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convenci minha mulher a dar pra outro parte 3

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Referência (ID): 1665
OBS: Para entender este relato aconselho que leiam os dois anteriores.





Oi pessoal, meu nome √© Paulo e, dando continuidade √† s√©rie de contos que venho publicando, vou poup√°-los das apresenta√ß√Ķes, pois j√° as fiz nos dois √ļltimos epis√≥dios que publiquei assim com a descri√ß√£o de minha mulher sobre quem posso garantir que √© muito gostosa pra transar e melhor ainda de ver ser fodida por outro macho.
No domingo de manhã, o Ronaldo voltou pra a casa dele. Eu e a Claudia aproveitamos o resto do dia na chácara e só voltamos à noite para casa. O fim de semana foi ótimo.
Durante algum tempo o Ronaldo tentou sair com minha mulher algumas vezes, mas ela sempre o repeliu.
- Foi bom mas, foi só aquele momento,- dizia ela ao rapaz que se mostrou super apaixonado.
Nossa vida sexual continuou quente. Certa noite, eu entrei no quarto e flagrei a Claudia sentada na cabeceira da cama olhando uma foto do Jorge em seu tablete ( justamente a foto que bati quando ele a pegava vigorosamente de quatro na cama), tendo uma das m√£os dentro da calcinha. Quando me viu ela nem se abalou, pois n√£o temos segredos um para o outro e continuou calmamente sua contempla√ß√£o. Sentei-me ao lado dela e olhei a foto maravilhosa, depois a encarei. Ela me fitou com seus olhinhos semicerrados e sua boquinha entreaberta silenciosamente implorando por um beijo. N√£o resisti e a beijei apaixonadamente. Lentamente, fomos nos deitando, meu pau estava trincando de t√£o duro. Coloquei minha m√£o em sua xoxota por dentro da calcinha e assumi o posto que at√© ent√£o era da m√£o dela e passei a bulin√°-la. Claudia estava encharcad√≠ssima. Sua boceta praticamente implorava para ser penetrada. N√£o perdi tempo, tirei sua tanguinha e cai de boca em sua bocetinha loura, depilada e toda rosinha e suguei todo seu melzinho. Ela estava √ļmida como nunca e uivava de prazer sentindo minha l√≠ngua explorar sua xoxota.
Quando percebi que ela já estava no ponto para ser penetrada, fui subindo devagar pelo seu corpinho cobrindo-a de beijos até chegar em sua boquinha e beijá-la lentamente.
- Vire-se de quatro. Quero comer você como o Jorge te comeu.
Ela, sem demora, me obedeceu e ficou de quatro arrebitando sua bundinha com marca de biquíni e meti com violência fazendo-a vibrar com os golpes de minhas estocadas, num misto de raiva e tesão por ela estar com saudade do Jorge.
Claudia gemia feito louca gozando num prazer sem fim. Ejaculei também dentro dela e dormimos abraçados de conchinha.
Em outra noite, eu, com muito tes√£o, resolvi acariciar minha mulher que dormia a meu lado. Massageei sua linda bunda e escorreguei o dedo entre suas pernas buscando a xoxota por cima da calcinha. Ela molhou-se na hora e arrebitou a bundinha.
- Aiiiiiií, Jorge, que saudade. Vem....me come toda, vem....- Disse ela dormindo.
Levei um choque. Estaria ela apaixonada pelo cara? Estaria ele em primeiro lugar em sua vida? Ou seria só vontade de meter com ele de novo? Se fosse só isso, tudo bem, mas e se fosse paixão....? Bem...se fosse paixão eu estaria fodido e isso me apavorava. Meu tesão esfriou na hora e não consegui dormir o resto da noite.
Na manhã seguinte, era sábado, como não tinha dormido mesmo à noite, levantei logo cedo. Minha cabeça rodava num turbilhão de pensamentos absurdos e desconexos.
“Estaria eu perdendo a mulher que amo?- Pensava eu intrigado. Eu tinha que tirar esta história a limpo. Quando ela acordou, eu a chamei para uma conversa depois do café da manhã.
