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		<title>Sadomasoquismo</title>
		<description>Contos eróticos de Sadomasoquismo. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Sadomasoquismo</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 16:33:17 +0100</lastBuildDate>
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			<title>La Histoire de Cláudia</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/la-histoire-de-claudia</link>
			<description>Antes de iniciar o conto de hoje gostaria de fazer algumas observações tendo em vista diversos questionamentos recebidos. Quando começamos a curtir um relacionamento liberal e aberto assumimos alguns nomes fictícios e nas nossas publicações fui conhecida como Karla, Vanessa e Roberta, durante muito tempo mantivemos um site na Web que foi muito acessado e relatava nossas histórias de sexo e continha muitas fotos, fui escolhida como a bunda mais bonita do País em um concurso realizado pela revista Sexy e na época fui convidada para fazer filme pornô, coisa que até hoje me arrependo de não haver aceitado. 
Sempre que era possível fizemos registro através de fotos e filmes de nossas aventuras procuramos deixar escritos aqueles relacionamentos e momentos que segundo nossa avaliação foram os mais significativos e prazerosos. Durante quase 25 anos, tiramos milhares de fotos, embora a maioria seja de períodos mais recentes depois do advento da câmera digital, pois antes era muito difícil tirar fotos e mandar revelar, pois a maioria dos lojas se recusava a revelar fotos pornô e também por motivos de segurança evitávamos enviar. Realizamos muitas filmagens amadoras que posteriormente passamos para DVD e escrevemos 53 contos, dos quais em torno de 30 já foram publicados e os demais estamos publicando diariamente. Creio ser importante destacar que resolvemos publicá-los não porque estejamos procurando novos relacionamentos e sim como um depoimento e incentivo a que outros casais, mulheres e homens que gostem da coisa e que não tenham coragem de assumir sua sexualidade tenham uma idéia do que acontece no meio.
Ressalto que desde que iniciamos nossas aventuras muita coisa mudou, eu mudei, envelheci, tive dois filhos, já não tenho aquele corpo maravilhoso, faço 48 anos em dezembro e o modo de encarar este tipo de relacionamento também mudou, antes existia mais respeito a privacidade e confiança. Por exemplo, no mês de fevereiro deste ano fomos ao litoral paranaense e como no carro estávamos apenas eu e o Roberto, coloquei um vestidinho leve e aberto na frente e fui me exibindo e masturbando na estrada, sabem o que aconteceu? Quando passou o primeiro motorista de caminhão e viu que eu estava nua no carro, em vez dele curtir conosco pegou o celular e tentar filmar, ai cortou o clima e a chance de levar adiante algum lance mais legal, ano passado já havia acontecido algo semelhante, pois saímos com um grupo de três rapazes que conhecemos em uma boate de swing e no meio da transa um deles pegou uma máquina fotográfica e começou a fotografar e filmar e disse que era para colocar depois no sexy log. 
Desde que começamos a publicar os contos tenho recebido muitos contatos via email e MSN pois temos webcam e eventualmente entramos  a noite o meu user é o mesmo do email claudiaputinha2011@hotmail.com e como já salientei não estamos buscando novos relacionamentos, mas não descartamos os que porventura surgirem. Também continuamos freqüentando boates de swing e ménage e creio que a única coisa que realmente não mudou e nunca mudará é que continuo puta, adoro chupar e dar o rabo, embora sinta muita falta de sentir a porra quentinha dentro de mim, pois desde o advento da AIDS e de outras doenças optamos por ter mais cuidado nos nossos relacionamentos e daí por diante transamos somente com preservativos ou se os parceiros apresentarem exames negativos destas doenças. 
Uma pergunta que fizeram esta semana e que achei interessante, pois nunca havia pensado nisto foi com quantos homens já sai até hoje, sinceramente não tenho nem idéia, aliás não dá nem para pensar em contar, mas posso afirmar com certeza que considerando os programas, surubas e festas de casais que participamos posso afirmar com certeza absoluta que ultrapassa facilmente  1.000 relacionamentos com homens, mulheres, bi sexuais e travestis. Mas vamos ao conto de hoje.
No inicio da liberação de filmes pornô e eróticos no Brasil, surgiram alguns que foram considerados clássicos, pioneiros e inovadores, como por exemplo, Garganta profunda, Último tango em Paris, Nove semanas e meia de amor e “La Histoire de Ó”, quando fomos assistir a este último filme, adoramos as situações de sadomasoquismo, criadas para a personagem, tanto é que o vimos dezenas de vezes e cada vez que o revíamos aumentava a vontade de participar de uma situação ao menos parecida. Este filme nos despertou para a prática do sexo selvagem e a partir dele estas situações foram inseridas no nosso relacionamento sexual, mas a oportunidade de sabermos mais sobre este assunto surgiu quando colocarmos um anúncio em uma Revista especializada em “Ménage e Swing” e chegou uma correspondência de um homem de São Paulo, dizendo-se adepto do Sadomasoquismo dizendo que gostaria de me iniciar no meio, inclusive realizando todas minhas fantasias, mesmo aquelas que nem eu mesmo sabia que tinha. 
Escrevemos para ele e trocamos diversas correspondências até marcarmos um encontro onde ele nos contou sobre suas experiências e nos mostrou diversas fotos no início fiquei assustada mas extremamente excitada e acabamos passando a noite em um Motel em Porto Alegre. 
Nem preciso dizer que o Roberto imediatamente se identificou com ele e imediatamente sentiu aflorar e incorporar o seu lado sádico e os dois fizeram miséria comigo, me amarraram, algemaram, chicotearam, bateram muito no meu rosto, bunda, pernas e seios me deixando em fogo, colocaram presilhas na ponta dos meus seios, me queimaram seios, barriga e boceta com cera quente de vela, enfiaram gelo na minha boceta e cú, chuparam e morderam todo meu corpo em especial seios e bunda deixando grandes marcas roxas, encheram minha boca de esperma, mijaram na minha cara e no meu corpo, me colocaram coleira e me trataram como uma cadela, enfiaram um plug anal com rabo no meu cuzinho e mandaram rastejar, me fizeram dupla penetração no cuzinho e na boceta, fui arranhada, mordida, chupada, espancada, me deixaram nua na sacada do motel de frente para uma vila, por longos minutos e depois me comeram ali mesmo e fiquei toda ardida, dolorida e marcada, mas adorei cada minuto.
Saímos várias vezes juntos e criou-se uma sólida amizade e a cada saída novas experiências, novos consolos, vibradores, muito sexo selvagem, com tapas, sessões de chicote e as vezes novos convidados onde tinham situações de estupro que  eu adorava e no final sempre restava o convite para participar de uma festa Sado, mas eu sempre recusava. 
Conversei com o Roberto e resolvi topar, então ligamos para nosso amigo e marcamos viagem para São Paulo, rumando para uma iniciação num mundo desconhecido.
A festa aconteceu em uma mansão num bairro nobre de São Paulo e quando lá chegamos fomos recebidos por quatro ninfetas maravilhosas que vestiam apenas mini tanga e botas de couro deixando de fora belos seios, então fomos imediatamente separados, levaram o Roberto para uma outra peça e me levaram diretamente para um salão enorme e semi-escuro que estava sendo precariamente iluminado por velas. 
Quando perguntei o que aconteceria as moças me disseram que a partir daquele momento eu não tinha mais permissão para falar ou perguntar absolutamente nada e que também não me seria permitido me negar a fazer qualquer coisa sob pena de ser castigada, dei uma risadinha nervosa, não acreditei muito, pensei que era brincadeira, começaram a tirar minha roupa, deixei, me colocaram deitada de costas sobre uma mesa enorme que mais parecia aquelas mesas de rituais de sacrifícios antigos, deixei, abriram minhas pernas, deixei, começaram a me depilar e protestei, nem bem abri a boca e levei um tapa do lado do ouvido que me fez ver estrelas, reclamei e levei outro tapa que me deixou meia zonza, então resolvi calar a boca. 
Uma das moças calmamente me repetiu que eu estava ali para servir e que não podia falar ou protestar e que a partir daquele momento não deveria nem mesmo olhar para elas, tentei novamente falar e levei uma chicotada na bunda que realmente doeu muito e deixou uma larga marca vermelha muito dolorida. 
Olhei ao redor na esperança de encontrar o Roberto, mas não enxergava nada, naquele local eu não tinha nem noção de tamanho nem profundidade do salão, pois estava tudo muito escuro. 
Resolvi ficar quieta e ver o que acontecia, a depilação foi completa, rasparam completamente minha chana e meu rabinho e após uma delas enfiou a língua na minha boceta e meu deu uma das melhores chupadas da minha vida, quando estava prestes a gozar ela parou e fui levada para o centro da sala, sendo algemada com os braços e pernas abertas em forma de “X” em um arco previamente preparado, as correntes e algemas ficaram esticadas e não me permitiam o mínimo movimento. Então as ninfetas apagaram as velas e saíram da sala, após algum tempo percebi que havia movimentos ao meu redor, comecei a sentir medo, pensei em gritar, mas me lembrei dos avisos e da chicotada e fiquei quieta com os sentidos alerta, estava começando a ficar apavorada, tentei me mexer, mas as algemas me prendiam firmemente e machucavam os pulsos, então senti muitas mãos e bocas explorarem meu corpo na escuridão me causando sensações completamente desconhecidas até ali.  Comecei a gostar da situação e estava ficando muito excitada, quando começou a tocar uma musica suave e tudo parou, me senti sozinha novamente, tentei relaxar e pensar em outra coisa, mas comecei a sentir frio e medo. Não sei quanto tempo passou, mas creio que uns 15 a 20 minutos, então vi uma claridade que se aproximava por um tipo de túnel, prestei atenção e vi surgirem dezenas de pessoas que estavam se aproximando de mim, carregando velas e tochas nas mãos, com a claridade percebi que durante todo o tempo estive cercada por várias pessoas a maioria delas usava roupas de couro ou roupas longas e transparentes e quase todos estavam com algum tipo de máscara ou capuz. 
Quando o salão ficou mais iluminado notei que a grande maioria dos presentes era do sexo feminino e usavam batas pretas super transparentes então se aproximaram de mim, me cercaram, começaram a me chupar os seios, a boceta, enfiaram a língua e os dedos no meu rabo, me morderam, chuparam, lambiam todo o meu corpo, já não sabia quantas pessoas estavam me lambendo, chupando, agarrando, mordendo. Notei que algumas dessas pessoas já haviam tirado ou estavam a tirar as roupas, as mulheres quase todas estavam com tangas de couro preto e Botas de Cano alto, alguns homens com mini tangas, outros estavam nus, tentei contar quantas pessoas tinham no salão, não sei ao certo, mas com certeza eram muito mais de 50. 
Uma loira linda, maravilhosa se aproximou de mim e me deu um grande beijo na boca, tinha umas unhas enormes que deslizou pelo meu corpo, deixando arranhões no meu peito e costas, mordeu meus seios me fazendo gemer de dor, mordeu meus lábios provocando imensa dor, depois foi até a mesa e pegou um chicote e começou a me bater deixando marcas na bunda, seios e chana e me causando uma sensação de quentura e formigamento em todo corpo. Depois pegou consolo daqueles com cinto, colocou na cintura e veio se aproximando de mim, pegou também um pote com um óleo lubrificante bastante cheiroso e denso que passou em grande quantidade em todo meu corpo se detendo em especial na minha boceta e bunda e enquanto enfiava os dedos em mim o liquido parecia queimar, sentia todo meu corpo ardendo em fogo e meus sentidos foram aguçados ao máximo, ela então veio por trás e ficou me chupando, mordendo e arranhando as costas, enquanto colocava o consolo entre minha coxas, me levando a loucura. 
Após me colocaram uma coleira com uma corrente, vendaram e ao me soltarem mandaram que eu andasse de quatro, eu não enxergava nada e perdi a noção de tudo que acontecia, de espaço e até do tempo, mas senti que fui muito apalpada, bolinada, senti que muitos corpos, paus e bocetas se esfregavam em mim, senti que mãos dedilhavam meu cúzinho e minha chana, senti quando passaram mais uma grande quantidade do liquido lubrificante na minha chana e no meu rabo fazendo aumentar a sensação de estar com o corpo em brasa. 
Então fui presa à uma estrutura de madeira onde fiquei presa pelo pescoço e braços  em uma espécie de canga de boi e que me deixava com as pernas abertas totalmente abertas e escancaradas, senti então que começaram a lamber e a enfiar um dedo em cada buraco e começaram a massagear meu grelo e cuzinho e eu estava adorando. Enquanto os outros me chupavam e lambiam, senti que mais um dedo foi enfiado na minha boceta e no meu rabo e um pau foi enterrado na minha boca e abocanhei e chupei com tesão, percebi que mais um dedo entrava em cada buraco e mais um e senti a mão toda ser posicionada e então entendi o que iriam fazer, tive medo, tentei me levantar, puxar o corpo e fugir, mas a armação era sólida e não me permitia mexer, tolhendo completamente os meus movimentos e me mantendo aberta e a disposição dos meus algozes, não tinha o que fazer e senti quando as duas mãos inteiras foram sendo introduzidas dentro de mim arrombando meus buracos, me dilacerando por dentro e brincando com meu interior. Procurei relaxar, o mais estranho é que  eu não sentia dor, o liquido que haviam passado no meu corpo  tinha um efeito fantástico e a excitação trazia sensações inimagináveis até então e  fui me abrindo cada vez mais, colaborando e começando a gostar de sentir as mãos brincando no meu interior me fazendo vibrar e gozar intensamente. 
Quando tiraram as mãos de dentro de mim, levei umas chicotadas ou sei lá o que, na bunda e nas costas, que me deixaram dolorida e marcada com finos vergões vermelhos e roxos e senti quando alguém enfiou a língua no meu grelo e chupou maravilhosamente bem e quando me abri senti um consolo ser enfiado na minha chana por trás, rasgando tudo, embora tenha entrado muito fácil devido eu estar alagada e arrombada. Enquanto eu era beijada, chupada e apalpada, escutava a voz da loira me mandando relaxar e aproveitar, pois aquilo era apenas o começo e eu ainda teria muitas surpresas durante a noite e enquanto me comia com o consolo, me acariciava, beijava e mordia todinha, deixando grandes marcas no meu corpo e eu gozei, logo o consolo foi substituído por um pau, que me encheu de porra e que logo foi substituído por outro e por outro e por outro, senti que eles se revezavam entre a boceta e o cu, sem me dar qualquer chance de reação ou resistência.
Perdi a conta de quantos paus, bocas e línguas me usaram e logo a seguir senti que fui solta e carregada por diversas mãos sendo colocada de costas sobre uma grande cama ou colchão, sei lá, apenas percebi que tinham várias pessoas me bolinando e abriram minhas pernas me arreganhando ao máximo, senti muitas bocas no meu corpo, chana, seios e bunda e senti quando um cacete enorme procurou minha boceta, enquanto diversos paus e bocetas se esfregavam no meu rosto, seios e mãos. O cacete entrou rasgando e me dilacerando enquanto eu me sentia esvair em gozo e assim fiquei sendo usada por muitos durante longo tempo e logo que um cacete me enchia de porra ou que uma boceta era retirada da minha boca, era logo substituída por outra, senti ainda vários jatos de esperma em meus seios, rosto, boca e no corpo inteiro. 
Depois me viraram de costas e me colocaram de quatro sobre a cama e senti encostarem um monstro cabeçudo no meu rabo, quis resistir, mas me agarraram pelas pernas e braços, me imobilizando totalmente e o monstro foi enterrado de uma vez só, sem dó nem piedade arrombando meu cuzinho e me fazendo sentir muita dor, gritei e então ele começou a entrar e sair violentamente do meu rabo de forma rude e vigorosa, então senti quando uma boca abocanhou meu grelo me levando as nuvens e involuntariamente me abri toda e relaxei e o monstro deslizou até o fundo do meu reto e senti bolas grandes e cabeludas encostaram-se à minha bunda, percebi o gozo se aproximar quis gritar e uma pica foi forçada para dentro de minha boca e gozei de modo intenso, em ondas enquanto aquele pauzão crescia e vibrava dentro de mim me enchendo de porra e então desfaleci.
Quando voltei a mim estava livre, não tinha algemas, cordas, ninguém me segurava, percebi que tinham tirado a venda dos meus olhos e vi que estava deitada em uma grande cama e no meio de uma orgia total e que estava de conchinha com um homem que estava com o pau atolado dentro da minha boceta, percebi que ali ninguém era de ninguém e todo mundo metia em todo mundo, mulher, homem, todo mundo comia, chupava e era chupado... 
Alguns demonstravam explicitamente seu lado sádico, usando chicotes, aparelhos e mãos, diversas pessoas estavam presas, amarradas ou algemadas a correntes ou aparelhos que não tinha nem idéia para que serviam. Tudo era permitido e nada podia ser negado a tesão que me deu foi incontrolável e eu estava livre para participar ativamente da festa.
Fui agarrada, comecei a chupar, a ser chupada a dar para todos que estavam ao meu lado, enquanto era penetrada de tudo que era jeito, tentei adivinhar quem seria o roludo que havia me comido e enrabado e imaginei que pela grossura dos paus, só podiam ser dois negros alto, roludos e fortes que estavam ao lado apenas observando. Fui até onde estavam me ajoelhei e agarrei e chupei o pau dos dois, então pedi para um deles deitar e sentei em cima, enquanto oferecia o cuzinho para o outro penetrar, senti que estava sendo entupida de tanto nervo que foi colocado dentro de mim e comecei a urrar e gritar de tesão, então um outro cara de pica grande chegou perto de mim e encheu minha cara de tapas me deixando o rosto em brasa e após colocou o pau na minha boca, despejando enorme quantidade de porra no fundo da minha garganta, enquanto os negros ejaculavam uma enormidade nos meus buracos arrombados.
Satisfeita e exausta, procurei o Roberto e percebi que ele estava transando no meio de um grupo de homens e mulheres num grande sofá no canto da sala, então coloquei um consolo na cintura e procurei a loira maravilhosa que havia começado tudo, quando a achei estava sentada por cima de um cara com a bunda a disposição e eu sem aviso prévio, cheguei e enfiei o consolo até o fundo do seu rabo, ela virou o rosto me beijou e colocando as mãos para trás enfiou os dedos na minha boceta e ficamos brincando até gozar coletivamente. 
Depois comecei a procurar meu marido, pois afinal de contas ele foi o principal responsável por aquela noite e o consolo que eu tinha na cintura não estava a fim de perdoar ninguém, muito menos ele, afinal de contas “Tudo era permitido e nada podia ser negado”
Cláudia – claudiaputinha2011@hotmail.com</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>VINGANÇA ANAL COM A AMANTE DO MEU MARIDO</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/vinganca-anal-com-a-amante-do-meu-marido</link>
			<description>Acordei ouvindo o canto dos pássaros e um sol radiante entrando
pela minha janela do quarto no 2.andar da casa.  Tateei instintivamente
para encontrar o braço do meu marido Klaien, mas encontrei o vazio
dos lençóis recém abandonados.  Abri os olhos e ele já tinha ido
embora, com certeza para uma reunião bem cedo no escritório.
Fiquei curtindo os raios de sol, quando notei um barulhinho na
extensão do meu telefone.  Apertei o botão do ‘viva voz’ para checar.
Era a voz de Klaien conversando em voz baixa com uma mulher.
Reconheci do outro lado da linha a voz jovem da minha melhor
amiga Tara, uma lourinha de 22 anos com uma carinha de anjo
e uma bunda de fazer me fazer inveja, que havia recém retornado
de alguns anos de universidade nos Estados Unidos.

