Heterosexuais - COBERTURA DE CREME, SOBRE O SORVETE DE CHOCOLATE - Contos Eróticos

Contos Eroticos

                   

Pesquisa R√°pida


COBERTURA DE CREME, SOBRE O SORVETE DE CHOCOLATE

Ver todos os Contos Eróticos de leticialuccheze

Referência (ID): 1581
COBERTURA DE CREME,
SOBRE O SORVETE DE CHOCOLATE

A alma ficou solta como um pássaro, depois de certos pensamentos surgidos. Ligada a disposição de ler livros, comprar outros tantos e ver aquele sorriso, se dirigiu ao banheiro. O estilo de livros que gostava, foi quem deu início a esta disposição.
A alegria transparente fazia com que a √°gua fria fervesse. A espuma, as partes, a bucha.
Pela janela do quarto, o vento trazia um frescor sobre a pele nua. Deixou que secasse ao meio ambiente, lembrando daquele olhar. E que olhar! Um dia, se encontraria em seus encantos.
Depois da pele seca, passou ao seu segundo banho. Desta vez, era um banho de creme (o creme), que trazia a carne sensa√ß√Ķes quase incontrol√°vel.
Perfeito! Unhas feitas (lindas unhas), os fios do cabelo soltos, como suaves folhas ao vento e o perfume (aquele perfume). A saia longa e a blusa comprida com dois v frontais de ponta cabeça; deixando a desejar a nuança dos seios e do umbigo. O brinco, o colar, o lápis de olho, o batom, o anel, o relógio, o salto alto, o cartão de créditos e agora, só o momento a esperava.
O √īnibus gentilmente lhe abrigou, enchendo-se de euforia.
Ao chegar ao seu pré-destino, o clima artificial estava frio, mas ele esquentava em sua presença ardente e passageira através de olhares.
Pessoas de idades diversas, calmas e apressadas perambulavam em todas as dire√ß√Ķes.
Ao fundo, uma m√ļsica lhe fez chamar desta vez a sua aten√ß√£o. Uma voz masculina no t√©rreo caia a cantar. Ela parou, no espa√ßo e tempo, encostou em uma parede e come√ßou a sonhar com a vis√£o da pessoa, que por um dos motivos, havia lhe trazido ali tamb√©m.

“...Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor nem mais bonito
Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como √© grande o meu amor por voc√™...‚ÄĚ

Admirou-o mais um pouco, sem deixar ser vista. Por isso pegou um caminho mais longo, em direção a livraria.
Com um ar feliz, por tê-lo visto mais uma vez, cumprimentou atenciosamente todos na livraria. Seguiu para as prateleiras que lhe interessava e mergulhou seus pensamentos naquele universo.
Em suas m√£os passavam livros j√° lidos ou n√£o.
‚ÄúEr√≥tica universalis‚ÄĚ. Er√≥tico e sexual! Um livro que conta atrav√©s de figuras em objetos, ou n√£o os relacionamentos sexuais do tempo. O desenho da capa √© animador!
‚ÄúAfrodis√≠aco de A a Z‚ÄĚ. Mostra-nos que afrodis√≠aco n√£o √© s√≥ comest√≠vel, mas tamb√©m √© visto, sentido, cheirado e imaginado. Uma revista porn√ī √© afrodis√≠aca, um decote, um filme, um perfume e uma textura tamb√©m s√£o afrodis√≠acos. Tudo que √© capaz de levar o ser a excita√ß√£o √© afrodis√≠aco. O livro faz ampliar a realidade dos afrodis√≠acos e desmascaram outros tantos.
‚ÄúOs √≥rg√£os de Ad√£o - Pot√™ncia e fertilidade masculina‚ÄĚ. O t√≠tulo deixa a desejar. Voc√™ precisa ver o √≠ndice dele! Hum! Mais quem deveria l√™-lo s√£o os homens, para ampliarem seus conhecimentos sobre seus √≥rg√£os genitais.
‚ÄúS√©rie curiosidades - Sexo‚ÄĚ. √Č um livro de bolso e para l√™-lo o dicion√°rio √© indispens√°vel. Relata a vida sexual de pessoas que marcaram √©pocas. E nesse relatar, acaba diferenciando (esclarecendo) masoquismo, sadismo, sadomasoquismo, ninfoman√≠aco, zoofilia, mixoscopia, fetichismo, restifismo e urofilia. √Č um pequeno grande livro.

Seis e quatro.

