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		<title>Zoofilia</title>
		<description>Contos eróticos de Zoofilia. Leia aqui todos os nossos contos eróticos de Zoofilia</description>
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		<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 14:12:08 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Um cavalo me comeu</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/um-cavalo-me-comeu-2</link>
			<description>Eu estava no sítio, sozinha, vendo videos pornos a internet e batendo siririca. Um cavalo chegou e começou a lamber minha xota, eu deixei e fiquei delirando. Vi que seu pau estava duro e  me agachei, pra chupa-lo. Era enorme! Tinha um gosto tão... animal. Era uma delícia, chupei muito e ele gozou, engoli tudo. Suspirei, satisfeita. Me abaixei pra pegar o notebook pra voltar pra dentro mas o cavalo me empurrou, me deixando de quatro e meteu aquela tora enorme na minha buceta. Na mesma hora comecei a rebolar e a gemer, gritar, esperniar. Eu não queria aquilo, mas era maravilhoso. Meu cu tava piscando e eu ia meter o pedaço de pau que tinha ali perto. O cavalo continuou metendo, mais rapido e eu deixei o pedaço de pau enfiado no meu cuzinho. As bolas do cavalo batiam no meu grelinho, e eu gozei. O cavalo continuou mais forte e gozou dentro de mim, me deixando cheia de porra. Ele não parou de me fuder, continuou ali, me comendo que nem uma cadela e eu gemendo e gritando para ele parar. Tive muitos orgasmos multiplos e ele gozou mais umas tres vezes dentro de mim.</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>buck cao de guarda</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/buck-cao-de-guarda</link>
			<description>como um brinquedo marli era carregada  ,pendurada na vara do cao. buck se afastava trasendo-a  presa no enorme cassete ,ela flutuava  completamente engatada. a enorme bola que se formara no meio do pau dele.entrara em sua buceta  .e   la dentro inchou  ainda mais .prendendo-a  a ele como se fosse parte dele  marli sentia  ainda algumas esporreadas dele  e percebia uma imensidao de porra presa dentro dela  que eram obstruidas  .e nao saiam  ficando empossadas dentro da sua buceta. sua cabeça  e as costas eram arrastadas pelo chao e  seu pelvis estava levantado grudado  no grande caralho do cao ela entao deu uma chave de  pernas  nele crusando suas pernas  sobre o dorso dele prendendo seus pes um contra o  outro se abraçou ao seu pescoço entao colou-se por inteiro nele  que lambia  o rosto dela .marli gosou mais uma vez.ele que se afastava parou marli soltou o corpo aliviando  o peso que buck carregava e gentilmente  colocou seus pes contra a virilha dele e forçando suavemente  espulsou  seu falo de dentro dela  que saiu  junto com  um rio de secreçoes que escorriam por suas pernas . buck entao lambeu seu proprio  pau depois foi ate a melada buceta e fcou sorvendo aqueles liquidos gulosamente enquanto marli tinha orgasmos seguidos e urrando como um animal ela perdeu os sentidos e desfaleceu  sucumbida pela luxuria que vivera  e adormeceu na sombra de uma arvore  tendo buck a vigiar seu sono</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>na lingua do buck</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/na-lingua-do-buck</link>
			<description>a enorme lingua do cao lambia a buceta dela que desavergonhada  acariciava a cabeça dele ,olhando -o admirada pela sua abilidade . e com movintos circulares ela elevava  seu pelvis se oferecendo por inteiro aquela envasao.sentia seus liquidos vasarem como um rio de dentro de suas entranhas. sentindo arrepios de desejo .ao ser  penetrada por tao comprida lingua.e seu grelo estumecido sentia as fortes lambidas que a faziam delirar.marli gosava copiosamente.sentindo um tesao incrivel. e buck  continuava  lambendo incansavel.ela sentia a cabeça girar  e tinha orgasmos multiplos.como louca urrava na lingua do cao , rebolando  sua bunda  ecomo se ejaculace  sentia  jatos de suas secreçoes  esguichar da sua vagina .que buck lambia gulosamente</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>buck   simplesmente</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/buck-simplesmente</link>
			<description>pregada na pica do cachorro ,marli gritava alucinada,sendo levada por ele  que a carregava no pau .a cena imprecionava .a mulher  ficara a merce do enorme cao. que se  afastava trasendo-a engatada  na rola . a ela so restou dar uma chave de pernas  no dorso do cao  e batendo a cabeça contra o chao  se deixou levar .assim foi  arrastada por alguns  metros e quando buck parou . ela entao  colocou os pes entre suas  virilias  e  foi espulsando ,o caralho  enorme que estava alojado dentro dela,e com muito esforço espeliu -o .e de sua buceta vasou uma imensa quantidade de secreçoes  que escorreram pelas suas pernas marli sentia a cabeça girar  sua vista estava turvada num estupor tremendo .e quando buck começou alamber  sua vulva ela teve seguidos orgasmos e prostou-se gosando como se  fosse uma cadela no cio........</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>enorme cao</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/enorme-cao</link>
			<description>como uma cadela no cio , marli gemia  a cada estocada  do  enorme cassete do cachorro dentro da sua buceta. que  era penetrada  com violencia pelo grande cao, que bombava sem parar ,fazendo-a sentir  orgasmos seguidos e chorosa ,sentia  buck depositar   uma quantidade imensa de porra dentro dela. apos ter penetrado  aquela bola que se formara no meio do pau, ele gosava seguidamente,  e corcoviava seu dorso entrando completamente dentro dela. marli  sentia a cabeça girar e quase perdia os sentidos .e  delirava obcenamente engatada com o animal. que num ritmo alucinante metia sem parar,arrancando urros de praser   dela ,que num deleite  profundo sentia-se  possesa nesta alucinante foda. e toda arrombada marli  prostara-se  a merce de tao vigoroza  pica. que lhe proporcionara tao intensos orgasmos.marli sucumbida  foi arrastada pelo animal que   a trazia  engatada no seu pau . buck se afastava  carregando-a como um trofeu encravada  na sua imensa rola.</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>cachorro grande</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/cachorro-grande</link>
			<description>marli gemia alucinada  sendo penetrada pelo enorme cao que com rapidas estocadas . invadia sua buceta fazendo ela gosar  seguidamente  . quando  o no´ do meio do pau entrou em sua  vulva  ele começou a gosar  enchendo-a com jatos de porra que esguichavam  dentro dela que gosando junto com ele teve orgasmos seguidos que a levaram a  loucura. e embriagada pelo tesao sentido ela desfaleceu  na rola  do animal . que engatado   nela  esperava pacientemente  .seu pau destravar da buceta . so apos uns quinze minutos  seu pau saiu de dentro dela que satisfeita  sorriu com seu olhar de cadela...</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>meu cão me traçou</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/meu-c-o-me-tracou</link>
			<description>Ola meu nome é jean tenho 31 anos sou casado adoro contos de zoofilia , hoje venho relatar o que aconteceu comigo aos 16 anos , meus pais moravam numa fazenda e eu tinha um pastor alemão o nome dele era tigrão ,era meu companheiro, em todos lugar que eu ia tigrão estava junto.
