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Salkvando o emorego do maridinho

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Referência (ID): 1633
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“Que loucura! Que loucura!” – pensa Dani, enquanto o pênis, de um quase desconhecido homem grisalho, desliza suavemente pra dentro e pra fora de seu anus!
– Morde! Morde, morde meu pescoço!
O homem grisalho está montado nas nádegas de Dani com uma das mãos enfiada nos cabelos dela, dando apaixonadas chupadas pelo pescoço, ombros e volta e meia lhe puxa os cabelos para trás até que lhe encontra a boca com a dele!
Dani responde ao beijo da mesma maneira, já que agora ela está totalmente dominada e entregue a sodomização que aquele desconhecido lhe submete!
– Rebola…rebola, minha putinha…rebola! Deixa que eu…te…ensino como voce tem…que me dar essa…bundinha! Mexe…mexe, vai! Teu maridinho…vai ter uma surpresinha! Voce agora já sabe dar o cusinho!
“Meu deus…o que estou fazendo? Como posso estar me submetendo a este homem…a este desconhecido!? Como posso ser tão…vadia! Tão puta! Não é possível que este canalha, que só conheci duas horas atrás, esteja deflorando meu cusinho e que…eu estou adorando!”- Dani pensa nisso envolta no seu prazer anal.
– Viu? Não te disse que era só relaxar? Se estiver te incomodando…eu tiro!
-Não…não! – responde uma desenvergonhada Dani com os olhos semicerrados de prazer ao escutar as palavras, quase sussurradas, ditas junto ao ouvido.
Dani, casada há quase dois anos, tinha 23 anos e encontrou o tal grisalho na recepção da empresa onde trabalhava. Naquele momento ela estava angustiada e fora de si por ter visto Carlos, seu marido, sendo boqueteado pela mãezinha dela!
Dani não se deixou ser vista e voltou ao trabalho, quando o grisalhão, vendo o estado em que ela se encontrava se prontificou a acalmá-la. Parecendo um zumbi, Dani se deixou levar até o bar do hotel em que ele se hospedava. Ali, Dani teve um crise nervosa e ele, então, a levou pra sua suite.
O gentil grisalho estava doido de desejo pelo espetacular corpo daquela boneca! Dani era uma falsa magra com imensos seios e fartas nádegas! E como ele descobria agora, o seu cusinho era virgem!
Depois de um longo e prazeroso preparo, que incluiu, pela primeira vez, uma gozada na boquinha de Dani e uma demorada linguada em seu cusinho, o grisalho agora se satisfazia completamente naquele anus aveludado com toda cooperação por parte dela!
“Não, não é possível! Eu estou gozando! Tôgozando…com o pau de um homem desconhecido atolado em meu cusinho! Loucura! Eu nunca imaginei que se pudesse gozar assim!”
– Ssssshiu! Goza…goza! Calminha, calminha!Vai… vai queridinha, vai…vá gozando! Assim…assim, gostosa! Morde…morde…aperta meu pau…com teu cusinho!
O grisalhão lhe sussurrava no ouvido quando Dani iniciou seu orgasmo anal dando gritos e mais gritos de puro prazer!
“Aaaah! Que coisa mais louca! Estou rebolando e ao mesmo tempo apertando o pau dele com meu cu! Oh, não! Ele está gozando! Gozando em meu cusinho! E eu não consigo parar de apertar meu cusinho em volta da piroca dele!”
-Aaaah! Tôgozando…princesinha…tô gozando! Alivia…alivia um…pouco o…aperto! Assim…calma…assim, mais um pouquinho…alivia pra eu empurrar…mais um pouquinho!
E Dani sente todo o vulcão de esperma enchendo seu tubinho anal! Os urros dele lhe ecoam como trombetas de triunfo da fêmea que submete o macho pelo gozo!
Aquilo parece que despertou mais ainda seu instinto sexual de fêmea no cio!
“Quê qu´é isso?!Ainda quero mais…mais! Que está acontecendo comigo? Eu sou casada…uma mulher casada! Por que estou fazendo isso? Por que eu não consigo parar de querer que ele continue me enrabando! Tenho que parar com isso…tenho que me controlar!”
