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Aula Particular


Referência (ID): 179
Tudo começou quando meu professor de Física, me pegou
na sala dos apagadores fazendo um boquete no melhor
nadador da escola.
Naquele dia senti os olhares do Professor em todo meu corpo.
Desde a mini jeans e a camiseta curta que mostrava meu umbigo.
.
Quando o sinal tocou e todos saíram da classe, o professor Paulo
me chamou até sua mesa.
- Ayeska você não está indo nada bem na minha matéria.
Precisamos conversar sobre o que vi na sala dos apagadores
e sobre suas notas.
- Ah, professor –dei um gemidinho e percebi seu olhar nos
meus seios redondos.
.
O Professor Paulo me olhava direto nos olhos , seus olhos
brilhavam e o rosto mostrava-se um pouco afogueado e logo
reconheci : ele queria me comer...rsrs
Eu sempre gostei de sexo e comecei a me masturbar
precocemente e aos 17 anos já era uma ninfo...
- E o que o senhor sugere? –indaguei logo em seguida,
minha calcinha ficando molhadinha de tesão e minha
bucetinha querendo uma pica gostosa dando
estocadinhas nela.
.
- O que eu sugiro ? Você deve estudar mais.
- Ah professor, mas eu tenho estudado tanto...na verdade ,
não sei mesmo o que está acontecendo comigo...
Quem sabe se o senhor desse algumas aulas particulares...
- Acha mesmo Ayeska, que aulas particulares fariam você
recuperar suas notas?
.
Sentei ao seu lado em cima da velha mesa de madeira e
fazendo beicinho:
- Lógico, professor! O senhor tem didática , quem sabe
uma explicação direta poderia dar ótimos resultados.
- Bem, se você acha isso, poderemos combinar um local
para que eu lhe dê algumas aulas.
.
O professor Paulo ficou pensativo e enquanto pensava
girava sua aliança no dedo da mão esquerda. Eu sabia
que aquele professor de 45 anos, magro, de estatura
mediana, era casado e tinha 2 filhos. Mas, eu gostava
de pica e o professor era atraente e já tinha notado o
volume promissor que ele tinha em sua virilha.
.
- Pode ser na minha casa...
- Na sua casa? – falei quase gritando. –
O senhor acha que lá podemos...
- Estudar? – ele completou e com um ar sacana
em meu corpo todo. – Acho que sim.
- Mas professor, sabe eu adoro crianças e tenho
certeza que suas filhas vão desviar totalmente
minha concentração.
.
- Acredito que não Ayeska, minha mulher viaja
amanhã, vai visitar os pais, então minhas filhas
não irão atrapalhar sua “concentração”.
Percebi ironia e malícia na voz do Professor.
- Então acho que não haverá problema, professor.
Que dia o senhor sugere?
- Amanhã...e aproveitaremos para conversarmos
sobre o que a senhorita estava fazendo com o
Sandro na sala dos apagadores...
.
No dia seguinte antes de ir para casa do professor
Paulo, tomei um banho demorado com sais de
banho bem cheirosinho e depilei minha virilha
deixando-a macia.
Em seguida caprichei nas roupas íntimas: vesti
uma calcinha perfumada, toda enfeitada de fita
rosa, rendada, e no lugar da vagina, um coração
encarnado acolchoado, o soutien fazia parte do
conjunto, composta da calcinha e cinta liga.
.
Para completar um vestido solto ballonê verde esmeralda ,
os cabelos ruivos soltos e brilhantes.

Quando cheguei na casa do Professor, ele me aguardava
trajando calça preta e camisa branca.
Senti sua loção pós barba e minha xoxota já
emudeceu minha calcinha.

- Nossa! Você veio para uma festa ou para estudar, Ayeska?
- Quanto a isso é o senhor quem vai decidir, professor.
- Da festa ou do estudo? O que quer dizer com isso Ayeska?
- O que o senhor ouviu: festa ou estudo, só vai depender do senhor.
- Dê uma volta.

Eu dei a volta que ele pediu.

- Voce é mesmo muito bonita, e o que estava fazendo na
sala dos apagadores com o Sandro, não era coisa de
menina inexperiente...

Com um gesto indicou o sofá e me sentei, logo em
seguida ele sentou-se ao meu lado.