Eu a conhecia desde garotinha e fui sua confidente quando ainda
era adolescente.  Acabamos nos tornando ótimas amigas se bem
que notava um certo olhar de tesão do meu marido Klaien, que em
varias circunstâncias era correspondido com um olhar pimentinha
da minha amiga, mas eu achava que era só uma brincadeira...
Até que naquela manhã me dei conta de que eles já eram amantes
há tempos, mas que Klaien, um fanático por sexo anal, ainda não
tinha conseguido faturar aquêle cú, se bem que já estivesse quase
conseguindo induzir Tara a experimentar.   No telefone ela prometia
que iria tentar na primeira oportunidade em que eu não estivesse
em casa e ele a chamasse.  Fiquei possessa de raiva, tanto pela
traição de meu marido, como pelo par de chifres que minha melhor
amiga estava atarrachando na minha testa.

Resolvi então me vingar.  Trouxe da garagem uma armação de
madeira que Klaien e eu havíamos comprado com idéias de
sexo não convencional, e instalei a traquizomba num quarto vazio
ao lado do meu..  A seguir liguei para Tara e a convidei para um
drink na minha casa no meio da tarde.  Ela apareceu toda alegre
e após alguns drinks que a deixaram bem descontraída levei o
assunto da conversa para o sexo anal, quando ela então me confi-
denciou que nunca tinha feito e que achava que doía, mas que
precisava achar um jeito de começar a fazer, pois tinha arrumado
um namorado (sei...) que queria tentar isso com ela..

Eu então disse que conhecia o assunto de cabo a rabo (desculpem
o trocadilho) e que poderia ensinar a ela a como dar o cuzinho e
gostar...  Para isso eu a induzi a vestir uma lingerie bem sexy que
eu tinha a disposição, se bem que achei que aquele rabão ia ter
dificuldade em entrar na minha vestimenta..., e avisei que eu iria
me preparar no andar de cima, onde também coloquei uma roupa
negra de lésbica dominadora.

Ao descer as escadas já encontrei Tara preparando os drinks.
Sua bunda ficou ainda maior dentro da minha lingerie e meus
pensamentos de vingança ficaram ainda mais agressivos com
a visão daquelas carnes prontas para serem saboreadas e
tesadas com requintes de perversidade...

- E então Tara, quer dizer então que o seu namoradinho novo
  tem tesão na sua bunda ?
- Minha bunda ? Como você sabe disso ? Não falei nada..
- Ah minha filha, aqui na nossa terra todo homem gosta disso.
  Deixa eu dar uma olhada no seu trazeiro. Vira de costa !
- Tá
- Hummm.. que bundinha redonda, gostosa e suculenta...
  Acho até que o meu Klaien gostaria de ver esta bunda desnuda..
  Você já fez sexo anal antes ?
- Não.  Fiquei muitos anos nos Estados Unidos e lá o pessoal
  dá mais bola pra peito que pra bunda, mas logo que cheguei
  de volta ao Rio, comecei a receber muita atenção no meu ‘derriere’.
- É acho que vou ter que te ensinar o assunto, mas primeiro vou
  checar se você sabe se preparar e se está convenientemente
  depiladinha onde precisa.  Debruce-se sobre a banqueta do bar.

Tara se debruçou e me mostrou aquele traseiro gostoso, que
comecei a acariciar ao mesmo tempo que lembrava da traição que
a sacana estava me proporcionando, e resolvi começar o castigo,
lhe aplicando sonoros tapas naquelas nádegas macias.  Tara se
espantou com as palmadas e deixou escapar uns gemidos mistos
de dor e prazer.   Abaixei então suas calcinhas e lhe disse que
iria examinar o olho de seu cú, para ver o que ela realmente tinha
a oferecer ao seu parceiro.  Enquanto lhe abria o rabo comentei:

- Bem, a primeira coisa que você tem que aprender antes de
  oferecer o seu rabo para um cara como o meu Klaien... que é
  tarado por um bom cú, é que você tem que vir com um cú
  totalmente depilado... o que você naturalmente esqueceu de
  fazer agora... Mas vamos cuidar disso...

Abri bem seu cuzinho, que era bem apertadinho e rosinha.
Juro que senti um desejo incontido de dar uma linguada naquele
rabo de pecadora, mas me contive.
Ordenei a ela que ficasse de quatro sobre uma mesa de centro
da sala, e que abrisse bem as pernas, ficando bem na beirinha.
Aproveitei então para o 2.castiguinho e fui repuxando seus
pelinhos do cú, lhe provocando gemidinhos de dor, e dizendo
que eles não poderiam estar ali, e que eu estava pensando em
remove-los um a um com uma pinça.  Os olhos da menina se
encheram de lágrimas, e minha xota começou a babar na hora
antevendo o suplicio por que minha vítima imaginava que ia
passar, mas... resolvi ser boazinha e disse que ia usar o
barbeador do meu marido para fazer o serviço...

Perguntei-lhe então se estava limpinha no interior...
Ela disse que achava que sim, mas eu disse que não estava
bem certa, e que portanto iria prepara-la uma vez para ela
aprender como vir prevenida para sexo anal com seu parceiro.
Trouxe então um balde, uma garrafa de água e um tubo flexível
com uma cânula na ponta. Inseri uma das pontas do tubo na
garrafa e aproximei a cânula do rosto de Tara ordenando que o
chupasse como se fosse uma pica fina, para umedecer e
lubrificar a ponta que em breve lhe entraria no ânus.

- Vamos, cospe na ponta, pois isto vai entrar no seu rabo a dentro.
  Chupa como se fosse uma piroquinha.
  Agora abaixa e fica quietinha...
- Aaaaaai...

Enterrei a cânula no cú da garota e abri o registro da bombinha
vendo fluir a água pra dentro do reto da safadinha.
- Tá frio.. aaaai.. uhffff...
- Aguenta... isso... mais um pouquinho (e abri todo o registro)
- Uhhhhh.. minha barriga tá inchando...
- Pronto (e removi o tubo do cú dela)... Pode soltar...

Tara fez força e do cú dela saiu um esguicho de água para
dentro do balde.  Ela morreu de vergonha, e eu de prazer...
O cú piscava e jorrava água e ela gemendo..
- Mais uma vez.. (e entubei ela de novo)
-  Aaaai... ahn....
E mais água penetrou no rabicó...
- Aaai.. estou tão cheia....
- Pronto.. mostra como você agora tá lipinha.. solta.. vamos..
E mais aguinha saiu do cuzinho rosa... até sair um punzinho
indicando que toda a água tinha saído.
- Boa menina...!!

Levei embora o balde e os apetrechos e voltei com um tubo
de creme de barbear e o barbeador do meu marido.
Agora eu ia acabar com o fio da lãmina do filho da puta,
mas por um bom motivo...  Tomara que na próxima vez que
for se barbear, corte todo o rosto.. safado...
.
- Abra bem a bunda e mostre esse cuzinho que eu vou
  ensaboar ele.
Que delicia passar o creminho naquela bunda bonita e
o cuzinho rosa que não parava de piscar.
- Ai.. tá frio...
- Tá frio é ?  Isso é para aprender a na próxima vez não
  se apresentar com um cú cabeludo..
Enquanto passava o creme ela abria o mais que podia
a bunda e me senti tentada a lhe dar uma boa dedada
na roseta, mas achei que ela poderia desistir com o susto
e novamente me contive e me concentrei em espalhar o creme.

Cuzinho ensaboado.. passei a lhe raspar os pentelhinhos
com o barbeador.  Nunca tinha feito isso e a sensação é
maravilhosa.  Raspar os fundilhos de uma garota nova não
deixa de ser um tesão...  E a garota tem mesmo uma bunda
fantásticamente bonita.  Quase que virei o barbeador ao
contrário e lhe enterrei o cabinho no cuzinho.... Ai ai....

- Acho que você vai ter que vir semanalmente aqui para eu
  manter a sua bunda bem raspadinha.
  O meu Klaien jamais gostaria de comer uma bunda cabeluda
  principalmente porque ele adoooora chupar um cú lisinho.
Terminada a raspação dei-lhe um banho de rabo com o copo
d’agua, e ordenei que tirasse toda a roupa e viesse ter comigo
no quarto.

Sentada sobre minha cama lhe disse que o cú tem que ser
preparado e alargado antes da penetração do home, e lhe
perguntei se ela costumava se masturbar analmente.  Ela disse
que fez algumas vezes, mas não recentemente.
Ordenei então que pegasse um consolo ambivalente de
plástico transparente na mesinha de cabeceira, se deitasse
ao meu lado e  passasse a lambe-lo, tentando depois colocar
o lado mais fino no olho do cuzinho.  Com dificuldade e um
monte de gemidos ela conseguiu lentamente introduzir um
lado.  Mandei então que tentasse com o lado mais grosso.

Como não estava conseguindo, tentou alargar o fiofó com
um e depois dois dedos e então tentou de novo com o
consolo do lado grosso.

- Ai meu Deus, como é grande e grosso !!
- Sim Tara, é grosso mesmo mas tem que tentar.
De bunda pra cima e ajoelhada sobre a cama, Tara tentava
empurrar todo o consolo pra dentro... Finalmente conseguiu
e aquela bolona entrou toda no furingo da sacana.
- Isso menina... Tá ficando bom... Agora esse cú tá alargando
  como deve. Agora que entrou tudo, vem me beijar a bunda
  pois adoro isso, e muito homem também.

Tara veio envergonhada me beijar as nádegas.
Fiquei de quatro e mandei que lambesse meu cú.
Ela franziu o cenho mas atendeu meu pedido.
Finalmente a minha ex-melhor amiga estava sendo
condenada a chupar meu cú.

Ainda com o consolo no rabo mandei que deitasse de barriga
pra cima e sentei com o cú na boca dela ordernando que
enterrasse bem a língua no meu ãnus.  Propositalmente
arriei o corpo sobre a cara dela tentando asfixiá-la mas
ao mesmo tempo ordenando que não parasse de enterrar a
língua no meu cú.  Ela quase desfaleceu, daí aliviei, mas
voltei à carga e dei-lhe outra sentada de cú no rosto dizendo:
- Não tá conseguindo respirar, lindinha ?  Mas também quem
  se importa com isso.. rsrsrs... Primeiro vem o prazer do teu
  parceiro, depois a tua necessidade de respirar.
Eu tava mazinha mesmo.  Minha cara devia estar espelhando
a bruxa da Branca de Neve... hehehe...

Comecei a lhe tocar uma gostosa siririca enquanto ela
continuava a me lamber a bunda, até que ela entrou em
extase e começou a gozar, me agradecendo...
- Agradeça me lambendo o cú, menina... vamos...!!!
   Isso !! Boa menina.. boa menina... !
Tirei os dedos de sua boceta e enfiei na boca dela dizendo
- Agora vamos foder um rabo, mas antes você vai tomar
  mais um drink comigo.

Fiz ela tomar uma bebida que eu tinha previamente preparado
e em alguns minutos ela já estava meio tontinha e me deixando
leva-la para onde eu quisesse.  Amparei-a e fui trazendo ela para
o quarto onde estava a minha ‘maquina de tortura’, e a alojei
na armação de madeira com metade do corpo para a frente do
batente e a outra metade incluindo aquela bunda carnuda, na
parte de trás.  Prendi-lhe as 2 mãos para trás no barrote e
deixei-a com os joelhos encostados na armação, mas ainda de pé.
Totalmente travada e com os movimentos restritos, ela estava
como eu queria para a punição final...

