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		<title>Traições</title>
		<description>Contos eroticos de Traições. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Traições</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:11:20 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Corno mas feliz</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/corno-mas-feliz</link>
			<description>Porque sabemos que a tentação existe, acordámos nas nossas núpcias que se alguma vez acontecesse um de nós cometer uma escapadela, não haveria problema desde que fossemos responsáveis, praticando sexo seguro e tento abertura um com o outro, contando tudo sem esconder nada.
No início minha mulher sempre se excitava contando as suas fantasias enquanto fazíamos sexo ou fazendo-me perguntas sobre as reações que havia tido com outras mulheres. Com o tempo, passou a confessar também as fantasias que tinha com outros homens, sobre como achava atraente e desejava este ou aquele vizinho do prédio, sobre os olhares que certos homens lhe deitavam nos transportes públicos e de quanto desejava que o seu instrutor de natação a possuísse nos balneários com o seu barrote negro. Tudo isso nos excitava (e excita) até ao orgasmo. Sempre lhe disse para se sentir à vontade, se quisesse aproveitar alguma oportunidade que lhe surgisse, até porque eu já tinha aproveitado um par delas, sempre na base do nosso acordo. Cheguei mesmo a sugerir-lhe que contrataria um acompanhante para fazermos sexo a três. Dizia-me sempre que eram só fantasias para se excitar, que nunca iria ter coragem de por isso em prática.
Há cerca de dois anos foi transferida para um serviço central na Instituição onde trabalha. Desde logo confessou sentir-se atraída pelo chefe do departamento, divorciado, muito charmoso e sedutor, muitas vezes com piropos e conversas sugestivas para as funcionárias. Daí em diante, as fantasias da minha mulher passaram muitas vezes a girar em torno do seu chefe, de como gostaria de ir vestida de forma provocadora, ficar a trabalhar até mais tarde e seduzi-lo ao ponto de a foder. E dizia-me por vezes: “Deixa lá que qualquer dia faço mesmo”. Conhecendo como eu a conheço, sempre tive alguma dificuldade em acreditar que alguma vez o fizesse, visto ter sempre receio de se aventurar.
Ora, na semana que do Carnaval, enviou-me uma mensagem dizendo que, para cumprirem os objetivos, teria que ficar até mais tarde. Achei estranho, pois não era costume, mas dada a situação das finanças do país, compreendi. Arranjei as coisas em casa até que chegou a hora de ir deitar e ela sem chegar. Se calhar ainda passou por algum shopping ao sair, pensei. Depois de adormecer a criança aguardei deitado na nossa cama. Passavam já das 23 horas quando a minha mulher chegou a casa. Fingi estar a dormir. Passado algum tempo entrou no quarto, despiu-se e perguntou: “Ainda estás acordado? Trago uma surpresa para ti.” E tirou da mala um lenço de papel que desembrulhou e dele tirou um preservativo com esperma lá dentro. “Eu não te disse que qualquer dia não resistia...” e sentou-se em cima da minha cara para que eu a lambesse, estava toda encharcada e começou a contar como, já depois da hora do expediente, aproveitou um elogio do chefe ao que trazia vestido para lhe lançar um sorriso com um olhar lânguido que quem necessita mesmo de sexo. Ele percebeu e tratou logo de a apalpar toda, de a beijar no pescoço, de lhe fazer sair as mamas para fora, de as lamber e ela foi-se deixando levar até à beira da mesa, onde lhe levantou a saia, enfiou a mão até à cona e começou a esfrega-la. Diz ela que todo o seu corpo tremia ao sentir uma mão diferente da habitual. Mandou-a depois baixar-se e tirou para fora o caralho para que ela o chupasse. Enquanto o chupava, com a outra mão esfregava a cona, sentiu então a primeira vaga de prazer que lhe encharcou os dedos. antes que se viesse, ele mandou-a deitar sobre a mesa de reuniões, colocou uma camisinha, levantou-lhe as pernas e fodeu-a tal como ela queria. Conta que fechou os olhos e perdeu a conta ás vezes que se veio. Enquanto descrevia o sucedido eu lambia-lhe o clitóris e de vez enquanto continha-se para ter mais um orgasmo. Eram tão intensos que eu chegava mesmo a sentir que algumas gotas de mijo saiam da sua uretra. Mudou então de posição, de barriga para baixo e ele espetou-lhe novamente segurando-lhe as ancas. Fodeu-a novamente até não poder mais e se esporrar todo. Prontificou-se então a ajudá-lo, retirou-lhe o preservativo e guardou-o discretamente na mala para mais tarde me mostrar.
Saltou então para cima do meu caralho e não foi preciso muito para lhe inundar a cona, tal era o êxtase que eu tinha. Tal era a excitação e o entusiasmo que voltei a ficar de pau duro tornei a fode-la novamente até ficarmos exaustos.
Na semana seguinte voltou novamente para casa tarde, deitou-se na cama e pediu-me que lhe lambesse as mamas, cheiravam a esperma, o chefe havia-se esporrado todo para cima delas. Ainda hoje não sei porquê, mas senti-me muito feliz e orgulhoso pela minha mulher.
Daí para cá, tem fornicado não só com o chefe mas também com outros homens que com ela metem conversa. Mas conta-me sempre tudo. Alguns vêm mesmo cá a casa e eu fico escondido a ver. É super excitante!
Num destes sábados, voltava eu de uma manhã de trabalho quando chegado a casa ouvi gemidos vindos da sala de estar. Pensei que estivesse a ver um filme porno e a masturbar-se. Devagarinho aproximei-me e espreitei pela fechadura. Vi-a então sentada no sofá e um homem moreno já despido a lamber-lhe as mamas enquanto decorria um filme porno no canal Hot. Depois levantou-se e enfiou-lhe o caralho na boca ao qual ela correspondeu com uma deliciosa mamada. Antes que ele se viesse, coloco-se de quatro sobre o sofá e deixou que ele a fodesse até se vir todo dentro dela. Mais um pouco de filme e a minha mulher voltou à carga, sentando-se sobre o membro novamente erecto do homem, cavalgando-o até ficar satisfeita. Pelos urros que dava deve-se ter vindo umas três vezes antes de ele se voltar a vir também. Escondi-me e foram tomar banho juntos. Depois de alguma conversa ele saiu e eu apareci. Sem surpresa, contou-me que era um motorista da Carris (autocarros) com quem tinha metido conversa durante a semana. Mais uma vez passámos o resto da tarde a foder até nos cansarmos.
Agora deseja ser fodida por um preto com uma grande ferramenta, como ela diz. Pode ser que o instrutor de natação lhe faça o jeito...!
Sou um marido corno mas em constante excitação e por isso, feliz!</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha no sitio.</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-no-sitio</link>
			<description>Elzinha no sitio

Um fim de semana legal. 
Um amigo Grassiano nos convidou para um churrasco em seu sitio. 
Na verdade trabalhamos juntos já há anos. Fomos padrinhos de casamento um para o outro. 
A esposa dele Bárbara é uma mulher bem linda. Também é jovem como Elzinha e se dão muito bem. Ele não tem filhos, nós temos dois meninos.
As duas vivem se encontrando para ir ao shopping para comer algo ou ir ao cinema. 
Estão sempre de papos, assim de pé de ouvido, riem demais.
O sitio é bonito e tem uma linda piscina.
Lá chegando, todo o pessoal ia tirando ou trocando de roupa por um calção ou biquíni. 
O dia estava ensolarado e quente. Alguns mergulhavam, outros jogavam vôlei ou ainda futebol. 
Um tio de Grassiano que era produtor de abacaxi era o churrasqueiro.
Com o tempo o pessoal deixou as atividades esportivas e passou a atacar o churrasco. Tinha tudo o que se quer de bom. E cerveja, muita cerveja super gelada. Assim, o papo foi rolando o churrasco também e a cerveja idem. Horas depois percebi que grande parte do pessoal já tinha ido embora. Eu tinha bebido um bocado e estava com sono.
Chamei Elzinha e perguntei se ela gostaria de tirar uma soneca. Ela também tinha bebido um bocado. Concordou comigo e fomos para dentro da casa, agora fresquinha. 
Procuramos um quarto com duas camas de solteiro. Deitamos juntos. Eu tentei transar com ela, mas fui empurrado de lado, pois ela dizia estar morta de sono. Assim, passei para a outra cama. 
Não sei quanto tempo depois despertei de meu sono com murmúrios que vinham da cama de Elzinha. 
Eu ainda estava zonzo e meio dormindo. Apenas abri os olhos e vi algo fascinante acontecendo. 
Elzinha estava sentada sobre os quadris do Grassiano e se mexi loucamente. Ao mesmo tempo mantinha uma das mãos sobre a boca dele. Mesmo falando baixinho eu podia ouvir: 
Não se mexe muito, não faz barulho para ele (eu) não acordar... Fica quietinho, deixa eu te comer meu safado gostoso. Fechei meus olhos e senti uns horrendos ciúmes. Uma vontade louca de gritar, espernear, matar os dois.
E ao mesmo tempo senti um tesão maior que tudo o que já havia sentido na vida. Eu sempre soube, até falávamos muito sobre isso. Ela sempre fazia seus programas e me contava os detalhes. Tudiho mesmo. Cada gesto, palavra, onde, como e quando. Quanto, de que maneira e por ai ia. Ela adorava ser comida, podia ser em um carro, elevador, em motel, na praia e isso com gente por perto. Quando voltava do trabalho, com seu carro dava carona para alguém a comer. De ônibus sempre ficava na traseira, para poder chupar um pau gostoso ou também poder dar uma rapidinha. Em todas as viagens de ônibus que fez, sozinha ou em grupos, sempre estava sendo comida por alguém. Eu adorava ouvi-la contando os detalhes dessas fódas todas. 
Percebi que eles dois estavam gozando juntos. Pela respiração ofegante dele e os gemidinhos dela. Ela continuava por cima dele, imóvel.
Algum tempo depois, ela se levantou e colocou-se de quatro com o peito apoiado na cama. 
Ela estava do outro lada da cama, assim de frente para mim.
Ele se ajoelhou atrás dela, e percebi pelo movimento e por um gemido que ele estava comendo seu ânus. Ela gemia baixinho e rangia os dentes. E eu podia ouvir ele dizendo que ela era uma cadela vagabunda e que ele queria encher o cú dela de porra. Mais movimento e um gemido. 
Enfia mais viado gostoso, me arromba toda seu puto... 
... põe mais fundo, quero mais, mais, me arrebenta seu corno safado... 
Eu podia ouvir o movimento de entra e sai do pau dele no cú dela. 
Pelo resto de luz que vinha da janela, percebia como ela estava com os olhos brilhantes e o rosto coberto de suor. Uma indescritível feição de tesão. 
Eu já nem sabia mais o que fazer. Ficar ali fingindo de morto. Ou dizer algo, ou ainda bater uma punheta mais louca. Meu tesão e raiva eram incríveis. 
Devo dizer que era um marido honesto. Eu era louca e totalmente apaixonado por ela. Já contei antes, casei com ela por saber que era uma putinha, ou galinha. Sempre gostei de putas. Meu sonho era casar e viver a vida todo com uma. 
E desde o começo de nossa relação, sempre a incentivei em suas saídas e casos. 
Tanto que era eu que comprava suas roupas, as mais safadas e ousadas. Seus biquínis e especialmente sua lingerie. 
Meu tesão era sair com ela mostrando como era gostosa e safada. Pois ela sempre flertando com alguém. Com sua, dela, próxima vitima. Isso acontecia onde íamos, barzinhos de praia, restaurantes, no shopping, na praia. Ora em qualquer lugar. Ela sempre usou minissaias, assim também costuma sair sem calcinha para ficar se mostrando nos lugares que estávamos. 
Lembro de rapazes ou homens que quase perdiam os olhos, de tão esbugalhados.
E o a pior malvadeza, sutilmente ela ficava se masturbando com as pernas bem abertas por baixo da mesa. E ria, ria demais do que estava fazendo. Eu por minha parte enlouquecia de tesão. 
Passados mais alguns instantes notei que ambos se levantaram e foram para fora do quarto. 
Graças sejam dadas. Já não agüentava mais. Estava com o pau duro e comecei a me masturbar, devagarzinho, lembrando dos sons e as imagens que tinha percebido ali a meu lado. Gozei como louco. Senti o orgasmo em cada célula de meu corpo. Gozei varias vezes. 
A delicia das delicias. 
Quando também fui para o jardim, notei que bem poucas pessoas, ainda estava por ali. 
Com a cara cansada de tanto comer e beber. 
Encontrei Elzinha deitada em uma esteira. Como que dormindo.
Me aproximei beijando sua face e perguntei: 
-- Vamos para casa? 
Ela respondeu: E o Grassiano? Temos que nos despedir dele, agradecer pelo churrasco. 
Eu lhe disse que Grassiano tinha ido dormir. Assim me disse Bárbara. 
Elzinha levantou-se vestindo a blusinha negra de gaze transparente e seu micro short que deixava sua bunda ainda mais arrebitada e com as polpas a mostra. 
Chegando em casa, fomos direto para nossa enorme cama e ele se agarrou a mim e com uma voz que só ela tinha em hora de tesão disse: 
Como você foi um amor e bonzinho como sempre. Tenho um presentinho para você. 
Colocou em minha mão, sua calcinha negra. Toda molhada e melada de porra. 
E continuou: --- Você não vai saber quem foi, nem onde foi. Mas foi uma delicia. Comi e fui comida divinamente. Poe tua mão aqui nas minhas coxas. Ta sentindo. Esta escorrendo quentinha ainda. Só para você meu amor. 
Ato continuo sentou-se em minha cara e começou a esfregar sua maravilhosa bucetinha em minha boca, dizendo: 
Bebe amor, bebe até a ultima gotinha. Tudinho só para você. 
Se você gostou me escreva que conto mais.


Biscate69@aol.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha com raiva</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-com-raiva</link>
			<description>Elzinha com raiva 

É uma coisa muito chata mesmo.
Eu e Fernando somos casados já há alguns anos. 
Temos dois filhos, 9 e 11 anos de idade.
Fernando trabalha como consultor em uma empresa internacional. 
Eu decidi cuidar dos filhos e da casa. Ambos vão à escola, assim ajudo nos deveres.
Claro, também cuido. E muito bem do Fernando. 
Casamos-nos depois de um longo caso amoroso. Trabalhei na mesma empresa. Ambos morríamos de tesão um pelo outro. Assim, era comum fugirmos do trabalho e ir para um hotel onde passávamos tardes sem fim.
Eu havia saído de um casamento anterior, assim tipo café-com-leite. 
Nossa vida era calma e gostosa. Nos fins de semana íamos a praia ou então velejar. Alias, coisa que eu não gostava muito. 
Como sempre ocorre, com o passar do tempo, o tesão entre nós dois de alguma forma diminuiu. Bem, o dele. Minha continuava a toda. Nunca fui fiel, assim vez ou outra tinha algumas aventuras rápidas e em lugares os mais loucos. Sempre gostei de jovens. Assim, estava sempre de olho no primeiro que tivesse algo a oferecer. 
Em uma tarde de sexta-feira, levei os meninos a casa de uma amigo onde iriam ficar pelo fim de semana. Fernando e eu iríamos a uma festa em desses clubes finos e cheios de gentes lindas. Passei o resto da tarde me preparando fiz o cabelo e escolhi um vestido bem lindo. Um tubinho branco acetinado, com um grande decote nas costas. 
Quando Fernando chegou, não estava de bom humor. Tanto que quando o beijei, ele não correspondeu. Achei raro, e não gostei nada. Mas, sempre tem uma mas. 
Como toda boa esposa, falei que ele devia banhar-se e aprontar-se para irmos a tal festa. 
Novamente mal humor, e também rispidez. Porem, acabou indo banhar-se.
Quando fui ao quarto, ele estava praticamente pronto.
Eu me servi de um frasco de meu perfume preferido, Poison. 
Nisso ele diz para mim: O que! Esse perfume de piranha, esse vestido de piranha. 
Fiquei inicialmente sem saber o que dizer. Ele me havia dado o perfume, e dizia que amava meu vestido. 
Como sempre fazia, Fernando foi para o banho, largando suas roupas pelo corredor. 
Eu como sempre as recolhia e guardava o que era para ser guardado e colocava o restante na cesta de roupas para lavar. Foi quando vi que havia uma grande mancha de batom em um dos ombros de sua camisa. Minha reação inicial foi de ódio mortal. Porem decidi não dizer nada. Não agora. 
Mas, já na entrada da festa é que me dei conta que ele devia ter aprontado algo e por isso estava me ignorando. Alem de ser ríspido. 
Entramos, cumprimentamos e achamos um grande numero de amigos e conhecidos. Gente do trabalho dele e algumas amigas minhas. Pelo visto a festa iria varar a noite toda. 
Encontrei Ângela, minha amiga e esposa de Walter um colega de Fernando. Ela estava mal humorada e raivosa. Perguntei o motivo e ela me disse: Descobri que o Walter andou aprontando hoje de tarde. 
Menina! Disse eu: você não vai acreditar, o mesmo aconteceu comigo.
Fala daqui, conta de lá, ficamos as duas em uma conversa bem acida sobre nossos “esposos”. 
Foi então que Ângela disse. Sabe eu não vou deixar isso assim não. Você bem saber eu sou filha de árabes, assim: dente por dente... 
E me perguntou: Você vem comigo? 
Ir ode, fazer o que? Qual é tua idéia? 
Deixa comigo, disse-me ela. Agarrou minha mão e fomos ambas saindo para o estacionamento do clube. 
Depois de coisa de 15 minutos de carro, chegamos em um barzinho. Perto da praia. 
Um ponto de reunião de jovens. Meninas e meninos. Mas, cada menino.
Estacionado o carro, fomos para o tal barzinho e da forma como estávamos vestidas, éramos a atração dos meninos. E assim logo, passaram a dirigir olhares e também a enviar torpedos por um dos garçons. Um dos torpedos vinha de um garoto alto e forte, de olhos azuis. Que ambas já estávamos de olhos. No torpedo estava escrito: Para as duas rainhas, somos os súditos que trarão o amor infinito. Ângela fez um gesto convidando o jovem a aproximar-se. 
Carlos seu nome. Lindo, lindo, lindo. Tão jovem. 
Sem perder tempo ele foi dizendo que poderia nos proporcionar algo que jamais iríamos esquecer. E se estávamos a fim? Ambas acenamos dizendo que sim. Sem saber o que seria.
Fomos para a calcada e lá havia um grupo de jovens amigos de Carlos. Se apresentaram e perguntaram se topávamos ir até o fim de umas das praias para conversar e beber algo. 
Concordamos e fomos buscar nosso carro, conosco vieram três dos jovens. Os demais estavam em outro carro. No total eram nove os jovens. 
Chegamos ao fim da praia, carros estacionados mostravam que o interesse geral era o namoro.
Descemos e os jovens deixaram musica invadir o silencio da noite. Alguns tinham algumas garrafas a mão e iam bebendo e passando ao próximo. Vodca e Conhaque. Nos duas também bebemos. Assim começamos a dançar lá na areia. A noite estava quente e convidativa. 
Sem grandes pudores Carlos, tirou as calcas e estava nu. Rindo e abraçando nós duas disse: Venham, vamos nadar. 
Ambas não pensamos duas vezes, o álcool já fazia efeito. Tiramos nosso vestidos e de biquíni, cinta-liga e sutiã fomos as carreiras para dentro do mar. Junto os jovens, fazendo grande algazarra. Mergulhamos e nos deliciamos com a água quase morna. 
Voltamos para junto dos carros e quando perguntamos sobre uma toalha para nos secar. Carlos disse: Nossas rainhas, agora vão servir a vossos escravos. E assim, estávamos de súbito, ambas, deitadas na areia com mil mãos a nos acariciar. Delicada e gentilmente acarinhadas. Claro que isso não poderia ficar por ai. Carlos passou a me beijar, e eu senti seu corpo sobre o meu. Ângela estava por sua vez com dois dos garotos como se fosse um recheio de sanduíche. Sim, eles faziam um sanduíche dela. O que foi logo acontecendo comigo.
Carlos agora estava deitado de costas, eu sobre ele e um outro rapaz sobre mim. Nisso percebi que era penetrada por ambos. Um na frente o outro atrás. Senti um prazer incrível. Estava toda arrepiada e já estava gozando. Nisso um outro rapaz ficou de cócoras a minha frente, e enfiou o membro dele com força em minha boca. Não me fiz de rogada. Me mexia para os dois que me penetravam e chupava o outro com o maior tesão.
Assim, percebi quase a meu lado Ângela que gemia e estava na mesma situação.
Como se sob comando os três que estava me usando, gozaram quase juntos. Dando gritos de prazer. O mesmo fiz eu. Logo a seguir foi Ângela quem gozou gritando muito mesmo. 
Não sei quem, mas percebi que era novamente duplamente penetrada e tinha um grande pau em minha boca. Meu prazer, o meu tesão foi aumentando de forma incrível, eu gania e rebolava sentindo o tesão daqueles jovens. Fundo, muito fundo dentro de mim. Em minha boca, em meu coração. Novamente eles gozaram. E eu mais ainda. 
Dessa forma o tempo passou, coisa de duas horas. Cada uma de nós foi devorada por cada um dos rapazes. Na frente, atrás e na boca. Eu sentia que tinha esperma escorrendo pelas minhas coxas. Nos duas nos vestimos e demos um jeito em nossos cabelos. Assim, na praia e nos escuro. Fomos de volta para o clube, no caminho deixamos os jovens com nossos telefones. 
Tanto Fernando como Walter estavam na porta clube a nossa procura. 
Onde vocês estavam? Grande era nossa preocupação com vocês duas. 
Vossos cabelos estão molhados. O que aconteceu? 
Ângela e eu quase em uníssono dissemos: Foi a chuva. 
Demos um pulo lá na zona dos barzinhos, e pegamos. Digo fomos pegas pela maior chuva.
Ambas estamos molhadinhas. Totalmente.
Vocês nem podem imaginar. 
Nessa noite Fernando quando já estávamos em casa, queria por que queria fazer sexo comigo. 
O que recusei. Eu dizia estar cansada em tinha que dormir.
Ele não gostou de minha atitude. Porem, desistiu.
Nisso colocou sua mão entre minhas coxas e disse: Meu amor, mas que chuvarada, você esta toda molhada até aqui nas tuas coxas... 
Se gostou escreva para:

Biscate69@aol.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha, minha puta</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-minha-puta</link>
			<description>Minha puta Elzinha 

Sempre gostei de putas.
Desde de bem jovem sempre busquei e aprendi com elas.
Tanto assim, que passei a sonhar, bem acordado, em casar com uma puta.
Acabei casando com algumas. Mas, sempre tem um mas. Nem todas eram como eu desejava ou havia sonhado. 
Me separei, casei e separei.
Até o dia em que encontrei Elzinha.
Morena, baixinha, magra e de peitinhos duros e lindos.
E a bunda de tomate mais linda que vi em minha vida. 
Trabalhávamos em uma mesma firma. Ela psicóloga e eu um dos chefes.
Todos comentavam que ela era uma biscate, uma putinha da pior espécie.
Que corneava o marido, com qualquer um.
Isso me encheu de tesão e vontade de a conhecer melhor.
Passei a perguntar e pesquisar e de fato obtive a confirmação que ela era mesmo da pá virada. 
Assim, comecei a freqüentar suas atividades do teatro amador. 
E assim nos aproximamos e começamos a nos conhecer.
Coisa de dois meses depois, eu havia me separado novamente e perdido minha mãe.
Elzinha veio um dia ao meu escritório para me dar pêsames e me consolar. 
Ao sair, se aproximou de mim e me beijou. Não um beijinho, senão um beijo de língua que me fez ficar louco de tesão. 
Tranquei a porta do escritório, plenas 14:30 de um dia de trabalho.
Agarrei sua cabeça e beijei-a loucamente.
Enquanto isso, ela abriu o zíper de minhas calças e se ajoelhou a minha frente, passando a me chupar. 
Ela o fazia de forma maravilhosa, literalmente engolia meu pau e o mordiscava me dando mais e mais tesão. Assim, gozei como louco. Ela não perdeu uma gotinha de minha porra.
Conclusão, coisa de três meses mais tarde nos casamos. Um escândalo na firma. Uma parte comentando sobre o novo corno. A outra com inveja por eu ter aquela mulher linda, louca e maravilhosa só para mim.
Fodiamos de manha, na hora do almoço e de noite.
No escritório dela, no meu. No carro, na praia, quando andávamos de ônibus interestaduais. Em elevadores que parávamos entre dois andares. Fodiamos o tempo todo, que tivéssemos um instante a disposição. 
Um domingo na praia, ela acabou por me contar todas, quase, suas historias de amores loucos.
Isso me encheu de tesão e um louco desejo.
Pedi a ela para sair mais tarde. Ir com nosso carro a praia e encontrar alguém para ela comer e ser comida. Sorrindo ela aceitou meu pedido. Colocou uma micro saia, uma blusinha de seda branca e o melhor para mim. Completa lingerie negra. Calcinha, o sutiã e cinta liga. As meias também fininhas e negras. 
Depois de duas horas ela voltou para casa. Chorando muito. Perguntei o por que e depois de muito esperar ele me contou que tinha fodido demais, com um rapaz lindo e que ele havia gozado em sua boca e na bunda alem de duas vezes na buceta. Mas, o que ela queria era que eu estivesse lá, junto com eles. Louco de tesão e de ciúmes comecei a enfiar meus dedos em sua buceta e senti-la toda molhada e melada. Suas calcinhas estavam úmidas e suas coxas também. Ela gemia e dizia que queria mais porra. 
Assim, fodemos, por horas. Um calor danado, suamos o que podíamos. Gozamos e gritamos tanto que acordamos os vizinhos. Alguns meses depois percebemos que o zelador ficava sob nossa janela, 1° andar, e se masturbava loucamente nos escutando... 
Eu trabalhava muito e ela tinha muitas folgas devido ao trabalho na cidade. 
Algo que me deixava louco de tesão e ciúmes era imagina-la fazendo de suas artes com alguém. Na praia, em casa, no carro. Ora em qualquer lugar.
Tesão e ciúmes que se abrandavam quando eu chegava em casa e ela sorria me dizendo: tem um presente para você.
O presente era ela me contar o que havia feito, nos mínimos detalhes. Não me deixava tocar nela. E depois levava minha mão para o meio de suas coxas quentes, onde eu podia sentir aquela umidade que me enlouquecia. Ela toda era um mar de porra. E isso me deixava louco de mais tesão ainda e fodiamos como loucos. 
O que ela mais gostava de fazer era mentir para mim. 
Sempre mentia que não tinha feito nada. Como eu podia pensar isso. Que ela não tinha tempo nem tesão. Que todo seu, dela, tesão era por mim. 
Ato continuo quando eu fazia cara de pidão e desolado por não haver presente. Ela ria, aquele sorriso perolado e safado e me puxava para o quarto onde metia minha mão no meio de suas coxas. Depois arrancava suas calcinhas, sempre negras, e esfregava em minha cara. 
E assim começava tudo de novo.
Elzinha foi de fato a mais perfeita e maravilhosa pauta que tive em minha vida.
Ela fodeu com todos meus amigos e conhecidos e claro desconhecidos também.
Com o tempo descobri que o que ela gostava mesmo era de jovens. Bem jovens mesmo. 
Assim, ela passou a colecionar amantes jovens e bem feitos. 
A maior parte ela me apresentou como seus amigos. E eu como tio dela.
Se você gostou conto mais pelo email. 