Um dia sai bem cedo para caçar e tigrão foi junto comigo num mato longe de casa andei quase o dia inteiro e nenhuma caça , já  era umas 2:00 da tarde e eu ali perto de um rio mato fechado mas dava para andar tranquilo devido suas trilhas,estava muito calor parei pra descansar um pouco e resolvi nadar no ribeirão tirei toda minha roupa fiquei nú já que sabia que não aparecia ninguém por ali , tigrão ficou no barranco só me olhando ai me refresquei e como todos adolescente resolvi tocar uma punheta sai da água encostei numa arvore e comecei a punhetar e tigrão só me olhando mas vi que tigrão estava meio estranho ficava me rodeando então resolvi dar meu pau pra ele lamber e tigrão começou me lamber nossa que delicia aquela língua quente e áspera e fui me envolvendo derrepente tigrão pulou em mim quase me derrubou pois ele era grande ai foi quando eu vi seu pau estava duro saindo pra fora , sentei no chão e comecei a punhetar, tigrão lambia meu pau ,nossa tigrão estava exitado e eu também , tigrão começou querer lamber meu cú mas como eu estava sentado não dava pra ele lamber ,já que estava gostando daquela língua passando no meu cú e sentindo um tesão enorme, resolvi ficar de quatro e deixar tigrão lamber meu cú , fiquei de quatro encostei o rosto no chão e abri meu cú com as duas mãos para tigrão lamber nossa sentia sua língua la no fundo  parecia que ia entrar dentro do meu cú estava delirando de tesão derrepente tigrão montou em mim e como eu estava com as duas mãos abrindo meu cú  não deu tempo pra nada tigrão prendeu suas patas na minha barriga e numas três estocadas que ele deu acertando meu cuzinho em cheio nossa dei um grito de dor e susto tentei tirar tigrão de cima de mim mas não teve jeito.
E sentindo aquele pau me enchendo todo meu cú fiquei paralizado só gemia e gritava de dor misturado com tesão,tigrão metia cada vez mais com força fui sentindo meu cú enlarguecendo  cada vez mais parecia que ia rasgar de tanta pressão ,lembrei que era o nó que tinha entrado também não aguentando mais de tesão gritei muito aiiiiiiiiiiiiii  uiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, nossa eu gimia muito tigrão foi parando de dar estocadas e ficou grudado em mim seu pau pulsava jatos e jatos de porra enchendo meu cú  ,aquela porra quente começou escorrer pela minha perna fiquei uns 30 minutos engatado com tigrão parecia que tigrão estava exausto também foi quando saiu aquele pau enorme dentro de mim misturado com porra e sangue fiquei ali mesmo deitado no chão imaginando como aguentei tudo aquilo dentro do meu cú tigrão lambeu todo seu pau e me lambeu todo meu cú limpando toda aquela porra fiquei um tempo deitado me recuperando as energias mas de todo susto que havia passado estava satisfeito de ter vivido aquela experiência .
Me lavei no ribeirão e fui pra casa,depois disso fiquei viciado dava quase todos os dias para o tigrão mas isso é outra história conto na próxima oportunidade quem gostou entra em contato e-mail e msn jeanseitos2011@hotmail.com .</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Bom pra cachorro</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/bom-pra-cachorro</link>
			<description>Meu nome é Fernanda Castro, tenho 21 anos, morena, cabelos longos, corpo malhado e um belo sorriso. 
Bom tudo começa a 6(seis) anos atrás, na época eu tinha um poderá chamado
Ralf, ele era pequeno e cinza, sempre muito bem limpo, pois toda semana eu o levava ele ao pet shop tomar banho e fazer higiene.
Na aquele tempo eu não trabalhava então só podia ter ele, assim não havia uma cadela para ele cruza e se satisfazer. certo dia ele tinha voltado do pet shop e vi que ele estava excitado e eufórico querendo algo, quando  me dei por conta ele estava com a rola dura e molhada, já logo pensei meu deus o que fizeram com ele, pois nunca tinha visto aquilo e na época tinha apenas 15 anos, nem pensava em sacanagem(não tinha noção alguma), com tanto inocência levei ele no meu quintal para lavar, sem ao menos me preocupar liguei a mangueira e fui lavar seu pênis, para tirar o resíduo que ficou, coloquei a mão em seu pênis e enquanto estava lavando vi que ele ficava mais louco ainda. foi quando percebi o que ele realmente estava sentindo, com aquilo meu corpo começou a responder  da mesmo forma que o dele, me senti estranha, um liquido começou a descer da minha xereca, com medo entrei e fui me lavar.
Logo embaixo no chuveiro comecei a me tocar pela primeira vez e ficar exigentíssima, me sequei e fui para a sala, Ralf estava no tapete dela(já comportado), mas quando eu o revi deu vontade de pegar na rola dele. quando estou em casa tenho costume de ficar só de pijama sem peça intima.
Não aguentei fui logo botando a mão não rola dele e massageado seu saco, quando vi aquilo inchando  na minha mão fiquei doida, minha língua salivava para coloca  pinto dele na boca, quando dou por mim já estava lambendo os ovos dele, que tesão me da só de lembra, tirei uma roupa e fiz que ele viesse lamber uma boceta, com aquela língua  áspera e cheia de bolinha mas toda molhada gozei pela primeira vez na vida, não sabia o que acontecia, minhas pernas ficaram mole e eu sem força, quando dei por mim dei um urro de tesão. 
Por vez decidi dar minha xaninha ainda virgem, corri peguei algumas almofadas do sofá, empilhei elas e fiquei em uma altura onde o Ralf pode-se me pegar de frente. Deitei e arreganhei as perna ele veio cheirando e logo subiu muito desesperado, tentando enterra e rola dele em qualquer lugar, fiz com ele para se, peguei a rola dele e apontei para o lugar certo , quando dei por mim ele enfio a rola dele toda de uma vez em mim (aquilo me matou), tentei por muito meios tirar ele de dentro de mim, aquilo estava me cortando e eu logo em vista comecei a sangra. Como vi que ele não iria larga decidi relaxar e me acalmar, foi quando voltei a sentir tesão novamente, logo por fim gozei mais duas vezes e fiquei engata do com ele por volta de uns 20 mim. Foi muito gostoso. Repeti isso com ele por mais 3anos, ai ele faleceu, tenho outros cachorros mais nenhum tinha uma pica do tamanho da dele (e olha que ele era pequeno), depois desse ocorrido coloquei ele para dormi comigo todo dia, assim sempre masturba ele, ou coloca para me chupar. 
