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		<title>Teens</title>
		<description>Contos eróticos de Teens. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Teens</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:06:12 +0100</lastBuildDate>
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			<title>realizando os desejos do safadinho</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/realizando-os-desejos-do-safadinho</link>
			<description>Eu era muito novinha quando aconteceu tinha meus 16 anos , mas sempre fui muito bonita seios grandes e corpo bem definido pois pratico muitos esportes .... hoje tenho 19 aninhos,,...
Morava No Parana em uma cidadezinha pequena , fui pra lah  pq meu pai nao tnha tempo pra mim entao me revoltei fui morar com meus avós....
Conheci muitas pessoas mas quem me chamou atençao mesmo foi um cara mais velho de 25 anos . lindo por sinal...
Um dia em uma festa ele apareceu mas nem olhava pra mim.... eu que estava afim dele comecei a provocar com olhares , destos, tentava toca-lo quando ele passava por mim.... Até que desisti....
A festa continhuou rolando fiquei com um menino mas só beijinhos .... estava molhada de tanto pensar no cara mais velho... tomei umas cervejinhas ja estava louquinha quando ele perguntou se eu estava bem ,se eu queria ir embora.acenei que sim nem podia falar vendo aquele deus na minha frente.... Entao ele me levou para o carro  ...Sentei no banco da frente e como estava de vestido fiz questao de subi-lo deixando quase a calcinha aparecer e a alcinha caiu do ombro quase mostrando o biquinho do seio e fechei os olhos como se estivesse dormindo....mas espiava de ves em quando pra ver se ele me olhava....
um tempo depois ele me acordou e perguntou se eu estava bem colocou a mao sobre a minha cocha e quando vi estava com o caralho pra fora... Era um tamanho normal mas mto grosso....Nem pensei duas vezes comecei a chupar naquela pica com muita vontade enquanto ele colocava o dedo na minha xaninha ja molhada mamei muito até ele gozar na minha boca.... engoli tudo com vontade... descemos do carro ja completamente nus ele me chupava toda em volta só haviam plantaçoes de soja....e ele me chupando até que gozei tambem....
Me perguntou se eu era virgem entao respondi que só tinha feito uma vez com uma menino que nao era como ele ...entao ele abriu minha perna colocou a cabeça e empurrou com força disse que queria me ver gritar e eu claro gritei de dor e prazer ao mesmo tempo....
Ele metia cada vez mais forte e nao cansava.... eu nao conseguia gozar daquela maneira pedi pra ele sentar no banco e comecei a cavalgar e cima dele cada vez com mais força... subia devagar e sentava com força ... tirava dava umas chupadas no caralho grosso dele e depois sentava denovo assim ficamos por um tempo até que eu gozei....
Entaao ele me disse que havia cansado de brincar e ia me dar umm cha de pica me tirou do carro e em cima do capo arregaçou minhas pernas e me comeu bem gostoso... me colocava de quatro e chupava minha boceta depois metia denovo me chamava de cachorra , vadia... eu até latia pra ele... me disse que queria gozar mas no cuzinho....
Eu que ja estava doidinha deixei ele ia empurrando e eu gritnto ,socou tdo de uma vez e foi metendo sem pausa , eu chorava e gritava mas a dor deu lugar ao prazer nao imaginava que foce tao bom comecei a rebolar mas sentia um vazio na frente entao ele começou a meter e enfiar  dois dedos na minha bocetinha entao gozei denovo e ele cada ves mais rapido foi metendo no meu cuzinho até que gozou....................
Foi uma dar melhores da minha vida.... meu segundo cara era tdo de bom.....me fez gemer na sua varacomo quase ninguem.hehehe na proxima conto como ele me fez nao sentir um vazio na frente tbem....</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Descobrindo o prazer</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/descobrindo-o-prazer</link>
			<description>Já estava com meus 14 anos e meu corpo já era desenvolvido e bem distribuido nos meus 1,70 de altura e 60 kg, meus seios, como os da minha mãe eram bem cheios, minha bunda era normal, nem grande, nem pequena, mas, digamos que era apetitosa, pois eu desde pequena percebendo que ela não chamava muito a atenção passei a andar empinada, mas o que chamava muita atenção era minha xaninha, principalmente quando eu usava aqueles shorts de lycra, vocês devem saber muito bem que eles deixam nossa xaninha um pouco maior e como a minha é bem avantajada, a verdadeira caput de fusca, eu adorava usar esses shorts para ir a padaria e até brincar na rua, percebia um olhar tarado dos garotos e até de alguns adultos, mas minha primeira experiencia veio justamente de quem eu menos imaginava, meu tio, quer dizer o marido de minha tia.
 
Minha tia conheceu o Pedro a muito tempo eu ainda era uma menininha de 7 anos, como sempre fui muito agarrada com minha tia o Pedro me adotou como sobrinha também, sempre me tratando muito bem, para onde eles iam me levavam, o tempo passou e eu e o Pedro ficamos muito agarrados um com o outro e eu sempre me senti avontade para andar de camisola, baby doll e até de calcinha e sutiã na frente dele, mesmo eu tendo 14 anos, pois não via nenhuma maldade na nossa relação.
 
Mas tudo começou mudar quando notei umas coisas estranhas acontecendo, os pais de Pedro tinham uma casa de praia e quase sempre Pedro e minha tia iam passar o fim de semana e sempre me levavam e como era de costume eu usava aqueles shorts apertadinhos fazendo aquele volume na minha xaninha  e para dormir camisolas e baby doll, era normal pois a noite até minha tia andava assim pela casa, as vezes eu até saia do banho só de calcinha e sutiã mas sem maldade e sem quere provocar o Pedro, até que percebi que as calcinhas que eu deixava no cesto de roupas do banheiro nunca estavam do jeito que eu havia deixado, elas sempre ficam enroladas no short quando tiramos, eu havia percebido que elas estavam separadas e que algumas ficavam até meladas com um líquido grudento, foi quando comecei a maldar e fiz um teste, numa manhã antes de sair do banho coloquei a calcinha dentro do short numa posição e fiquei observando o Pedro, assim que saí do banheiro ele entrou e quando saiu eu fui ver, a calcinha estava toda revirada e em cima do short e também melada, foi quando percebi o que Pedro estava fazendo.
 
Foi quando comecei a provocar o Pedro, mas tudo começou na brincadeira, nos finais de semana em que iamos pra casa de praia passei a levar umas camisolas bem curtinhas, daquelas bem sexy e passei a usar mais os fio dental com essas camisolas, como elas deixavam a poupinha da bunda a mostra, com o fio dental devia ser uma visão dos deuses, na casa tem uma escada do lado de fora para levar ao terraço e ela passa bem ao lado do banheiro, ela não tem uma visão do banheiro, mas, se agente se abaixar no cantinho da escada consegue ver o que se passa lá dentro, foi aí que tive a idéia de observar o que Pedro fazia com minhas calcinhas. Arquitetei tudo a noite como estava bem quente coloquei uma blusinha branca apertadinha e quase transparente, como eu não usava sutiã para dormir e meus seio são bem fartos quase que dava para ve-los através da blusa, o que tornava a coisa mais excitante, usei também uma calcinha branca com uma meia renda na frente que deixava a mostra meus pelinhos bem ralinhos, Pedro como sempre ia se deitar depois de minha tia e eu tomei o cuidado para ela não me ver daquele jeito, mesmo ela não ligando eu acho que estava muito sensual naquela noite e assim que minha tia foi se deitar saí do meu quarto e passei para a cozinha como se fosse beber água, Pedro perguntou: &quot; Ainda acordada Aninha?&quot;, &quot; Sim tio, o que o senhor está assistindo?&quot;, ele estava vendo um dos filmes que nós levamos para a casa , então me sentei com ele, como ele estava num canto do sofá me sentei no outro canto e apoiei minha perna sobre a dele e a outra perna ficou no chão, de propósito fiquei toda arreganhada, ele não conseguia disfarsar as olhadas que dava pra minha xaninha e pra provocar ainda mais, de vez em quando eu dava uma ajitadinha na calcinha, ele estava a ponto de enlouquecer, até que eu de propósito derrubei o controle do dvd no chão atrás de mim e ao me virar fiquei de 4 bem em sua direção e me empinei para pegar o controle e tendo a certeza de que ele estaria olhando me virei e o flagrei olhando minha bundo:
 
- Que isso tio? Olhando a bunda de sua sobrinha?
Ele no estalo respondeu:
- Me desculpe, mas você está muito gostosa Aninha!
- Obrigada tio, mas não esqueça que sou sua sobrinha!
- Infelizmente Aninha, infelizmente!
Ele disse essas palavras enquanto apertava o pau dentro do short que mostrava todo o volume.
- Acho melhor eu ir deitar tio.
Me aproximei dele para lhe dar um beijo em seu rosto e apoiei minha mão sobre suas coxas e a ponta dos dedos encostaram em seu pau, foi quando percebi como estava duro e fui me deitar com a certeza de que tinha conseguido o que queria, deixar ele alucinado.
 
Na manhã seguinte ouvi o barulho dele fazendo café, me levantei e fui lhe dar bom dia, minha tia ainda estava deitada, pois ela só levanta depois do café estar na mesa, dei bom dia a ele e fui tomar um banho pois estava muito calor e ao sair do banheiro eu tinha certeza que ele entraria atrás, então fui direto para a escada e me abaixei para ver o que ele fazia lá, ele já entrou tirando o short e foi direto na minha calcinha, se sentou no chão e começou a se masturbar, foi quando vi como seu pau era grande, ele cheirava minha calcinha e se masturbava com ela enrolada no pau até gozar nela e a colocar de volta no cesto, corri para a sala e o esperei sair do banheiro e entrei e peguei minha calcinha e saí olhando para ela toda melada e o olhei e ele disse sorrindo:
 
- Já que não posso fazer com você faço com suas calcinhas!
Eu sorrindo levei a calcinha pro quarto e a guardei suja mesmo. A noite foi a mesma coisa só que vesti uma mini camisola transparente e sem sutiã e o provocava de todas as maneiras, ele me falava algumas gracinhas mas eu o cortava dizendo que era sua sobrinha até a hora de eu ir deitaru tinha a certeza que ele viria atrás, foi o que aconteceu, ele se sentou ao meu lado e sem dizer nada começou a acariciar meus seios, seu toque era uma delicia e a todo momento eu me arrepiava toda e com a outra mão el foi descendo até entrar em minha calcinha e percebeu como eu estava meladinha, sua mão na minha xaninha me proporcionava um prazer que eu jamais havia pensado que existisse e em seguida ele colocou seu pau pra fora pegou minha mão e colocou em seu pau e enquanto ele alisava minha xaninha eu alisava seu pau, foi meu primeiro orgasmo e foi uma coisa espetacular, foi quando ele aproximou seu pau do meu peito e também gozou nele me melando toda.
 
Espero que tenham gostado, façam seus comentários e me digam se querem que eu continue escrevendo o resto deste conto.</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>traçando 2 ao mesmo tempo parte3</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/tracando-2-ao-mesmo-tempo-parte3</link>
			<description>Para continuar eu estava tentando comer aquele cuzinho quando o Nicolas nos chamou,,,pedi pra ela se vestir e fui pelo fundos da porta(vcs podem acreditar enquanto eu escrevo ele esta aki do meu lado).Pedi pra ele entrar e ele disse que iria chamar a minha vizinha,,,eu disse a ele entra q depois ela pula o muro,mal sabia ele que ela já estava dentro de casa...ele estava vestido de calça tipo capri essas q os gayznhos usam...Pensei comigo vou fuder esse mulek,,,quando ele entrou eu percebi q a vizinha não estva na sala,ela deve ter se escondido gostei da brincadeira...Pedi pra ele sentar e falei o seguinte se ele não xupasse o meu pau que uria contar sobre o baseado pra todo mundo,,pois eu não estva nem ai,pois a maioria das pessoas aonde eu moro sabiam q eu fumava...ele falou q iria xupar ´so a cabeça topei e baixei minha bermuda e sentei no sofá...putz mulek safado ele beijava e sugava a cabeça como um experiente no assunto...eu estva quase gozando quando tirei e falei pra ele que ea hora de comer o cuzinho dele minha rola brilhava e pulsava ao mesmo tempo,,e ele disse que iria só xupar e bater uma pra mim...ms para a surpresa dele qm sai de tras da porta a vizinha...ja falando vai nicolas vc faz isso com o carlinhos,pensei mulek safado,,,e mostrando pra ele q não tinha segredos em nós peguei a vizinha e senteir ela no sofá e levei minha rola até a boca dela,,,ela meio q não quiz,,,mas começou a xupar ela tinha uns peitinhos bem pequenos,,,e eu passava  mão nos bicos dela que estavam todo durinho...o Nicolas sentou do lado dela e pedi pra ele ficar de 4,,ele não queria de jeito nenhum liberar o anelzinho dele...pedi pra ela tbm ficar de 4 e ela meio q cuspindo a baba no chão se posicionou 4 e eu comecei a passar a rola na portinha e ela piscava..omolek,vendo akilo eu percebi q ele estava de pau duro,,pintinho de molek...falei pra ela xupar o pau dele,e não é q eles já tinha feito akilo...percebi porque ela foi sem reclamar e ele pegava na cabeça dela e fazia q nem gente experiente...aquilo fez com q eu não pensasse 2 vzs...vou comer essa bucetinha,,,do cuzinho dela comecei a passar a rola na portinha da xaninha dela essa menina tremia,,,Eu como sou meio louco pensei vou fuder esses 2 que eles nunca irão eskecer...pedi pro molek deitar no chão e q ela continuasse a xupar o pau dele,,,e eu por tras comecei a passar a minha lingua no cuzinho dela(sabe xeirin de cuzinho) e descia até a sua xaninha fiz esse movimento farias vzs,,,depois peguei um dedo meu e comecei a enfiar no cu dela...ela dizia que era pra mim ir devagar...como ela estava de 4 xupando pintinho do molek...comecei a por um dedo no cu dele tbm,pedi que ele levantasse as pernas tipo frango assado e comecei a enfiar um ddo sem dó no cu dele ,e ele ficava me olhando como se estivesse com vontade gemer,,,e eu comecei a enfiar o dedo mais rapido num vai e vem,,,só q a minah vizinha ficava se esfregando nas minhas pernas..quando eu percebi eu vi q o molek estva soltando um liquido sabe aqule q antecede o gozo.falei ele esta gozando,,,vcs acreditam q eu peguei o pinto dele comecei a tocar uma pra ele,,,a minha vizinha viu akilo e começou a pegar no meu tbm,,ai eu percebi q tudo q eu fazia no molek ela queria tbm... então peguei o molek do jeito q ele tava na posição de frango assado,,,cuspi na cabeça do meu pau e enfiei eu vi o molek tremer a barriga levantei ele meio q pra cima e deitei por cima dele e foi entrando e comecei atremer com as minhas pernas tbm...mas eu comecei a bombar o cu dele,e ele começou a dizr q estava doendo,,,e eu não queria tirar...mas quando a minha vizinha faou pra parar...e eu me assustei,,,e ela disse faz um pouco comigo mas eu quero na frente,,,eu estava cheio de tesão mas sabia o q estva fazendo...fiquei com medo de sangrar akela menina...mas sentei e pedi pra ela vir por cima eir descendo bem devagar a minha rola quando bateu na portinha da xaninha dela...que estva já com bastante pelos...foi entrando e eu senti q algo foi pro beleleu...essa menina dava uns gemidinhs de dor e prazer,,,peguei na cintura dela e subia e descia ela quando eu olhei me pau estav com um pouco de sangue...mas a vontade era tanta que eu peguei ela no colo e deitei ela  e coloquei ela na posção de frango e fui enfiando ela arregalava os olhos e fechava arregalava e fechava...não aguentei e gozei dentro dela...quando eu tirei pra fora jorrava porra ainda...ela deu um gritinho e disse q queria mais...mas a minha mente travou ...fiquei pensando o q iria acontecer depois dakele dia...hoje eu tenho 29 anos o Nicolas tem 22 e aminha vizinha 23...depois eu conto o q rolou com nós 3</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>traçando2 ao mesmo tempo parte 2</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/tracando2-ao-mesmo-tempo-parte-2</link>
			<description>E com eu estva dizendo no conto anterior a esse,,,pedi para ele bater uma pra mim,,,ele não tinha muito jeito e começou a me maxucar,desisti e mandei que ele fosse embora,mas a minha vizinha perguntou.JA? E o Nicolas disse-ele não quiz....E eu percebi que ela me olhou de cima pra baixo e aquilo me deixou com uma sensação de que ela queria me dar...e pus uma proposta pedi para que os dois voltassem em uma hora,enquanto isso eu preparei o terreno dentro da minha casa...Não se passou meia hora a minha viznha já chamava pelo muro,dizendo que o Nicolas não viria aquela hora mais que iria demorar,na verdade eu queria comer realmente akele molek.Falei pra ela q quando ele xegasse q ela poderia me xamar.e ela disse q estva sozinha e prefereria esperar ele comigo,,,ela pulou o muro e eu fiquei meio q assustado,,,da mãe dela aparecer,,,sei-lá...entramos pro fundo ela tem 13 anos menina mirrada,sabe tipo acorda e não penteia o cabelo,,,senti mais tesão pelo Nicolas do que por ela,,,mas td bem pergntei a ela quando ela disse q o Nicolas pegava na do Carlinhos,,,ela disse q varias vzs,,,e eu perguntei se ela já tinha pegado tbm...ela disse q umas duas vzs quando elas se divertiam no quintal da casa dela eu sabia q rolava alguma coisa...xamei ela pra dentro ela estava de calça de moleton,,,e la sentou no sofá...e eu sentei em uma cadeira quase de frente pra ela,perguntava aluma coisa ela me respondia as vzs ela pergntava eu respondia...mas sempre eu mexia no meu pau e via q ela ficava olhando,perguntei se ela queria pegar ela disse q só um pouquin.não tirei ele pra fora ela veio com a mão por cima da calça e começou a mexer nele melhor q o NIcolas ela passava a mão no saco e no pau...akilo me deixou duro,,,perguntei se ela já tinha visto um bem de perrto ela disse que dakele tamanho não,e olha q eu estava de calça,,,então tirei pra fora e a menina arregalou os olhos,,,mas eu percebi q ela queria uma rola dentro dela,acredito q as brincadeira dela com o Bixinha do Nicolas poderia ter despertado algo nela pois assim q ela viu minha rola ela caiu de boca,mas ela só xupava a cabeça e akilo na inocencia dela estva me dexando virar os olhos eu olhva pra cara dela e via akeles dentes branquinhos raspando a minha cabeça,,,hummm muito bom,pedi pra ela enfiar mais dentro da boca e ela fez e se engasgou,,,cuspiu bem no meu pau,,,aproveitei e dei uma lapada na cara dela que ficou vermelha,,,ela gostou,,,eu tinha q comer akela menina de qualquer jeito,como um louco abaixei a calça de moleton dela e vi uma calcinha cheia de bixinhos,,,,e por detras uma buctinha xeinha de pelos,,,mordi suas pernas mas mordi mesmo virei ela de bunda pra mim tbm mordi,,,ela dizia  q estava doendo mas eu estva tão louco q não queria parar,,,ela tentou sair e não deixei segurei ela pela cintura e diss a ela agora vc vai ter que dar pra mim,,,ela disse vc ta me maxucnado e na verdade eu percebi q ela queria mais tinha q ser com calma,,,então falei pra ela sentar ela sentou e eu me ajoelhei de frente pra ela e peguei as duas pernas dela e comecei a beijar suas coxas,só que quando olhei pro meio das pernas dela estava com a calcinha toda molhada eu percebi q ela estava xeia de tesão,,,então eu puxei a sua calcinha de lado com o se estivesse limpando aquele liquido dela e passei a xupar e a beijar bem devagarinho a sua xaninha q delicia senti akele gosto na boca...mas eu não estava aguentando e pecisa furar aquela menina,,,tentei por mais ela fexou as pernas vou ter q estrupar ela penssei eu...então falei pra ela q iria por na bundinha dela imagina uma bunda de uma menina de 13 ninhos magrinha...mas não pensei duas vzs,,,dei uma cuspida no meu pau comecei a bater uma pra mim até criar akela espuma abri a bunda dela e enfiei de uma vez só,,ela deu um trnaco pra traz,,,mas não entrou tudo abri bem as pernas dela segurei as duas polpas dela com as minhas mãos e vi aqule buraquinho e comecei a por vi minha cabeça entrar e depois mais um pouco e ela gemia bem baixinhp...ai,ai,ai ta doendo,ta doendo para,para...e aquilo me deixou mais louco ainda só que eu queria comer a xaninha dela e aprovetei pra ficar passando a mão ne xaninha tbm aquilo saia um liquido q eu não acreditava...mas algumas tentativas de empurrar mais pra dentro do cuziho dela...fomos interrompidos,por quem...O Nicolas....continua no traçando 2 ao mesmo tempo parte 3</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Traçando 2 de uma vez</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/tracando-2-de-uma-vez</link>
			<description>Eu de bobeira em casa certo dia,escutei voz de pessoas no quintal ao lado isso era por volta das 9:00da manhã...como eu curtia um rock  aumentei o som e deu pra ouvir alguem dizer sobre o som q rolava...abri a porta e olhei pelo muro e era a minha vizinha de 13 anos com seu amiguinho que eu desconfiava que era mais amiguinha do que amiguinho.Fofoqueirinho de plantão...eu fumava uns baseados no meu quintal e o cheiro empregnava na casa da vizinha que  a mãe é uma costureira...Mas esse dia eu estva careta e aproveitei pra ficar no meu quintal tentando achar algumas ponats de baseado pra poder enrolar um,,,,mas pra minha surpresa esse amiguinho da minha vizinha disse que tinha algo pra mim dar pelo muro...me assustei e disse o que era ele falou pra mim ir pro portão e abrir para el...quando eu abri o portão o molek me sacou uma paranga de fumo.Perguntei aonde ele tinha arrumadoele havia me dito  q achou num campo ao lado de onde moramos,,por sinal lá é local de muitos que gostam da bagana.acreditei nele e disse pra ele me dar,mas ele disse que ´so se eu enrolasse um para ele.Fiquei meio q assustado mas enrolei  um baseadinho pra ele,,,só q a minah vizinha veio depois junto e dizia se akilo q o Nicolas tinha achado era maconha,,e o molek já foi falando q sim,,,mas por incrivel q pareça eu já estava com a mente poluida em relação akele molek senti uma vontade de comer ele,,,pois sabia q era meio afemeninado e por sinal ele não tirava o olho do meu pau...sem exitar mandei ele pegar,,,foi de sopetão q eu disse...a minha vizinha deu risda e falou pra ele pega vc pega na do carlos ele ficou vermelho mas veio em direção e eu não quiz mas xamei ele pra tras da minha casa...xeguendo lá a minha vizinha ficou na frente da casa e eu peguei ele pelo bralço e levei sua mão até minha rola que estva mole e mandei ee bater uma pra mim...depois eu conto os detalhes,,podem aguardar que isso é mais do que teen</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Menina fodida pelo sogro</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/menina-fodida-pelo-sogro</link>
			<description>Todos os nomes citados nesse conto serão ficticios! esse fato aconteceu no começo do ano em janeiro , ainda nas ferias .

Meu nome é fernanda, sou morena tenho 1.68 e 60 kg muuito bem distribuidos, seios medios bem redondinhos e empinandos, uma bunda nao muito comum, rs, bem grande e empinada, durinha devido aos anos de academia, cintura violão.

Sempre fui amiga de Pedro , nunca achei ele lá aquelas coisas, mas em um dia c mta insistencia dele, nó ficamos e entao apos algumas ficadas ele me pediu em namoro, Pedro nao me atraia, na verdade nem sei o pq do namoro com ele, pensando bem pode ter um motivo bem maior por trás, o pai deele, nooossa o que era aquilo, neem um pouco apresentavel !

um corpo sarado, cabelos arrepiados, bem alto com a barba por fazer, aquilo sim era um HOMEM dos sonhos de qualquer mulher ! entao eu via em seu orkut as fotos da familia, e focava nas do pai dele, aquele homem gostoso, só de ver as fotos dele ja me vinha mil sacanagens na cabeça !

virei até amiga da maãe dele pelo orkut, só pra ter mais opçoes de fotos !

