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Ana e Zélia, obcecadas pelo anal

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Referência (ID): 1619
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Mário e sua mãe Zelda estão na copa da requintada mansão em que moram naquele condomínio exclusivo. Ambos conversam amenidades enquanto bebericam os respectivos cafés e estão vestidos para irem trabalhar. Jarbas aparece na cozinha lendo alguns documentos e cumprimenta os dois dando um beijo na testa da esposa. Ele está vestido de roupão e tinha acabado de tomar banho.
- Mario vai me levar até a esteticista, querido. Se livrou dessa, hein!?
- Vou levar só uma hora mais pra acabar de ler esse relatório. Se voce quiser esperar...
- N√£o se ‚Äúavexe homi‚ÄĚ. Meu beb√™ me leva!
- Leva pra onde?

Quem pergunta é Ana, a estonteante e curvilínea esposa de Mario que adentra à copa. Ela está vestida com um leve robe por cima do folgado pijama. Ela cumprimenta a todos com beijinho no rosto e pegando uma torrada senta-se no colo do marido.
- Eu vou dar uma carona a mam√£e que ela tem hora marcada no sal√£o.
- Putz, e eu preciso estar na reuni√£o da firma dentro de uma hora! O dr. Carlos vai decidir quem vai pegar a conta do shopping novo!
- Ok! Ok, Ana! Se voce estiver pronta dentro de meia hora eu deixo voce l√°!

M√£e e filho se despedem e se dirigem ao carro de Mario. Ana sorri cinicamente pro sogro. O p√°u de Jarbas aparece por entre as dobras do roup√£o.
Mario pega a alavanca da embreagem autom√°tica e p√Ķe na posi√ß√£o ‚ÄúD‚ÄĚ. Ana pega a jeba do sogro e p√Ķe toda a glande dentro da boca.
- Aaaah, sua safadinha! Mama, mama minha bezerrinha!
- Ontem a noite... n√£o ag√ľentei! Sem que teu filho soubesse coloquei o pipiu dele em meu cuzinho! Ele n√£o entendeu quando coloquei a camisinha nele. Lhe disse que estava com pouca umidade. N√£o deu pra me satisfazer, mas pelo menos j√° estou com a rosquinha lubrificada pra essa tua rolona!

Apoiada com os cotovelos na bancada, Ana sente a diferença da dilatação de seu anus pela tora do sogro. Era duas vezes mais grossa que a do seu maridinho. Ela revira os belos olhos azuis e abre a boca, vocalizando um alto e longo urro conforme Jarbas se extasia vendo o aveludado anus ir se entregando a invasão de sua rolona.

Uns quinze minutos depois est√£o os dois tomando banho. Quando acabam e est√£o se enxugando, o sogro lhe pergunta.
- √Č verdade essa coisa do shopping?
- Nããão! Isso foi feito ontem. Mas, eu preciso te contar uma coisa. Não vá se alterar, viu? Bem voce sabe como o Mario idolatra a mãe, né? Certa vez estávamos conversando sobre sexo e mencionei algo sobre Zélia. Po! O cara, se transformou!
Disse que a mãe não se prestaria a tais coisas etc etc! Quando ele comprou aquela camisola pra mim, sugeri que comprasse também uma pra Zélia. Ele ficou branco e com voz tremula disse que nunca imaginaria ela vestindo uma camisola daquelas!
- Bom... isso eu já sabia. Pensei até que ele era viado!
- Pois é... Imagine se ele souber que Zélia tem um amante!?
- O quê!? Voce está indo longe demais, querida! Quem se interessaria pela Zélia? Ela é... é... tão apagada!
- Eu... eu acho que um cara l√° da Academia. Assim que puder vou dar uma dura nele!
- Huum! Pensando bem, acho melhor deixar isso pra l√°. Ela n√£o mudou nada no comportamento e como sempre √© muito discreta! Ser corno, tendo tranq√ľilidade e voce... vale a pena!
- Ah, voce gosta de ser corninho, né?!
- N√£o foi isso que eu disse... Vem c√°, vem sua safada! Deixa eu te chupar antes de irmos embora!