Caso tenha gostado me mande e-mail's, mas só garotas, pois sou zoofila e lésbica
nandalove1991@hotmail.com</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Primeira vez com o cão</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/primeira-vez-com-o-c-o</link>
			<description>Eu já a olhava havia muito tempo, eu a via tomando banho, trepando com o marido, dormindo nua, se masturbando etc. mas eu era uma criança e ela já contava uns 30 anos+/-, como fazer? Me masturbava freneticamente pensando nela, cheguei a ficar fraco. Um dia quando ela se trancou no quarto com o cão( o nome dele era preto) eu não resisti, eu morava em uma casa de vila e todas as casas eram juntinhas, subi em minha casa, pulei para a casa do lado e depois pulei para a casa de trás, ficando assim no telhado da casa ao lado da dela, como era um acesso difícil e não tinha janelas para o lado da casa dela a janela dela estava aberta.......deitei na calha de escoamento de água e fiquei olhando ela deitada em baixo do cachorro chupando o pau dele......na posição em que eu estava eu via a boceta dela , vermelha, molhada, escorrendo de tesão.....num momento de euforia eu me levantei um pouco mais e derrubei uma pedra no quintal dela, ela levantou-se assustada e me viu tentando me esconder. ela se enrolou numa toalha e falou que eu descesse e fosse a casa dela se não ela iria chamar a minha mãe e eu iria me foder, ela parecia estar com raiva..... Desci e fui na casa dela, disposto a tomar um esporro e entrar na porrada depois.... toquei a campainha e ela disse que o portão estava aberto, que eu entrasse......entrei e ela disse que estava na cozinha para eu ir até lá, quando chequei fiquei sem reação, ela estava com uma camisola que chegava até as coxas, era transparente e eu podia ver seus mamilos e o monte de pentelhos entre suas pernas...baixei a cabeça....ela riu e perguntou se eu estava com medo, disse que já sabia que eu a espionava há muito tempo mas entendia como eu me sentia, só não sabia que eu já tinha visto ela e o preto....comecei a ficar de pau duro......ela perguntou se eu gostava do que via ou se tinha nojo....eu falei que gostava, ela perguntou se eu ficava de pinto duro....falava comigo somo se eu fosse uma criancinha ingênua e não soubesse o que estava acontecendo..(na verdade acho que era isso mesmo que eu era) eu disse a ela que eu ficava assim, e mostrei meu pau como estava, na época ele era grande para um garoto de 14 anos, hoje em dia ele tem um tamanho normal, ela virou para mim e disse que eu não tinha vergonha mesmo e perguntou se eu queria ajudá-la com o preto.... eu fiquei mudo e gelado, meu pau doía dentro das calças.....ela se aproximou de mim e colocou a mão sobre meu pau e disse que era tudo o que ela precisava - eu não acreditava tudo o que eu lia nas revistas de sacanagem estava acontecendo comigo, ali atras da minha casa - retirou sua camisola e ficou nua na minha frente, eu não conseguia me mover, dava para ver meu coração batendo......ela me levou até o quarto, retirou minha roupa, meu pau já estava todo melado....ela me sentou na cama e começou a chupar meu pau....1..2..3..chupadas e eu gozei na sua boca, já não saia quase nada mais, eu já tinha esgotado a produção de porra com tanta punheta.....na posição em que ela estava ela chamou o preto e este veio e começou a lamber a boceta e o cuzinho dela, ela rebolava e me olhava com uma cara que até então eu nunca tinha visto em mulher nenhuma, hoje eu compreendo em que ponto estava o tesão dela....ela rebolava e dizia: - vc não gosta de me ver foder? então olha agora, olha como eu rebolo minha bunda e o preto me lambe... vc gosta da minha bunda?.....Eu não conseguia responder nada, a voz não saía....derrepente ela ficou de lado para mim e mandou o preto subir nela novamente, ele subiu e começou a procurar o buraco para meter, e meteu...quando ele enfiou ela deu um suspiro que eu consigo ouvir até hoje e ela ia me contando tudo que ela estava sentindo......dizia: - hummmmm, tá entrando e saindo......dói.....arde mais eu gosto......vc vai ser meu cúmplice......toda vez que vc quiser não precisa mais ficar em cima do muro......vem aqui e me veja sendo cadela do preto e mulher para vc, se vc aguentar.......ela dizia isso e ria da minha cara........consegui uma nova ereção e ajoelhei na frente dela ela disse que eu estava aprendendo....abaixou-se e chupou meu pau....o cão entrava e saia e ela arreganhava as pernas......quando derrepente ela deu um gritinho surdo e um mordidinha no meu pau......o preto saiu se lambendo e a boceta dela esguichou porra para fora....ela ria e passava a mão na boceta, dizia que iria me ensinar tudo que eu quisesse aprender e que eu iria virar um homem muito bom de cama...continuamos a nos encontrar assim até eu completar quase dezoito anos, depois fui estudar em SP e fui perdendo o contato com ela até que um dia eu voltei para casa e ela havia se mudado do RJ, deixou uma carta de 5 folhas com um outro vizinho nosso, dizendo endereço e telefone, mas eu nunca mais pude me comunicar com ela ...... Hoje com 30 anos, casado, não posso mais por em prática minhas fantasias, adoro ser voyeur de uma transa zoo, se vc tem animal, casada ou solteira, e puder realizar minha fantasia, deixa eu assistir sua trepada com seu cão, só ver, prometo ficar quietinho no meu canto, se vc quiser, é claro! Ou ainda me passe ou e venda sua fita de vídeo amadora.</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>Meu cão boiola</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/meu-c-o-boiola</link>
			<description>Ola. Bem a história que vou relatar acontece com frequência, pois é muito bom. moro com meus pais, tenho 23 anos e um cão da raça Boxer. Sempre navego pela internet em busca de fotos. Já vi muitas vezes fotos de zoofilia, aquelas garotas mamando nos cachorros com vontade, mas raramente tinha visto fotos de homens com cães. Bem, meu cachorro e eu somos grandes amigos, ele é bem dócil, num dia de sábado, meus pais foram viajar, eu fiquei em casa fuçando na internet, no meu quarto junto com o cão. Fui em busa de fotos de zoofilia. entrei num site, la tinha as fotos que eu keria, de homens transando com cachorro. Fui ficando com o maior tesão, o pau tava inchado, o meu cachorro estava deitado dormindo, foi ai então que comecei a fantasiar, eu comendo o boxer, não deu outra, tirei a roupa, fiquei bem a vontade, comecei a olhá-lo, seu cuzinho a mostra me deu o maior tesão, tava loko pra penetrá-lo, mas fikei com medo de pegar alguma doença, então coloquei uma camisinha, o cachorro levantou, abanou o rabinho, e veio cheirar o meu pau, para meu espanto, começou a lambelo, putz....que gostoso dizia eu...então virei o seu cuzinho pra mim, encostei a cabeça do pau nele, nossaaaaa....era bem kentinho...um tesão...o meu cão começou a gostar e logo ficou com a piroca dura, uma baita piroca grossa....me empolguei...comecei a movimentar o pau pra dentro do seu cuzinho...sentia o calor iminente do mesmo....mas era muito apertado...fazia força...fikei uns 10 minutos até conseguir penetrá-lo....foi uma delícia...aquele cu apertado...esmagando o meu pau como se fosse corta-lo ao meio...meti nele com vontade...e o boxer tava gostando...olhava para trás como kerendo dizer pra eu enfiar mais...finalmente gozeiiiiii...e foi uma das gozadas mas gostosa que ja dei...Sempre que tenho a oportunidade de ficar em casa sozinho com ele...haha...não tem outra...mando ver. E vc?...ja comeu seu cachorrinho hj? Não? Se quiser eu o como por vc. Escreva-me.</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>cãozinho inteligente!!!</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/c-ozinho-inteligente</link>
			<description>CÃOZINHO INTELIGENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Meu nome é Paula, moro em cidade rural terminei meu ano escolar, pretendia fazer uma faculdade então me ingressei na faculdade federal, pois venho de uma família muito pobre... enfim acabei passando  na USP  fui morar com meu irmão casado ,felizmente ele morava perto da facul  pra mim era mão da roda não tinha que gastar nada, meu irmão e minha cunhada eram uns fofos muito prestativos me tratavam como uma filha pois ele não tinha filhos por isso me tratava como uma...