Pedro nao me satisfazia.. nem nos beijos ! mas o 'motivo' maior me fazia continuar com ele, por maior esforço que fosse !

eu passava a ir na sua casa agora com mais frequencia, e quase sempre me deparava com seu pai ao chegar lá, alguma das vezes sem camisa,

e sempre que eu chego vem aquele homem gostoso com aquele perfume bom me abraçar e me comprimentar, sempre sem malicia, pois sempre axei ele mto apaixonado pela esposa !

logo a esposa dele Jaqueline vinha me comprimentar..

eu passava horas delirando enquando olhava e estudava tdas akelas curvas e musculos do corpo do Miguel, o sogro dos sonhos, ou melhor o HOMEM dos sonhos!

mas sempre disfarçando para nao dar ipobe,

Miguel nunca me notou como mulher, acho que sempre cmo a namoradinha do filho..

sempre ia embora pra casa com uma vontade loouca de sentir akele homem me pegando com akelas maos enormes e aquele corpo sarado, sempre imaginando como seria a pica dele ..

chegava em casa direto pro quarto, deitava na cama enquando pensava no miguel logo me vinha cenas mtoo sacanas na minha mente ,

era automatico, pensava nele, e minha mao ja escorregava pelos meus seios delicadamente, até chegar na minha bct q ja estava molhadinha só por pensar um minuto naquele homem gostoso, começava aacariciaar lentamente o meu clitoris, alternando com os dedos em movimentos circulares na minha bct, e era sempre isso com a imagem dele acompanhado d um orgasmo mto foda .

Daí entao pensei que nao poderia continuar assim, tinha que arrumar alguma forma de me insinuar pelo menos um pouco para ele, para ver se ele correspondia , isso nao saia da minha cabeça, mas eu nao sabia como começar,

mas foi isso que fiz

no outro dia fui pra casa dele, estavam todos na piscina, fiquei muito empolgada, pois quando chego na porta da area pra ir pra piscina encontro Miguel só de sunga, todo molhado da agua da piscina, de costas pra mim pegando algo na geladeira,

eu fiquei ali imovel, nao conseguia me mover nem tirar os olhos daquele corpo delicioso

senti minha bct ardeer na hora, dei um suspiro entao ele se virou meio assustado por me encontrar ali, parada o observando

mas vi que ele percebeu a minha cara, pois quando ele virou ainda estava cmo fiquei e desci os olhos lentamente por todo o corpo dele

ele na hora leu os meus olhos, mas hesitou , sorriu de lado, um sorriso perfeito e sedutor,

pela tua sunga dava pra perceber que nao era pouca coisa ali , aquilo me excitou de uma forma!

entao ele veio e me abraço rapidamente com um beijo na buchecha como sempre e perguntou :

- tem tempo q vcê tá ae? estamos tds ali fora vamo p lá !

acompanhado d um sorriso enorme e convidativo

entao eu sorri e nao saia nada da minha palavra

ele me abraçou de lado caminhando até a piscina, aquele cheiro bom me hipnotizava, mas logo tiv que acordar qdo chegamos na piscina,

comprimentei pedro jaqueline e algumas primas que estao lá ,

estava mtoo calor, tirei a parte de cima do biquine e fikei sentada de baixo do guarda sol com o pedro,

estavam todos na piscina , eles eram mto alegres e brincalhoes,

passando um tempinho resolvi entrar na agua, jaqueline ja tinha ido preparar uns petiscos

as primas do pedro fofocavam na pisicna e brincavam com o tio

logo tirei a partei de baixo do biquine, vi que ele me fitou por alguns segundo enquando eu ia tirando a parte de baixo, aproveitei da situação quando vi que seus olhos estavam em mim, adorei aquilo senti sua atenção toda pra mim, comecei a dar leves e lentar mexidas no quadrilpara descer o short apertado virei a bunda para o lado que ele estava e desci o short até em baixo sem dobrar as pernas, logo virei e vi que ele ainda estava olhando, mas ficou sem graça quando eu percebi e voltou a brincar com as sobrinhas,

dei um selinho no pedro e fui em direção a piscina,

miguel estava segurando uma garrafa d cerveja cheia q tinha acabado d pegar,

entao eu passei por ele , e ele mto brincalhao perguntou com o olhar inocente :

- ta com calor nanda ?

eu sorri e disse :

- muitoo

entao ele virou a cerveja pelos meus ombros e tava mtoo geladaa

me arrepiei toda e senti a cerveja geladissima invadir meu biquine e tocar os meus seios que estao quentinhos, senti o bico endurecer rapidamentee de frio, e logo aparecer no biquine

notei nos olhos do miguel sua expressão e seu olhar tinha mudado completamente, apos nao tirar os olhos dos bicos dos meus seios querendo furar o biquine, ele me fitou , mas logo para que pedro nao percebesse, me empurrou na piscina fazendo brincadeiras

percebi que as coisas haviam mudado, e que notei seu interesse apartir desse dia, no momento que cheguei !

jaqueline gritou para que miguel viesse terminar os petiscos pois ela iria cuidar de brenda a filha mais nova dos dois que chorava.

Miguel foi, e eu fiquei na piscina contrariada por ela ter tirado Miguel de lá, estava adorando observar aquele delicioso homem ,

estava com uma imensa vontade de me tocar ali mesmo, mas as primas do pedro ou até o pedro poderia perceber,

com a desculpa que ia buscar mais cerveja, fui para dentro da casa, pedro estava quase pegando no sono deitado na rede

quando entrei na cozinha só de biquine vi ele logo me fitar, perguntei c tinha mais cervejas ele respondeu sem tirar os olhos de mim que sim

entao eu abri a geladeira, impinando a bunda para ele procurei procurei, fingindo nao achar reclamei :

- miguel nao to axando nada aqui

ele entao veio por tras de mim encostou a mao na porta da geladeira e colou aquele volume imenso da sunga na minha bunda e roçava para frente, enquando enclinava a cabeça fingindo procurar

senti minha bct incharcar, ele também estava gostando , quando comecei a forçar minha bunda nele dando poucas reboladas

senti ele encostar aquela barba em meu ombro, pude sentir sua respiração mais alta um pouco e ele forçava cada vez mais aquele volume imenso, tão duro me cutucando como um espeto , a cada respiração dele, e roçada no meu ombro que ele dava com a barba eu me arrepiava,

ficamos por um tempo assim, eu estava com tanto tesão a ponto de explodir , tantoo tesão que eu queria gemer, gritar !

mas jaqueline chegou, nos assustamos, ele se afastou e eu me abaixei rapidamente e peguei a cerveja, ela nao percebeu nada.

voltei rapidamente para a piscina e entreguei a cerveja para as meninas, vi o pedro dormindo ja era a 8° garrafa d cerveja das primas dele, elas estavam trebadaas ja !

conversando e falando coisas sem sentido ...

eu nao conseguia parar d lembrar da cena e ainda podia senti-lo roçando em mim, estava a ponto d enlouquecer se eu nao tivesse aquele homem naquele dia mesmo !

quando escutei o barulho do portão assustei, pois estava longe, e logo pensei quem podia chegar la mais pra dificultar tudo?

quando corri pro canto da area da piscina pra ver a frente da casa era o carro da jaqueline saindo, assustei e pensei ser o miguel saindo, corri para a cozinha e nao o vi lá, procurei pela sala e corredor, logo ja estava desanimando achando que poderia ele ter saido mesmo no carro, pois a jaqueline nao deixa a casa facil e ela estava cuidando da brenda que estava gripada .

enquando eu voltava escutei um barulho vindo do andar dcima, resolvi ir la perguntar a jaqueline onde miguel tinha ido, com a desculpa que queria mais cerveja mas qdo xeguei la e abri a porta dou d cara com miguel me fitando do outro lado do quarto sussurando coma quela voz grossa e rouca: - eu sabia que vcê vinha

eu respirei fundo e sussurei : - axei que você tinha saido .. enquanto eu falava ele se aproximava mais, aquilo estava me excitando e me deixando louca, com medo de alguem subir e mto tesão ao mesmo tempo,

ele veio se aproximando de mim com aquele sorriso safado , e enquando ele ia encostando em mim, colando teu corpo contra o meu ele estticou a mao e ia trancando a porta,

logo ae ele me apertou com um furia, e deu um tapa na minha bunda seguido de um apertão bem forte, aquilo foi acompanhado de um gemido bem gostoso que dei ao sentir, aquela mao enorme me tocando ,

deslisava as unhas com força pelas tuas costas sentindo teu cheiro, ele arrepiava, e a cada arrepio eu unhava mais forte, contornando kda pedaço do corpo dele com minhas maos, entao ele me beijou com vontade, ficavamos nos beijando enquando acariciamos um ao outro, ele desabotoou o sutiã do meu biquine e fitou meus seios, eu ja stava mt ofegante, qdo ele abocanhou kda uma, dando leves mordidas e puxadas nos meus seios, eu estava delirando, gemia bem lento e baixo sentindo ele sugando meus seios com toda força minha mao ja estava no pau dele, por cima da sunga, entao ele tirou a boca dos meus seios e me olhou,

nos conversavamos só por olhar, o olhar dele me hipnotizava e me fazia sentir coisas que nenhuma palavra iria fazer,

fui com a bok nakele peitoral enorme, dando mordidas e descendo a lingua lentamente por tua barriga toda definida até tua sunga, passando a lingua nele por cima da sunga

quando eu coloquei aquela pica enorme kbeçuda e grossa pra fora, cheeia de veias pqp era como eu imaginei, nao demorou nada, pra q eu caisse d boca naquela pica gigante,

ele me olhava mordendo os labios, entao eu parei a bok na cabeça e fikei passando o dente bem de leve na cabeça dando longos chupoes e massageando as bolas dele

ele soltou um gemido, e eu comecei a punheta -lo enquando chupava e fazia movimentos circulares na cabeça,

continuei ppor alguns minutos, alternando isso e abocanhando ele as vezes, fui recompensada com um jato de porra com tda força na minha garganta me engasgando .

entao eu subi lentamente e sussurei: - eu sempre te quis to louca pra vc me fuder seu gostoso

ele me respondeu com um sorriso safado e um tapa forte na minha bunda,e falou : - hoje eu vou te fazer sentir mulher d vdd sua vadia ! vou te fuder até vc nao aguentar mais,

deu outro tapa na minha bunda mais forte ainda, soltei um grito nao mto alto,

ele me virou com força de costas p ele, apertou meus seios com as duas maos enquanto bjava meu pescoço e mordia, descendo as maos pela minha barriga até minha bct por cima da calcinha do biquine, acariciou ela um pouco e puxou os laços da calcinhha ,

eu estava ardendoo de tesão, e encharcada, ele acariciou ela toda, e deu um tapinha d leve,

foi me empurrando de direção a cama e me colocou de 4

eu estava loouca pra sentir aquela pica gigante me invadindo, nao demorou mto

ele ficou ali pincelando minha bct com akele mastro gigante, quando ele colocou a cabeça na minha bct eu respirei fundo e mordi o labio,

olhei para tras para observar aquilo, e ver q era realidade nao mais um pensamento sacana meu

ele colocava aqueele pau lentamente até o fim, quando entrou tudo , eele começou a bombar rapido

eu gemia como uma puta insaciavel

e ele me batia com mta força na bunda, eeu gemia mto alto, o medo de alguem ouvir ja nao era nada, eu tava em orbita, sentia as lagrimas escorrer d dor e prazer e akela voz rouca e grossa sussurando: isso sua vadia, rebola no meu pau cachorra que eu quero melar tua bct de porra

e eu respondia gemendo mt alto: vaai mete c força raasga minha bct teu fdp que eu to louca p sentir tua porra dentro de mim

eu tava loucaaa d prazer com mtooo tesãaaoo nao demorou mto para que eu gozasse e ele logo em seguida !

entao ele veio e me beijou delicadamente, ficamos nos beijando até eu sentir aquele mastro endurecer novamente e roçar na minha coxa

logo empurrei ele sentado, fiquei por cima dele, encaixei lentamente e comecei a sentar naquela pica enorme e grossa

minha bct tava dolorida no estrago que akela pica tava fazendo, mas isso só acompanhou no meu prazer enorme

eu sentava e rebolava kda vez mais rapido

gemia coomo uma cadela no cio ele segurava minha cintura me forçando mais para baixo,

aquele perfume aquele gemido rouco, tava me hipnotizando loucamente

gozamos juntos

e fui recompensada com uma longa chupada na minha buceta fazendo ele provar tdo meu mel

logo dps saimos de lá

e até hoje nos fudemos todos os dias, em qualquer lugar, ele até arromba meu cuzinho

nao preciso mais namorar com pedro, tenho aquele homem gostoso a hora que eu quero ! e todo dia aguento aquela pica me rasgando , kda dia com um orgasmo mais louco !