Saí do quarto e voltei com um cinturão (strap) com um enorme
pirú negro assestado nele.  Tara gelou...
- Que vai fazer comigo, Carla.. Que isso meu Deus.. Não me diga
  que vai me enfiar esse pau de jumento na bunda...
- Acertou queridinha..., mas primeeeeiro, vai chupar o cacete bem
  direitinho pra proteger seu próprio rabo, pois não vou usar
  vaselina.. Vai no teu cuspe mesmo..portanto.. capriche.
  Meninas más como você, tem que passar por um castiguinho
  vez por outra, para aprenderem a serem mais honestas e
  obedientes, viu ? E diga, sim senhora/sim senhor ao seu
  dominador. Entendeu ?
- Sim senhora, murmurou Tara....
Enfiei-lhe fundo o pau na garganta até ela engasgar segurando
firme no seu rabo de cavalo loirinho, e disse:
- Seja submissa, e quando disserem que você é uma tremenda
  de uma puta rampeira, sorria e diga: Sim senhor.
  Agora chupe o pau que vai lhe arrombar o rabo ..
  Isso.. cuspa nele.. .. Acha que o pau tá pronto pro teu rabo ?
- Sim, senhora

Fui até a parte de trás dela e iniciei uma longa sessão de
chapoletadas naquela bunda indefesa.  Abri-lhe o cú, dei
algumas boas cusparadas para deixar o cú bem molhado
e aí parti para o castigo final..
Tasquei pica naquele cuzinho assustado enquanto ela gritava.
Não tive pena da filha da puta, afinal era ela que estava me
pondo um tremendo par de chifres...  Tinha que pagar a piranha...

Afundei bem o caralhão no olho da roseta dela...
- Ai meu Deus, tá grande demais.. Aaaaaaaaaaai caralho....
  Tá arrombando o cú Carla...
- Vai gozar no meu cacete sua filha da puta ?
Eu segurava ela pelos bracinhos presos e fudia aquele cú
como se fosse um homem.
- Vai querer que eu enterre as bolas também, safada ?
- Não, pelo amor de Deus, não... aaaaaaaaaaaahnnnn
Que tesão maltratar a galinha.

Quando cansei removi devagarzinho o tubão preto do
nozinho da garota, que agora estava um túnel de tão aberto.
Me aproximei dela pela frente com a piroca balançando,
me abaixei até ficar cara a cara com ela e disse...

- Ainda vai dar o seu cuzinho hoje pro seu namorado ?
- De jeito nenhum..... Acho que vou ficar sem nem poder
  sentar por pelo menos uma semana....
- Mas era isso mesmo que eu queria... Agora fica aí um
  tempo para pensar nas sacanagens que tem feito com os outros
  que mais tarde, talvez eu te libere, sua cachorra.
 
Klaien tão cedo não ia poder chegar perto daquele cú... Bem feito.
 
Beijoka da perversa e vingativa
 
Carla Zéfira</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Casa dos Prazeres Excusos</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/casa-dos-prazeres-excusos</link>
			<description>.
(Conto com fotos e links para vídeo)
.
Felícia e Rain são 2 amigas desde os tempos de escola.
Sempre foram confidentes uma da outra e agora perto de 
completarem 10 anos de casadas encontravam-se num
dilema sério....
.
Para ambas, o casamento já estava com as cores esmaecidas
e o sexo com os maridos que nos primeiros anos era diário
tinha se tornado uma coisa monótona.  Mesmo com ensaios
de tapinhas na bunda e nas pernas e até uma sessão light de
bondage (amarrar com cordas ou com algemas) ao espaldar
da cama, elas não conseguiam mais gozar tão facilmente e
sobretudo com a mesma intensidade do início do casamento.
.
                
         F E L I C I A                  R A I N
.
Por outro lado, não queriam trair seus maridos e se atirar nos
braços dos inúmeros Ricardões que as cantavam pois ambas
ainda tinham bons atrativos, pelo risco de um possível 
envolvimento com os novos pretendentes e da descoberta do
‘affair’ pelos maridos.
.
 
Felicia sonhava com uma penetração de um membro bem duro
em sua boceta, que a espetasse com vontade e rapidez até
fazer jorrar seu suco.  Rain já era vidrada em levar no rabo, mas
seu marido americano era frontalmente contra tal aberração, e
a deixava ao sabor de inúmeros consolos que mesmo vibratórios
não a satisfaziam como realmente queria.  Desejava uma vara
bem dura e rápida em seu ânus guloso, ao mesmo tempo em
que uma mão máscula lhe enfiasse alguns dedos na vagina e
a sacudisse até fazer o creme espirrar de sua cona.
Sonhavam ambas com algo que ao mesmo tempo as satisfizessem
e as fizessem pagar por tão lúbricos pensamentos e quiças.. atos.
.
Finalmente o momento chegou.  Numa revista especializada em
‘Bondage / BDSM’ que surrupiaram da casa de uma amiga fora
do eixo.., leram sobre a ‘Casa dos Prazeres Escusos’, a tal da
‘KINK’, que ficava num bairro de baixa reputação da cidade.
Com um certo medo foram as duas visitar a tal casa mas o 
aspecto inicial do local (parecia uma oficina) e os diversos 
ferros e apetrechos espalhados pelo local,  causou nelas uma
certa repugnância ao mesmo tempo que uma grande curiosidade.
Na entrevista com um senhor de uns 50 anos, ele as acalmou
dizendo que a casa era visitada e os procedimentos utilizados
por varias senhoras e senhoritas da sociedade local, o que as
deixou um pouco mais tranqüilas.  Expuseram seus desejos
e o tal Senhor (Carl) disse que poderia resolver ambos os casos
com total discrição.
.
     
.
Felicia e Rain foram então convidadas a remover integralmente
suas vestes em compartimentos diferentes, após o qual tiveram
cada uma seus seios fortemente amarrados por cordas para 
forçar o sangue a se concentrar na superfície da pele, tornando
os peitos quase que como dois tomates, e Felicia foi escolhida
como a primeira ‘vitima’ do tratamento escuso.
.
Dois fortes rapazes a viraram de cabeça pra baixo e gentilmente
a colocaram de costas contra uma parede com braçadeiras de
ferro.  Apoiaram sua cabeça no chão e abaixaram as pernas dela
até que os pés novamente se apoiassem no chão, com as pernas
abertas quase num ângulo de 90 graus.  Desta forma o cú dela
ficava na vertical, e sua boceta ficava igualmente exposta ao
deleite de quem a fosse tratar.  Braçadeiras de ferro fixavam 
seus tornozelos, coxas e pulsos, travando integralmente seus
movimentos e quaisquer tentativas de evasão da garota, que
agora começava a pensar se aquilo tinha realmente sido uma
boa idéia.....
.
  
.
Ao fundo, uma tela gigante de televisão deixava ver a visão
perversa do seu rabo empinado, e ela tentava se acomodar ou
talvez mesmo sentir se conseguiria escapar das braçadeiras,
quando ouviu passos de botas pesadas e viu as pernas de
um homem trajando um macacão cinza surrado de oficina
se aproximando dela, e sem ser avisada tomou uma chicotada
de hastes múltiplas de couro em sua bunda indefesa.
.
Deixou escapar um gemido, e logo depois ganhou mais uma,
duas, três, quatro, cinco, seis chicotadas cada vez mais fortes
em suas maçãs da bunda, fazendo-as avermelharem com as
palmadas e extraindo gritos e gemidos, ao mesmo tempo em
que seus olhos se enchiam de lágrimas.
.
  
.
E as chicotadas agora atingiam em cheio sua vagina depilada.
O martírio não parecia ter fim, e seu cú se contraía a cada
chapoletada que ganhava. Quando o homem finalmente se
cansou e se afastou, Felicia pode identificar o sujeito. Era o
tal do Carl que a tinha entrevistado.  Como estava vestido
parecia um operário de oficina e seus olhos demonstravam
um prazer maquiavélico em executar aquilo.  Voltou com 
uma vara fina e comprida e com ela bateu devagarzinho
mas repetidas vezes contra o grelo e o cú da menina, 
depois contra cada maçã das nádegas, deixando-as 
rubras e arrancando novos gritos da paciente.  Depois 
novas varadas contra as batatas das pernas que por
estarem contraídas, lhe doeram bastante.
.
   
.
Passou então a lhe espetar os seios vermelhos com a vara
e então subitamente se afastou e voltou com um novo
instrumento de tortura... um vibrador elétrico cuja grande
cabeça encostou em sua vulva, arrancando gritos de
surpresa e de prazer.  Quando ela já estava pensando em
desistir, Carl voltou com a mão toda melecada por uma
gosma e enterrou-lhe um depois  outro, depois dois dedos
na boceta e lhe tocou uma siririca rápida, profunda e 
violenta,  que a fez gozar vorazmente, e se afastou de novo.
.
   
.
Só então notou que havia um aparelho pendurado na parede
acima dela. Carl regulou o aparelho e enfiou a ponta na forma
de um cacete em sua boceta. Trouxe então o vibrador agora
com um pé próprio e o apoiou no grelo de Felicia.
O que viria agora... ?
.
Sentiu o vibrador ser ligado e o seu grelo sofrer com a
sensação.. e de repente notou que a maquina da parede
tinha sido ligada e o cacete de ferro passou a entrar e a sair
de sua xoxota de maneira ainda lenta mas já lhe causando
uma sensação jamais experimentada.  Felicia gemia de susto
e de prazer.  Carl parecia estar tratando de uma máquina.
Logo a seguir chegou com um lubrificador de maquinas e
esguichou óleo lubrificante em sua boceta, deixando a
maquina trabalhar mais livremente em seu corpo.
.
 
.
   
.
Felicia estava completamente à mercê das máquinas que
literalmente lhe extraiam o suco do prazer e gemidos os
mais diversos associados à posição constrita e à incapacidade
de se libertar.  Mais lubrificante foi esparramado em suas
partes íntimas e de novo as maquinas foram ligadas, desta
vez em velocidade máxima. Era a tortura do prazer no seu
limite.  Felicia jorrava gozo por todos os seus buracos.
Seu rosto estava molhado do seu próprio creme.
Assim como tinha começado, de repente acabou...
E ela foi libertada..
.
  
.
Começava agora o tratamento da sua amiga Rain...
No outro compartimento da casa, Rain havia sido colocada
de barriga pra cima com as costas apoiadas sobre uma fina
plataforma de madeira e com a cabeça enterrada numa 
espécie de gaiola de madeira, sem poder ver absolutamente
nada do que estava passando. Suas pernas foram levan-
tadas e inseridas num barrote de madeira, enquanto suas
mãos foram presas em caixas menores grudadas à parede.
Seu cú e boceta jaziam à mostra e.. disposição do seu algoz.
.
       .           
.
Novamente dela se aproximou Carl ainda vestido com seu
sujo macacão de oficina cheirando a óleo de máquina.
Com a vara fina, Carl começou lhe aplicando varadas nas
solas dos pés.  Como ardia aquilo, coitadinha.
Daí passou a lhe aplicar a cabeça do aparelho vibrador em
sua boceta. Rain só ouvia os passos dele e tentava advinhar
o que viria a seguir.  Novamente o vibrador a torturou.
.
  
.
Ouviu passos e sentiu a mão de Carl lhe testar o interior
da vagina com um dois e três dedos e também lhe tocar
uma violenta e profunda siririca.  Voltaram as varadas e
o vibrador, arrancando gemidos da menina assustada.
Que castigo era esse, só porque queria gozar e sentir
um pauzinho no cú... ???
.
Carl se afastou e voltou novamente enfiando 3 dedos
em sua boceta e a sacudindo com os dedos lá dentro
até faze-la gozar.. Depois sem avisar atochou-lhe os
dedos no ânus aberto e os rodou dentro dos seus
intestinos o quanto gostou de fazer.  Aquilo a fazia
gozar e gritar de prazer ao mesmo tempo.  E tudo com
a cabeça na caixa de madeira, em plena escuridão.
.
  
.
Ouviu o som de uma máquina elétrica de aparafusar
e sentiu de repente lhe enfiarem algo na bunda.  Era
a ponta do estilete em forma de pica que Carl lhe
alojava no rabo.  Um certo desconforto foi precedido
da máquina sendo ligada e aquela jeba passando a
penetrar e sair do seu cú em movimentos lentos que
foram sendo aumentados na freqüência e complementados
pelo malvado homem de macacão que lubrificava suas
partes íntimas, em especial a auréola do cú de Rain com
óleo de máquina.
.
  
.
A velocidade do suplicio foi aumentada e as maçãs de
sua bunda tremiam com a violência da penetração anal
e tudo isso tremendamente aumentado pela escuridão
em que era obrigada a passar por estar sua cabeça
dentro da pequena caixa. Seu cú ardia com a fome da
máquina em lhe invadir o seu reto, e as lágrimas se lhe
corriam pela face penetrando em suas orelhas..
.
    
.
Tentou gritar mas seu grito saía entrecortado...  
De repente tudo parou, mas por pouco tempo pois o 
malvado Carl voltou e lhe enterrou de novo mais alguns 
dedos na cona e os sacudiu lá dentro fazendo Rain gozar 
copiosamente enquanto xingava tudo que sabia.
.
  
.
Súbito... o silêncio....  O procedimento tinha sido concluído.
.
  
.
Ambas haviam gozado como nunca, e .. não haviam 
traído seus maridos com outros homens, mas...
também não queriam que seus maridos viessem a
saber do tratamento pelo qual haviam passado e
combinaram silêncio mútuo sobre o assunto.
 
Nas noites e semanas seguintes sonhavam com a
máquina furadora de bocetas e de cús e com aquela
mão grossa de Carl lhes extraindo o suco do prazer.
Será que voltariam à Casa dos Prazeres Escusos ???
 
Beijoka da perversa
Carla Zéfira
 
Links dos vídeos (clique sobre as linhas azuis)
------------------------ 
 
Video do Conto (111.015 Kb / 16.44 minutos)
http://www.4shared.com/file/228524880/e87c4fb8/Casa_do_Prazeres_Escusos_Video.html?
 
 
Entrevista com as 2 atrizes (em inglês) (55.663 Kb / 7:55 minutos)
http://www.4shared.com/file/228500800/d5070187/Casa_dos_Prazeres_Escusos_Entr.html?</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O Sequestro</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/o-sequestro</link>
			<description>Ela conferia os nomes das ruas nas placas de esquina, mas a tarde já estava indo embora, dificultando assim sua visão. No inverno do Rio Grande do Sul já é noite antes das cinco e meia da tarde, e desde que mudara para Porto Alegre, nunca mais usara seu par de óculos.

´´As ruas deste bairro tem nomes estranhos``, pensou. Aliás, achava estranho tudo que tinha acontecido naquele dia. Já fazia algum tempo que estavam procurando uma casa na zona sul da cidade, e para dizer a verdade, ela estava até cansada de tantas que já tinham visto. Mas no final da manhã havia pego um recado no seu celular, deixado por um corretor, que dava apenas o endereço do imóvel e o horário em que seria feita a visita, além de dizer que já havia agendado com o marido dela. Passou a tarde tentando falar com ele, mas ele já havia avisado que passaria a tarde em reuniões fora do escritório. No escritório a recepcionista lhe informara que ele não retornaria naquela tarde, pois tinha um compromisso no final da tarde, e no celular entrava direto a caixa postal.

Assim, estranhando tudo, ela finalmente achou a rua, e por fim a casa. Era a última rua na beira do rio, e olhando da calçada para a fachada, teve certeza que a vista do andar superior seria maravilhosa. Trancou o carro e fez o caminho de pedras no gramado até a porta principal. Era uma porta alta de madeira, e estava entreaberta. ``O corretor já deve estar aí``, pensou. Empurrou um pouco a porta e olhou para dentro. Não dava para enxergar nada, a escuridão ali era total. Pegou o celular e tentou mais uma vez falar com seu marido, sem sucesso. Decidiu então ligar para o telefone do corretor, que ficara gravado no seu celular. Para sua surpresa, a cada toque de chamada no seu ouvido, um telefone tocava dentro da casa. ``Não vou entrar aí´´, pensou já se virando para voltar ao carro. Foi então que sentiu uma mão puxando-a pela cintura, e outra mão cobrindo seu rosto. O cheiro do éter entrou-lhe pelas narinas e ela não viu mais nada.