Biscate69@aol.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha, surpresa</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-surpresa</link>
			<description>Uma surpresa enorme. 

Anteriormente comentei sobre meu arranjo com Elzinha minha mulher.
Que ela poderia sempre sair para trepar com quem escolhe-se. 
Talvez assim ela viesse a sentir o orgasmo que nunca sentiu.
Ela apenas tem orgasmo quando se masturba ou é masturbada. 
Por suas saídas, ela tinha formado certa quantidade de “amigos” o pessoal La da praia. Que vez ou outra trepavam com ela. Eu nunca quis saber o nome de nenhum deles. O que me interessava era ela contar os detalhes. De como fora comida. Se tinha chupado antes ou depois de cara comer seu cu. Se tinham gozado na cara dela. Como era o pau do amigo que a tinha comido. Se era bom de foda. Se ela também o tinha comido. O que sempre fazia comigo. Onde eles tinham ido foder? Na praia ou no carro, ou na casa de algum deles? Como ela tinha feito para atrair sua “vitima”. Assim ela os chamava. 
Ela adorava foder na praia, para sentir-se vigiada e vista pelas pessoas. Isso aumentava loucamente seu tesão.
Lembro que uma vez chupou um jovem em uma viagem de ônibus. O ônibus lotado, ela colocou um lenço sobre a sua cabeça e pronto. 
Outra vez fodeu com um senhor em uma viagem de avião entre Palegre e Rio. 
Ela sempre adorou esse tipo de “perigo”. 
E o melhor, eu sempre estava por perto ou junto a ela. 
O que eu sempre queria meu presente dado por ela. Era poder sentir suas coxas meladas de porra, o mesmo com suas calcinhas. Que ela jamais tirava para trepar. Apenas afastava de lado. Assim, não perdia nenhuma gotinha. 
Afinal era o meu presente.
O meu tesao maior minha loucura mesmo era o ciúmes que sempre sentia por ela em suas saídas, e depois quando podia enfiar meu pau fundo na sua buceta todinha melada de outro macho.
Mas, ia me esquecendo do que queria contar: Em uma sexta-feira tive que trabalhar até de noite. Quando voltava para casa, sabia que iria poder ter algum presente muito especial como sempre, e ouvir seus reatos em todos os detalhes. 
Chegando em casa, abro a porta e percebi que havia alguém mais em casas. Fui a nosso quarto e lá estava ela com mais cinco jovens. Todos pelados, ela apenas de calcinha. Uma calcinha minúscula de seda negra. Totalmente melada. Que eu havia comprado há poucos dias para ela. 
Eles não se importaram com minha chegada. Ela estava sendo comida em dupla penetração, e tinha um caralho fundo em sua boca. 
Afastando por um minuto sua boca, disse: Meu amorzinho senta um pouco ai que estamos quase no fim. Passamos a tarde toda fodendo e eles têm que se mandar. Eu tenho um presentão para você. E quero te contar como foi maravilhoso ser comida por eles todos. 
Hoje bati meu recorde. 
Dito isso volto ao que estava fazendo, e logo depois o rapaz com grande gemido gozou na cara dela. 
Passando as mãos sobre o rosto, recolheu a porra ali depositada e passou pelos seus seios maravilhosos.
E assim de forma gentil e brincalhona disse: 
Meninos, vistam-se e vão dando o fora. A gente se encontra outra hora. La no Triangulo. Não, não esquecer: trazer mais alguns amigos junto. Quero aumentar meu recorde.
E assim eles fizeram.
Foram saindo, todos felizes e dando beijinhos. 
Ela, novamente deitou-se na cama e com aquele sorriso maroto e delicioso me disse:
Vem meu amorzinho, poe tua mao aqui, sente como estou toda melada. 
Sente minhas calcinhas elas estão encharcadas de tanta porra.
Agora você vai fazer o que sabe fazer bem direitinho: me limpar todinha com tua língua gostosa. 
Vou sentar em tua boca e te comer bem fundo e gostoso.</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha sabe, morro de ciumes</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-sabe-morro-de-ciumes</link>
			<description>Elzinha sabe, morro de ciúmes mas…

É verdade. Somos casados já ha coisa de oito anos. Um casal comum, nem lindo nem feio, bem apessoados. Eu sou do tipo grandão, ela é miúda. Tem uma bunda linda. Tipo tomate. Um sorriso franco e aberto. Sempre safado.
Desde que nos conhecemos fiquei triste em saber que ela não tinha orgasmo. Apenas se fosse chupada ou masturbada. 
Assim, por minha educação e cultura, dei a ela toda a liberdade, sempre que tivesse vontade de transar com quem ela senti-se vontade. 
E assim isso passou a ser parte de nossa vida. 
Nós dois temos e sempre tivemos uma vida sexual super ativa. Transamos todos os dias. Em casa, no carro, no trabalho, em cinemas ou na praia. 
Vez ou outra ela me avisava que estava com tesão de sair com alguém, outro qualquer e La ia ela.
Eu ficava em casa e esperava, preocupado, por sua volta. 
Como vivemos perto da praia, é pára lá que ela ia em suas caçadas. 
A noitinha quando casais ou solteiros saiam para passear pelo calçadão por causa do calor.
Sempre que ela voltava, vinha com um sorriso safado e faceiro dizendo: Meu bem, eu trouxe um presentinho para você. 
Na hora eu ficava louco de tesão , íamos para a cama, e quando colocava a mão em suas coxas, podia senti-las meladas, cheinhas de porra. A calcinha também toda melada.
Daí começávamos a trepar furiosamente, ela sempre me cavalgava. Pois dizia que assim sentia que podia estar me comendo. O que ela sempre fazia com todos os homens.
Ele me deixava louco de tesão , mas me ameaçava se eu goza-se sem ela deixar.
O que ela sempre fazia comigo era me comer. Sim com seu dedo médio, enfiava ele na sua buceta toda cheia de porra e depois no meu cu. 
E assim me masturbava e depois de um tempo, ai sim dizia que eu podia gozar. 
Claro sempre gosava como louco. Morria de tesão e ai ela sentava em minha cara, e esfregando sua buceta gritava que era para eu limpar tudinho. Não deixar uma gota. 
Não deixar nada da porra do macho que a tinha comido. Claro sempre obedeci, pois isso me aumentava ainda mais o tesão. Ai eu conseguia ficar novamente de pau duro e ela me chupava para gozar na sua cara. 
Minha confissão é de que com o passar do tempo eu comecei a obrigá-la a sair quase todos os dias para ir trepar com alguém. O que ela nem sempre tinha vontade. Mas fazia dizendo que era por mim. 
E também com o passar do tempo, percebi que a cada saída dela, eu ficava mais e mais ciumento. Um ciúme louco e opressivo. Mas, nunca disse nada a ela. 
Pois ao mesmo tempo morria de tesão esperando por sua volta. Sempre com aquele sorriso maravilhoso e safado. Dizendo: meu bem, meu amorzinho tenho um presentinho para você.
E assim, tudo recomeçava novamente. Eu com ciúmes, e ela com a buceta toda melada e cheia de porra. Dos garotos da praia.
Estou escrevendo e esperando que ela volte. Quando ia saindo me disse que hoje tinha algo especial: eram três garotos para ela comer ao mesmo tempo. E que meu presente seria muito maior que os anteriores. 
O que me deixava angustiado era esse sair com mais de um. Ir para a praia e lá ficar fazendo suas orgias. Ela não bebia nada. Mas eu tinha medo do que os garotos pudessem fazer com ela. 
Porem meu tesão e o ciúmes me invadiam novamente e eu ficava na janela esperando nosso carro aparecer no meio do escuro.
Eram momentos de pura alegria e prazer, quando ela entrava porta adentro arrancado sua blusa e a saia, ficando apenas de calcinha. Essas super meladas da porra de seus “amigos.” 
Assim ambos nos atirávamos na cama ou no sofá da sala.
E assim eu podia receber meu presente enquanto ela me contava todos os detalhes, um por um de como havia comido ou sido comida. 

Por isso eu a amo tanto. 


Escreva para Elzinha. Ela adora comentários safados. 

Biscate69@aol.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha, sol, praia e...</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-sol-praia-e</link>
			<description>Elzinha, sol, praia e...

Vivemos em Vitoria não longe do mar.
Porem, Elzinha sempre reclamava que tinha que andar muito para ir tomar sol. 
Mesmo indo de carro. Coisa de 3 minutos.
Em verdade o que ela gostava mesmo era de se expor em seus minúsculos biquínis.
E assim ficar observando a rapaziada indo e vindo e dizendo o que iriam fazer com ela.
E isso quase todos os dias. Comigo junto ou não.
Eu fazia de conta que não ouvia nada. Pois sentia tesao em ouvir as coisas que eles diziam para ela. Em um dado sábado, ele mostrou interesse por um jovem bem apessoado que já tinha ido e vindo algumas vez pela praia, sempre sorrindo e mandando beijinhos. 
Ela me pediu para ir dar uma volta.
Aceitei e fui até um bar para beber uma cerveja

De onde estava sentado, podia ver Elzinha bastante bem. 
E reparei quando ela fez um sinal pedindo ao jovem para vir para perto dela. 
Ele se aproximou e sentou-se a seu lado. 
Continuei bebendo minha cerveja e ao olhar novamente para a praia levei um susto.
Elzinha e o jovem não estavam mais lá. 
Ainda havia muita gente por ali. Imaginei que teriam ido para a água. 
Sabia que uma das taras dela era ser comida na praia dentro da água.
Mas, ali eles também não estavam.
Minha cerveja acabou. 
Pedi outra e fiquei bebericando. 
Nada dos dois aparecerem. 
Julio um amigo nosso, apareceu e sentou-se junto a mim.
Falamos um monte de coisas e ele me perguntou: Cadê Elzinha? 
Você não veio sozinho, veio? 
Respondi dizendo que não. Mas que também não sabia onde ela estava.
Rindo ele me disse: Você sabe mulher, sol e praia...
Nunca se sabe...
Lembra, eu era casado com a Dolores à prima dela. 
E as duas sempre davam um jeito de desaparecer da praia. Dai apareciam como se nada houvesse ocorrido. Horas depois. 
Até que um dia a Dolores me contou o que as duas faziam e eu fiquei muito puto e me separei dela. 
Olhando para mim, deu uma risada dizendo: mas você...
Respondi a ele que mais valia comer feijoada junto do que mingau de aveia sozinho.
Elzinha tinha lá seus casos. E eu os meus. Assim, estava tudo bem.
Alem de tudo eu morria de amor por ela. Não podia nem imaginar a vida sem ela por perto. 
O tempo passou. A praia foi ficando vazia. Julio se despediu e foi para casa. 
Sem saber muito bem o que fazer, paguei a conta e fui andando para casa.
Carol nossa cadela dobermann veio me saudar no jardim.
Eu estava descalço e entrei pela porta do lado. 
Nisso escuto vozes no quarto. 
Fui para lá, e parei na porta entreaberta. 
Pude ver como Elzinha estava sentada de frente para os pés do garotão. 
Ele a agarrava pela cintura e eu podia ver que estava com seu pau todo enterrado no cu dela. 
Ela gemia e dava gritinhos. Pedia mais, sempre mais.
Enfia tudo... me arromba o cu seu corno... Quero mais... goza de novo no meu cu...
E ele de olhos fechados dizia que o cu dela era uma delicia, apertado e quente.
Dizia que ela era uma cadela de rua, uma cadela puta e tesuda. Uma loucura de tesao o cu dela.
E de repente os dois gozaram juntos. 
Ela cavalgando o caralho dele, todinho em seu cu.
Seus movimentos eram alucinantes e sem parar para nada.
Nisso, sem quase sem respirar, virou-se e sentou-se sobre o caralho do garotão e começou seu jogo de vai e vem, pedindo para ele gozar na buceta dela. Uma vez mais. 
- Só uma vez mais meu amorzinho.
Ali ao lado da porta eu estava como que petrificado. Meu pau estava duro e eu sentia um tesao incrível de ver minha esposa sendo comida tanto assim. Sendo como sempre era tão puta. 
Muitas vezes já a tinha visto sendo comida. Ou melhor, ela comendo alguém. Mas dessa vez a surpresa foi mesmo demais. Eu não estava nem imaginando nada. Eu sempre adorei poder comer seu cuzinho e a buceta quando cheios de porra de algum de seus machos. 
Nunca quis sabe o nome de ninguém.
Mas queria sempre e ela me contava todos os detalhes de como tinha sido.
Onde haviam ido, na praia, no carro, na casa dele, ou em nossa casa quando eu estava no trabalho. De que maneira ele a tinha tratado. Ela adorava ser chingada e humilhada, como puta e vadia de rua. Era assim que seu tesao aumentava, mais e mais até ela quase morrer de gozar. 

De repente como saindo de um traze percebi que ela me chamava:
Amorzinho, meu macho corno adorável. 
Vem cá, deixa te apresentar o Junior. 
A gente se conheceu hoje lá na praia.
E agora ele vai para a casa dele. Disse isso dando um tapinha na bunda do garotão. 
Ele vestiu seu calção, me deu a mão e saiu pelo jardim.
E ela como sempre estava com suas calcinhas ridiculamente minúsculas. 
Isso para não perder uma única gotinha de tudo o que ela tinha recebido, em seu cu e na buceta.
Esse era nosso trato. 
Esses eram meu presente, que eu adorava receber sempre que ela saia para comer alguém. . 

Elzinha com aquele sorriso safado e diabólico disse: 
Vem meu corno, vem.
Agora você vai me chupar todinha.
Até a ultima gotinha. 
Assim, me deixaeu sentar na tua cara seu safado. Chupa meu grelo, ele esta louco por tua boca.
E esta todo meladinho. Do jeito mesmo que você adora. 
Sente o quanto de porra tem ai para você.
Vai me deixar limpinha. 
E comer meu cu que esta todinho arrombado só pra você. 

E assim foi.


Fale comigo, me conte o que sentiu. Elzinha adora receber comentários safados. 
Biscate69@aol.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Elzinha, a ameaca..</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/elzinha-a-ameaca</link>
			<description>Elzinha, a ameaça...

Estávamos em uma festa de comemoração da firma.
Algo por termos alcançado os maiores níveis de venda no ano.
Estavam presentes toda a chefia e todo o pessoal acompanhados de maridos ou mulheres. 
Pelo grande numero de participantes fora resolvido fazer a festa em um dos galpões da firma. 
O pessoal começou a chegar ai pelas 17:00 horas e agora as 20:00 creio deviam estar todos presente. 
Havia uma mesa farta cheia de comidinhas gostosas. Fora se fazia-se um churrasco. 
Havia também vários tipos de bebida. 
Elzinha minha mulher estava encantada, pois tinha encontrado muitas de suas conhecidas e conhecidos. 
Ela estava super bem vestida. Com um mini vestido de seda negra que alem de curto, muito mesmo. Tinha enorme decote. 
Por ser bem justo, o vestido mostrava todas suas curvas. 
Ela é muito graciosa e de largo sorriso. 
O pessoal dançava e se divertia a valer. 
Vez ou outra eu podia vê-la dançando sempre com Carlão. Um grande amigo meu e companheiro do time de vendas. 
A esposa dele, não era muito chegada em dança. Assim estava sentada com mais algumas conhecidas.
Na firma sempre se comentava que Carlão era muito chegado em transar a mulher do próximo. 
O que me era difícil acreditar, pois éramos amigos já há tantos anos. 
E ele jamais falou em aventuras suas. 
Saiamos juntos com nossas mulheres. Torcíamos para o mesmo time e sempre que possível viajávamos juntos nos feriados ou nas férias. 
Elzinha gostava muito dele. E sempre repetia isso.
Tanto Carlão como Elzinha gostavam das viagens que fazíamos para a praia. 
Os dois nadavam bem e se divertiam muito.
Eu e mulher dele, ficávamos na praia ou então em casa dormindo. Aproveitando as horas longe do trabalho.
Algumas horas e cervejas depois. Eu estava tonto e não via mais Elzinha.
Nisso chegou Waltinho, um outro colega, também já bem tocado dizendo:
-- Meu acorda! Vi a Elzinha e o Carlão no maior amasso lá no teu carro. 
Ele nem acabou de completar a fase e eu, agora mais que desperto dei-lhe um murro que desviou e acertou seu ombro.  
Eu  estava cheio de raiva e gritei em alto e bom som, que Carlão era meu amigo de há muito. E Elzinha era uma mulher maravilhosa que nunca me trairia com ninguém.
Com minha reação, muitas pessoas ficaram a volta. Waltinho saiu e gritava que eu era um corno.
Estranhamente, entre as pessoas que estavam ali a volta pude ouvir algumas risadas e algumas palavras de confirmação.  Isso me deixou mais que cheio de raiva e meio que tropeçando sai em direção a parte externa onde estavam nossos carros. 
Lá fora estava bastante escuro. Mas consegui ir em direção a meu carro. Da forma como estava estacionado, cheguei pela parte traseira. Nisso pude ver algo que me gelou o sangue. Meu coração quase parou.
Pude ver que elzinha estava cavalgando Carlão. Como as janelas estavam abertas podia ouvir seus gritos de tesao. Também como Carlão a chamava de minha cadela, minha cadela  gostosa. Minha puta safada. 
De onde estava, encostado no carro eles não podiam me ver. 
Nisso ouvi como ambos gritaram e gozaram juntos. 
Deixei passar um tempo e fui até a janela de trás.
Nisso vi Elzinha chupando o pau de Carlão. 
Entre espantado e com grande ciúmes falei: 
-- O que vocês estão fazendo ai? 
Elzinha como se não tivesse escutado continuou o que estava fazendo.
Carlão por sua vez, disse:
-- Sai pra lá seu corno. Te manda. Deixa eu acabar de foder tua mulher. 
Ela esta um tesão hoje.  Eu gosto das roupas que você compra para ela. 
Vai, vai se manda. 

Eu simplesmente não podia crer no que ouvia e via. 
Elzinha minha esposa. Minha amada esposa, me traindo. Ainda mais com Carlão, meu maior amigo. Já de tantos anos.
E pelo que vira e ouvira, isso já acontecia há muito tempo. 
Eu estava desconsolado.
Aturdido. 
Não sabia o que fazer. Não sabia o que dizer. 
Sentia que minha vida desmoronava toda ali, no estacionamento.
Ouvindo os gemidos de minha mulher chupando o pau de meu amigo.
E os gritos do Carlão.

Tomei coragem e disse:
-- Elzinha, para com isso. Vem comigo. Veste teu vestido, tão linda você fica com ele. 
Vem comigo meu amor. 
A gente conversa lá em casa e acertamos tudo. Vem meu bem. Eu te perdo-o. 
Carlão teve um ataque de risos que acabou em um ataque de tosse. 
Nisso Elzinha disse: 
-- Meu corno me deixa em paz. 
Não quero nem necessito de teu perdão.
Eu quero é o pau do Carlão. Quero que ele me coma todo dia, toda hora. 
Como já fazem anos. 
Se você ficar quietinho, ficar bonzinho eu posso voltar para casa com você. 
E se o Carlão deixar, eu dou uma trepada com você de vez em quando. 
E ouve bem: 
-- Se você não quiser, vai andando, se manda. Vai catar coquinho seu corno. 


Biscate69@aol.com</description>
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			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Adoro ser corno</title>
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			<description>Nunca  pensei gostar tanto de  ser  corno ,  mas antes  deixei-me  apresentar-me ,  chamo-me  , Pedro  tenho  49  anos  casado com  a  Isabel  á  23  anos ,  temos  um filho com 20 anos  e uma filha  com  19 , a  minha  mulher  apesar  dos  dois  filhos  e dos seus  47  anos  tem um corpo  de fazer  inveja  a muitas  raparigas  novas ,  fui o primeiro  homem  dela  e até  á  2  anos  o unico , a  situação mudou  depois  de  muita insistência minha e  durante  muito tempo      para ela  dar  a  outro ,  nas  primeiras vezes  em que  lhe  falei no assunto ela  ficou mesmo brava  comigo , com o passar  do tempo  foi  baixando a  guarda  e  pouco a pouco foi dando sinais  que mais  dia  menos dia alguma coisa  poderia  acontecer , começou por andar vestida mais  sedutoramente , quando  saía-mos  só os  dois sózinhos geralmente levava saia e  decotes , começou  pouco  a pouco a fazer-me  a vontade  e  ser  um pouco exibicionista , quando por  exemplo estavamos numa esplanada  deixava  á  mostra  as coxas e  algumas vezes  até  a cueca ,   a  situação  acelarou  uma  vez quando á  noite  regressavamos a casa  de  Metro ,  vinhamos  do Sr. de Matosinhos  e o Metro vinha  compleamente  cheio , a  certa  altura ela  diz-me  que  o fulano que estava  atrás dela  a tinha  apalpado ,  curiosamente e  contra  o que  eu esperava ela  não o disse  zangada ,  até  me  dava  a impressão que estava  a gostar ,  fiz  de conta  que nada se passava ,  passado mais  um pouco ela  aperta-me  o braço  e diz-me  quase  ao ouvido que  o fulano  estava  a meter  a mão por  baixo da saia , como ela  me  parecia  que estava a gostar  simplesmente  lhe  sorri , ela  volta  a  apertar-me  o braço  mas  nada  diz ,  tinha  a  boca  entreaberta  e noto que  abanava  ligeiramente  a anca , espreito e  vejo o fulano com a mão enfiada por  baixo da saia que  estava  subida  atrás praticamente  até  á  cueca , quando voltei  a  espreitar  , a cueca  estava  já  um pouco descida  e a  mão por  dentro , a  minha  mulher  fechava  os olhos ,  passava a lingua nos lábios e abanava a  anca  com mais  força , aperta-me  o braço varias  vezes , encosta  a cabeça  á minha  e  diz-me  &quot; ai amor  ele está a mexer-me  na coisa &quot;,  dá  um gemido fraco , o  Metro para  numa estação e entra  mais  gente  ficamos ainda  mais  apertados ,  ela  dá  um gritinho e diz-me  que  o fulano  tinha metido  a  piça no meio das pernas dela  , mais  uns  segundos  e  ela  diz-me  que  o fulano  estava a  esporrar-se nas coxas  dela , quando  espreito o fulano  estava a  sair de trás  dela e  meteu-se  no meio das outras  pessoas , ela  diz-me  que tinha  a esporra a escorrer  pelas  pernas , saímos  na estação seguinte , fomos  a um café  em frente e  ela  foi  á casa  de banho limpar-se , depois de se  limpar  tomamos um café e  voltamos  á estação do Metro  ,  não  comentamos  nada  sobre  o que se  tinha  passado ,  o resto  da viagem até casa  foi normal .
 
