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COMI MINHA SOBRINHA NO TAPETE DA SALA

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Referência (ID): 1690
Essa experi√™ncia deliciosa que vou relatar aos amigos do site aconteceu comigo em 2015. Sempre lia e leio contos de incesto. Confesso que sempre achei nojento envolver com algu√©m de la√ßo sangu√≠neo. Mesmo porque √© sempre um risco pois n√£o sabemos a rea√ß√£o. Como j√° sabem sou casado e confesso a voc√™s que j√° comi minha cunhada no come√ßo de namoro e algumas vezes depois que casei. Com tempo vou narrar para voc√™s alguns momentos que tive com minha cunhada. Hoje resolvi publicar o que aconteceu entre eu e minha sobrinha por parte da minha esposa. Seu nome √© √Črica que hoje tem 21 anos. √Č a mais gostosa das irm√£s. Baixinha, seios de m√©dios para grandes, cinturinha fina e bunda grande e empinada, uma delicia de ninfeta. Adorava quando ela vinha me abra√ßar. √Črica me abra√ßava apertado encostando seu corpo deliciosamente no meu. Quando n√£o t√≠nhamos nada para fazer √≠amos para a casa da irm√£ da minha esposa. Sempre gostei de usar bermuda ou cal√ß√£o sem cueca. Sinto-me mais a vontade embora meu cacete fica balan√ßando quando ando. Minha mulher nunca gostou de me ver sem cueca por baixo. Quando abra√ßava minha sobrinha colava no corpo dela e numa dessas encostadas a cabe√ßa do meu pau encostou na bucetinha dela num vestido fino que ela usava. Acho que ela percebeu pois saiu disfar√ßando para cumprimentar sua tia. Neste dia em diante ela sempre disfar√ßava e olhava para meu volume na bermuda ou cal√ß√£o. Era louco pela bundinha dela e seus seios. Imaginava foder ela at√© gozar bem gostoso, chupar inteirinha...
Seus abra√ßos passaram a ser mais demorados e bem encostados. Eu fazia quest√£o de encostar minha rola para ela sentir. Certa vez enquanto suas irm√£s, minha esposa e sua m√£e estavam na sala eu fui para os fundos da casa, como sempre fazia. Logo em seguida veio a √Črica usando um short discreto por√©m que mostrava sua belas pernas e o volume de sua bucetinha. √Črica veio para pegar algumas roupas da m√°quina de lavar. Ela ent√£o pediu que a ajudasse. O espa√ßo na lavanderia √© pequeno logo nosso contato foi inevit√°vel. √Črica se inclinava sobre a m√°quina para pegar as roupas. A vis√£o daquela bunda me deixou inebriado e meu pau come√ßava dar sinal de vida. No passar por tr√°s dela acabei encostando em sua bunda. Disfarcei por√©m ao passar de novo percebi ela jogando a bunda para tr√°s e mais uma vez encochei sua bunda gostosa. Que sufoco esconder minha ere√ß√£o. √Črica sabia que estava de pau duro primeiro que o volume denunciava segundo que sua bunda sentiu a ere√ß√£o. Estava decidido que iria comer minha sobrinha ali na lavanderia s√≥ n√£o aconteceu porque minha cunhada estava se aproximando e sa√≠ rapidamente para ela n√£o ver minha ere√ß√£o.
Meu trabalho é diferente de minha esposa. Meus horários são mais flexíveis e naquele dia eu faltei (abonada) e minha esposa trabalha até as vinte horas. Era uma sexta-feira chuvosa e eu estava organizando algumas coisas na casa quando escuto alguém chamando pela minha esposa.
- Tia, tiaaaaa!
Quando olho era a √Črica
- Oi √Črica. Sua tia n√£o est√°!
- Puxa ent√£o volto outra hora!
- N√£o. Entra meu anjo sai dessa chuva!
- N√£o quero te atrapalhar!
- Que nada entra!
√Črica entrou e deu aquele abra√ßo que voc√™s j√° sabem. Como estava sozinho eu usava um cal√ß√£o de tecido fino e sem cueca. Encostei nela bem gostoso.
- Sumido tio. N√£o foram mais em casa!
Ela falava abraçada a mim.
- Falta de tempo lindinha!
Nos soltamos, por√©m meu pau j√° estava volumoso. Disfarcei e pedi que ficasse a vontade. Terminei o que fazia e fui preparar alguma coisa para oferecer a ela. Como chovia muito e esfriava propus assistirmos algum filme na sala. Ela concordou. Na sala fechei as cortinas e deitamos no tapete cobertos num edredom. Estava quase pulando encima dela e realizando todo desejo acumulado por ela. Me controlei decidido me comportar bem para n√£o dar BO caso estivesse enganado. Como estava cansado e sem paci√™ncia para assistir filme acabei dormindo. Geralmente durmo de lado e logo me virei para o lado dela. De repente sinto seu corpo encostando no meu. Sua bunda deliciosa foi aos poucos encostando no meu pau. Achei melhor fingir que estava dormindo para ver at√© onde √Črica iria com isso. Minha rola estava dura e pulsando nessa hora. O calor de seu corpo e aquela bunda macia descontrolava minha respira√ß√£o. Virei-me de barriga para cima fingindo continuar dormindo. Aquela safadinha estava decidida a me provocar. Colocou a m√£o sobre minha barriga e foi descendo devagar at√© chegar no meu pau. Colocou sua m√£o por dentro do cal√ß√£o e pegou na minha rola dura como a√ßo. E baixinho sussurrou.