‚ÄúA dupla chama amor e erotismo‚ÄĚ. ‚ÄúA chama √© a parte mais sutil do fogo e se eleva em figura piramidal. O fogo original e primordial, a sexualidade, levanta a chama vermelha do erotismo e esta, por sua vez, sustenta outra chama azul e tr√™mula: a do amor. Erotismo e amor; a chama dupla da vida‚ÄĚ. Ah, deu at√© para sonhar! Concordo com esta fala do autor. At√© que enfim parece que lerei algo que fale do amor √† frente da rela√ß√£o sexual.
‚ÄúTudo que voc√™ precisa saber sobre sexo para nunca passar vergonha‚ÄĚ. Com este t√≠tulo, se pensa uma coisa, mas n√£o √© nada do que se pensa. Para n√£o passar vergonha √© em rela√ß√£o aos pr√≥prios √≥rg√£os genitais, doen√ßas sexualmente transmiss√≠veis e um pouco sobre a hist√≥ria das rela√ß√Ķes sexuais e curiosidades.
‚ÄúA mulher sensual‚ÄĚ. O t√≠tulo n√£o parece nada com o seu excelente conte√ļdo. As mulheres deveriam l√™-lo. E n√£o s√≥ uma vez, mais duas, tr√™s, quatro. Quantas vezes forem necess√°rias.
‚ÄúSuper sexo em trinta dias‚ÄĚ. Para conhecer e ter dom√≠nio das pr√°ticas sexuais precisa-se de teoria, seguido de muita pr√°tica. E isso, n√£o se consegue nem em um ano. Mas pelo menos, o t√≠tulo j√° √© um chamativo para o seu promissor conte√ļdo.
‚ÄúManual do tes√£o e do orgasmo‚ÄĚ. Tem um pouco de linguagem m√©dica. Em determinado ponto esclarece a respeito de orgasmo, em outro tenta e j√° a frente confunde. Com ele se aprende at√© a discordar de algumas falas da autora. Porque na realidade pr√°tica e no bom senso, alguma, ou algumas coisas que ela diz n√£o √© poss√≠vel e nem √© tomado de verdade.
‚ÄúO poder do sexo‚ÄĚ. Faz uma viagem sobre o ato sexual, abordado de v√°rias formas por escritores diversos, at√© mesmo por Mahatma Gandhi.
‚ÄúDuzentas e tr√™s maneiras de enlouquecer um homem na cama‚ÄĚ. Um √≥timo livro! Elevam os conhecimentos na √°rea e desperta a criatividade e ousadia como necessidade, antes, durante e depois do ato sexual. Est√° a√≠, outro livro que as mulheres deveriam ler.

Sete e cinquenta e nove.

‚ÄúSexo para principiantes - A hist√≥ria da rela√ß√£o homem/mulher da idade das cavernas √† era dos mot√©is‚ÄĚ. Fala sobre a hist√≥ria dos relacionamentos sexuais e √© excelente para pesquisa sobre a sua evolu√ß√£o. √Č contado como hist√≥ria em quadrinhos.
‚ÄúSegredos da mulher sedutora‚ÄĚ. Dependendo de sua experi√™ncia ele pode se tornar um livro de leitura leve.
‚ÄúArte e manhas da sedu√ß√£o‚ÄĚ. Bem mais leve que o anterior, mais sempre se aprende, ou aprimora alguma √°rea. E lembrado que sedu√ß√£o, n√£o tem nada haver com arte. Pra ser arte, tem que ser Dan√ßa, M√ļsica, Teatro, Circo, Visuais ou Cinema.
‚ÄúVive la diference - O conflito dos sexos‚ÄĚ. Parece que vai mostrar os diferentes comportamentos dos sexos no seu dia a dia.
‚ÄúComo aumentar sua satisfa√ß√£o sexual‚ÄĚ. Parece que o amor vai entrar novamente em cena! Que bom! S√≥ n√£o concordo que o amor s√≥ vem a partir do relacionamento sexual.
‚ÄúOs novos prazeres do sexo‚ÄĚ. √Č um livro de bolso e parece ser completo, perante a relacionamentos sexuais, com os seus mais e menos gerais.
‚ÄúSomente para mulheres‚ÄĚ. Deveriam ter muito mais livros, mostrando para os homens pr√°ticas sexuais tamb√©m. Por que a maioria destes √© voltada somente para as mulheres? Se as mulheres t√™m que satisfazer as necessidades sexuais masculinas, os homens tamb√©m t√™m que nos satisfazerem.

Oito e quarenta e dois.