A  partir  desse  dia  começamos  a frequentar  muito mais  o Metro  principalmente  nas  horas  de ponta e  nas  horas  tardias tipo  23h , 24h ,  nos  primeiros  tempos  nada mais  aconteceu tirando  um  ligeiro  roço , um  bela segunda-feira  depois  de jantar  fomos  até  á  baixa  dar  uma volta  eram  umas  21h  ,  andamos  por  ali  fomos  ao Via-Catarina ,  nesse dia  ela  estava  particularmente  sexi ,  saia curta e  uma  t-shirt que  marcava  as  mamas  todas , deixava  os  bicos espetados  ,  saímos  do  Via-Catarina  por volta  das  23h  ,  fomos  até  á  estação  do Bolhão , como  era  habitual  estava  quase  deserta  ,  entramos  no Metro e sentamo-nos estava  mais  um casal e um fulano sózinho ,  o casal  sai na estação da  Trindade ,  fica  só  o fulano ,  o  tipo não tirava  os  olhos  da  minha mulher , ela  como  vinha  sendo  habito provocava-o , tinha  as  pernas  abertas , o fulano tinha  uma visão perfeita  das coxas e da cueca , na  estação  do  Carolina o  Metro fica  parado  mais tempo que  o normal ,  pelo sistema  sonoro informam que  havia  um problema  na linha  e  que iamos  ficar parados  uns  10m  ,  decidimos  sair ,  o fulano sai tambem , vem atrás  de nós  ,  já  quase  a chegar  á  saída  para  a Rua  Oliveira  Monteiro o  fulano  manda  uma  boca  á minha  mulher (  chama-lhe  boazona  ) ela  olhou  para  trás e  sorriu ,   como era  de esperar ele interpretou isso como sinal  de  abertura , acelarou  o passo  e chegou-se mais  a nós , volta  a  mandar-lhe  um piropo , ela  voltou  a sorrir-lhe , para ver  até  onde  o fulano ía  depois  da  Rua  Nossa  Sª de  Fátima metemos  por  uma rua  á  direita  que não tem saída e que  ao fundo  tem  uma  espécie  de  parquesito dos  predios ,  quando viramos  olhamos  a ver se  ele nos seguia , o fulano estava  quase colado a nós , dirigimo-nos  ao parque , estava  completamente  deserto , olhamos em volta  e  não se via ninguêm  as janelas  dos predios  todas  fechadas , sentamo-nos  num banco do parque ,  o  fulano  a  sorrir aproxima-se  de nós , pergunta-nos  se nos importavamos  que nos fizesse  companhia  ,  respondo-lhe que estivesse  á vontade   , ele   senta-se  ao lado dela , apresenta-se  , diz  chamar-se António ,  cmprimenta-me  de mão e a ela dá-lhe  dois beijos na cara , ficamos  uns  minutos na conversa  de xaxa ,  enquanto  conversavamos  eu acariciava-lhe  as pernas , o  fulano ganha  coragem e  arrisca  ,  pousa  a  mão no joelho dela e  diz-lhe  que a  achava  muito jeitosa , ela  sorri ,  como    nem ela e nem eu reagimos  negativamente  á mão no joelho  ele   aventura-se  mais  e começa  a acariciar-lhe  tambem a coxa , não demorou muito  que  a  mão dele  estivesse  ao lado da minha a  mexer  na  cueca , nessa altura  ela  pousa uma mão sobre a minha piça  e  aperta-a  , a outra  pousa-a  sobre  a piça  dele  e aperta-lha  tambem  ,  era  a primeira  vez  que  apalpava  outra ,  no que  me dizia  respeito eu estava  a  adorar vê-la  ali  a  agarrar  outra piça , só esperava  que fosse mais  longe  que não se ficasse  só  pelo agarrar , não foi preciso esperar muito para ter  a resposta , pouco depois  ele  põe  a  piça  fora  das calças  e  ela  lambe-lha e  dá-lhe  umas  chupadelas ,  eu  já  me dava  por  satisfeito mas  a  ideia  dele  era  ir  mais  longe , enquanto  ela o mamava ele  meteu-lhe  dedos  na côna ,  eu  assistia  aquilo  deliciado ,  de  vez  em quando  olhava em volta  a ver  se  alguêm estava a ver , numas  das  vezes  que  olhei  vi que  havia  um muro  com uma  saliencia  que  passava  por trás de  um correr  de arbustos ,  digo-lhes  que era mais  seguro ir-mos para ali ,  ela  pára  de  o mamar e vamos para trás  dos arbustos , ela  senta-se  na saliencia  e ele fica  de pé  á frente dela , volta  a mama-lo ,  agora  enquanto  ela  o mamava ele  mete-lhe  a mão dentro da T-Shirt  e  apalpa-lhe  as mamas ,  via-se  na expressão dela  que  estava  satisfeita , ouviu-se  o barulho  de um carro   a  aproximar-se ,  ela pára  de  o mamar e ficamos  quietos  ,  o carro entra numa  das garagens , mal  o  portão  se fecha ele  abraça-a  por trás senta-se  e puxa-a  para  o colo dele , roça-lhe  a  côna  com a piça  , ela  olha  para mim  com olhos  de desejo  , levanta-a  um pouco  desce-lhe a  cueca e volta  a sentá-la  ,  conforme  a senta  vai penetrando-a ,  ela  morde  os lábios , começa  a cavalgá-lo lentamente ,  abre  as pernas  e vejo  a piça  a  entrar e a sair da côna ,  fico  delirante , de vez  em quando ela dava  uns  gemidos abafados , ele  levanta-lhe  a t-shirt  e apalpa-lhe  as  mamas , nunca  a tinha  visto com os bicos  tão duros ,  começa  a cavalgá-lo mais  rápido  ,  estremece  e vem-se , faz  um  sacrificio enorme  para não desatar  aos  gritos  como é  normal nela  quando se vem ,  o  fulano dá  uns  grunhidos e vem-se  tambem dentro dela ,  abranda a cavalgada   até  parar ,  sai de cima dele , a  esporra  do fulano saía-lhe  da  côna  e escorria  pelas  coxas , pede-me  um lenço de papel  , dou-lhe  o unico que tinha ,  limpa-se  o melhor  que consegue ,  sobe  a cueca  e  ajeita a roupa , saímos  os 3  dali  e  voltamos  á  Rua  Oliveira  Monteiro , ele acompanha-nos  até  ao Carvalhido , despede-se  de nós  agradece  e vai em direcção  á  rua  da  Constituição , nós  andamos  mais um pouco e  apanhamos um táxi para casa .
 
Tanto eu como ela  estavamos  super excitados ,  mal chegamos  a casa fomos  logo foder ,  ainda  tinha  esporra  do outro  nela , pareciamos  dois  adolescentes  a  explorar  o corpo um do outro ,  á  muito  tempo que  não  fodiamos  com tanta intensidade.
 
Continuamos mais  uns  tempos  a frequentar  o Metro , alem  de  umas apalpadelas e de  uma vez um ter metido a piça nas  coxas  nada  mais  se  passou ,  andavamos  os  dois  mortinhos  por  nova  aventura , um dia  em Setembro falamos  em  mudar  de  estrategia ,  tinhamos  ouvido falar de  uns  bares em Matosinhos  onde  se  podia engatar  homens , decidimos  ir  dar  uma vista de  olhos ,  numa  quinta-feira  depois de  jantar  pergunto-lhe  se  queria  ir  a um desses  bares , ela logo respondeu que sim ,  vestiu-se  para  arrazar , um vestido  bem curto e  bem decotado que se tinha comprado uns dias  antes  , sem  soutien e  com uma  calcinha  fio dental ,  estava  deslumbrante , quando  chegamos  a Matosinhos fomos  para a zona  dos tais  bares ,  o  dificil era  escolher  qual ,  eu tinha  ouvido falar  em especial de um , procuramo-lo , não foi fácil  pois estava  bastante  discreto ,    quando  o encontramos  entramos ,  mal entramos  fomos  logo abordados  por  um  funcionário  que nos  encaminhou  para  uma mesa  , pedimos  duas bebidas ,  ficamos  a  apreciar  o ambiente , estavam mais  uns  2  ou 3 casais  nas  mesas um deles  estava  acompanhado por mais  um homem e  haviam uns  4 ou 5  homens  sózinhos  no balcão , depois de o  empregado   nos  trazer  as bebidas um  dos  fulanos que estava  no  balcão levantou-se  e dirigiu-se  a  nós ,  apresentou-se  como  Mário  e pergunta se podia  fazer-nos  companhia ,  convidamo-lo  a sentar-se ,  senta-se  do lado da minha mulher , pergunta  se podia  oferecer  uma bebida , aceitamos , conversamos  uns  10 ou 15m sobre  variadas  coisas , a  certa  altura  o fulano convida  a minha  mulher  para dançar  ,  ela vai ,  dançam duas  musicas  e  voltam a sentar-se ,  enquanto estavam a dançar  o fulano  apalpou-a  imenso , ela  vinha  bastante  afoguiada ,  conversamos  mais  uns minutos  e ele  volta a convidá-la  para dançar , voltam a ir ,  desta  vez  apalpa-a  ainda  mais , dançam 3  musicas  e voltam , ela  antes  de se  sentar diz-me  que  ía  á  casa de banho ,  enquanto ela foi  o fulano faz-me  varias  perguntas  e comentários sobre  ela , quis  saber  se eramos  realmente  casados e  se  sabiamos  o  que  ali  se passava ,  respondi-lhe  que  plenamente  , nessa  altura  ele pergunta-me  se  podia  estar  á  vontade  com ela ,  respondi que  sim , quando ela  regressa  ele levanta-se , ela senta-se no meio de nós , nem  um minuto demorou  a que ele estivesse  a  apalpar-lhe as coxas , ofereceu mais  umas  bebidas , voltaram a ir  dançar , ele  tanto lhe  mexeu que  quando voltam  ela  trazia  uma mama  quase  toda  fora  do vestido ,  mal se sentam ele  põe  o braço  sobre  o ombro dela e  deixa  a mão  sobre  a  mama esquerda ,  a que estava  quase  fora  do vestido , mete  um dedo dentro do vestido e passa-lho no bico ,  nessa  altura  ela  pousa  a mão dela  sobre  a  piça  dele  por cima  das  calças , vejo  a mão dela  a acariciar-lha , ficam  entretidos  uns minutos , ele tira  o braço do ombro dela ,  mete  a  mão de novo nas  coxas ,    a  saia  do vestido sobe , nessa  altura  reparo que  ela  quando foi  á casa de banho tinha tirado a cueca ,  estava  com a conaça toda  á mostra , ele passa os dedos  entre  as  beiças  ,  ela  abre  as pernas , ele diz-lhe  qualquer  coisa  ao ouvido  , ela  sorri e  abana  a cabeça em sinal positivo , ele  levanta-se  e vai falar com o empregado e com o que estava  atrás do balcão ,  regressa  , diz  que nada feito , perguntei o que tinha  ido fazer  , ele diz-me  que saber se  havia  alguma  sala  livre , explica-me  que  nas trazeiras  haviam  4  salas  pequenas onde se estava  mais  á vontade , mas  que  infelizmente estavam as 4  ocupadas , entretanto vão  dançar mais  uma vez , voltam á mesa , ela  volta  a ir  á casa  de banho ,  enquanto ela  vai  ele  diz-me  que ela  era  muito  jeitosa  que  tinha  pena  não haver  sala  livre , que  gostava  muito  de  ver  bem  como ela  é ,  mal  acaba  de dizer  aquilo  o empregado vem dizer-lhe  que  havia  uma livre ,  ele pergunta-me  se queria ir  para lá , eu respondo que  podia ser , antes  de mais nada   ele diz-me  que na sala  se  ela  quisesse ele podia  comê-la  ,  se não havia  problema ,  respondo que não ,  ela  regressa  , ele diz-lhe  que  já havia  sala  livre  se ela  queria  ir para lá ,  ela  olha  para  mim ,  digo-lhe  que era  com ela , ela  fica  uns  segundos  a  olhar-me , sorri e diz para ir-mos ,  levantamo-nos e  ele  indica  o caminho ,  fomos  por  um corredor  até  ao fundo  , entramos numa porta  que dava  para  outro  corredor  com várias  portas  ,  entramos  na que  estava  aberta ,  era  uma  sala  relativamente  pequena  ,  tinha  uma mesa um  sofá  triplo e mais  um single  ,  duas  cadeiras  e  um armário pequeno , ele  e  ela  sentam-se  no sofá  grande  eu  sento-me  no pequeno ,  em cima  da  mesa  estava  uma  couvete  com  uma  garrafa  de champagne  e  3  copos ,  ele  serve-nos ,  brinda  ao nosso encontro ,  pousa  o copo  e começa  a acaricia-la  nas pernas ,  pouco  a pouco   a  saia  do vestido vai subindo , ela  estica-se  no sofá  ,  abre  as  pernas ,  eu tinha  uma  visão  preveligiada  da  côna  dela  , ela  apalpa-lhe  a piça  ainda  dentro das calças  ,  ele desce-lhe  as  alças  do vestido e deixa-a  com as  mamas  de fora , aprecia-as , toca-lhes , ela  olhava  para mim com  uma cara  de  safada , via-se  bem que estava a gostar  daquilo ,  ele  chupa  uma mama ,  enquanto  lha  chupava  as  mamas  mexia-lhe  na  côna ,  finalmemte  põe  a piça  fora  das calças , ela  agarra-a  logo  e  acaricia-a ,  olha  para ela  com cara  de quem a  queria  devorar , ele  põe  uma mão na cabeça dela  e faz  força  para  baixo em  direcção á piça , ela  abocanha-a logo , mama-lha  com vontade  ,  ele fazia-lhe  festas  na cabeça , bufava , ela  engolia  a piça  toda , eu  assistia aquilo  deliciado , ele  começa  a esfregar-lhe  a côna ,  ela  mama  ainda  com mais  vontade , de  vez  em quando virava  os olhos  para mim , pára  um pouco de  o mamar  endireita-se ,  ele  aproveita  e tira  as calças , volta a sentar-se , volta  a massajar-lhe  a côna , ela  estica-se  toda  no sofá  com as pernas escachadas ,  ele  bobra-se  sobre  ela  e chupa-lhe  as mamas  ,  desce  até ao grelo , chupa-lho  ela  torce-se  toda , passa a lingua entre  as beiças e lambe-lhe  a côna ,  ela  aperta  a cabeça  dele  contra a côna , dá  um gemido , ela  esfregava a côna  na boca dele , se  até  ali  ela  tinha-se  contido nos gemidos a  partir  dali  começa  a gemer  sem control , eu não aguento a tesão , tiro  a  piça das  calças  e  toco uma ,  era impressionante  como ela  se  esfregava  na cara  dele ,  ela  pára  de  a lamber ,  ela  arfava ,  a  côna  brilhava , ele  quando me vê  com a piça  de fora  pergunta-me  se  não  queria  participar ,  digo que não que  só  queria ver , ele  a sorrir  pergunta-me então o que  eu  desejava  ver , eu sem  nem pestanejar  digo-lhe  que  queria  vê-lo a fodê-la ,  ela  sorri para mim , passa a mão na côna  e abre  ainda  mais  as pernas , ele  sorri e diz-me seja  feita  a sua  vontade , põe-se  de joelhos entre as pernas dela , encosta  a piça  á  côna  e  enfia-lha ,  ela  dá  um  gemido  enorme  , ele  começa  logo a martelar forte , ela  revirava  os olhos , mordia  o lábio , abanava a anca  com força , eu  agarrado  á minha  via  a piça dele  a entrar e sair dela , não demorou muito que ela  começasse a estrebuchar  e  vem-se , quase  caía  do sofá  de tanto  se mexer ,  ferrava  na  almofada  para não gritar  , acalma  um pouco ,  ele continua  a  martela-la forte , volta  a perguntar-me  se não queria  participar , volto a dizer  que não , ela  começa a agitar-se  outra  vez , ele  diz-lhe  que ela  podia  gritar  á vontade  que ninguêm ligava , realmente  tambem  ouviamos  os do lado a gritar , ela  liberta-se e  grita  á vontade , talvez  por  ter  ouvido  a do lado a dizer  para  o  tipo a foder  , ela  começa  tambem a dizer-lhe  para  a foder , cada  vez ficava mais  agitada , era  fácil de perceber  que  ía  voltar  a vir-se  bem depressa ,  nem um minuto  demorou  e  explode  aos gritos , ele  anuncia  que  se vinha  tambem , ela  histericamente  diz-lhe  para se vir  dentro ,  ele  olha  para  mim  , eu encolho os ombros  , ele  acelera  e esporra-se  dentro dela ,  quando tira  a  piça  da  côna  vejo  a esporra dele  a  sair-lhe  de  lá de dentro , ela  estava  encharcada , grande  leitada ,ele vai  ao pequeno armário tira  um rolo de papel  de  cozinha e dá-lhe , ela  limpa-se ,  ele  diz-lhe  que  ela  era  uma grande  foda , eu continuava  agarrado  á minha  piça ,  ele  diz-lhe  para  ela  ma mamar ,  ela  chega-se  a mim  e  começa  a mamar ,  nem um minutos levei a descarregar  a  minha porra  toda  na boca dela ,  limpamo-nos ,  ela  ajeitasse  ,  acabamos de  beber o  champagne , saímos  da sala  e despedimo-nos  do  fulano  ,  saímos  do bar  e regressamos a casa .
 
 
Depois  desta vez  já  voltamos ao bar  mais  3 vezes em todas  elas  estivemos  com um fulano diferente , e  na ultima  vez  alem  do fulano que  a comeu  ouve  outro  a quem ela  mamou  na  casa  de  banho .
 
De vez  em quando ainda fazemos os  nossos passeios  de  Metro ,  alem  disso  ouve  uma  vez  que  ela  foi comida  em nossa casa  por  um amigo nosso .
 
Se  quiserem saber  como foi  perguntem para  pedrocorno2010@hotmail.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Uma tarde no motel</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/uma-tarde-no-motel</link>
			<description>Esse conto foi relatado por minha querida esposa e é verídico.

Vou contar uma experiência que tive... Meu marido há um tempo atrás me propôs de termos um relacionamento aberto... Confesso que não gostei a principio mais com o tempo fui me acostumando com a idéia... E processando isso dentro de mim... Aos poucos tudo foi se encaixando... Tenho um amigo e decidi que seria ele... Conversei com meu marido e ele concordou... Sou casada e dona de casa e como tenho filhos pequenos. É difícil ter uma oportunidade de sair... Um dia ele chegou na minha casa e como já tínhamos trocado alguns beijos não demorou pra que despertasse a vontade de transar... Meu marido pediu que fosse naquele dia... La na minha casa... Relutei mas acabei concordando... Ele chegou e ficamos nos beijando... Logo começamos a nos acariciar... O tesão foi aumentando cada vez mais... Já dava pra sentir minha boceta molhada... Ele começou a me beijar com mais ardor... Ele me colocou em cima da estante do computador e começou a beijar minhas pernas... Alcançando logo minha boceta que a essa altura já estava encharcada... Com pressa por medo de chegar alguém ele tirou o pau dele pra fora... Que, digamos de passagem, deve ter uns 21 ou 22cm... Puxou-me com força e penetrou aquele pau duro e quente na minha boceta... Senti meu corpo estremecer de tanto tesão... Fodemos ali mesmo... Gozei bastante... Feito uma cadela... Depois ele foi embora... Ficamos bastante tempo sem nos falar... Confesso que não foi fácil pra mim... Mas foi tentador... Um dia resolvi ligar pra ele e marcar um novo encontro... Fora de casa... Era um sábado... Ele me buscou e fomos pra um motel... Chegamos la meio sem graça... Começamos a descobrir o local... Luzes... Banheira... Teto solar... tudo parecia muito envolvente... Fomos até a banheira e colocamos pra encher... Depois fomos pro quarto esperar... Na medida em que ela ia enchendo íamos nos beijando e quebrando aquele clima tímido... Ele tirou minha blusa, meu sutiã e beijou os meus seios... Tirou minha calça e ficou me observando ganhei um monte de elogios pois, embora já tenha tido 2 filhos, tenho um corpo de dar inveja a muita mulher da minha idade... Tirou minha calcinha e fomos pra banheira... A água estava quente... Minhas mãos geladas... Entramos naquela água quente e começamos a nos beijar... Logo o pau dele encontrou minha boceta que estava fervendo de tanto tesão... Começamos a foder ali mesmo... Ele apertava meu corpo pra junto do dele... Eu estava sentada e senti o pau duro e quente dele na minha boceta... Ficamos ali por um tempo... Decidimos que tínhamos que ir pra cama... Antes de sair da banheira eu fiquei em pé e ele chupou minha boceta... Uma língua quente e gulosa... Saímos da banheira e fomos pra cama... Ele me chupou de novo e enfiou o pau dele na minha boceta novamente... Eu já estava louca de tesão... ele empurrava... Fiquei de quatro e depois de algumas bombadas eu gozei... Demorou um pouco mas gozei muito... Ai ele parou, deitou do meu lado e acariciava minhas costas com as pontas dos dedos... Eu ainda não estava satisfeita mas decidi ficar um pouco parada... Conversamos um pouco e depois nos beijamos de novo e o clima acendeu novamente... Aí foi minha vez de chupar aquele pau grande que latejava de tanto tesão... Logo começamos a transar novamente... Tinha hora que ficava sentada em cima dele... Hora de quatro... Papai e mamãe... Mas no fim fiquei sentada naquele pau duro... Dessa vez não demorou muito pra que eu gozasse de novo e ele depois que me fez gozar bastante também sentiu vontade mas pedi pra que não gozasse dentro de mim... Então ele pediu pra que eu saísse de cima dele e tocou uma punheta... Notamos que nosso tempo estava no fim... Fui no banheiro e me lavei por fora porque meu marido queria ver minha boceta do jeito que tinha ficado quando eu chegasse em casa... Fomos embora dali e quando cheguei em casa, liguei pro meu marido avisando que tinha chegado... Ele foi correndo pra casa pra saber como tinha sido... Comecei a contar e logo já estávamos transando... Foi maravilhoso... Meu marido chupou minha boceta antes penetrada por outro pau... Ele estava morrendo de tesão e eu também... Fico por aqui... Não sei se terei no futuro outra experiência pra contar... Mas deixo essa que foi boa e prazerosa...</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Não  passo sem  sexo</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/n-o-passo-sem-sexo</link>
			<description>Olá  meus  caros  amigos , começo por me apresentar  , chamo-me  Ana tenho  44 anos ,  sou casada ,  tenho  dois  filhos ,  vivo  no  Porto  ,  trabalho  num escritório ,  como  já  disse  sou casada  com o António ,  é  um bom marido , um bom pai ,  amo-o muito mas  para  ser  sincera  sexualmente  não me  consola  muito ,  apesar  dos  esforços dele  os 14 cm  que tem não  me  dão  o que  preciso  e gosto .
 