*********

Ouvia lá no fundo um crepitar de madeira queimando, enquanto ia acordando vagarosamente. Que barulho seria aquele, porque estava tudo tão escuro? As perguntas começavam a se formar na sua mente, enquanto ela tentou se mexer uma, duas, três vezes. Sabia que estava deitada de bruços, e agora tinha consciência que estava presa. Lembrou-se então da mão agarrando-lhe a cintura, e então lembrou-se de tudo e gritou. O grito ecoou no silêncio da casa vazia, e então ela ouviu passos rápidos em sua direção, e sem pensar gritou novamente, quase na mesma hora em que a bofetada acertou seu rosto. Com o susto ela calou-se, e uma voz abafada falou ao seu ouvido:

- Fica quieta, cadela. Senão além de apanhar mais, cubro a tua boca.

Sentiu a mão dele deslizando pelas suas costas, somente agora notando que estava nua, e lhe apertar a bunda com muita força.

- Tu é bem gostosa, hein? E rica! Dona de uma casa dessas, uma mansão! Cadê o teu marido? É ele que tá pagando a reforma aqui? A casa tava vazia e a gente dormia aqui... Até que começaram a reforma e nos mandaram pra fora. Cadê teu marido? Dá o telefone dele que vou falar que tu é refém. Quanto tu acha que ele paga de resgate por ti, vadia?

Ela tentou manter a calma, quem sabe ganharia algum tempo dialogando, assim podia pensar em alguma coisa.

- Não moço... Eu não sou a dona daqui. Nem meu marido.

E agora? Se dissesse que estava ali procurando imóvel para comprar, ele acharia que eram ricos.

- Tu pensa que sou trouxa, dona? – Mais uma vez a voz abafada perto do seu ouvido – E o que tu faz aqui então?

- É que eu...

- Não quero saber. Dá o telefone dele.

- Espera moço. Tira essa venda dos meus olhos. Vamos conversar.

Ouviu a risada dele. O que viria agora?

- Conversar? To te olhando pelada aí, acho que a gente pode fazer coisa mais boa, dona...

Ele se afastou e com um rápido olhar conferiu a posição dos cavaletes. Não sabia se ela tinha notado, mas tinha prendido-a em uma taboa sobre três cavaletes. Um acima dos seios, um na barriga e outro acima dos joelhos. Talvez ela tivesse tão nervosa que a posição ainda não começara a causar incomodo. Estava presa pelos dois tornozelos, com as pernas ligeiramente abertas, pela cintura, no cavalete do meio, e pelos braços, estendidos pelas laterais do primeiro cavalete. Ela não movia um músculo, tentando adivinhar por onde ele estava caminhando, e por onde ele se aproximaria.

Estavam na sala da casa vazia, a lareira antiga de pedra produzindo um calor agradável. Ele tinha comprado lenha durante a tarde, para que o frio do inverno gaúcho não a congelasse nua sobre os cavaletes. Caminhou até a bancada que dava para a cozinha, onde tinha espalhado os acessórios, e escolheu a pequena chibata.

Se aproximou por trás dela, parando entre seus pés. A visão ali era deliciosa, as pernas amarradas de uma maneira que deixavam a buceta e cu ligeiramente visíveis. Passou a ponta da chibata pelo lado de dentro de uma perna, subindo até a coxa, depois descendo pela outra. Sentiu a pele arrepiar e ouviu um gemido abafado, ela devia estar com medo de gritar e apanhar de novo. Tudo estava saindo conforme ele tinha programado.

´´O que eu vou fazer para sair daqui?``, era o que ela estava pensando no momento em que sentiu uma chibatada na bunda. Abafou o grito de surpresa e dor, afinal a única chance que tinha de se safar era tentando conversar. Em seguida vieram outra, depois outra, e muitas outras chibatadas, e ela não se conteve:

- Ai, por favor pare! Você está me machucando!

Ele parou e olhou as marcas vermelhas na bunda dela. A pele era bem branca e sensível. As marcas ainda estariam visíveis pelos próximos dias. Moveu-se até o rosto dela, e puxando-a pelos cabelos falou:

- Então, sua vadia! Vai dar o telefone do teu marido ou não?

- E quem disse que sou casada? – tentou desafiá-lo.

- Olha, dona. Não piora as coisas pro teu lado. – falou com raiva - E aquela porra da aliança que tu tinha na mão esquerda? Acha que eu sou burro?

Ela moveu os dedos da mão esquerda, tentando sentir se a aliança ainda estava no seu dedo. Não estava. Era melhor ficar quieta.

Ele caminhou em volta dela, até parar na altura dos quadris. Enfiou a mão pelo meio das coxas dela, forçando o quadril para cima. Correu os dedos pela virilha, pela buceta.

- Olha só. A dona é do crime, hein? Bucetinha raspadinha, e tal. Hoje tu vai ver o que é ser fudida de verdade.

Ela sentiu todo o sangue do corpo congelando. Dificilmente conseguiria se livrar desta. Não notou que ele se afastava para pegar uma palmatória de couro.

- Sabe, dona... – ele falou, enquanto batia com a palmatória na palma da própria mão – Eu vou te comer. E vou te comer muito! Mas não pense que vou te estuprar, porque isso eu não faço. Tu vai ver que logo tu vai estar implorando pra que eu te foda.

- Seu nojento! Você é muito macho comigo aqui toda presa! Me solte que você vai ver só uma coisa!

Ele riu. A mesma irritadinha e valentona de sempre. Moveu a palmatória com velocidade de encontro à parte de trás das coxas dela, repetidas vezes. Olhava-a se retorcer a cada batida, comprimindo as pernas uma contra a outra, e ouvia os gemidos abafados que ela emitia. Só não sabia ainda se eram de raiva, dor ou prazer.

- E o telefone, dona?

Ela não respondeu.

- Tá vendo? – ele falou depois de algum tempo – Tu tá gostando. Logo vai estar implorando pra ser fudida.

Foi até os pés dela e bateu neles com a palmatória. A visão do corpo dela era deliciosa, dali. A cada batida, ela forçava os pés, e com isso fazia um movimento com as pernas que escondia e mostrava a buceta para ele. Correu as mãos pelas pernas dela, coxas, até a bunda. Separou as nádegas com as mãos e cuspiu. Quando a saliva dele tocou-lhe o ânus, ela levou um susto. Tentou forçar os músculos dos glúteos, comprimindo a bunda, mas ele a segurou firmemente. Quando ele sentiu que ela desistira, passou a ponta dos dedos no ânus dela.

- Dona, o teu cu eu vou comer também. Vai ser serviço completo!

- Vá se fuder! – ela gritou.

- Vou sim. E contigo. Quer apostar?

Foi até a bancada e pegou duas velas que já estavam acesas, uma branca e uma vermelha. Começou pingando a cera nos dois pés dela, mesmo sob os gritos e xingamentos que ela proferia. Parou apenas uma vez, antes de chegar nas costas, para dar-lhe um tapa no rosto, mandando que calasse a boca, ou que dissesse ´´me come logo`` de uma vez. Isso a irritou, mas o tapa fora suficientemente forte para ela saber que não deveria gritar.

A cera cobria-lhe quase toda as costas, quando um gemido denunciou-a. Ele notou na hora, mas decidiu fazer que não tinha escutado. Largou uma das velas, e pegou um chicote de tiras. Agora pingava com a vela bem perto da pele dela, e de tempo em tempo dava chicotadas na bunda, nas costas, nas pernas dela. Afastou-lhe novamente as nádegas e foi pingando a cera quente quase até o ânus. Então apagou a vela e jogou-a de lado, ficando com a mão livre para conferir a umidade na vagina dela. Como previra, estava encharcada.

Ela sentiu o toque dos dedos dele na vagina, e teve que conter o gemido de prazer. A sensação de estar sendo explorada por ele era deliciosa, mais a sensação de estar sendo usada, violada, açoitada, tudo sem permissão, aumentava ainda mais sua excitação. ´´Agora ele vai ver que estou gostando, que merda!``, pensou. Mas, de toda maneira não tinha mais como esconder. Mais cedo ou tarde a hora chegaria e ele notaria, e ela sabia disso. Sentiu dois dedos forçando a entrada da vagina, alargando-a, e depois movendo-se lentamente dentro dela. Era um toque delicioso.

- Dona, eu falei que tu tava gostando. Vamos, implore!

Não iria dar esse gostinho à ele. Não iria mesmo! Estava decidida. Mesmo quando sentiu o cuspe dele novamente na sua bunda, e mais um dedo forçando a entrada no ânus, conseguiu ficar quieta.

O dedo entrou com facilidade no ânus dela, provando que estava relaxada, excitada, e logo ele começou a fazer movimentos de vai e vem, na frente e atrás. Conhecia bem as reações dela, e imaginou o quanto ela devia estar se segurando para não demonstrar a excitação. Mas logo ele pôde sentir os quase imperceptíveis movimentos dos quadris que ela fazia, ritmados com o entra e sai dos dedos dele. Sorriu intimamente, e de sopetão tirou todos os dedos de dentro dela.

Pegou um vibrador e encostou na vagina dela, para depois acioná-lo. Ela arrebitou bem a bunda, do jeito que pôde, deixando assim o caminho livre para ser explorada. Ele passou várias vezes a ponta do vibrador em toda a extensão da vagina, às vezes subindo até o ânus, e então enfiou todo o vibrador na buceta, colocando-o na velocidade máxima.

Ou ela tinha desistido de esconder o que sentia, ou não conseguira se segurar. A respiração havia se tornado muito forte, entrecortada por gemidos, e as cordas esticavam e folgavam com os movimentos do seu corpo. Sentiu o vibrador entrando fundo dentro da vagina, e o pouco que ficou para fora encostando no clitóris.

- Segura ele dentro de ti. Não deixa escapar. – ele mandou.

Ele a viu movendo a cabeça afirmativamente, a boca entreaberta, os punhos cerrados, enquanto buscava novamente o chicote de tiras. Encostou-se na bancada, e ficou olhando-a um instante. Ela lutava contra o seu próprio prazer, sabia que ela tinha vontade de gritar, de se mover, e que faria de tudo para que o vibrador não saísse de dentro dela. Abriu as calças e tirou o pau para fora, postando-se em frente ao rosto dela.

Passou a cabeça do pau no rosto dela, mas na hora ela fechou a boca. Tentou forçar entre os lábios dela, mas ela virou o rosto. Deu então duas chicotadas fortes nas nádegas dela, e falou:

- Não quer chupar meu pau, vadia?

Ela moveu a cabeça negativamente. Ele então chicoteou-a várias vezes, olhando seu corpo delicioso se contorcer, com o pau encostado no rosto dela. Logo ela começou a mover a cabeça, roçando o rosto no pau dele, para depois de alguns momentos abocanhá-lo. Ele então segurou-a pelos cabelos com uma mão, estocando o pau até sua garganta, sem parar de chicoteá-la.

Ela bem que tentou resistir, mas aquele vibrador estava fazendo um serviço e tanto dentro dela. Quando sentiu o pau dele de encontro a seu rosto, sentiu raiva, sentiu tesão, sentiu-se humilhada. Mas quando as chicotadas vieram, o tesão falou mais alto. A ponta do pau já melada roçando nos lábios foi a gota d’água. Abocanhou, chupou, mamou. E queria mais.

Ela sugava com tanta vontade, que se ele não tivesse se afastado dela, teria gozado na sua boca. Mas não. Eles ainda tinham bastante tempo. Deixou-a ali, de boca aberta, procurando o pau dele no espaço já vazio e pegou o telefone. Rapidamente discou o número do celular dela, que logo começou a tocar. Ele mesmo atendeu.

- Alô. Quer falar com quem?

Esperou um instante.

- Ah, é esse o nome da cadela? Olha, cara. Ela foi seqüestrada. Cala a boca e escuta. – foi se afastando e falando ao telefone, dizendo que queria dinheiro, que ela estava bem, mas que seria ainda muito usada naquela noite.

Ela gelou. Por um instante tinha imaginado uma coisa totalmente diferente. Não, não poderia ser verdade.

Ele voltou e segurou forte o rosto dela entre os dedos, falando ameaçadoramente:

- Escuta o que vou te falar, vadia. Mas presta bem atenção que só vou falar uma vez. A grana tá sendo providenciada. Mas a gente ainda tem bastante tempo pra se divertir. Vou te soltar agora, porque quero ver tu se mexendo. Mas não tenta dar uma de esperta comigo, senão tu vai te dar mal. Entendido?

Nem esperou ela responder. Soltou o rosto dela e começou a desfazer os nós das cordas. Quando terminou, ajudou-a a ficar em pé, e prendeu os pulsos dela juntos, nas costas. Sem enxergar nada, ela tentou se acostumar no espaço da sala. À sua esquerda, podia sentir o calor da lareira, e às suas costas sabia que era o lugar em que estivera amarrada. Quando ele mandou que ela caminhasse um pouco para ele observa-la, ela o fez com passos lentos, com medo de esbarrar em alguma coisa. Levou então uma chicotada nas coxas.

- Eu disse pra tu caminhar, e não pra te arrastar.

- Mas não estou enxergando nada.

A chicotada agora veio mais forte, nas costas.

- Cadela, se eu quisesse que tu te machucasse, eu mesmo faria isso. Eu quero é ver essa tua bunda rebolando quando tu anda, quero ver esses peitos balançando. Anda logo!

Ela recomeçou a andar, quase que normalmente. Quando ela chegou perto da parede, ele mandou que ela virasse e voltasse caminhando, e quando ela estava sobre o cobertor em frente à lareira mandou que parasse. Ordenou que ficasse de joelhos, o que ela obedeceu prontamente, e começou a andar em volta dela. Podia ouvir a respiração forte, causada pelo medo e pela ansiedade de não saber o que viria a seguir.

Parado atrás dela, desceu as duas mãos pelos ombros até tocar-lhe os seios. Passou a palma da mão em todo o contorno, e quando ela menos esperava, apertou fortemente os bicos, com a ponta dos dedos. Ela deu um grito, mais de prazer do que de dor, e a respiração se tornou ainda mais forte. Ele foi até a bancada e pegou dois prendedores de roupa que achara no pátio da casa. Brincou mais um pouco com os dedos nos mamilos dela, até ficarem bem durinhos, e colocou os prendedores. Ela mordia os lábios, por causa da dor, enquanto ele se afastava, pensando no que iria fazer agora. Decidiu soltar as mãos dela, não sem antes amedontrá-la.

- Olha aqui, sua puta. Vou soltar as tuas mãos. Mas não tente uma gracinha sequer comigo. – pegou um pedaço de um cano de uma torneira que estava sobre a pia quando chegou, e encostou na nuca dela – Tá sentindo isso? É um revólver. E não tenho o menor problema em usá-lo.

Mandou que ela ficasse de quatro, o que ela obedeceu na hora. Passou as mãos por todo o corpo dela, deteve-se nas marcas de sol do biquíni que ainda persistiam do verão. Realmente, ela era muito gostosa. Correu os dedos desde o fim da coluna até o clitóris, sentindo ela se abrir mais para o seu toque.

- Já quer que eu te foda? – perguntou.

- Claro que não, seu escroto! – ela respondeu raivosamente.

Ele sorriu. Isso deixava tudo ainda mais interessante. Pegou o chicote e bateu-lhe seguidas vezes nas nádegas, nas pernas, nas costas, vendo-a se contorcer a cada golpe. Caminhou de novo até ela e enfiou dois dedos na sua buceta. Tão logo sentiu sua lubrificação, fez movimentos fortes e precisos de vai e vem, que logo foram acompanhados por ela. Em pouco tempo ela gemia com a boca entreaberta, e rebolava a cada entrada e saída dos seus dedos. Mais uma vez ele tirou os dedos e se afastou.

Ela se mexia languidamente, roçando uma perna na outra, tentando não perder aquela sensação que ainda sentia, quando ele entregou-lhe o vibrador.

- Usa isso. Vamos ver se tu sabe brincar sozinha.

- Vai ser melhor do que com você. – ela respondeu antes de levar um tapa no rosto.

- Veremos.