dps conto mais</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>A nossa teen putinha</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/a-nossa-teen-putinha</link>
			<description>A história que vou contar aconteceu há alguns anos. Por questão de privacidade apenas alterei o nome das pessoas relatadas. Meu nome é Renato, sou branco, alto (1,95 100kg) e fui jogador de basquete na minha juventude. Uma vez meu time foi jogar em São Paulo e, após o campeonato, ficamos eu, Jonathan e Flávio (outros dois do time), na rodoviária do Tietê, esperando o ônibus de retorno, que só partiria às 8:00h. Como não tínhamos nada para fazer, resolvemos comer numa lanchonete dali mesmo ... quando estávamos na mesa, de repente percebi que uma baixinha loira - devia ter uns 1,65 estilo &quot;mignon&quot; e peitudinha - nos fitava. Me espantei e comentei com meus colegas ... ela era ninfetinha, rostinho de anjo, vestia calça jeans apertada e uma espécie de &quot;top&quot; branco na parte de cima. Como gosto de pés já fui dando logo um molhada nos dela ... eram lindos, branquinhos, e número aproximado 35, cabiam perfeitamente na sandalhinha de salto preta que usava. A garota estava sozinha sentada e parecia esperando alguém. Terminamos de comer e, como ela não parava de nos olhar, resolvi abordá-la. Ela sorriu e disse que 'nos vira jogar' ... aí o papo rolou solto e, quando percebemos, estávamos nós quatro no apartamento dela. Ela comentou que era criada pela avó mas que a senhora tinha ido viajar. Quando chegamos a menina pareceu 'doida' ... foi logo passando a mão na calça do Jonathan - um negro de 1,98 - e na do Flávio - mulato que tinha uns 1,85. Ela simplesmente tirou o pau dos dois para fora e começou a abocanhá-los como se fosse o último dia de sua vidinha ... o engraçado é que demorou para cair minha ficha...afinal era muito 'bom para ser verdade' ... até que ela me chamou para a farra. Eu já tinha visto putinhas baixinhas gostosinhas ... mas aquela ninfeta era demais... tinha a bucetinha, o peitinho e o cuzinho depiladinhos e rosinhas mais delicados que já tinha visto. Fomos logo arrancando a roupa e ela pediu para deixarmos nossas cuecas no armário dela de recordação ... começei a rir até que ela se postou de quatro como uma puta ... fiquei louco só de ver aquela solinha rosa e a bunda empinadinha ... a gente revezou em chupá-la ... ela cheirava a leite ... meu pau já latejava de dor quando o negrão e o mulato começaram a bombar nela sem dó na boca dela. Saquei meu pau e ela segurou forte. Ela revezava em chupar nós três, freneticamente, querendo sentir o gosto de nossas picas ... até que disse que queria que comêçemos seu cú ... (direto sem boceta ela deve estar brincando indaguei comigo) abriu uma gaveta velha e pegou um KY ... dentro tinha um consolo de borracha ... provavelmente o único companheiro daquela adolescente sacana desde que descobriu seu corpo ... dividimos o KY ... Jhonatan foi o primeiro tinha uma rola de uns 22cm para cima e de dar inveja ... quase sem pelos ... o cara simplesmente enfiou tudo de uma vez ... a guria deu um hurro de dor e começou a chorar ... na hora eu pensei que a menina tinha desistido da idéia mas ela pediu para ele continuar ... lembro de que ele metia sem dó, revelando um lado meio agressivo que a deixava com muito tesão ... enquanto isso eu e o Flávio botávamos nossos paus na boca dela de novo para tentar distraí-la e acostumá-la ... ela mamava como bezerrinha ... começei a perguntar em voz alta se ela queria leite e ela murmurava que 'sim' ... até que Jhonatam começou a gemer no ouvido dela, subindo em cima como cavalo, e dizendo que ela era a 'nossa puta' ... eaté que encheu o rabo dela de porra quente, com a língua na orelha dela ... vi que tirou o pau meia bomba ... estava melado com um pouco de merda ... fui ver o estrago e segurei a bunda dela para o Flávio começar o serviço ... o cú dela tava aberto e já meio inchado ... mas era muito tesão ... o Flávio deu um cuspe no pau e começou a penetrá-la ... ela até rebolou para ajudar ... o mulato então subiu em cima e pediu para lamberem a buceta dela ... não me fiz de rogado e fui por baixo chupando o grelinho da menina enquanto Jonathan (meio foda isso) &quot;forçou&quot; a cabeça da guria para chupar o peu dele daquele jeito ... no início ela relutou mas depois acabou saboreando tudo ... logo começou a se contorcer indo para trás e gemendo parecia que estava gostando mais do pau do Flávio ou já estava mais excitada ... e eu ali segunrando a bunda dela e chupando o grelinho ... tinha gosto de suor com porra mas nem liguei porque a bucetinha dela era uma visão maravilhosa ... podia ver o saco do amigo batendo em cima da buceta e ela se contorcendo toda como uma vagabunda profissional ... até que ele também gozou ... quando tirou o pau a porra escorreu do cú para a boceta e abri bem a bunda dela para ver aquilo ... um pouco da porra entrou na buceta e outro tanto escorreu pela parte de trás das coxinhas da menina ... a vadiazinha já tava meio sonolenta mas agora era a minha vez ... chupei o pésinho dela todinho e fui subindo dando beijos na bunda e ela gemia ... Flávio já punhetava para poder bombar de novo e Jonathan enfiava o pau na goela da 'nossa putinha'. Enquanto via a boca dela arregaçar com a rola grossa do Jonathan começei a foder aquele cuzinho melado todo cheio de porra ... meu pau de 18cm entrou deslizando e começei a meter com tesão batendo as bolas na bunda dela ... lá pelas tantas Flávio veio por baixo dela e começou a meter na buceta ... a pele entre o cú e a buceta ficava esticada com as estocadas e começou a sair um pouco de sangue do cú ... ninguém ligou e continuamos metendo quando o Flávio estava para gozar falei para ele que devíamos gozar na boca da vadia ... prontamente levantamos e ela institivamente se colocou de joelhos, ajeitou o cabelo e abriu a boca com a língua para fora ... eu já não aguentava mais e esporrei feito louco ... nunca gozei tanto os jatos saíam grossos na boca no pescoço nos peitinhos e nos olhos dela ... Flávio e Jonathan gozaram na mesma hora esporrando na boca e na testa ... a cara e a bunda dela ficaram estragadas de tanta porra. Ficamos ali todos nús deitados passando a mão nela, que se aconchegou no meio e dormimos. Depois ficamos lá naquele muquifo de apartamento mais uma semana, dando desculpas de que o campeonato estava rolando... acordávamos metendo e dormíamos metendo em 'nossa nova putinha'. Por mais dois anos seguimos com a suruba quando tínhamos jogo na capital. Depois cada um foi para seu lado e ela provavelmente se tornou a melhor esposa de corno que alguém poderia ter. Amigos metedores e mulheres liberais podem entrar em contato pelo e-mail cachorroassassino@gmail.com</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>a prima ticynha Pt.1</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/a-prima-ticynha-pt-1</link>
			<description>Olá, estou aqui para começar a contar meu segundo conto (lembrem-se todos meus contos são reais como disse no primeiro), bom vou começar relatando a transa que tive com a gostosa da minha prima Tycinha ( putz vocês já devem estar cansados de nego comendo as primas).
Como disse no outro conto, passei parte da minha infância em Curitiba e lá vivi até completar 10 anos, lá morávamos no mesmo quintal: a minha família e a família do meu tio, o pai da Tycinha.
Bom eu já estou a 15 anos morando em SP, mas no 11º ano que completei aqui fui passar a passagem de ano em Curitiba, tinha acabado a facul na época e no meio de dezembro voltei pra Curitiba.
Eu sempre mantive contato com o povo de lá, principalmente a Ty que cresceu comigo, a gente vivia junto quando era criança e sempre fomos muito ligados, sempre se falávamos pelo finado icq e até hoje pelo msn e com o passar do tempo fui vendo que a minha priminha tava ficando cada vez mais gostosa.
A Tycinha (Letícia no original) ficou com um belo par de seios um corpo perfeito e um belo de um rabo porque malhava bastante.
Bom foi em dezembro d 2004 que fui a Curitiba depois de muito tempo, pra passar o ano com a família.
Meus tios me receberam muito bem e logo quando cheguei recebi um belo abraço da minha querida Tycinha ela disse que estava morrendo de saudades e que tinha muitas coisas pra me contar, ela foi para a sala e me apresentou pra uma amiga dela que se chamava Karoll e disse maravilhas sobre mim a amiga.
Fiquei na sala conversando com meus tios, com a tycinha e com a Karoll (caralho as minas do sul são muito fodas, a Karoll é muito gostosa, logo vou falar muuuuito dela) e depois de um tempo a Ty me levou a um quarto vazio da casa que me tio usava pra fazer uns lances mas que eles tinham arrumado para eu passar as férias, coloquei as minhas malas lá e depois a Ty veio correndo pra me dizer que em pouco tempo o almoço estaria pronto e logo atrás dela estava a Karoll com seu belo sorriso, disse que antes preferia tomar um banho e tycinha sempre com sua carinha de ninfeta disse: “se quiser eu e a karol podemos lavar suas costas”, nossa fui a loucura mas depois ela disse que tava me zoando e que ia avisar minha tia que eu antes ia tomar banho, fui tomar banho ( e já prestei uma homenagem a priminha durante o mesmo) e depois fui almoçar.
Passaram-se alguns dias desde que eu tinha chegado nesse tempo a tycinha falou de tudo que tinha acontecido desde que eu fui embora, dos antigos amigos, do que ela tinha feito da vida, como conheceu a Karol, do namorado dela que tava viajando (o mané foi pro Uruguai com os brothers e deixou ela lá) entre outras coisas.
Certo dia ia ter uma festa na casa de uma amiga dela e que ia juntar uma galera, minha prima sempre assanhadinha disse: ”vamos talvez você consiga comer a karoll”, fiquei sem palavras, e ela continuou:” eu vejo como você olha pra ela, e ela é muito gata e parece que te curtiu ,talvez role”, bom ficamos conversando até que por volta de umas 22 h e 30 min fomos nos arrumar pra ir a tal festa
Eu me arrumei em pouco tempo e esperei a Tycinha, caras quando ela apareceu, foda com uma camisetinha preta bem decotada, daquelas que parecem que são amarradas nas costas e uma puta calça colada também.
Nunca tinha visto a prima tão gostosa e perfumada, uns 15 min depois chega a Karol, também de preto, também bem decotada e com uma saia que meu deus.
O irmão da karol nos levou até a festa que ficava a uns 15 min dali, lá conheci alguns amigos delas e fui me enturmando, conheci muita gente legal, mas meu foco mesmo foi ficar conversando e batendo um xaveco na karol a noite toda, ela ria bastante comigo , até que a gente levantou pra dançar juntos, ela se esfregava em mim me abraçava e de vez em quando me dava uns selinhos pra me atiçar, mas nada de beijo de língua, enquanto isso a tycinha já tinha ficado com 2 malucos( ela disse que ia se vingar do corno que foi viajar e deixou ela).
Bem à noite foi rolando normal, com mó galera se pegando, minha prima galinhando e eu tentando comer a gostosa da karol, até que um cara que era ficante da karol tava bebaço apareceu e veio tirar satisfação de que eu tava catando a mina dele, a karol disse que não tinha mais nada com ele e que ele só queria treta, a galera levou o cara pra fora lokão , depois disso eram umas 3 da matina, agente decidiu dar um role pela cidade e depois disso fomos pra casa da karol que não tinha ninguém já que a mãe dele tinha viajado e o irmão dela ia dormir na casa da mina dele, fomos eu, karol, tycinha e mais uns 2 caras e 3 minas, ficamos lá e fizemos uma pvt só com som baixo, cerveja e uns salgadinhos, depois de um tempo a galera que levou a gente vazou e ficamos só nos 3 e decidimos varar a noite ali mesmo , não ia pegar nada já que a casa da karoll era a 3 quarteirões da casa da tycinha.
Nisso deu mó vontade de ir ao banheiro, porém minha prima gostosa me inventa de ir lá ( bebeu pra caraio) e eu apertado, nisso a Karoll( chapadona também, já andando cambaleando) diz que tem banheiro no quarto dela e me leva até lá e diz: ” pode ficar a vontade viu”, riu e saiu.
Fiz o que tinha que fazer e estava saindo do quarto quando resolvi dar uma reparada nele, um quarto bem de menina com ursinhos e essas putarias todas, mas algo me chamou a atenção lá, era tipo um diário que estava ao lado do Pc e putz apesar de ter aqueles pequenos cadeados estava aberto, caras não resisti e fui lendo, tinha uma pá de besteiras e tal até que chego numa parte de que ela falava de uma transa com um cara, depois de um bacanal que ela participou caralho a mina era foda, descrevia tudo com detalhes, meu pau já tava latejando quando cheguei na parte que ela relata a primeira vez dela com uma mina, e adivinhem quem era, minha querida prima tycinha, pirei, pirei total, sentei na cama e comecei a ler o que ela tinha escrito das chupadas que deu na tycinha.
Não resisti baixei um pouco a calça e comecei a tocar uma, aí do nada me aparece a tycinha no quarto e me pega com uma mão no pau e a outra no diário, eu disse: ”fudeu”, ela olhou pra mim com mó cara de séria como se eu tivesse matado alguém, e deu o maior grito “Karollllllll!!!!!!!” Putz tinha rodado feio
Depois de uns 2 min me chega a Karoll no quarto perguntando o que tava rolando e a Tycinha só apontou com o dedo pra mim, a Karoll abriu mó bocona e disse: “noooossa, o guri viu o que não devia e ainda ta se acabando com meu diário” as duas começaram a rir uma pra outra quando a Ty disse:” O que q ele merece depois disso? ”A Karoll falou que eu ia ter que ser castigado e veio na minha direção, pegou o diário e olhou a página que eu estava lendo e disse” hum, boa”, pegou a Tycinha pela nuca e deu um puta beijo de língua nela, fiquei sem ar, a minha priminha sempre teve cara de safadinha, mas naquela noite ela me mostrou que não era só a cara além de ter ficado com uns 4 malucos ela tava beijando a amiga dela com maior tesão, a Karoll alisava a Tycinha toda, enquanto ela suspirava e beijava o pescoço da karoll, apertava as coxas dela enquanto a karoll lambia o busto dela, caralho pirei total.
A karoll olhou pra mim e disse: ”Olha ty seu primo babando” a tycinha largou a karoll olhou pra mim e disse: “Olha primo eu sempre tive um grande carinho por você, e com certeza ia aproveitar essas férias pra tirar uma casquinha, então aproveitando que você viu o diário da karoll e que você ta com esse pauzão delicioso na mão vai ser agora”, a tycinha veio em minha direção e sentou do meu lado da cama passou os braços sobre meus ombros e disse que não era lésbica, mas ela e a karoll eram bem safadinhas e as vezes quando não tinham o que fazer adoravam “brincar” entre elas e como eu era o priminho adorado dela ela ia deixar eu participar dessa vez , ela se ajoelhou na minha frente segurou meu pau com força e lambeu.
-Nossa que gosto delicioso tem o pau do meu querido priminho, ela disse, enfiou ele com tudo na boca, maravilhosa, tava bem quentinha e molhada ela mexia bastante com a cabeça, chupava com tudo até fazer barulho quando largava a cabeça do meu pau dos lábios, enquanto isso a karoll veio e se ajoelhou atrás de mim me agarrou por trás e começou a levantar minha camisa enquanto chupava meu pescoço, eu joguei meus braços para trás para segurar a cabeça dela e começar a beija – lá, a karoll tinha uma língua maravilhosa e me deu um beijo bem gostoso que estava melando toda minha boca, a tycinha não parava de me chupar, ela parava e começava a lamber meu pau da base até a ponta e depois chupava bem forte usando só os lábios sem engolir meu pau, ela apertava ele com força e sacudia ele sempre rindo e com a boca toda melada, com a mão que estava livre eu acariciava os cabelos dela e ela começou a fazer pra frente e pra trás com a cabeça bem rápido sem segurar meu pau com a mão e olhando pra mim.
Pirei aquelas duas morenas de pele clarinha e de belos seios fartos e firmes praticamente me estuprando, estava quase ficando sem sentidos de tanto prazer, a karoll veio do meu lado e colocou os seios na minha cara, cheirosos fartos e macios; beijei muito enquanto ela pressionava minha cabeça contra eles eu agora usava minhas mãos para apertar a bunda dela debaixo da saia enquanto a minha prima fazia um puta de um boquete sem desperdiçar nada, sempre lambendo os lábios, tirei a blusinha da karoll e seu sutiã preto transparente em uns 2 segundos, segurei com força aqueles seios e comecei a lambe-los, ela gemia:” isso, isso huuuuuuummmmmmm, lambe safadinho”; e eu pirava ouvindo isso , tirei as mãos dos seios dela e comecei a alisar todo aquele belo corpo que estava de joelhos ali do meu lado, lábia seu umbigo, bem devagar fazendo círculos com a língua e ela gemia apertando minha cabeça, a tycinha tava segurando meu pau duraço de frente pra ela e mexendo a língua bem rápido pra cima pra baixo na pontinha dele, a karoll se deitou na cama de lado com a bunda virada pra mim e disse enquanto dava tapinhas na própria bunda:” vem, você não quer?”, nem pensei duas vezes, inclinei o corpo meio de lado pra tycinha continuar e me deitei com a cara no rabo da karoll, comecei a beijar aquela bundinha clarinha bem devagar e revezava com lambidas e roçar minha mão sobre a calcinha dela, ela fazia cara de quem estava gostando, coloquei meu dedo por debaixo da calcinha dela e comecei a enfiar, senti que estava bem quente e tava ficando cada vez mais molhada, arranquei a calcinha preta de renda dela, daquelas que só protege a cetinha e comecei a chupar aquele suco gostoso, ela soltava gritinhos enquanto eu lambia a entrada daquela buceta quente e rosadinha; nisso a tycinha começou a me chupar mais forte, fazia pra cima e pra baixo com meu pau quase todo na boca dela e mexia pra cima e pra baixo cada vez mais rápido, ela tava louca mexendo bem rápido não tirava o pau da boca, depois ela largou e começou a bater uma punheta muito rápida, enquanto isso a karoll se sentou de frente pra mim com as perninhas abertas e abrindo a cetinha com os dedos eu comecei a lamber ela gemia feito louca e ficava cada vez mais molhada.
Nessa altura a tycinha se levanta e diz com um risinho na cara: ”Pô karoll o primo é meu e só você ta usando ele”, a karoll e riu e disse:” nem fala nada não você pegou a vara do guri e não largou mais”
““A tycinha limpou a boca, tirou a blusa estava sem sutiã me pegou pela cabeça e disse:” Dá meu primo aqui” e me colocou no meio dos seios dela, ela disse pra eu mamar bem que ela ia tomar conta de mim, fiz o que ela pediu e mamei naquelas tetinhas que sempre via cobertas pelo ICQ, mamava bem devagar, pois sou louco por seios e aqueles eram de primeira, simplesmente perfeitos não tem outra palavra pra definir, lambia ao redor da bolachinha e depois deva uma mordiscada no mamilo, enquanto minha mão apertava a parte debaixo deles, balança eles pros lados, apertava e mamava, mas mamava muito até fechava os olhos e chupava com muita força o mamilo do seio esquerdo, enquanto isso a karoll passou por de trás da tycinha e disse:”Agora você vai ver o que a tia má faz” mordeu os lábios e começou a enfiar a mão dentro da calça da tycinha e começou a sorrir, minha prima delirava enquanto eu mamava a karoll batia uma siririca pra ela, eu comecei a apertar um seio contra o outro enfiei a cara e comecei a chupar o seio esquerdo bem forte, a minha prima começou a gemer: ”Ta doendo primo, para paraaaaa” eu nem quis saber a karoll ria e começava a mexer mais rápido dentro da calça da ty, ela gemia alto bem alto, eu troquei de teta e comecei a chupar a outra apertando os seios dela com tudo, ela se mexia gemia bem forte e gritava muitos palavrões, a karoll começou a mexer os dedos bem mais rápido e proporcionalmente a tycinha gemia, até que a karoll que estava chupando o pescoço da ty tira os dedos todos melados e fala”gozou” nossa a Ty abriu mó sorriso me segurou pelos ombros e me deu um beijão e disse “querido” ela se ajoelhou , nisso karoll veio do meu lado e me agarro, começamos a nos beijar, com uma mão segurava sua cintura e a outra tava agarrando a bunda com os dedos bem lá no meio do rego, a tycinha pegou os peitos colocou o meu pau no meio e começou a fazer uma puta de uma espanhola gostosa, ela sabia que eu gostava porque já tinha comentado em uns papos safados que rolaram uns dias antes, ela apertava com muita força os seios e começou, eu deitei e a karoll deitou ao meu lado e eu continuei a enfiar meus dedo lá dentro dela enquanto beijava , e a ty na sua espanhola divina, mexia rápido, parava lambia chupava e voltava a mexer rápido, tava pirando, comecei a chupar as tetas da karoll, os biquinhos eram bem durinhos, mais que os da tycinha eu lambia eles um de cada vez, até que ela jogou os peitos sobre minha cabeça levantando um pouco e disse pra eu mamar direitinho, eu fazia enquanto acariciava o grelinho dela com meu indicador e meu polegar, a ty continou mexendo as tetas no meu pau e dizendo” sempre quis o seu pauzão, mas nunca pensei que ele era tão gostoso”, nisso a karoll diz:”AHH também quero provar”, a ty largou meu pau e coloquei o que restava do meu corpo sobre a cama a karoll se virou e começamos a fazer um 69 gostoso, ela enfiou meu pau sem cerimônia na boca, e eu comecei a abrir aquela xana gostosa com os dedos e lamber todo seu mel, eu sentia a minha bengala batendo com força na bochecha da karoll e sentia um friozinho quando o piercing que ela tinha na língua encostava na cabecinha , nisso percebo minhas bolas sendo lambidas, era a tycinha que estava lambendo meu saco e beijando a boca da karoll , a ty balançava meu saco com as mãos , enquanto karoll chupava meu pau e ficava tirando e colocando ele quase todo na boca, eu não agüentava mais soltei um gemido e gozei com tudo dentro da boca da karoll, que segurou tudo na boca, vendo isto a tycinha foi e deu uma lambida no meu pau que ainda tava soltando goza e depois começou a beijar a karoll, eu delirava vendo as duas dando um puta beijo de língua e vendo aquela porra branca que eu soltei passear nas bocas das duas, ela engoliram tudo, quando a karoll disse:” Todo mundo gozou menos eu” e fez um biquinho eu disse calma meu amor só estamos começando, deitei com a barriga pra cima e pedi pra ela apoiar o joelhos dos lados da minha cabeça de forma que a cetinha dela ficasse bem em cima da minha boca, eu comecei a meter e tirar a língua bem rápido dentro da cetinha dela e ty ficou de frente pra ela e começou a beija-la segurando ela pela nuca e acariciando o grelo dela com a outra mão, eu beijava e chupava entre meus lábios com força aquela xana e as vezes recebia umas dedadas na boca por causa da ticynha, minha prima diz pra eu endurecer logo o pau de novo por que ela queria sentir ele dentro dela e a karoll gemendo de prazer disse que também queria.
Eu chupava a karoll descontroladamente, ela gemia, gemia me chamando de tesão e ficava cada vez mais molhadinha, eu tava com a cara toda melada daquele salzinho gostoso, enfiava o dedo lá dentro enquanto a tycinha roçava o grelo dela com 2 dedos bem rápido, meu pau já tava latejando com a cabecinha bem vermelha, pedi pra karoll sai de cima de mim e se sentar com as pernas bem abertas na cama, pedi pra tycinha ficar chupando a cetinha de karoll deixando a bundinha virada pra fora da cama, assim ela fez, assim me ajoelhei ficando de frente ao rabo da tycinha abri um pouquinho com os dedos e comecei a chupar a bucetinha da minha priminha gostosa que sempre quis traçar, ela era apertadinha apesar da ty ser safada , era bem rosada e estava bem molhada e cheirosa.
Eu lambia bem devagar a minha querida prima, finalmente estava provando aquela cetinha, ela gemia bem gostoso enquanto eu alisava as coxas dela e minha língua passeava nos seus grandes lábios, e ela muito safada também não parava de lamber a buceta da karollzinha que quando eu olhei estava alisando o cabelo dela; eu comecei a morder de leve a bunda da minha prima e ela dizia:” morde, morde meu primo safadão”, eu fazia isso enquanto um dos meus dedos estava enfiado na buceta dela e outro estava roçando se grelinho, ela pediu pra eu parar de torturar ela e enfiar logo a minha rola dentro dela, eu perguntei se não teria problema, pois estava sem camisinha, ela disse que podia, porque apesar de transar com o namorado (e com outros) além de tomar remédios ela sempre exigia que o cara usasse camisinha, até pro boquete, tinha um medo da porra de engravidar eu fiquei de pé e fui segurando a cintura dela e ela disse:” eu só meto com camisinha, mas como você é meu priminho querido eu vou deixar só você me meter sem”, apertei bem a cintura dela e com a outra mão fui encaixando a minha rola dentro daquela buceta quente, minha priminha ia soltando gemidinhos enquanto eu entrava com a minha pica, nisso a karoll começou a forçar a cabeça da tycinha na buceta dela dizendo: ”me chupa safada”, eu tava delirando quando comecei a meter, bem forte não fiz muita cerimônia enquanto a karoll gemia por estar sendo chupada pela ty, estávamos todos suados e gozados os 3 gemendo que nem loucos de prazer, eu colocava e tirava minha rola bem rápido, ela revezava entre lamber a karoll e me pedir mais, eu sentia aquela buceta quente apertar toda a minha rola, as vezes minha prima pedia pra eu deixar o pau parado pra ela rebolar e isso me deixava louco, eu segurava a bunda dela enquanto ela mexia bem gostoso, eu olhava para o belo corpo da karoll sentado ali todo molhado e com aquela cara de safada me dava cada vez mais tesão,a ty estava insaciável pedindo a minha rola e eu não me negava em dar pra ela, metia intensamente com toda a força mesmo e o mais rápido que podia, só ouvia os ploc, ploc, ploc, ploc que meu corpo fazia quando batia contra o dela, fiquei uns 10 min assim, já estava cansando quando do nada a karoll solta o maior grito dizendo:”GOZZZZEI!!!”, nossa ela tinha gozado só com a língua da ty, ela se levantou e ficou chupando meu peito(é serio)e dando tapas na bunda da tycinha,que agora gemia mais alto e acariciava os biquinhos dos peitos enquanto eu metia nela, eu metia com tudo, “rum, ruuum, rummmmm” era só que se ouvia eu gemer, a ty gemia cada vez mais alto , isso me enlouquecia, ela me chamava de primão, safado de um monte de coisas, mordia os lábios, passava a língua isso tava me pirando, deitei ela e virei ela de frente pra mim, abri as pernas delas e fiquei segurando uma por debaixo da coxa enquanto apertava o seio esquerdo dela com a outra, a karoll enquanto eu dava violentas estocadas na tycinha agarrava meu pescoço e começava a me beijar, de frente eu metia com bem mais força na tycinha que não parava de fazer umas caras safadas enquanto eu metia, não queria saber mais nada, tava metendo feito um louco, a karoll se sentou na cama e começou a chupar a outra teta da tycinha e roçar o dedo no grelinho dela, tava muito bom, eu sentia a buceta dela cada vez mais encharcada e vi o melzinho subindo nos dedos da karoll, eu larguei do seio dela agarrei outra coxa dela e levantei também e metia olhando pra cima, não sabia mais o que fazer estava no mais rápido que podia, até que então eu sinto meu pau bem mais molhado e a tycinha diz que tinha gozado, ela tava ofegante e sorria do nada tirei meu pau todo melado e sentei na cama, tava cansado, ela disse: “cansou safado” eu disse que tava foda, que ela era uma prima muito foda ela disse “deixa eu respirar agora”, nisso a karoll vem agarra meu pau todo melado com tudo e começa a chupar bem rápido, eu não estava mais agüentando e em poucos minutos gozei muito dentro da boca dela, minha goza escorria pela boca dela, gozei muito, ela lambia dizendo:” muito bom o gosto dos dois misturados”, ficamos deitados na cama eu e a tycinha, e a karoll sentada no chão, depois de um tempo ela disse senta ali, apontando para um puff verde no canto do quarto, eu sei entender fui e sentei, nisso ela se levanta e começa a beijar a tycinha e minha prima aceitando a caricia começa a fazer carinhos na cabeça da karoll, eu já tava ficando todo excitado de novo quando as duas ficaram uma de frente pra outra se beijando e com os seios de uma amassando o da outra, meu pau foi a mil, nisso a karoll veio e começou a me beijar enquanto tocava uma punheta pra mim,ela inclinou meu corpo pra trás e segurou meu pau encaixando ele na bucetinha dela e começou a cavalgar ela disse que assim era muito ruim porque o puff era baixo e me puxou pra cama, a tycinha se levantou e eu me deitei, olhando pela janela vi que o dia tava quase amanhecendo, a karoll sentou em mim e disse:” achou que ia embora sem me fazer gozar?”; e começou a fazer movimentos bem lentos pra cima e pra baixo, a ty sentou no puff e ficou só olhando, a karoll começou a aumentar os movimentos enquanto eu alisava as belas coxas dela, não só alisava como apertava também, ela colocava a mão nos seios e apertava, me deixando mais excitado, gemia baixinho e cada vez mais aumentava a velocidade, eu não queria nem saber estava só ali deitado de boa vendo aquela gata gostosa pra caralho se acabar no meu pau, ela parou e deu uma bela de uma rebolada com meu pau dentro dela que eu pensei que ela ia arrancar ele fora, e ela deu outra e outra , eu estava quase pirando, a ty falava: ” maltrata ele karoll” nisso ela começou a levantar bem devagar e descer com tudo, levantava e descia, quase esmagando minhas bolas de vez, nisso ela começou a rebolar novamente, só que mais rápido e várias vezes, ela inclinou o corpo para trás apoiando as mãos nas minhas pernas e começou a mexer com meu pau dentro dela, logo se via que ela era bem mais experiente no lance que a ty, ela voltou o corpo na posição que estava antes sentada retinha em cima do meu pau pegou minhas mãos colocou nos peitões dela e começou a cavalgar pra cima e pra baixo, ” não para de apertar meus biquinhos senão eu paro” ela disse, e começou a cavalgar em mim cada vez mais forte e rápido, ela levantou uma das mãos como se fosse um peão de rodeio e com a outra acariciava a própria cetinha, ia gemendo cada vez mais alto, até que começou a gritar feito uma louca, ela mexia muito, muito safada aquela filha da mãe, cavalgava e siriricava bem rápido, eu só me concentrava pra não gozar rápido porque