Mas a resposta veio quando o grisalhão tombou de lado e levou Dani junto. A imensa rola escapou do cusinho e semi rígida, ficou encaixada entre as coxas e a bundinha dela!
“Aaah, não dá pra ´guentar! Deixa eu pegar essa rolona linda!”
E sem hesitar, Dani leva a mão até segurar firmemente a grossa rolona. Desajeitadamente começa a pincelar com a cabeçorra em volta do próprio anus!
– Queridinha! Voce é fantástica! Quer de novo, quer? Quer me dar o cusinho, né gostosinha?! Me diz…me diz, voce gosta de dar o cusinho, não gosta? Diz!
– Não me faz dizer… essas coisas. Por favor!
” Sim…sim, coroa filha da puta! Voce fez eu descobrir que gosto de dar o cusinho! Mas, eu nunca vou confessar, seu canalha escroto!”
– Está bem, amorzinho! Mas eu sei que agora seu cusinho será meu… porque voce adora dar ele pra mim!
– Não, não gosto, nada!
Mas, a rola do macho endurece de súbito, dando um pulo que vai se encaixar quase metade da glande dentro do cusinho dela!
Dani dá um longo suspiro de susto e de tesão ao sentir que tanto a rola dele quanto seu cusinho procuram um pelo outro. Lentamente, o anus faminto dela vai sugando a grossa coluna de músculo!
– Gostosa! Mulher gostosura!- exclama o macho grisalho ao sentir o tremor das nádegas de Dani, aconchegando toda a extensão de sua rolona!
“Meu deus, meu deus! O que faço agora? Foi preciso me tornar adúltera pra descobrir esse tipo de prazer! Que gostosura que estou sentindo! Será que estou gozando assim porque estou traindo Carlos?!”
E Dani, por iniciativa própria, começa a rebolar, empurrando pra frente e pra trás seus glúteos de encontro a virilha do seu sodomizador!
Ele, por sua vez, lhe acaricia um dos seios e com a outra mão lhe vira o rosto para beijar-lhe ardentemente!
Dani com uma das mãos acaricia o outro seio enquanto a língua dele lhe dá choques de prazer que a faz tremer e arfar, procurando por ar!
Já perto do gozo, Dani aperta dolorosamente o bico do próprio seio e leva a outra mão até as nádegas dele e as puxa de encontro às suas!
“Meu deus…meu deus…parece que nunca termina…” – E Dani com este último pensamento, desmaia gozando como uma desvairada!
O carro do gentil homem grisalho está parado num lugar arborizado, à certa distancia do prédio onde Dani mora com a mãe, a irmã e o marido Carlos, que está desempregado.
– Bom…Dani, minha princesinha, voce é quem sabe! Te dou uma mesada suficiente pra voce alugar um quarto e sala. Também um cartão de crédito com um limite bom o bastante pra que voce não tenha que se preocupar com suas contas!
– Não sei..não sei. Me deixa refletir!
Minutos depois, Dani está aconchegada no sofá com a cabeça apoiada no colo do maridinho, relembrando toda a loucura que aconteceu com ela, naquela tarde.
No dia seguinte, Dani telefona para o grisalho e marca um encontro perto de sua faculdade, após as aulas.
Na hora combinada, o grisalhão vê aquela gostosíssima mulher aproximar-se e entrar rapidamente em seu carro. Por força de hábito ela se curva e o beija na face.
– Só isso? Pensei que ia ser mais calorosamente recebido!
Dani não consegue lhe encarar e permanece de cabeça baixa enquanto fala.
– Olha, sr. R, eu pensei muito e resolvi não aceitar sua proposta. O que aconteceu foi bom…mas foi um erro! Eu não posso cometer de novo, pois assim eu comprovo que sou uma puta e não mereço estar casada!