Ela tomou o vibrador nas mãos e enfiou de uma vez na buceta, bem no fundo. De cabeça baixa e com a mão entre as pernas, fazia o objeto entrar e sair, girar, batia com ele nos grandes lábios, fazia o que podia. Ele observava a tudo extasiado, o pau duríssimo entre os dedos, tocando uma lenta punheta. A visão dela ali se tocando, sem poder enxergar, totalmente entregue era deliciosa. Os gemidos dela aumentavam de intensidade a cada vez que o vibrador entrava na sua buceta, deixando-o cada vez mais maluco de tesão.

Depois de um tempo ela falou baixinho:

- Vem, me fode logo.

- O que tu falou, cadela? – ele perguntou com um sorriso de vencedor nos lábios.

- Vem me fuder. Vem.

Ele se aproximou dela e começou a apertar e beliscar as coxas e a bunda dela.

- Ainda não, sua puta.

- Vem! Me come!

- Não. Não to com pressa.

- Vem logo. Olha a minha buceta. Tá pronta para você. – ela falou enquanto abria a buceta com os dedos.

- Implora.

- Não vou implorar. Sei que você também quer me fuder.

- Então não vou te comer. – ele disse enquanto enchia a mão de lubrificante. – Implora.

- Por favor. – ela não agüentava mais de tesão – Por favor vem me comer!

Sem ela esperar ele deu um tapa e espalhou o lubrificante na bunda dela, e rapidamente enfiou o pau. Quando ela tentou resistir já era tarde, o saco dele já estava encostado na sua buceta. Ela gritou alto, realmente não esperava que ele fosse enfiar direto na sua bunda, e muito menos daquela maneira. Sentiu o cu se alargando violentamente, era como se a carne estivesse se rasgando, e sentiu as mãos dele puxando-a ainda mais de encontro a ele. Não tinha como fugir. Ele então ficou parado, esperando que ela se acostumasse com o volume dentro dela. Colocou a mão por baixo da barriga dela e começou a tocar-lhe na buceta.

Assim que a sensação de desconforto cedeu um pouco, ela começou a movimentar os quadris para a frente e para trás, gemendo baixinho. Em pouco tempo, ela já se jogava violentamente de encontro ao pau dele, gemendo alto, gritando que era uma puta, uma vadia, que queria que ele arrombasse o cu dela, que a rasgasse inteira. Ele metia com força e ao mesmo tempo dava palmadas na bunda dela, quando sentiu o gozo se aproximar. Segurou-a então pelos cabelos, dando duas voltas com eles na mão, e puxou-a para trás. O corpo dela tremeu inteiro à frente dele, os músculos do ânus apertaram e pressionaram o seu pau, e ela gritou que estava gozando ao mesmo tempo em que ele sentia a porra ser despejada do seu pau dentro da bunda dela.

Ela amoleceu o corpo, deixando-se cair sobre o cobertor, ainda com o pau dele dentro dela. Ele rolou para o lado e após alguns instantes abriu os olhos. Ela ainda estremeceu o corpo algumas vezes antes de ficar imóvel, com o rosto pressionado no cobertor. O prazer ainda percorria vagarosamente o corpo de ambos por um bom tempo, até que ele olhou-a. Sob a claridade que vinha da lareira, sua pele era ainda mais dourada. O filete branco de porra escorria pela sua bunda, indo quase encontrar-se com um dos prendedores de roupa caídos no chão. Puxou-a para si, fazendo com que ficasse de frente para ele, e tirou a sua venda.

- Que delícia, meu amor... – ela falou sem abrir os olhos.

Ele ficou surpreso. E mesmo sem olhá-lo, ela sorriu.

- Achou que eu não sabia que era você?

- Sei lá... – ele respondeu confuso.

Ela abriu os olhos e beijou-lhe a boca.

- Deixa eu falar uma coisa. Você disfarçou muito bem a voz. Você até conseguiu me tocar de maneira diferente da que faz sempre. E na hora do celular, confesso que fiquei confusa e com muito medo. Mas muito antes disso, você se entregou.

- Ah é? Quando?

- Lembra de como você me chamou? – ela perguntou sem conter o riso.

- De puta? De vadia? De cadela? Do que eu iria te chamar?

- Lá no início. Quando eu acordei. Você me chamou de Dona. Viu? Dona. Sua Dona. Você pode fazer o que quiser, mas sabe que a Dona aqui sou eu! – disse isso e caiu na risada. Sabia que ele iria ficar bravo. Sabia que ele iria querer castigá-la. Mas isso só iria fazer a noite ainda melhor.

FIM</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Durante a Revolução Francesa (Anal/Sado)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/durante-a-revoluc-o-francesa-anal-sado</link>
			<description>Conto (P): Durante a Revolução Francesa      (Autora: Carla Zéfira)
-----------------------------------------------------------
.
Durante a revolução francesa eram intermináveis as execuções dos 
nobres e suas famílias pela guilhotina.  A maioria das execuções era
efetuada em praça pública, com participação maciça da população
que aplaudia esfuziantemente a cada cabeça nobre que rolava.
.
Porém com o tempo, e a fila de executáveis aumentando o processo
passou a ser feito muitas vezes nos calabouços das prisões mesmo.
Numa dessas prisões, já era quase final de expediente quando as
duas últimas prisioneiras executáveis naquele dia seriam duas irmãs
de uma família nobre que era conhecida por aviltar seus empregados.
.
As meninas Jeanne Marie de 22 anos e Louise de apenas 18 anos tinham
sido denunciadas por inclusive obrigar suas empregadas pobres a
satisfazerem seus desejos mais lúdicos que incluíam tortura das
empregadas numa das torres do castelo em que moravam nos arredores
de Paris.
.
As duas adentraram o calabouço da prisão onde estava localizada a
guilhotina, já preparadas para a execução com os cabelos tosados
deixando ver a nuca que seria seccionada e com as mãos amarradas
atrás das costas.   Não choravam, mas estavam com os olhos
esbugalhados de ver o sangue que escorria da lâmina recém usada
na execução anterior, e a cabeça do executado, ainda na cestinha,
que foi logo removida e juntada ao corpo já colocado no caixão ao lado.
.
Os dois carrascos executores da sentença eram homens fortes, com 
calças e botas pretas e sem camisa, mostrando torsos peludos. 
Estavam também com capuzes pretos para esconder suas identidades. 
A visão das duas quase ninfas enfileiradas para a execução 
imediatamente fez armar o falo de cada executor, visivelmente 
identificável pelo volume em suas calças.  O de um deles era 
particularmente grande, chegando a descer um pouco por uma 
das pernas da calça.
.
Jeanne Marie, a mais velha foi então encaminhada ao patíbulo, e o
seu algoz verticalizou a prancha de madeira onde ela seria deitada,
e a encaixou de frente para ela, ajustando a altura para que do
seus ombros para cima, ficasse acima da borda da prancha e
amarrando a garota com dois cintos, um em torno das costas
e outro ao redor das pernas.
Jeanne Marie permanecia séria e não soltava um gemido.
.
O Carrasco então girou a prancha para a posição horizontal, já com
a menina sobre ela e a empurrou sobre um carrinho de rodetes
até sua cabeça e nuca passarem pela abertura da guilhotina,
enquanto que a lâmina justiceira já tinha sido devidamente içada
e lutava com a gravidade segura apenas por uma pequena cordinha.
Sua posição de pescoço foi então fixa por uma madeira com 
abertura meia lua que se lhe fez baixar também pelo trilho da
lamina, ajustando-se exatamente sobre o pescoço da coitadinha.
.
A execução teria sido sumária, não fosse o final do expediente
com mais ninguém a não ser eles 4 na sala da guilhotina, e os
dois carrascos estarem com um tesão formidável nas duas.
.
Um dos carrascos então se aproximou da cabeça de Jeanne Marie
puxou-a vagarosamente pelos cabelos e disse:  Menina, você
está a segundos de perder esta cabecinha.  Vou te fazer uma
proposta...... Você permite que eu enrabe você, e nós te deixamos
fugir...  Que tal a proposta ?  Salvas a cabeça em troca do rabo...
Nunca... disse a menina... Sou católica, apostólica, romana e
jamais toleraria ser sodomizada..  Não conseguiria conviver
com pecado tão grave..  Nunca.. Termine logo seu trabalho.
.
Feito isto, o executor se afastou e comandou o seu ajudante
a soltar a lâmina que caiu de um só golpe fazendo um som:
TSCHUD !!!!  e a cabecinha da vítima tombou na cestinha
enquanto que do pescoço cortado vertia o sangue
da nobreza.....
.
Louise que a tudo assistia com os olhos vidrados não
conteve um grito quando viu terminar ali a vida da sua
irmãzinha companheira de atos libidinosos com as empregadas.
enquanto isso os 2 executores removiam o corpo inerte e
posteriormente a cabeça de Jeanne Marie para o ataúde.
.
Louise foi então conduzida de cabeça baixa até o cadafalso.
Igualmente se lhe fez encostar na tábua de madeira novamente
verticalizada, que foi então girada e enfiada até seus ombros
pela abertura do trilho da lâmina assassina.
Ela tentou se debater, mas suas mãos presas às costas e sua
cabeça agora presa pela tábua meia lua não lhe deixavam
movimentos livres.   Começou a chorar baixinho antevendo
o que lhe esperava, enquanto um dos carrascos lhe cerceava
ainda mais os movimentos, passando dois cintos pelas costas
da noviça e por de baixo da mesa...  mas.. novamente o tesão
tomou conta dos dois carrascos que lhe fizeram a 
mesma proposta.
.
Vais nos conceder a honra de perfurar o seu cuzinho virgem
de nobre religiosa, ou quer acompanhar a sua irmã ?....
Não.. Não.. por favor, não me mate... eu faço o que vocês
quiserem. Eu nem sou tão religiosa como Jeanne Marie..
Ahhh, que bom.... então vamos te preparar para o ato de
liberação da pena máxima..
.
Mantendo a cabeça de Louise ainda presa na estrutura
da guilhotina, para que ela não fugisse, eles cortaram suas
vestes e substituíram a prancha de madeira na qual estava
deitada, por uma armação de couro que a fez ficar ajoelhada
nua, com as mãos presas nas costas e as costas ainda na
horizontal com a cabeça enfiada na guilhotina.
.
Abriram bem suas pernas e expuseram sua buceta e seu
cuzinho virgem à inspeção visual pelos dois carrascos, que
passaram a tecer comentários sobre as áreas recônditas
da pequena futura vítima dos desejos dos dois marmanjos.
.
Mas que bunda tão branquinha... Supera em alvura e
beleza, todas as que já vi e enrabei.... dizia um.
Que ânus e bucetinha mais róseos... Dá vontade de
lambe-los antes do empalamento propriamente dito...
dizia o outro.
.
E da verbalização passou à ação lambendo o rêgo do
rabo e a racha da xana da infeliz..., como se um
cachorro policial fosse.  A menina se contorcia num
misto de medo e prazer, até que o marmanjo se lhe
enterrou a língua no rabinho virgem e arrancou um
suspiro de entrega da ninfetinha..
.
Deixe eu ir primeiro disse um dos carrascos...
Teu pau é muito grande e vai acabar com o 
brinquedo antes de eu usá-lo..
Está bem, disse o outro, mas deixe-me pelo
menos prepará-la para a tua penetração...
Jacques então pegou uma lata com banha animal
passou dois dedos pela gordura e empastou o
rego de Louise, iniciando então a penetração
lenta e gradativa do dedo em seu ânus até agora
virgem.  A menina gemia...
.
Laurent, o outro carrasco a tudo assistia tocando 
uma punheta que só fazia crescer mais ainda
seu caralho saindo pela abertura da calça.
Babava de tesão e lambia os beiços antevendo
o que faria em breve.
.
Louise gemia e dizia: Para moço, já ta bom assim,
chega !!!... Mas Jacques continuava com a tarefa
de bem lubrificar aquele cuzinho novinho, primeiro
com um dedo, depois com dois, e finalmente com
um dedo de cada mão abrindo ao maximo o cú
da sua vítima para que o parceiro tivesse facilidade
para a penetração anal que viria.
.
Pronto, parceiro, este cú já está pronto para o
descabaçamento.  Pode se posicionar.
Laurent então se colocou atrás da menina
ajoelhada e com a cara enfiada na guilhotina,
abaixou completamente as calças e mirou seu
membro agora mais que rijo no orifício da coitada
que esperava com os olhos arregalados, a sua
punição.  E o caralho entrou quente, firme cú
adentro, arrancando gemidos de Louise.
.
Os movimentos foram se intensificando dentro
do ânus da menina que chorava copiosamente.
Laurent a dado momento fudia como se fosse
um cachorro atracado na sua cadela, batendo
seus bagos contra a bucetinha da garota que
lentamente foi descontraindo seu esfíncter
e passou a sentir uma estranha sensação de
prazer com aquele membro em seu rabo.
Laurent então segurou suas mãozinhas 
ainda atadas e com um berro vazou todo seu
leite dentro do cú da garota, retirando-o
lentamente enquanto um filete de porra
escorria pelas pernas da nobre violada.
.
Jacques neste momento no maior grau de
ansiedade e tesão, sacou seu cacete pra
fora.  Era enorme, grosso, cheio de veias
aparecendo e com a cabeça arroxeada.
Resolveu primeiro mostrar a Louise o que
seria seu futuro próximo e posicionou-se
frente à menina para mostra-la.
.
Nãaaao.  Isso é enorme. Por favor não faça
isso...  Prefere perder o pescocinho menina ?
Não... Ta bom, mas devagarzinho pelo amor
de Deus...
.
Com um sorriso cínico nos lábios Jacques
caminhou para as costas da garota presa e
colocou sua vara ao comprido na racha de
Louise, escorregando-a pra cima e pra baixo 
para que ela tomasse ciência do tamanho da rola
que lhe ia comer o traseiro.  Louise gemia baixinho
de medo e seu cú piscava seguidamente como que
treinando para a experiência próxima.
.
Sem mais delongas Jacques posicionou a cabeçorra
roxa do caralho na entrada do ânus da princesinha
e forçou levemente o cacete para dentro, mas era
muito grosso e não entrava mesmo já estando laceado
e lubrificado pelo leite do seu antecessor.
.
Laurent então acudiu seu amigo e abriu ambas as
nádegas de Louise e cochicou: Arromba o bumbum
dessa menininha que ela ta pagando com o pescoço
e tem que agüentar....
.
Jacques então pegou mais banha e lambuzou seu
cacete recolocando-o no cú da coitadinha, sugerindo
para ela relaxar senão ia doer muito.
Louise então se abandonou e relaxou o cú para ele
se divertir, e a vara foi entrando com dificuldade
enquanto Louise novamente chorava baixinho presa
pelo pescoço.
.
Com metade daquela enorme pica dentro Jacques
avisou: Vou enterrar o resto de uma vez e sem
carinho, pois este rabo agora é todo meu, e assim
dizendo agarrou a menina pelas ancas e enterrou
tudo no rabo da coitada que deu um urro e novamente
gritou: Para, para, que tá ardendo... Meu cú ta todo
arrombado. Chega moço, chega...
.
Com o cú alargado ao máximo, Jacques disse em tom
que Louise ouvisse:  Será que o cú dela piscaria no
meu pau se a gente decapitasse ela agora ?
Laurent então segurou a cordinha da lâmina e
Louise notou o movimento, passando a gritar:
Não.. Nãooooo Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao
Vocês prometeram.... Por favor.... Por favor,
Num faz isso não...  Eu fiz tudo que vocês queriam,
perdi meu selinho do cú, pequei contra castidade,
Por favor.... Não sejam tão maus assim......
Aquelas súplicas fizeram com que Jacques
gozasse copiosamente no cúzinho de Louise
injetando um leite pesado, quase um iogurte
no reto da menina, que então desmaiou.
.
Acordou vestida no meio da floresta francesa
com uma sacola contendo algum dinheiro,
um pedaço de pão e uma garrafa de vinho.
O rabo lhe doía, mas... estava viva.
 