Antes  de o conhecer  tive  alguns  namoros e fiz sexo com todos  eles ,  nos  primeiros  anos  de casada mantive-me  fiel ,  ao fim de  uns  5  ou 6  anos  tive  o primeiro caso com outro homem ,  desde  aí  e até  agora para falar a verdade  não sei  quantos me  tiraram  as  cuecas mas  foram  bem mais  que  uns  30 , e  os  que mamei  bem esses  foram  ainda  mais , posso dizer  que  me  deixo levar com muita  facilidade ,  já  fui  fodida  em muitos  lugares ,  desde  carros  ,  vão de escada ,  no mato ,  casas  de banho ,  moteis ,  no escritório ,  e  mais  alguns  sítios , só  mamadas  bem  isso    não deve  haver  sítio  onde  não as fiz , só na  empresa  onde  trabalho já  mamei   todos ,  ontem  por  exemplo mamei dois , outra  coisa  de  que  tenho pena  do meu homem é  quando por exemplo estamos  numa  festa  da  empresa  a forma  como alguns  o olham , na ultima  festa ( este  Natal )  fiz  4  mamadas  e fui  fodida  por  dois ,  enquanto o meu marido estava  entretido na conversa  eu entretinha-me  com  umas  piças ,   conheci  paus  de todos  os tamanhos  e grossuras ,  o maior  e mais  grosso  tinha  26cm  por  10 , era  um barrote , apesar de  nunca  me ter falado no assunto  sei que  o meu marido sabe  que é  corno , sabe  que não me  consola  e  que  por  isso  procuro  consolo noutros lados , ás  vezes  tenho pena dele ,  quando fazemos amor  e ele  se  apercebe  que eu precisava de mais  fica  desolado e  muitas  vezes  que  faço com ele depois  de  fazer com  outro ele nota  bem que estou  mais  larga ,  mas  nunca  disse  uma palavra  sobre  isso ,  ás  vezes  chego  a pensar  que  ele  até gosta  que eu  lhe  ponha  uns  valentes  pares  de  cornos ,  porque  muitas vezes  ele  quando me come  depois  de  outro  fica  bem mais  excitado ,  é  geralmente  nessas  alturas  que ele  me  come  tambem o cu .
 
Como  já  disse  deixo-me engatar  com muita  facilidade ,  os  homens  comigo não precisam de suar  muito para me tirar as cuecas  como por  exemplo  o ultimo que me engatou , engatou-me  no  café  onde  vou todos  os dias depois  de  sair do  trabalho ás  18h  ,  estava  a chover e  comentei com a colega  que estava  comigo que me  ía  molhar toda ,  o  fulano que estava  na mesa  ao lado  (  já o tinha visto lá  muitas vezes ) oferece-me  boleia , com a  maior  á  vontade  respondi-lhe  que  aceitava ,  não demorou muito que estivesse  no carro dele ,  ao  sentar-me  desapertei o casaco  e  fiquei com as coxas  todas  visiveis ,  ( em geral ando sempre  de mini-saia ou pelo menos  um bocado acima do joelho ) tambem não demorou muito que ele tivesse  uma das  mãos  nas coxas , e  a minha  estivesse  a apalpar-lhe  a  piça ,  como seria  de esperar , fomos para  um local  sossegado e escondido , (  trazeiras  do cemitério  da  Vilarinha  ) , mal parou o carro  beijou-me  logo ,  fizemos  um  linguado bem demorado , enquanto as linguas  se entretinham  as  mãos  dele  apalpavam-me  toda ,   as  mamas  já estavam fora da  blusa , deixa  de me beijar e chupa-me os bicos ,  é  uma das  coisas  que me põe  logo  a escorrer , enquanto me  chupava  os  bicos  a mão entretinha-se  a mexer-me  no grelo , a  minha  agarrava-lhe  a piça e que  maravilha de piça ,  não demorou muito que  os  bancos estivessem deitados e  que  a tivesse  na boca , mamei-o uns  bons  5 minutos , nessa  altura  as minhas  cuecas já  tinham desaparecido e tinha  3 dedos enfiados  na  côna  , mas  eu queria  era  aquela  piça bem enfiada em mim , digo-lhe  para me foder , escachou-me  as pernas  e montou-me , mal  enfia  a cabeçora  da piça  dou um grito , digo-lhe  para  a enfiar  toda , não demorou muito a senti-la  a  bater  no fundo da côna ,  aos  gritos digo-lhe  para  me foder ,  enquanto me martelava a  cõna  bem forte  chupava-me as mamas , não demorou muito que  tivesse  um orgasmo bem violento , gritei como uma louca  , felizmente não havia ninguêm perto , mais  uns  2 ou 3 minutos  e ele  encheu-me  a cona  de esporra ,  fui  para casa  sem cuecas e com a côna  esporrada .
 
Hoje  ,  dia que estou a escrever   já  tive  a minha  dose de esporra ,  ou antes  tive  dose  tripla ,  a  meio da manhã  ,  mamei  o  paquete , um moço  com 19 anos  e com  uma  piroca  que  deixa  qualquer  mulher  a  trepar pelas  paredes ,  estava  na  arrecadação  , tinha  ido buscar  papel para a minha impressora  quando ele  entrou ,  mal  chega  á minha  beira  diz-me  que estava  com muita  tusa , abraçou-me  por trás e roçou-me  o pau  bem duro no cu , como já  vos  disse  é  preciso muito pouco para me deixar a ferver , fomos  para  o fundo da sala  atrás  das estantes ,  pus-me  de joelhos  e mamei-o , enquanto o mamava  apalpava-me  as mamas , esporrou-se  na  minha  boca  , engoli  até  á  ultima  gota , ás  17h  um dos vendedores  veio ao meu gabinete , pôs-se  ao meu lado e roçou-me  o braço com  a piça ,  não demorou muito que estivesse  com  a  piça  dele na mão ,  mamei-o  e esporrou-se  nas  mamas ,  ás  18h o  patrão ( um  homem de  59 anos   com muito charme  e com uma  piroca  muito boa ) chamou-me  para  falar-mos sobre  um cliente , estava  sentada de frente  para ele  com a saia  de  maneira  a que ele  tivesse  uma  boa  visão das  coxas  e  de  um pouco da cueca , depois  de tratar-mos dos assuntos  profissionais ,  ele levantou-se  fechou  a porta  á chave  e  começou  a despir-me , ele adora  as  minhas  mamas , chupou-mas uns  10 minutos , ela  sabe  tambem que  quando mas chupam fico doida , depois  de me deixar  bem acesa e  com a côna  a pingar dobrou-me  sobre  a secretária  dele e  fodeu-me  , nem  uns  2  minutos  demorei a vir-me ,  tive  de  fazer  um esforço  enorme  para  não gritar , mais  uns  4  ou 5  minutos  e levei  com a  esporra  dele  toda  bem no fundo da côna ,  vesti-me  e fui  para  casa . 
 
Quando cheguei a casa  e fui dar  um beijo ao meu marido  ainda  tinha  o  cheiro  da  esporra do outro nas mamas e  a  côna  ainda  com a esporra seca do meu  querido patrão .
 
Na  empresa  só 3  me  fodem , e desses  3  só  o patrão  me  come tambem o cu , os  outros  levam umas mamadas  e  umas punhetas  , e  ás  vezes  alguns  venhem-se  nas  mamas .
 
Como disse  o maior  pau que  me  comeu  tinha  26 x 10 cm foi  uma  loucura , aconteceu  em  Março de  2008  , fui  a uma  Exposição  em Paris  em representação da empresa ,  encontrei lá  vários  clientes ,  logo no primeiro dia  um deles  passou quase  o dia todo  atrás de mim,  já  cá  ele tinha  varias  vezes mandado  uns  piropos ,   convidou-me  para  jantar , aceitei ,  á  saída da  exposição ele estava  á  minha  espera ,  fomos  de táxi  até  ao meu hotel  ,  deixou-me lá , fui tomar  um banho e mudar de roupa  ,  ás  19h30 desci  , ele estava  á minha  espera  na recepção , quando me viu  diz-me  que estava  deslumbrante , realmente  estava ,  um vestido  preto com um grande  decote , sem soutien , a  saia  um pouco acima  do joelho ,  bem maquilhada e  bem penteada ,  chama  um táxi ,  mal me  sentei no táxi  a  saia do vestido subiu até  mais de metade  das coxas ,  ele  não tirava os olhos delas ,  eu sabia  que  sempre  que me ponha  um pouco para a frente  o  decote  mostrava  as mamas por  isso   inclinei-me varias  vezes  ,  sempre  que  o fazia  ele  ficava  de olhos  arregalados ,  quando  chegamos  ao restaurante  ele  pediu uma mesa ao fundo num canto  bem discreto ,  sentamo-nos  frente  a frente ,  ele estava  obsecado com o meu decote , por  várias  vezes  me  toca  nas  mãos ,  eu  dava  alguns  jeitos  para ele ver  melhor  as mamas , depois  de  comer-mos  as  entradas  , arranjei uma desculpa  para  passar  para  o lado dele ,  disse-lhe  que  a luz  me dava nos olhos ,  sentei-me  ao lado  dele , deixei  de  proposito a  saia  quase  toda  subida , se  ele se  inclinasse  um pouco  via a cueca ,  bem  passou quase  o tempo todo  inclinado ,  enquanto esperavamos  pela  sobremesa  ele  aventura-se e começa  a acariciar-me  as coxas , abro um pouco as pernas para lhe facilitar  o acesso  até á cueca ,  ele nessa altura  viu que tinha  carta  branca para  aproveitar ,  nem  uns  10 segundos demorou  a que  sentisse  a mão a tocar-me  na  côna ,  nessa altura  pousei   a minha mão sobre o pau dele , apanhei um susto , senti  qualquer  coisa  descomunal , fiquei  completamente  molhada só de pensar no tamanho daquilo , entretanto vem a sobremesa , enquanto comia  aquele  papo não me saía  da cabeça ,  sentia-me  encharcada , os bicos  estavam  quase  a furar  o tecido do vestido , ele acaba  a  sobremesa  primeiro que eu  e  volta  a por  a mão  ,  puxa a cueca  um pouco ao lado e mexe  na  côna , mal me toca estremeço toda , então quando passa  a  outra  mão  pelo peito e me roça  os  bicos  , quase  que me vinha  ali mesmo , acabo  de  comer  e volto a por  a  mão  sobre  o pau  ,  parecia  ainda  mais  grossa  que  anteriormente ,  ele  beija-me  a orelha e  diz-me  que  me  desejava ,  sorrio ,  aperto-lhe o pau , isto é  tento  mas  só  apanho  metade , quando  ele me diz  se  eu  queria  ir  até  ao hotel dele beber  um copo , digo-lhe  logo que sim ,  pediu  a conta ,  pagou e  saímos ,  apanhamos  um táxi  , mal nos  sentamos  e logo a seguir  a ele dizer  ao condutor  para onde era , passa  o braço  pelo meu ombro e  deixa a mão escorregar  pelo decote , apalpa-me  uma mama  e depois  a outra  ,  com  a outra  mão  puxa-me  um pouco a cabeça  e beija-me na boca  , fazemos um  linguado , diz-me  que  o condutor estava  a  apreciar  pelo espelho , sorrio ,  pergunta-me  se queria  que parasse de  me tocar  ,  digo-lhe  que  não ,  que  não havia problema  que  olhasse  á vontade , volta  a meter  a mão nas mamas ,  com  o mexer  uma sai do vestido ,  o  fulano  olhava  pelo espelho ,  quase  nem olhava para a estrada , meto-a  para dentro , voltamos a fazer  um linguado ,  nessa  altura  o meu telefone  toca  , era  o meu marido , digo-lhe  que  tinha  estado a jantar e que  ía  para  o hotel para  dormir ,  enquanto  falava  com o meu marido ele  continuou  a  apalpar-me  as  mamas ,  mal desligo  fazemos outro linguado ,  enquanto nos  beijava-mos  apalpo-lhe  a piça ,  ele  abre  a carcela  e meto a mão dentro das calças ,  toco naquele pau  enorme , ainda tento puxa-lo para fora  das calças  mas não dava ,  chegamos  ao hotel ,  saímos  do táxi e fomos para o bar do hotel ,  estavamos  sózinhos , escolhemos uma  mesa  relativamente  escondida , mandou vir uma garrafa de champagne ,  brindamos  bebemos um trago e beijamo-nos , enquanto  faziamos  um bom linguado ele acariciava-me  as coxas , pouco  a pouco vou abrindo-as , ele vai subindo a mão até me tocar na côna ,  estremeço e dou um gemido fraco , ele aperta-me mais  contra ele , passa  os dedos nas  beiças da côna , e  deixa  um dedo mesmo á entradinha ,  começa a mexer  o dedo , beijamo-nos  ainda  com mais  vontade , as  linguas  entrelaçavam-se  uma na outra , a  minha  vontade  era  gemer  sem parar e bem alto , paramos  o beijo  e  pergunta-me  se queria  acabar a garrafa  no quarto ,  quase  sem folego  digo que sim , ele chama  o empregado e pede-lhe  para mandar a garrafa  para  o quarto , levantamo-nos  e vamos para o elevador ,  mal  a  porta fecha  ele  abraça-me por  trás , aperta-me contra  ele  sinto aquele  pau duro contra as nadegas ,  chegamos  ao andar  saímos  e entramos no quarto mal  fecha a porta  beijamo-nos ,  tira-me  as alças  do vestido e lambe-me  as mamas , lambe-as  uns  2  ou 3 minutos  e diz-me  que  adorava  aquelas mamas ,  batem á porta  , vou para a casa de banho e ele  abre  a porta  recebe  a  bandeja  e vai ter comigo , voltamos a beijar-nos ,  desce-me  o vestido  fico só em cueca , apalpo-lhe  a piça ,  ela  abre  as calças  que caem  logo no chão , quando vejo  a piça  fico paralizada ,  que  monstro , toco-lhe , aperta-me  contra  ele e mete  a mão dentro da cueca ,  desce-ma e passa a mão  pelo cu , mete  a piça no meio das  minha  pernas ,  a cabeça  ficava de fora  do outro lado , roça-me  com ela , eu  estremecia  ,  gemia  ,  sei lá que mais , estava  perdida  de todo ,  leva-me  até  á  cama  deita-me ,  abre-me  as  pernas  e lambe-me ,  eu  olhava  estasiada  para  aquele pau , que  coisa  louca , só  de  imaginar aquilo dentro de mim levava-me á loucura ,  peço-lhe  para  me deixar mamar , lambo-o  ,  tenho  de  abrir  a boca  toda para  conseguir  abocanhar  só a cabeça ,  até  me  doía  o maxilar , chupo-o o melhor  que  posso , tira  a  piça  da  minha  boca  ,  mete-se  no meio das  minhas  pernas e roça-me a  côna  com a piça ,  quase  aos  berros  digo-lhe  para me  penetrar ,  mal começa  a  meter sinto a côna  a  escachar toda ,  era  um misto de dor  e de  um prazer  total , nunca  me  tinha  sentido tão cheia ,  era  uma  sensação  fantastica , sentir  aquela  piça  a  bater  no fundo e ver  ainda  piça  de fora , devo  ter  tido o orgasmo mais  rapido e  mais  violento que  me lembre ,  nem um minuto  ele  me martelou  e já  eu explodia num orgasmo  violento ,  via  tudo  á roda  ,  tremia  sem parar ,  o corpo todo em espasmos , nunca  tinha  sentido  uma  piça a bater  assim  no fundo ,  apesar  de  alguma  dor  era  fantástico , ele  entrecalava  entre  marteladas  fortes  e bem lentas ,  trazia  a  piça  até  á  entrada e  voltava  a meter  bem lentamente ,  era  uma  sensação  louca  sentir  aqueles  cms  todos  a  penetrarem-me  quando chegava  ao fundo dava  uma  estocada  forte ,  tinha a  sensação que  ía   furar-me ,  sempre  que  o fazia  parecia  que me  empurrava  tudo  ,  parecia que  o estomago me  saía  pela  boca, tinha sensações  até ali  desconhecidas , basta  dizer  que  apesar  de  ser  uma mulher  que  atinge  o orgasmo com facilidade  nunca  tinha tido  5  orgasmos  em menos de 10 minutos e  cada  qual  o mais  violento  chegando ao ponto de quase  perder  os sentidos ,  ele  quis  mudar de  posição ,  diz-me  para me pôr  de  quatro , se quando estava  por  cima  de mim    me  martelava  forte , bem , a  meter  de  quatro então  era mesmo de enlouquecer , quando  se vem  e  sinto  ps  jactos  de  esporra  a baterem no  utero foi  como  se  tivesse  sido atingida  por uma descarga  electrica ,  até  saltava  da cama , demorei uns  3  ou 4 minutos  a conseguir  acalmar , ele  sai de mim  lentamente ,  caio  na cama  completamente  estourada , tenho impressão que nem  depois do trabalho  de parto  estava  tão cansada  ,  passados  uns  10m  ainda  sentia  o corpo em espasmos .
 
 
Depois  de  uns  20m  a  descansar-mos  fomos  tomar um banho ,  voltamos  á cama ,  ficamos  abraçados  a acariciarmo-nos ,  disse-lhe que tinha  sido  a  melhor  foda  que tinha  tido  na minha  vida , ele  muito gentilmente  diz-me  que eu tambem tinha  sido  a  melhor  dele  , diz-me  que estava  com fome ,  eu  para ser  sincera  tambem ,  liga  para a recepção mas  o bar  já estava  fechado ,  vestimo-nos  e fomos  a  um bar  ali perto ,  comemos  um bife  cada  um ,  bebemos  bem e depois  quando saímos  ele convida-me  para  passar  o resto da noite  com ele , aceito ,  voltamos  ao hotel .
 
 
Estavamos  os dois deitados  e  bem  agarradinhos  quando   ele começa  a beijar-me  as mamas , desce pela  barriga  até  á  côna , mal  a  lingua  toca  no grelo  estremeço  toda  e dou um grande  gemido  ,  toco-lhe  na  piça , estava  novamente  bem dura , ele  pergunta-me  se  a queria  outra  vez ,  nem sequer  pestanejei  respondo  logo que sim ,    ponho-me logo  em posição para  receber  a  piça , antes  de me penetrar passa  a  piça  entre  as beiças , leva-a  até  ao cu , volta  á   côna  e  esfrega-a ,  volta  a passar  pelo cu ,  começo    ter tesão no cu ,  faço força  contra  a piça ,  eu sabia  que  ía  custar  muito mas  mesmo assim  insisto , continuo  a fazer  força ,  cada  vez  tinha  mais  vontade de ser  enrabada ,  ele  diz-me  que  ía  buscar  uma coisa  ,  vai  á casa  de banho e volta  com  uma  bisnaga  de baselina , besunta-me  o cu todo ,  besunta  a  piça  tambem , encosta  ao meu olhinho e começa a fazer  força ,  mal a cabeça começa  a abrir  caminho   sinto uma  dor  tremenda , grito de  dor , ele puxa  atrás volta  a por mais baselina , volta  a  meter  a  cabeça , a dor continua muito forte ,  apesar  da dor  eu queria , digo-lhe  para continuar , dá  uma  estocada  mais  forte e  a cabeça  entra toda ,  grito  a  plenos  pulmões , fico  com a sensação que  me tinha estourado as pregas  todas , a  dor  era  terrivel , mesmo assim  tento aguentar , pouco  a pouco a dor  vai aliviando , ele vai  metendo mais muito lentamente , metia  um pouco e parava  , ficava assim quieto  uns  segundos largos , metia mais  um pouco e voltava a parar ,  sempre  que enfiava mais um pouco  eu gritava , devo ter  acordado as  pessoas  dos quartos vizinhos ,  bem  foram precisos  uns  7 ou 8 minutos  para  ter pelo menos metade  da  piça  enfiada , a dor  estava  já suportável , ele começa  com  o vai e vem , era  maravilhoso ,  os  gritos  de  dor começam a dar  lugar  aos  gemidos de  tesão ,  agora  gritava  era  para  ele não parar , mais  uma vez  tenho sensações  até  ali desconhecidas ,  era  um prazer louco ,  pela  primeira  vez  tenho  um orgasmo  a  fazer  anal , era  diferente  de tudo  o que tinha  sentido até  ali  ,  era  como  se tivesse  a ver outra  pessoa  a  ter  um orgasmo ,  parecia  que  não era  eu  , sentia  a  côna  a  contrair-se  e  a  distender ,  era  como  se  tivesse  ganho vida  própria , nesse  momento  sinto  algo que nunca  consegui descrever  ,  era  como  que algo que  me  arranhasse  as paredes  da  côna  ,  parecia  mesmo que sentia  alguma  coisa  a arranhar-ma , parecia  que cresciam papos   que  desapareciam para  voltarem logo a seguir e  escorria  um liquido  pegajoso em  grande  quantidade ,  parecia  que me estava a mijar tal era  a quantidade  que escorria , sei que perdi  completamente  a noção  de  tudo durante  uns  segundos ,  foi  como  se ficasse a  flutuar ,  recupero lentamente ,  ouvia-o  como se estivesse  longe  a  dizer  que  se vinha e sinto a  esporra  a invadir-me  o cu ,  que  maravilha ,  muito lentamente  vai tirando a piça do cu , quando sai sinto um vazio  ,  levanto-me  muito devagar ,  custava-me a andar ,  vamos  para a banheira.
 
Voltamos  á cama  deitamo-nos  e  adormeci rapidamente  abraçada  a  ele ,  acordei  eram  10h05m  com o meu telefone  a tocar era  o meu marido ,  atendi-o ,  ele  nota  algo na minha  voz  ,  digo-lhe  que  estava  um pouco rouca  mas  que  estava  tudo bem ,  desligamos ,  mal  acabo de desligar e olho  para  a porta  da casa  de banho  vejo-o  a  sorrir  para mim ,  dá-me  os  bons  dias  juntos  com  um  belo beijo ,  diz-me  que tinha  o pequeno almoço  na  mesa ,  levantei-me  e tomei-o ,  o cu  doía-me ,  tenho de me sentar ligeiramente  de lado ,  vou tomar  um banho visto-me e saímos os dois  para  a  exposição , antes  passo pelo meu hotel para  mudar de roupa .
 
 
Ao meio dia  vou almoçar com ele ,  combinamos  que  á  noite  ele me ía  buscar  ao meu hotel ás 20h  para  jantar ,  ás  17h  saí da exposição e fui para  o hotel  ,  preparei-me e  ás  20h  estava na recepção á espera  dele  quando ele  chega , vamos  jantar  ali perto ,  um jantar  ligeiro  e  passada  uma hora e  pouco  estavamos no meu quarto   a  foder  como loucos ,  foi  assim  até  regressar  , foram  4  noites  de  loucura , depois  do regresso  continuamos  a  dar  umas fodas ,  ainda  hoje  pelo menos  de  15 em 15 dias  temos  encontros  bem  quentes . 