Nessa rotina toda de faculdade casa não tinha tempo para nada inclusive de me dar o luxo de ir passear na casa de minha mãe na roça como eles faziam na sexta e só voltava no domingo, nesses dias eu ficava só em casa com o tigre (tigre era o nome do rot. valer) que meu irmão tinha, muito bonito e dócil no sábado estava um calor insuportável eu não agüentava mais, na casa de meu irmão tinha uma piscina em volta era de pedras muito bonita por sinal aproveitei estar sozinha me dei o luxo de tomar sol nua, pois não gosto de marquinhas sou morena estou meio esbranquiçada devido o inverno que estava se acabando... Tenho uns seios bem fartos e com uma ureula bem grande e pontuda e uma bundinha não grande mais redondinha de acordo com meu corpinho é claro, me deitei na borda da piscina na pedra nua ensima da canga e fiquei tomando sol natural sem nenhum bronzeador de repente senti tigre me cheirando dês das coxas fui me assustando mais deixei ir para ver até onde ele o iria foi subindo... ate chegar próximo a minha xaninha na minha xana ele começou a chupar  por cima da calcinha mesmo me deixando totalmente arrepiada puxei então  o deixando chupar minha xaninha direto aiiiiii que delicia a língua dele parecia um veludo de tão gostosa que delicia conforme ele ia chupando a língua quase que entrava dentro da minha xana  eu me contorcendo toda com aquelas chupadas gostosas  olhei para ele vi que seu pau estava bem grande  e super grosso e pingando fiquei com enorme vontade de colocar na boca entrei com a cabeça embaixo dele e comecei a chupar  o pau dele nossa crescia dentro da minha boca mais ainda ele tirou da minha boca tentando me ajeitar para ficar na posição dele eu acho fui seguindo as coordenadas  e gostando da situação fiquei bem de quatro o mais baixo possível  para dar altura  para ele  sempre  fazendo movimentos como se tivesse me comendo nossa aquilo estava me deixando excitadíssima  deixei que ele colocasse dentro da xana e fui segurando de medo dele engatar em mim
Mais foi ficando tão bom e tão excitante o negocio que gozei tudo no cachorro ele sentiu tirou o pau de dentro de mim começou a me lamber e chupar toda minha porra que delicia fiquei mole, pois fui gozando sem parar por conta disso achei que eu ia ter um troço minhas pernas começaram a ficar tremulas eu fiquei debilitada, pois foi a primeira vez que gozei na minha vida e foi com um cão, nosssssssssa e que cão! Não podia ter deixado o autor de minha descoberta do gozo na mão.... comecei a punhetar o pau dele sem  parar foi ficando mais grosso e bem úmido pois ele soltava uns líquido  humhum humhum  que delicia nunca achei que eu ia fazer ele gozar pois demorou um pouco  um 20min para ele soltar aquela porra quente sem parar nussssssssssssssa que delicia abaixei e coloquei minha boca e comecei a chupar bem gostoso passando a língua  na cabecinha e bebendo ate a gotinha salgadinha ......ficamos um lambe o outro pois ele tinha gozado tudo na minha boca  e eu não consegui me conter gozei novamente ...aquele cão foi espetacular me fez sentir se mulher por ter gozado muiiito e ter aprendido a gozar huuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmm enfim passei o meu sábado maravilhada  com o cão tesudo depois  transei mais uma vez gostoso com ele agora aprendi como gozo e faz ele gozar toda hora que o vejo tenho vontade.....o pior que meu irmão chegou  estávamos no quintal conversando o tigre já veio entre minhas pernas como já havia feito ..fiquei meio sem graça ...será que meu irmão percebeu ainda vou dar meu rabinho pra ele mais esse contarei logo após ........
patricinhadepaula2009@hotmail.com</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>No Sítio</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/no-sitio</link>
			<description>NO SITIO
Há algum tempo um amigo me mostrou um filme (DVD) no qual um cavalo trepava com um cara num estábulo ou local semelhante. Vendo as cenas e estando familiarizado com fazer montagens em computador, fiquei achando que aquilo era uma montagem, que um cavalo não tinha como meter um cacete tão grande no cu de um homem.
Pois bem, adquiri um sitio perto da cidade para ter um local de lazer, umas galinhas poedeiras, engordar um leitão e passar assim uns fins de semana relaxado. Mas a família, entusiasmada no primeiro momento, em pouco tempo já não ia lá, cada um com sua desculpa. Eu mesmo passava tempo sem ir no sítio. Um caseiro, sô Sebastião, tomava conta de tudo. Eu aparecia por lá de vez em quando em finais de semana, levando ração para os animais. Tinha no sítio, além das galinhas, uns bezerros e um cavalo mestiço, o Turbo, preto, alto, bom de sela, muito manso.
Aconteceu de eu ter uma folga (sou professor universitário) numa quinta feira e resolvi ir levar uns remédios e rações que estavam em falta. Cheguei lá devia ser umas 9h30 e não vi o caseiro. Fui andando para o curral e notei que ele estava lá olhando umas novilhas e o Turbo. Sem malicia nenhuma cheguei mais perto e vi que ele estava sem a calça. Uma das novilhas estava amarrada, com os pés peados. Sô Tião, de pau duro (e era enorme o seu pau, uns 20cm ou mais, relativamente fino, cabeça bem destacada), em cima de um cocho de ração, foi chegando na novilha , cuspiu na cabeça do pau e foi enfiando aquilo na buceta da novilha. Ela deu um berro abafado, quase um gemido, encurvou a anca tentando sair dali, mas, amarrada, não teve jeito. O cacete do Tião foi sumindo dentro dela, ele segurou na anca da bezerra e começou a foder ali, num entra e sai frenético. Não demorou muito e enterrou tudo, segurando nela e gemendo, parando logo depois. Vi então que ele tinha gozado quando tirou o cacete já meio mole e pingando porra no chão. A novilha fez uns movimentos e sua buceta se abriu saindo de dentro dela um tanto de esperma esbranquiçado. Eu, a todas essas tocando uma punheta, continuei escondido atrás de um tapume, de onde eu via tudo bem de perto e não era visto. Tião desamarrou a novilha, tranqüilo, e foi chegando perto do Turbo que já estava bem inquieto. Passou a mão no pescoço do cavalo e falou: ”Agora é você, garanhão”. O cavalo ficou excitado, colocou para fora uma pica assustadora, dura, balançando. Tião se se encostou a uma cerca meio inclinado, o Turbo colocou a cabeça nas costas dele empurrando e subiu nele, com o cacete balançando, batendo na bunda dele e tentando penetrar. Não conseguiu, desceu, ficou rodeando um pouco e tentou de novo. Fez isto umas três vezes. Eu achei que ia ficar só naquilo, mas aí o caseiro pegou um creme de passar na buceta das vacas, passou na bunda enfiando com o dedo no cu e se encostou de novo arrebitando um pouco o traseiro. O cavalo subiu nas costas dele de novo e com a pica duríssima acertou em cheio o buraco. Tião gemeu forte, mas o Turbo estocava ritmado, indo quase tudo dentro do rabo dele. Deu uma paradinha, estocou de novo e parou de vez. Ficou ali enterrado um tempo, depois desceu, saindo do cu do caseiro o cacete todo melecado, já mole, pendurado. Tião se agachou e fez força saindo de dentro dele uma quantidade enorme de porra. Eu já tinha me esporrado todo e saí dali de fininho, sem que ele me visse. Cheguei no carro, esperei um pouco e buzinei. Ele veio pegar os materiais como se não tivesse acontecido nada. Perguntei das coisas no sítio, ele me disse estar tudo bem, e eu fui embora. Depois desta vez, assisti muitas outras vezes ele fodendo com as novilhas e dando o cu para o Turbo, estavam já viciados nisto. Eu achava interessante é que, mesmo ele tendo gozado na buceta das novilhas, na hora que o Turbo acertava no seu cu, o pau dele que estava mole ficava duríssimo e às vezes ele tocava punheta enquanto era comido pelo cavalo. Passei aí a acreditar que tem tesão pra tudo e que aqueles filmes podem ser reais. riquibar@yahoo.com.br</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>filhotinhos famintos</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/filhotinhos-famintos</link>
			<description>os filhotinhos mamando uma bucetinha virgens