estava muito bom, eu mexia com os biquinhos dela entre meus dedos apertando com força às vezes ela colocava as mãos dela sobre as minhas e apertava mais, ela saiu de cima de mim e começou a bater uma punheta bem forte a ponto de eu pedir calma pra ela começou a me chupar e fizemos um 69 de lado, ela lábia toda a cabeça do meu pau e pedia pra eu chupar com força e eu obedecia sem pensar, ela tava bem molhada, eu fui sentindo o corpo dela ficar cada vez mais mole e as chupadas dela mais fracas, quando do nada ela espirra um jatinho daquele mel salgadinho que mela minha cara toda, eu virei e comecei a chupar os peitos dela bem forte e enfiando meu dedo do meio na buceta dela, ela tremia como se estivesse tomando um choque e gemia e eu percebi outro jatinho melando minha mão ela me agarrou me beijou passando a língua dela pelo meu rosto depois e disse: ”delicia” eu sai de cima dela e sentei na cama segurando meu pau ainda duro, olhei pra ty e disse:” não comi um rabinho hoje prima” a ty olhou pra mim com uma cara meio de quem não tava afim , mas ai a karoll disse:” pode comer o meu lindinho, a ty não gosta muito disso”, eu pedi pra ela levantar e deixei ela de 4 apoiada com as mãos na mesinha que ela usa pra se maquiar, ela me deu um creme hidratante de morango que ela usava e eu passei no meu pau todo e depois na portinha do cú dela, a ty ficou sentada na cama só olhando, eu fui enfiando bem devagar no cúzinho da karoll ,tive que forçar bem meu pau que já tava dolorido pra entrar naquele cú apertado, eu mal tinha entrado e a karoll já começou a gemer, mas eu não parei fui entrando sem querer saber, ela disse pra eu ia divagar porque era primeira vez que ela dava o rabo, eu fui forçando bem devagar e cada vez q eu avançava um pouco ela gemia mais, consegui entrar com meu pau todo no cú dela e pedi pra ela rebolar e a safada fez sorrindo ainda, disse que tava gostando, ahe pronto comecei a judiar do cú dela fazendo um pra frente e pra trás bem gostoso, ela gemia, gritava, pedia socorro a ty que disse que não queria nem saber, fiquei uns 10 minutos fudendo aquele cú gostoso quando ela me implorou pra tirar porque não agüentava mais, eu tirei e voltei pra minha prima, dei outra mamada nos seios dela e pedi uma espanhola pra karoll enquanto fazia isso, ela fez, bem gostoso enquanto eu lambia chupava e mordia os seios da ticynha, eu senti que ia gozar quando disse pra ela se preparar, nisso a ty se ajoelhou junto com ela e as duas começarão a bater juntas um punheta foda pra mim, tava muito bom eu não agüentei e gozei o resto de porra que ainda tinha no saco,a ty roubou tudo e engoliu e nisso a karoll começou a lamber a cabeça do meu pau pra tirar o restinho, eu tava acabado nunca tinha tido uma foda tão gostosa até aquele dia, isso já era umas 6 da manhã, eu fiquei conversando sobre a noite com elas e elas também disseram que nunca tinham fudido juntas com um cara e que esse ia ser um privilégio só meu, depois disso tomei um banho rápido no banheiro da karoll enquanto a tycinha se limpava no banheiro de baixo, após isso pois a karoll disse que por volta de umas 7 o irmão dela costumava chegar e ela tinha que dar um jeito na bagunça, se despedimos dela e eu e a ty fomos abraçadinhos pra casa, chegando lá meus tios ainda estavam dormindo e fui fazer o mesmo, dormi o dia todo esse dia, só acordei de noite e meu tio veio me perguntar se a festa tinha sido boa, kkk se ele soubesse o que eu e a filha dele aprontamos.
Bom isso aconteceu mais ou menos no dia 20 de dezembro, eu fiquei lá até o meio de janeiro então tem muito mais coisas pra contar, m breve pra quem gostou eu venho escrever a segunda parte as minhas férias na casa da tycinha.</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>DEI MOLE E ELE...CREW!</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/dei-mole-e-ele-crew</link>
			<description>Meus pais quiseram aproveitar o feriado para irmos na casa da minha avó numa pequena cidade do interior de São Paulo e lá não tem nada pra fazer é muito parada...horrível.
Quase nem tenho amigos lá porque a galera  é meio caipirona e esquisita.
A casa dela é meio grandinha e tem uma piscina de tamanho médio que só mesmo a gente usa quando vai pra lá porque ela nem nada mais. Apesar do ar condicionado do carro do meu pai quando paramos para fazer um lanche na estrada e eu abri a porta...affff o bafo quente do calor tomou conta do meu corpo.
Noosaaa...que calor é esse eu pensei. Logo, eu estava toda suada. O suor escorria pelas minhas costas, minha barriga, minhas pernas, meus braços e minha nuca.
Não via a hora de chegar na casa da minha avó pra pular na piscina e relaxar. Assim que chegamos e o caro parou, vi que tinha uma construção do lado da casa dela. Da última vez que estive lá só havia um terreno vazio... era sinal que á fazia tempo que não ia lá.
Como era feriado, na hora não notei ninguém trabalhando ali. Pra ser sincera, só vi um tiozão, negro e forte debruçado nuns caixotes olhando pra gente como se estivesse curioso pra saber quem estava chegando.
Desci e fui ajudar o meu pae com as malas enquanto minha avó e minha me entravam na casa.
Como anda fazendo muito calor, eu estava com roupas simples mas, que gosto de usar, um shortinho minúsculo que mostrava uma parte das polpinhas da minha bundinha e uma blusinha de algodão, tipo top bem curtinha que deixava a mostra a minha barriguinha.
Quando passei com as malas perto do muro que dava da casa da minhapara a construção olhei pra cima, de curiosidade e, vi a cara de tarado dele me olhando.
Apesar de vocês verem as minhas fotos colocadas aqui, alguns dos meu amigos, os mais chegados, me chamam de Delicinha porque dizem que sou bem gostosinha. E, modestia a parte, acho que sou mesmo.
Sou morena clara, tenho cabelos lisos e compridos e olhos castanhos 1,66m e 52kg mais ou menos. gosto de tomar sol e vivo com marquinhas de biquini bem pequenas, tenho um bumbum empinadinho, mas acho meus seios a parte mais bonita em meu corpo, são durinhos e me rendem olhares bem ousados quando saio com minhas roupas decotadas que eu adoro.
Bom, depois de um tempo e com aquele calor eu falei pra minha avó que ia na piscina. Fui para o quarto e coloquei um biquini preto que tem a calcinha com lacinhos nas laterais e o bustiê tomara-que-caia. Pequei a toalha, umas sandálias havaianas o protetor solar e fui me divertir.
Novamente, eu percebi aquele tiozão no segundo andar da construção vizinha me olhando. Ele me comia com os olhos e teve até uma hora antes de eu entrar na piscina que ele passou a mão no cacete, por cima do calçao largo tipo de futebol que estava usando e fez questão de deixar eu perceber.
Disfarcei e pulei na piscina pra me refrescar. Eu estava curiosa e assustada com a cara de pau daquele tiozão. Procurava não olhar mas, tinha hora que eu não conseguia.
Teve uma hora que vi ele na janela lateral me chamando com uma das mãos e com a outra alizando o cacete por cima do calção. Quando olhei melhor, vi que ele estava com o pau duro saindo pelo lado do calção largo. Comecei a ficar nervosa. Ele tinha um cacete grande demais e era um tarado!
Nervosa com aquella situação resolvi sair da água. Me enxuguei e fui pra dentro da casa pra tomar um suco. No caminho ouvi ele dizer- Que bunda gostosa essa, heim?
Me virei com raiva, olhei bem na direção dele e respondi: - Tá louco, seu tarado, me respeita...sai dai!
E, foi quando ele respondeu: - Não tem como respeitar uma potranquinha dessas...com uma calcinha preta desse tamainho e enfiada nesse rabinho!
Aquelas palvaras me deixaram tontas...de tesão, minha xaninha ficou úmida na hora e ele percebendo a minha fraqueza ainda falou- Vai! Mas, no demora tá?
Eu juntei todas as minhas coisa e sai pisando firme com cara de emburrada mas por dentro tava no maior tesão!
Tipu umas 17:00h eu estava no quarto e abri a janela. Depois de muito pensar, resolvi entrar no jogo dele. Como a janela do quarto dá para o lado da construção, notei que ele estava olhando lá de cima pra dentro do meu quarto.
Já imaginando o que podia acontecer, desfilei na frente da janela só de calcinha sem sutiã, com a toalha enrolada na cabeça,como se estivesse me trocando ou saindo do banho.
Aquela brincadeira também estava me deixando num baita tesão. A calcinha entrava no meu reguinho e quase mostrava minha xaninha, deixando aparecer uns pelinhos pra fora.
Sentia também que ela estava molhada e inchada de tesão e meus mamilos também já estavam durinhos. Arrisquei ir daquele jeito até mais perto da janela para enganar que ia fechá-la. Quando dei por mim não acreditei no que vi.
Nossa o cara ficou louco, chegou mais perto da janela da construção que estava toda escura tirou o cacete pra fora e me mostrou o tronco que ele tinha nas mãos, todo duro. E de novo, ele então fez sinal pra eu ir até lá.
Balançando a cabeça, dei um sorriso safado e dizendo que não podia. Ele se ajeitou e me mostrou sua rola enorme e muito dura fazendo um gesto de que aquilo tudo estava me esperando. Quando vi sua rola daquela distância, naquele estado, confesso que senti um tesão muito grande, fiquei louca pra dar pra ele.
Lá pelas 22:00h meus pais me chamaram para ir na casa da minha tia Vilma, irmã do meu pai, porque minha avó estava querendo ir lá também.
Eu respondi que queria ficar porque estava cansada da viagem e tinha tomado muito sol e gostaria de descançar.
Então, os três foram e fiquei sozinha. Era tudo o que eu queria. Voltei para o quarto vesti um shortinho curtíssimo e bem apertadinho, uma camiseta regata, prendi os cabelos e fui lá para o portão da frente, como se estivesse passeando no jardim.
Notei que a construção estava toda escura, como se não tivesse ninguém mais lá. Quando saiu e pisei na calçada levei o maior susto. Ele estava sentado num banco bem próximo dali fumando e nem me viu. Não havia ninguém na rua naquela hora.
As minhas pernas tremeram, meu coração disparou e eu não sabia se voltava e entrava ou se ficava ali parada. Derepente ele me viu e olhando nos meus olhos me chamou da maneira mais tarada que eu já vi. Fiquei toda mole, sem palavras e sem reação nenhuma.
Nem me lembro como me aproximei dele, só sei que disse com a voz trêmula- Oi!
Ele se levantou, estava só de calção, sem nada na parte de cima do corpo. Não falou nada. Só chegou bem pertinho de mim e eu senti aquele corpo de macho, suado me agarrando com tesão e fiquei maluquinha. Ele me puxou mais pra perto dele virando meu rosto e me deu um beijo na boca.
E enquanto estava sendo beijada, colada no seu corpo passei as mãos no seu peito definido, negro e suado e ele foi tirando a minha mão bem devagarinho do tórax dele e colocou ela em cima daquela tora por cima daquele calção largo que ele usava.
Ele já estava com o cacete duro e enorme empurrando o pano do calção e a minha mão junto pra frente, pulsando muito e quase que eu nem conseguia segurar.
Logo ele me pegou pela mão e me puxou pra onde ele queria me levar. Assustada eu perguntei: - Pra onde você vai me levar?
Ele só respondeu: - Fica quieta e vem comigo!
Deu a volta na casa em construção me levando lá pro fundo onde tem um quartinho que só tinha bujinganga, tipo material de construção. Notei que ele estava nervoso e tarado. Abriu a porta me colocou pra dentro e em seguida fechou a porta.
Pediu para eu sentar numa cama velha mais limpa que havia por ali. Eu tentava disfarçar o mêdo e o tesão e ficava olhando ao redor. Derepente levei o maior susto. Quando me virei para o lado dele, ele já tinha abaixo o calção e tirando aquela tora enorme e cheia de veias, disse: - Eu nunca fui chupado por uma menina igual a você, sabia?
Com aquela vara preta, grossa e cheia de veias e uma cabeça vermelha de dar água na boca êle chegou bem perto do meu rosto e passou de leve na minha bochecha, nos meus cabelos e na minha orelha. Pude ver que o saco dele era caído e bem grande também.
Tremendo, levei minhas mãos naquele cacete e fui trazendo ele até tocar a cabeça nos meus lábios. Juro! Quando abri a boca para começar a chupar percebi que não ia cabe,r tipo normal. Eu ia ter que abrir muito a minha boca pra fazer aquilo e poderia me machucar.
Então eu levantei os olhos e disse: - Não vai caber! Isso é muito grosso! Ele não disse nada e eu então comecei a dar lambidas e a punheta-lo com as duas mãos. Com uma mão segurando no saco dele e com a outra naquele baita cacete eu percorria todo aquele nervo grosso e duro com a minha língua. Pude sentir cada veia estufada tocando a minha língua. Ele estava com um sorriso de orelha a orelha, só sentindo e me olhando.
Quanto mais eu chupava mais duro parecia que aquilo estava ficando. Com muito jeitinho eu consegui colocar a cabeça do cacete dele dentro da minha boca mas no começo eu senti meu maxilar estalar. Depois quando comecei a chupar, minha boca foi se acostumando. Ele segurou na minha cabeça e disse: - Eu quero gozar na sua boquinha agora! Olhando pra ele eu fiquei assustada com a maneira que ele falou mas ao mesmo tempo excitada com tudo aquilo lambi aquele cacete com tanta vontade que nem me importei de engolir aqueles jatos de porra grossa que espirraram na minha garganta e acabaram escorrendo nele mesmo e na minha mão. Só sei que quando tirei a minha boca daquela cabeça senti porra escorrendo em um dos cantinhos da minha boca e sem pensar passei a língua pra não deixar ela ir para o meu queixo.
Ele vendo aquilo, chacoalhou a tora e disse: - Vem! Limpa esse cacete! Sem pensar muito chupei e lambi de novo aquele cacetão até ficar limpo, sem nenhuma gotinha de porra! Me levantei da cama onde estava sentada todo aquele tempo e perguntei se podia lavar a minha boca. Ele apontou na direção do banheiro e falou: - É ali! Pode ir!
Enquanto caminhei até o banheiro percebi que ele olhava a minha bundinha com um sorriso malicioso. Quando me curvei para enxagoar a boca na pia, imediatamente ele me agarrou por trás e começou a me apertar. Senti seu cacete ainda duro contra as minhas nádegas e comecei a rebolar e esfregar as minhas polpinhas nele. Ele esfregava o bigode na minha orelha e lambia e eu me esfregando cada vez mais. Ele roçava o cacete em mim, como se estivesse me comendo e algumas vezes me fazia ficar na pontinha dos pés, tamanha era a força daquele cacete me levantando.
Ainda bem que eu tinha limpado ele porque se não o meu shortinho tinha sujado todo.
Eu sem saída falava pra ele esperar pra ter mais paciência. Só sei que ele colocou a mão na minha barriga desceu até botão do meu shortinho, puxou o ziper, enfiou mais ela até tocar os meus pelinhos e enfiou o dedo na minha xaninha me fazendo estremecer toda. Com a outra mão ele arrancou o meu shortinho junto com a minha calcinha que desceram pelas minhas pernas até caírem no chão. E quando suspendeu uma das minhas pernas. senti a cabeça grossa e vermelha do cacete dele encostar na entrada da minha xaninha e um fogo tomou conta do meu corpo todo. Ele foi enfiando devagarinho, beijando o meu pescoço e os meus cabelos enquanto sussurava no meu ouvido: - Sua branquelinha, sua putinha rica! você está adorando ser fudida pelo negão aqui né? Não respondi nada. Eu deixei aquilo ir me abrindo e me alargando toda e fiquei gemendo bem gostoso, fincada naquela tora. Levei minha mão por baixo pra poder sentir o quanto aquilo já tinha entrado e assustada percebi que ainda faltava muito. Pedi pra ele ter cuidado e não colocar tudo aquilo em mim. E ele com uma mão espalmada na minha barriga, a outra no meu seio fez uma leve pressão empurrando o meu corpo mais pra junto do dele, me fazendo dar um gritinho,  e falou no meu ouvido:  - Fic calma cadelinha! O titio aqui vai fazer bem gosto, não precisa ficar com mêdo!
Naquela hora eu perdi a razão e senti a minha xaninha apertando aquela tora...e  gozei feito uma doida! Ele falava atrás de mim: - Ah! tá vendo como essa putinha gosta de levar um cacete! Seu leitinho da escorrendo nele todo...goza! goza!
Eu urrava de tanto tezão e ele aproveitou pra enfiar mais o cacete dentro de mim. Ai que eu já não sabia mais o que era dor...apenas o que era delírios de prazer.. e ele gemia sussurrando no meu ouvido: - Vai minha putinha, rebola pra mim, pede pra eu te fuder mais, pede!
Ele segurava com força nos meus cabelos como se eu fôsse uma qualquer e eu maluca de tesão comecei a falar alto: - Vai, me fode! Fode essa xaninha que não aguenta mais esse cacete gostoso!
Ele soltou meus cabelos e agarrou minha cintura com as duas mãos, e me puxou pra cima e começou a socar aquilo tudo em mim sem dó! Senti entrar tudo, era como se tivesse me rasgando mesmo.e por isso não pude deixar de berrar bem alto mas ele tapou a minha boca e mandava eu ficar quieta! Dai, eu comecei a chorar. ele ficou assustado e me soltou e tirou aquela tora  de dentro da minha xaninha.
Cai de bruços na cama, soluçando e agarrada no travesseiro velho dele.
Ele dizia que já tinha parado e passava a mão no meu cabelo me acariciando e tentando me acalmar.
Aos poucos eu fui me acalmando mas sentia a minha xaninha toda alargada pelo cacete dele. Ai, me deu um acesso de riso que ele não entendeu nada. Acho que fiquei estérica por ter sido fudida daquele jeito...sei lá...até agora nem entendo porque fiquei daquele jeito.
Ainda deitada de bruços mas sem rir, já mais calma, pedi pra ele pegar a minha calcinha que estava no chão porque precisava ir embora.
O safado então debruçou em cima de mim e respondeu no meu ouvido,: - Você sabe né, só devolvo quando você me der este rabinho gostoso, mas vai ter que rebolar como fez lá perto da piscina no quintal da sua avó! Assustada respondi: - Que é isso! Ficou louco?
Eu senti a cabeça do cacete dele forçando a entrada do meu cuzinho e eu falei: - Ah não!, na bundinha não!
E ele insistiu: - Mas eu quero comer seu cuzinho!. Eu então, respondi,: - Na bundinha eu não faço!
Com a cabeça meio virada pro lado dele eu podia ver aquele mastro ainda duro e cheio de tesão. Ai ele pediu: - Então deixa pelo menos eu dar uns beijinhos nessa bundinha, deixa?. Confesso que na hora fiquei doida com aquilo e louca pra dar a bundinha para aquele coroa negro, cheirando a suor que estava passando aquelas mãos ásperas no meu corpo inteiro mas, me segurei e falei: - Tá bom! Beijinho eu deixo mas só isso heim?.
Então com jeitinho ele levantou meu bumbum, colocou outro travesseiro embaixo da minha barriga e cintura me fazendo ficar empinada e com a bundinha pra cima. Começou beijando as minhas coxas na parte de dentro, depois minhas nádegas e por último o meu reguinho. 
Não demorou  e ele passava a língua no meu cuzinho bem devagar me fazendo se contorcer toda e gemer de tesão. Ouvi ele dizer: - Ôôô bunda gostosa que você tem heim, branquelinha! Derepente ele enterrou a língua com vontade no meu cuzinho. Só senti aquela coisa toda babada e quente entrando no meu cuzinho. Afff...que delícia! Até dei um pulinho jogando meu corpo mais pra trás ainda fazendo com que a língua dele entrasse mais ainda.
Eu estava atordoada quando ele falou de novo: - Deixa eu colocar no seu cuzinho, vai por favor! Quero muito comer este cuzinho lindo! e veio esfregando a cabeça do cacete no meu buraquinho.
Então, já fora da minha razão eu falei: - Então tá! Mas eu só dou a minha bundinha se você fizer do meu jeito! Ele concordou, claro né!
Fiquei de quatro virada pra ele, levei a mão pra trás e segurei no seu cacete. Fui trazendo ele pela mão até encostar no meu reguinho. Pincelei ele no meu reguinho que já estava todo babado pela saliva dele e fui devagarinho ajeitando a minha bundinha na sua tora, percebi que ela ficou mais dura, mas fiquei quietinha.  Pedi pra ele abrir o meu bumbum enquanto eu mesma encostava a cabeça no cacete dele na entrada do meu cuzinho. Demorou até eu começar a sentir a cabeça daquele cacete ir abrindo o meu cuzinho e as minhas preguinhas se esticarem. Ele foi paciente e obedeceu direitinho porque sabia que eu já estava preparada para tomar no cuzinho de qualquer jeito.
Quando senti meu cuzinho engolir a cabeça do cacete dele, abri mais as minhas pernas e nessa hora ele me agarrou pele cintura com aquelas maõs de pedreiro, ásperas e grandes. Não larguei o cacete dele e fui logo dizendo: - Espera! Deixa que eu mesma coloco, heim! Me empinei mais um pouco e fui jogando meu corpo pra trás forçando a tora dele a entrar mais um pouquinho e parei. Dei um suspiro de alívio e ele pecebendo esperou um pouquinho e me ajudou ajeitando com carinho sua rolona no meu cuzinho e foi empurrando, ela foi entrando devagar que eu pude sentir cada veia estufada dela passar pelas minhas preguinhas...aquilo só foi me deixando mais maluca.
Sem colocar mais ele iniciou um vai e vem bem devagar e então eu gemi alto, ele disse: - Tá gostando de dar o cuzinho, tá? E eu toda arrepiada, com os biquinhos dos meus seios durinhos, minha xainha melecada e querendo gozar e ainda por cima tremendo feito uma doida de tanto tesão por sentir meu cuziinho engolindo parte daquela vara grossa e dura nem respondi...fui deitando a cabeça entre os meus braços em cima do travesseiro ficando de vez com a bundinha para o alto, deixando rolar. Ele me comia tão gostoso e devagarinho que as vezes eu mesma levantava o quadril e ficava me jogando e rebolando no cacete dele.
Numa dessa, depois de ter gozado muito ouvi ele gemer alto e me dizer: - Que bunda gostosa, toma porra minha princesinha, toma! 
O cara pingando suor nas minhas costas avisou que ía gozar. Foi um jato de porra quente e grossa que parecia uma mijada e eu comecei a gozar pelos dois buraquinhos e a dar gritinhos de prazer! Quando ele tirou o cacetede do meu cuzinho, senti até um arzinho fresco dentro dele.
Ele caiu jogado na cama e eu peguei a minha calcinha e o meu shortinho, me vesti daquele jeito mesmo e corri pra casa da minha avó.
Ainda bem que não tinha chegado ninguém porque eu estava tonta, com as pernas bambas e um pouco suja por causa da porra dele que tinha escorrido pelas mihas pernas.
Depois de tomar um banho e cair pregada na cama, apaguei e só acordei no dia seguinte...mas isso é outra estória.
Bjus
Cinthia
cinthialamarc1@hotmail.com</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Aula Particular</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/aula-particular</link>
			<description>Tudo começou quando meu professor de Física, me pegou 
na sala dos apagadores fazendo um boquete no melhor 
nadador da escola.
Naquele dia senti os olhares do Professor em todo meu corpo.
Desde a mini jeans e a camiseta curta que mostrava meu umbigo.
.
Quando o sinal tocou e todos saíram da classe, o professor Paulo
me chamou até sua mesa.
- Ayeska você não está indo nada bem na minha matéria. 
Precisamos conversar sobre o que vi na sala dos apagadores 
e sobre suas notas. 
- Ah, professor –dei um gemidinho e percebi seu olhar nos
meus seios redondos. 
.
O Professor Paulo me olhava direto nos olhos , seus olhos 
brilhavam e o rosto mostrava-se um pouco afogueado e logo 
reconheci : ele queria me comer...rsrs
Eu sempre gostei de sexo e comecei a me masturbar 
precocemente e aos 17 anos já era uma ninfo...
- E o que o senhor sugere? –indaguei logo em seguida, 
minha calcinha ficando molhadinha de tesão e minha 
bucetinha querendo uma pica gostosa dando 
estocadinhas nela.
.
- O que eu sugiro ? Você deve estudar mais.
- Ah professor, mas eu tenho estudado tanto...na verdade , 
não sei mesmo o que está acontecendo comigo...
Quem sabe se o senhor desse algumas aulas particulares...
- Acha mesmo Ayeska, que aulas particulares fariam você 
recuperar suas notas?
.
Sentei ao seu lado em cima da velha mesa de madeira e 
fazendo beicinho:
- Lógico, professor! O senhor tem didática , quem sabe
uma explicação direta poderia dar ótimos resultados.
- Bem, se você acha isso, poderemos combinar um local 
para que eu lhe dê algumas aulas.
.
O professor Paulo ficou pensativo e enquanto pensava 
girava sua aliança no dedo da mão esquerda. Eu sabia 
que aquele professor de 45 anos, magro, de estatura
mediana, era casado e tinha 2 filhos. Mas, eu gostava 
de pica e o professor era atraente e já tinha notado o 
volume promissor que ele tinha em sua virilha.
.
- Pode ser na minha casa...
- Na sua casa? – falei quase gritando. – 
O senhor acha que lá podemos...
- Estudar? – ele completou e com um ar sacana 
em meu corpo todo. – Acho que sim.
- Mas professor, sabe eu adoro crianças e tenho 
certeza que suas filhas vão desviar totalmente 
minha concentração.
.
- Acredito que não Ayeska, minha mulher viaja 
amanhã, vai visitar os pais, então minhas filhas 
não irão atrapalhar sua “concentração”.
Percebi ironia e malícia na voz do Professor.
- Então acho que não haverá problema, professor.
Que dia o senhor sugere?
- Amanhã...e aproveitaremos para conversarmos 
sobre o que a senhorita estava fazendo com o 
Sandro na sala dos apagadores...
.
No dia seguinte antes de ir para casa do professor 
Paulo, tomei um banho demorado com sais de 
banho bem cheirosinho e depilei minha virilha 
deixando-a macia.
Em seguida caprichei nas roupas íntimas: vesti 
uma calcinha perfumada, toda enfeitada de fita 
rosa, rendada, e no lugar da vagina, um coração 
encarnado acolchoado, o soutien fazia parte do 
conjunto, composta da calcinha e cinta liga. 
.
Para completar um vestido solto ballonê verde esmeralda , 
os cabelos ruivos soltos e brilhantes.