- Mas sou inexperiente professor... O Sandro e os
outros rapazes do colégio não podem me ensinar tudo,
preciso de alguém mais velho, sábio na arte do sexo.
- Então prefere homens mais velhos?
- Professor, na verdade prefiro homens: sejam novos
ou velhos. Mas homens mais velhos , são homens
experimentados, sabem das coisas...

- Já namorou alguém mais velho que você?

- Não namoro , professor...prefiro contato mais intimo
apenas...dar e receber prazer...nada de envolvimentos...
apenas curtição...me entende?

- Está se esquecendo de um pequeno detalhe ,
Ayeska... Geralmente, homens mais velhos são casados,
tem famílias, ou já estão comprometidos.
- O fato de que seja casado ou comprometido, não faz
dele menos homem, professor.

É mais fácil de se lidar, pois geralmente, não ficam no
pé da gente. Eles estão em busca apenas de um caso.
- Então, você quer um homem mais velho e experiente
para ter um caso com ele?
- Sim, professor, é o que quero.
Após minha resposta, Professor Paulo fez algo
inesperado, colocou uma mão sobre o meu joelho
desnudo.

Fiz de conta que não notei sua mão subindo do
joelho até a minha coxa, fazendo inclusive uma leve pressão.
Coloquei minha mão sobre a dele e pressionei-a.
- Toma um copo de vinho, Ayeska?
- Adoro vinho. Um pouco só por favor professor.
Bebericamos um pouco enquanto nossos olhares
se cruzavam.

O vinho me amoleceu um pouquinho.

- Afinal, o que você quer de mim, Ayeska?

- Você, professor. – coloquei minha mão sobre a
protuberância da sua virilha e pude sentir a ereção do seu pau.

- Seria um segredo nosso?

- Sim, professor um segredo só nosso...

Após essa resposta e com um sorriso, me ajoelhei diante dele e desci o zíper de sua calça. Minha mão se introduziu pela abertura e logo encontrou o que eu procurava.

A carne palpitante foi colocada para fora e pude constatar surpresa que o pau do professor Paulo era enorme e um pouco recurvo. A glande tinha o tamanho de uma bolha de bilhar...rsrs

Impressionante!

Peguei-o com ambas as mãos; minhas mãos são pequenas, macias e delicadas.

Fiquei contemplando aquela beleza, imaginado tudo aquilo dentro de mim. Minha vagininha umedeceu mais e mais.

- O que vai fazer sua maluquinha?

Eu não respondi, ergui a cabeça para olha-lo, passei a língua pelos lábios, umedecendo-os e em seguida me concentrei no objeto do meu desejo.

Minha língua se dirigiu para a pequena abertura, com a ponta da língua, toquei o orifício.Minha língua alem do orifício, percorria a pele fina daquela cabeça enorme, que a medida que as minhas caricias aumentavam, aumentava também a sua coloração , tornando-se meio arroxeada.

Engoli até a base da cabeça, deixando-a inteirinha na minha boca, enquanto meus dentes

apertavam ligeiramente sua base.

Fiquei alguns segundos fazendo aquela caricia e fui engolindo aos poucos o enorme caralho do professor.

Engoli até o ponto que deu e comecei a fazer um movimento de sucção.

No inicio devagar e depois fui aumentando.

Quando sentia a glande bater na minha garganta, parava e com uma das mãos iniciei o movimento de subida e descida através do restante daquele pau que não cabia na minha boca. Eu fazia esse movimento com os dedos fechados em torno dele, como se fosse um anel.

Professor Paulo gemia alto e fazia movimentos com seu corpo, ora movimentando-o para frente e para trás, ora até se erguendo um pouco do sofá.

Nesse momento eu também me erguia um pouco a fim de que seu pau não escapasse da minha boca.

- Onde aprendeu isso, menina? –ele perguntou entre gemidos

Não respondi, pois minha intenção era transformar aquele dia em um dia inesquecível na vida do meu professor e mestre Paulo.

Enquanto meus dedos subiam e desciam ao longo daquele pau comprido e grosso, em que meus dedos mal davam para contorna-lo e que tinha que escancarar a boca para poder chupa-lo, minha língua também continuava na glande, pequenos movimentos para frente e para trás.

- Pareeeeeeeeeeee... Ayeska, pareeeeeeeeee... não continue… - exclamou ele , tentando tirar seu pau da minha boca. Eu não consenti.- Não continue Ayeska...eu vou gozar na sua boca.

Era exatamente o que eu queria, sentir o esperma quente invadir minha boca.