- Nossa que pau grosso!
Logo come√ßou uma deliciosa punheta. Que m√£ozinha macia. Meu pau babava, molhando sua m√£o. √Črica ent√£o foi descendo meu cal√ß√£o aos poucos e libertando meu pau. Alisava meu saco e voltava na base. Pr√≥ximo passo foi tirar um pouco do edredom. Ao ver meu pau exclamou baixinho.
- Que pauz√£o lindo!
Comecei a sentir um calor gostoso e macio quando olhei minha deliciosa sobrinha estava com minha rola em sua boquinha de seda. Chupava com vontade tentando colocar ao máximo na boca. Fazia movimentos de sobe e desce encostando a cabeçona na garganta. Não me controlando mais segurei em sua cabeça e forcei o boquete. Ela assustada tentou sair. Não conseguia falar pois sua boca estava preenchida com meu cacete. E disse a ela.
- Chupa √Črica. Chupa o pauz√£o do seu tio!
Eu estava maluco com aquela chupeta. Tirei de sua boca e como lobo faminto comecei tirar sua roupa. Ela tentava sair.
- N√£o tio, acho que fui longe demais. Posso explicar porque fiz isso!
- Depois você explica agora você só tem que ser boazinha!
Tirei sua calcinha e ca√≠ de l√≠ngua. Chupei saboreando com muita vontade aquela bucetinha linda. √Črica delirava de prazer. Aos poucos foi se entregando totalmente.
- Ai tio que gostoso!
Depois de chupar fui me posicionando sobre ela. Sua pernas abertas me deixava louco para foder. Eu sabia que √Črica n√£o era mais virgem. Minha esposa ficou sabendo pela minha cunhada que o namoradinho dela tirou seu cabacinho. Apesar de j√° n√£o ser mais virgem tentou evitar.
- Não tio seu pau é grande e grosso vai rasgar minha buceta!
- Calma √Črica n√£o precisa ter medo vou colocar bem devagar!
Encostei o cabeção e fui empurrando devagar.
- Aaaaaaaiiiiii...
- Só mais um pouco, pronto!
Sua buceta tinha engolido meu pau. Ela suava e gemia de prazer.
- √Č muito grosso tio!
- Vou te mostrar o que é foder de verdade sua vadia. Sua bucetinha está muito apertada. Seu namorado tem pau pequeno é?
- Tem.
- Então deixa comigo que vou te mostrar o que é foder de verdade!
Socava com vontade nela. N√£o demorou muito e gozei. Meu pau latejava dentro de sua xoxotinha agora arrombada. Ficamos abra√ßados e nos acariciando. Meu pau come√ßou querer mais. √Črica viu o ‚Äúbich√£o‚ÄĚ duro de novo e disse:
- A n√£o tio minha bucetinha est√° dolorida!
- Agora quero o cuzinho meu bebê!
- Nunca dei a bunda, n√£o por favor!
- Deixa √Črica, deixa pelo menos sentir o calor de sua bunda!
Fui falando e colocando ela e bruços. Não oferecia muita resistência. Levantei e corri pegar o KY que guardo num dos móveis. E ela estava do mesmo jeito que deixei: safadinha. Besuntei seu cuzinho com bastante lubrificante e também meu cacetão.
- Vou bem devagar t√° meu amor!
- Tenho medo tio, é grande!
- Relaxa já já você está gozando pelo rabinho!
Fui apertando a cabeça e laceando seu cuzinho. Acho que era virgem no cuzinho mesmo pois estava difícil colocar a cabeçona. Ela gemia e pedia para ir devagar.
- Aaaaaaaiii tio...devagar ele é virgem...
- Seu namorado é um bunda mole mesmo. Como pode não tentar comer esse cuzinho!
Fui empurrando e quando vi seu cuzinho j√° tinha agasalhado meu cacete. Com carinho fui movimentando.
- AAAAAAAAAAAAiiiiiiii...paaaaaraaaa...
Que c√ļ apertado era aquele √Črica nem se mexia. Pegou o travesseiro e come√ßou morder. Olhava para tr√°s pedindo para terminar logo.
- Goza logo tio. Meu c√ļ est√° ardendo!
- Já vai meu amor. Vou deixar você bem arrombadinha para nunca esquecer de mim tá!
Sem tirar o pau coloquei ela de quatro e soquei at√© o saco. √Črica chorava mas j√° dizia que estava gostoso dar a bunda. Que delicia de c√ļ. Depois de tanto socar descarreguei minha porra bem fundo no rab√£o dela. Fiquei engatado nela e fui saindo aos poucos. Seu rabinho ficou bem alargado. Depois da foda a levei para o banheiro, dei banho nela. Estava meio sem gra√ßa com o que aconteceu.
- Tio promete que não vai contar para ninguém!
- Claro lindinha! Você acha que vou sair falando por aí?
- Você é louco comer a própria sobrinha!
- Foi você quem começou. Quem começou chupar meu pau?
- Eu só queria ver o tamanho do seu pau e acabei chupando!
- Pois é e você acha que eu ficaria parado sem fazer nada! E mais a partir de agora sou dono desse seu bundão!
- Desde que o senhor não fale para ninguém!
Prometemos que seria nosso segredo e se caso ela quisesse mais rola era só procurar seu titio. Peguei o carro e a levei embora antes que minha esposa chegasse. Arrumei a bagunça na sala e sentei no sofá lembrando das cenas ali no tapete. Que delicia de sobrinha.
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