Voces jamais imaginaram a sensa‡ao deliciosa de ter uma ninhada de filhotinhos de cachorrinhos mamando, lambendo, xupando e devorando uma bucetinha virgem. Pois leiam esse conto , fechem os olhos e imaginem essa deliciosa sensa‡ao.Fiquei feliz quando mamae ganhou uma cadelinha pastor , ela foi crescendo, e eu tambem quando eu estava com 11aninhos era uma garota safadinha, que gostava muito de masturbar sempre ,e, qualquer coisa servia pra estimular aquela bucetinha tarada, que ja sabia,desde cedo gosar.Mamae as veses desconfiava de mim, acho que era porque eu gostava muito de ficar fechada no quarto, e as veses eu gemia alto e ela escutava.Diana teve 8 filhotinhos eles eram tao fofinhos, dava vontade de ficar o dia todo com eles no colo, diana era muito acostumada comigo e tinha confian‡a em mim, ela nem latia quando eu pegava os filhotinhos dela,mais era eu que dava banho nela e cuidava e brincava muito com ela,um belo dia eu estava so em casa meu padrastro tinha ido trabalhar mamae saiu pra pagar as contas da casa ela mim disse nao abra o portao e nem saia de casa, eu adorava ir na casa de janny mas sabia obedecer mamae porisso fiquei sozinha brincado com os filhotinhos da diana tava calor eu tava de mini saia jeans e blusinha entao resolvi refrescar tirei a calcinha e a blusinha era assim que eu gostava de ficar quando estava so em casa peguei um copo de leite e sentei no alpendre pra tomar ,ai os meus filhotinhos veio como sempre e se aninharam em volta de mim querendo carinho virei o corpo e um pouquinho de leite derramou em meu bra‡o eles come‡aram a lamber ,eu tive que fechar os olhos,porque era delicioso aqueles bichinhos lambendo meu bra‡o,ai tive uma ideia derramei um pouquinho na perna, eles lamberam imediatamente e choravam querendo mais,eu uma menina boazinha deerramei um pouquinho mais,so que na coxa eles lamberam,boazinha eu derramei um pouquinho se querer na bucetinha e veio quatro de uma so vez e rapidinho lamberam tudo fiquei louca de tesao fui la dentro de casa e busquei mais leite empapei minha bucetinha e para nao deixar o resto dos filhotinhos com fome peguei os outros para alimenta-los tambem,molhei bem minha bucetinha deitei me de pernas bem abertas e quase morro de tanto tesao era lingua quentes pra todos os lados da minha buceta eles descobriram o meu grelo que ja era um pouco avantajado e fizeram a festa parece que confudiram o meu grelo com as tetinhas da cadela diana e ate pojavam nele sei que eles eram bem gulosos e eu bem vadia eles nao se saciavam demorou muito para que diana entrasse na varanda e vesse a cena ela sentiu que eu era muito boa com seus filhotinhos,e veio mim reconpensar porisso ela deitou perto de mim e come‡ou a empurar seus filhotes para que aquele broto melado de leite sobrasse so pra ela, ela come‡ou devagar e depois no que eu gemia mais ela aumentava a for‡a das lambidas, vi que os pobres dos filhotinhos nao iam poder voltar praquela tetinha em forma de grelo entao come‡ei a passar o leitinho nos meus peitinhos ai sim eles mamaram tao deliciosamente e diana tambem de ves enguando eu punha um dos filhotinhos juntos com ela ela ficava brava,pensei em levantar mais diana ronsnou e eu vi que ela ainda tinha fome,abri mais as pernas e deixei ela se fartar quase morri de tanto gosar quando fui tomar banho vi que meu grelo doeu muito e persebi que um daqueles gulosinhos o havia machucado ele tinha ate sangue,mas eu nao pude deixar de repetir aquele jesto tao amigo para com a diana que era alimentar seus filinhos e sempre dei a eles de mamar nessa bucetinha deliciosa que sai ate leitinho pros nosssos filhotinhos e diana sempre vem mim agradecer xupando bem forte esse meu grelo delicioso que mais parece uma tetinha de leite para os meus 8 filhotinhos meu msn esta em um de meus contos leiam e votem por favor .bjos em cada cacete e buceta em agradecimento pelo voto</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>violada por caes e um atrasado mental frente ao marido</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/violada-por-caes-e-um-atrasado-mental-frente-ao-marido</link>
			<description>by frafigo. - eu e minha mulher dora, saímos de casa pela manhã num sábado de julho para passarmos um fim-de-semana acampados no campo. conduzi o meu land rover umas duas horas subindo até aos 1200m de altitude para local de onde podíamos desfrutar um panorama deslumbrante. depois de estacionar, resolvemos andar um pouco a pé por uma vereda até às ruínas de um antigo casarão, que ao longe nos despertara a curiosidade. era uma antiga casa de dois pisos, degradada, de paredes em pedra e telhado de lousa, mas ainda com condições mínimas de protecção contra as intempéries. estávamos embrenhados desfrutando a nossa descoberta quando fomos surpreendidos por uma cadela de pêlo amarelo, médio porte e raça indefinida, que se aproximou de nós roçando as pernas de minha mulher com seu pelo macio. “jorge!?” chamou-me ela, “olha que cadela bonita... certamente andará perdida... ou talvez por ser cadela os donos a tenham deixado por aqui abandonada.” a cadela como se entendesse a preocupação de minha mulher, passou-lhe a língua áspera e quente pelas mãos numa lambidela amigável. minha mulher estremeceu com o contacto e mais ainda quando o animal abandonando a festa nas mãos lhe deu uma lambida por entre pernas bem acima dos joelhos, já que minha mulher trazia uns shorts de ganga justos e bastante curtos. “credo que ousadia e que língua quente que este bicho tem!” exclamou meio encabulada. eu, notando o seu constrangimento, fiz que não me apercebera do que estava sucedendo, aventando que deveríamos entrar no casarão e tentar encontrar um sitio onde pudéssemos mais tarde acampar, talvez mesmo sem abrir a tenda. o interior da casa certamente já fora ocupado em outras ocasiões, pois possuía alguns montes de feno para ração e uma espécie de tarimba em madeira com uns cobertores por cima, possivelmente para descanso de alguns pastores. a cadela que nos seguia para tudo o que era sitio, voltou novamente a lamber as pernas de minha mulher, agora com mais insistência; notei, que devido ao contacto, a respiração de dora se tornara entrecortada lançando pequenos suspiros, enquanto suas pernas tremiam levemente. “dora, senta-te na beira da cama porque parece que estás com quebras de tensão certamente devido à altitude” sugeri com um ar aparentemente preocupado. “não é nada...isso já passa?” sussurrou ela com pouca convicção. “vamos senta-te ... descansa um pouco” ordenei mais firmemente levando-a por um braço e obrigando-a amavelmente a sentar-se. ela, encolheu ligeiramente os ombros e dando dois passos atrás em direcção à tarimba, sentou-se bem na beira abrindo um pouco as pernas numa posição de descanso. de imediato a cadela meteu o focinho por entre elas, lambendo com energia sua carne macia e passando a língua por seus shorts exactamente na posição de sua vagina. minha mulher mordeu os lábios, soltando um gemido de prazer, para de seguida, meio encabulada tentar afastar a cadela com as mãos, enquanto comentava: “credo que coisa! a cadela parece que está querendo fazer-me um minete” sussurrou com a voz a tremer… da forma que o bicho se comporta os donos dela deveriam ser uns depravados…” “pois está e pois eram!” retorqui excitado. “dora!? se ela foi treinada para isso, tira os shorts e as calcinhas a ver o que sucede” sugeri deixando escapar na voz a excitação que sentia. “jorge? não me digas que estás gozando ao ver o que o bicho está querendo fazer comigo?” perguntou em tom de censura pelo meu entusiasmo. “tira...tira as calcinhas, e deixa ver o que sucede, até porque estás ainda mais ansiosa do que eu! para além disso ninguém está a ver e que mal faz uma lambidela a mais ou a menos de uma cadela?” perguntei roucamente já com a garganta seca. “ se é isso que queres!?...depois não digas que a ideia foi minha...” lamuriou ela enquanto desapertava a marca do cós e puxava o zip para baixo, tirando logo de seguida, com algum tremor, certamente de