 
Espero que tenham gostado...
Quase que mudei o final e deixei o Laurent
soltar a cordinha da lâmina, fazendo ‘TSCHUD’
de novo, mas achei que o conto viraria ‘Super P’...
 
Beijos a todos
Carla Zéfira</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Caguei no pauzão</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/caguei-no-pauz-o</link>
			<description>Estava de férias e não viajei porque meu marido não pode tirar férias junto, então passava os dias fazendo esteira na academia e assistindo televisão até que comecei a trepar com o vizinho Paulo que é deliciosamente bem dotado. Na primeira transa adorei ser enrabada por ele mas fiquei constrangida porque sujei seu pau. Ele não reclamou nem sequer demonstrou nojo mas ainda assim fiquei chateada. Dois dias depois eu entrava no elevador cansada e suada depois de uma hora de esteira e um calor de 30 graus quando o elevador, em vez de subir para o 20º andar, desceu para o 3º SS e Paulo abriu a porta carregando uma mochila. Ele voltava da faculdade e estava todo suado devido ao calor. Quando me viu abriu um sorriso e falou que fazia dois dias que só pensava em mim. Perguntei se pensou em mim quando saiu com a namorada e ele respondeu que a amava muito mas ela não era metadeda mulher que eu sou e além disso eu não poderia reclamar de ciúmes pois era casada. Concordei a contragosto e calei-e. Quando descemos do elevador ele me agarrou e me beijou de surpresa. Fiquei toda derretida com su investida e o convidei para entrar em casa. Ele topou na hora abrindo um sorriso lindo. Ele já ia me agarrando enquanto eu fechava a porta mas e disse para ele esperar na sala. Quando me virei para a sala estava ele em pé ao lado do sofá com a calça arriada e o pauzão apontado para cima. Andei em sua direção e cai de joelhos na sua frente. abocanhei seu mastro e lambi sua glande que exalava cheiro de macho. Mal entrava a glande na minha boca e tinha que punhetá-lo com as duas mãos. Abaixava para lamber-lhe o saco e voltava para a cabeça de soltava uma gotas cristalinas de porra declarando o tesão que senti naquele momento. Ele falou que estava louco para me enrabar de novo e avisei-o de que demoraria um pouco pois tinha que fazer a higiene anal. Ele falou que tudo bem e me levou para o quarto. Tirei a roupa e fui para o banheiro mas antes que chegasse ele me puxou e me jogou na cama dizendo que jamais deixaria eu me lavar sem antes me chupar inteirinha e me deu um verdadeiro banho de gato. Sua lingua percorreu cada milímetro de meu corpo recolhendo todo meu suor. Fiquei louca de tesão quando ele lambeu meus pés e entre meus dedos. Ele não se importava com xulé (tenho só um pouquinho quando uso tênis). Sua língua percorreu mnhas coxas até chegar na xoxota e ele me elogiou por ter uma xaninha tão cheirosa. Depois sua língua percorreu meu rego e tentou entrar no meu cuzinho. Cheguei a ficar de quatro para facilitar a penetração. Ele falava que meu cuzinho suadinho era muito cheiroso e gostoso. Então senti uma gota geladinha no botão. O safado havia pego o gel no meu criado mudo. Falei que precisava me limpar antes mas ele fingiu-se de surdo e enfiou um dedo no meu cuzinho. Logo eram dois dedos alargando minhas pregas. Ele chegou a colocar três dedos mas rapidamente encostou o cabeção no meu loló. Senti a pressão do pau contra meu cuzinho e a dor veio forte. Falei para ele colocar mais gel e ficar deitado para eu controlar a penetração mas ele apenas disse não. Colocou mais gel e voltou a forçar o pau na minha bunda. Reclamei da dor mas ele continuou forçando. Quando a cabeça entrou eu dei um grito de dor e o xinguei. Ele mandou eu calar a boca porque eu gostava de ser arrombada. Ele não esperou meu cu se acostumar com sua tora e forçou o retro para dentro. Meus olhos se encheram de lágrimas e falei que ele era um maldito sádico. Ele continuou metendo e disse que se eu não estivesse concordando não estaria de quatro na cama pois em momento algum ele havia me segurado ou forçado a nada. Calei-me novamente pois o que eu mais queria era ser enrabada por ele. Ele socava com força fazendo eu gemer de dor e principalmente de tesão. Aos poucos a dor diminuia e o tesão aumentava até que gozei. tentei piscar o cu mas devido ao calibre do moço havia perdido qualquer controle sobre meus esfincters. Seus 26cm deliciosamente grossos entravam e saiam das minhas tripas como se estivesse fodendo uma xoxota velha que parira 20 filhos. Ele me arrombara e metia sem dó. Eu não reclamava, apenas gozava pela segunda vez e torcia para ele gozar logo e tirar o pau limpinho, sem nenhum recadinho. Ele comeu minha bunda por quase meia hora. Meu cu estava assado e ardia. Eu já havia gozado inúmeras vezes. Então ele me abraçou e me levantou da cama forçando com uma mão meu quadril contra sua virilha para que seu pau não saisse do meu cu e me levou para o banheiro. Dentro do box ele ligou o chuveiro e passou a meter mais rápido ainda anunciando o gozo. Eu estava curvada me segurando no registro de água quando senti seu pau ficar mais grosso e duro e depois uma sensação de calor dentro de mim: era sua ejaculação que alagava meu intestino. De repente ele tirou o pau do meu cu e me virou fazendo meu rosto quase tocar seu pau e disse: Lava meu pau e chupa, sua vaca. Seu pau estava marrom, totalmente coberto de merda. Havia uma camada de merda espessa que aumentava a grossura do pau. Era a visão do inferno para mim. Estava envergonhada por ter cagado em seu pau e ele, ao notar que eu estava parada repetiu: Lava meu pau e chupa, sua vaca. E ameaçou: se não lavar logo, vai chupá-lo sujo mesmo. Peguei o sabonete e lavei seu pau. O cheiro de merda não me incomodava tanto quanto a vergonha que sentia. Escorria no chão água marrom e pedaços de merda que parava na gradinha do ralo. Quando deixei o pau limpinho resolvi ficar de joelhos no box pois a posição de cócoras estava doendo e coloquei o pé em algo macio. Virei-me para ver o que era e vi um monte de merda. Meu cu fora arrombado de tal forma que não senti que cagava quando estava de cócoras. Paulo, ao ver a merda, riu e disse que sabia que eu era uma cagona. Fiquei curvada para jogar água na merda para dissolvê-la e fazê-la passar pelo ralo e senti que Paulo encostava o pau na minha bunda. então sua pica entrou no meu cu causando-lhe surpresa. Ele havia lamusado o pau com condicionador e o pau entrou feito quiabo. Eu gemia de tesão com a enrabada e me concentrava em dissolver a merda no chão. Paulo falou para eu apertar a merda com as mãos que dissolveria mais rápido e eu disse que tinha nojo. Então ele me lembrou que eu limpara seu pau com as mãos e a bosta era a mesma. Fiquei de quatro e passei a espremer a merda com as mãos enquanto sentia sua jeba entrando e saindo do meu intestino. Sentia nojo por estar amassando merda mas, para minha surpresa e indignação, gozei. E foi um orgasmo forte que fez eu fechar os olhos e cerrar os punhos. Quando abri os olhos vi que a merda da minha mão vazara por entre os dedos e fiquei mais enojada ainda. O cheiro de merda estava muito forte mas me excitava. Paulo falou que meu gozo quase estrangulou seu pau e que ele quase gozara com a pressão. Então tirou o pau do meu cu e mandou eu chupar. Estava sujo de merda de novo mas não havia placas de merda como na vez anterior. Peguei o chuveirinho e ele disse que era para eu limpar com a língua. Disse que não e ele me pegou pelos cabelos e enfiou o cabeção na minha boca. Quase vomitei no início mas depois aceitei suas ordens pois aquilo me excitava. Quando a pica estava limpinha, ele bateu uma punheta e gozou na minha cara. Eu recolhia sua porra com os dedos e a levava para a boca. Não perdi uma gota sequer. Meu montinho de merda estava praticamente dissolvido e nos lavamos com muito cuidado. No quarto ele comeu minha xoxota e eu gozei várias vezes, mas nenhuma se comparou com o orgasmo no box. Foi a primeira vez que trepei em contato com merda e estou ansiosa para repetir a dose.</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>pediu para ser minha escrava - parte 3</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/pediu-para-ser-minha-escrava-parte-3</link>
			<description>parte iii
a vida sexual de simone mudou completamente. ela se subjugava as minhas vontades enquanto dominava seu namorada cada dia mais. ela comentava as coisas que fazia com ele. contava que fazia shows eróticos para ele, deixava ele louco de tesão e ia embora. outras vezes fazia ele a chupar até gozar e ia embora. ele estava completamente alucinado com a situação. estava completamente submisso à minha lourinha.
com todas essas informações, achei que era hora de testas os limites da minha lobinha:
- simone. você lembra onde eu moro?
- lembro, claro.
- seria capaz de chegar lá sozinha?
- claro, amor, sem problemas. porque?
- quero que você leve seu namorado lá hoje.
- o que?
- é. hoje ele vai assistir ao nosso show.
- não sei, lobo. ele está cada vez mais louco por mim, como você disse que ele ficaria, mas isso já é demais... ele me idolatra, vai terminar comigo.
- faça o que estou lhe mandando, ou fique com esse corno e me esqueça.
simone saiu transtornada. ficou furiosa, não pelo meu pedido, mas pela aparente falta de valor que lhe dava. claro que a adorava, mas gostava muito mais dela quando estava submetida aos meus caprichos.
simone sumiu o dia inteiro do icq, e imaginei que tinha exagerado e perdido minha escravinha obediente. em casa ouso a campainha tocando, de minha varanda vejo que é simone em meu portão, trazendo seu corinho junto.
abri o portão automático e ainda da varanda vi os dois se aproximarem. o corninho estava de cabeça baixa, enquanto simone vinha empinada e sorridente. estava ciente agora do poder que exercia sobre seu namorado. sabia que para não perdê-la ele era capaz de tudo agoda.
quando ela chegou a varanda, me surpreendeu, como sempre, me dando um caloroso beijo na boca. seu namorado morria de ciúmes e vergonha. não o olhei nem lhe dirigi a palavra:
- vem simone. entra.
ela entrou puxando o corninho pela mão, feito dos namoradinhos e lhe disse:
- senta amor. fica aí que sua gatinha vai brincar um pouquinho.
sentei de frente para ele e coloquei meu pau para fora:
- chupa. ordenei.
- tudo! chupo tudo, bebo tudo!
simone chupou gostoso, e parava apenas para olhar para traz, onde estava seu corninho:
- esse cara tem uma pica deliciosa, amor. amo essa pica!
- chupa calada, cadela!
antes que simone me fizesse gozar, mandei ela ir até o corninho.
- feche as pernas dele. agora ajoelhe no sofá com as pernas desse corno entre as suas.
isso fazia simone ficar com o rosto próximo ao do seu namorado, mas ambos, eu e ela, agíamos como se ele fosse uma mera almofada no sofá.
- corno. segure a budinha dessa cadela e abre para mim.
ele completamente submisso e anestesiado por toda a situação apenas obedeceu.
- segura essa cadela assim que vou preparar esse cuzinho virgem agora. você vai me ajudar a arrancar esse cabaço.
simone estava enlouquecida. eu nunca tinha pedido a ela para fazer sexo anal e agora, ali sobre seu namorado ela perderia seu último cabaço.
peguei uma bisnaga de ky gel, e lambuzei seu rego inteiro. acariciei com um dedo demoradamente, vendo ela gemer e humilhar seu namorado:
- hum... ta gostoso demais. esse corno nunca pediu pra fuder meu cuzinho... agora ele é todo seu, lobo, goza nele, goza. me arromba. ele vai ser só seu. nunca vou dar meu cuzinho para esse corno. só se você mandar... hummm...
nessa hora eu já acariciava seu rabinho com 3 dedos e seus gemidos já viravam súplicas:
- fode logo. não vejo a hora de tomar no cu na frente desse corno otário!
comecei a empurrar e simone ameaçou fugir.
- segura essa cadela, seu corno! se ela fugir eu acabo com nossa brincadeira e vocês voltam para o papai e mamãe que vocês faziam antes de mim!
o corno imediatamente segurou firme a bundinha de simone e eu enterrei até o fim meu pau. de vagar decidido, meu pau foi até o fim. lágrimas saíam dos olhos da minha deusa loura e seu corniho, que nessa altura estava com pena de sua namoradinha.
em pouco tempo já estava socando furiozamente, cavalgando novamente em sua crina loura, surrando sua bunda para que minha eguinha cavalgasse veloz, para seu namoradinho ver do que aquela mulher era capaz quando tinha um homem de verdade a cavalgá-la, sem frescura nem pudor, apenas desejo animal. batia mais forte que metia. simone já colocava vez ou outra a mão para traz, na tentativa de deter minhas fortes palmadas. sua bundinha já estava inchada de tanto apanhar:
- não quer apanhar, minha eguinha? então cavalga mais rápido, cavalga!
ela chorava no colo de seu namoradinho, que com pena tinha os olhos cheios d´água, quando se assustou com o violento orgasmo que sua namoradinha começou a ter:
- ahhhhh. fode! ohhhh. estou gozaaaaaando! gozaaandoooooo! ahhhhhhhh ! ahhhhhhhh
tirei meu pau para que simone pudesse curtir seu orgasmo abraçadinha com seu corninho. ele sorria de felicidade, vendo que todo aquele sofrimento, na verdade estava lhe enchendo de tesão, a ponto de sua namoradinha estourar num orgasmo anal poderoso.
simone se virou e me beijou um beijo de agradecimento como nunca tinha me dado. um beijo com sorriso entre os lábios que fez seu corninho ter ciúmes novamente.
sentei no sofá e ordenei que simone me fizesse gozar. ela veio e pegou meu pau, para posicionar em sua bucetinha:
- não. o corninho coloca na sua bucetinha para mim. pega e enfia na sua namoradinha.
o corinho se levantou, pegou meu pau por debaixo de simone e posicionou na entrada de sua bucetinha. sussurrei no ouvido da simone para que ele não escurasse:
- faz seu corninho feliz. sobe e desce bem alto, para que meu pau saia de vez em quando...
ela sorriu e fez sinal afirmativo com a cabeça, entendendo a brincadeira.
simone subia até quase a cabeça do meu pau sair de sua buceta e mergulhava novamente de encontro ao meu quatril, deixando seu corninho de boca aberta, olhando meu pau entrar na buceta de sua namorada. não demorou e meu pau saiu a primeira vez.
sem precisar mandar, o corninho pegou e colocou-o novamente em sua namoradinha. novamente meu pau saiu e tornou a recolocá-lo no seu lugar. em uma hora eu anunciava o gozo. simone saiu de cima de mim e ao lado de seu namorado começou a punhetá-lo com a língua para fora. jorrei em sua boca muito porra, e ela a exibia, sem engolir, sobre a língua.
virou-se para seu namorado e lhe deu um beijo forte, sem deixar que ele fugisse. ao fim do beijo lhe disse:
- lembra quando você me chupou na porta de sua casa? encostada naquele carro?
- lembro.
- minha buceta estava cheia desse leite que você acabou de beber!
ele abaixou a cabeça humilhado, sem nenhuma palavra pronuncial.
- já vou embora, meu lobo. meu corninho já está satisfeito. vou pensar se deixo ele gozar hoje.
- hoje não. deixe ele exporrar na cama, enquanto sonha com nossa foda.
- claro, ótima idéia. vamos, corninho. me leva para casa que estou toda assada!</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>pediu para ser minha escrava - paret 2</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/pediu-para-ser-minha-escrava-paret-2</link>