- Não...não continue...pare Ayeska...pare

O pau do professor Paulo pareceu crescer mais ainda e no segundo seguinte, minha boca foi invadida por sua porra. Foram várias esguichadas, atingindo-me a garganta e o céu da boca, misturando-se minha língua.

Continuei sugando até perceber que não havia mais nenhuma gota de esperma acumulada no canal do membro.

Logo em seguida, ele tomou-me nos braços e nossas bocas se uniram num beijo ardente.

Chupou-me a lingua para dentro de sua boca e sugou-a avidamente.

Pouco a pouco ele foi se acalmando.

- Você é demais garota! – Agora vá até aquela cadeira e sente-se nela.

- Não seria melhor irmos para o quarto?

- Não, ainda não. O que eu quero fazer com você, vou faze-lo aqui. Erga a saia.

Comecei a erguer a saia dom eu vestido, tinha um zíper na parte do ballonê e o abri e fui levantando.

Fui subindo a saia lentamente, enquanto o professor não tirava os olhos das minhas pernas, que iam sendo desnudadas, subindo para as coxas...a liga...e finalmente minha calcinha rosa, rendada por sobre a liga que se perdia ainda pelo interior da saia do vestido. Quando a base da calcinha apareceu, eu diminui o movimento um pouco mais.

Desde a tenra idade eu gostava de ler literatura picante e erótica escondida dos meus pais e muitas coisas aprendi na teoria.

E despir-me daquela forma para atiçar um homem era um daqueles ensinamentos.

Ergui a saia até a cintura e fiquei aguardando sua próxima ordem.

- Você é maravilhosa, garota. Agora, sente-se na ponta da cadeira e conserve as pernas bem abertas.

Fiz exatamente o que ele me pediu. E com expectativa fiquei aguardando que ele tentasse tirar minha calcinha ou afasta-la para o lado , a fim de encontrar minha bucetinha.

Professor Paulo se ajoelhou diante de mim, exatamente como eu havia feito com ele antes, ficou olhando para a vértice da calcinha.

- Uma maravilha! – exclamou enquanto seus dedos percorriam a peça rendada.

Sua mão alisou toda a extensão, dois dedos percorreram os elásticos laterais, e eu ali

Esperando.

Passou a palma da mão sob a base da calcinha, sopejando minha vagina, sentindo sua saliência.

Quando os dedos do professor se ajustaram na parte superior da calcinha, com a intenção de puxa-la para baixo, aconteceu o que eu esperava ansiosa.

- Não precisa fazer isso, professor.

- Não precisa?

- Veja, ela tem uma portinha. É só abri-la.

- Do que está falando?

- O coração, professor.

Ele concentrou sua atenção naquele coração vermelho e estudou-o.

Seus dedos tatearam aquela parte acolchoada da calcinha e apalpou o coração e em dado momento, deu pela coisa. Puxou, com um pouco de força, a extremidade do lado esquerdo e logo o colchonete cedeu e o coração abriu para o lado direito e lá estava minha bucetinha, úmida, palpitante, bem diante dos olhos extasiados do bom professor.

Com as mãos apoiadas na parte interna dos meus joelhos, ele forçou para que eu as abrisse para os lados.

Praticamente me escancarei a ponto de sentir dores no alto das coxas, mas mantive a posição porque sabia que a vagina se encontrava totalmente aberta.

Minha vagina era todinha depilada, então tinha uma protuberância rosada.

Com toda delicadeza vi suas mãos se dirigirem para minha feminilidade, e com o indicador e polegar de cada mão, afastou os grandes lábios e ficaram segurando-os a fim de abrir-me completamente.

Segurando as extremidades, ele aproximou a cabeça do meio das coxas e ainda pude ver sua língua, toda fora da boca, se dirigindo para aquela parte do meu corpo.

Fechei os olhos e fiquei aguardando o contato.

Senti apenas a ponta da sua língua tocar bem no centro da minha buceta.

Nãpo pude deixar de soltar um gemido forte e minha vontade era de pegar sua cabeça e jogar-me para frente , obrigando-o penetrar-me de uma vez.

Contive-me.

A língua do professor cutucou-me devagar e lentamente, começando a penetrar-me.

De repente, parou, retrocedeu e saiu.

Minha vagina destilava umidade.

Aplicou vários beijos e sugou-me com toda força dos seus pulmões.

- Professorrr...ahhhhhhhhhhh....queridoooo ooooo....professorrrrr...