Zélia olha com curiosidade o que Joel lhe está mostrando. Segurando com os dedos a peça que parece com uma pequena pêra pontuda e na parte maior achatada está fixado uma haste e uma espécie de botão no topo, lembrando um pequeníssimo guarda-chuva.
Zélia está nua, deitada meia de lado com a formosa bunda empinada como Joel pediu. Ela está delirante antecipando o gozo que vai ter ao ser sodomizada dentro de instantes.
Joel segura o buttplug com dois dedos passados entre a parte achatada da pêra e a parte inferior do dito botão. O polegar pressiona a parte superior do mesmo.

Z√©lia treme ao sentir o deslizar da l√≠ngua do amante a percorrer-lhe todo o rego da bunda, parando mais assiduamente no cuzinho intumescido e rosado. Joel sente em ambas as bochechas o tremor das n√°degas dela. Os r√≠gidos gl√ļteos que formam aquela fant√°stica bunda s√£o mordidos e beijados ao mesmo tempo. As m√£os dele alisam com for√ßa as carnudas coxas da bela esposa de Jarbas.
Ela começa a suspirar e a rebolar conforme a língua de Joel serpenteia em volta de seu cuzinho querendo invadi-lo.
- Olha s√≥, querida, o que isto aqui vai lhe servir! √Č uma j√≥ia que lhe estou dando de presente e somente n√≥s dois saberemos pra que serve!

A curiosidade de Zélia aumenta ainda mais junto com sua excitação. Com Joel e suas surpresas, ela mergulhou num oceano de divina devassidão sexual que jamais houvesse imaginado que iria gostar tanto.

Primeiro, ela sentiu a ponta mais fina ser roçada na entrada xaninha, logo em seguida toda a peça foi engolida pela vagina.

Joel ficou fazendo movimentos rotat√≥rios por alguns segundos e ent√£o foi a vez do cuzinho que n√£o ofereceu muita resist√™ncia ao ser penetrado, deixando do lado de fora um bot√£o de mais ou menos tr√™s cent√≠metros de di√Ęmetro, cravejado com esmeraldas.
Zélia se levantou e foi até o espelho. Virando-se de costas, espalmou a bunda e deu um gritinho de alegria e encantamento com a visão do broche esverdeado fixado em seu anus.
- O que achou? Combina com seus olhos!
- H√£h√£! Vou usar no coquetel que daremos hoje a noite!

Enquanto era sodomizada, Zélia chupava o buttplug como um bebê e sua chupeta.
Ela adorava se esparramar em cima do corpo de Joel e ficar rebolando com o anus entalado com a rolona dele. Joel mantinha o equilíbrio lhe amassando firmemente os seios e as vezes lhe torcendo os mamilos enquanto ela gozava.

Agora, eles estão descendo pelo elevador. Outras pessoas entram e eles dão espaço, recuando para o fundo. Zélia sente a mão de Joel lhe acariciando as partes debaixo das nádegas e volta e meia dando umas tapinhas com a ponta do dedo no buttplug inserido no cuzinho.

Ana se despede do sogro com um beijinho no rosto ao ser deixada na calçada do prédio onde trabalha. Sobe até o escritório e durante meia hora faz as consultas em sua agenda. Volta e meia um leve sorriso lhe aparece no rosto ao se lembrar de como é feliz em ser amante de seu sogro.

Ela se apaixonou por Jarbas quando foi levada a mansão da família de Mario pra ser apresentada. Ao vê-lo sair da piscina e vindo em sua direção ela não pode evitar de visualizar e imaginar o cacetão do futuro sogro dentro dela.

Ela tinha essa coisa por homens mais velhos e sentia enorme prazer corneando os namoradinhos. Foi o professor Bruno quem primeiro lhe ensinou os encantamentos da sodomia, ao mesmo tempo que só permitia que o namorado lhe acariciasse os bojudos seios.