Quando cheguei na casa do Professor, ele me aguardava 
trajando calça preta e camisa branca.
Senti sua loção pós barba e minha xoxota já 
emudeceu minha calcinha.

- Nossa! Você veio para uma festa ou para estudar, Ayeska?
- Quanto a isso é o senhor quem vai decidir, professor.
- Da festa ou do estudo? O que quer dizer com isso Ayeska?
- O que o senhor ouviu: festa ou estudo, só vai depender do senhor.
- Dê uma volta.

Eu dei a volta que ele pediu.

- Voce é mesmo muito bonita, e o que estava fazendo na 
sala dos apagadores com o Sandro, não era coisa de 
menina inexperiente...

Com um gesto indicou o sofá e me sentei, logo em 
seguida ele sentou-se ao meu lado.

- Mas sou inexperiente professor... O Sandro e os 
outros rapazes do colégio não podem me ensinar tudo, 
preciso de alguém mais velho, sábio na arte do sexo.
- Então prefere homens mais velhos?
- Professor, na verdade prefiro homens: sejam novos 
ou velhos. Mas homens mais velhos , são homens 
experimentados, sabem das coisas...

- Já namorou alguém mais velho que você?

- Não namoro , professor...prefiro contato mais intimo 
apenas...dar e receber prazer...nada de envolvimentos...
apenas curtição...me entende?

- Está se esquecendo de um pequeno detalhe , 
Ayeska... Geralmente, homens mais velhos são casados, 
tem famílias, ou já estão comprometidos.
- O fato de que seja casado ou comprometido, não faz 
dele menos homem, professor.

É mais fácil de se lidar, pois geralmente, não ficam no 
pé da gente. Eles estão em busca apenas de um caso.
- Então, você quer um homem mais velho e experiente 
para ter um caso com ele? 
- Sim, professor, é o que quero.
Após minha resposta, Professor Paulo fez algo 
inesperado, colocou uma mão sobre o meu joelho 
desnudo.

Fiz de conta que não notei sua mão subindo do 
joelho até a minha coxa, fazendo inclusive uma leve pressão.
Coloquei minha mão sobre a dele e pressionei-a.
- Toma um copo de vinho, Ayeska?
- Adoro vinho. Um pouco só por favor professor.
Bebericamos um pouco enquanto nossos olhares 
se cruzavam.

O vinho me amoleceu um pouquinho.

- Afinal, o que você quer de mim, Ayeska?

- Você, professor. – coloquei minha mão sobre a 
protuberância da sua virilha e pude sentir a ereção do seu pau.

- Seria um segredo nosso?

- Sim, professor um segredo só nosso...

Após essa resposta e com um sorriso, me ajoelhei diante dele e desci o zíper de sua calça. Minha mão se introduziu pela abertura e logo encontrou o que eu procurava.

A carne palpitante foi colocada para fora e pude constatar surpresa que o pau do professor Paulo era enorme e um pouco recurvo. A glande tinha o tamanho de uma bolha de bilhar...rsrs 

Impressionante!

Peguei-o com ambas as mãos; minhas mãos são pequenas, macias e delicadas.

Fiquei contemplando aquela beleza, imaginado tudo aquilo dentro de mim. Minha vagininha umedeceu mais e mais.

- O que vai fazer sua maluquinha?

Eu não respondi, ergui a cabeça para olha-lo, passei a língua pelos lábios, umedecendo-os e em seguida me concentrei no objeto do meu desejo.

Minha língua se dirigiu para a pequena abertura, com a ponta da língua, toquei o orifício.Minha língua alem do orifício, percorria a pele fina daquela cabeça enorme, que a medida que as minhas caricias aumentavam, aumentava também a sua coloração , tornando-se meio arroxeada.

Engoli até a base da cabeça, deixando-a inteirinha na minha boca, enquanto meus dentes

apertavam ligeiramente sua base.

Fiquei alguns segundos fazendo aquela caricia e fui engolindo aos poucos o enorme caralho do professor.

Engoli até o ponto que deu e comecei a fazer um movimento de sucção. 

No inicio devagar e depois fui aumentando.

Quando sentia a glande bater na minha garganta, parava e com uma das mãos iniciei o movimento de subida e descida através do restante daquele pau que não cabia na minha boca. Eu fazia esse movimento com os dedos fechados em torno dele, como se fosse um anel.

Professor Paulo gemia alto e fazia movimentos com seu corpo, ora movimentando-o para frente e para trás, ora até se erguendo um pouco do sofá.

Nesse momento eu também me erguia um pouco a fim de que seu pau não escapasse da minha boca.

- Onde aprendeu isso, menina? –ele perguntou entre gemidos

Não respondi, pois minha intenção era transformar aquele dia em um dia inesquecível na vida do meu professor e mestre Paulo.

Enquanto meus dedos subiam e desciam ao longo daquele pau comprido e grosso, em que meus dedos mal davam para contorna-lo e que tinha que escancarar a boca para poder chupa-lo, minha língua também continuava na glande, pequenos movimentos para frente e para trás.

- Pareeeeeeeeeeee... Ayeska, pareeeeeeeeee... não continue… - exclamou ele , tentando tirar seu pau da minha boca. Eu não consenti.- Não continue Ayeska...eu vou gozar na sua boca.

Era exatamente o que eu queria, sentir o esperma quente invadir minha boca.

- Não...não continue...pare Ayeska...pare

O pau do professor Paulo pareceu crescer mais ainda e no segundo seguinte, minha boca foi invadida por sua porra. Foram várias esguichadas, atingindo-me a garganta e o céu da boca, misturando-se minha língua.

Continuei sugando até perceber que não havia mais nenhuma gota de esperma acumulada no canal do membro.

Logo em seguida, ele tomou-me nos braços e nossas bocas se uniram num beijo ardente.

Chupou-me a lingua para dentro de sua boca e sugou-a avidamente.

Pouco a pouco ele foi se acalmando.

- Você é demais garota! – Agora vá até aquela cadeira e sente-se nela.

- Não seria melhor irmos para o quarto?

- Não, ainda não. O que eu quero fazer com você, vou faze-lo aqui. Erga a saia.

Comecei a erguer a saia dom eu vestido, tinha um zíper na parte do ballonê e o abri e fui levantando.

Fui subindo a saia lentamente, enquanto o professor não tirava os olhos das minhas pernas, que iam sendo desnudadas, subindo para as coxas...a liga...e finalmente minha calcinha rosa, rendada por sobre a liga que se perdia ainda pelo interior da saia do vestido. Quando a base da calcinha apareceu, eu diminui o movimento um pouco mais.

Desde a tenra idade eu gostava de ler literatura picante e erótica escondida dos meus pais e muitas coisas aprendi na teoria.

E despir-me daquela forma para atiçar um homem era um daqueles ensinamentos.

Ergui a saia até a cintura e fiquei aguardando sua próxima ordem.

- Você é maravilhosa, garota. Agora, sente-se na ponta da cadeira e conserve as pernas bem abertas.

Fiz exatamente o que ele me pediu. E com expectativa fiquei aguardando que ele tentasse tirar minha calcinha ou afasta-la para o lado , a fim de encontrar minha bucetinha.

Professor Paulo se ajoelhou diante de mim, exatamente como eu havia feito com ele antes, ficou olhando para a vértice da calcinha.

- Uma maravilha! – exclamou enquanto seus dedos percorriam a peça rendada.

Sua mão alisou toda a extensão, dois dedos percorreram os elásticos laterais, e eu ali

Esperando.

Passou a palma da mão sob a base da calcinha, sopejando minha vagina, sentindo sua saliência.

Quando os dedos do professor se ajustaram na parte superior da calcinha, com a intenção de puxa-la para baixo, aconteceu o que eu esperava ansiosa.

- Não precisa fazer isso, professor.

- Não precisa?

- Veja, ela tem uma portinha. É só abri-la.

- Do que está falando? 

- O coração, professor.

Ele concentrou sua atenção naquele coração vermelho e estudou-o.

Seus dedos tatearam aquela parte acolchoada da calcinha e apalpou o coração e em dado momento, deu pela coisa. Puxou, com um pouco de força, a extremidade do lado esquerdo e logo o colchonete cedeu e o coração abriu para o lado direito e lá estava minha bucetinha, úmida, palpitante, bem diante dos olhos extasiados do bom professor.

Com as mãos apoiadas na parte interna dos meus joelhos, ele forçou para que eu as abrisse para os lados.

Praticamente me escancarei a ponto de sentir dores no alto das coxas, mas mantive a posição porque sabia que a vagina se encontrava totalmente aberta.

Minha vagina era todinha depilada, então tinha uma protuberância rosada.

Com toda delicadeza vi suas mãos se dirigirem para minha feminilidade, e com o indicador e polegar de cada mão, afastou os grandes lábios e ficaram segurando-os a fim de abrir-me completamente.

Segurando as extremidades, ele aproximou a cabeça do meio das coxas e ainda pude ver sua língua, toda fora da boca, se dirigindo para aquela parte do meu corpo.

Fechei os olhos e fiquei aguardando o contato. 

Senti apenas a ponta da sua língua tocar bem no centro da minha buceta.

Nãpo pude deixar de soltar um gemido forte e minha vontade era de pegar sua cabeça e jogar-me para frente , obrigando-o penetrar-me de uma vez.

Contive-me.

A língua do professor cutucou-me devagar e lentamente, começando a penetrar-me.

De repente, parou, retrocedeu e saiu.

Minha vagina destilava umidade.

Aplicou vários beijos e sugou-me com toda força dos seus pulmões.

- Professorrr...ahhhhhhhhhhh....queridooooooooo....professorrrrr...

Não conseguia falar. Era demais sentir a boca dele grudada como uma ventosa, chupando-me, como se quisesse arrancar minhas entranhas.

Comecei a gemer e por muito que me agüentava, não conseguia manter-me quieta, remexendo meus quadris.

Ele alternava as sugadas com beijos na carne que saia da calcinha num acréscimo cada vez maior de voracidade.

Minhas mãos apertavam meus seios, mesmo por cima do tecido, equando fui ao delírio, despi-me febrilmente do vestido, do soutien deixando meus seios redondos livres.

Minhas mãos começaram a a amassa-los , não contente com esses amassos, passei a beliscar os bicos.

- Ahhhhhhhhhhhhhh...professorrrrrrrrrrrrrr que deliciaaaaaaaaaaaaa...que tesãoooooo...

Meu corpo parecia querer explodir, minhas entranhas pareciam querer sair pela buceta, que recebia chupadas cada vez mais fortes.

De repente, explodi!

- Não...não pare, professor...continueeeee...estou gozando...

Eu me derretia toda dentro da boca daquele homem.

Carinhosamente, continuou a chupar e a beijar a carne em fogo, enquanto eu chorava de tanto gozo.

As sugadas eram acompanhadas dos movimentos dos meus quadris que iam pra frente e pra trás, enquanto liberava meu gozo que ele bebia como se fosse um néctar.

- Beije-me...quero que me beije... professor...

Ele saiu do meio das minhas coxas que aquela altura estavam febris e minha virilha queimava.

Meus dedos o agarravam pelos cabelos, puxando-o para cima.

A boca do professor grudou a minha e eu senti meu próprio sabor.

Enquanto nos beijávamos, ele alisava meus seios.

Se afastou depois e admirou meus seios. Então se curvou para beija-los, sugar meus biquinhos que haviam ficado vermelhinhos.

No momento seguinte ele fez algo inusitado.

Com o pau em uma das mãos , começou a pincela-lo de encontro ao seio direito.

A glande tocou no biquinho. Então tomei a iniciativa, agarrei seu pau e comeceia pincela-lo de encontro aos seios, depois entre eles ali passei o pau várias vezes para cima e para baixo.

O movimento de ida e vinda , foi proporcionado pelo professor que que movimentava o corpo para frente e para trás. Seu membro alojado entre meus seios, numa espanhola.

Procurei erguer um pouco a cabeça, queria ver seu pau, aquela enorme bola vermelha, chegando e afastando.

Era uma visão altamente erótica e comecei a sentir aquele comichão na altura das coxas.

- Quero que faça até gozar. – eu pedi.

- Vai te sujar o rosto, o colo... – ele respondeu com a voz pastosa, entrecortada.

- Não tem importância, meu querido. Quero ser tua, de todas as formas possíveis e imagináveis.

O movimento continuou cada vez mais violento. Ele continuou fodendo meus seios que eu apertava cada vez mais, fazendo com que ele tivesse dificuldade em se movimentar.

A respiração do professor, foi se tornando cada vez mais pesada, respirava praticamente pela boca.

Os olhos fechados e os movimentos cada vez mais intensos.

- Vou gozar...Ayeska...minha putinha adoravel ...vou ...gozarrrrr

- Goze..professor querido...goze...

Numa das vezes que ela chegou bem perto do meu rosto, aconteceu.

Vi o jato leitoso sair do orifício e aconteceu conforme ele previra.

Fui atingida nos olhos, cabelos,queixo, colo e como mantinha a boca aberta e a língua exposta também fui contemplada com o paladar.

O orgasmo sacudia todo seu corpo.

- Ah Ayeska, minha putinha adorável...seu rosto está todo esporrado.

- Foi divino querido.

Ele apanhou um lenço e delicadamente limpou-me.

Em seguida beijou meu rosto, meu busto, os biquinhos eretos.

- Você está molhadinha... – comentou apalpando minha bucetinha.

- É de tesão pelo seu pênis, professor querido. – murmurei.- Não vejo a hora de te-lo aí dentro. Fodendo-me sem parar.

- Então pronta para mais uma aula?

- Com certeza,meu querido professor...prontissima... 

ESCRITO POR AYESK@</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>COMEU MINHA MÃE E EU (final)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/comeu-minha-m-e-e-eu-final</link>
			<description>COMEU MINHA MÃE E EU (final)

Então...continuei deitada na minha cama de bruços, e sentindo que a minha camisolinha tinha subido deixando aparecer as polpinhas do meu bumbum.
Não demorou e escutei alguem parando na porta do meu quarto que tava escuro.
Fingindo que tava dormindo, ouvi quando eles cochicharam alguma coisa. Logo senti minha mãe sentando do meu lado na beirada da cama e passando a mão no meu cabelo falou baixinho enganando ele também como se eu estivesse dormindo mesmo: - Filha, filha...tenho uma surpresa pra você!
Sabe quem está aqui? O Wellington! Lembra que te prometi uma coisa...pois é...posso deixar ele entrar?.
Eu, fingindo estar morrendo de sono respondi:- Aham! E puxei a camisolinha pra baixo tentando esconder as minhas polpinhas. Percebi ela fazendo um sinal lá pra porta e ouvi ele entrando no meu quarto. Ela levantou e antes de sair falou pra ele: - Vê lá heim? Eu amo essa menina!
Depois que a minha mãe saiu do quarto ele se aproximou e vi logo o volume daquela coisa balançando. Ele ficou nu em pé, ao lado da minha cama. Nossa, o cacete dele era muito grande e bem grosso. Do jeito que eu tinha visto pela fresta do guarda roupas do quarto da minha mãe.
Então, sem eu esperar ele pegou a minha mão e colocou em cima do cacete dele e disse: - Sua mãe me contou que você ficou curiosa pra conhecer o meu pau! Olha aqui! Sente! Vê se gosta!
Nossa! Era um cacetão de respeito, bem grosso e comprido e fiquei alisando bem devagarinho e ele ficou mais doido ainda depois que eu comecei a apertar e percorrer a mão por toda aquela coisa enorme, grossa e dura.
Levei o maior susto quando ele  meteu a mão por dentro da minha calcinha e tocou minha xaninha que já estava encharcada. Deu um gemido e falou: - Hum! Você está molhadinha! Igualzinha a sua mãe, né? Tal mãe, tal filha!
Tremi toda quando ele enfiou um dedo dentro de mim eu achei que tinha enfiado a mão toda. Nooossaaaaa! Só me lembro que mexi muito naquele dedão grosso enquanto ele dizia pra eu aproveitar porque ele ainda ia demorar pra gozar. E falava: - Vai! goza gostoso, vai, aproveita, goza pra mim...e deitou o peito em cima das minhas costas e passou a língua na minha orelha. Dizendo: - Você é linda, linda...enquanto me abraçava apertado e eu acabei gemendo e gozando no dedo dele.
Então, ele arrancou a minha calcinha me puxou e quando dei por mim ja estava debaixo dele e aquela coisa grande e dura com parte nas minhas costas e parte colada no meu bumbum Ele me beijava no pescoço e falava no meu ouvido, fiquei toda arrepiada e me entreguei. No começo não queria que ele percebesse que eu estava querendo pra ele não se sentir o dominador mas não deu, ele é muito bom, sabe como pegar uma mulher e eu era toda dele e ele podia fazer o que quisesse comigo que eu nem me importava mais.
Com jeitinho fui saindo debaixo dele, sentei na cama e comecei a massagear com as duas mãos aquela tora. Fui até no saco dele, passei as mãos nas bolas e voltei para o mastro, puxei a pele arregaçando a cabeça, alisei um pouco com a ponta dos dedos, me curvei, coloquei meus lábios naquela baita cabeça e dei algumas lambidinhas porque na minha boca aquilo não conseguia entrar. Ele gemeu.
Nessa hora, minha mãe, que havia escutado os nossos gemidos veio até a porta do meu quarto toda nua e ao me ver punhetando o Wellington, falou: - Ah! Isso parece que está muito bom, né? Também quero ir ai!
Ele olhou para a porta e quando a viu nua disse já não se agüentando mais: - Eu vou adorar!  Vocês são duas maravilhas! 
Levantei e quando andei um pouco ele alisou a minha bundinha por alguns segundos. Minha mãe veio ao meu encontro pegou na minha mão e fomos as duas para a minha cama ao encontro dele.
Ele se deitou de barriga pra cima e eu e minha mãe chupamos o cacete dele até ele gozar em nós , depois ele nos chupou revesando a língua entre a buceta dela e a minha. Gozamos. Logo ele teve outra ereção e pegou a minha mãe na posição de frango assado, enquanto eu na beirada da cama me masturbava vendo os dois treparem. Depois, colocou ela de quatro e meteu a tora sem dó, e bem forte no rabo dela, até que com um grito da minha mãe, vi a cabeça dar um salto e sumir dentro do cu dela. Ele ficou parado um bom tempo e depois reiniciou as bombadinhas, mas desta vez com a cabeça do pau dentro do rabo dela e eu fui assistindo o cu da minha mãe engolir aquele mastro pedaço por pedaço. Depois ele aumentou a retirada da tora e cada vez que tirava ele cuspia para que assim o cacete deslizasse mais fácil. 
Então ele tirou o cacete do cu dela fez um sinal pra mim e mandou eu chupar, eu chupei com muita vontade e dificuldade, porque nem cabia na minha boca aquele mastro que estava dando muito prazer pra minha mãe.
Depois ele tirou aquilo da minha boca e mandou ela ficar na mesma posição que estava em cima da cama. Ele se posicionou e enfiou no cu dela de novo e ficou metendo ali por longos, intermináveis e adoráveis minutos, até que ele retirou o caralho do cu da minha mãe e eu pude ver o estrago que tinha feito. O Wellington arregaçou, arrombou, estraçalhou com a bunda dela. Eu vi que o cu dela não fechava, não voltava ao normal, ficou com uma abertura da largura do cacete dele. Olhando pra minha cara de espanto ele enfiou outra vez e ficou comendo o cu e a buceta dela mais uns cinco minutos, tirava de um e metia no outro até que ela gritou que ia gozar.
Ela foi ao delírio e estremeceu e gozou de jorrar líquido longe, molhou muito o lençol da minha cama.  Ela tremia, gritava que estava gozando e o liquido não parava de sair da xana dela, quando não tinha mais gozo nenhum, minha mãe se jogou na cama exausta e disse que não agüentava mais. 
Percebi que a minha mãe estava morta de cansada. Depois ele chegou com a boca bem perto do ouvido dela e disse: - Vai! Pede pra ela o que você me falou! Minha mãe virou o rosto para a parede respondeu baixinho: - Tá louco! Eu disse aquilo num momento de loucura com você! Imagina se vou pedir uma coisa dessas pra minha filha! 
Senti que ela estava morrendo de vergonha de mim e então eu disse: - Ah! Fala pra mim mãe...pode falar. Agora eu fiquei curiosa. Pode falar, vai! Nós duas somos mais que amigas! Anda, fala logo! Eu também não me aguento de tanto tezão depois que vi vocês dois ai!
Naquela hora, ela sem olhar pra mim falou aquilo que me deixou muito surpresa e passada: - Eu queria te pedir uma coisa que não sei como você vai reagir...ainda mais vindo de mim...mas, é uma coisa que o Wellington tinha me pedido e na hora eu fiquei com muita raiva dele mas depois que vi você com ele acho que devo falar. Eu morrendo de tezão respondi sem piscar: - E o que você quer me pedir minha mãezinha adorada? E ela para o meu espanto continuou: - Quero ver você dando o cuzinho pra ele... desde a primeira vez que te vi curiosa em querer saber como ele era e depois que falei pra ele, fiquei imaginando como seria esse caralho enorme no seu cuzinho , faz isso por mim e por ele minha querida , deixa eu ver esse cacete dentro desse rabinho lindo e apertado de menina que você tem.
Eu passada respondi: - Mãããeeeeee...ele acabou com você! Eu não aguento tudo isso em mim, não! Vontade eu até tenho mas, não tenho coragem...affff!.
Então ela com jeitinho respondeu: - Fica tranquila minha querida! A mamãe vai te ajudar! Eu não deixo ele enfiar tudo isso em você, prometo! É só a cabecinha...juro! Ele riu quando eu respondi: - Cabecinha? Você chama isso de cabecinha? Apesar do medo o tezão falou mais alto e eu disse: - Então tá! Mas, é por você que vou deixar tá?
E enquanto ela sentava, eu fui pra cama e fiquei de quatro esperando por ele. Ela ficou do meu lado e quando ele chegou perto de nós duas ela segurou no cacete dele e veio trazendo até a cabeça daquela tora encostar na entrada do meu cuzinho. Eu levei um susto e levei os joelhos pra frente.
Minha mãe me pediu pra ficar tranquila largou o cacete dele e foi me ajeitando na cama e dizendo: - Fica nesta posição filha é bem melhor. E me fez apoiar o rosto no colchão, empinar bastante o rabo e ficar esperando o cacete dele.
Ele abriu mais um pouquinho as minhas pernas e a minha mãe segurando aquela tora grossa e dura encostou de novo aquela baita cabeça na entradinha do meu cuzinho. Quando ele forçou e eu senti minhas pregas se abrirem me agarrei no travesseiro e minha mãe percebendo a minha aflição disse pra ele: - Cuidado, Wellington! Coitadinha dela! Vai devagar né? Olha que se você não fizer o que nós combinamos eu tiro a minha filha daqui heim? É só a cabeça! Vê lá!
Pra acalmar os dois eu falei: - Está tudo bem mãe! Foi só uma dorzinha...agora já passou!
Com aquela cabeça já dentro do meu cuzinho eu já estava até conseguindo rebolar apesar de sentir ela pulsar e as vezes me abrir mais um pouquinho.
Minha mãe mais sossegada, deitou do meu lado e assistia tudo, se masturbava, mas não participava, apenas incentivava ele dizendo as vezes: - Isso, come a bundinha dela! Nâo era isso que você queria?
Eu continuei bem quietinha, só deixando ele brincar no meu cuzinho. E com o mastro ainda encaixado no meu reguinho e a cabeça presa pelo meu cuzinho, ele ficava passando as mãos na minha bunda e num certo momento quando eles nem esperavam eu fui me empurrando pra trás bem devagarinho e senti a cabeça entrar mais um pouco com um pedaço do cacete dele junto.
Dei um gritinho e ele não aguentou e disse que ia gozar.
Tirou o cacete e ofereceu para minha mãe, que com dificuldade abocanhou e recebeu toda a porra dele, que escorria pelos cantos da boca.. O cacete ainda estava meio duro quando ela tirou da boca e me disse: - Quer sentir filha? Toma, é gostoso! Eu coloquei na boca envolvi nos meus lábios e suguei o restinho daquele leitinho quente e grosso até ele ficar mole nas minhas mãos.
Depois ele tirou o cacete das minhas mãos e se deitou no meio de nós duas, foi maravilhoso. Adormecemos acariciando o peito dele.
Bjus
Cinthia
cinthialamarc@hotmail.com</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>COMEU MINHA MÃE E EU (parte2)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/comeu-minha-m-e-e-eu-parte2</link>
			<description>COMEU MINHA MÃE E EU (parte2)