			<description>parte ii
nos encontramos durante a semana no icq e lembramos os últimos momentos. simone me contava quantas vezes pensou em desistir e parar aquela loucura. mas foi em frente e deu o primeiro passo. comentou como tem feito sexo muito mais gostoso com seu namorado:
- você apimentou minha vida. não vejo a hora de colocar mais tempero!
- amanhã. tenho algo para você.
- já?
- já? no mesmo lugar, mesma hora que te peguei da última vez.
- vou estar lá e dessa vez estarei usando algo especial.
nos despedimos e fui para minha casa, imaginar o que faria com minha submissa simone...
no dia seguinte fui ao local e hora combinado e lá estava simone em um lindo vestido em tons de vermelho escuro. ela entrou no carro e pude ver como ela estava linda e perfumada:
- vamos que estou ansiosa para lhe mostrar sua surpresa. duvido que você não se surpreenda.
fiquei imaginando o que mais essa deusa estava guardando. fomos desta vez para um motel que eu já conhecia. na garagem os beijos sempre furiosos já anunciavam a noite que viria.
subimos as escadas aos beijos e amassos e, ao chegar ao quarto ela com grande dificuldade se desvencilhou de mim:
- posso fazer uma coisa para você?
- o que você quer fazer?
- quero que você se deite nu para eu retirar a roupa para você, deixa?
- deixo.
retirei a roupa e deitei-me, já de pau duríssimo só com a expectativa daquele showzinho que prometia.
simone começou a dançar de maneira estonteante, levantando os cabelos e rebolando de maneira enlouquecedora. foi retirando peça por peça. estava com um conjunto íntimo também em tons de vermelhos. subiu na cama e continuou a dança. minha visão era magnífica. ver por baixo simone dançando tornava suas coxas ainda mais grossas e gostosas. ela descia rebolando até quase esfregar sua buceta ainda de calcinha no meu rosto. retirou o sutiam e sensualmente passou em meu rosto. quando retirou a calcinha, notei uma tatuagem, mas simone tapava com a mão, me escondendo ela. desceu rebolando e mostrou-me sua tatuagem: um lobo feito em vermelho, na virilha. enlouqueci e chupei agora sua buceta como nunca. afinal, agora aquela buceta era mais minha do que nunca:
- gostou da minha surpresinha?
- adorei. “minha” bucetinha ficou linda! seu namorado já chupou a bucetinha do lobo?
- chupou sim.
- então, hoje ele vai chupar de um jeito diferente...
- o que você está planejando, seu louco!
- você vai saber.
fedemos muito mas tomei cuidado para não gozar. simone estranhou um pouco, mas estava adorando tudo. pedi que ela se vestisse pois queria uma coisa especial naquela noite. ela vestiu-se com um misto de curiosidade e medo. saímos do hotel e falei para irmos para a casa do seu namorado:
- você está louco! ele mora no meu bairro!
- não me interessa. quero fazer uma coisa hoje.
simone estava nervosa, me indicava o caminho mas a todo tempo me dizia que era loucura, que não sabia o que eu queria, mas que era loucura. ignorei seus apelos e guiei para seu bairro.
- eram umas dez horas da noite e a rua do namorado dela era bem deserta, com algumas árvores. paramos em frente a sua, recuei o banco do meu carro o mais para traz possível e puxei simone pelos cabelos para meu colo. rasguei sua calcinha violentamente, coloquei meu pau para fora e soquei em sua buceta de uma vez. simone urrou de dor. agarrada pelos cabelos e pela cintura, simone era obrigada a me cavalgar ali, na porta da casa de seu namoradinho. em pouco tempo já estava adorando. a excitação pelo perigo e a fantasia de cornear seu namoradinha em frente ao portão da casa dele a estava enlouquecendo. ela gemia e gritava:
- sai de casa, cornhinho! sai para ver sua namoradinha!
eu fudia com fúria. puxava impiedosamente seus cabelos. abria sua bunda até quase rasgar sua carne. simone adorava. era tudo que ela queria naquele momento. ser tratada sem nenhum respeito, sem nenhum carinho bem na rua do seu corninho.
- fode sua puta, fode gostoso que to gozando!
- ah... me fode gostoso. fode de um jeito que meu corninho nunca me fudeu!
- ahhhhhh...ohhhh. gozei, sua puta! disse, estocando bem fundo minha pica, para encher sua bucetinha de porra.
empurrei-a bruscamente para o banco do carona, abri o porta-luvas do meu carro e lhe entreguei uma calcinha com meu nome bordado nela.
- vista.
simone vestiu, com um sorriso de satisfeita na cara.
- agora, quero que toque a campainha da casa desse corno e faça ele chupar sua buceta cheia de porra encostada nesse muro. quero ver esse babaca beber minha porra!
- você ta louco!
- não discuta, faz o que to mandando!
abri a porta do carro e empurrei simone para fora. ela caiu e desnorteada somente me olhou. eu a olhava decidido, e ela caminhou até o portão do seu namorado. tocou a campainha e aguardou.
ele veio sorridente e ela sem dizer nenhuma palavra lhe beijou ardentemente. simone estava enlouquecida por tudo que estava acontecendo. estava próximo aos dois, mas meu carro com filmes escuros me deixava ver sem ser visto. simone então me surpreendeu mais uma vez, puxando seu namorado até encostar no meu carro, começando um sarro gostoso ali, colada no vidro do motorista, a centímetros de mim.
levantou seu vestido até a cintura, e arriou a cabeça de seu namorado:
- me chupa gostoso aqui na rua.
- que isso amor? tentou argumentar algo, mas diante daquela mulher linda e de um pedido maravilhoso desse não pode resistir.
eu de dentro do carro tentava ver o corno chupando sua bucete, mas apenas via simone rebolando, esfregando a buceta em sua cara:
- bebe o leitinho, bebe. bebe o leitinho da tua namoradinha. leitinho de lobo!
o corninho sem entender nada chupava maravilhado sua namoradinha, que agora era uma mulher louca.
- chupa gostoso que to gozando na sua boca! chupa amorzinho! ahhhh...tô gozandoooooo.... ahhhh...
de repente simone empurra ele de bunda no chão e diz:
- chega. gozei muito gostoso, mas alguém pode vir. vai para casa que amanhã a gente fode bem gostoso, amor...
- você ta louca? to maluco de tesão. vamos para dentro.
- não. amanhã. aguarde que você não vai se arrepender...
o corno entrou contrariado, mas diante das mudanças deliciosas que simone mostrava ultimamente preferiu não estragar. estava adorando a nova mulher que estava ganhando.
simone mal viu a porta se fechar e puxou a maçaneta de meu carro e entrou. me pegando com o pau na mão, numa deliciosa punheta.
- gostou do show? era isso que você queria?
- foi melhor do que planejei.
- viu como ele adorou seu leitinho? riu diabolicamente.
- nossa, você foi fantástica hoje. lhe disse sem parar de punhetar-me.
simone vendo o tesão que eu estava, quis fazer seu último agrado:
- deixa que eu faço isso para você.
assim, colocou-se a me chupar de maneira deliciosa, me olhando nos olhos com um olhar sapeca que me fez gozar rapidamente.
levei-a até em casa e trocamos um beijo cheio de gozo de seu delicioso boquete.</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>pediu para ser minha escrava - parte 1</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/pediu-para-ser-minha-escrava-parte-1</link>
			<description>a linda loura pediu para ser minha escrava
parte i
depois que publiquei minhas histórias em que eu obriguei minha gerente a se submeter aos meus desejos e contei também como ela acabou adorando toda a situação choveram mensagens em meu icq de mulheres com fantasias de serem subjugadas a minha vontade. uma lourinha me impressionou com suas fotos. extremamente bonita de rosto, cabelos compridos pesados e brilhosos, um corpo magro e muito bem torneado com coxas grossas, bundinha proporcional e os seis mais duros que já tinha visto até então. seu nome era simone, carioca de vila isabel, tinha o corpo bronzeado que contrastavam com seus cabelos claros e brilhosos. tinha provocantes marcas de um pequeno mas não vulgar biquini. começamos a nos conhecer e ela adorava quando falava com ela com autoridade. conversava com ela durante o expediente de trabalho e pedia para ela fazer coisas para mim, na verdade ordenava:
- simone. quero que você vá ao banheiro e tire sua calcinha. quero saber que você está sem calcinha por mim.
- agora mesmo, lobo. adoro saber que você me deseja.
aos poucos nós ficávamos cada vez mais ousados:
- se toca bem gostoso e depois prova seu gostinho. me diz se você é gostosa.
- hum, amor, não sei o que foi mais gostoso, se foi me tocar para você ou meu gostinho...
e assim nossas brincadeiras foram se apimentando. já via que era hora de provar aquela mulher pessoalmente. era mulher demais para ficar só no virtual:
- simone, amanhã quero que você vá vestida de maneira bem especial para o trabalho. irei buscá-la para você conhecer a “toca do lobo”...
- hoje é quinta, amanhã eu tenho que namorar, lobo.
- dá seu jeito. amanhã você será minha. se não estiver pronta na esquina do seu trabalho acabou nosso joguinho!
bloqueei simone do meu icq, pois decidi que só iria vê-la pessoalmente, na sexta combinada.
não vou negar que passei o dia ansioso. e até achava difícil daquela deusa apareceu ao encontro, mas, afinal, não dava para ficar só na imaginação e aquela era a chance e hora que eu aguardava.
chequei ao local combinado e vi simone lá. estava linda. parei o carro ao seu lado:
- entra.
- vim lhe dizer que não posso ir com você.
- quer mesmo que eu vá embora? entra logo, simone.
ela vacilou por alguns segundo, abriu a porta e se sentou:
- deixa eu ligar para meu namorado. tenho que dar uma desculpa.
- vou deixar você ligar daqui a pouco. agora se sente, relaxa e se acalma. você está muito agitada.
simone acalmou-se e comecei a conversar com ela e tocar suas coxas, levantando levemente seu vestido.
- te pedi para vir vestida de maneira especial. você está linda, mas o que tem de especial.
- desculpe, mas não tem nada, só caprichei.
- então tira sua calcinha e pendura ela no retrovisor, assim você vai estar especial.
- aqui? agora.
- agora. disse de maneira doce, percebendo que o clima de descontração era mais indicado no momento do que o meu plano de dominá-la.
simone retirou a calcinha com o sorriso mais lindo que já tinha visto. parecia uma menina fazendo arte.
- levante agora o vestido, até onde você tiver coragem.
simone me olhou desafiadoramente e levantou o vestido até quase expor sua bucetinha que até então nunca tinha visto. controlei minha excitação e recomecei as carícias em suas coxas e logo esbarrava e acariciava levemente sua bucetinha
simone abriu levemente as coxas e, recostando no banco, fechou seus olhos e curtiu, somente emitindo deliciosos e suaves suspiros.
interrompi minha linda loura:
- pega o celular. você não queria avisar seu namorado? quero que avise agora.
simone despertou confusa e louca de tesão pelos carinhos que eu lhe dava. sem pensar pegou o telefone e discou. eu caprichei mais nas carícias, fazendo simone desdobrar-se para conseguir formar as frases:
- amor, hoje vou ter que trabalhar até um pouquinho mais tarde. tenho uma reunião e terei que desligar o celular. assim simone falou, com a dificuldade de quem tem sua buceta caprichosamente acariciada. simone quase gemia com seu namorado no telefone e desligou o mais breve possível.
- você é louco, ele deve ter percebido.
- ciúmes apimentam a relação. você não acha que a sua está apimentando? ri de maneira cínica.
- e como! respondeu simone, recostando-se novamente no banco para curtir minhas carícias.
chegamos à minha casa, abri o portão e entrei com o carro na garagem. peguei simone pelas mãos e caminhamos para dentro, como namorados. chegando na sala, ela sentou-se em meu sofá e lhe perguntei o que beberia.
- adoro cuba-libre, o que você acha.
simone respondeu:
- o que você quiser, preciso de algo mesmo, estou nervosa.
fiz o drinque e me sentei de frente para ela, olhando penetrantemente em seus olhos. deixei ela beber alguns drinques, e comecei meu jogo.
- tire seu vestido para eu ver você.
pensou por alguns segundos e eu ordenei:
- vamos, quero ver você. esqueceu quem manda aqui?
simone retirou sensualmente seu vestido, deixando deslizar pelo lindo corpo. seu vestido escorregou encontrando resistência apenas em seus duríssimos seios, que quase seguraram o vestido. abaixou-se sensualmente e me atirou o vestido. simone estava completamente nua, pois sua calcinha estava no meu retrovisor e tinha saído de casa sem sutian.
- venha aqui. ordenei.
- chupa!
ela veio, abriu meu cinto e sacou meu pau para fora. começou a chupar meio sem graça, mas logo sentiu-se a puta que fantasiava ser para mim.
- ta gostoso, meu lobinho? ta gostando da sua putinha chupando? disse com uma carinha de puta demolidora.
- chupa, putinha. chupa que estou gozando...
ela me olhou assustada. e eu segurei seus cabelos, esporrando fundo na sua boca. simone levantou enfurecida ainda com seus cabelos em minhas mãos, quando a puxei para um forte e apaixonado beijo. nosso primeiro beijo, cheio de sexo e porra. joguei simone no chão, montando naquela mulher linda e desci rapidamente minha boca até sua bucetinha carnuda. chupei até simone gozar gostoso na minha boca:
- ah, não para, não pára que to gozando! chupa assim, assim mesmo! como você é gostoso! chupa meu lobinho! ahhhhhhhhh
simone gozou furiosamente, atolando meu rosto em sua buceta, quase me afogando com seu mel.
subi até sua boca lhe beijei e falei em seu ouvido:
- quando eu gozar na sua boca, faça assim, goze na minha!
ela fechou os olhos, sentindo-se uma idiota só em pensar que no que faria se eu não a tivesse dominado. teria se levantado e ido embora? teria perdido esse delicioso e intenso orgasmo?
- você sabe o que faz. fui boba, me perdoe. vou fazer tudo que você mandar de agora em diante...
levei simone para meu quarto, rolamos pelas paredes nos beijando de maneira vigorosa, segurando pelos cabelos, chupando pescoços e orelhas. ao chegar ao quarto já estava de pau duro novamente. simone posicionou-se de quatro na cama e cavalguei-a furiosamente. meu pau deslizou para dentro, como que chupado por aquela buceta faminta. estava molhada e quente como que cozinhando meu pau. eu a cavalgava puxando seus cabelos e batendo em sua bunda, como quem chicoteia uma égua para que ela corra mais. e simone corria. a cada palmada vigorosa mais ela galopava furiosamente e quanto mais furiosamente ela galopava, mais seguro eu ficava em sua linda crina louro e mais forte estocava em sua buceta que nenhuma resistência causava à penetração. parecia que apenas tocava suavemente meu pau, de tão relaxada e lubrificada.
gozamos aos gritos, primeiro simone, e eu logo depois. já tinha me controlando mais que o possível, pois a visão daquela deusa loura de quatro, rebolando daquele jeito era para ter uma ejaculação imediata.
nos beijamos tão intensamente como fudemos. não havia palavras para descrever o que tínhamos sentido e nenhuma foi pronunciada. tomamos banho juntos, nos vestimos e fui levar simone em casa. no caminho somente sorrisos satisfeitos, suspiros da memória recente e uma sensação de que tudo aquilo só estava começando...