- Claudia...-comecei meio titubeando nas palavras.- Nos √ļltimos tempos eu tenho notado que voc√™ tem procurado com certa frequ√™ncia aquelas fotos que tiramos aquela noite no motel com o Jorge. Noto, tamb√©m que voc√™ excita com a lembran√ßa dele. Por acaso voc√™ est√° com saudade do cara? ‚Äď Interroguei.
- Sim! Estou.- Respondeu ela na lata. Como j√° disse, n√£o temos segredos um para o outro.
Gelei na hora.
- Talvez você esteja...apaixonada por ele...?- Falei, pausadamente com medo da resposta.
- T√° louco, Paulo. L√≥gico que eu N√ÉO T√Ē APAIXONADA POR ELE.- Frisou ela enfatizando as palavras.
- Como é que você tem certeza de que é só saudade e não paixão?
- Porque eu sei muito bem a diferença entre um sentimento e outro. Quase toda mulher sabe.
- E qual √© a diferen√ßa? ‚Äď Perguntei enf√°tico.
Ela levantou-se da mesa do café e veio em minha direção, acariciou-me o rosto e disse sorrindo.
- Bobinho! Tá com medo de perder a esposinha é?
Permaneci em silêncio fitando-a.
- Quando uma mulher t√° apaixonada por uma cara, ela n√£o pensa em outra coisa a n√£o ser nele. Ela quer estar todas as horas com ele quer ir ao Shopping com ele, quer ir ao cinema com ele, emfim, quer fazer tudo com ele.
- E pelo Jorge não é assim?- Perguntei interrompendo-a.
- N√£o. Na verdade o que eu sinto pelo Jorge √© vontade de transar com ele, pois eu s√≥ penso nele quanto t√ī com tes√£o e mais nada. Eu s√≥ tenho vontade de trepar com ele de novo. Isto porque ele √© muito bom de cama. O Jorge √© um verdadeiro garanh√£o e mete muito gostoso e voc√™ sabe disso. Com ele eu transo e com voc√™ eu fa√ßo amor. Com ele √© superficial e com voc√™ √© profundo. Com ele √© apenas sexo e com voc√™ √© toda minha vida. ‚Äď Terminou ela dando-me um beijo molhado.
- Eu te amo muito, querido.- Falou ela fitando-me com seus lindos olhos azuis e com os braços em torno do meu pescoço.
- Eu vivo muito bem sem o Jorge ou qualquer outro homem. Sem você minha vida não tem sentido.
Nos beijamos. Meu pau estava duro como pedra e transamos ali mesmo na cozinha. Ela se apoiou na pia, arrebitou ainda mais sua bundinha tesuda, abriu as pernas e dobrou levemente os joelhos para frente. Eu puxei sua calcinha de lado e meti gostoso em sua bocetinha quente e respirei aliviado por saber que ela ainda me amava de verdade.
Naquele dia me senti mais seguro ainda para viver com ela aventuras deixando-a livre para explorar sua sexualidade.
Aquela transa tinha começado na cozinha e acabou no quarto e, como era sábado passamos a manhã toda dormindo.
Eu acordei no final da tarde e fiquei observando-a dormir. Aquele corpo nu todo perfeito e torneado a deitado a meu lado com marca de biquíni trazendo a lembrança das mãos de Jorge vasculhando todos os seus recantos mais íntimos; os beijos molhados e aquele cacete enorme se afundando naquela bocetinha depilada e apertada fazendo-a revirar os olhos entre gemidos de tirar o folego totalmente submissa àquele macho. Todas estas lembranças me deixavam louco.
‚Äú- Ela √© linda demais e merece todo prazer do mundo e com quem tiver vontade‚ÄĚ
Eu a acordei sussurrando em seu ouvido e dando leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha. Ela abriu os olhos e sorriu.
- Tá querendo me comer de novo é?- Sussurrou ela languidamente em um risinho safado.
- N√£o. T√ī apenas querendo conversar um pouco, te perguntar algumas coisas.
-Perguntar o quê, por exemplo?- Falou ela me fitando com sua cara de sono.
- Se vice quer transar com o Jorge novamente.
- De repente...Você deixa...? Eu dar pra ele de novo?- Disse-me ela com seriedade.
-Depois do que você me disse hoje de manhã, eu deixo você trtansar a vontade com quem você quiser.- Falei na lata.