‚ÄúSexo - Os limites do prazer‚ÄĚ. Pela contra capa, vai retratar a rela√ß√£o sexual num par√Ęmetro religioso. √Č sempre bom saber sobre a sexualidade em v√°rias √°reas.
‚ÄúO jardim das del√≠cias‚ÄĚ. Pelas gravuras internas, parece realmente ser uma del√≠cia de livro.
‚ÄúManual do orgasmo‚ÄĚ. Espero que n√£o tenha pontos n√£o realistas, como outro livro da mesma autora. Mas mesmo assim, aprenderei mais um pouquinho!
‚ÄúHomens‚ÄĚ. Acho que vai ser um bom livro pela contra capa. Ir√īnico, debochado e realista. Parece relatar sobre o homem e seu comportamento perante a vida e o sexo oposto.
‚ÄúSortil√©gios, magia negra e sexo‚ÄĚ. A magia parece ser a do ato sexual. Agora a negra pelos dizeres superficiais n√£o sei onde est√°. Mas bem que poderia ser negro! Eh √Āfrica!
Um, dois, três livros passavam e outros ficavam. E assim, o tempo foi passando entre um autor e outro.
Alguns compradores e vendedores partiram, partiam ou estavam prestes a partir. Luzes se apagavam, lojas fechavam e corredores iam ficando silenciosos.
As vozes se distanciando chamou-lhe a atenção, obrigando-a a olhar no relógio. Nove horas e trinta minutos. Assustada com a passagem do tempo, a seu ver, repentino, recolocou os livros aos seus lugares e acompanhada de outros seguiu para o caixa.
Enquanto a moça tirava a notinha e fazia todo o processo com o cartão, percebeu que todas as lojas do corredor estavam vazias e semi-escuras.
Com os livros na sacola, colocou dentro da bolsa e se retirou.
Apesar de toda a pressa, o sorveteiro muito atencioso, lhe vendeu o seu √ļltimo sorvete daquela noite.
Percebeu a frente da sorveteria, que ele ainda lá estava. E estava só, do lado de fora da banca, recolhendo jornais, filmes, gibis etc..
N√£o resistiu em ir cumpriment√°-lo e ouvir sua doce voz, que mais parecia uma ave canora.
Parou ao seu lado e com um sorriso faceiro lhe ofereceu sorvete. Para uma breve tristeza, ele recusou continuando com o trabalho.
Passou por eles a moça da livraria e o sorveteiro.
Sem saber o que dizer, para n√£o ser inconveniente, ficando ali, mais um pouco, dengosamente ofereceu novamente o sorvete.
Envergonhado de ter recusado anteriormente, parou o que fazia, encostou-se na banca e com aquele sorriso tão esperado, balançou a cabeça aceitando.
Levou então o sorvete até os seus lábios, que eram mais gostosos, que o próprio doce. Muito, mais muito, mais gostosos do que o próprio sorvete de chocolate! Olhando em seus olhos, o caminho do sorvete pareceu eterno. Pensava que ele poderia tanto, lhe oferecer aqueles lábios. Não iria recusar a oferta, nem por um momento.
Os toques normais, que fazia no sorvete, foram para ela em demasia. Em meio a transpira√ß√Ķes org√°sticas, sentiu como seriam aqueles movimentos em outras regi√Ķes. Ficou sedenta, com os l√°bios e os l√°bios umedecidos de gosto.
O sorvete fez novamente o caminho de volta, só que agora, mais quente.
Um segredo oculto invadiu o olhar de ambos. Foi quando ela percebeu uma gotinha de sorvete, no canto da boca dele. Com um sinal, disse para aguardar um momento e levou a mão em seu rosto. Não se conteve, acariciando levemente sua face. Deu-lhe um sorriso de desculpas e com o dedo indicador retirou o sorvete. Fez tudo tão len-ta-men-te, como se quisesse gravar aqueles segundos, para sempre, na memória da mente.
Sem perceber o seu próprio comportamento automático, levou o dedo na boca, gustando o gosto fictício de um beijo dele. Devido aquele gesto, o silêncio foi quebrado, com um barulho enorme que fez em suas almas.
Percebendo que ele transpirava, aproximou-se de seu ser. Ao estarem face a face, come√ßou a beij√°-lo suavemente no queixo, arrancando-lhe um suspiro, que lhe serviu como incentivo. Beijou o rosto, delicadamente, com o toque da l√≠ngua, com a massagem dos l√°bios e uma gota apimentada dos dentes. O nariz, os olhos, as p√°lpebras, a testa. Encontrou com a orelha e mordiscando, invadiu o seu √≠ntimo interior. Neste instante, o tempo todo se perdeu, em sensa√ß√Ķes tr√™mulas, que trazia a carne.
