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VISITA AO RIO DA PRATA

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Referência (ID): 162
VISITA AO RIO DE PRATA

Chegamos ao sitio por volta das 17H, fomos logo cuidar de armar as redes na farinheira. Só os maiores, homens, os menores na casa grande. Eu satisfeito da vida que já havia completado 18 anos a dois meses passados dormiria pela primeira vez na farinheira. Das vezes anteriores eu era louco para dormir com os rapazes. Sabia que poderia rolar alguma coisa.

Ficar no meio de meus primos maiores e ainda mais dormir perto um do outro. À noite tomávamos vinho, pois a temperatura era uns 15°C.

As redes prontas para a dormida fomos para a casa grande jantar. Meu tio e minha tia já eram velhinhos e eram cuidados por um filho e filha de um morador do sitio que foi morto em uma briga por defender as terras de meu avô. Ele matou um invasor e o outro antes de morrer conseguiu matá-lo. Esse casal era como filhos adotivos que na morte de meu tio e tia eles ficaram morando no sitio como se fossem herdeiros. Todas as frutas colhidas por eles eram vendidas e o dinheiro todo para eles. Até hoje ainda conservam o sitio do jeito que meu tio gostava. Só com um pouco mais de conforto. Geladeira, fogão a gás televisão, mas os moveis são sempre os mesmos..

Na mesa de jantar, percebi que meu primo procurava sempre servir alguma coisa mais para seu amigo. Meu primo já havia morado em outra capital onde conheceu este amigo que veio conosco no mesmo carro.

Eu como já estava ficando esperto na arte de perceber onde vai rolar a coisa. Fiquei bem a tento aos movimentos dos dois ao mesmo tempo.

Eram umas 22h. Meu primo convidou seu amigo para conhecer o riacho de prata convite logo estendido a mim pelo amigo de meu primo.

Chamava-se Riacho de Prata porque a luz da lua quando refletia nele, tudo virava um lençol de prata.

Comecei a ir, mas logo desistir. Fiquei preocupado que o amigo dele fizesse algum comentário com meu primo na minha frente sobre o que havia acontecido na viagem. Não o conhecia direito, não poderia imaginar a reação de meu primo em saber que seu dava a bundinha.

Depois que eles já haviam ido fiquei pensando.

“Que besteira minha, se ele contasse dificilmente meu primo contaria para minha tia. Eu deveria ter ido. Quer saber! Eu vou ver o riacho.

Rumei ao riacho. Quando chego bem próximo, o som da cachoeira não permitia que alguém ouvisse alguma pisada ou quebra de galhos. Mas espertinho eu, me aproximei lentamente e fiquei brechando os dois.

Estavam os dois no maior beijo de boca um pegando no pau do outro. Não contei conversa, botei meu pau para fora e comecei a tocar a minha deliciosa punheta. Pensando naqueles paus, arriei minha calça que ficou presa nas botas e enfiei o dedo em meu cuzinho.

Com o dedo no meu cu e me masturbando desesperadamente, escuto bem perto de mim um barulho, pensando em um bicho qualquer menos cobra que não faz barulho quando se movimenta. Estava o caseiro também com seu pau todo de fora batendo aquela punheta.

O caseiro agarrando com força o seu pau torto da cabeça fina e tronco grosso, vendo aquele quadro.

Tentei levantar as calças rapidamente, mas enganchou nas botas e naquela agonia o caseiro diz:

- DEIXA PARA LÁ, CONTINUA, QUE EU TAMBEM CONTINUA ELES NÃO ESTÃO VENDO NÓS.

Então eu continuei, o caseiro foi ficando mais perto de mim e eu desta vez só masturbando sem o dedo no meu cu. O caseiro Falou:

- CONTINUA COMO TU TAVA. COM O DEDO TAMBEM.

Então eu perguntei:

- VOCE ESTAVA AI HÁ MUITO TEMPO?

O caseiro respondeu:

- EU JÁ SABIA QUE ELES VINHAM PARA AQUI. SEU PRIMO SEMPRE VEM COM UNS AMIGOS DELE PARA CA, E TODOS FICAM AQUI A NOITE FAZENDO ISSO. MAS EU NUNCA DISSE A ELE QUE TINHA VISTO NADA.

Perguntei a ele:

- VOCE NUNCA PARTICIPOU?

Ele disse:

- NÃO COM ELES.

Como assim.