Super sem graça eu falei pra ela: - Então tá certo! Eu topo! Tudo bem pra você? Ela riu e disse: -
Filha, já te falei que que não tem nenhum problema satisfazer essa sua curiosidade, afinal nós duas somos mais que mãe e filha. Somos amigas, cúmplices e confidentes. Seu pai nunca vai saber e eu confio em você assim como você pode confiar em mim.
Mais tarde eu fiquei pensando que ela deve ter ido encontrar com ele, porque me deu um beijo, saiu toda bonita e cheirosa e falou: - Não me espere porque vou chegar mais tarde, tá? Se o seu pai ligar, coisa que ele não faz mesmo, diz que fui na casa de uma amiga.
Como ele não apareceu pra trazer os tais documentos eu tive a certeza de que os dois estavam juntos mesmo.
Bem, tipo umas 10:00h da noite eu já tinha tomado banho e estava de camisola curtinha, de calcinha por baixo e sem sutiã deitada na minha cama assistindo TV. O telefone tocou e pra minha surpresa era a minha mãe que quase sussurrando do outro lado da linha foi logo me dizendo: - Filha...não to podendo falar direito agora mas, estamos indo pra casa. Eu parei o carro pra ele comprar uma garrafa de vinho e resolvi te avisar. Faz aquilo que combinamos que daqui uns 10 minutos estamos ai, tá? Um beijo. Tchau!
Nossa! Eu não sabia o que fazer. Na hora me deu uma tremedeira nas pernas só de pensar que eles estavam chegando aqui.
Depois que passou, fiquei esperando eles chegarem e assim que vi do alto da janela do apartamento o carro vir se aproximando, corri e me escondi no guarda roupas do quarto da minha mãe.
Ouvi quando eles entraram e ele perguntou pra ela: - Não tem perigo da sua filha aparecer? Ela riu e disse que era pra ele ficar calmo que estava tudo bem e que eu já estava dormindo.
Certamente foram até a cozinha para beberem vinho porque demoraram mais um pouco pra entrarem no quarto dela e quando entraram estavam rindo a toa. Ela abraçou ele e disse:- Porra você é foda mesmo heim?. Daquela última vez que esteve aqui você deixou uma camisinha jogada no banheiro e a minha filha viu depois que chegou da rua, sabia? Ele com cara de espanto respondeu: - Puxa! Desculpa não fiz de propósito! E ai? Ela te encheu o saco?
Minha mãe falou: - Mais ou menos, né? O pior, é que ela ficou super curiosa por causa do tamanho da camisinha sabia? Ele riu e ela deu um tapinha no braço dele e continuou: - Você impressionou a Cinthia, sabia? Precisava ver a carinha de espanto dela quando me perguntou se existia um cacete desse tamanho mesmo...e nessa hora ela segurou o cacete dele por cima da calça...e eu fui obrigada a responder que sim. Ela ficou super curiosa, viu? Ele então na maior cara de pau respondeu pra minha mãe: - Eu tenho certeza que ela ficou querendo experimentar. E eu também agora fiquei doido pra sentir aquelas mãozinhas lindas no meu pau. Você deixa?
Daí minha mãe ainda mais safada ainda respondeu dando uma risadinha e segurando outra vez o cacete dele por cima da calça: - Não sei...vou pensar tá?
Logo depois a minha curiosidade e o meu tesão eram imensos, abaixaram a luz e ali começou uma ralação incontrolável aquele cara a encoxava de tal maneira que o vestido dela subia e descia, minha mãe  estava ofegante ele a beijava no pescoço e sussurrava no seu ouvido começou a passar as mãos na bunda dela que já não se controlava mais de tesão. Ele então ergueu o vestido dela e começou a passar a mão na sua xana por cima  da calcinha e ela foi descendo a mão devagarinho e segurou o cacete dele que já estava durão debaixo daquela calça de tecido fino que marcava um volume imenso. Minha mãe foi se ajoelhando lentamente abrindo os botões da camisa dele e depois  chegou até a calça.
Depois ela abriu a calça do Wellington e abaixou junto com a cueca, naquele momento pulou pra fora da calça um cacete enorme que quase tocou o rosto dela e pude ver que também já estava todo molhado.
Minha mãe com a ponta da língua começou a lamber aquele cacete gigante e depois  começou a chupar lentamente olhando de canto de olho pro lado do guarda roupas onde eu estava escondida. Logo ela então começou a mamar aquela coisa grande e dura quase que bem ali na minha frente... eu não acreditava que aquilo estava acontecendo, ela não estava nem ai e começou a aquela tora como se fosse o ultimo cacete do mundo, com os olhos fechados e saboreando cada centímetro, eu vendo aquilo fiquei louca de tesão,
Meus pelinhos estavam melecados e meu gozo começava a molhar a minha calcinha e escorrer pelas minhas coxas que estavam quentes. A minha vontade era abrir a porta do guarda roupas e ir lá dividir com ela aquele monstro de cacete brilhante e úmido.
Minha mãe tentava colocar aquilo tudo na boca enquanto chupava mais eu via que não cabia e as vezes ela até engasgava e tirava pra poder respirar direito. Só sei que de repente o Wellington começou a tremer e a soltar urros e seu corpo balançava pra frente e pra trás com a minha mãe todo o tempo agasalhando  aquela imensa tora dentro da boca. 
Ele pediu então pra ela parar se não iria gozar, ela então levantou, tirou a roupa e puxou ele para a cama e nem se importou comigo, eu segui os dois com os olhos por entre as frestas das portas do guarda da roupas e eles se beijavam com muito tesão, ela com a mão no cacete dele que mau conseguia segurar e ele apertando a bundinha dela e passando a outra mão pelo seu corpo.
Minha mãe então deitou e ele começou a chupar a xana dela e eu via aquela cena e não podia quase me controlar porque estava explodindo de tesão. E quando ela se contorcia e gemia, então? Afff...eu fiquei doidinha! Não demorou e ela então disse pra ele: - Vem me comer logo que não estou agüentando mais!
Ele tirou a boca da xana dela e se levantou, ela abriu bem as penas e ele esfregou aquele cacetão na porta da xana dela e começou a colocar. E mesmo ela estando super molhadinha ele teve dificuldade pra colocar aquela tora todinha dentro dela. Ela gemia como uma louca e ele nem tinha colocado tudo. Depois de uns momentos ele colocou ela de quatro, esfregou novamente o cacete na entrada da xana dela e foi enfiando devagarinho aquilo tudo dentro da minha mãe. Eu não agüentei e acabei gozando, de novo. Era incrível aquela cena...eu ali, vendo a minha mãe sendo arrombada com um cacete daquele tamanho. Não demorou e ela então não agüentou mais e começou a gozar, fazendo um escândalo danado. Parecia que estava estérica. Mas o Wellington não parava de socar na xana dela. Ele então tirou seu cacete enorme de dentro dela e eu vi o buraco que tinha ficado na xana dela ir fechando e voltando ao normal.
Minha mãe caiu cansada de bruços na cama e ele deitou por cima dela, encostou a boca no ouvido dela e falou: - Agora minha gostosa safada, o seu macho quer comer o seu cuzinho daquele jeito que você gosta.
Depois eu vi quando o Wellington  ajeitou ela na cama e encostou a cabeça daquela tora no indefeso e pequeno cuzinho da minha mãe e pressionou devagar mas firme até toda cabeçona desaparecer. Parecia que cuzinho dela era uma boca faminta porque foi engolindo aquilo tudo de uma vez. Ele só colocou a cabeça e mais um pedacinho e ela mordia o travesseiro e tentava rebolar, urrando feito uma maluca.Logo depois ele tirou aquele pedaço de carne dura e grossa de dentro dela, sentou na beira da cama e falou: - Senta...senta, gostozura! Senta aqui...no pau do teu macho fudedor, senta!
Ela foi sentando com muito jeito e eu vi novamente a sua bunda ir engolindo aquela imensa rola e ela mesma ia subindo e descendo sem parar. Já não aguentando mais, ele segurou na cintura da minha mãe, puxou ela pra cima e a colocou sentada nas suas pernas deu um urro e ai esporrou tudo o que tinha direito, melecando toda as costas e parte da bunda dela. Ele caiu na cama de costas e ela foi também de costas por cima dele. Depois, ele levantou e disse que ia tomar banho e quis que ela fosse junto mas ela disse pra ele ir indo que ela ia olhar como estavam as coisas, se referindo ao meu sono. Ouvi quando ele só respondeu: - Ah, tá! Então vai lá! Ela esperou ele sair e veio até aporta do guarda roupas e falou pra mim: - Pode sair que ele já foi!. Abri a porta, sai e de boca aberta, só falei pra ela: - Mããeeee...afff..como você aguentou tudo aquilo? Nunca tinha visto uma coisa daquela!
Mas ela percebeu a minha cara e o estado que eu estava, porque as minhas coxas estavam todas melecadas pelo meu gozo.
Para a minha surpresa ela ajeitou os meus cabelos com as mãos e respondeu: - Filha,  não precisa disfarçar porque eu sei que você quer o experimentar o cacete dele, to vendo isso nos seus olhos. E eu vou deixar você transar com o Wellington do jeito que você quiser, na minha cama se você quiser, eu até te ajudo. Se sentimos prazer, que diferença faz de quem é um ou de quem é outro? Vou deixar você dar pro Wellington o quanto você quiser mas, tem uma condição; se isso tem mesmo que acontecer, vou te ajudar, pois não quero você machucada. Você ainda é uma menina e ele parece um cavalo...você viu né? Nem preciso falar mais nada. Faz o seguinte, vai para o seu quarto que eu te preparo a surpresa mas, me promete que não vai comentar isso com ninguém, tá? Eu balancei a cabeça dizendo que sim, dei um beijo no rosto dela ela veio comigo até a porta e quando voltou e foi andando para o banheiro notei que ela andava com as pernas um pouco abertas e vi o estrago que ele tinha feito. O Wellington literalmente, arregaçou, arrombou, estraçalhou com a bunda da minha mãe porque o cuzinho dela ainda estava um pouco aberto.
Com cara de espanto, fui para o meu quarto me preparar. Deitei na minha cama de bruços, abraçando o travesseiro e senti que a minha camisolinha subiu deixando aparecer a minha bundinha dentro da minha calcinha.
Continua...
cinthialamarc@hotmail.com</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>COMEU MINHA MÃE E EU</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/comeu-minha-m-e-e-eu</link>
			<description>COMEU MINHA MÃE E EU

Na semana passada minha mãe estava muito estranha. Primeiro ficou um bom tempo de calcinha e blusinha de alças andando pelo apartamento, depois queria saber se eu ia sair, o que eu ia fazer e tauz. Tudo bem que quando fico em casa, gosto de ficar mais a vontade...tipo, shortinho, camiseta ou até mesmo só de calcinha e camiseta mas, minha mãe quase não fica assim. Quando eu quis saber porque ela desconversou e mudou de assunto. Mais tarde eu ouvi ela falando do meu pai, com alguém no telefone: - ...aquele corno, safado só vive em Brasília! Agora tá lá cuidando da campanha do Governador de São Paulo o tal do José Serra que vai se juntar com o Banco Itaú pra prometer caderneta de poupança para as crianças quando nascem e garantir a faculdade deles. Pode? O pior é que o povo acredita nessas palhaçadas. Já tem mais de um mês que ele nem aparece em casa, só liga! Agora disse que vai demorar mais uns dias...ah fala sério! Já tô de saco cheio, viu! Não! Pode vir sim! Acho que a Cinthia não vai sair, mas pode vir. Tchau! Beijos.
Como ela tinha falado no meu nome eu perguntei com quem ela estava falando naquela hora e novamente ela desconversou e disse que estava falando com o empreiteiro que tinha que terminar um serviço que não tinha acabado aqui no nosso apartamento. Ela estava mesmo muito estranha.
Depois do almoço o meu pai ligou de Brasília e eles brigaram por telefone. Escutei ela dizer pra ele que não ia passar um tal e-mail pra ele e que ele era muito ruim com a gente porque só vinha em casa uma vez ou outra e que essa política filha da puta que ele estava metido ainda ia acabar com ele. Não sei o que ele respondeu pra ela mas, ouvi quando ela falou bem alto: - Ah! Então é assim? Pois eu vou dar para o primeiro cara que aparecer na minha frente. Você ainda ri? Não está acreditando? Para de rir...eu estou falando sério! Tá! Tá!...eu vou passar essa merda de e-mail pra vc...tchau! E bateu o telefone na cara dele.
Vi quando ela foi para o escritório e ficou por lá uns 40 minutos. Depois o celular dela tocou e ela saiu de lá atendendo e foi para o quarto. Devia ser alguma coisa confidencial porque ela se trancou no quarto.
Eu desci as escadas e corri para o escritório e como ela deixou o PC ligado eu pude ver o arquivo que ela tinha passado para o meu pai. Não entendi direito mas, era sobre política, é claro!
Primeiro dizia que um tal de Paulo Skaf presidente da Fiesp ia sair para Governador em São Paulo, que outro cara o Ciro Gomes ia sair para presidente e tauz, que o governo do Lula ia gastar 26 bilhões no Rio com os jogos olímpicos de 2016 e que o povo é que ia pagar a conta e outros blá, blá, blás! Mas o que me chamou a atenção era que eles tinham que tirar do ar os sites - http://otributado.sqweebs.com, http://www.corrupcao.comoj.com, http://www.brasilpolitica.net23.net, http://brazilcomex.net63.net, http://opolitico.sqweebs.com, porque falavaM mau de todos os governos etc, etc, etc.

Ai eu entendi, que meu pai estava mesmo envolvido com tudo aquilo. Eu pensava que ele só recebia dinheiro das empreiteiras e de algumas empresas para dividir com os políticos pra quem ele trabalhava mas, tinha muito mais coisa por detrás. Minha mãe também tinha os motivos e as razões dela.

Bom, com medo de ser descoberta corri e voltei para o meu quarto. E foi a conta, porque logo eu ouvi ela voltando e entrando no escritório outra vez. Depois. Saiu.
Pouco tempo depois eu ouvi quando ela me chamou no quarto dela. Ela ainda estava de calcinha e blusinha de alça com listras brancas.
Quando cheguei perto dela ela foi logo falando: - Cinthia, você e eu somos muito amigas né? A gente não tem segredo uma com a outra, você sabe! A sua vida, pertence a você e eu nunca iria me intrometer. Mas, pro outro lado você sabe que sexo deixa a vida mais gostosa, né? Nessa hora mesmo envergonhada, eu ri olhando pra ela e perguntei: - Mãe! Você está muito estranha hoje. E, agora vem com esse papo...o que tá rolando?.
Ela então, falou: - Seu pai de uns anos pra cá sempre foi ausente É um homem muito ocupado e quase não tem tempo para ficar com a gente. Eu sou mulher, me acho bonita mas ele nem me procura mais.
Eu na hora interrompi ela e falei: - Mão eu sempre soube de tudp o que você está querendo dizer. Por mim você pode continuar dando as suas escapadinhas mas você tem de tomar mais cuidado para ele não saber, eu sei que ele não dá mais amor a você e toda mulher necessita de amor. Você é bonita sim! Eu já vi muitos homens te olhando na rua...se é isso que você quer me dizer pode ficar sossegada que eu estou do seu lado. Assim como você eu também tenho as minhas necessidades e desejos...fica sossegada.
Ah, tem mais uma coisa...já que estamos num papo de mulheres, mata uma curiosidade minha? Ela mexeu a cabeça dizendo que sim e eu continuei: - Teve uma vez que eu encontrei no banheiro do seu quarto uma camisinha no sexto de lixo. Desculpa mas, quando aqui estava em obras eu precisei usar o de lá...então, porque a camisinha daquele homem era tão grande? Naquela hora que eu peguei, eu achei diferente, olhei pra ver e era maior que meu antebraço.
Ela gelou, ficou vermelha igual a um pimentão mas, como é muito sincera comigo e respondeu: - Ahm.. Er...bem...É que o pênis do meu amigo é muito grande e ele tem que comprar camisinhas especiais, porque as normais rasgam facilmente .
Mas daquele tamanho, mamãe? Eu perguntei com cara de abobada. Sim, Cinthia! Mas não dói?  Ela me puxou pelo braço pra eu sentar ao lado dela na cama e respondeu: - Doeu um pouquinho no início, mas depois que acostuma, a vagina se dilata e...é...bem...ahm...Curiosa eu insisti: - Ah! Fala logo mãe, estou louca pra saber! Naquela hora eu fiquei surpresa com ela quando me respondeu: - Você quer mesmo saber? Pois é uma delícia!
Nossa! Posso saber quem é esse amigo? Perguntei pra ela. Ela não era boba, então sabia do que eu estava falando. Senti que ficou um pouco desconcertada. Então, conversamos bastante sobre o assunto. Tamanho do cacete. Ela me disse que sempre achou que tamanho não importava, mas que depois que experimentou, não conseguiu mais largar. Ela contou dos namorados que teve, que foram normais e eu dos meus mas que nunca tinha visto um daquele tamanho. No final ela acabou me contando que era de um cara chamado Wellington, um pedreiro de 49 anos que ela conheceu por causa da obra no nosso apartamento. Apesar de saber que geralmente os homens negros tem o pinto avantajado mesmo, fiquei curiosa com aquele tal pedreiro. Notei também que minha mãe ficou excitada com aquela conversa e estava bem descontraída comigo. Era uma amiga! Deixou de ser mãe!
Então eu abusei e disse: - Sei que você está com tesão, só dessa nossa conversa mas, logo você vai ter ele de volta!
Ela toda sem graça, vermelha, surpresa comigo  mas rindo de gargalhar, respondeu: - Cinthia! Para com isso! Assim eu morro de vergonha, filha! Ficamos em silêncio por alguns segundos e eu levantei dei um beijo no rosto dela e já ia saindo do quarto quanto ela veio atrás de mim e para o meu espanto me perguntou: - Sei como você ficou curiosa e não sei como você vai reagir ma, você quer ver o pênis dele? Penso que não tem nenhum problema satisfazer essa sua curiosidade, afinal nós duas somos mais que mãe e filha. Somos amigas, cúmplices e confidentes.
Apesar de bastante espantada pela pergunta dela olhei com cara de pidona e respondi: - Jura, que você deixa? Mas como?
Numa boa, ela falou: - O Wellington vem aqui para pegar uns documentos...talvez amanhã. Você pode ficar escondida aqui no meu armário e olhar pelas frestas. Eu dou um jeito dele colocar pra fora aquilo tudo, o que você acha?
Achando aquilo tudo engraçado, falei: -  Ah mãe...eu adorei a idéia mais fico com medo dele querer transar com você na hora, já pensou? Você, teria coragem de transar com ele mesmo sabendo que eu estou aqui nesse armário? 
Ela riu, me abraçou, deu um tapinha na minha bunda e disse: - É filha! É o risco que se corre, né? E você? Teria coragem de ver?

Continua...

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			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Conhecendo na net</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/conhecendo-na-net</link>
			<description>CONHECENDO NA NET !!!!!!!!!!!!!!!!


Eu me chamo Renata tenho 27 anos sou uma morena consideravelmente atraente, tiro base pelo que os outros me falam, pois tenho um bumbum bem firminhos e grandes com umas pernas torneadas e um seio fartos e bem durinhos, trabalho com web design então fico no PC o dia todo ou até mesmo a noite toda depende do trabalho, gosto muito de fazer novos amigos em site de relacionamentos então foi assim que conheci Pablo um garotinho de 17 aninhos, conversávamos sobre bastantes coisas fomos nos conhecendo naturalmente e deixando as coisas acontecer sem nenhum tipo de falta de respeito de ambas as partes, isso é que foi me deixando pouco interessada em Pablo, pois pela sua idade deveria ser um garoto mais atirado ,mais sempre mantia o maior respeito quando conversávamos,fui me envolvendo em historias e contos de causos que ele me dizia de sua família enfim nos tornamos amigos sem aumenos nos conhecer fisicamente e assim todos os dias conversávamos-nos mesmos horários fomos ficando mais amigos na net, hora falávamos do meu trabalho hora falávamos da vida dele de nossos relacionamentos que até assim nos combinávamos, pois não paramos com namorados e ele então disse para mim é acho que nós nascemos um para o outro, eu ri e disse calma menino eu sirvo para ser sua quase mãe temos 10 anos de diferença, ai nos começamos a rir Pablo então cessou o riso e disse; Tenho uma coisa pra te falar! Eu disse: Oque?  Ele falou; sou virgem eu parei de digitar e fiquei sem ação um menino com aquela cabeça adulta com atitudes de menino. me agucei mais ainda pelo fato de ele ser viagem tendo em vista que toda mulher sonha em ser primeira de um homem e eu não sou diferente comecei a imaginar meu amiguinho menino  querendo que o deixasse homem  fiquei louquinha com minha imaginação indo alem dos limites,então ele me perguntou se eu continuava on line pois não tive reação para continuar digitando..logo ele pediu minha atenção e eu voltei imediatamente no papo disse  a  ele  nossa que bom pra mim e ruim pra vc e dei umas risadinhas rsrsr ele disse ;Porque bom para vc ?? eu falei porque tenho chance de ser primeira e dei outras risadinhas rsrsrs ele falou;E quem sabe ,senti que ele disse isso pois não me conhecia fisicamente então fiz questão de mostrar minhas fotos mais censuais para ele deixei o garotinho sem ação e ele me disse nossa essa é vc ?que delicia com certeza deixaria vc tirar minha virgindade   e deu uns risos rsrsr ai então eu disse pra ele quem sabe um dia ,e assim continuamos mais uns dias mais esses com papos mais picantes fui excitando o garoto abrindo minha cam,enquanto conversávamos eu colocava meus peitões na frente da cam ,tirava a calcinha e colocava o dedo na xoxotinha fui vendo ele  também apertando seu pau ,vi que estava surtindo efeito o que eu estava fazendo foi ficando mais excitante nossos papos huuuuuummmmmmmmhummmm que delicia falei pra ele vamos nos masturbar um aos outros eu aqui e vc ai ?? Ele disse só falta vc, pois já comecei, comecei a olhar para minha surpresa aquele garoto tinha um pau deliciosamente grande e grosso fiquei louquinha de vontade de te – lo dentro de mim todinho, já imaginando isso soquei o meu dedo na xoxotinha e toquei logo uma com aquele garoto me penetrando em pensamento! Nossa fui imaginando muitas coisas entre elas em pegar aquele garotinho e começar com uma deliciosa chupeta, depois o colocar sentado e começar a te provocar mordiscar sua boca e passar minha língua em seus lábios e isso td nuazinha e pegar o pau dele já duro e sentar em cima bem de vagar gostoso e descendo rebolando para baixo e para cima e urrando de tesão ,nossa só de imaginar cheguei ao gozo delicioso ele me vendo gozar e eu o vendo que experiências maravilhosas então pediram licença um para o outro para nos limpar e rápido voltamos pois o assunto não podia acabar ali.Eu disse para Pablo vamos nos ver hoje ele disse demoroooo onde te encontro eu disse te pego na sua casa,e assim foi marcamos data e horário e eu fui busca lo até o lugar combinado .Chegando lá para minha surpresa Pablo estava com seu pai levei logo um susto mais como eu já estava ali fiz de conta que fui só conversar ,para minha surpresa maior seu pai também era um gato e fui logo liberando minhas criatividades com pensamentos impuros quanto aos dois já molhadinha parei e estava começando a chover ,falei para Pablo  vamos tomar um suco  e cumprimentei seu pai  e ele o apresentou pra mim,o pai dele me perguntou já com olhos maliciosos  em meus seios o que eu queria com o filho dele eu disse ,nada somos amigos mais que  depressa disse ao pai não perdendo a oportunidade quer venha conosco assim me conhece melhor Pablo me deu um beliscão mais fiz que nem percebi,e seu pai com o mesmo interesse  já foi logo concordando comigo sim não vou atrapalhar?? Eu disse que nada antes vou passar em casa para me trocar td bem ?? Já com segundas intenções eles não nada haver.....
Fomos pra minha casa chegando lá entrei com eles e disse se quiser beber algo pega na geladeira, fui para meu quarto tirei toda minha roupa colocou um roupão de cetim branco pouco transparente sem nada por baixo, e fui pra sala os dois ficaram totalmente sem ação, falei para o papai dele trouxe seu filho aqui para tirar a virgindade dele e o fazer homem, o pai ficou boquiaberto com minha atitude e de olhos no meu corpo foi ficando faminto também e me disse eu também quero, eu disse te trouxe aqui, pois me interessei por vc também mais primeiro o garoto e já cheguei perto dele o joguei no sofá e fiquei com as pernas abertas com um pé encima da perna do menino e o outro no chão deixando que ele visse minha xoxotinha raspadinha e babando de tesão pedi que ele colocasse o dedo nela para sentir e ele meio tremulo foi e enfiou o dedo dentro de mim gostoso cheguei às alturas com aquele garotinho a minha disposição. Tirei seu pau pra fora era tudo que eu tinha visto e mais um pouco era maravilhosamente gostoso de ver e sentir, então comecei a chupar aquele mastro gostoso fazendo o garoto se contorcer de tesão que delicia ele dizia aaiaiaiaiaia voooou gozar eu disse não quero mais o pai disse deixe gozar ele goza mais vezes durante o garotinho é virgem e eu safadamente disse goza então na minha boca quente e rapidamente o agasalhei seu pau na garganta sentindo aquele leite quente descer na minha garganta e o garoto se tremendo todo que delicia não parei de chupar, fiquei chupando durante uns minutos quando ele o deixava maior ainda que delicia o coloquei sentado de novo e fui esfregando minha xoxota dez da cara dele até enfim sentar mais descer rebolando até o pau dele fui fazendo movimentos subindo e descendo bem gostosos ate chegar a cavalgar senti que ele dizia aiiiiiiiiiiiiiii ta me machucando ta doendo de mais fui fazendo mais rápido, pois isso me excitou bastante comecei a esfregar minha xoxota nele seu pai já quase gozando nos assistindo me disse vc vai me matar e matar meu filho sua putona gostosa nossa disse a palavra chave adoro ser chamada assim quando transo e comecei a pular no colo do filho e mamar na rola do pai que também maravilhosa e muito grande aiiii que delicia sentada descabeçando um e mamando em outro nossa gozei de lambuzar o garoto todo e seu pai me colocou de quatro e dizia sua vadia quer acabar com nós dois agora vou regaçar seu cuzinho comecei a lamber meus lábios e fazer cara de safada deitei o garoto no tapete e sentei no seu pau, o pai dele veio por traz e me enrabou gostoso fizemos uma penetração dupla maravilhosa fiquei toda arregaçada com aqueles dois gostosos ummmmmmm gozamos mais uma vez deliciosamente, não satisfeita queria dar mais para o pai então chupei sua rola deliciosa e pedi que ele fudesse minha xoxota, pois ele era tão bom quanto o filho e ele então me jogou no chão dizendo quer rola vadia vai ter me dava mordiscada nos lábios chupou Minha xoxota sem carinho como se me estivesse estrupando que delicia fiquei com enorme vontade de gozar ele disse pra mim vai vadia goza na minha cara quero ver, e enfiou três dedos no meu cuzinho e começou mordiscar minha xoxota ai sem tempo algum comecei a jorrar porra na cara dele sem parar, ele foi ficando mais excitado ainda enquanto eu chupava o pau de seu filho ele disse já que gozou na minha cara gostosa meu filho vai gozar na sua enquanto te como a xoxota gostosa eu disse façam o que vcs quiserem sou sua puta e assim ele fez me colocou de quatro horas enfiava no meu cú hora enfiava na minha xoxota até que gozamos os três novamente Pablo na minha cara e seu pai na minha xoxota junto comigo ,foi uma noite maravilhosa fizemos td que possa se fizer no sexo deliciosamente gozei umas dez vezes que delicia ficamos os três largados durante horas no meu tapete que delicia quando me lembro gozo toda em pensar naquela noite maravilhosa eu e Pablo mantemos um casinho até hoje ,seu pai só me olha com desejo pois prometei para o filho que seria só aquela vez.e assim se fez............