Não conseguia falar. Era demais sentir a boca dele grudada como uma ventosa, chupando-me, como se quisesse arrancar minhas entranhas.

Comecei a gemer e por muito que me agüentava, não conseguia manter-me quieta, remexendo meus quadris.

Ele alternava as sugadas com beijos na carne que saia da calcinha num acréscimo cada vez maior de voracidade.

Minhas mãos apertavam meus seios, mesmo por cima do tecido, equando fui ao delírio, despi-me febrilmente do vestido, do soutien deixando meus seios redondos livres.

Minhas mãos começaram a a amassa-los , não contente com esses amassos, passei a beliscar os bicos.

- Ahhhhhhhhhhhhhh...professorrrrrrrrrrrrrr que deliciaaaaaaaaaaaaa...que tesãoooooo...

Meu corpo parecia querer explodir, minhas entranhas pareciam querer sair pela buceta, que recebia chupadas cada vez mais fortes.

De repente, explodi!

- Não...não pare, professor...continueeeee...estou gozando...

Eu me derretia toda dentro da boca daquele homem.

Carinhosamente, continuou a chupar e a beijar a carne em fogo, enquanto eu chorava de tanto gozo.

As sugadas eram acompanhadas dos movimentos dos meus quadris que iam pra frente e pra trás, enquanto liberava meu gozo que ele bebia como se fosse um néctar.

- Beije-me...quero que me beije... professor...

Ele saiu do meio das minhas coxas que aquela altura estavam febris e minha virilha queimava.

Meus dedos o agarravam pelos cabelos, puxando-o para cima.

A boca do professor grudou a minha e eu senti meu próprio sabor.

Enquanto nos beijávamos, ele alisava meus seios.

Se afastou depois e admirou meus seios. Então se curvou para beija-los, sugar meus biquinhos que haviam ficado vermelhinhos.

No momento seguinte ele fez algo inusitado.

Com o pau em uma das mãos , começou a pincela-lo de encontro ao seio direito.

A glande tocou no biquinho. Então tomei a iniciativa, agarrei seu pau e comeceia pincela-lo de encontro aos seios, depois entre eles ali passei o pau várias vezes para cima e para baixo.

O movimento de ida e vinda , foi proporcionado pelo professor que que movimentava o corpo para frente e para trás. Seu membro alojado entre meus seios, numa espanhola.

Procurei erguer um pouco a cabeça, queria ver seu pau, aquela enorme bola vermelha, chegando e afastando.

Era uma visão altamente erótica e comecei a sentir aquele comichão na altura das coxas.

- Quero que faça até gozar. – eu pedi.

- Vai te sujar o rosto, o colo... – ele respondeu com a voz pastosa, entrecortada.

- Não tem importância, meu querido. Quero ser tua, de todas as formas possíveis e imagináveis.

O movimento continuou cada vez mais violento. Ele continuou fodendo meus seios que eu apertava cada vez mais, fazendo com que ele tivesse dificuldade em se movimentar.

A respiração do professor, foi se tornando cada vez mais pesada, respirava praticamente pela boca.

Os olhos fechados e os movimentos cada vez mais intensos.

- Vou gozar...Ayeska...minha putinha adoravel ...vou ...gozarrrrr

- Goze..professor querido...goze...

Numa das vezes que ela chegou bem perto do meu rosto, aconteceu.

Vi o jato leitoso sair do orifício e aconteceu conforme ele previra.

Fui atingida nos olhos, cabelos,queixo, colo e como mantinha a boca aberta e a língua exposta também fui contemplada com o paladar.

O orgasmo sacudia todo seu corpo.

- Ah Ayeska, minha putinha adorável...seu rosto está todo esporrado.

- Foi divino querido.

Ele apanhou um lenço e delicadamente limpou-me.

Em seguida beijou meu rosto, meu busto, os biquinhos eretos.

- Você está molhadinha... – comentou apalpando minha bucetinha.

- É de tesão pelo seu pênis, professor querido. – murmurei.- Não vejo a hora de te-lo aí dentro. Fodendo-me sem parar.

- Então pronta para mais uma aula?

- Com certeza,meu querido professor...prontissima...

ESCRITO POR AYESK@
Contato:
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nopic

Comentários  

 
0 #2 Johnny 05-08-2013 02:31
delicia, vontade de foder com essa putinha.
essa sabe como tratar um Caralho!
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+1 #1 no name 06-01-2011 19:03
wow............ muito exitante
Citar | Reportar ao administrador
 

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