excitação, os shorts e as calcinhas. a cadela parecia que só esperava aquilo, pois quase de imediato, tornou a se meter no meio de suas pernas, recomeçando o minete; com mestria meteu a língua na cona de minha mulher lambendo-a em toda a sua extensão, mas com particular incidência o clítoris. dora soltou um profundo gemido ajeitando melhor o corpo, saboreando deliciada aquele minete animal. o gozo era tão intenso que ela sem disfarçar mais a volúpia que a possuía deixou-se cair para trás em cima dos cobertores, levantando e abrindo as pernas numa posição de copula, deixando o caminho completamente aberto à língua da cadela. esta, como se entendesse o convite aplicou-se com mais denodo nas lambidas, fazendo minha mulher explodir num gozo incontrolável, gemendo e pedindo entrecortadamente “mais...mais...lambe mais...isso...isso... assim....uuuuhmmmmm” até que finalmente veio-se com seu corpo esplendoroso sacudido por estertores de prazer. era tal a ansiedade ao ver minha mulher gozando daquela forma que eu ficara vidrado no espectáculo como se não existisse mais nada ao meu redor. um tesão desmedido tomara conta de mim, fazendo-me pressionar as pernas uma na outra, amaciando os tomates prestes a ejacular. naquele gozo, fechara os olhos por breve momentos e quando os abri a cadela já estava à minha frente sentada no chão mostrando os dentes e me olhando fixamente em pose intimidatória, enquanto um dougue alemão negro e imenso que certamente pesava mais de 60kgs, se metera no meio das pernas de minha mulher, elevando suas patas dianteiras e descansando-as na tarimba cingindo-lhe as ilhargas. o seu enorme e grosso cassete vermelho, com quase palmo e meio, estava totalmente erecto, apontando exactamente para a racha de dora; uma contracção de suas ancas e a ponta do vergalho, como se fosse teleguiada, desapareceu no interior dela. só nessa altura, dora, que estava de olhos cerrados, repousando do minete, é que abriu desmesuradamente os olhos pelo inédito da introdução, vendo as fauces do cão junto ao seu peito. aterrorizada, deu um grito de pânico, balbuciando nervosamente atropelando as palavras: “ ai o que é isto? jorge tira depressa este monstro de cima de mim que ele está a querer foder-me” tentei de imediato me erguer mas a cadela rosnou mostrando seus dentes afiados. nessa altura, e saindo da penumbra ao fundo do quarto, um homem, de porte acima do normal e cara de atrasado mental, aconselhou com voz acriançada: “ eu se fosse a amecê ficava c’o cu pregado no banco para não ficar sem os colhões... a princesa quando tá raivosa ataca mordendo os tomates” alarmado olhei melhor para o vagabundo. alto, gordo e de barba rala, vestido andrajosamente, o homem, estava com o cassete à amostra batendo vagorosamente uma punheta. seu órgão era descomunal mais parecendo um braço de um adolescente com o punho cerrado que outra coisa qualquer. “ eu tou gostando de ver... o canelas tá agora a comer ela e depois quem vai comer ela é cá o joe” disse, apontando para si enquanto balançava o corpo como se estivesse já a copular dando uma gargalhada idiota que mostrou a sua cavidade bocal com alguns dentes cariados e falta de outros à frente. tentei contrariar o andamento que o nosso devaneio estava a tomar ameaçando o tonto: “ ouve lá! afasta já os cães daqui e se tentas fazer algo a minha mulher meto-te na cadeia para o resto da tua vida..” “olha leva eu a tirbunal e conto ao doutô juiz o que vocês andavam aqui a fazer... tu! corno de merda, a mandar tua mulher foder com os cachorros...e ela, sem se fazer fina, a foder quanto mais podia... anda corno vai praticipar e a seguir vês” ameaçou por sua vez o tonto pondo fim à conversa, mas reforçando a ameaça “ e o melhor é calares o bico porque senão ainda te vou ao cu...” fiquei encabulado sem poder dizer mais nada, porque a acreditar na cara raivosa dele a ameaça não deveria ser em vão, para mais, a cadela continuava olhando fixamente para o meio de minhas pernas, rosnando ameaçadora. “não me posso mexer porque a cadela nem este sacana me deixam... tem calma que o cão não te vai fazer mal... ele não te quer morder... o que ele quer é só foder...” falei, tentando manter uma voz calma, embora sentisse que o meu coração estava a querer saltar do peito; mesmo assim tentei acalmar nervosamente, minha mulher aconselhando-a: “ não tentes fugir e deixa ele fazer o que quer para não se tornar agressivo.” “isso memo sim sinhô...a cachorra que fique q’eta ou o canelas ainda lhe arranca uma mama... quando o sacana começa tem c’a cabar” dora estava especada na cama sem ousar se mexer, sentindo o cassete do cão a lhe bater a esmo entrepernas até que num arremesso mais certeiro se alojou todo em seu interior, enchendo-a até às bordas, fazendo-a arregalar os olhos e morder os lábios abafando um grito. o cão tão pronto conseguiu penetrá-la começou a bombar para a frente e para trás em compassos rápidos, fodendo-a como um expert. pressentia eu, que aquilo que começara como uma brincadeira, estava a se tornar numa complicação medonha, não fazendo, naquele momento, a menor ideia como iria acabar; o tonto com cara de deleite, seguia cada movimento do cão, amaciando seus próprios genitais, soltando de vez em quando impropérios com voz aflautada . aos poucos fui me acalmando, gozando também o espectáculo, já que acabei entendendo que o que todo o mundo que estava ali queria era gozar a seu modo, inclusivamente minha mulher, até porque, olhando agora para ela, via-a, ultrapassada que fora a fase do medo, e porque a foda deveria lhe estar a proporcionar muito prazer, afagar a cabeça do cão, enquanto este, fodia-a e ao mesmo tempo, por incrível que isso possa parecer, mamava em suas mamas como cachorro recém nascido. para meu espanto, minha mulher contorcia-se dolentemente gemendo e suspirando profundamente, balbuciando, nos intervalos: fode...fode-me cachorrão querido... isso, mama em minhas tetinhas.... hummmm como é bom ser fodida por ti... nunca tinha antes gozado tanto!”. “amecê veja a gaja como tá gostando... olhe a cona dela a palpitar a querer mais... e vai ter… ela ainda vai engolir aquele inchaço que o canelas tem na vergasta...amecê que veja bem que tá quase...” alertou-me o anormal dando-me uma cotovelada. na verdade canelas continuava bombando em séries rápidas fazendo minha mulher uivar de prazer; de repente e numa contracção violenta, que quase diria premeditada, o bolbo do cassete escorregou para dentro da cona dela, provocando uma paragem momentânea dos seus gemidos para quase de seguida os substituir por um uivo em crescendo que acabou num grito de dor e estupefacção . sua vagina parecia que se ia rasgar a qualquer momento de tão dilatada que ficara; lágrimas de dor assomaram-lhe aos olhos enquanto sua boca escancarada procurava levar mais ar para os pulmões. o tonto bateu palmas, rindo para mim com sua boca desdentada, incentivando de seguida: “isso memo canelas... lasca a cona da gaja... lasca a cona da putona...” dora, não demorou muito a se adaptar aquele exagero de cassete... pouco depois voltou a suspirar fundo gemendo numa sequência rápida que mais pareciam ganidos. o cão tentava meter o que já não tinha, já que tudo o que possuía estava bem metido dentro de dora. de repente o canelas começou a uivar, ao mesmo tempo que ejaculava torrentes de esperma dentro de dora e esta, como se lhe tivessem ligado uma sirene começou a uivar também de prazer atingindo o clímax. seu corpo contorcia-se e vibrava de puro gozo, sentindo-se desvanecer. eu, mesmo sem me aperceber, tinha ganho uma erecção tremenda e de tão excitado senti que me ia vir, só tendo tempo de puxar o zip para baixo, tirar rapidamente o pénis para fora ejaculando em minhas próprias mãos. o tonto deu uma gargalhada, enquanto acariciava seus próprios colhões, dizendo em tom de gozo: “ isso, corno, vai desperdiçando o leite nas mãos que eu vou poupar o meu para meter no rabo de tua mulher... olha o pau que eu vou entalar no cu dela...tás a ver... a carne que tá aqui dá para fazer