Patricinhadepaula2009@hotmail.com</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Clube do Bolinha (Teens)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/clube-do-bolinha-teens</link>
			<description>Olá galera,
 
To me amarrando nas estórias do Fantasy Island e finalmente vou poder contar incógnita um fato que ocorreu comigo quando garota e que apesar do tesão que senti na época, nunca tive coragem pra contar pra ninguém, nem pra minha melhor amiga, e graças a Deus os outros participantes eram de outra cidade/estado e nunca mais conseguiram me localizar, senão eu estaria literalmente fudida.
 
Quando eu tinha meus 15-16 anos, vivia numa cidade do interior de Santa Catarina, num condomínio de casas com amplos jardins.  Um dos meus vizinhos tinha uma casa que o pai construiu em cima de uma árvore frondosa, e esse garoto (Plínio) tinha mais dois amigos (Juca e Lobão), todos de 16-17 anos, que gostavam de brincar de clube do bolinha na casa da árvore e se reuniam pra jogar xadrez, cartas, banco imobiliário, war e ler escondido revistas de sacanagem desenhadas (os tais ‘catecismos’).
 
No bar da escola eu os ouvia comentando sobre a delicia que era o clube deles e eu sonhava em fazer parte.  Uma vez perguntei se podia e eles negaram dizendo que era só pra homem.  Aquilo me despertava uma curiosidade incrível,  de tal forma que uma vez entrei de fininho no jardim da casa do Plínio e me certifiquei que eles não estavam, e subi na árvore e entrei no clube para examinar. Me deparei com um monte de jogos espalhados, revistas Playboy e uma dessas revistas de desenhos.  Nunca tinha visto uma na minha mão e devorei ávidamente o conteúdo com meus olhos de garotinha.  Tinha desenhos de posições que eu nem sabia que existiam.  Gente lambendo gente, gente comendo gente como cachorrinho, e até o pirú entrando na bunda.  Aquilo me deu um calor entre as pernas e me toquei legal por dentro da calcinha até ela ficar completamente molhada.  Acabei adormecendo e só acordei com os três guris me olhando.   Fiquei aterrorizada de ter sido descoberta.
 
Eles brigaram comigo por causa da minha invasão e disseram que iam contar pra minha mãe que eu lia revistas de sacanagem.  Daí eu revidei dizendo que ia também contar tudo pros pais deles.  Ficamos nesse impasse até que eu disse que se eles me deixassem fazer parte do clube eu não contaria nada.  Então o Lobão disse que pra entrar no Clube tinha que passar por uma prova com várias etapas.  Devia ser mentira pois os outros dois se entreolharam com uma cara de ‘o que que é isso que eu nunca ouvi’, mas não disseram nada.  Eu topei saber como era.
 
Daí os 3 me mandaram descer da árvore para confabular entre si e eu fiquei esperando lá em baixo até ser chamada novamente lá em cima.
 
O Plínio então disse que a primeira etapa era tirar a roupa toda.  Quase desisti, mas acabei concordando.  Eles se deliciavam com cada peça de roupa que eu tirava, e o Juca até esfregava as mãos..
 
Quando chegou na calcinha (e já com meus peitinhos a mostra) disse que eu só ia até ali.  Me mandaram descer... Daí não tive outro jeito senão tirar a peça também.  Nesta época eu já tinha uns pentelhinhos ralinhos e os guris vieram examinar de perto; eu rubra de vergonha.
 
Bom e qual é a próxima prova, disse eu.  O Lobão então falou: Fica de quatro pra gente examinar se você é mesmo certinha ou se ta’ faltando alguma coisa.  Agachei e o Juca foi o primeiro a me examinar, abrindo as maçãs da minha bunda e examinando detidamente o meu cuzinho e os lábios da minha xoxota.  Deu até um soprinho no meu cú pra me fazer tremer de tesão.   Daí  veio o Plínio e disse que com o que ele ia fazer eu não poderia me mexer senão perdia a prova.  Fiquei quetinha aguardando o que ia acontecer e senti o rosto do safadinho colar na minha bunda e a língua dele meter no meu buraquinho, mas me mantive firme deixando ele brincar e enquanto isso minha xoxotinha começou a esquentar a bessa e a umedecer.
 
Após um tempo o Plínio parou e o Lobão o substituiu e disse que eu tava passando nos testes mas que o próximo ia ser mais pesado e falando isso deu uma cuspida no meu cú e sem mais nem menos enterrou um dedo dele na minha bunda.  Aí eu gritei ‘para.. para..’, mas os outros dois me seguraram na posição e o Lobão tirou o dedo do meu cú pra depois cuspir de novo no meu buraco e colocar um indicador de cada mão nele denovo tentando como que abri-lo.  Dessa vez, engraçado, não doeu e eu deixei ele brincar no meu ânus enquanto os outros dois me afagavam um peitinho cada um e me falavam um monte de sacanagem no ouvido.
 
Aí o Juca falou: Posso tentar enrabar ela ?  Aí eu gelei e me desvencilhei deles, me levantei e encostei minha bunda na parede, dizendo ‘enrabar não, isso eu não deixo de jeito nenhum’.  
 
Daí eles começaram a negociar comigo, se eles me lambessem a xoxota eu deixaria botar a cabecinha só e por aí vai.  Como eu tinha visto isso de lamber a xota na revista, me acendi com a idéia e disse: Ta bom mas primeiro me lambe depois tenta colocar a cabeça de um pirú so’ (o menor de vocês)  no meu cú.   Pessoal... foi uma competição pra mostrar quem tinha (veja só) o menor pinto.  Ganhou o Juca pois era o mais novinho.
 
O Plínio deitou no chão e me mandou ir por cima dele ao contrário para ele poder lamber a minha xota.  O Lobão desceu e voltou com um pote de vaselina do pai dele e começou a me lambuzar o rabo enquanto o Plínio me lambia, dizendo que aquele creminho is ajudar muito.  Nesse momento a língua do Plínio já tava fazendo miséria na minha bucetinha e eu dançando em cima da língua dele., tanto que nem senti mais desconforto quando o Plínio enterrou um dedo todo no meu cú pra ver se já tava bem lubrificado para o Juca.  Mesmo assim falei pro Juca: Lembra que é só pra experimentar a cabecinha.  Ele então me montou, pois ajoelhado ele era mais baixo que eu, e de cima pra baixo encostou a cabeça do pinto dele no rego do meu rabo.   O Lobão ajudou abrindo minhas nádegas e o Plínio acelerou nas linguadas na xota.  Eu estava ardendo de desejo com aqueles 3 guris me assediando.
 
O tal do Juca mentiu pra mim e depois de brincar um pouquinho com só a cabeça enfiada, foi metendo o resto e eu gemendo enquanto o Lobão dava força e falava ‘Come o cú dela Juca, come, não tem perdão não’.  Se quer entrar no Clube tem que dar o rabo todo mesmo. Nada de só a cabecinha.  Acho que o Juca gozou logo porque desmontou e o Lobão tomou o lugar dele sem que eu pudesse reclamar ou me recompor.
 
Como meu cú já tava aberto pelo Juca, a entrada do pau do Lobão foi bem mais facilzinha se bem que o pau dele fosse bem maior que o pintinho do Juca.  Já tinha até uma floresta de pentelhos negros em volta.  Enrabou como eu merecia pela minha ingenuidade.  Gozou também e aí o Plínio teve uma idéia de que os outros dois me levantassem de carrinho no alto e me aterrisassem na piroca dele.  Dito e feito já estava eu abraçada em cada pescoço, sentada no ar e arriando pra então sentir a espetada no ânus.  O do Plínio sim era já grandão e demorou pra entrar, mas meu peso forçou o esfíncter e a naba entrou toda no meu rabo.   Colocaram meus pés nos joelhos do Plínio e apoiaram minhas mãos no peito dele, daí os dois começaram a me chupar as tetinhas e o safado do Plínio a me foder de baixo pra cima.  Daí o Lobão não resistiu e lambeu minha xoxota quase tocando com o queixo no pau do Plínio.  
 
Gozei pela primeira vez na minha vida e ainda por cima com  o pau no rabo.
 
Quando a batalha acabou corria porra pelas minhas pernas mas os garotos votaram e me aprovaram para o Clube.   Foi a glória, e nós passávamos as tardes depois da escola fazendo sacanagem até que me comeram a xoxota e eu engravidei aos 17 anos.  Foi um rolo dos diabos mas uma tia me ajudou a tirar.  Logo depois nos mudamos para o Rio e nunca mais vi os 3 safados, mas ainda me lembro deles ao mesmo tempo com tesão mas também com medo de que eles contem isso para alguém e me prejudiquem no meu trabalho atual.
 
Pronto. Contei e to sentindo um grande alivio de peso nos ombros pois isto tava guardado no fundo da minha cabeça por décadas..
 
Beijo a todos
 
Luluzinha</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Hotel em Lisboa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/hotel-em-lisboa</link>
			<description>Olá Moderador

Como estou contente por você ter organizado o Fantasy Island e poder 
escrever incógnitamente.  Ainda me lembro do Fórum do ELE ELA quando
me derretia de tesão com as estórias ali contadas.

Apesar de ser considerada uma mulher séria e recatada pelos meus amigos, aconteceram alguns fatos na minha vida, alguns dos quais nunca tive coragem de relatar nem para as minhas melhore amigas com medo de que um dia viesse a público, mas assim.. acobertada pelo anonimato, me sinto mais a vontade para contar.

Uma das vezes que me lembro com o maior tesão do que me aconteceu foi quando meus pais combinaram com minha tia Helena de me levar para uma volta pela Europa nos anos 80.  Eu tinha recém completado 20 anos e havia experimentado sexo em dois relacionamentos que logo terminaram. Meus pais me colocaram num vôo da TAP para Lisboa e combinaram com minha tia que morava nos USA de me encontrar lá no mesmo dia que eu chegasse, no Hotel Eduardo VII. Ao chegar lá recebi um telegrama (é na época ainda se enviava telegrama) dizendo que elas tinham perdido o vôo e só chegariam no dia seguinte.   

Resultado, passeei por Lisboa a pé mesmo e ao anoitecer me senti insegura pra sair de novo pela rua pra jantar e comi no hotel mesmo. Dali como ainda estava cedo, fui para o bar e pedi um Martini doce (note-se que eu não estava acostumada a beber, pois meus pais me restringiam muito). No canto do balcão havia dois homens morenos, um aparentando uns 28-30 anos e o outro uns 40 e poucos.

Conversavam animadamente em italiano, quando me notaram e mandaram o garçom me servir mais um drinque.  Eu agradeci a inesperada oferta, e o mais novo veio até mim e perguntou meu nome. Não falo italiano mas me viro bem em espanhol, e ele também.

Começamos a conversar e soube que eles eram empresários que estavam em Portugal a trabalho.  Papo vai papo vem, eu bobinha aceitando os drinques que iam se sucedendo, quando dei por mim, já estava bem bebadinha e disse que ia dormir. Eles se ofereceram para me levar lá pra cima pois também iam dormir cedo para acordar para diversas reuniões no dia seguinte.  

Na porta do quarto eu já tava tão de pilequinho que quase caí, daí eles me levaram pra dentro do quarto e se sentaram comigo no sofá continuando a conversar e contar coisas engraçadas, e continuando a beber o que tinha no  frigobar do quarto. Lá pelas tantas começou a rolar o papo de sacanagem e eu me assustei, mas eles me acalmaram e continuaram a contar coisas engraçadas.  Daí não sei como (acho que reclamei do calor) me tiraram a blusa e logo a seguir o meu soutiens.  Não deu nem pra começar a sentir vergonha e logo cada um deles começou a chupar meus peitos que na época eram super durinhos, não grandes, mas durinhos e cabiam certinho na palma da mão deles. Aquilo já me deu um tesão danado.  Mesmo minha mente querendo parar eles, minha xoxota já estava aguando pra valer.  Em pouco o mais novo botou o pau pra fora, que era fino mas comprido pra caramba. Não tenho bem idéia de medida mas era maior do que a maioria dos paus que me visitaram nos anos seguintes.  Eu já tinha colocado um pau na boca, mas fiquei com receio pois nem conhecia eles. Mas eles foram gentis, me acariciando os seios e a xota por cima da calcinha e acabei experimentando um beijinho na cabeça da piroca dele.  Daí perdi mesmo o controle e mais um pouco já tava até sem calcinha, quando o mais velho tirou a pica de dentro da cueca. Caramba... nem tão grande mas Jesus, como era grossa. Deixei escapar um ‘Nem pensar’.  

Daí em diante foi uma floresta de dedos me perseguindo, entrando em todos os meus buracos, ambos me

Beijando, lambendo o pescoço, as orelhas, os seios, os ombros, a barriga, até que um se aproximou da minha xoxota. Aí fiquei novamente com medo, mas eles foram gentis.

O mais novo levantou ambas as minhas pernas e o mais velho me beijou as coxas devagarzinho, lambendo e soprando e eu delirando de tesão. Minha xoxota parecia já estar a mil graus de temperatura e completamente uma poça.  Aí o sem vergonha do mais velho mergulhou a língua dele na minha racha e lambeu forte o meu grelinho.

Nunca tinha gozado tão rápido mas a sensação e a ocasião foram mais forte e eu esperneei pra valer gozando na boca do italiano coroa.  

Então me ajoelhei no chão e comecei a chupar o pau dele, grosso pra caramba, que quase nem cabia na minha boca.. e o novinho veio me bolinar por trás até eu sentir a cabeça dela cutucar minha xota. Não dava pra resistir e o cacete dele comeu minha xota que não via pica há mais de 6 meses, desde o meu último relacionamento.

O mais velho então falou qualquer coisa parecida como ‘comer el culo de la ragazza’

E o novinho reclamou que com aquela piroca grossa ele ia estragar o ‘aparato’ antes dele poder usar. Concordaram então do novinho da pica comprida e fina me enrabar primeiro.  Gelei pois só tinha dado meu cú uma vez e mesmo assim só deixei botar a cabecinha.  O safado foi no meu banheiro, apanhou meu melhor creme hidratante, besuntou minha xota e cuzinho e senti encostar a cabeça (graças a Deus fina) no meu botãozinho.  Eu quis reclamar mas o mais velho tapou minha boca com um beijo enquanto o novinho dava um jeito no meu cú.  Qando dei pela coisa já tinha quase uns 20 cm de pica no rabo e senti ela bem lá dentro.  Em pouco o coroa reclamou e me fez sentar com a xota na pica dele. Caramba como era grossa. Demorou pra entrar mesmo minha xota estando uma poça. Mas coube. E o novinho me enrabou de novo.  

Nossa... nunca tinha levado dois paus (aliás era uma fantasia minha desde pequena quando vi isso numa das revistas desenhadas do meu irmão).  Fiquei ali um tempo que pareceu horas , sendo fodida e enrabada ao mesmo tempo, com os dois me beijando a nuca, os peitos e afagando meus peitos, até que o mais velho disse que também queria experimentar o meu cú.

Na mesma hora recuei, mas novamente eles foram gentis e o mais novo disse que ia ajudar.  Besuntou mais minha bunda com creme hidratante (acabou com ele o safado)

E abriu as maçãs da minha bunda encorajando o mais velho a colocar aquele picão no meu rabo.  Ardeu pra caramba e demorou mas acabei acomodando o danado do gigante no meu ânus.  Ele foi gentil e me enrabou com cuidado.  Lá pelas tantas avisou que ia encher meu cú de leite e não deu outra. Senti o pau dele pulsar e sabia que meu buraco de jovenzinha tinha sido aleitado pela primeira vez.  Quando ele tirou o pau pensei que tinha ficado com um túnel aberto mas depois foi fechando.  O mais novo quis compensação e pediu para eu sentar com a xota no pau dele.  Cavalguei aquela mangueira até sentir ele se aproximar do gozo quando então dei um pulo fora (pois não queria levar um italianinho pra casa...) e chupei o pau dele até ele gozar no meu rosto.

Depois eles foram embora e eu tomei um banho quente gostoso e fui dormir.

No dia seguinte minha tia chegou e me perguntou se tinha acontecido algo de mais, e eu tive que mentir e dizer que fui dormir cedo (é mas com o cú ardendo..).

Nunca tive coragem de contar isso nem pras minhas melhores amigas pois iam me taxar de puta.  Graças a Deus que você criou o Fantasy Island.

Em breve conto outra interessante que me aconteceu.

Agora quero ler a dos outros participantes.