Já perto da hora do almoço o celular toca. Antes de aceitar, Ana vê que é de Joel. Dias antes quando ela descobriu que Zélia estava tendo um caso com ele, Ana decidiu dar um basta nesse affair . Seu marido tinha tremenda devoção pela mãe que não aceitava de maneira alguma que ela tivesse uma vida sexual ativa, mesmo com o marido, seu pai Jarbas.

Ela foi at√© o escrit√≥rio dele e exp√īs, de maneira nada agrad√°vel, que Joel parasse de desvirtuar sua sogrinha.
Pra surpresa dela, Joel mostrou um filminho em que Zélia se esbalda lhe chupando a rolona e implorando que eles se encontrassem novamente, induzindo Ana ao erro de que era a sogra que dava em cima dele.
Ela saiu do escritório esbravejando e o ameaçando com mandatos judiciais, mas sabendo que se fizesse algo contra Joel, só iria dar conhecimento a Mario da vida sexualmente devassa de sua mãezinha Zélia.

Joel tinha pleno conhecimento disso e então, talvez por um certo sadismo e muito por querer possuir a bela esposinha de Mario, passou a enviar filminhos a Ana toda vez que vez que Zélia era possuída por ele.

Ent√£o quando o celular tocou e Ana viu que era ele, um involunt√°rio excitamento tomou conta de seu corpo, tanto que da √ļltima vez Ana desceu at√© seu carro na garagem e se masturbou desvairadamente vendo sua sogrinha sendo abusada e se declarando saciada.
Arrependida, jurou solenemente que nunca mais faria aquilo.
E agora, seu auto-controle estava sendo testado. Por um momento, ela hesitou e quase deletou o filme. Mas a natureza nós fez vitimas de uma sórdida curiosidade.

No celular aparece primeiro, enchendo a tela, um broche redondo cravejado de pedrinhas esverdeadas. Em seguida o foco vai se afastando lentamente e logo Ana percebe que o broche est√° inserido no anus de uma mulher.
Claramente era a bunda da Zélia, percebeu Ana antes que o foco se afastasse ainda mais e o rosto da sogra e seu corpo inteiro aparecesse em todo seu esplendor.

Ana suspirou fundo quando uma m√£o surgiu na telinha e segurando com os dedos o broche o vai retirando do cuzinho de Z√©lia. Ela percebe que a parte inserida tinha uma forma de p√™ra. A m√£o que segura o artefato passa para a m√£o de Z√©lia que o p√Ķe na boca como uma chupeta.
A tela mostra agora um penis de grosso calibre que Ana sabe ser o de Joel, pincelando ao redor do cuzinho da sogrinha. As mãos dela começam a tremer quando observa a avermelhada glande ultrapassar o anelzinho do cu de Zélia.

Foi preciso que Ana tapasse a boca com uma das mãos abafando o grito ao ver toda a estupenda rolona ser engolida pela bundinha da sogra. O telefone lhe cai das mãos e assustada ela olha pros lados e percebe que ninguém a está olhando.

Quase ao mesmo tempo o telefone volta a tocar. √Č Joel de novo. A raiva anula a tes√£o que estava dominando a Ana.
- Canalha! Por que me mandar esse lixo, seu porco!?
- N√£o fale assim que sua sogrinha fez parte dele!
- O que voce quer, cretino filho da puta!
- Te dar uma jóia igual a essa e também...
- V√° se fuder!!

E Ana desliga abruptamente. Ela respira fundo até o compasso da respiração voltar ao normal. O telefone toca de novo. Antes que desligasse sem atender, percebe que é o marido.
- Oi amor! Já estava com saudade de voce! Vem me apanhar pro almoço?
- Oh! Sim! Mas t√≠nhamos combinado isso? Bom, estou te ligando porque o dr. Joel me perguntou se eu n√£o quero comprar uma j√≥ia pra voce. Olha a√≠! Esse √© o topo do anel. √Č cravejado de esmeraldas!

