisamos os rapazes que ficaríamos sozinhas a tarde e parte da noite, pois meu marido estaria viajando e que gostaríamos que nos fizessem companhia. 
No dia eu estava com a chana alagada de tanta tesão, me banhei, perfumei, vesti uma mini tanga, um vestido transparente que mostrava até minha alma, não coloquei sutiã; a Flávia mais moderada e com medo por ser sua iniciação em grupal, colocou um mini vestido bem justo que realçava suas formas, mas estava lindinha. 
A gurizada chegou em torno de 16:00 hs. servimos refrigerantes, cerveja, conversamos e como não gosto de muita enrolação convidei o Carlos, aquele mais espertinho e mais afobadinho, para dançar, me esfregando toda nele, o agarrei, apertei e dei-lhe um beijo na boca e os outros só olhando, ele então levantou meu vestido e foi mostrando minha bundinha enquanto enfiava a mão por dentro de minha calcinha e a platéia não desgrudava os olhos de nós, após algum tempo de bolinação, mandei que ele sentasse no sofá e busquei a Flávia a convidando para fazer um strip comigo e ela dizendo não sabia nem dançar e só ria. Então eu falei que ela não precisava dançar era só me acompanhar e fazer o que eu faria, então fomos dançando, nos esfregando uma na outra e tirei o vestidinho dela e ela o meu, esfregamos seios com seios e nos beijamos e a gurizada nem piscava, estavam extasiados com o que estava acontecendo.
Então só de tanguinha e sapato de salto fomos na direção deles e começamos a tirar as roupas de um por um e ai tudo virou festa, era mão nos seios, beijos, chupões, bolinação e amassos, o Carlos tinha um pau bastante grosso que eu não resisti e enfiei na boca, a Flávia já estava agarrada com outro garoto. 
Eles quiseram nos levar separadas para os quartos, mas nós dissemos que somente continuaríamos se ficássemos juntas e acabamos todos em um grande bolo onde eu e a Flávia tínhamos cinco paus nas mãos, bocas e buracos disponíveis e acabando dando para todos eles, eu  chupei meti, dei a chaninha, o rabinho e experimentei a porra de todos a Flávia disse que embora tivesse dado para todos so três gozaram nela, mas que adorou a experiência. 
Após muitas gozadas e sacanagens os rapazes foram embora e nós duas tivemos que atender meu marido que estava escondido e com o pau que era uma estaca. 
No outro dia logo ao amanhecer pegamos nossas coisas e nos mandamos, sem despedidas e sem maiores detalhes. 
Esta aventura muito me marcou e com certeza marcou mais ainda a Flávia, que se tornou nossa companheira inseparável participando de muitas sacanagens conosco até bem pouco tempo, quando engravidou, casou e como o marido nem sonha das suas aventuras, não tem tanto tempo disponível para nós, embora quando nos encontremos... 

Claudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Orgias</category>
			<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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