Um beijo

Carla Zéfira</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>na volta da escola</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/na-volta-da-escola</link>
			<description>meu nome é paulo hoje tenho 23 anos, mas o que vou relatar aconteceu quando eu tinha 16. estudava em uma escola particular da zona sul do rio, todo dia no final das aulas eu ia para casa na condução da escola, uma van com vidros escuros. era um longo trajeto, o motorista ia deixando um a um em suas casas, a maioria na zs mesmo, porém eu morava na barra/zo (para quem não conhece, é um pouco longe, ainda mais com transito), após despachar todos os moradores da zs, seguíamos para barra, alem de mim haviam duas garotas que também moravam lá, eram as irmãs claudia, com 15, e flavia, com 13.
normalmente no caminho para barra, como só tinha nós três além do motorista, cada um se esticava em uma fileira de bancos e dormia, com o transito, era uma boa dormida de uma hora e meia a duas horas.
a van tinha um problema com o som, pois só funcionavam as caixas de frente, nos lados do motorista, e como sempre pedíamos para aumentar, mesmo enquanto dormíamos, a musica ficava muito alta para o motorista impossibilitando que ele ouvisse qualquer coisa que viesse dos passageiros.
o fato...
comecei a notar que flavia sempre se esforçava para sentar ao meu lado quando entravamos na van, quando não conseguia ficava de cochichos e risadinhas com sua colega de classe que também ia com agente, isso foi durando e fui tendo a certeza de que era comigo.
flavia era linda, lourinha dourada, do tipo magrinha, mas com belos seios que apesar de ainda estarem em formação eram lindos como duas pêras, suas pernas eram lisinhas com ralos pelinhos dourados, uma pequena deusa de deixar qualquer marmanjo louco, porém nunca dei muita bola, pois era mais velho e tinha namorada. sua irmã claudia já era do tipo carnuda, com um belo par de coxas, lidos seios e bunda, toda proporcional como tivesse sido esculpida, e as duas tinhas belos olhos verdes.
um belo dia, agente tinha acabado de deixar o ultimo morador da zs e nos ajeitamos para dormir, neste dia claudia estava na primeira fileira, bem atrás do motorista, eu na ultima, lá no fundo e flavia na penúltima. o ar-condicionado estava muito forte, e flavia estava morrendo de frio, pois estava de sainha e top, bem varãoapesar de ser inverno, porém claudia dizia estar com calor, se iniciou uma breve discussão entre as duas, como sempre flavia perdeu e o ar continuou no máximo. passaram-se uns dez minutos e eu ainda não havia caído no sono quando vi a flavia se levantar, conferir se a irmã estava dormindo e vir falar comigo. alegava estar com muito frio, o que era verdade pois seus mamilos quase furavam seu top e suas pernas estavam arrepiadas, não encontrei uma solução para ela, então ela pediu para se deitar comigo. flavia era do tipo ingênua e carinhosa, sempre com brincadeirinhas e caricias inocentes, o que me fez acreditar que não havia maldade na idéia dequele aviãozinho. aceitei seu pedido, como o banco é estreito, me virei de lado com as costas no encosto e ela se deitou a minha frente de costas para mim. com nossos corpos estavam totalmente encostados, meu peito em suas costas minhas coxas em suas coxas e meu pau em sua bunda, me esforcei ao máximo para não ficar exitado. um de meus braços estava sob sua cabeça e o outro estava perdido sobre meu corpo, até que ela falou - ainda estou com frio, me abraça! – aí meu esforço redobrou, mas de repente ela pegou meu braço, que agora estava na sua barriga, e levou minha mão até seu rosto, com meu ante-braço ficando entre seus pequenos seios, meu esforço foi por água a baixo, meu pau ficou duro e em alguns segundos estava como tora encostado naquela bundinha. ela brincava com meus dedos onde apoiava seu rosto passando-os em sua face, foi aí que ela começou a mecher bem devagar sua bunda a pressionando sobre meu pau, o ritmo foi aumentando e a força também, ela começou e gemer bem baixinho, acho que ela mesmo não percebeu, a essa altura ela já rebolava, então resolvi intervir:
- flavinha você sabe o que esta fazendo?
- não exatamente, mas estou adorando sentir seu “corpo”, estou toda formigando.
então ela abriu o jogo e falou da atração dela por mim, e da faze que estava passando, de como se interessava por meninos e o como estava descobrindo este lado da relação homem x mulher. perguntei se ela já havia visto um filme ou uma revista erótica, ela respondeu que já e que era sobre isso que ela e sua colega tanto conversavam, perguntei se ela gostaria de experimentar e ela apenas sacudiu a cabeça em um sinal positivo.
em nenhum momento ela parou de rebolar, já era um movimento quase involuntário, meu braço que estava por baixo de sua cabeça se dobrou por cima do umbro alcançando seu seio, que delicia, ficava brincando com seu mamilo, variando entre apertões pegando seu seio inteiro, que cabiam na palma da minha mão, e caricias e leves beliscões em seu mamilo, desci minha outra mão passando pelo outro seio, massageando-o, até chegar em sua buceta, comecei a toca-la por cima da calcinha e logo a tirei jogando-a para baixo do banco, então iniciei uma masturbação que a deixou em estado de loucura, entre frenéticas caricias em seu clitóris e leves enfiadas de meu dedo a pequena se contorcia toda, com toda esta nova sensação a menina não demorou a gozar, de repente seu corpo todo ficou mole, seus gemidos cessaram em um ultimo e abafado grito, seu corpo estava inteiramente arrepiado, foi um dos orgasmos mais intensos que já vi. após ela se recuperar, pois havia quase apagado, se levantou conferiu se sua irmã não tinha acordado com seus gemidos, buscou sua calcinha debaixo do banco e se enxugou. meu pau até agora permanecia guardado, enquanto ela se ajeitava eu me sentei, meu pau parecia que ia rasgar a calça, ela olhava fixamente e ainda ofegante pediu para ver, eu prontamente atendi o colocando para fora, então ela perguntou o que deveria fazer, explicou que apesar de já ter visto em uma revista não sabia como era para ser feito. dando todas as instruções a ensinei passo a passo, primeiro ela bateu uma punheta que apesar de sem jeito estava maravilhosa, logo ela mesmo se prontificou a chupá-lo como havia visto na revista, expliquei como e ela, como se já fizesse isso a anos, fez um boquete fenomenal, chupava tudo, com certeza estava adorando sentir meu membro em sua boca, pois chupava e gemia, pedi para que ela continuasse mas que ficasse de quatro em cima do banco para que eu pudesse alcançar sua buceta, quando toquei tive a certeza que ela estava adorando, sua buceta estava encharcada de chegar a escorrer, comecei enfiando um dedo e logo já enfiava dois, com o dedo médio(pai de todos) pude sentir seu cabaço, enfia e tirava loucamente, ela já gemia alto, assim com medo de acordar sua irmã reduzi a velocidade e fiquei apenas brincando com seu clitóris. estava tudo maravilhoso, aquela ninfeta me chupando e gozando feito louca comigo, mas poderia ficar melhor, e ficou, a iniciativa veio dela, envolta em prazer ela disse que queria perder a virgindade e aprender tudo comigo, fiquei orgulhoso com aquela deusa ninfeta se entregando para mim, querendo que eu fosse o primeiro em tudo. atendi seu pedido, a coloque sentada encostada na janela, levantei sua sainha, encostei meu pau na entrada e bem devagar foi introduzindo até sentir seu cabacinho, perguntei se estava doendo, ela disse que sim mas que era para eu continuar, resolvi dar uma forte estocada para que a dor passasse logo, senti seu cabaço se rompendo, ela soltou um forte grito, tenho certeza que nesta hora claudia acordou, passada a dor era só prazer e ela já voltava a gemer como uma putinha, a coloquei sentada no meu colo de frente para mim e ela instintivamente começou a cavalgar, ficamos assim até que ambos gozamos juntos, e ela amoleceu deixando seu corpo sem vida sobre o meu. ficamos um tempo assim, abraçados, com meu pau ficando mole ainda dentro dela, nos recuperamos, ela se levantou, buscou sua calcinha que já estava ensopada e tentou se limpar. após nós nos recompormos, nos beijamos em um beijo quente e apaixonado, e voltamos nossas atenções aos demais ocupantes da van, e tamanho foi o susto ao vermos que claudia nos observa com os olhos arregalados e a respiração ofegante, ninguém deu uma palavra, nós estávamos apreensivos com a reação de claudia, e cláudia parecia muito chocada para esboçar qualquer reação. me preocupei com o motorista, mas este estava completamente distraído com o transito e a musica alta, com certeza não fazia nem idéia do que havia acontecido atrás dele.
flavia e claudia conversaram em casa, e no dia seguinte flavia veio me contar na hora do recreio que hoje teria uma surpresa na volta para casa, o que me deixou super ansioso para o término das aulas, mas isto eu conto depois em “na volta da escola 2 - a irmô
99% do relatado é verídico, a exceção são os nomes que são fictícios, por mais inacreditável e maravilhoso que seja, graças a deus, aconteceu!</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>de saia no comboio</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/de-saia-no-comboio</link>
			<description>oi, meu nome é fernanda tenho xx anos e eu moro no rio de janeiro, depois de contar alguns casos q aconteceram comigo ou que eu aprontei a amigos que tenho no mirc resolvi escrever aqui.
bom, pra saberem um pouco + de mim: sou branca, tenho cabelos lisos castanhos com mexas loira, olhos castanhos, 1,67 de altura, 58 quilos, tenho pernas grossas, bumbum grande, seios pequenos pra médio e a xaninha eu costumo variar, as vezes esta carequinha outras peludinha mais sempre cheirosinha.
hoje vou contar o que acontecia comigo ano passado quando eu ia pra escola, eu moro na zona norte e estudava no centro, no horário da manhã então pra não ter que pegar trânsito eu ia de trem da escola, tinha uma amiga q ia sempre comigo e tinha um garoto que ia tb às vezes.
todo dia era a mesma coisa o trem sempre vinha lotado, agente se espremia dentro dele, e todo dia tinha uns caras que passavam a mão e roçava em mim e na minha amiga.
com o passar dos dias comecei a reparar que eram sempre os mesmo caras que faziam uma rodinha na gente e ficava se aproveitando da gente o garoto que ia com agente foi reclamar com um dos caras e acabou tomando um soco, os amigos dele ainda roubaram o dinheiro, relógio e mochila desse meu amigo. nesse dia fiquei assustada e um deles falou pra mim que nada ia acontecer comigo nem com a patrícia minha amiga que ia sempre comigo.
no dia seguinte eu e a paty fomos pra escola só nos duas, pois o garoto q ia com agente disse que não iria mais de trem pra escola, e como sempre os caras ficavam passando a mão e roçando na gente, era sempre do mesmo jeito, um cara parava atrás de mim e os outros ficavam em volta pra disfarçar o cara que ficava atrás colocava o pau pra fora e esfregava na minha bunda, ele passava a mão e apertava tb meu bumbum passava a mão na xaninha sempre por trás pra não chamar a atenção, eu ia sempre de calça pra escola eles só passavam a mão por cima da roupa mesmo, no começo ficava um pouco assustada mais depois fui gostando, eles colocavam papel com o numero do telefone deles no bolso da minha calça (mais eu nunca liguei), às vezes colocavam ate dinheiro o que eu não gostava era que eles gozavam em mim deixava minha calça toda suja, sempre que eu chegava na estação tinha que ir ao banheiro limpar a calça.
era sempre na ida pra escola, por que na volta eu voltava de ônibus ou de carona e ficou assim ate o final do ano, eu e a paty sempre íamos de trem sempre no mesmo vagão chegamos a ganhar ate calcinhas e sutiãs deles.
então quando já estava no fim do ano a paty teve uma idéia, ir pra escola de saia em vezes de ir de calça como sempre agente ia, eu topei então combinamos as duas de ir de saia e levar a calça na mochila pra vestir quando chegar na escola.
eu fui de tênis branco, blusa da escola branca, saia preta curtinha (tipo as q a sabrina usava no bbb) e calcinha e sutiã de renda vermelho.
nesse dia foi a ida pra escola mais demorada da minha vida, quando entramos no trem os caras olharam pra gente e sorriram, rapidamente eles fizeram a rodinha como sempre, o cara que ficou atrás colocou o pau pra fora e ficou roçando na minha bunda, eu sentia o pau esfregando na minha calcinha, ele começou a meter a mão por de baixo da saia colocou minha calcinha de lado e ficou me alisando e enfiando o dedinho em mim, ele me abraçou forte e esfregou o pau na minha xaninha dava pra sentir ele tentando entra, quando eu sentia a cabecinha entrando eu me mexia e não deixava ele encaixar, ele tava sem camisinha e ficou bombando em mim com o pau esfregando na minha xaninha mais em meter ele gozou e me lambuzou toda fiquei toda gozada então veio outro pra trás de mim e ficou esfregando tb ele esfregava o pau por trás e colocava a mão pela frente na minha xaninha ele chegou a meter mais eu tirei então ele ficou me tocando e roçando ate que eu gozei e ele tb.
quando chegou na estação eu soltei e fui direto pro banheiro de limpar e vestir a calça eu tava com a calcinha toda gozada, a paty ficou com a calcinha rasgada eles tb meteram nela.
nos duas nos limpamos vestimos a calça e fomos pra escola, esse foi o ultimo dia que andamos de trem juntas pra ir pra escola, foi uma viajem das mais demoradas e tb das mais prazerosas.
ate hoje tenho a calcinha gozada sem lavar, às vezes pego ela, lembro desse dia e me masturbo.</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>foi levada ao abate</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/foi-levada-ao-abate</link>
			<description>iria passar o feriado na praia com alguns amigos, um deles havia casado fazia pouco tempo, e sua esposa tinha (na verdade ainda tem) uma irmãzinha. durante um dos telefonemas para acertarmos detalhes da viagem, este meu amigo disse “está no ponto para o abate”.
bom, passei buscar os três na capital, iríamos para o litoral sul, passaríamos cinco dias do feriado prolongado na praia. primeiro desceu o casal e pediram para esperar mais um pouco, pois a “irmãzinha” estava terminando de se arrumar. foi coisa rápida, cinco minutos depois ela chegou. pegamos estrada e junto um congestionamento razoável, mas nem tanto assim, em cinco horas fizemos o percurso que sem transito demoraria três.
bom, sobre a garota, uma lindinha, por volta de 1,65m 55 kg, cabelos castanhos bem curtinhos, peitinho médio para grande, e uma bunda muito gostosa, um amor de pessoa, diga-se de passagem, detalhe, 18 aninhos.
chegamos a minha casa de praia, começamos a encharcar o pote, conversas amenas, a esposa de meu amigo perguntou o porque de eu não ter ficado com uma amiga dela, que me foi apresentada cerca de um mês antes, simplesmente respondi que era muito feia, mas que sua irmã era bem melhor.
até então não tinha nem chegado perto da garota que não tirava os olhos de mim, obvio que percebi isso porque não tirava os olhos dela também. na primeira oportunidade que tive ataquei que foi quando ela foi ao banheiro, na volta chamei de canto, trocamos algumas palavras e começamos a nos beijar.
ficamos na beijação por algum tempo, e que delicia de beijo, boquinha macia, um abraço gostoso, muito bom, além de tudo um beijo inocente, só quem tirou um cabacinho sabe a diferença de beijo de uma virgem para uma safada rodada. todos foram dormir e nesta noite nada aconteceu, ficamos apenas nos beijos, abraços e carinhos, inclusive dormimos separados.
no dia seguinte, acordei a garota com beijinhos, chamei-a para tomar café, em seguida saímos, eu ela e o casal de amigos. já éramos namoradinhos, pelo menos por aquele final de semana. o casal de amigos gays que também tinha ido, e que não foi mencionado antes ficou em casa, não sei porque, mas ficaram.
conhecemos alguns lugares, tomamos algumas cervejas, comemos petiscos típicos e no final da tarde voltamos, a fim de tomar um banho para sair a noite.
fomos conhecer as dunas do norte da ilha, lugar que nunca havíamos ido, sempre íamos sentido sul, que realmente era mais bonito, mas a noite no lado norte me pareceu muito linda. encontramos um local bacana para fixar a máquina fotográfica no tripé ajustei e deixei no “b” (quem tira fotos sabe o que significa) disparado.
o casal de amigos foi dar uma volta e eu fiquei com a bela garota para tomar conta da máquina, tudo premeditado lógico.
começamos a nos beijar de maneira mais quente, casalzinho apaixonado mesmo, mas eu, safadão, comecei a pegar em locais mais interessantes da ninfeta. o que em nenhum momento foi impedido. comecei explorando levemente os seios, que foram apalpados e chupados com muito carinho, como era bom chupar aqueles peitinhos. sugava um depois o outro, lambia os mamilos, beijava o meio dos dois seios... ela correspondia com leves gemidos e já começava a descer a mão procurando por um melhor encaixe, que encontrou quando eu tirei o pirocao para fora da bermuda. ela punhetava meio sem jeito, mas era bom, muito bom. passava o dedo pela cabeça acariciava gostoso.
parei de beijar-lhe os seios e voltei a beijar aquela boquinha linda, nisso comecei a masturbá-la, tomando lógico o cuidado para não enfiar o dedo na rachinha dela e tirar o cabaço com o dedo, como eu já disse, uma virgem se conhece pelo beijo e não pelo cabaço tirado, percebi isso na ninfeta que descabacei em “iniciando na faculdade e na vida” que foi a primeira que tirei o lacre. o rompimento do hímen é mero detalhe que se percebe sim, mas depois de ter beijado.
ali nas dunas não passou disso, até porque, o som que se ouvia eram gemidos da namorada do meu amigo e o som do mar, um deles parou, lógico que não foi o do mar, então nos recompusemos e ficamos nos beijando e abraçando, só esperando os dois voltarem.
voltamos para casa e o casal gay havia preparado outro churrasco, aliás, passamos os cinco dias comendo churrasco. eu particularmente prefiro isso, principalmente se tem carne mal passada, adoro sangue hehe.
bebemos um pouco, comemos também e fomos deitar, desta vez a ninfetinha não foi sozinha, fui junto. as carícias recomeçaram e desta vez mais quentes, com direito a uma bela chupada que dei na chaninha dela. lambia tudo e ela gemia, não falava nada, só gemia, bem baixinho, talvez por vergonha, ou apenas para sua irmã não desconfiar, não sei, mas gemia baixinho e eu adorava aquilo. cada linguada que eu dava ou na entrada da rachinha ou no clitóris era um gemidinho abafado. que delícia de buceta, é muito diferente das rodadas, tem um gostinho especial, um tanto adocicado, muito bom.
fui subindo beijando a barriguinha dela, algumas chupadas naqueles peitinhos lindos, beijei sua boca e tateei para o lado procurando a calça que estava a camisinha, ainda beijando ela coloquei. no que eu coloquei a camisinha ela de imediato fechou as pernas, pensei “pronto, não como mais”, ledo engano, ela mesma tirou a camisinha colocou minha pica na entrada da sua grutinha inexplorada me puxou, deu-me um beijo e fechou os olhinhos como que esperando pela dor.
eu fui empurrando de leve, e ela começou a gemer, para não correr o risco de alguém desconfiar comecei a beijá-la, assim abafaria seu gemido e seria ainda melhor. foi quando eu encostei no cabacinho. encontrei uma resistência muito forte ela ameaçou me morder eu parei um pouco, assim ela pelo menos acostumaria um pouco com a dor não parava de beijá-la um segundo sequer. quando percebi que ela já estava mais a vontade, empurrei com mais força, acabando de vez com a virgindade dela.
passei a bombar devagar, alternava com bombadas mais rápidas e a beijava como um louco. ela me arranhava todo, eu a segurava com força e enfiava cada vez mais fundo, fiz menção de tirar dizendo que iria gosar, ela simplesmente me puxou junto a ela parou de me beijar e disse, “goza em mim meu amor” e eu gosei, inundei aquela chaninha apertada com minha porra, ejaculei muito, foi das melhores gozadas que dei na minha vida, pois desde um dia antes que estava apenas beijando, acariciando e apalpando.
gosei mas não parei de meter nela não, fiquei mais uns dez minutos, até que me cansei, deitei do lado dela e perguntei “você é louca? porque quis que eu gozasse dentro?” e ela respondeu “vou menstruar no domingo”. ou seja, fumei um cigarro, descansei um pouco e rola na danada por mais três dias sem parar, trepava a hora que acordava, na hora do almoço e antes de dormir, foi muito bom mesmo.
fomos embora com ela tenho um pacotão entre as pernas, a irmã dela foi dirigindo, então, fui punhetado por baixo do cobertor por duzentos quilômetros, ela percebia que eu ia gozar e parava, até que viu que eu não agüentaria mais, abaixou abocanhou o danado e deu mais uma punhetadinha de leve, me fazendo encher sua boquinha de porra. engoliu tudinho, me deu um beijo e assim acabou nossa viagem.
ela foi embora para sua casa eu para minha. depois trocamos alguns e-mails telefonemas, mas nunca mais a vi. a ultima noticia que tive era de que havia encontrado uma garota que ela passou a gostar muito e começaram a namorar. uma frase que me marca muito foi dita por ela a sua irmã “ele foi o primeiro e único homem da minha vida, amo ele, mas prefiro mulheres”.

espero que gostem deste, logo tem mais, ainda faltam três cabacinhos para contar, mais um que espero tirar em breve de uma virgenzinha que estou saindo.
abraços</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>quase uma neném, tesão de ninfeta</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/teens/quase-uma-nenem-tes-o-de-ninfeta</link>
			<description>trabalhando em uma produtora de vídeo, gravando uma campanha política, sempre é necessário passar por situações inusitadas, por exemplo, cobrir um café da manhã com pastores evangélicos, em que o candidato majoritário recebe a benção(?) dos pastores presentes.
em um desses cafés da manhã vi ajudando nos preparos das mesas uma bela ninfetinha, uma das bundas mais perfeitas que já vi na minha vida, redondinha, sob uma calça colada, tinhas peitinhos pequenos, mas era muito linda. moreninha, por volta de 1,60m 44kl aproximadamente, um tesãozinho mesmo.
após a gravação, ela veio conversar comigo, disse que ninguém gostava dela, que se achava feia e coisas do tipo, tive que dizer que ela é linda, que os garotos não gostavam dela por serem idiotas.
neste mesmo dia, seria complicado qualquer tipo de aproximação maior, portanto, trocamos telefone e no dia seguinte, que estaria de folga liguei e marcamos de sair. na verdade não era bem sair, e sim, aproveitar que o pai dela trabalharia o dia todo para podermos ficar juntos e “nos conhecermos melhor”.
menina novinha, tem que ter muita calma para não assustar, então nesse dia e em mais três semanas ficamos apenas em beijos e abraços, e sempre muito bom, aquele beijo macio que só as virgens tem, que inclusive já relatei nos contos anteriores.
eis que em mais um dia de folga eu disse q daríamos uma volta, já tinha preparado as coisas em casa, sabia que não haveria ninguém, portanto ela poderia gemer muito, trouxe-a para cá, sempre com muita calma, fomos nos beijando, e depois do quarto beijo comecei a tiras as peças de sua roupa, isso muito lentamente, cada beijo era uma peça, ela fazia o mesmo, tirando minha roupa aos poucos.
quando percebemos estávamos os dois completamente nus, deitados de lado, um de frente para o outro, eu bolinando-a e ela sem muita experiência acariciando minha pica, que em poucos minutos estaria completamente enterrado dentro daquela chaninha linda e cheirosa.
ficamos assim por cerca de dez minutos, quando eu a deitei com a barriga para cima e lentamente fui descendo, beijando sua orelha, beijando e lambendo seu pescoço, descendo mais um pouco e sugando seus pequenos seios com muito carinho, beijava primeiro um enquanto apalpava e apertava o outro, em seguida trocando, chupando o outro e apertando o primeiro, e continuei descendo, precisa sentir o sabor daquele suquinho maravilhoso e doce que tinha naquela rachinha, e foi o que fiz lambia muito aquela chaninha fechadinha, com poucos pelos, lambia e brincava com seu clitóris, ela só me pedia q não parasse, que estava muito bom.
quando percebi que já estava bem preparada fui subindo carinhosamente beijando-a cada milímetro daquele corpinho perfeito, dei-lhe um beijo na boca e pedi que ficasse apenas me beijando, que ela iria adorar aquilo que estava para acontecer. ela me pediu apenas que fosse com cuidado pois nunca tinha feito, coisa que eu já sabia no primeiro dia que havíamos nos beijado, prometi que tomaria cuidado, e assim o fiz.
apontei meus 17,5cm na entradinha da sua chaninha e fiquei brincando com ela, sem enfiar ele todo, apenas com a cabecinha dentro, para deixá-la com mais vontade, não agüentando mais ela disse “para com isso, coloca tudo, por favor” e foi o que fiz, lentamente fui colocando quando eu senti seu hímem dei uma pequena pausa, comecei a beijá-la e forcei a entrada com força mas ao mesmo tempo de forma muito carinhosa.
mesmo com todo o carinho que fazíamos ela urrou de dor, gritou muito, pedindo para que eu parasse, eu buscava acalmá-la com beijinhos e aos poucos ela foi sentindo mais confiança e voltei a colocar de forma bem lenta, para poder sentir perfeitamente cada milímetro daquela até então grutinha inexplorada, bombava lentamente, dando de vez em quando uma bombada mais rápida, sempre ao mesmo tempo que a beijava e enfiava minha rola na sua chaninha eu apertava aquela bundinha deliciosa.
cada enfiada que eu dava era um beijo gostoso que ela me dava, ela pedia que fizesse sempre gostoso daquele jeito que ela seria minha para sempre. eu respondia que seriamos um do outro eternamente e que ela teria sempre prazer enquanto me desse prazer. ficamos nisso por uns 10 minutos, quando eu percebi que estava prestes a gosar, pedi que ficasse de quatro, ensinei a ela como fazer, vendo aquela bundinha linda toda a minha disposição, dei uma mordida bem gostosa em cada uma de suas nádegas, me levantei um pouco e enfiei meu pau todo na sua rachinha maravilhosa.
algumas poucas bombadas e eu tirei de sua chaninha e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho, ela assustou, porque suas amigas sempre diziam que doía mais, eu a acalmei dizendo que não iria colocar tudo, e não coloquei mesmo, empurrei a cabeça para dentro do seu cuzinho, dei uma brincadinha tirando e colocando e gosei, gosei muito no cuzinho dela, sentindo minha porra inundando seu anus ela deitou me puxou para sue lado e disse “eu te amo, obrigado por me dar a tarde mais perfeita de minha vida” descansamos alguns minutos e comecei tudo de novo. gosei 4 vezes praticamente seguidas nesse dia, mas com receio de engravidar uma menina tão nova não gosei nenhuma vez na bucetinha dela. ficamos juntos por quatro meses e meio, comigo ela aprendeu a chupar, e como chupava gostoso, deu seu cuzinho para mim várias vezes. era muito bom quando eu ia para casa dela e na frente de sua casa nos trepávamos no carro, ela fazia tudo que eu queria, por isso, mesmo não estando juntos mais, nos amamos, e sempre que é possível marcamos de sair para podermos matar a saudade.
espero que gostem desse também vi que o outro conto entrou no top10 de melhor nota, e de maior número de votos. a garota virgem que estava saindo e que comentei no conto “foi levada ao abate” percebeu que eu só queria comer ela e não quis mais sair comigo, uma pena, seria outra bela historia, mas acontece.
beijos e abraços a todos e todas.</description>
			<category> - Teens</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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