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Relato sexual

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Referência (ID): 252
Preciso contar algo que me aconteceu, n√£o sei se isto √© realmente um conto er√≥tico, mas com certeza √© um relato sexual. N√£o por minha vontade, mas aconteceu e eu n√£o tenho coragem de contar para ningu√©m. Se fossem voc√™s na minha situa√ß√£o o que fariam? Agiriam diferente de mim? E em que porra de categoria eu encaixo este conto? Gay? Bissexual? Mas que caralho.... Segue a historia totalmente ver√≠dica... Quase todos os finais de semana costum√°vamos nos reunir na casa de algum amigo para beber, fazer churrascos e √†s vezes cair na noitada, curtindo as baladas de minha cidade. Neste final de semana o local escolhido tinha sido a casa de meu amigo F√°bio, pois seus pais tinham ido viajar e ele e seu irm√£o mais novo estavam sozinhos em casa. Compramos as carnes, bebidas e desde cedo come√ßamos a nos divertir enchendo a cara, falando besteiras e comentando sobre as mulheradas e sobre sexo. Logo F√°bio ligou a tv e colocou um dvd porn√ī. Assist√≠amos e faz√≠amos torcida sobre a performance do ator principal. Marcinho, o irm√£o mais novo de F√°bio ficou interessado e se juntou a n√≥s. Come√ßamos a tirar sarro, dizendo que ele nunca tinha transando com uma mulher e coisas assimm. Eu como estava mais b√™bado fui o quem mais tirou sarro. Peguei no p√© dele at√© que ele se enfezou e saiu dali emburrado. Continuamos a beber e comer carne at√© que √†s duas da manh√£ a maioria j√° estava baqueada. Uns dormindo esparramados no sof√°, no ch√£o em cima das almofadas, todos por ali. Quando vi estava sozinho. Continuei bebendo mais um pouco at√© que n√£o ag√ľentei mais e procurei um lugar para deitar. Achei um quarto vazio e me esparramei na cama, dormindo em seguida. N√£o sei quanto tempo depois, completamente embriagado pude sentir uma m√£o alisando minha perna. Logo ela subiu at√© a altura de minha bunda e pressionou minhas n√°degas levemente. N√£o sabia se aquilo era efeito da bebida, seu eu estava dormindo ou se aquilo estava realmente acontecendo. Ent√£o mais uma m√£o come√ßou a passar a m√£o em mim. Eu dormia de bru√ßos e pude sentir quando com cuidado minha bermuda foi baixada... Mas o que estava acontecendo??? Meio tonto murmurei alguma coisa e fui respondido com um ‚ÄúChiiiiii‚ÄĚ, sussurrado. Senti minha bermuda ser completamente retirada e em seguida minha cueca foi abaixada... Da√≠ ent√£o minha bunda come√ßou a ser beijada e acariciada. Eu sentia c√≥cegas e at√© que estava gostoso. Minha bunda era beijada e lambida. A l√≠ngua subia e brincava no meu reguinho enquanto minha bundinha era apertada. Em seguida minhas n√°degas foram separadas e senti algo que nunca havia sentido. Uma sensa√ß√£o desconhecida para mim. A l√≠ngua passou a acariciar o meu √Ęnus. Minha cabe√ßa rodava por causa da bebida e aquele carinho no rabo me fazia viajar. Se n√£o estivesse t√£o b√™bado talvez at√© ficasse de pau duro. Eu suspirava com aquilo. A l√≠ngua me lambia o cuzinho inteiro e de vez em quando amea√ßava me penetrar. Sentia aquela coisa √ļmida, quentinha e molinha brincar com meu cuzinho me arrancando gemidos. Imaginei at√© uma loira gostosa fazendo aquilo. Tava uma delicia. Eu b√™bado, quase nem podendo me mexer, erguia os quadris para aproveitar aquele toque. De repente o toque cessou e pude sentir algo quente e latejante encostando na minha bunda... O que era isso? Aquilo foi se aninhando, entrando pelas minhas n√°degas at√© tocar meu cuzinho. Gemi, sentindo a temperatura morna tocando meu cuzinho que j√° estava sens√≠vel pelas lambidas. A coisa come√ßou a for√ßar, tentando me invadir e a sensa√ß√£o que antes era boa come√ßou a ficar dolorida e me dei conta do que estava acontecendo. Eu estava sendo comido. Estavam tentando me enrrabar!!! Sempre fui homem, sempre tive atra√ß√£o por mulheres e nunca imaginara dar a bunda para outro homem. Eu tinha que fazer alguma coisa. Tinha que sair daquela situa√ß√£o. Tentei me levantar, mas senti a cabe√ßa rodando e n√£o consegui fazer mais que erguer