Ana quase desmaia ao ver que a foto é a mesma do inicio do filminho visto minutos antes.
- Pra quê querido? Não compre, não! Diga a hora que vem me buscar, Mário.
- Mas, mas querida! √Č uma pechincha! Vale vinte mil d√≥lares! Ele me vende por dois!
- Huumm, t√° bem... Ah, Mario! Acabei de me lembrar. Estamos esperando o chefe da sucursal de Brasilia. N√£o vou poder me ausentar. Me desculpe, amorzinho!
- Ok. Sem problemas. N√£o estava combinado mesmo. Um beijo.

Ambos desligam e Ana j√° adivinha o que vai acontecer. Sabe que ela pr√≥pria se p√īs na armadilha e o calhorda do Joel iria se aproveitar disso.
O telefone tocou. Ana atende e alguns segundos depois, balan√ßando a cabe√ßa e com l√°grimas nos olhos, ela diz ‚Äúsim‚ÄĚ.

Aquela tarde inteira passou com Ana sendo sodomizada, na cobertura duplex de Joel. Ela tentou o possível e o não possível de se entregar a luxuria da rola de Joel gozando em sua boca, se esfregando entre seus seios e no rego da bunda, voltando a deixar que ela o mamasse de novo antes de lhe possuir o cuzinho que foi devidamente beijado, penetrado pela língua e invadido por dois dedos enquanto sua xaninha era demoradamente chupada pela boca faminta dele.

Teve um momento em que o telefone dela tocou incessantemente. Ela estava com a bundinha empinada, com o busto e o rosto encostados no colch√£o. Joel a montava, fazendo lentamente o entre e sai do cuzinho dela com sua torona.
- Jo...Joel! P√°ra um segundo! √Č melhor eu atender. Pode ter acontecido alguma coisa!

A bolsa estava perto da cama ao alcance da m√£o dela. Joel estava gozando, mas teve que parar. Ana conseguiu pegar o telefone sem se desengatar da rola dele, ainda sentindo o palpitar do sangue correndo pelas veias da robustez da tora dele dentro de seu cuzinho.
- Ana, querida! Apesar de voce dizer não, decidi comprar a jóia pra te dar! Ela é sua querida! Vinte mil dólares por dois mil! Inacreditável! Tentei me comunicar com dr. Joel mas não consegui. Deixei recado me comprometendo!
- Mas... mas querido, isso é... é desnecessário! Eu... eu não... me encantei muito por ela!
- N√£o!? Mas comprarei assim mesmo! √Č um √≥timo investimento! Voce poder√° usar o hora que quiser!

Ana não sabe porque começou um indisfarçável rebolado enquanto escutava o marido. Joel sentindo a mudança de humor dela, voltou a montá-la mas deixando que ela se movimentasse livremente. Aos poucos o rebolado foi aumentando.
- Como está aí com o gerente da Sucursal!?
- Ele se... se encantou por...por mim! N√£o sai...n√£o sai de... cima de mim! Aaaaaiiim...
- Ah ah ah! O que foi isso! Ele não sai de cima de voce, é!? Ah ah ah, essa foi boa!
- Quis... quis dizer que ele... ele não... não larga do meu pé! Ui ui... Aaaaah!