Se  alguêm  quiser  saber  mais  alguma  coisa  pode e screver  para   analiporio@hotmail.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Pedia para minha esposa dar para outro e ela deu</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/pedia-para-minha-esposa-dar-para-outro-e-ela-deu</link>
			<description>Eu de namoro e casamento já fazem 18 anos e Apesar dela ser uma coisa de louco (31 anos, 1,48m, 50 kg, moreninha de cabelos lisos , olhos castanhos, um rostinho de anjinho a diabinha, peitinhos pequenos, uma bundinha super arrebitada de colocar inveja em muita mulher, enfim, uma princesa, um encanto). Gosto muito de conversar sobre sexo, afim de melhorar a situação falei com ela que tínhamos que apimentar um pouco mais nosso casamento. Nós fazemos muitas coisas diferentes e excitantes, como brincar com o consolo de 21cm dela enfiando em sua bucetinha e mudando constantemente nossas posições. Nossas trepadas melhoram mesmo, e nossa intimidade também. Eu já a chamava de putinha e tudo. Vez em quando víamos filmes pornô, e minhas fantasias começaram a aparecer. Eu Fantasiava principalmente com uma terceira pessoa na cama (mulher). Às vezes me imaginava comendo outra, Estela (nome ficticio) nunca me relatou de suas fantasias o que me deixava perplexo e desnorteado. Com o tempo, a fantasia que mais me excitava deixou de ser “eu com outra” para ser “ela com outro”. Comecei a ler contos eróticos sobre corno. Adoro essas histórias com “putas e cornos”. Então comecei a enviar contos para minha esposa juntamente com fotos e muitos videos para desperta-la. Confesso que procurava enviar fotos de caras com Piroca bem grande pois essa era a tara dela notava em seu olhar e o quanto ela se exitava. Como eu tinha sido seu primeiro namorado, e ela teve só um caso sem importância e experimentou em todo esse tempo que tenho com ela apenas dois paus o meu que é quase que diario e uma tranza rápida que ela nem lembra direito com um ex namorado. Ela freqüentemente admirava as fotos de pica grande e eu pensava no que rolava na cabeça dela é que será que ela um dia vai dar para um cara de pau bem grande, como dos anúncios e de alguns filmes. Não que eu tenha o pau pequeno – tem 16 cm de comprimento por 9cm de circunferência e deixo ela louca de tezão. Cerca de 5 meses tive uma conversa franca com ela e falei do meu desejo que era ela fuder com outro cara então ela disse que iria tentar, a resposta que ela me deu me deixou louco de tezão. Ela então recomeçou um investida em um rapaz que ela já havia ficado só de beijinho com meu concentimento confesso que no inicio fiquei com ciúmes(normal) e tesão: Embora ela fala que eu satisfaço ela na cama acho eu que ela sentia o desejo de ter uma vara de uns 21cm dentro dela. A POSSIBILIDADE DE TUDO SE REALIZAR Um belo dia precisava comprar algumas coisas na cidade vizinha e Estela se prontificou a ir e pediu ao Paulo se tinha como traze-la de volta, ele disse que sim, deixei então ela ir comprar algumas coisas e fui claro com ela pois não aceitaria que ela chegasse em casa sem uma historia ou seja, meter gostoso com ele e que eu queria saber todos os detalhes, então lá foi minha gostosa esposa para outra cidade comprou o que tinha que comprar e ficou esperando Paulo sair do serviço. Após dar o horário eles foram para um local mas tranqüilo e ela então propôs a ele para que fosse em um motel, no que foi de imediato. Chegando lá ficaram meio sem graça e ele foi tomar banho e logo em seguida que ele saiu do banho ela viu que a pica do cara era enorme e que mole era a minha pica dura, ela correu para uma ducha para quebrar o gelo, pois estava nervosa, depois de um dado momento começaram se acariciar e ele então começou a chupar a bucetinha dela deixando ela louca, quando ela percebeu que chegou a vez dela pagar um boquete que só entrava a cabeça na boquinha dela, ficou desesperada devido ao tamanho da piroca do cara achou que não iria aguentar aquilo tudo dentro de sua bucetinha. Devido a alguns contratempos eles não transaram tiveram que ir embora. Confesso que quando ela me relatou isso deu medo e pensei em desistir ficava morrendo de ciúmes dessa proximidade, no dia após isso tudo acontecer fiquei meio que caladão, era porque tenho muito medo de perder minha esposa que amo muito e olha que nem havia acontecido a penetração. COMO TUDO ACONTECEU Após o fato acima acontecer com Paulo e ela me contar morri de tesão e neste dia a transa que tivemos e uma das quais me marcou muito, pois sou louco pela bundinha de minha esposa na qual ela estava bem relaxada comi aquele cuzinho gostoso onde entrou tudo, ela parecia que estava pedindo mas de tanto tesão, foi delicioso, gozei muito neste dia igual um louco. Após passar alguns dias e tentando que o fato da penetração entre eles acontecesse, falei para ela que deveria acontecer tudo em nossa casa, coisa minha. Quero me sentir seguro por estar perto de mim sabe como é nós homens que amamos e temos medo de perder nosso amor. Voltando ao assunto ela teve muito medo derrepente de alguém da família aparecer, mas tranqüilizei ela e ela então aceitou. No dia 09/04/2009 apos ela conversar com ele pelo telefone durante o dia para acertar tudo, ficou marcado para às 18:00h, mas ele se atrasou e chegou às 19:00h o que aconteceu foi narrado por minha esposa para mim. Após a chegada dele começaram a se pegar ele passava a mão nela e ela também dava uns apertos nele, num dado momento Paulo colocou minha linda esposa sentada na mesa do computador e começou a chupa-la deixando ela louca de tesão e toda molhadinha, foi quando ele colocou os 21cm de pau pra fora ela nem pensou na camisinha ( louca )começaram num sexo gostoso ele começou a forçar na buceta de minha querida esposa que entrou fácil devido ela estar molhadinha, até então ela só dava para mim que confesso é uma buceta linda, ela relatou que passava mil coisas em sua cabeça e pensava muito em mim chegou um certo momento que ela ficou com vontade de rir. Paulo bombava, empurrando os lábios da bocetinha dela para dentro. Estela gemia baixinho ficou louca de tesão, ele tirava e enfiava não tinha entrado tudo quando ela já parecia ter se acostumado ele forçou e enfiou todo o resto de uma só vez. Ela deu um gritinho e começou a gemer um pouco mais alto eu pensei que ela não conseguiria deixar acontecer, pois ela sempre foi muito recatada e contra essas coisas ( história né, acho que era pura vergonha de falar para mim ), Paulo enfiava aquela pica com força, deixando a xotinha dela vermelhinha. Ela gemia de tezão e eu na nossa loja imaginando como ela estava sendo arregaçada, que o pau dele estava batendo no fundo de sua xoxota e ela ficando louca. Após decorrer uns 15 ou 20 minutos de sexo Estela gozou loucamente soltando um gemido de prazer coisa que nunca aconteceu comigo até então e o mas louco disso é que comigo ela demora a gozar em torno de 40 minutos, ou seja, cheguei a conclusão de que ela estava louca por receber uma piroca bem grande, agora poço dizer que minha esposa é uma putinha de dois homens. Ela falou que não vai parar de dar para ele, pois gostou muito, agora vou convence-la de transar com nós dois, pois serei o homem mas realizado do mundo e sei que ela vai fazer isso por mim.</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Vizinha Casada e mãe I</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/vizinha-casada-e-m-e-i</link>
			<description>Sempre gostei de mulheres maduras. Tenho 1,75m e 67 kg e é a 1ª vez que escrevo para este site. Hoje estou com 40 anos, mas minha história começa quando eu tinha 11 anos e tive a primeira atração por uma mulher. Ela era mãe de meus dois colegas de infância, tinha 33 anos e parecia-me muito fiel ao marido. Não direi seu nome para não comprometê-la. 
  Um dia, eu estava na casa de meus amigos quando a porta do quarto da mãe deles se abriu e pude ver ela apenas de calcinha e sutiã. Era a primeira vez que via aquela imagem que jamais saiu de minha mente. Era uma mulher normal, mas foi a fêmea que eu mais desejei em toda a minha vida.
  Não sabia quase nada sobre sexo, mas a noite em casa na hora de dormir, comecei a alisar o pau, pensando naquela beldade que eu havia visto durante o dia. 
  E isso se repetiu por várias noites, até que me masturbei agarrado e comendo um travesseiro pensando nela e pela 1ª vez gozei.

  Os anos foram se passando e o tesão aumentando. Sempre dava um jeito de estar por perto dela. Aos 16 anos, meu amigo contou- me que o casamento de seus pais não andava muito bem. Achei que era a hora de investir em meu tesão reprimido. Comecei, sempre que podia tocar na mão daquela senhora, como se fosse sem querer, mas cheio de segundas intenções. É claro que ela notou...
  Então, chamou- me para conversar a sós, e perguntou-me porque que sempre que eu pedia o isqueiro para ela, eu tocava em sua mão.
  Fiquei sem jeito e recuei, Disse que não era nada do que ela estava pensando, que tinha sido sem querer, e blá.. blá... blá...
  Ela respondeu que ainda bem, pois até pensou em falar para os seus filhos,e que eu estava me tornando homem e poderia estar com outras intenções. Na hora gelei e resolvi esquecê-la...
  
 Um ano se passou, e novamente meu amigo disse que seus pais não estavam bem. Disse até que seu pai havia tido um caso amoroso.
    Foi aí que a Diva das minhas punhetas me procurou dizendo que precisava de um favor: 
    - Olha, está aqui um número de telefone e eu quero que você ligue  nesta empresa e diga que “fulana de tal” está fazendo jogo do bicho .
    Entendi na hora se tratar de uma vingança contra a amante de seu marido.
    Dois dias depois, ela voltou a me procurar:
    -Você ligou
    - Sim, respondi .
   -Agora eu quero que você ligue para o meu marido e diga assim: Sua mulher está muito bonita!
Dessa vez eu disse à ela:
- Olha, eu faço isso, mas eu também quero um favor seu !
- O que é, respondeu
- Na hora certa vou falar.

  Os dias se passaram e ela nem falava mais sobre o telefonema para o marido. Só queria saber o que eu queria em troca.
Eu não tinha como dizer. Não tinha pintado um lugar propício.
Um dia estava eu, ela e seu filho na sala, e seu marido dormindo no quarto. Alguém chamou no portão e seu filho foi atender. Era algumas meninas e ele ficou conversando no portão. Então ela me indagou novamente:
- O que você quer ?
  Estavámos sentados no sofá. Eu estava nervoso, mas com o cacete quase pulando p’ra fora da bermuda. Então eu disse:
- O que eu quero é isso.
E puxei para um ardente beijo.
_ Não... Não... aqui não... Meu marido está no quarto e pode vir aqui a qualquer momento... E eu só tenho relação depois de um banho... até para beijar eu sou assim...
  Afastei- me e ela continuou :
- Olha, eu não sinto nada por você... tenho idade p’ra ser sua mãe...desde quando você sente isto que está sentindo por mim ?...
Inventei qualquer história e nesse momento o filho dela voltou.
   Fiquei mais um pouco e fui p’ra casa.

  À noite , por volta das 8 horas fui novamente até a casa deles para chamar seu filho para irmos em uma balada. Ela atendeu-me e disse que seu filho estava dormindo e o outro havia saído. Perguntei sobre o seu marido e ela me disse que ele também havia saído. Disse- me que esperasse um pouco debaixo da garagem, pois iria ver se seu filho continuava a dormir.
   Voltou e veio direto para os meus braços. Puxei-a com vontade e beijei-a intensamente... Foi o beijo mais gostoso da minha vida...encostei-a na parede e comecei a beijá-la com ardor. Ela correspondia com um beijo molhado e se esfregando em meu pau. Abri sua blusa e comecei a mamar naqueles seios deliciosos. Ela gemia baixinho e sussurrava :-Por favor, não me deixe marcada. Eu não tinha quase nenhuma experiência, mas o tesão conduzia as minhas ações. Levantei sua saia e alisei aquela buceta de pelos ásperos. Sentia-a toda molhada e abaixei-me na altura de sua cintura. Meti a boca naquela xavasca peluda e suguei todo aquele néctar. Ela forçava minha cabeça dizendo:
- Isso filho da puta !!! Chupa esta xoxota... mete a língua dentro dela... não era isso que você queria e sempre quis ? 
  Eu sugava e mordiscava como um louco, fazendo-a molhar todo o meu rosto.
  Ela então me puxou em direção a sua boca, beijando-me e dizendo que queria sentir o gosto de sua própria buceta. Eu a beijava e enfiava minha língua em seu ouvido, deixando-a louca.
  De repente, ela abaixou-se junto à minha cintura, abriu a minha calça e em um “golpe” só, abocanhou minha vara que estava quase estourando de tesão. Engolia, lambia... engolia de novo... mordiscava a cabeça me deixando louco. Eu podia ver a baba escorrendo de sua boca deixando-me alucinado:
  Vai sua vaca... engole minha pica... você tá louca de tesão... Hoje vou fazer o que sempre desejei. Vou arrombar você todinha !!!
   Puxei-a para cima e a virei de costas para a parede. Levantei sua saia, desci, passei minha língua por toda a extensão do seu rego até a buceta. Então coloquei a pica na entrada de sua gruta e enfiei...enfiei de uma vez. Ela soltou um gritinho e começou a delirar:
- Puta qui pariu... que gostoso... Vai... enfia seu filho da puta... diz que eu sou gostosa... come essa buceta... me rasga... enfia até o talo.
   E eu fodia... fodia com gosto... dava estocadas, parava... enfiava de novo e metia a língua em seu ouvido dizendo :
   -Gostosa do caralho... sempre quis que você fosse minha puta... agora você é minha... minha cadela... vou te arregaçar... toma sua puta... você gosta de rola né... rebola !!!
   - Gosto... que rola gostosa......... agora eu sou sua puta... que caralho gostoso...já devia ter te dado a mais tempo... vai seu filho da puta... fode essa buceta peluda... seu puto safado... !
    E fodemos... fodemos p’ra valer ... ela começou a se abaixar, ficando de quatro sem deixar minha pica sair de dentro daquela buceta de mãe e esposa  fiel. Eu segurava o gozo p’ra aproveitar cada momento... Ela rebolava, jogando o quadril para trás e forçava a buceta como se mordesse meu pau. Minha pélvis já estava todinha melada com seu gozo e meu rosto todo lambuzado com sua saliva.
   Não resistindo mais, avisei-a que iria gozar. Então ela disse:
   - Vai filho da puta... goza dentro da minha buceta... lava minha xota com essa porra... goza que eu vou gozar também no seu cacete...ahhh!!! ... Vou desmaiar de tesão... goza... goza... ahhhha!!!
   E eu gozei de uma forma maravilhosa naquela buceta madura. Gozei muito... Sentia como se minha alma saísse de dentro de mim. E ela dizia:
-Caralho... tô sentindo toda a sua porra dentro de mim... Seu filho da puta tarado !!! Me fudeu toda... ahhhhha... que gostoso filho da puta!
  
De repente ouvimos barulho que vinha de dentro da casa ! Seu filho havia acordado. Nos arrumamos depressa e ela entrou toda desengonçada. Seu filho, meu amigo, já tinha ido p’ro chuveiro.
   Então ela me disse:
- Pronto ! Esta pago !  Não vai acontecer de novo . Se você contar p’ra alguém eu te mato !!! 
   Fiquei decepcionado, achando que nunca mais a teria de novo. Mas...</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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		<item>
			<title>Tortura no Computador</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/tortura-no-computador</link>
			<description>Tortura no Computador
Eu e minha namorada vivemos duas vidas: uma a que a nossa sociedade nos permite (repressora, onde a mentira e a falsidade reinam entre os casais de bem) e a outra escondida da nossa sociedade (onde o amor, a lealdade, o prazer reina absoluto no nosso mundo). Gosto de tudo que dá felicidade a ela, sinto prazer com o prazer dela, e ela corresponde e retribui tudo que faço por ela. Recentemente combinamos em realizar duas fantasias eróticas. A primeira relatarei em detalhes para que vocês possam ficar excitados como eu fiquei com a fantasia dela.
Tínhamos combinado que eu escolheria uma das minhas fantasia para ela realizar e se fosse bem sucedida eu realizaria a dela. Pensei em algo que fosse agradá-la e que por causa da nossa sociedade repressora ela não fazia. Ela tinha um fã, casado, comerciante bem sucedido, que vivia passando de carro em frente ao escritório onde ela trabalhava, tentando quem sabe um dia transar com a minha gata, linda, linda. E a missão que eu dei a ela foi transar com esse empresário. Para dificultar um pouco, disse que a transa só poderia acontecer se ele e ela seguissem as minhas regras. Lógico que ele não saberia de nada. Ela é que teria que fazer com que ele participasse do jogo sem o conhecimento das regras. Na verdade a única coisa que fiz foi por um punhado de tempero no sexo entre os dois. Ela teria que fazê-lo saber que, para transar com ela, teria que fazer um curso de computador onde ela seria a professora. Por duas razões: uma para que ele soubesse que ela não era uma garota vulgar e a segunda para criar um clima de cumplicidade e amizade, evitando que ele saísse divulgando entre os colegas dele que ela era sua amante (isso numa cidade pequena é terrível). Depois disso, ela só transaria com ele da terceira aula em diante. As aulas seriam realizadas em minha casa num horário em que eu me encontraria trabalhando. Dessa maneira, eles ficariam sozinhos na sala de aula.
Um dia quando ele passou, fez um sinal para ele e entregou um bilhete que marcava um encontro na minha casa no dia e hora combinada. No bilhete ela confidenciou a ele que o achava muito sexy, um gatão, e que queria se encontrar com ele, mas para que o “marido” dela não desconfiasse eles teriam que simular uma aula de computador, se ele topasse ela o estaria esperando.
Quando ele chegou para a primeira aula, ficou de boca aberta. Ela esperava-o de minissaia, uma blusinha bem sexy, sem sutiã, estava realmente um tesão. Ela não lhe deu muito tempo e já o pôs sentado de frente para um computador, entrou num programa que é um curso de digitação, dando então início à aula. Ele não acreditou no que estava acontecendo. Aquele mulherão ali dando sopa e ele aprendendo a digitar. Era demais. Largou o teclado e tentou dar-lhe um beijo. Ela reagiu rispidamente, dizendo que se ele fizesse isso de novo ela nunca mais olharia para ele. E que se ele fizesse o curso direitinho ganharia algo que com certeza iria agradá-lo muito. Dessa forma ele entendeu que para conquistá-la teria que ceder aos caprichos dela. E assim foi. Na medida que ele ia digitando ela começou a acariciar a nuca dele, a passar a mão por dentro da camisa dele e sempre que ele ameaçava parar ela se afastava. Ele disse que nunca tinha passado por uma tortura semelhante. Ela percebia que o pinto dele estava duro, porque fazia um volume grande por baixo da calça. Se concentraram de novo em suas devidas tarefas. Ela chegou até no zíper da calça, libertou seu bilau duro e ficou maravilhada com as suas dimensões. Acariciou um pouco e quando ele não agüentou mais, tentou-lhe dar um outro beijo. Como na vez anterior, ela se afastou e disse que a aula estava encerrada. Ele chateado e de pinto duro, reclamou. Ela respondeu que se ele a quisesse seria da maneira dela. Caso reconsiderasse a sua atitude, amanhã teria outra aula. No dia seguinte, lá estava ele pontualmente, doido para ter mais uma aula. Começaram sem muita demora e ela, dessa vez mais rápida, chegou logo na pica grossa e dura. Ficou batendo uma punhetinha e quando ele avisou que estava para gozar ela parou e foi buscar uma máquina fotográfica para bater umas fotos da pica dele como parte do meu plano. Ele não gostou da surpresa. Afinal, era casado e tinha medo dessas fotos chegarem à mulher dele. Minha namorada já tinha a resposta na ponta da língua: as fotos seriam a garantia dela de que ele não iria comentar com os amigos o relacionamento que estavam tendo. Se ele ficasse calado, poderia tê-la muitas vezes. Mas se ela escutasse alguma fofoca, iria retribuir na mesma moeda ou pior.Dizendo isso ela tirou um seio para fora do vestido e o pôs ao alcance da boca dele. Depois de dois beijos no seio ele concordou com tudo. Ela aproveitou e bateu várias fotos do bilau dele, depois passou a máquina para ele e começou a fazer um pequeno strip-tease, e ele batendo as fotos, principalmente da xoxotinha. Depois partiu para cima dela de novo e mais uma vez se repetiu a história: ela mandou-o para casa. Ele disse que não era de ferro e que a brincadeira estava passando dos limites. Ela, com pena, resolveu diminuir o sofrimento e ao mesmo tempo aumentar a excitação: &quot;Vou dar uma chupada nele e amanhã você volta para terminarmos nosso curso, concorda?&quot; Ele mais que excitado correu para enfiar o pinto em sua boca com aquela grossura toda, fazendo com que ela abrisse totalmente a boca, segurando os cabelos dela e com uma mão na nuca pressionando o membro o mais fundo que pode, começou a &quot;fuder a boca dela&quot; como se fosse uma bocetinha, chegando ao gozo com uma meia dúzia de vai vem, e sem dar tempo para ela se acostumar com a situação começou a gozar um litro de esperma garganta abaixo. Ela se debatendo e ele descontando todo o sofrimento em sua boca. Mesmo com essa brutalidade, ela mostrou como é gostosa. Depois de acostumada com o volume continuou firme no trabalho de chupar. Continuou sugando até ele terminar de gozar e só tirou ele da boca quando estava limpinho e murcho. Com certeza foi a melhor chupada que já ganhou até hoje. Na terceira e última aula, ela o esperava apenas com uma roupa transparente de seda, sem nada por baixo. Tão logo a viu, ele ficou de pau duro e foi logo agarrando. Ela o rechaçou dizendo que ele estava esquecendo da aula e que só a teria se atingisse um determinado número de toques por minuto. O cara quase teve um ataque cardíaco, mas ela estava irredutível. De repente, ele arregaçou as mangas e começou a digitar, xingando ela de todos os nomes menos de santa e tentando de todas as maneiras chegar à velocidade necessária. Ela por seu lado ficava tentando atrapalha-lo: pegava no pinto, chupava, colocava camisinha nele (estava duro, duro, duro), por fim, cego de tesão, ele atingiu o número de toques desejado e partiu para cima dela, já com camisinha no bicho, passando do ponto. Debruçou ela em cima do computador, levantou o vestido e mandou vara na bocetinha encharcada de tesão até gozar. Ele nem se preocupou com ela, tamanha era a sede. Ela viu que o horário da aula já tinha encerrado há meia hora atrás e disse a ele que eu já deveria estar chegando, que era para ele partir logo e que marcaria uma outra aula, mas que dessa vez não teria computador. Ele topou feliz da vida, deu um beijo em sua boca e saiu correndo. Quando ela me viu atrás da porta escondido, tomou um susto e quis saber o que eu tinha visto. Nas primeiras aulas, quando eu chegava, ela já estava me esperando na cama tocando uma siririca doida para que eu chegasse logo e matasse o fogo que estava sentindo entre as pernas. Transávamos com tal intensidade que desmaiávamos juntinhos, depois do gozo. Íamos para uma escrivaninha e ela ia relatando detalhe por detalhe e eu escrevendo. Quando acabávamos eu já estava de pinto duro, pronto para penetrar a sua bucetinha tão querida. Naquele último dia cheguei doido para saber as novidades e fui surpreendido com eles ainda no meio da aula. Fiquei estrategicamente escondido. Quando ele foi embora quem já estava desesperado para entrar numa bocetinha era eu. Transei com ela, gozei, lembrei dele enfiando o pinto na bocetinha dela, instantaneamente meu pinto reagiu ficou duro de novo, mudamos de posição, subi nas costa dela, peguei no seu cabelo comprido e fazendo-o de rédea, fiz com que arrebitasse a sua bunda maravilhosa. Enfiando na bocetinha, dei-lhe uma cavalgada selvagem que a fez gozar intensamente. Durante a noite ainda transei com ela uma três vezes. Era só lembrar da cena que meu pinto endurecia e na última vez ela já não agüentava mais e me brindou com a sua chupada fenomenal e desmaiei. Quando acordamos ela disse que ia transar com outro todos os dias por que eu fui maravilhoso. Retruquei que simplesmente ela era a responsável pelo meu prazer. Acho que ela cumpriu a missão. E vocês, o que acham? Foram três dias de sexo intenso, cheguei a ficar com o pinto esfolado. Precisei de umas duas semanas para me recuperar antes de partir para a realização da &quot;minha&quot; fantasia sexual, que ainda não sabia qual iria ser.
Acho que fizemos até um bem ao nosso empresário. Tenho certeza que ele de noite descontou na esposa dele todo sexo que queria ter com a minha namorada.
e-mail sol45ma@gmail.com</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>FUI ARROMBADA POR  UM  ALUNO  ESPECIAL</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/fui-arrombada-por-um-aluno-especial</link>
			<description>FUI ARROMBADA POR UM ALUNO ESPECIAL