estou sempre no icq 91130617 e no msn mestre_lobo@hotmail.com afim de um bom papo. rio de janeiro. ;)

parte ii
nos encontramos durante a semana no icq e lembramos os últimos momentos. simone me contava quantas vezes pensou em desistir e parar aquela loucura. mas foi em frente e deu o primeiro passo. comentou como tem feito sexo muito mais gostoso com seu namorado:
- você apimentou minha vida. não vejo a hora de colocar mais tempero!
- amanhã. tenho algo para você.
- já?
- já? no mesmo lugar, mesma hora que te peguei da última vez.
- vou estar lá e dessa vez estarei usando algo especial.
nos despedimos e fui para minha casa, imaginar o que faria com minha submissa simone...
no dia seguinte fui ao local e hora combinado e lá estava simone em um lindo vestido em tons de vermelho escuro. ela entrou no carro e pude ver como ela estava linda e perfumada:
- vamos que estou ansiosa para lhe mostrar sua surpresa. duvido que você não se surpreenda.
fiquei imaginando o que mais essa deusa estava guardando. fomos desta vez para um motel que eu já conhecia. na garagem os beijos sempre furiosos já anunciavam a noite que viria.
subimos as escadas aos beijos e amassos e, ao chegar ao quarto ela com grande dificuldade se desvencilhou de mim:
- posso fazer uma coisa para você?
- o que você quer fazer?
- quero que você se deite nu para eu retirar a roupa para você, deixa?
- deixo.
retirei a roupa e deitei-me, já de pau duríssimo só com a expectativa daquele showzinho que prometia.
simone começou a dançar de maneira estonteante, levantando os cabelos e rebolando de maneira enlouquecedora. foi retirando peça por peça. estava com um conjunto íntimo também em tons de vermelhos. subiu na cama e continuou a dança. minha visão era magnífica. ver por baixo simone dançando tornava suas coxas ainda mais grossas e gostosas. ela descia rebolando até quase esfregar sua buceta ainda de calcinha no meu rosto. retirou o sutiam e sensualmente passou em meu rosto. quando retirou a calcinha, notei uma tatuagem, mas simone tapava com a mão, me escondendo ela. desceu rebolando e mostrou-me sua tatuagem: um lobo feito em vermelho, na virilha. enlouqueci e chupei agora sua buceta como nunca. afinal, agora aquela buceta era mais minha do que nunca:
- gostou da minha surpresinha?
- adorei. “minha” bucetinha ficou linda! seu namorado já chupou a bucetinha do lobo?
- chupou sim.
- então, hoje ele vai chupar de um jeito diferente...
- o que você está planejando, seu louco!
- você vai saber.
fedemos muito mas tomei cuidado para não gozar. simone estranhou um pouco, mas estava adorando tudo. pedi que ela se vestisse pois queria uma coisa especial naquela noite. ela vestiu-se com um misto de curiosidade e medo. saímos do hotel e falei para irmos para a casa do seu namorado:
- você está louco! ele mora no meu bairro!
- não me interessa. quero fazer uma coisa hoje.
simone estava nervosa, me indicava o caminho mas a todo tempo me dizia que era loucura, que não sabia o que eu queria, mas que era loucura. ignorei seus apelos e guiei para seu bairro.
- eram umas dez horas da noite e a rua do namorado dela era bem deserta, com algumas árvores. paramos em frente a sua, recuei o banco do meu carro o mais para traz possível e puxei simone pelos cabelos para meu colo. rasguei sua calcinha violentamente, coloquei meu pau para fora e soquei em sua buceta de uma vez. simone urrou de dor. agarrada pelos cabelos e pela cintura, simone era obrigada a me cavalgar ali, na porta da casa de seu namoradinho. em pouco tempo já estava adorando. a excitação pelo perigo e a fantasia de cornear seu namoradinha em frente ao portão da casa dele a estava enlouquecendo. ela gemia e gritava:
- sai de casa, cornhinho! sai para ver sua namoradinha!
eu fudia com fúria. puxava impiedosamente seus cabelos. abria sua bunda até quase rasgar sua carne. simone adorava. era tudo que ela queria naquele momento. ser tratada sem nenhum respeito, sem nenhum carinho bem na rua do seu corninho.
- fode sua puta, fode gostoso que to gozando!
- ah... me fode gostoso. fode de um jeito que meu corninho nunca me fudeu!
- ahhhhhh...ohhhh. gozei, sua puta! disse, estocando bem fundo minha pica, para encher sua bucetinha de porra.
empurrei-a bruscamente para o banco do carona, abri o porta-luvas do meu carro e lhe entreguei uma calcinha com meu nome bordado nela.
- vista.
simone vestiu, com um sorriso de satisfeita na cara.
- agora, quero que toque a campainha da casa desse corno e faça ele chupar sua buceta cheia de porra encostada nesse muro. quero ver esse babaca beber minha porra!
- você ta louco!
- não discuta, faz o que to mandando!
abri a porta do carro e empurrei simone para fora. ela caiu e desnorteada somente me olhou. eu a olhava decidido, e ela caminhou até o portão do seu namorado. tocou a campainha e aguardou.
ele veio sorridente e ela sem dizer nenhuma palavra lhe beijou ardentemente. simone estava enlouquecida por tudo que estava acontecendo. estava próximo aos dois, mas meu carro com filmes escuros me deixava ver sem ser visto. simone então me surpreendeu mais uma vez, puxando seu namorado até encostar no meu carro, começando um sarro gostoso ali, colada no vidro do motorista, a centímetros de mim.
levantou seu vestido até a cintura, e arriou a cabeça de seu namorado:
- me chupa gostoso aqui na rua.
- que isso amor? tentou argumentar algo, mas diante daquela mulher linda e de um pedido maravilhoso desse não pode resistir.
eu de dentro do carro tentava ver o corno chupando sua bucete, mas apenas via simone rebolando, esfregando a buceta em sua cara:
- bebe o leitinho, bebe. bebe o leitinho da tua namoradinha. leitinho de lobo!
o corninho sem entender nada chupava maravilhado sua namoradinha, que agora era uma mulher louca.
- chupa gostoso que to gozando na sua boca! chupa amorzinho! ahhhh...tô gozandoooooo.... ahhhh...
de repente simone empurra ele de bunda no chão e diz:
- chega. gozei muito gostoso, mas alguém pode vir. vai para casa que amanhã a gente fode bem gostoso, amor...
- você ta louca? to maluco de tesão. vamos para dentro.
- não. amanhã. aguarde que você não vai se arrepender...
o corno entrou contrariado, mas diante das mudanças deliciosas que simone mostrava ultimamente preferiu não estragar. estava adorando a nova mulher que estava ganhando.
simone mal viu a porta se fechar e puxou a maçaneta de meu carro e entrou. me pegando com o pau na mão, numa deliciosa punheta.
- gostou do show? era isso que você queria?
- foi melhor do que planejei.
- viu como ele adorou seu leitinho? riu diabolicamente.
- nossa, você foi fantástica hoje. lhe disse sem parar de punhetar-me.
simone vendo o tesão que eu estava, quis fazer seu último agrado:
- deixa que eu faço isso para você.
assim, colocou-se a me chupar de maneira deliciosa, me olhando nos olhos com um olhar sapeca que me fez gozar rapidamente.
levei-a até em casa e trocamos um beijo cheio de gozo de seu delicioso boquete.</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>o alvo era o meu cú</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/sadomasoquismo/o-alvo-era-o-meu-cu</link>
			<description>bem pessoal, depois que meu noivado acabou, conforme explica o meu conto anterior, eu tive muitos outros contatos com minha cunhada e as vezes até com a tal amiga.
combinamos de sair um dia para conversarmos, pois ela ficou muito preocupada, se sentindo culpada pelo fim de meu noivado. nesse dia então, conversamos muito, me abri com ela, falei a respeito do que tinha achado daquilo tudo e também das minhas vontades secretas que até então ninguém sabia. ela se desculpou por tudo e no fim da nossa conversa, combinamos de um dia repetir tudo denovo.
uns 20 dias após, a cheila (ex-cunhada) entrou em contato comigo e me convidou para ir em um pequeno encontro de amigos, na casa da carla, que é a tal amiga do meu conto anterior.
fiquei super feliz pelo convite, pois isso tudo provava que nenhum tipo de mágoa tinha ficado entre nós e antes de desligar o telefone, a cheila falou ´e se você quiser mara, nossa festa pode ir até mais tarde´ ... eu sorri e fiquei sem resposta.
no dia combinado, me arrumei e fui para a casa de carla e quando cheguei lá, encontrei apenas carla e cheila. elas justificaram já na minha chegada que alguns convidados estavam para chegar e ao sentarmos no sofá, já começaram a me oferecer bebida. fomos bebendo e conversando e quando notei, já fazia uma hora que eu estava lá e ainda nenhum convidado tinha chego. os assuntos eram diversos e logo começamos a falar de sexo. falamos sobre tudo, sobre todos os tipos de sexo e no meio dessa conversa toda, acabei falando o quanto tinha gostado daquele dia. elas se olharam e riram e eu, fiquei sem saber o porque. mais 30 minutos se passaram e carla falou: ´mara, vamos ser sinceras com você, não esperamos mais nenhum convidado e a festa é entre nós três´. eu fiquei sem ação e carla perguntou para cheila, ela já bebeu bastante né? e cheila respondeu: ´com certeza, o suficiente´. carla me pegou pela mão e me levou para o seu quarto e ao chegar lá, fui carinhosamente beijada e abraçada. sentamos na cama e carla começou a me falar do nosso último encontro, aquele na casa de cheila e me perguntou: ´você não gostaria de terminar o que começamos?´ ... e eu respondi: ´será que é uma boa idéia?´ ela abriu a gaveta e pegou uma gorda, carinhosamente me pediu para deitar de barriga para baixo na cama. fiz o que ela me pediu e isso, respondeu sem dúvida alguma a pargunta que ela tinha me feito. amarrou minhas mãos e como da outra vez, deixou minha pernas soltas.
a partir daí, estava lá eu, sem poder sair e a disposição de carla e cheila, que até então não tinha ainda entrado no quarto. carla tirou minha calça jeans e passou um creme em minhas pernas, depois disso, tirou também minha calcinha e me deixou nua na parte de baixo, apenas com o sapato de salto. levantou da cama e pegou na gaveta um pequeno frasco amarelo, sentou entre minhas pernas e lubrificou meu cú, logo após, tirou a tampa do tal frasco amarelo e com uma espécio de pincel, empurrou para dentro do meu cú um creme que eu desconhecia. levantou novamente da cama e falou pra mim: ´é só esperar alguns minutos e você estará prontinha´. logo após saiu do quarto e eu não sabia direito o que ela queria dizer com suas palavras. ouvia lá do quarto as duas rindo na sala e tudo isso me confundia e me enchia de tesão.
passado uns 5 minutinhos, sentia que aquele líquido dentro do meu cú começava a esquentar e a coçar e isso começou e me incomodar. cada vez mais aquilo esquentava e quando notei, rebolava na cama para tentar acalmar tal calor. logo comecei a chamar a cheila, pedindo ajuda e quem apareceu foi carla e me perguntou: ´o que está acontecendo?´ e eu respondi que estava com um calor muito grande no cú e precisa fazer algo para parar. pedi para que ela me soltasse para que eu pudesse ir no banheiro e foi aí que ela falou: ´era isso mesmo que eu estava esperando´. deu um forte tapa na minha cara e chamou cheila. quando cheila entrou no quarto, eu achei que iria ser ajudada, mas quando vejo, ela estava com uma calcinha de couro e um pinto muito grande preso na calcinha. fiquei com medo e pedia por favor para que elas não fizessem nada pra mim. cheila me deu um beijo e perguntou: ´o que está acontecendo mara?´ e eu disse: ´meu cú´ e ela falou: ´seu cú? o que tem ele? ele está quente?´ eu disse pra ela que estava muito quente e que precisava de ajuda. nisso, carla entrou no quarto e colocou uma caixa no chão, quando ela abriu a caixa ví alguns vibradores, de todos os tamanhos e cores, parecia caixa de brinquedos (rsrs). cheila falou pra mim que daria uma ajuda e tentaria acabar com o tal calor no meu cú. nesse momento, já sabia o que iria acontecer comigo, abaixei a cabeça na cama e não tentei impedí-las de nada, deixe fazerem o que queriam, pois de nada adiantaria eu falar algo.
carla colocou um plug médio bem devagar dentro do meu cú, era uma delícia e deixou ele por alguns minutos, estava me preparando com o plug para o que viria na sequência.
cheila passava creme naquele pinto de borracha e enquanto isso carla me fazia carinho no rosto, me beijava e dava tapas na cara, tudo ao mesmo tempo. quando cheila lubrificou bem o pinto de borracha, carla me perguntou: ´seu cú está te icomodando?´ e eu disse: ´muito, não aguento mais´ e então carla olhou para cheila e disse: ´cheila, ela é toda sua´ tirando em seguida o plug do meu cú e colocando mais um pouco de creme.
nesse momento, cheila subiu na cama puxou meus cabelos e falou: ´hoje, ninguém vai aparecer para atraplhar´ e encostou a cabeça do pinto bem na entrada do meu cú e disse para carla segurar minha boca, carla rapidamente colocou a mão forte na minha boca e cheila, sem dó, meteu aquele pinto inteiro de uma vez só no meu rabo. eu gritei muito e tudo ficava abafado pela mão de carla e cheila tirava e enviava, tirava e enfiava aquele pinto todo do meu rabo. ela ficou me fodendo por uns 15 minutos. depois saiu de cima da cama e carla lambia meu cú arregaçado. cheila tirou a calcinha e pegou um plug, deu para carla e disse para ela enfiar no meu cú. carla seguia direitinho o que cheila falava e eu alí, amarrada e meu cú sendo o alvo delas. minha buceta nem mesmo era tocada. depois que carla enfiou o plug todo no meu cú, cheila voltou para o quarto e disse que queria foder o cú da carla também e ela, prontamente enpinou a bunda e disse: ´é todo seu´. cheila encheu o rabo dela de creme e fodeu aquela safada na mesma cama que eu estava amarrada. depois que carla estava arregaçada como eu, cheila olhando para nós duas na cama comentou que alí estavam duas cadelas arregaçadas e bem fudidas. carla levantou e enfiou um plug médio no meu cú, o qual estava arregaçado e doia muito. eu estava louca de tesão com tudo aquilo e estava gostando muito. fiquei com o plug enfiado no cú mais uns 15 minutos, enquando as duas conversavam baixinho na sala. quando elas voltaram, cheila sentou do meu lado e disse que era para mim me preparar que a hora mais esperada era essa e que eu teria que ser forte para aguentar. carla pegou de dentro da caixa de brinquedos um plug que era assustador e quando eu ví aquilo, pedi por favor para que não fizessem o que eu estava pensando. sem nem pensar, cheila falou que o que eu estava pensando era exatamente o que elas iriam fazer e deu um tapa forte na minha cara novamente. carla encheu meu cú de creme e colocou mais daquele frasco amarelo, em cinco minutos, meu cú parecia que ia pegar fogo. elas deixaram meu rabo bem lubrificado e encostaram aquele plug nele. foram aos poucos empurrando o plug e até a metado entrou sem problema, mas quando chegou no meio, o formato cônico do plug começou a forçar meu rabo e a dor começou a ficar forte, mas ao mesmo tempo o tesão estava me consumindo e aquele calor no cú fazia em empinar a bunda. forçaram, forçaram e forçaram e nada do plug caber no meu cú. tiraram, lubrificaram e começaram denovo, forçaram, forçaram e até que enfim, o plug entrou todo. eu estava arrombada e nem acreditava que aquilo estava acontecendo comigo. depois que o plug entrou, as duas sentaram na cama e olhando pra mim ficavam falando que eu era demais, que eu superei as espectativas delas e que nem elas acreditavam que aquilo tudo entraria em mim. pedi por favor para tirarem, pois a dor não aliviava e então, me compreendendo, elas tiraram o plug. depois disso, cheila disse para carla que estava pronto, que por aquele dia já estava bom, que poderia me soltar. cheila saiu do quarto e carla deu mais um tapa na minha cara e perguntou se eu gostei e eu disse: ´estou acabada e arregaçada, mas faria tudo denovo´. então me soltou e naquela cama eu dormi até o dia amanhecer. no outro dia, acordamos cedinho, tomamos um café e fui para casa, como se nada tivesse acontecido. meu cú demorou alguns dias para votlar ao normal e a dor me incomodou bastante, mas logo estava pronta para outra.
me escrevam, adoro receber e-mail marajribas@bol.com.br</description>
			<category> - Sadomasoquismo</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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