Desceu para o pescoço e o prazer se intensificava a cada toque.
Ambos, sentindo suas respira√ß√Ķes ofegantes, mergulharam em um beijo arfante.
Os lábios, que antes eram estranhos, pareciam ternos conhecidos. E abraçados, os lábios se amaram, em um feixe de excitação. Era de-fi-ni-ti-va-men-te o beijo! E que beijo! Só de ver, se podia sentí-lo, gustá-lo, amá-lo.
Os beijos e os mini beijos, começaram a esquentar, devido à troca contínua de anseios e desejos. Direcionando as mãos, do tronco, para o quadril dele, arrancou-lhe mais um suspiro. Ardor! Tocou em suas pernas! Tensão, tesão! Os dois!
Beijos incessantes! Um, dois? N√£o importa a quantidade; pois todos os bot√Ķes se abriram, ficando a merc√™ dela, o tronco dele.
O bot√£o, o z√≠per, a cal√ßa. O f√°lus agora respirando ao ar livre, ansiava por mais umides. Ela ent√£o pegou o sorvete e olhando em seus olhos, passou na boca dele, no pesco√ßo, no peito, nos mamilos, no umbigo e na barriga. As aten√ß√Ķes de ambos se concentravam, √† medida que o sorvete caminhava. E se finalizou, de encontro com o seu vertical e companhia, aliviando o desejo, ou aumentando-o mais ainda.
Beijos, mordidas e lambidas, formavam um trio insepar√°vel e incessante de torturas; no qual, consumia o sorvete da pele dele com voracidade.
Tr√™mulo, ele apoiou com os bra√ßos fortemente na banca. √Ā medida que a boca dela trabalhava, mais alvoro√ßo em seu corpo provocava.
Os toques foram para o tronco, o bico dos mamilos (deliciosos mamilos), a cavidade do umbigo. Devassador!
O tempo parecia não ter fim. E também, pra quê?!
Ela se aproximava do vertical ereto, que j√° estava de cara para a lua. A tens√£o aumentava o desejo dele e suas m√£os firmes, transpiravam contra a banca. Revistas foram ao ch√£o, em um ato desesperado, do toque dos l√°bios dela em sua glande.
Movimentos de sucção, movimentos de fricção, movimentos de expulsão. A língua, pareciam línguas que iam e vinham, rodava, rodavam, rodopiavam, rodopiava, circulava, circulavam, preenchia, preenchiam, passava, passavam, lambia, lambiam com o vertical dentro ou fora. Nesses movimentos, ela foi parar na companhia do seu vertical, que acariciando, tocando, retirou o sorvete que lá guardava.
Ele não podendo mais suportar tal situação, se libertou em espasmos; colocando cobertura de creme, sobre o sorvete de chocolate.
Ao engolir todo o seu espasmo, ela voltou, aos seus lábios e recomeçou, ou começou com um beijo, outro beijo e outro beijo... Na mesma intensidade daquele primeiro beijo. Algo então começou a fluir novamente e entre os beijos, ele perguntou-lhe, se tinha mais sorvete.



Letícia Luccheze.


















































































[email protected]
www.facebook.com/Let%C3%ADcia-Luccheze -173002122860743/?ref=bookmarks
www.leticialuccheze.com
Contato:
é necessário estar logado para enviar uma mensagem ao autor do Conto Er√≥tico. Registe-se, é gratuito.

Comentar


Código de segurança
Actualizar

Caminho:

√öltimos Coment√°rios

  • oi sou casado mais sempre curti cumer ma... Mais...
  • muito obrigada Ana Moreira, n√£o tenhas d... Mais...
  • Adorei estes relatos. Sei muito bem o qu... Mais...
  • Esse conto √© uma com√©dia kklk Mais...
  • √≥timo conto..sempre que leio fico puto d... Mais...
  • PARAB√ČNS eu t/b tive que ter muito traba... Mais...
  • √≥timo conto..sempre que leio fico puto d... Mais...
  • Parab√©ns pelo relato volta p/ ele j√° que... Mais...
  • Caramba que delicia! Gozei s√≥ me masturb... Mais...
  • boa tarde, Michael Fritz..gostei e me ex... Mais...

Contos Eróticos Picantes no seu Email

Insira o seu Email:

Patrocinado por FeedBurner