BOM DEPOIS DE MUITO PENSAR RESOLVI ESCREVER ESSE CONTO VERIDICO QUE ACONTEÇEU COMIGO HÁ TRES MESES ATRAS,NUMCA PENSEI QUE TAL COISA ACONTECERIA COMIGO...
BEM MEU NOME É ALANA,TENHO 37 ANOS,MOR.CLARA,BAIXINHA 1:48,47KG,TENHO BUMBUM ARREBITADO E ACHO QUE DEVIDO AO MEU TAMANHO TENHO UMA ANOTOMIA COM MEDIDAS TAMBEM PEQUENAS COMO POR EXEMPLO: TENHO SEIOS PEQUENOS E UMA VAGINA QUE PODE SE COMPARAR A DE UMA CRIANÇA DE 12 ANOS,APESAR DE TER UM GRELINHO BEM SALIENTE;SOU CASADA HÁ 10 ANOS,E SEMPRE TIVE NAMORADOS COM PENIS DIGAMOS NORMAL 16 CM ,COMO É O DO MEU MARIDO...
VAMOS AO FOTO SOU PROFESSORA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO HÁ 12 ANOS E NAS HORAS VAGAS (A TARDE) DOU AULA PARTICULAR EM CASA PARA CRIANÇAS DEFICIENTES A QUAL EU SOU ESPECIALISTA. POIS ESSE HORARIO MINHA FILHA DE 10 ANOS ESTA NA ESCOLA E TENHO UM TEMPO LIVRE. UM BELO DIA RECEBI UMA LIGAÇAO DE UMA SENHORA QUE DIZIA SER MAE DE ALUNO COM NECESSIDADES ESPECIAS,DIZENDO QUE TERIA SIDO INDICADA POR OUTRA MAE DE UMA ALUNA QUE TEVE AULA COMIGO POR 1 ANO,E SE HAVIA INTERESSE DE MINHA PARTE ,DISSE QUE SIM QUE PODERIA VIR A MINHA CASA PARA CONVERSARMOS MELHOR ,MARCAMOS DIA E HORARIO E ELA VEIO CONVERSARMOS E ACERTAMOS TUDO PAGAMENTO E QUE SERIA 3 VEZES POR SEMANA O RAPAZ CHAMAVA DIOGO E TINHA 19 ANOS,ALTO MAIS OU MENOS 1:85,MORENO CLARO, POREM COMO É NORMAL EM PESSOAS COM ESSE PROBLEMAS TINHA MENTALIDADE DE UMA CRIANÇA DE 10 ANOS... CHEGADO O DIA A MAE TROUXE ELE E DEPOIS DE 2 HORAS VOLTARIA PARA BUSCAR, TUDO CORRIA MUITO BEM, PASSADO 1 MES O DIOGO JA DEMONSTRAVA AVANÇOS NÍTIDOS DE APRENDIZADOS ATE QUE COMEÇEI A REPARAR QUE ELE OLHAVA MUITO FIXAMENTE PARA MEU BUMBUM QUE É BEM ARREBITADO E EM SEGUIDA IA PARA O BANHEIRO,COMEÇEI ACHAR AQUELA ATITUDE ESTRANHA E RESOLVI INVESTIGAR, E ERA SEMPRE QUANDO FICAVA DE SHORT ,AS AULAS ERAM SEGUNDAS,QUARTAS E SEXTAS,ENTAO DECIDI QUE NA PROXIMA AULA QUE ERA SEGUNDA IRIA DESCUBRIR O QUE ACONTECIA NAQUELE BANHEIRO,ENFIM CHEGOU A SEGUNDA FEIRA,TUDO ESTAVA NORMAL , IA TUDO MUITO BEM ATE QUE DEPOIS DE UNS 50 MINUTOS DE AULA PERCEBI QUE TODA VEZ QUE LEVANTAVA ELE OLHAVA MUITO PRO MEU BUMBUM COMO SEMPRE FAZIA, ATE QUE ELE DISSE VOU AO BANHEIRO! DISSE TUDO BEM DIOGO PODE IR E ELE FOI,PASSADO UNS 2 MINUTOS FUI ESPIONAR O QUE ACONTECIA FUI DE PONTA DE PÉ E ABRIR A PORTA DO BANHEIRO BEM DEVAGAR,QUAL FOI MINHA SURPRESA DIOGO SE MASTURBAVA COM OS OLHOS FECHADOS MAIS MINHA MAIOR SURPRESA FOI VER O TAMANHO E GROSURA DE SEU PENIS!!!
CONFESSO QUE FIQUEI PARALISADA AO VER AQUELE MONSTRO ENORME E GROSSO,NUMCA TINHA VISTO ALGO NEM PARECIDO,PARA VOCES TEREM UMA IDEIA A CABEÇA DO SEU PENIS ERA TAO GRANDE E VERMELHA QUE MAIS PARECIA UM TOMATE...ENORME MESMO... FECHEI A PORTA BEM DEVAGAR E VOLTEI SEM QUE ELE PERCEBEÇE,DEPOIS DE UNS 10 MINUTOS DIOGO SAIU DO BANHEIRO E SENTOU A MESA,EU PERGUNTEI TUDO BEM DIOGO ? ELE DISSE TUDO BEM! VOLTAMOS NOSSA ATIVIDADE NORMAL,MAIS A PARTIR DAI, FIQUEI TOTALMENTE DESCONCENTRADA... ATE QUE DEU SEU HORARIO DE IR E SUA MAE TOCOU O INTERFONE,NOS DESPEDIMOS E EU DISSE ATE QUARTA. 
BEM RECUPERADA DO SUSTO COMEÇEI A PENSAR NO QUE TINHA VISTO NO BANHEIRO QUANDO PERCEBI ESTAVA COM A CALCINHA TODA MOLHADA...FALEI MINHA NOSSA O QUE ESTA ACONTECENDO COMIGO,ERA PRA MIM ESTA COM RAIVA E ESTOU SENTIDO ALGO ESTRANHO UMA MULHER DE 37 ANOS MUITO BEM CASADA!!! O QUE ESTA ACONTECENDO COMIGO? ME PERGUNTEI E TENTEI PENSAR EM OUTRA COISA E ESQUEÇER DAQUELA CENA ...TUDO BEM, FUNCIONOU... A NOITE MEU MARIDO CHEGOU CONVERSAMOS COMO SEMPRE MINHA FILHA JA ESTAVA DORMINDO EU E MEU MARIDO FOMOS DORMIR,QUANDO DEREPENTE ELE COMEÇOU A ROÇAR EM MIM E A ME BEIJAR ...COMEÇAMOS A TRANSAR QUANDO VEIO A CENA DO DIOGO NA MINHA CABEÇA NOSSA FIQUEI SUPER TARADA ATE MEU MARIDO PEREBEU E FALOU:NOSSA VC ESTA SUPER TARADA! E EU NAO PARAVA DE FICAR MOLHADA PENSANDO NO QUE TINHA VISTO,ACHO QUE GOZEI UMA TRES VEZES, UMA ATRAS DA OUTRA... TERMINAMOS FUI AO BANHEIRO E COMEÇEI A PENSAR NOVAMENTE NA CENA DO DIOGO VOLTEI A ME EXITAR DE NOVO FALEI MEU DEUS ESTOU DESEJANDO AQUELA COISA DO DIOGO O QUE VOU FAZER?COMEÇEI A ME MASTURBAR ATE GOZAR NOVAMENTE ESTAVA INSACIAVEL...ENFIM FUI DORMIR CHEGOU TERÇA E EXTRANHAMENTE EU COMEÇEI A DESEJAR QUE CHEGASSE LOGO A QUARTA FEIRA ,ENFIM CHEGOU QUARTA DIA DA AULA,QUANDO TOCOU O INTERFONE ERA A MAE DO DIOGO TRAZENDO SEU FILHO ASSIM QUE DIOGO CHEGOU COMEÇEI A SENTIR UMA SENSAÇAO ESTRANHA UM FRIO PERCORRIA POR TODA MINHA COLUNA SUBIA E DESCIA PELAS MINHAS COSTAS,QUANDO ME DEI CONTA ESTAVA COM A CALCINHA ENXARCADA,ERA TANTO QUE COMEÇAVA A ECORRER PELAS COXAS,PEDI LIÇENÇA AO DIOGO E FUI AO QUARTO TROCAR DE CALCINHA,VOLTEI E COMEÇAMOS NOSSA ATIVIDADE,MAIS A CENA NAO SAIA DA MINHA CABEÇA,LENVANTEI E FUI A COZINHA E QUANDO VOLTEI ELE PEDIU PARA IR AO BANHEIRO, DISSE TUDO BEM E COMEÇEI A TREMER POIS SABIA O QUE ELE IRIA FAZER LA DENTRO, DEPOIS QUE ELE ENTROU COMEÇEI A LUTAR COMIGO MESMA PARA NAO IR LÁ... QUANDO DEI POR MIM JA ESTAVA NA PORTA DO BANHEIRO FUI ABRINDO LENTAMENTE A PORTA QUANDO COLOQUEI MEU ROSTO PARA VER, ELE ESTAVA COM AQUELA TORA NA MAO E ABRIU OS OLHOS E ME VIU...NOSSA QUASE MEU CORAÇAO SAIU PELA BOCA DE SUSTO...E ELE DISSE PRA MIM ME AJUDE? EU DISSE COM A VOZ TREMULA O QUE VC QUER DIOGO? E FUI ENTRANDO E ELE PEGOU MINHA MAO E COLOCOU NO SEU PAUZAO... FIQUEI ESTATICA SEM SABER O QUE FAZER MINHA MAO NAO CONSEGUIA FECHAR NEM A METADE DAQUELE PAU,COMEÇEI A FAZER UM VAI E VEM COM A MAO E ELE FECHAVA OS OLHOS SEM DIZER UMA PALAVRA,QUANDO PERCEBI MEU LIQUIDO JA ESTAVA ESCORRENDO NAS MINHAS COXAS DE TANTO TESAO, AS PERNAS COMEÇOU A FICAR MOLE E O FRIO COMEÇOU A PERCORRER TODO MEU CORPO ACHO QUE DE CURIOSIDADE E DE MEDO DAQUELA TORA ,NAO AGUENTANDO MAIS FICAR EM PÉ FECHEI A TAMPA DO VAZO E SENTEI FIQUEI COM AQUELE MASTRO BEM NA MINHA FRENTE E ELE PERCEBENDO ISTO FOI ESFREGUANDO AQUELA CABEÇONA NOS MEUS LABIOS EU ALI TOTALMENTE ENTREGUE NAO TIVE OUTRA OPÇAO A NAO SER LAMBER ,TENTEI COLOCAR NA MINHA BOCA,MAIS NAO CABIA ERA MUITO GRANDE,ENTAO COMEÇEI LAMBER DE CIMA A BAIXO ,ERA UMA COISA DIFERENTE NUMCA TINHA TRAIDO MEU MARIDO E ESTAVA COM UM OUTRO HOMEM AINDA MAIS SENDO COM NECESSIDADES ESPECIAS... BOM, A ESSAS ALTURAS JA ESTAVA ENTREGUE ,ME LEVANTEI E LEVEI ELE ATE MEU QUARTO CHEGANDO LÁ TIREI A CALÇA E A CAMISA DO DIOGO FALEI PRA ELE DEITAR TIREI TODA MINHA ROUPA E FUI EM CIMA DELE SEGUREI AQUELA PICONA E TENTEI COLOCAR NA MINHA VAGINA ,OLHA JURO, MEMSO LUBRIFICADA A CABEÇA DO PAU DE DIOGO NAO ENTREVA ,QUANDO ELE FORÇAVA ELA ESCORREGAVA SAIA E NAO ENTRAVA DE TAO GRANDE,ATE QUE COM MUITO CUSTO COMEÇOU A ENTRAR OLHA EU VI ESTRELAS LITERALMENTE ELE ME PUXOU PELA CINTURA E COMEÇOU A BOMBAR E EU GRITAVA DE DOR E SO TINHA ENTRADO A METADE FIQUEI QUIETINHA ATE ME ACUSTUMAR E COMEÇEI SENTIR UM LEVE TESAO COMEÇEI A REBOLAR E GOZEI MUITO,ELE COMEÇOU A ME PUXAR PELA CINTURA E EM UMA ESTOCADA FOI ENFIANDO SENTIA QUE OS GRANDES LABIOS DA MINHA VAGINA IA ENTRANDO JUNTO COM OS PELOS PARA DENTRO ,FIQUEI SEM VOZ E SO SAIA LAGRIMAS EM MEUS OLHOS E ELE BOMBAVA SEM PARAR ATE QUE ELE COMEÇOU A GEMER ALTO E GOZOU MUITO... AINDA FICAMOS NA MESMA POSIÇAO POR UNS 5 MINUTOS,QUANDO RECUPEREI MINHAS FORÇAS LEVANTEI E NUMCA VI TANTA PORRA SAIR DE DENTRO DE MIM FUI AO BANHEIRO ESTAVA TOTALMENTE ABERTA,ARROMBADA DE VERDADE...MAIS ME SENTIR TOTALMENTE PREENCHIDA PELA PRIMEIRA VEZ,NO OUTRO DIA LIGUEI PARA SUA MAE E DISSE QUE NAO PODERIA MAIS DAR AULA PARA SEU FILHO ,TINHA ARRUMADO OUTRO SERVIÇO...PASSADO UMA SEMANA FUI TRANSAR COM MEU MARIDO QUE DISSE QUE HAVIA ALGO ESTRANHO,MAIS NAO QUIS DIZER O QUE ,ELE PERCEBEU QUE ESTAVA ARROMBADA MESMO,E EU SENTINDO FALTA DE UM PAU MAIOR QUE O DELE.</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>O IMPORTANTE É GOZAR E SER FELIZ (Ninguém é de ninguém)</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/o-importante-e-gozar-e-ser-feliz-ninguem-e-de-ninguem</link>
			<description>By aventura.ctba

Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. 
Não sou do tipo super dotado como a maioria dos personagens de contos eróticos, mas me orgulho muito do meu companheiro, por nunca ter me deixado na mão.
De uns tempos pra cá, venho tendo uma leve desconfiança, que minha esposa está me traindo com meu concunhado, o Silas. 
Até agora não dei muita relevância ao fato, por não ter notado nada que merecese uma investigação mais apurada, e talvez essa minha cisma, seja porque há tempo venho traçando minha cunhadinha, a Sandrinha, irmã mais nova da minha esposa e atual mulher do Silas.
Minha esposa se chama Clara, hoje com 30 anos, loira, 1.65m, olhos azuis da cor do céu, cintura fina, quadris largos, apesar da idade e de duas gestações, mantém um corpo perfeito que sempre chama a atenção dos homens por onde passa.
Perdi as contas de quantas vezes esperava minha esposa sair pro trabalho, pra levar Sandrinha na nossa cama, e meter meu pau na sua bucetinha novinha, lisinha, Cheirosinha e apertadinha.
Minha cunhadinha viciou no meu pau, transávamos no mínimo duas vezes por semana enquanto trabalhou em casa.  
Quando minha esposa começou a trabalhar, Sandrinha veio morar em casa para cuidar do nosso filho que era novo e não queríamos deixá-lo na creche, por isso resolvemos pagar um salário pra ela cuidar durante a semana, e nos sábados e domingos voltava pra casa dos meus sogros.
Sempre tive um tesão danado pela minha cunhadinha. 18 aninhos, moreninha, 1.62m, peitudinha, com os biquinhos dos seios tão durinhos que pareciam furar as camisetinhas que usava. 
Uma cinturinha fininha, com uma bundinha durinha, empinada, e um sorrisinho sapeca cada vez que falava uma sacanagem pra ela.
Sempre tive vontade de chegar junto, mas me continha por receio dela contar pra minha esposa e um escândalo na família seria inevitável, por isso fiquei na minha, só estudando e preparando o terreno até que surgisse uma oportunidade.
Quando minha cunhadinha vestia umas camisetinhas bem ousadas mostrando boa parte dos seus peitinhos, uns shortinhos apertadinho deixando aparecer à polpa da sua bundinha e resaltando o relevo da sua bucetinha, não tinha como esconder o tesão que sentia por ela, e nem tentava disfarçava o volume que formava na minha bermuda. 
Cansei de pegar minha cunhadinha disfarçadamente de canto de olho observando meu pau duro sob a bermuda.
Quantas vezes esperava minha cunhadinha sair do banho, para logo em seguida entrar no banheiro e tocar uma punheta cheirando suas calcinhas ainda quentinha, e depois gozava enchendo de porra a parte que cobria sua bucetinha, depois ela me contou que sabia das minhas punhetas deixando toda esporrada suas calcinhas, pois era ela que lavava nossas roupas.
A oportunidade tão desejada chegou num dia que fomos ao casamento de um parente distante, e minha cunhada ficou o final de semana pra cuidar da casa. 
Quando voltamos, minha esposa descobriu nos lençóis que Sandrinha se esqueceu de lavar, vestígios de uma trepada em nossa cama, e devido as evidências, ela não teve como negar que seu namoradinho da época veio dormir com ela. 
Fiquei com pena de ver minha cunhadinha chorando, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus para não contar pro meus sogros, pois eram muitos rígidos e não saberia o que podia acontecer quando soubessem. 
Clara ficou uma fera, pensando seriamente em contar para seus pais, daí resolvi tomar as dores da cunhadinha e convenci minha esposa de esquecer tudo, dando mais um voto de confiança a sua irmã, apazigüei a situação botando um basta em tudo.
Depois Sandrinha confidenciou a minha esposa, que naquela noite tinha sido sua primeira vez, fiquei louco de inveja do pirralho que tirou o cabacinho dela, mas logo depois terminaram o namoro.
Claro que fiquei com o maior moral com minha cunhadinha, com o tempo fui ganhando sua confiança e nossas brincadeiras quando estávamos a sós em casa foram ficando cada vez mais ousadas, até chegar ao ponto de passar a mão na sua bundinha cada vez que passava por mim, dizendo que ela estava um tezãozinho, quando ela estava lavando louça na pia, ia tomar um copo d’água só pra dar uma encochada na sua bundinha e esfregava meu pau duro no seu reguinho. 
No início ela era meio arisca, mas devido à insistência, ela foi cedendo e dava umas reboladinhas no meu pau, mas não passava disso.
Certo dia ela estava lavando roupa usando uma minissaia curtinha, eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, meu pau já deu sinal de vida. 
Cheguei nela por trás e encochei com gosto aquela delícia de bundinha, ela me disse:
 - Pare seu tarado! 
- Iimagina se minha irmã descobre suas safadezas? 
– Ela acaba com você e comigo!
- Ela vai ficar sabendo se você contar, disse.
- Pensa que não sei o que você faz no banheiro com minhas calcinhas logo depois que saio do banho? 
- Minha irmã não esta dando conta dele? 
Falou pegando no meu pênis por cima da bermuda. 
A partir desse momento não teve mais volta, foi à deixa que faltava para comer aquela gostosinha. 
Continuei com meu pau encaixado na sua bundinha ainda por cima da roupa, meti minhas mãos por dentro da camiseta, e pela primeira vez senti seus peitinhos em minhas mãos enquanto chupava seu pescocinho e esfregava meu pau na sua bundinha.
Ela gemia de tesão enquanto sarrava seu corpinho.
Virei-a de frente pra mim, retirei sua camisetinha e me deliciei chupando aqueles peitinhos que era uma verdadeira loucura. 
Minhas mãos foram percorrendo sua barriguinha até chegar à sua bucetinha que de tão molhadinha tinha encharcado sua calcinha. 
Ela com os olhinhos fechados gemia baixinho curtindo todo o prazer que estava lhe proporcionando. 
Meu tesão aumentava, cada vez que seu corpinho tremia anunciando que tinha gozado. 
Delirei quando ela encostou-me na máquina de lavar, se ajoelhou na minha frente, libertou meu cacete de dentro da bermuda. 
Percebi sua carinha de espanto quando meu pau saltou na sua frente majestoso e imponente mostrando toda sua virilidade, louco para entrar na sua bucetinha semivirgem, rescém descabaçada, que iria acolhê-lo centímetro a centímetro fazendo sentir totalmente preenchido dos lábios da sua bucetinha até seu útero.
 Fui às nuvens quando senti sua boquinha deliciosa sugando minha rola, sem experiência no início, mas logo pegou jeito e mamava como uma desesperada. Parecia uma criança descobrindo seu novo brinquedo.
Pra não gozar na sua boquinha, sentei-a na máquina de lavar, abri suas perninhas, puxei de lado sua calcinha e pude pela primeira vez sentir em minha boca o gosto da sua bucetinha.
Minha língua explorava toda sua extenção, ela gemia de tesão cada vez que brincava com seu grelinho, abria seus grandes lábios e sugava todo seu néctar levando-a, a verdadeiro devaneios. 
Não agüentando mais, tirei sua calcinha, entrei no meio das suas pernas, ela tremeu quando sentiu a cabeça do meu pau encostar-se à entrada da sua grutinha.
Encachei meu pau e fui forçando devagar até que passou a cabeça, não encontrei muita resistêcia devido o estado de ecxitação que se encontrava naquele momento.
Fui penetrando devagar fazendo Sandrinha sentir toda a extenção do meu caralho invadindo seu território de prazer ainda pouco explorado.
Quando tinha entrado pouco mais da metade, Sandrinha me pediu pra ir devagar, pois estava sentindo um pouco de dor.
Parei um pouco para ela se acostumar com o novo invasor, e quando senti que estava mais relaxada, com uma forte estocada a penetrei completamente arrancando um gemido rouco da sua garganta. 
Comecei num vai e vem devagar e aos poucos fui aumentando o ritmo, minha cunhadinha chorava de tesão dizendo:
 - Aaaaiiii você vai me matar!!!! 
– Que delícia de pau, me fode cunhadinho gostoso...
- Eu vou gozaaarrrr....Uuuuiiii, e mais uma vez seu corpinho estremeceu anunciando outro orgasmo.

Coloquei minha cunhadinha encostada na máquina de costa pra mim, levantei sua bundinha e atolei tudo de uma vez na sua bucetinha. Ela gemeu quando sentiu minha pica forçando seu útero, fodia como um louco sua bucetinha por trás, não demorou muito e minha cunhadinha gozou novamente na minha rola, e não agüentando mais segurar, gozei inundando sua bucetinha de porra que escorria por suas pernas.
Fiquei um pouco com meu pau dentro dela curtindo aquele momento, quando retirei, percebi que junto com minha porra vinha um pouco de sangue daquela bucetinha rescém descabaçada, ela disse que só tinha transado com seu namoradinho duas vezes, e que não sentiu nem uma parte do que tinha proporcionado a ela, disse que sua irmã teve sorte de encontrar um homem tão gostoso como eu, claro que fiquei lisongeado. 
Depois da nossa primeira vez, sempre rolava uma transa entre nós, fui a loucura quando descabacei seu cuzinho, minha cunhadinha chorou de verdade até seu cuzinho acostumar com o calibre do meu pau, contarei com detalhes em outra ocasião. 
Minha cunhada cuidou do meu filho por dois anos, depois arranjou um novo emprego, conheceu Silas, namoraram, noivaram e se casaram. 
Após seu casamento continuamos transando esporadicamente, pois ficavam cada vez mais difícil nossos encontros, e depois que seu filho nasceu, ficou quase impossível nossas aventuras. 
Silas meu concunhado, era um cara bacana, alto, loiro, bonitão, desinibido e tinha fama de pegador.
Ele era dono de restaurante, e nos finais de semana, sempre aparecíamos para almoçar, jantar, ou simplesmente para tomar umas geladas e ouvir músicas ao vivo. 
Em certa ocasião estávamos eu, minha esposa, minha cunhada e o Silas conversando e bebericando numa mesa, quando minha sobrinha começou a chorar e minha cunhada saiu para brincar com ela no pátio, eu fui ao banheiro, e na volta percebi algo de estranho entre Silas e minha esposa.
Em um canto afastado, percebi que disfarçadamente, Silas dedilhava a bucetinha da minha mulher por debaixo da mesa, pois seu rosto a denunciava, e minha esposa disfarçadamente alisava o cacete do Silas por cima das calças.
Tive certeza, quando Silas se levantou e saiu assim que me viu voltando pra mesa.
Ao passar por mim pude perceber que estava com pau duro tentando disfarçar, e também notei minha esposa disfarçadamente arrumando sua saia. 
Fiz-me de inocente dando corda pra ver até que ponto ia chegar, disse pra minha esposa que iria até o carro pegar um cigarro.
 Ela se levantou e disse que ia ao toillete, da porta vi que ela em vez de entrar no banheiro feminino, entrou por uma porta que levava ao depósito de bebidas. 
Olhei pra minha cunhadinha, ela brincava com minha sobrinha no parquinho. 
Esperei um minuto, e fui ver o que minha esposa foi fazer no depósito já desconfiado no que ia rolar.
Fui com cuidado pra não perceber minha presença, ouvi barulho num canto escuro me aproximei e vi minha esposa agachada na frente do Silas fazendo uma chupeta em seu pau. 
Percebi que o Silas também tinha um senhor cacete.
Ouvi Silas dizer que tinha que ser rápido pra ninguém notar a falta deles.
Minha esposa se levantou, Silas ficou por trás dela, levantou sua saia, puxou de lado sua calcinha, Clara se abaixou firmando o corpo em uns engradados de cerveja e Silas atolou de uma vez seu pau na bucetinha dela. Minha esposa gemia baixinho enquanto Silas desfrutava da sua bucetinha ardente.
Clara olhou pro Silas e disse pra não gozar dentro dela, pois sua porra ficaria escorrendo por suas pernas e ela estava desprevenida, Silas aumentou o ritmo do vai e vem dizendo que estava quase gozando, percebi que minha esposa já tinha gozado, pois seus gritinhos já tinham denunciado, e eu a conheço muito bem.
Silas disse: - Vou gozar!!!!!!
Minha esposa ajoelhou na sua frente, abriu a boca e Silas com jatos fortes encheu sua boca de porra que Clara engoliu tudo, deixando limpinho o Pau do Silas.
 Eu claro, me acabei numa punheta enquanto registrava a trepada deles na câmara do meu celular.
Saí de fininho enquando minha esposa e Silas, tentava se livrar de quaisquer vestígios daquela foda.
Fui ao pátio do restaurante e minha cunhada sentada num banco, cuidava da minha sobrinha brincando na areia.
Peguei meu celular e mostrei pra Sandrinha o que tinha filmado.
- Filhos das putas, eu já tinha notado alguma coisa, mas não tinha certeza disse-me.
- Minha irmã quer se passar por santa, mas não passa de uma putinha. 
- Não me arrependo nem um fio de cabelo pelo que aconteceu entre nós, e tem mais, passa em casa segunda feira porque depois de deixar Stefany na creche, vou ficar o dia todo em casa, e como segunda o restaurante não abre, o Silas vai a uma convenção em São Paulo e volta só na terça a tarde.
Nem precisa dizer que passamos o dia todo transando de todas as maneiras, matei a saudade da bucetinha e também do cuzinho da cunhadinha que tinha deflorado a tempo.
Decidimos manter em segredo nosso caso, e também não fiquei com ciúmes da minha esposa com o Silas, pois nosso casamento estava meio abalado, e essa reviravolta fez solidificar nosso relacionamento.
 Sandrinha também deixou rolar dizendo que agora não se sentia culpada por trair seu marido e sua irmã.
Se gostarem faça um comentário, e se puder de seu voto.
Abraços a todos e até mais.
Meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>COMO DESCOBRI UMA VERDADEIRA PUTA</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/como-descobri-uma-verdadeira-puta</link>
			<description>By aventura.ctba