-A definição de puta é muito controversa e com certeza, não se aplica a voce. O que houve é que voce foi desabrochada pro prazer sexual sem inibições por mim…e gostou! Quanto a questão de estar casada… é uma questão de escolha. Se voce quiser ficar casada… pra mim tanto faz!
– O quê? E voce diz que isto não é ser puta?! É assim que voce me considera? Uma adúltera sem ser puta? Ora, ora! Eu tenho uma reputação a zelar, embora isto possa lhe parecer cliché!
– Sua reputação está zelada comigo…agora, voce gozar em cima de minha rola, é com voce!
– Oh, não fale assim! Acho bom nos despedirmos e nunca mais nos vermos!
– Não seja boba! Aceite ao menos que eu pague o aluguel para que voce e seu corninho vivam longe da tua mãe!
– Não fale assim dele! Não, não quero nada. Vamos deixar tudo como está!
– A quem voce quer enganar? Voce traiu ele e gozou como uma desvairada com minha rola! Deixa de babaquice! Desisto! Vou te levar em casa!
Minutos depois, estacionado no mesmo local da noite anterior, uma cabisbaixa Dani fala olhando pros próprios joelhos.
– Voce poderia ser bondoso dessa vez sem pedir que eu fique com voce…
– Sei…sei, continue…
– Voce poderia lhe arranjar um emprego. Sei que voce é rico e deve ter muitas influencias que podem derrubar a barreira que a família de Carlos ergueu para que ele não arrumasse trabalho.
– …assim, ele ganharia o suficiente para alugarmos um apartamento – continuou Dani com os olhos brilhando de esperança.
– Pode ser. Mas eu vou querer uma pequena recompensa…aqui e agora!
– Oh, por favor, não! Não faça isso comigo, por favor!
– Bom, isso ou nada! Descubra os seios! Quero chupá-los!
Dani sabia que ao primeiro toque dos lábios dele em seus mamilos, ela estaria perdida! Mas…se ele só queria aquilo, por que não? Seria a última vez e seu maridinho estaria empregado!
Um pouco relutante, Dani desabotoa a blusa e baixa as taças do sutiã. Dois esplendidos seios com marcas de bronzeamento e com os mamilos túrgidos e cor de rosa brilham a penumbra de dentro do carro e fazem brilhar os olhos do grisalhão!
Dani fecha os olhos esperando pelo contato da boca dele em seus seios. Mas, são os lábios dele que lhe beijam a boca! Ela tenta resistir, mas o grisalhão lhe segura a nuca firmemente enquanto sua língua procura pela a dela!
Em pouco, Dani está gemendo e lhe chupando a língua enquanto seus braços se enroscam em volta do pescoço dele!
– Queridinha, queridinha! Pára um pouco… vem cá com os seios…aqui, vem…se abaixa. Assim, assim. Coloca…encaixa meu pau entre eles!
Dani está de novo em luta com sua virtude e sua tesão. Mas o prazer fala mais alto e seu objeto de desejo é abocanhado por ela por alguns minutos antes de ser engolfado pelas duas almofadas de seus seios!
Não demora muito e Dani sente o grisalhão começar a se balançar e o pênis escapar do prazeroso aconchego de seus seios. Os primeiros disparos de semem lhe atingem o pescoço e por baixo do queixo. Enlouquecida, Dani abocanha aquela verga musculosa que dança a sua frente e suga até o final todo o sugo de prazer dele!
– Me leva pro hotel… agora!
Ainda arfando de prazer, ele responde.
– Nada disso! Voce tem o maridinho pra cuidar! E o trato era esse. Voce me dava uma recompensa e eu arranjava emprego pro teu corninho!
– Não faça isso comigo! Não vê como estou? Vamos…vamos pro hotel! Não me importo com o quê o corno vá dizer por eu chegar tão tarde! Por favor me leve daqui, por favor!
– Saia! Vá mostrar pro Carlos tudo que te ensinei! Não adianta chorar! E nada de se limpar aqui. Fica com meu esperma como lembrança!
Dentro do elevador, Dani se arruma o melhor possível, verificando que a blusa tinha algumas manchas do esperma de seu sedutor grisalhão!
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