- UMA VEZ UM DELE RESOLVEU SAIR PRIMEIRO E EU NÃO VI, DE REPENTE ELE ESBARROU NEU E ME VIU BATENDO. QUIS PARAR, MAS ELE ME MANDOU CONTINUAR E SE APROXIMOU PEDINDO PARA PEGAR. ENTÃO EU O DEIXEI. ELE SE ABAIXOU E COLOCOU NA BOCA DEPOIS VIROU E MANDOU-ME COLOCAR NA BUNDA DELE. EU METI TODINHA, GOZEI LIGEIRO DEMAIS. FIQUEI COM O MEU PAU DURO DENTRO DELE E ELE FICOU BATENDO ATE GOZAR TAMBEM.


Não deu outra, ele foi logo passando a mão na minha bunda. Me perguntado se podia continuar o que eu estava fazendo. Melou o dedo e foi enfiando deliciosamente no meu cu. Não precisou nem de resposta. Meteu os dedos em mim e logo foi enfiando aquele pau torto com a cabeça fina que quase eu não sentia a penetração sentia mesmo era quando ele metia toda, que eu sentia aquela coisa grossa querendo mais e os ovinhos batendo na minha bunda.

Parecia que fazia tempo que não fodia, empurrava com toda violência fazendo um barulho imenso quando batia com as pernas na minha bunda.

Peguei a mão dele e coloquei no meu pau, ele tirou na mesma hora. Peguei outra vez fazendo-o pegar no meu peito ai ele consentiu. Ficou apertando o bico de meu peito depois ele mesmo trocava de peito, mas não tirava a mãos de minha cintura me agarrando de encontro ao pau dele. Cada vez que ele empurrava a pica no meu cu, ele me puxava de vez fazendo o pau ir até o tronco.

Depois de um bom tempo senti que ele largou meu peito e com o outro braço me apertou a cintura puxando com toda força e dando aquele ummmmmmmmmmmmm. Comecei a sentir as pancadas de esperma dentro de meu cu e ele apertando a minha cintura balançando o pau dentro de mim me jogando de um lado para o outro. Quando ouvi aquele ummmmmmmmm dele, comei a me masturbar e sentindo aqueles jatos de esperma batendo bem dentro, eu jorrava todo o meu esperma para fora. Enquanto eu gozava, apertava o pau dele no meu cu.

- APERTA FAZ GARROTE FAZ GARROTE.

E eu gozando lindamente fazendo garrote nele. Estávamos tão envolvidos que esquecemos totalmente o meu primo e o amigo. Quando demos de conta do tempo eles já não estava mais no riacho.

Preocupado em não chegar depois deles, fomos por um atalho seguindo uma trila que já saía atrás da casa de farinha. No caminho existia uma tubulação feita de bambu cortado ao meio que levava água de uma pedra da cachoeira ate a cisterna na casa.

Água estava geladíssima, resolvi parar para me lavar ele mandou que eu abrisse minhas pernas e ficasse de quatro para a bica e com a mão ele lavava minha bundinha dizendo:

- TEM QUE FICAR BEM LIMPINHA PARA AMANHÃ DENOVO.

Fomos embora. Bem perto ele pegou rumo e eu fui para da farinheira.

Assim que me aproximo da minha rede eles vinham pelo outro lado. Fiz de conta que não tinha visto nada. Minha rede ficava vizinha a rede do amigo de meu primo as três armadas em forma de triangulo. Não dava para dar nenhuma fugidinha. Ficava claro, dava para todos verem qualquer movimento. Percebi a inquietação do amigo de meu primo antes de deitar-se, umas duas vezes ele olhou para mim dando um sorriso e passando a mão no pau. Na terceira vez que ele olhou foi de dentro da rede. Quando viu que eu estava com a cabeça quase que do lado de fora da rede, deu uma empinada mostrando o cacete duro para mim. Eu não podia pular para a rede dele nem podia descer todos poderiam ver qualquer movimentação.

Ele não tendo mais o que fazer, resolve ficar de costas para cima com o pau duro no fundo da rede mostrando todo aquele volume. Vez por outra ele ficava de lado se masturbando. Eu percebia bem os quatro dedos dele agarrando aquele cacete duro. Ele se masturbava lentamente para não fazer movimentos na rede de meu primo. Assim fiquei numa agonia desesperada, resolvi bater uma também gozei e terminei adormecendo. ...
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Esta historia continua no dia seguinte
“VISITANDO A CACHOEIRA DA PANELA
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