Olá caros leitores, meu nome é Carlos. Tenho 42 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos. Meu pau tem 16 cm, me orgulho muito dele por até agora nunca ter me deixado na mão. O que vou narrar aqui é a pura verdade, não teria motivo para inventar tudo isso que me aconteceu. Bem vamos ao conto. Faz alguns anos que não vejo minha irmã Claudia que mora em Brasília. Quando soube que ela estava de passagem por Curitiba e ia nos fazer uma visita quase não acreditei. Fiquei muito feliz, pois, apesar de morarmos longe e dificilmente estarmos juntos, nos falamos quase todas as semanas por telefone. Liguei para ela e ela disse que estava com um casal de amigos, e, aproveitando o feriado da semana da Pátria, resolveram dar uma esticada até aqui para matar a saudade e aproveitar para espantar o estress da vida agitada que levam. Combinamos de reunir a família numa chácara que temos na Região Metropolitana de Curitiba, lugar ideal para um final de semana junto da natureza e longe do agito da Cidade. Fui o primeiro a chegar para adiantar as coisas, enquanto o caseiro lidava com os animais e cuidava da limpeza eu e minha esposa, fomos às compras para prepararmos um bom churrasco para o pessoal. Quando voltamos da cidade, meu irmão com a família já tinha chegado, e em pouco tempo o local já estava agitado, veio primos, tios, sobrinhos, amigos da família, etc... Pouco antes do meio dia chega minha irmã Claudia, e seus amigos, que eram esperados por todos. A alegria era geral, Claudia tem 2 anos a mais que eu. Sempre nos demos muito bem quando éramos crianças, e como disse antes, mesmo a distância sempre nos falávamos por telefone. Claudia já tinha me falado da Samantha sua melhor amiga. Claudia nos apresentou Renato marido de Samantha, devia ter uns 35 anos, alto, moreno, muito gente boa. Logo fez amizade com a turma e após umas cervejas já animado contava piadas para o pessoal. Pelo jeito estava agradando pois as gargalhadas eram ouvido a distância. Logo que vi Samantha algo me tocou forte por dentro, ela é simplesmente linda, mais ou menos 1,70m, uns 60kg, morena clara, olhos amendoados cor de mel, cabelos castanhos longos e lisos quase na cintura, seios de médio para grande mas firmes, os biquinhos do seios quase furava uma camisetinha branca que usava e o decote era de deixar qualquer um de queixo caído. Pernas bem torneadas, coxas grossas, uma bundinha grande bem feita e durinha, uma loucura. Depois fiquei sabendo que tinha 28 aninhos mas que ninguém dava mais de 22 para aquela gostosura. Procurei fazer amizade com ela rapidamente e, sempre que dava, arranjava um jeito de me esfregar naquela bundinha. Tinha que comer aquela gata de qualquer jeito, mas não sabia como, pois, além da quantidade de gente que estava na chácara, minha esposa não largava do meu pé, e Samantha fazia questão de demonstrar que adorava seu marido. Procurei minha irmã e perguntei sobre Samantha ela sacou logo minha intenção, e disse: Você não tem jeito mesmo não é seu safado? Mas quem sabe você não tenha alguma chance! Ela me confidenciou, que apesar de gostar muito do Renato, ele não a satisfaz na cama, chegou a me confessar que nunca teve um orgasmo. Não acreditei no que ouvi e já arquitetava um plano para foder aquela Deusa. A casa principal da chácara, fica no lugar mais alto do terreno, a casa do caseiro fica um pouco ao lado. A uns 50m da casa, mais abaixo, ficam 3 tanques de peixes, e uma piscina de água natural, uma delícia no verão. Logo acima dos tanques uns 90 a 100m da casa, fica um pomar com bastante variedades de frutas, que por ser uma exigência nossa, o caseiro mantém sempre limpo. E logo depois do pomar o terreno é composto por matas nativa. Dentre as árvores frutíferas a que mais se destaca é uma mangueira alta e frondosa com galhos chegando quase ao chão, um ótimo lugar para dar uma trepada bem gostosa, já tinha fodido minha esposa algumas vezes debaixo daquela mangueira. O lugar era ideal, pois quando escurece da casa não da para ver nada no pomar, mas de lá da para ver todo o movimento da casa. O pessoal continuava animado, uns jogando truco, a criançada se divertiam no Videokê, minha irmã tinha colocado no som um vanerão, ritmo gaúcho muito apreciado aqui no sul, alguns começaram a dançar, aproveitei que minha esposa estava na cozinha ajudando a preparar o almoço, e Renato estava nos tanques de peixe distraído com a pescaria, tirei Samantha para dançar, ela disse que não sabia dançar esse tipo de música, mas com muita insistência prometendo ensiná-la ela topou. Agarrei aquela potranca e apertei forte contra meu corpo, com o contato dos seus peitões e o bate coxa, meu pau não demorou à dar sinal de vida, em pouco tempo estava duro que nem uma pedra. Fiquei com receio dela se esquivar, mas ela continuou como se nada tivesse acontecendo, então olhei para os lados e vi que ninguém reparava em nós a puxei pela cintura e esfreguei com gosto meu pau naquela gostosa, ela sentindo meu pau roçando nas suas pernas, ajudava também no embalo da dança. A música acabou, e como um adolescente corri para o banheiro e me acabei numa punheta, acho que ela percebeu, pois quando saí do banheiro ela estava no corredor e me olhou com um sorrisinho cínico no rosto. A noite prometia, eu tinha certeza que aquela gata ia gemer no meu pau. Logo o almoço foi servido, e após o almoço o pessoal se espalhou pela chácara, minha irmã, Samantha e Renato foram se deitar para se recuperar da viagem. A tarde, alguns parentes foram embora pois tinham compromissos no outro dia. Mas mesmo assim ficou bastante gente na chácara. Lá pelas 18:00hs, minha irmã se levantou tomou um banho, Samantha e Renato fizeram o mesmo. Samantha colocou uma sainha de um tecido bem leve e balançava com os movimentos do seu andar não sei dizer com exatidão qual era o tecido mais era branquinha, não chegava a ser mini, mas era curta, dava um pouco acima das coxas, uma camisetinha azul daquelas que deixa o umbiguinho de fora. Samantha estava maravilhosa, um verdadeiro tesão, não tinha um macho ali que não babava pela gata, até meus tios já de idade dava um jeito de secar aquela bunda quando ela passava. O pessoal começou novamente no jogo de baralhos, uns jogava truco outros buraco, a criançada como sempre no Videokê. Um tio já se encarregou de cuidar da churrasqueira, minha esposa jogava buraco com minha irmã algumas primas e tias. Renato se atracava no truco com os homens. Como nunca gostei muito de baralho e o pessoal sabia disso, fiquei livre para ficar cuidando da Samantha, só esperando uma oportunidade para arrastar aquela gata até o pomar, pois ali na casa, minha chance de traçar aquela Deusa era zero. Sem ninguém perceber, peguei uma toalha de banho enorme que estava na janela nem sei de quem era, desci até os tanques ninguém me viu, subi até o pomar e deixei a toalha sob o pé de manga. Quando voltei vi Samantha próximo a casa pensativa encostada em uma árvore, me aproximei e percebendo que o pessoal não tinha visão de onde nós estávamos, abracei ela por trás encostando meu pau naquela bundinha com as mãos apertava seus peitos. Ela se assustou e tentou se esquivar eu segurei mais forte e disse nos seus ouvidos: Samantha, estou louco de tesão por você, e não agüento mais de vontade de chupar esses peitinhos e meter meu pau na sua bucetinha, você esta me deixando maluco. Ela disse você está louco! Me solta! O pessoal pode ver a gente, e tem mais, nunca vou trair meu marido! Pôxa Carlos, a tua mulher e o meu marido estão aqui, imagina se eles nos pegam! Antes de soltá-la desci minha mão pelas suas coxas e empalmei com vontade sua bucetinha, então percebi que estava sem calcinha, e sua bucetinha estufadinha encheu a palma da minha mão. Falei novamente nos seu ouvido, Samantha você sabe que estou louco por você e sinto que você também esta a fim, vou ficar um pouco com o pessoal, e daqui uns 10 minutos vou estar esperando você na piscina atrás do vestiário, e apontei o local. Ela retrucou que não ia, que isso era loucura. Virei as costa e saí em direção à casa. Passado um tempo, renovei o estoque de cervejas nas mesas, brinquei um pouco com as crianças, percebi que Samantha estava acabando de secar um copo de vinho ao lado do marido. Quando ela foi encher o copo novamente, discretamente disse baixinho sem que ninguém percebesse, estou descendo vou te aguardar no local que te indiquei, não me faça esperar muito. Saí e me encaminhei para a piscina pensando se ela viria mesmo. Pagaria qualquer preço para saber o que passava pela cabeça de Samantha. Fiquei uns 20 minutos esperando e quando já estava desistindo, vi Samantha disfarçadamente caminhando em minha direção, quase não acreditei, assim que ela chegou, sem dizer nada peguei em sua mão e a levei para o pomar. Entramos de baixo do pé de manga pois ali estávamos seguros as folhas nos protegia. Tasquei um beijo em sua boca e com as mãos apertava sua bundinha, ela retribuía alisando meu pau sobre a bermuda. Minhas mãos passeava pelo seu corpo sem ter endereço certo, encostei Samantha no tronco da mangueira, levantei sua camiseta e caí de boca naqueles seios lindos enquanto meus dedos explorava sua bucetinha já encharcada de tesão. Forrei o galho com a toalha que tinha deixado lá e a coloquei sentada de frente para casa. O galho da mangueira ficava mais ou menos 1m do chão, ajoelhei abri suas pernas e caí de boca naquela bucetinha cherosinha, lisinha, todinha depilada, sou tarado por uma bocetinha raspadinha. Da posição que ela estava dava para ver tudo que se passava na casa. Minha língua brincava no grelinho dela, ela se contorcia apoiando no galho de cima, Samantha gemia baixinho enquanto sugava com vontade aquela bucetinha. Após uns 15 minutos, senti seu corpo tremer anunciando seu primeiro gozo, senti seu mel na minha boca, ela me puxou pelos cabelos e me abraçou forte e disse vou tentar retribuir, mas você sabe que não podemos demorar aqui, para não levantar suspeitas. Ela se abaixou enquanto me encostava na mangueira tirou meu pau para fora beijou a cabeça e abocanhou com vontade. Fazia movimento circulares com a língua na cabeça e em seguida engolia tudo fazendo movimentos de vai e vem bem gostoso, uma verdadeira puta nunca imaginei que uma criatura daquela pudesse fazer um Homem ir a loucura daquele jeito, ora levantava meu pau com a mão e lambia meu saco e chupava ora uma bola ora outra e de vez em quando ficava passando a lígua entre meu saco e meu cuzinho tirando arrepio do meu corpo. Quando vi seu marido na varanda, olhando em nossa direção sem poder imaginar que naquela hora sua esposinha se afogava em meu cacete como uma louca, não agüentei e nem deu tempo de avisar e enchi a boca da Samantha de porra. Ela engoliu o que pode e deixou escapar um pouco no canto dos lábios. Antes de ela falar alguma coisa, beijei sua boca ajudando a limpar o restinho de porra que escorria da sua boquinha linda. Samantha se levantou, encostei a no tronco da mangueira e comecei a chupar seus peitinhos novamente. Ela segurava minha cabeça e com força ia me dirigindo ora num seio ora no outro, me abaixei e novamente meti a língua na sua bucetinha, Samantha se contorcia toda, eu me lambuzava todo esfregando minha cara naquela gruta, eu chupava com tanto tesão que parecia que ia virar Samantha pelo avesso através da boceta. Samantha gemia alto dizendo: não para... não para que eu vou gozar... Samantha pegou minha cabeça apertou contra sua boceta e novamente senti seu corpo tremendo em um gozo alucinante enquanto dizia aaaaiiii, como é bom, você sabe fazer uma mulher gozar. Meu pau a essa altura já estava a ponto de bala novamente. Samantha sentou no galho de frente para mim, abriu suas pernas me oferecendo aquela bucetinha já vermelha de tanto ser chupada. Encostei meu pau na entradinha e empurrei tudo de uma vez, ela suspirou fundo e pedia para ir mais rápido, ela me abraçou forte enquanto num vai e vem alucinado tentava dar o máximo de prazer para aquela Deusa. Já fazia uns 40 minutos que estávamos naquela fudeção. Ainda com meu pau atolado na sua boceta peguei a no colo pus a no chão novamente, estendi a toalha e pedi que ficasse de quatro no que ela atendeu prontamente, fiz questão de deixá-la numa posição que pudesse ver o que se passava na casa, salivei meu pau coloquei na entrada da sua bucetinha e enterrei tudo de uma vez, ela suspirou novamente e num movimento ritmado castigava sua bucetinha sem dó. Samantha rebolava lentamente curtindo cada centímetro do meu cacete invadindo sua boceta, seus gemidos suáveis me deixava com mais tesão. Enquanto fodia sua boceta em movimento cadenciado, salivava seu cuzinho e introduzia a ponta de um dedo no seu buraquinho, logo estava com dois dedos atolados naquele cuzinho, ela percebendo minha intenção, me disse: Antes de comer meu cuzinho me faça gozar no seu pau por favor. Ouvindo isso quase gozei nesse momento. Tirei meu pau para fora, apertei a cabeça por um instante tentando retardar meu gozo, e novamente atolei tudo naquela boceta. Na varanda da casa, novamente Renato conversava animadamente com meu irmão enquanto eu castigava a boceta da sua mulherzinha, não agüentei puxei Samantha pelos cabelos e disse: olha quem esta na varanda apontando para seu marido, enquanto socava na sua boceta falava para ela: Está gostando de levar vara na frente do seu maridinho? Heim? Será que o corninho sabe que sua esposinha está rebolando na vara de outro macho na sua cara? Samantha dizia: Mete com força, judia da minha bucetinha, estou adorando ser arrombada na frente do meu corninho, eu bombava cada vez mais forte, tentando fazer aquela gata gozar. Num certo momento Samantha jogou suas mãos para trás me puxou com força e quase gritando me dizia eu vou gozar, eu vou gozarrrrrrrrrr uuiiiiii, que tesão e desabou sobre a toalha, com espasmos pelo corpo todo, eu com o pau ainda cravado na sua boceta dei um tempo a ela e disse: Agora é minha vez, tirei meu pau da sua bucetinha, salivei novamente seu cuzinho, e encostei a cabeça naquele buraquinho, ela olhou para trás e disse: Carlos, vai com calma que não estou acostumada dar meu cuzinho, só duas vezes Renato me comeu aí, e senti muita dor, prometi a mim mesmo que nunca mais ia dar meu cuzinho, mais como você me deu tanto prazer hoje, não tenho como te negar. Laceei seu cuzinho novamente com os dedos, e quando ela estava bem relaxada, coloquei a cabeça do meu pau e fui forçando lentamente, conforme forçava ela ia para frente impedindo a entrada, mas com muita paciência consegui colocar a cabeça, ela deu um gemido alto dizendo que estava sentindo muita dor, novamente pedi calma e para ela relaxar, fiquei alguns segundo sem me mexer para que ela se acostumasse com o invasor e, novamente fui forçando aos poucos até que meu pau sumiu dentro daquele cuzinho, (não que o meu pau seja enorme pelo contrário, tenho 16x4,5cm, é que Samantha é realmente apertadinha no cuzinho). Quando Samantha estava mais relaxada, fui iniciando um movimento bem devagar, ela ajudava empurrando a bundinha de encontro ao meu pau, ela já não sentia tanta dor e colaborava rebolando lentamente sua bunda, tirava um pouco e atolava novamente, quando entrava tudo forçava sua bunda de encontro ao meu corpo e ela rebolava gostoso com o pau todo atolado no rabo. Aos poucos Samantha foi se soltando, num vai e vem mais rápido tirava gemido da Samantha, a essa altura castigava sem dó aquele cuzinho, Na varanda da casa, estava minha esposa , minhas tias, minha irmã, uns amigos da família, meu irmão e Renato que animadamente contava suas piadas, e o pessoal se desmanchavam em gargalhadas enquanto sua mulherzinha gemia no meu cacete com o cu todo arregaçado. Disse a ela: Esta gostando de levar vara no cuzinho vendo seu maridinho? Estou disse Samantha. Vendo minha esposa , e todo o pessoal, principalmente Renato, disse a Samantha estou quase gozando, não vou agüentar mais, ela disse: goza estou adorando levar sua vara no meu cuzinho, goza logo, bem no fundo, aumentei o ritmo, socava com toda força naquele cuzinho a batida dos nossos corpos dava para escutar de longe, seus cabelos se espalhavam pela sua costa a cada estocada, quando não deu mais para segurar segurei forte em sua cintura e puxei com força de encontro a meu corpo fazendo meu cacete sumir dentro daquele cuzinho, inundando de porra . Não sei se Samantha chegou a gozar pelo cu, ela me disse que sim, e que adorou dar para mim. Enquanto nós nos recuperávamos daquela foda, e o pessoal se dispersasse da varanda, ela me confidenciou que minha irmã tinha convencido ela a transar comigo, para tirar a dúvida se era ela ou Renato que tinha problema, pois Renato até esse momento tinha sido o único homem na vida dela. Disse que não tinha nada de errado com ela, o problema era dele. Ela olhou nos meus olhos e disse que amava seu marido, e mesmo ele sendo limitado em relação ao sexo, era com ele que queria passar o resto da sua vida. Disse também que não precisava me preocupar com ela, porque sempre que tivesse a fim de matar seu tesão já sabia o local e a quem procurar para apagar seu fogo, me abraçou forte e me beijou com ternura. Já estávamos mais de uma hora nesse rala e rola. Na varanda não tinha mais ninguém, o pessoal tinha voltado para o jogo, as crianças ainda se divertiam no Videokê. Nos recompomos tomando todo o cuidado para não deixar nenhum vestígio, Samantha vestiu sua camiseta, e eu já recomposto observava aquela gata de saia sem calcinha tentando com a toalha tirar qualquer vestígios de porra do seu cuzinho e da bucetinha, quando ela virou aquela bundinha para o meu lado novamente não agüentei e abocanhei aquela boceta toda gozada sugando todo e qualquer vestígio de porra que ainda tinha ficado naquela gruta, depois disso ela me disse que eu era louco e que ela adorou minhas loucuras. Fui com ela até a piscina, nos beijamos e ela subiu sozinha para a casa. Esperei um pouco e também subi, meio receoso se alguém tinha notado nossa ausência. O pessoal ainda se tramava no jogo. Meu irmão assim que me viu, falou pô cara, já que não joga pelo menos trás cerveja para nós, respirei aliviado quando minha esposa me disse: Amor, aproveita trás carne e refrigerante para as mulheres também, você não quer que eu abandone o jogo para servir o pessoal não é mesmo? E todas sorriram. Samantha estava ao lado da minha irmã com a maior cara de inocente, ninguém dizia que a poucos minuto ela gemia no meu cacete. A única que notou nossa ausência foi minha irmã que assim que me viu me deu um uma piscadinha e um sorriso cínico querendo dizer: E daí, gostou da minha amiguinha? No dia seguinte, fiquei com o coração partido vendo minha gata se despedindo para ir embora. Antes de sair minha irmã me disse: Acho que agora você tem um bom motivo para me fazer uma visita, olhou para a Samantha e as duas sorriram, Renato me disse: Vamos esperar você para uma visita em nossa casa em Brasília, Não vai faltar! Olhando para a Samantha disse: Com certeza vocês vão me ver muitas vezes por lá, e saíram acenando para o pessoal. Ainda não liguei para minha irmã, mas estou louco para saber da Samantha. Estou pensando seriamente em fazer uma visita para minha irmanzinha. Um abraço a todos e quem quiser fazer algum comentário meu e-mail e: aventura.ctba@ig.com.br</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>A MULHER DO MEU AMIGO ( Chifre trocado )</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/a-mulher-do-meu-amigo-chifre-trocado</link>
			<description>By aventura.ctba