três paus dos teus...” finalizou com orgulho ostentando o seu cassete colossal. de seguida e de menbro em riste, levantou-se dirigindo-se para os dois ordenando ao cão: fora canelas... larga a puta...toca a sair que agora é a minha vez...” com certa dificuldade conseguiu separar o cão para logo de imediato, aproveitando a dilatação e a imensa lagonha que saia da racha de minha mulher apontar seu enorme cassete para o meio do buraco pressionando-se e entalando sua descomunal ferramenta dentro dela fazendo-a sentir que estava sendo empalada viva... dora arregalou os olhos, protestando e tentando fugir com o corpo ao empalamento, sem contudo conseguir já que o anormal prendia-a pelas ancas com suas manápulas que pareciam tenazes de ferro, imobilizando-a totalmente. o tonto bombava com deleite grunhindo por entre dentes palavras ameaçadoras quase inteligíveis: “vou lascar a tua cona sua puta de merda e a seguir vou lascar o teu cu...” enquanto ruminava as ameaças ia bombando e quando via que ela baixava a intensidade dos gemidos, sacolejava mais rudemente metendo o vergalho todo de uma acentada, fazendo-a novamente uivar de dor. “ gane sua cachorra...isso assim...ganeeee...” urrava deliciado com os berros de dor dela “hoje vou-te lascar a crica... ai se vou!” continuava ameaçando, sem parar os movimentos de meter e tirar. de seguida, agarrando-a pelas ancas levantou-a em peso e sempre de vergalho bem metido, rodou sobre si próprio, sentando-se no tarimba, deitando-se depois de costas para trás, de forma que ela ficou por cima dele com o cassete encravado na cona e com o cu desprotegido. ela ainda estava a se refazer da surpresa, quando um outro cão, também de porte avantajado, que apareceu não sei donde, se empinou por detrás dela, tentando meter-lhe o cassete no cu; o tonto, com a mão, untou o rabo de minha mulher com a langonha que lhe saia da cona, incentivando e ajudando de seguida o cachorro “anda tigre mete o cassete no rabo da cachorra…aqui…aqui… no buraco”; com a mão guiava-lhe o cassete na direcção certa, até que encontrando finalmente o alvo entrou quase de uma acentada; o cão sentindo o contacto morno, bombeou de imediato introduzindo o resto do vergalho até aos colhões no ânus de minha mulher, que ficou ensanduichada entre os dois gemendo de tão cheia que estava. o cão, para delírio dela, bombou durante uns cinco minutos até que finalmente se veio, num chinfrim de ganidos saindo de seguida. o tonto parecia que só esperava aquilo, porque de imediato desencravou-a puxando-a para cima como se fosse uma pena e, levantando-se colocou-se por detrás dela, apontando o enorme cassete para o buraco previamente dilatado pelo cachorro, pressionando-se para a frente enquanto a puxava para trás, enterrando-se quase na totalidade. minha mulher esperneou e gritou como louca tentando se safar daquele empalamento, sem o conseguir, e o tonto sem se importar, bombava-lhe o cu urrando de prazer, até que uns cinco minutos depois veio-se dentro dela, enchendo-lhe o rabo de lagonha; por uns segundos parou, deliciando-se com a ejaculação para de seguida retirar devagar quase todo o cassete para o exterior deixando somente a cabeça entalada; revirando os olhos e mordendo lábios o tonto espremia-se mijando para dentro de minha mulher, a qual, contorcia-se berrando de dor com o ardor que o contacto da urina provocava nas fissuras do seu ânus arrombado. como se tudo não passasse de um sonho, assim como eles vieram, eles se foram, deixando-nos sós e abandonados. como para testemunhar tudo o que passara, minha mulher estava desmaiada e sua vagina e ânus completamente arrombados, estavam numa lástima de tão dilatados. a muito custo consegui carregá-la nos 200 metros que nos separavam do carro e de seguida voltamos para casa, jurando, sem muita convicção, para nunca mais nos atrevermos em lugares desconhecidos. ( se gostarem votem porque há mais…)</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>a mãe e o cão</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/a-m-e-e-o-c-o</link>
			<description>tenho vinte e quatro anos, e mamãe tem 42. ela é uma mulher linda, bem conservada, corpo bonito que sempre admirei mas nunca tinha visto. quando usava biquini eu olhava e pensava comigo mesmo que ela não devia nada às menininhas mais novas. é um corpo de mulher madura, claro, mas bem delineado por malhação e natação. nunca tive pensamentos sacanas com ela. era apenas minha mãe. uma mãe muito linda. depois de 25 anos de casados ela e meu pai se separaram, e seis meses depois ela estava com namorado novo, um senhor, também separado, que tinha mais ou menos a idade de mamãe. aprovei o namoro dela, pois era uma mulher de meia idade, ainda linda, que não iria criar teias de aranha, claro. mamãe, com o passar dos meses de namoro, começou a ficar mais solta, não de se expor, se mostrar, mas de falar e comentar todo tipo de assunto. eu ficava surpreso de ouvi-la comentando coisas que nunca antes eu tinha ouvido dela. um fim de semana estávamos no sítio do namorado dela. eu, ela, o namorado, o filho dele - um rapaz de vinte anos - o irmão e o pai do namorado. falávamos de tudo enquanto tomávamos cerveja e comíamos churrasco. mamãe falava e ria de tudo quanto era assunto, mesmo os mais escabrosos. começamos a falar de sexo, e surgiu o assunto de sexo com animais. todos falaram que gostariam de ver uma mulher tranzando com um cachorro, e mamãe, para minha surpresa, disse que era uma experiência que ela gostaria de experimentar um dia, pois já havia ouvido falar. o cunhado dela disse que os dois cachorros do sítio dele, que ficava a pouca distância de onde estávamos, já tinham tranzado com mulher, e que era gostoso demais de ver. pelo jeito ele era o único entre nós que já tinha visto uma cena assim. mamãe disse que qualquer hora gostaria de tentar a experiência, e que ele tinha que dizer o que ela tinha que fazer. ele mais que depressa disse que se ela quisesse ele mandaria trazer os cães e ela poderia experimentar alí mesmo. mamãe nos olhou com ar de indagação e surpresa. ela disse: mas aqui? com voces todos? o cunhado disse que assim ela realizaria a votade dela, de tranzar com um cão, e todos poderiam matar sua curiosidade de ver. eu fiquei atônito quando mamãe concordou e disse que ele podia mandar buscar os cães. eu falei, mamãe, voce vai ter coragem? ela respondeu: ora filho, somos todos adultos, assim cada um de nós realiza sua vontade. o cunhado, antônio, ligou para o filho, no sítio dele, e pediu que trouxesse os dois pastores alemães, e pediu o frasco que ele disse que continha um líquido com cheiro de cadela no cio. enquanto esperávamos conversei com mamãe e perguntei se ela sabia o que iria fazer. ela disse que sim, que era uma fantasia que ela tinha há muito tempo, mas que quando era casada papai nem admitia discutir. eu disse: mas mãe, todo mundo vai ver você nua e transando com o cachorro. ela me respondeu dizendo outra vez que todos eram adultos, que eu era filho dela mas que não iria ver nada que já não tivesse visto em outra mulher. o filho de antônio chegou pouco depois, trazendo os dois cães na carroceria da camionete. era um cara de uns vinte e cinco anos, e fiquei pensando, minha mãe vai dar um show para esses homens todos. não conseguia entender como ela havia concordado, mas confesso que estava doido para ver também. além do mais iria ver mamãe nua, coisa que só tinha acontecido quando eu era criança. um dos cães foi levado para trás da casa e colocado na coleira, para não atrapalhar o &quot;serviço&quot; do outro. antônio prendeu o outro cão também pela coleira, e o circo foi armado. ele disse que mamãe tinha que se despir e passar o líquido no ânus, e depois se posicionar para receber o pênis do animal. nós ficaríamos na varanda, e mamãe e o cão no gramado em frente. havia um banco onde antônio colocou algumas almofadas. mamãe ficaria de joelhos, com o tronco apoiado nas almofadas e o bumbum para trás, para esperar a ação do cachorro. chegou o grande momento de ver mamãe