metade do meu tronco. A pessoa atr√°s de mim, ent√£o jogou seu corpo sobre o meu me prendendo embaixo dele. Resmunguei reclamando e tentando dizer para ele sair dali, que eu era homem, mas minha voz saia toda falhada. For√ßava para sair debaixo dele, tentar desencaixar seu pau da entrada do meu cuzinho, mas eu estava muito b√™bado e sem for√ßas. O cara, ent√£o ajeitou com sua m√£o o pau e come√ßou a for√ßar ainda mais. Sob o peso de seu corpo fui sentindo uma dor horr√≠vel, parecia que estava sendo arrega√ßado. Aquilo foi entrando lentamente me arrebentando todo. Poda sentir at√© algo quente escorrer de meu cuzinho e imaginei se era porra ou meu sangue. A penetra√ß√£o horr√≠vel durou at√© sentir seus pelos tocarem sua bunda e minhas entranhas terminarem de alojar o seu cacete. J√° era! Eu estava comido! O cara conseguira colocar at√© deixar somente as bolas de fora. Pressionando meu cu, tentava expulsa-lo Como se estivesse cagando mas n√£o dava certo. Aquilo latejava e ardia dentro de mim. Pude sentir um h√°lito quente na minha nuca antes de seu pau come√ßar a sair lentamente de dentro de mim. Aquilo at√© que foi bom. Parecia que eu estava cagando e a sensa√ß√£o de expeli-lo foi boa. Mas antes dele sair por completo mudou de rumo e come√ßou a entrar novamente. A dor voltava e meu cu ardia. Arfando na minha orelha o cara foi aumentando a velocidade de seus movimentos me castigando ainda mais. Se um dia algu√©m me disser que dar um cu √© bom vou discordar, em pensamento √© claro, na mesma hora. Os movimentos ficaram r√°pidos e suas estocadas estalavam com o encontro de minha pele. Tentava sair dali, me movimentando para os lados, tentava falar, mas n√£o conseguia fazer nada. O cara estava motivado em me comer. Os barulhos aumentavam em sintonia com minha dor. Pensei comigo mesmo: - Tou fudido! Al√©m de estar perdendo minhas pregas logo aparece algu√©m para ver o que est√° acontecendo com essa barulheira. Preferi ficar quietinho e torcer para aquilo acabar logo. E amanh√£ o filho da puta ia se ver comigo! A√≠ do cara que estivesse me comendo, quando eu melhorasse ia ench√™-lo de porrada. Seu pau entrava e saia, me preenchendo, invadindo minhas entranhas, meu rabinho que at√© ent√£o s√≥ tinha experimentando a sa√≠da de coisas. Nunca nada tinha entrado ali antes. A dor ainda continuava. O cara mordia e lambia minha nuca me comendo feito doido. Logo o cara come√ßou a falar: - T√° vendo agora como e bom levar no rabinho? T√° vendo quem √© o caba√ß√£o? T√° gostando? Filho da puta. N√£o conseguia nem pensar no que ele me falava. Minha cabe√ßa rodava, meu rabo do√≠a e eu estava enjoado e com vontade de vomitar. Senti o corpo do cara tremer e aquilo espirrar dentro de mim. Meu c√ļ j√° estava todo melecado de sangue e agora com porra. Seu pau latejava e o cara gemeu alto dizendo que meu cuzinho era muito gostoso e apertado... Saindo de cima de mim o cara ainda deu um tapinha na minha bunda, vestiu minhas roupas e me deixou ali. B√™bado, meio acordado, meio desmaiado e com o cu todo arrega√ßado e do√≠do. Dormi novamente sob o efeito da bebida e s√≥ acordei na tarde daquele dia quando o F√°bio me chamou. Sentia uma dor de cabe√ßa do caralho e fui at√© o banheiro imaginando se o que aconteceu era verdade. A dor e o papel que passei no rabo disseram que sim. Resolvi ficar quieto e n√£o acusar ningu√©m. O que poderia falar? Perguntar para todos quem comeu meu rabo? Eu seria objeto de piadas para o resto de minha vida. Voltei para casa, a dor passou depois de uns dias e ainda penso se foi o pau no cu do Marcinho que me comeu o rabo. Ahhh se eu descubro aquele moleque t√° fudido!
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Coment√°rios  

 
+1 #1 bhello 22-02-2011 03:20
Oi me chamo Marcio, tenho cam se lhe interessar tenho anos, .alt. , branco, solteiro, calvo com grisalhos ao redor, msn porra_loka_crem osa estou no abc, n√£o fumo, bebidas leves, me masturbo s√≥ de pensar em voc√™ de quatro ou de franguinha para lamber essa bundinha, dar um as linguadas nesse c√ļzinho mimoso
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