Agora o rebolado de Ana est√° mais intenso e Joel teve que trincar os dentes enquanto gozava com o anus dela lhe apertando o penis.
Num momento de lucidez, Joel percebe que Ana largou o telefone perto da boca e est√° vocalizando todo seu gozo alheia as conseq√ľ√™ncias. Prontamente, Joel pega o telefone.
- Al√ī, M√°rio? Aqui √© o Rod, gerente da sucursal de Brasilia. Sabe... uma colega da sua esposa trope√ßou no p√© de algu√©m e o drinque foi parar no decote dela. Parece que algumas pedras de gelo escorreram pra... por dentro do decote. Ela foi ao banheiro... eu penso.
- Ah, tá bom! Também, a Ana com aqueles seios! Só podia ter um decote enorme! O senhor não acha!?
- Bom... não... não sei! Ana é sua esposa! Eu não posso tecer comentários como esse! Mas concordo com o senhor!
- J√° vi que temos bom gosto! Eu n√£o sei o que ela viu em mim! Uma mulher como ela casando comigo...
- Acho que o senhor subestima seus talentos. Gostaria de saber seu segredo!
- Bem que gostaria de ter! Sinto que... sabe... quero dizer... nossa vida sexual não é tão fantástica assim...
- Por parte de quem?
- Dela. Acho que ela est√° sempre tensa e que talvez n√£o goste muito de sexo. Mesmo com um corpo daqueles!
- Que tal voce incentiv√°-la a imaginar situa√ß√Ķes rom√Ęnticas e depois picantes. Elas jamais confessar√£o, mas t√™m a mesma fantasia que n√≥s... sexo a tr√™s!
- Huuum, n√£o sei! N√£o quero minha esposa fantasiando desse jeito! Acho melhor n√£o!

Ana abre os olhos depois do intenso orgasmo e virando a cabeça vê Joel com o telefone dela na orelha. Ela consegue sair debaixo dele e senta-se abraçando um travesseiro, curiosa com o diálogo.
- Bom... me trate por voce, M√°rio. A Ana est√° voltando. Acho que podemos continuar com nossa conversa um outro dia
- Ah, tudo bem. Gostaria muito mesmo, Rod! Voce me passou confiança quando não quis tecer comentários! Eheheheh!
- A Ana lhe dir√° como pode me encontrar! Aqui est√° ela!

A esposinha de M√°rio olha interrogativamente pra Joel, recebendo o telefone das m√£os dele.
- Oi, querida! Grande cara esse Rod! Ele me contou do acidente do gelo que escorregou por dentro de seu decote!

Ao fim da tarde, Mario passou pra apanhar a esposa no escritório dela. Ana parecia ruborizada. Ela guardava um segredo dentro de si.

Naquele mesmo dia, perto do anoitecer, Jarbas sai do box se enxugando. Zélia, sua esposa, está com um pé apoiada num pufe passando hidratante na coxa. Ele sente certa excitação mas não o suficiente para lhe dar uma ereção completa. Mesmo assim ele se aproxima por trás da esposa e ao tentar encaixar o páu semi-endurecido entre as nádegas, sente algo metálico introduzido no anus dela.
Ele se afasta olhando espantado e se abaixa. Com as m√£os separa as n√°degas da esposa que por um momento ficou tensa ao perceber que ele descobrira o buttplug inserido no seu anus.
- Qu¬īqu√™qu√≠sso!??
- Voce gostou? √Č a √ļltima moda em fetiche sexual! Deixa eu desfilar pra voce!

O p√°u de Jarbas agora atingiu plena dureza. Mas, ainda ele est√° curioso pela atitude da esposa.
- Da onde voce tirou essa id√©ia!? √Č interessante e... excitante! Mas, jamais imaginaria voce usando um neg√≥cio desses!
- N√£o √© s√≥ voces que gostam de ver porn√ī na internet!! Minha irm√£ foi quem me falou desses apetrechos sexuais chamados buttplug! De repente me deu uma loucura e quis surpreender voce!
- Ah, a Zelda! Ela sempre me pareceu bastante safadinha!
- N√£o fala assim dela! Eu sei que temos personalidades diferentes, mas foi inteiramente escolha minha. Por uma vez na vida eu quis fazer algo ousado! Voce n√£o gostou?
- Huum... claro que gostei!
- Já imaginou... hoje no coquetel... só eu e voce saberemos que estou usando isso!

Jarbas não consegue se conter mais. Abraça a esposa pelas coxas e sua boca cola na xana depilada e cheirosa.


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