Ola caros leitores, meu nome e Carlos. Tenho 42 anos, 170m de altura, moreno claro, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos. Meu pau esta na media dos Brasileiros 16 cm, me orgulho muito dele por ate agora nunca ter me deixado na mão. O que vou narrar aqui e a pura verdade não teria motivo para inventar tudo isso que me aconteceu. Bem vamos ao conto.
Conheci Paulo logo que sua primeira mulher faleceu. Paulo e um cara muito gente boa, um coroa muito extrovertido, e boa pinta, tem fama de pegador. Minha esposa tinha me contado que ele indiretamente não perdia uma chance de passar umas cantadas nela. Passado alguns meses do falecimento da esposa, já arrumou outra mulher, Ivete, também viúva tinha casado cedo e nos primeiro meses de casamento perdeu seu esposo em um acidente de carro. Com seus 23 aninhos e um corpo muito bem feito, uma bundinha empinadinha, seios durinhos de médio para grande, cabelos lisos ate os ombros, olhos castanho escuros, uma cinturinha fininha, enfim uma verdadeira gata. Paulo desfilava orgulhoso ao lado dela, pois aos 50 anos ele exibia aquele monumento como se fosse um troféu, sem contar que a gata era apaixonada por ele. Passado um tempo os dois se casaram e tiveram dois filhos. Ivete continuava exuberante como sempre e muito ciumenta. Paulo sempre se queixava pra mim. Ivete botou na cabeça que Paulo tinha um caso e por ser seu melhor amigo, vivia me perguntando se sabia quem era e claro que não ia entregar meu amigo. Um dia na casa dela, Ivete disse que quando tivesse certeza que Paulo a traia ia pagar na mesma moeda, então disse a ela: tomara que o felizardo seja eu, ela deu uma risadinha e saiu para cuidar dos afazeres domésticos. Um dia Paulo chegou na minha casa aborrecido dizendo que tinha quebrado o pau com a Ivete, pois ela tinha flagrado ele com uma amiga no carro, Paulo disse que só deu carona pra uma amiga e não tinha rolado nada, mas pela fama dele e se tratando da Ivete ele estava ferrado. Disse que ia passar uns dias na casa de uns parentes no norte do Paraná, pois não tinha quem agüentasse os ataques de ciúme da Ivete. Sabendo da viagem do Paulo, resolvi descer ate a casa dele, pois, somos vizinhos e não da mais que 300 m da minha casa ate a dele. Fingindo não saber de nada toquei a campainha e Ivete apareceu com uma camisetinha branca sem sutiã e uma bermudinha de tecido fino bem apertada que mostrava toda a forma da sua buceta em alto relevo, não tinha como não olhar pro meio das pernas dela. Aquela testa enchia a palma da mão, e no meio aquela racha mastigava o tecido daquele shortinho salientando mais aquela buceta. Ivete abriu o portão me mandou entrar e disse que tinha acabado de deixar as crianças na escola. Perguntei do Paulo e ela disse que aquele safado ia pagar caro pelo que aprontou pra ela, ela disse: ele não comentou nada com você? Disse que não, e que há dias não via o Paulo. Ela falou: Eu peguei aquele cachorro com uma vagabunda e expulsei-o de casa. Então disse a ela não acredito que ele trocou você por uma qualquer, se isso aconteceu e porque ele não sabe dar valor pro tesouro que ele tem em casa. Meu pau há muito tinha dado sinal de vida e eu não fazia nem um pouco de questão para tentar esconder o volume que fazia na minha bermuda. E ela disfarcadamente olhava pro meu pau que chegava a doer de tanto tesão. Então disse a ela: Lembra quando você disse que se Paulo te traise você pagaria na mesma moeda? E que eu ficaria muito feliz se o felizardo fosse eu? Lembro disse ela, mas agora não sei se teria coragem. Cheguei junto dela e a abracei forte pude sentir o volume de seus peitos junto aos meu. Sem dar chance a ela taquei um beijo na sua boca e ela pouco a pouco foi correspondendo, já chupava sua língua com toda volúpia em quanto minhas mãos percorriam o corpo daquela deusa. Fui empurrando ela pro sofá na sala e ela disse: Quero você na cama daquele corno. Chegamos ao quarto, a deitei de costa tirei sua camisetinha e saltou pra fora os seios mais lindo que tinha visto ate o momento, cai de boca sugando os bicos e percorrendo em volta dos seios dela, alternava ora um ora outro, no começo ela estava meio retraída mais pouco a pouco foi se soltando, fui descendo pela barriguinha dela e dei mais atenção no umbiguinho, ela se contorcia de tesão. Abaixei seu shortinho e não acreditava que aquela bucetinha peladinha estava a minha disposição, que loucura, quando minha língua penetrou naquela gruta ela reagia como se tivesse levado uma descarga elétrica. Passei a lamber aquele grelinho, ora chupava os grandes lábios, ora voltava para seu clitóris, quando enfiei dois dedos na sua buceta e mordi suavemente seu grelinho ela delirou de prazer, dizia: Não para que eu vou gozar aiiiiiiiiiiiiiiii que tesão, e seu corpo começou a tremer anunciando mais um gozo. Como e bom o gosto da bucetinha da Ivete. Continuei dando um banho de língua naquela gata, percorria com minha língua suas pernas, dando atenção também aos seus pezinhos e aos seus dedinhos ela gemia baixinho com os olhos fechados curtindo no maximo o banho de língua que estava levando. Virei a de costa e chupava sua nuca seu pescoço, sua orelha, e ela dizia não para que eu to amando isso, percorri sua costa, enquanto meus dedos trabalhava naquela bucetinha que estava alagada pelo gozo dela, Cheguei na bundinha e dei uma atenção especial, pois há muito tempo era meu objeto de desejo meu sonho de consumo, mordia suavemente suas nádegas, ora um lado ora outro, e com as duas mãos separei bem suas nádegas e enfiei minha língua naquele cuzinho, não acreditava que aquele monumento estava a minha disposição, e, mais uma vez ela estremeceu anunciando mais um gozo. Ela me puxou para cima me abraçou forte e disse: nunca ninguém me deu tanto prazer só com a língua, espero retribuir a altura. Beijou-me a boca e foi chupando meu pescoço, orelha, foi descendo parou no meu peito, dava umas mordidinha de leve eu delirava, pois adoro quando uma mulher faz isso comigo, beijou minha barriga, eu fui a loucura quando ela colocou meu pau na sua boquinha, e chupou com vontade sem me machucar. Ora enfiava todo na boca, ora ficava brincando na cabeça, ela descia e chupava meus grãos ora subia e engolia todo de uma vez e assim sucessivamente adoro quando uma mulher chupa meu pau enquanto com a mão acaricia meu saco e isso ela fazia muito bem, ela estava me levando à loucura. Querendo retribuir o prazer que estava me proporcionando puxei sua bunda ate minha boca e se atracamos num 69 alucinante. Cai de língua naquela bucetinha toda gozada enquanto ela sugava com vontade meu cacete. Ela disse agora quero sentir seu pau dentro de mim, desceu e de costa para mim, começou a cavalgar como louca no meu cacete. Aquela visão me deixava louco vendo meu pau sumir dentro daquela potranca, ela abaixava e quando meu pau entrava tudo naquela buceta, ela dava uma reboladinha e voltava a subir de novo e assim sucessivamente. Estava quase gozando, então quis retardar mais um pouco tirei meu pau de dentro dela e apertei a glândula da cabeça ela ia à loucura quando enterrava tudo novamente naquela bucetinha. Deitei a de costa e começamos um papai e mamãe bem devagar. Tirava todo meu pau pra fora e enterrava bem devagar quando entrava tudo dava uma esfregada forçando o corpo contra sua buceta, ela chegava a chorar de tanto prazer, Que delicia sentir seus peitos enquanto castigava sua bucetinha. Levantei suas pernas apoiei nos meus ombros e metia sem do naquela gata, ela e demais, novamente quase estava gozando tirei meu pau fiz o mesmo procedimento anterior retardando meu gozo. Deixei a de quatro, como ela e linda nessa posição alias todas as mulheres são maravilhosa, de quatro. Acho que e a tara de qualquer homem essa posição. Botei dois travesseiros na sua barriga para que sua bundinha ficasse mais empinada, não resisti e novamente cai de boca naquela buceta, minha língua alternava ora na buceta ora no cuzinho ela gemia enquanto sugava aquela bunda. Encaixei meu cacete naquela bucetinha e enterrei tudo de uma vez, ela suspirava de tesão e num vai e vem alucinado castigava aquela buceta, nosso tesão era tanto que na rua acho que escutava o barulho que fazia quando nossos corpos se encontrava. Ivete já não gemia baixinho como no começo da nossa transa, ela gritava como louca e dizia coisas que não dava pra entender, chacoalhava a cabeça e gritava Poe tudo me rasga castiga minha buceta eu vou gozar uuiiiiiiii que tesão e seu corpo começou a tremer e desta vez demorou a parar, anunciando mais um gozo. Diminui o ritmo das estocadas enquanto salivava seu cuzinho, enfiei um dedo depois dois dedos e ela colaborava com movimentos circulares enquanto preparava seu cuzinho para receber meu pau. Tirei meu pau da sua buceta e encaixei no seu buraquinho, e devagarzinho fui enterrando, ela no começo reclamou da dor, mas após entrar tudo, parei um pouco para que se acostumasse com o calibre do meu pau, aos poucos ela foi se mexendo e rebolava lentamente ate que se acostumou e foi aumentando o ritmo, em pouco tempo rebolava alucinada sua bundinha no meu cacete. Aumentei o ritmo das estocadas e já castigava sem do aquele cuzinho, ela disse: Vou gozar novamente aaiiiiiiii, voceeee me mataaa, aumentei a cadencia e senti mais uma vez aquele corpo tremer na minha rola no mesmo momento que enchia aquele cuzinho com minha porra. Abracei fortemente aquela gata que tinha me dado tanto prazer e ficamos tempo sentindo o corpo um do outro, que loucura. Após algum tempo abraçadinhos levantamos e tomamos um banho bem demorado. Ainda no banheiro chupei seus peitos e a fiz gozar novamente na minha boca, ela também me retribuiu com um boquete maravilhoso que enchi sua boca de porra. Ela não quis mais levar na bucetinha e nem no cuzinho naquele dia no banheiro alegando que estava toda ardida. Enquanto o Paulo ficou na casa dos parentes, uma semana, todo dia depois que Ivete levava as crianças na escola eu passava na casa dela para fode-la novamente. Cada foda uma mais gostosa que a outra. Hoje Paulo voltou e fizeram as pazes, não sei se vou ter outra oportunidade de transar com aquela gata, se isso acontecer vocês vão ficar sabendo. Um abracao a todos e ate outro conto. Quem quiser fazer algum comentário o meu e-mail e: aventura.ctba@ig.com.br</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>COMI MINHA CUNHADINHA GRÁVIDA</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/comi-minha-cunhadinha-gravida</link>
			<description>By aventura.ctba

Olá amigos leitores, meu nome é Carlos, tenho, 43 anos, 1,70m, branco, cabelos e olhos castanho, apesar de uma barriguinha de cerveja, ainda faço sucesso com a mulherada. O que vou narrar aqui aconteceu há pouco mais de 2 meses. Sou casado há 17 anos. Minha esposa tem uma irmã de 22 anos. Uma linda morena de olhos negros, cabelos negros e lisos na altura dos ombros, 1,65m, 58 kg bem distribuído, seios médios e firmes, uma bundinha empinada, cinturinha fina, enfim, um verdadeiro tesão. Quantas vezes transei com minha esposa pensando na cunhadinha, e quantas homenagem prestei aquele monumento de mulher. Vou chamá-la de Regi. Minha cunhada sempre foi muito simpática comigo, sempre receptiva as minhas brincadeiras, mas apesar do tesão que sinto por ela até o momento sempre a tratei com respeito apesar de ter me flagrado diversas vezes olhando para suas pernas, principalmente quando vestia uma mini saia curtinha e uma blusinha de malha branca sem sutiã, que cujos biquinhos dos seios pareciam que ia furá-la. Não perdia a chance de sempre que possível dar uma encoxadinha naquela bundinha. Certa vez ela estava em casa com uma calça de malha bem coladinha no corpo ressaltando ainda mais sua bundinha. Estava de costa para mim encostada na porta da cozinha conversando com minha esposa, eu na sala, já estava de pau duro olhando aquela gostosura. Quando minha esposa foi levar algumas peças de roupas na lavanderia, levantei, fui pra cozinha com a desculpa de pegar um copo dágua, e quando passei por ela encostei meu pau naquela bundinha, ela percebeu minha intenção e não reclamou. Na volta encoxei ela novamente e disse no ouvido dela que não consegui resistir, pois ela estava me deixando louco de tanto tesão. Ela olhou pra mim e deu um sorrisinho sacana, mas não disse nada. Nisso minha esposa voltou pra cozinha e fui para o banheiro me aliviar, pois estava com os grãos ardendo te tanto tesão. O tempo foi passando e ela cada dia mais gostosa, arranjou um namorado o Rob, um cara muito gente boa. Depois de certo tempo de namoro ela ficou grávida e com a aprovação do meu sogro ela foi viver junto com o Rob. A barriguinha dela foi crescendo, a deixando cada vez mais bonita. Sempre ela aparecia lá em casa, pois morávamos perto. Um dia quando ela estava em casa passei por ela abracei-a por trás encostei meu pau na bunda dela e disse em seu ouvido, você grávida esta ainda mais gostosa. Novamente ela olhou pra mim e sorriu. Um final de semana qualquer, minha esposa tinha ido à casa da minha sogra, como não estava a fim de agüentar a velha, resolvi ficar em casa. Sem ter o que fazer peguei meu carro e resolvi tomar umas geladas com o Rob e aproveitar pra ver minha deliciosa cunhada. Cheguei a casa dela, ela me recebeu com um sorriso no rosto e disse que o Rob tinha saído e só voltaria à noite, pois estava na casa do pai dele ajudando na reforma da casa. Ela como sempre estava linda, com um vestidinho de tecido bem fino acima dos joelhos e sua barriguinha de cinco meses a deixava mais atraente. Sempre tive tesão por grávidas. Convidou-me para entrar e quando ela foi pegar uma cerveja na geladeira eu a abracei por trás encostei meu pau na bunda dela que a esta altura estava duro que nem ferro. Encaixei meu pau no reguinho dela, enquanto minhas mãos acariciavam seus seios, beijava seu pescocinho e ela rebolava lentamente aquela delícia de bunda no meu cacete. Depois de certo tempo naquela esfregação virei a de frente e tasquei um beijo na sua boca, ela como sempre aceitava minhas carícias sem dizer nada, sua língua explorava minha boca enquanto minha mão explorava sua bocetinha encharcada de tesão. Ainda abraçada comigo foi me empurrando para seu quarto, tirei seu vestido e pude pela primeira vez admirar minha cunhadinha nua como veio ao mundo. Ela estava sem calcinha, deitei-a na cama de costa, e caí de boca naquela bucetinha molhada de tanto tesão. Como é bom o gosto da minha cunhadinha. Minha língua percorria cada milímetro daquela bucetinha cheirosa, ela gemia e se contorcia a cada carícia. Deixei de explorar sua bocetinha e subi beijando aquela barriguinha linda. Cheguei aos seus seios e explorei cada um deles com muita vontade, eles estavam durinhos que parecia que ia explodir, ela gemia baixinho e dizia palavras que não conseguia entender. Com seus olhos fechados curtia cada segundo todo o prazer que estava lhe proporcionando. Nossas bocas novamente se encontraram enquanto sua mãozinha apertava meu pau. Ela me virou de costa e agora ela e que me retribuía os carinhos, beijava e dava mordidinha nos meus mamilos enquanto suas mãos percorria meu corpo, foi beijando minha barriga até chegar no meu pau, onde abocanhou meu cacete. Sua língua percorria a cabeça do meu pau em movimento circular e de vez em quando engolia tudo e voltava a acariciar a cabeça novamente, como chupava bem minha cunhada. Levantei suas pernas e apoiei nos meus ombros e enfiei meu pau naquela bucetinha quente e úmida bem devagarzinho até entrar tudo. Não encontrei resistência alguma devido ao estado de excitação. Aos poucos fui aumentando os movimentos e já fudia desesperadamente aquela bucetinha enquanto minha cunhadinha gemia de tesão. Coloquei-a de quatro e novamente castiguei aquela xoxotinha, como era linda a minha cunhada naquela posição. Enquanto metia meu cacete naquela xoxota aproveitava os líquidos da sua bucetinha, molhava o dedo e enfiava no seu cuzinho, ela percebendo minha intenção gemia mais alto e rebolava no meu cacete. Já introduzia dois dedos naquele buraquinho, senti seu corpo estremecer atingindo mais um orgasmo. Tirei meu pau da sua buceta, e encostei no seu cuzinho, ela olhou pra trás e disse, vai devagar cunhadinho, não estou acostumado a levar no cu. Cuidado pra não me machucar, só dei duas vezes meu cuzinho, aquilo me reacendeu e desesperado e ao mesmo tempo controlando para não meter de vez meu pau no cuzinho da minha cunhada. Encostei a cabeça no buraquinho e fui forçando a entrada. Quando passou a cabeça ela soltou um gritinho e foi forçando sua bunda em meu encontro, até que minhas bolas encostaram naquele rabo que tanto cobicei. Ela disse, deixe que eu controlo o ritmo, e com movimentos curtos de vaivém ela ia engolindo meu cacete. Devagarinho foi aumentado os movimentos e a certa altura já fodia desesperadamente aquele cuzinho apertadinho. Minha cunhadinha gritava de tesão, segurava em sua cintura e fodia sem dó aquele cuzinho maravilhoso. Minha cunhadinha gritava que ia gozar e eu aumentei os movimentos e num êxtase sem igual inundei aquele cuzinho de porra que chegava a escorrer por suas pernas. Após o gozo me desabei sobre ela, abracei-a e disse: obrigado por tudo, há muito tempo venho sonhando com esse momento. Ela me disse, cunhado eu também sempre te desejei, o que fizemos foi errado, pois minha irmã e o Rob, não merecem isto. Não me arrependo do que fiz, mas vamos parar por aqui, isto é muito arriscado e envolve muita gente que amamos. Levantamos, fomos ao banheiro, tomamos um banho onde ela me fez outra chupeta e desta vez gozei na sua boca. Troquei-me nos despedimos e fui pra casa feliz da vida. Depois do acontecido sempre que nos encontramos ela finge que nada aconteceu. Estou aguardando novas oportunidades para esfregar meu cacete naquela bunda e ver se vai rolar mais algumas trepadas. Se isto acontecer contarei para vocês. Se gostarem deste conto e quiser fazer alguns comentários ficarei muito feliz. Meu e-mail é: aventura.ctba@ig.com.br</description>
			<category> - Traições</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>JÁ QUE O MARIDO NÃO QUER!</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/traic-es/ja-que-o-marido-n-o-quer</link>
			<description>By aventura.ctba

Paula acordou suada no meio da noite. Não sabia se era o calor ou se era novamente a desesperada vontade de fazer sexo. Na dúvida, procurou o pênis do marido que dormia ao seu lado. Ele acordou e resmungou algo que a fez compreender que ele não a queria naquele momento. Ele voltou a dormir e ela, amargurada e com o tesão à flor da pele, levantou-se para tomar um pouco de água. O calor era realmente muito grande. Paula era uma mulher de quase trinta anos muito bonita. Morena de olhos claros, mas não verdes, ela tinha um corpo esculpido nas intermináveis sessões da academia. Sua pele era um pouco escura, numa tonalidade sensualmente equilibrada. Suas pernas eram firmes e grossas e a bunda, grande e carnuda, combinava com seus quadris largos. Ela ainda ostentava com orgulho um considerável par de seios que a natureza lhe deu. &quot;São naturais&quot;, orgulhava-se em dizer para todos que elogiavam. Mas toda essa beleza não conseguia despertar a libido de seu marido, que a rejeitava continuamente na cama. Se todos os homens na rua a olhavam com desejo, porque seu marido não podia fazer a mesma coisa? Isso a deixava triste e angustiada. Não sabia mais o que fazer: havia gastado uma nota com lingeries caras e com fantasias eróticas do sex shop próximo de onde ela trabalhava, mas parecia que os dez anos de casados não deixavam mais com que seu macho a desejasse. Nesse dia, porém, Paula iria dar vazão a todo o tesão acumulado que não poderia ser liberado apenas com a masturbação que ela praticava com cada vez mais freqüência. Ela morava em uma casa de um condomínio fechado e o lugar era cheio de pessoas jovens e bonitas. Ao chegar à cozinha escura, Paula viu pela janela dois rapazes sentados no banco da pequena praça do outro lado da rua. Estavam conversando amistosamente e, aparentemente estavam apenas tomando um ar fresco antes de voltarem para casa. Inexplicavelmente, Paula sentiu um tesão incontrolável e uma louca vontade de ir até lá falar com eles. Talvez os dois pudessem satisfazê-la. Lutando contra essa vontade, ela voltou para a sua cama e procurou novamente o marido. Arrancou o pijama dele e chupou o pau que ela já conhecia. Ele não enrijeceu e o marido despertou, reclamando por ter sido acordado mais uma vez. Em meio a resmungos, ele falou: - Por que você não vai dar uma volta para ver se o sono chega, hein? Era a frase que ela estava precisando. Paula tirou a camisola, colocou um vestidinho bem curto e decotado nos peitos, arrumou o cabelo da melhor forma possível e foi ao banheiro para eliminar todos os odores e indicadores desagradáveis do sono recente. Ela saiu de casa e foi direto à praça, torcendo para que os rapazes ainda estivessem lá. Por sorte eles estavam. Sem acreditar direito no que viam, Paula se apresentou e se sentou em um banco de frente para eles. Um deles era bem moreno e forte. Chamava-se João e olhava para Paula como se quisesse comê-la ali mesmo. Ela se sentiu feliz por ter despertado o desejo do macho. O outro era um alemão chamado Hans que estava de visita ao Brasil, hospedado na casa de João. Era ariano e também era bem grande. Estava um pouco embaraçado pela presença da mulher, mas não conseguia disfarçar o tesão. Conversaram um pouco sobre coisas gerais, como o tempo e detalhes do condomínio. Ela então, para provocá-los, puxou a conversa para sexo. Paula então, com o desejo queimando por dentro, chegou a sentir seu líquido vaginal escorrendo da sua intimidade quando os dois começaram a olhar indiscretamente para o corpo dela. Ela abriu as pernas e deixou que os homens percebessem que ela não usava calcinha. Ela movimentava-se cada vez mais languidamente, deixando que o vestido subisse para exibir suas belas coxas. As alças da roupa caíram &quot;sem querer&quot;, mas ela não ajeitou, fazendo com que os grandes seios ficassem quase totalmente nus. Hans a elogiava em alemão &quot;Du bist eine schöne Frau&quot;, e João traduzia para ela. Ela fingia ficar encabulada, mas estava cada vez mais oferecida: passou a olhar para o volume que se formava nas calças dos homens. A mulher então deixou a vergonha totalmente de lado, olhou para João e fez a proposta: - Eu quero ir para sua casa dar para vocês. Meu marido está dormindo e não vai acordar agora, mas eu não posso demorar. Vocês topam? João não precisou traduzir para Hans responder um &quot;Ja, klar&quot;. João concordou também e os três se levantaram. No caminho, as mãos dos homens já começaram a explorar o corpo de Paula. Os seios foram rapidamente expostos e ela sentiu alguns dedos em sua boceta, deslizando facilmente pela lubrificação excessiva. Não deixou por menos: com um homem de cada lado, meteu as mãos pelas calças deles e procurou os pênis duros como pedra, como ela gostaria que o do seu marido estivesse há meia hora atrás. Chegaram rapidamente à casa de João, a porta da rua foi fechada, e ela logo se agarrou com ele, tirando sua blusa. Hans encostou nela por trás e levantou seu vestido, descendo com sua língua pelas costas dela. Paula arrebitou a linda bunda para que o alemão, ajoelhado, começasse a chupar a boceta que fervia de tesão. Ela se esfregou no corpo musculoso de João e desceu com as mãos até a calça. Abriu o zíper e tirou o caralho grosso para fora. Feliz pelo tamanho, inclinou-se e meteu o pau na boca, chupando como não chupava há séculos. João só gemia e dizia que nunca havia visto uma mulher se oferecer daquela forma. Ela não se importava: só pensava em foder com aqueles dois. Hans já estava nu quando ficou de pé para penetrar Paula por trás. Ela empinou o bundão e o loiro não esperou mais: meteu bem fundo na boceta molhada oferecida com uma só estocada. Ela adorou as bombadas na boceta e começou a chupar o pau de João com mais empolgação ainda. Depois de um tempo, trocou de posição: ainda de pé, virou-se para chupar o pau de Hans e ofereceu a boceta para João, que também não demorou para começar a comê-la com vontade. Duas picas grandes e duras era tudo que Paula queria para passar a noite. Ela puxou os dois pelo pau para a sala e sentou João no sofá. Montou sobre ele e cavalgou como uma puta, gemendo alto e mandando que seus peitos fossem chupados, no que foi rapidamente atendida. Hans ficou de lado, mas ela se virou para continuar o boquete sem perder o ritmo da cavalgada. Ela nunca havia dado para dois homens ao mesmo tempo, mas ela passou a acreditar que toda mulher tem essa habilidade por natureza, pois ela fodia com eles como se ela já tivesse dado para dois várias vezes. Dedos entravam em seu cu e ela não parou de pular e de pedir mais. Era xingada de todos os nomes vulgares possíveis em português e em alemão, o que a deixava com mais tesão ainda. Alguns tapas na bunda e no rosto também foram dados para excitar Paula. Levantou-se e sentou Hans no sofá, para cavalgá-lo também, pagando um belo boquete para o moreno. O alemão não acreditou quando Paula montou nele, dizendo que de onde ele vem isso nunca aconteceria com ele. Paula arrebitou o rabo e gritou para que João comesse o cu dela. Ele ficou um pouco preocupado, mas ela não deixou opção: exigiu a dupla penetração. Como a lubrificação já era grande, o moreno achou que seria possível e inclinou o corpo para forçar a glande no cu daquela mulher desesperada por piroca. Algumas tentativas bastaram para que o cu de Paula dilatasse o suficiente para receber a espessura do segundo pênis em seu corpo. Penetrada pelos dois buracos, os homens a bombaram com vontade e Paula teve um orgasmo alucinante, gritando bem alto e demoradamente. Com essa gozada, ela liberou um tesão acumulado de meses, talvez até de anos, pois mesmo quando seu marido a comia, não era com a competência desses dois. Ela saiu dessa posição e deitou no chão, abrindo as pernas. João deitou sobre ela e a fez feliz na posição papai-e-mamãe. O peso do corpo do macho a excitava. As bombadas do moreno a deixaram maluca e ela abriu as pernas o máximo que pôde. O pau dele, grosso e gostoso, a deixou com vontade de gozar de novo. Mas antes disso ela queria provar mais uma vez o piruzão igualmente volumoso do alemão. Por isso, ela pediu para trocar de homem. João levantou e Hans deitou sobre ela. Mais um pouco de papai-e-mamãe com um pau gostoso a deixou bem perto de gozar novamente. Ela deitou Hans no chão e sentou com o cu no pau dele. O moreno veio por cima e Paula foi recheio de sanduíche pela segunda vez. Em poucos minutos ela teve outro orgasmo sensacional, urrando como uma louca. João não agüentou mais e colocou o pau perto da boca de Paula. Vários jatos de porra quente e branca encheram a boca de Paula. O sêmen tinha um sabor diferente do, do marido, e não foi esforço nenhum para ela engolir aquele líquido. Hans, enfiado até o talo no cu da morena, só fez gritar de prazer enquanto recheava aquele buraco apertado com seu esperma. Paula levantou e disse que tinha que voltar para casa, marcando uma nova sessão daquelas para o dia seguinte à tarde, quando o marido estivesse no trabalho. Chegando em casa, o corno ainda dormia pesado. Paula tomou um banho e foi dormir realizada, sem se preocupar mais com a falta de desejo do marido: não precisava mais dele para se sentir tesuda e para sentir o máximo que podia do prazer sexual. A partir de agora ela iria gozar do jeito que queria e nunca mais ficaria com tesão acumulado. Se quiser fazer algum comentário meu e-mail aventura.ctba@ig.com.br</description>
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			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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