nua. ela tirou a roupa na varanda mesmo. começou tirando as sandálias. nós todos olhando, como se fosse um show de strip-tease. eu, o namorado dela, o filho dele, o irmão e o pai, e ainda o filho de antônio, que havia trazido os cães. quando mamãe ficou descalça meu pênis já reagiu, e eu achei estranho, pois não imaginava que teria tesão por mamãe. ela tem pezinhos lindos, número trinta e cinco, e comecei a notar a &quot;reação&quot; dos outros homens do grupo. mamãe iria se despir na nossa frente, ficar peladinha com todo mundo vendo, e iria tranzar com um cão... uma loucura. mamãe tirou a blusa, ficando de soutian, que ela logo tirou também. estava de costas, e eu imaginando os seios dela. as costas eram lindas, lisas, femininas, um tesão. fiquei ansioso pelo resto. mamãe parecia com receio de tirar mais, e demorou um pouco a tirar a bermuda. estava ainda de costas, e não dava para ver o bumbum porque a calcinha não era transparente. mas só de ver as coxas meu pau explodiu de tesão. mesmo já tendo visto ela de biquini aquilo era uma novidade. mamãe de calcinha na nossa frente. foi um momento sublime quando ela abaixou a calcinha e apareceu uma bunda deslumbrante, bem feita, empinadinha, durinha. os movimentos de mamãe tirando a calcinha eram lindos, por um momento deu para ver, entre as pernas dela, o volume da buceta. ela ficou ali, de costas para nós, e disse: gente, estou com vergonha de me virar. nós falamos, o que é isso márcia, você mesma disse que somos todos adultos. o namorado foi até ela, pegou pela mão, e trouxe ela de frente, andando, até nós. pude ver então, pela primeira vez, os seios e a buceta de mamãe. uma visão fantástica. seios médios, durinhos, redondos e pontudos, como os seios de uma adolescente. o conjunto ventre-umbigo era lindo, dava vontade de beijar. e a xana? que buceta linda. gordinha, com poucos pelinhos, os lábios aparecendo entre os ralos pentelhos. nós batemos palmas. merecidas palmas. mamãe começou a ficar mais à vontade, e parecia estar gostando dos elogios. antônio então deu a ela o frasco com o líquido, e ela se dirigiu ao gramado. dona márcia, minha mamãe, peladinha na frente de nós todos, com um corpo fantástico, recebendo o sol e nossos olhares. antônio soltou o cão, e mamãe ficou brincando com ele no gramado. o animal parecia gostar do corpo nu de mamãe, mas não havia reação de seu pênis. antônio disse para ela ficar de joelhos com o tronco apoiado nas almofadas, e jogar o líquido no ânus, que o animal faria o resto. ele colocou &quot;luvinhas de pano&quot; nas patas do animal, para não ferir mamãe, e ela ficou de quatro, mas estava achando difícil passar o líquido, pois havia pouco e não dava para desperdiçar. ela me chamou: bruno, passe o líquido, senão pode perder tudo. antônio disse que bastava algumas gotas e espalhar no ânus. fui até mamãe, com meu pinto doendo de tesão. fiquei pertinho do corpo dela, nuzinho, notando os poros, a pele, as gotinhas de suor que se formavam. mesmo sendo minha mãe a vontade era abraçar, beijar, passar a mão, meter, foder aquele cuzinho e aquela bucetona. mamãe de quatro, aquela bunda linda virada para trás, me deu o frasco e disse para passar. ví o cuzinho dela. lindo, marronzinho, cheio de preguinhas... molhei o dedo no líquido e passei. quando encostei o dedo no cuzinho dela gozei. gozei mesmo, enchendo a cueca de porra. fiz força para ninguem notar e fiquei preocupado de verem a umidade. eu estava de jeans e camisa para fora das calças, o que ajudou a disfarçar. enquanto passava o líquido o cu de mamãe piscava, e eu chegava com o dedo quase na buceta dela. quando terminei voltei para a varanda, tentando andar normal apesar da cueca cheia toda melada. antônio então soltou o cão, que correu até mamãe, sentindo o cheiro de cadela no cio. o pênis dele logo cresceu, e fiquei aguardando ansioso o que iria acontecer. o animal chegou, foi cheirando mamãe, e imediatamente subiu nas costas dela com as patas dianteiras, e ficou tentando achar o lugar certo com o pênis. nós descemos da varanda para ver de perto. mamãe nua, de quatro, sendo a cadela do pastor alemão. o pênis dele escorregava nas coxas de mamãe, até que conseguiu achar o lugar certo e começou e penetra-la. mamãe gemeu e deu um pulo com a estocada do animal, que não tinha paciência como um ser humano teria, e foi logo enfiando tudo. o pau do cachorro sumiu dentro do cu de mamãe, e ele ficou dando estocadas, e mamãe gemendo. acho que outros de nós gozaram nas cuecas. depois de várias estocadas o cão parou os movimentos, e os dois ficaram ali, engatados, por dez ou quinze minutos. mamãe gemia, e dizia que tinha orgasmos sucessivos. ela falava quando sentia o gozo do animal dentro dela. aconteceu quatro ou cinco vezes enquanto ficaram ali, grudados, até que o pênis amoleceu e o cão se soltou. antõnio disse que ainda tinha o outro cão, mas mamãe não quiz. disse que tinha ficado cansada, e que ficaria para uma outra vez. quando o cão tirou o pinto pude ver o cu de mamãe cheio de porra que escorria pelas coxas. nunca imaginei um dia ver mamãe numa situação assim. aquilo me rendeu semanas de punhetas, lembrando a cena. dona márcia levantou peladinha, pegou suas roupas na varanda e foi tomar banho. a maioria de nós teve que trocar de cueca.</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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			<title>perdi o meu cabaco no cu com um cavalo</title>
			<link>http://www.ptcontoseroticos.com/zoofilia/perdi-o-meu-cabaco-no-cu-com-um-cavalo</link>
			<description>chamo-me paulo, tenho 22 anos e sempre adorei ser enrabado, mas nunca tinha tido coragem
devido a ter medo de ser descoberto. sempre que podia vestia as calcinhas da minha irmã e ia para
a escola. uma vez depilei o meu cu todo e vesti cinto de ligas e meias sem calcinhas e fui montar a cavalo
para a quinta do meu pai. ao sair a cavalo reparei que o meu cavalo estava excitado devido a umas eguas que estavam
por perto, deixando seu pau de fora e ficando muito bravo. ao sentir aquilo sai de cima dele e fui caminhando a pé para
ver se o acalmava. passado um pouco vi que eke continuava igual, com um pau enorme, e senti uma vontade enorme de lhe tocar
para o acalmar, mas foi pior pois ainda se excitou mais. foi quando me veio uma ideia á cabeça, mete-lo na boca, ao tentar meter
a cabeça enorme vi que sabia mal, então despi as calças e meti entre as pernas para o fazer gozar. e comesei a meter o liquido que
ele deitava do pau no meu cu deixando-o bem molhaso. foi quando num extinto encostei aqula cabeça enorme no meu cu pensando que não
podia entrar sevido ao seu tamanho. senti tanto prazer que estava quase gozando e, enpinei mais a bunda, metendo bem na entrada do cu,
foi quando ao mesmo tempo o cavalo me dá uma estocada forte quase metendo a cabeça provocando-me uma dor tão forte que imediatamente
tentei desistir, mas ao olhar para frente estavam os meus dois tios me dizendo que não podia deixar o cavalo assim e me agarraram
metendo-me de novo debaixo do cavalo com o pau apontado ao meu cu.. ao sentir aquilo o cavalo da-me outra estocada levando-me a tentar fugir
mas não foi possivel pois os meus me agarraram com força deixando-me indefeso. quando o cavalo tornou a ir para a frente, senti a maior dor da
minha vida e comecei a chorar. mas os meus tios me abriram o cu ainda mais e me enpinaram mais o cu para entrar melhor. foiquandosenti ser
completamente rasgado, ouvindo o meu tio dizer que já tinha entrado a cabeça e que a partir de agora já não doia tanto. passado um pouco
senti que já a dor estava- me excitando e senti então entrar um bocaso tão grande que me tocou na barriga fazendo comque eu sai-se completamente
os meus tios então me tornaram a encostar aquele pau ao meu cu , entrando quase metade de uma vez deixando o cavalo gozar dentro de mim</description>
			<category> - Zoofilia</category>
			<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 00:00:00 +0100</pubDate>
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