Ela sorriu e me beijou euf√≥rica quando eu dei o n√ļmero dele e, ansiosa, ela passou o resto da tarde teclando com ele.
À noite], ela veio toda dengosa.
- Você deixa mesmo eu transar com ele de novo, amor?
- Claro
- E não vai se importar se eu convidá-lo a passar o próximo final de semana com a gente no sítio?
- Claro que n√£o me importo.
O sorriso de alegria se estampou no seu rosto. Combinamos então que passaríamos o próximo sábado e domingo juntos os três no sítio.
A partir desse dia fiquei mais seguro em relação aos verdadeiros sentimentos dela por mim e pelo Jorge.. Senti-me mais dono da situação, mais à vontade pra curtir minha tara e proporcionar mais prazer a minha esposa.
Propus então a ela de irmos no sábado logo pela manhã. Passei mensagem ao Jorge e combinamos o horário. Dei o endereço a ele que disse que chegaria um pouco mais tarde, ali pelas dez.
No sábado bem cedo partimos. Eu já tinha dispensado os funcionários para o fim de semana. Queríamos o sitio só para nós três.
A Claudia estava linda usando o biquíni amarelo que lhe dei de presente, contrastando com sua pele dourada. Não é fio dental, mas é bem pequeno e marca seu corpinho realçando sua linda bunda; sua boceta saliente e seus seios durinhos e empinados.
Ela não quis ficar a beira da piscina, pois o sol estava forte e, após um mergulho, estendemos uma toalha bem grande no gramado um pouco afastado da piscina mas embaixo de uma árvore e nos deitamos lado a lado. Claudia ficou de bruços e pus-me a acariciar suas costas e seus cabelos loiros. Ela dormiu e eu fiquei observando antegozando o momento de ver sua bocetinha linda sendo castigada pelo monstro de vinte e dois centímetros que estava a caminho. Meu pau estava super duro sob a sunga até que ví meu celular acendendo na grama a meu lado. Era o Jorge dizendo que já estava no portão de entrada. Levantei-me bem devagar para não acordar a Claudia e fui busca-lo.
Nos cumprimentamos e ele perguntou por ela. Eu disse que ela estava dormindo no gramado e combinamos de fazer-lhe uma surpresa.
Quando saímos para o gramado, o que vimos foi a coisa mais linda que a natureza podia nos proporcionar. A Claudia dormindo de bruços com sua bundinha arrebitada para o céu e marcada pelo biquíni. Jorge, imediatamente, tirou a roupa e ficou só de sunga, chegou perto dela e deitou-se a seu lado. Bem lentamente, desceu a mão pelas costas de minha esposa deslizando os dedos entre suas pernas onde se deteve massageando sua bocetinha por cima do biquíni enquanto lambia, de leve, sua nuca. Ela foi acordando bem devagar.
- Aiiii... Paulo.- Gemeu ela e se virou.
Seus olhos se acenderam quando viu que era o macho que ela adora.
- Jorge! Que saudade.- Falou ela se agarrando a ele e beijando-o com paix√£o.
Eu me sentei no ch√£o e fiquei curtindo aquela cena linda do dois lado a lado deitados no ch√£o se acariciando e beijando com paix√£o matando a saudade .
O Jorge, como eu já disse em outras oportunidades, não é um cara bonito. Cinquentão, careca, magro e com algumas rugas de expressão a vincar-lhe o rosto, mas minha mulher o deseja e o deseja muito. O tesão que ela sente por ele é enorme.
Se tem uma coisa que a Claudia sabe fazer bem é beijar, e quando está com tesão então é maravilhoso. Seus beijos molhados estalam na boca de seu amante enquanto este acaricia sua coxa e sua bunda com aquela mão enorme.
Então ele escorrega a mão pela parte de dentro da coxa de minha esposa fazendo-a abrir as pernas. Ele então enfia a mão por dentro do biquíni e vai acariciando a bocetinha saliente e depilada de minha mulher que solta um forte gemido de prazer. Ele a penetrara com o dedo. Claudia está super excitada, quase enlouquecida e seus seios parecem que vão furar o biquíni de tão durinhos que estão.
-Quero teu pau e quero agora. Mete em mim, mete, meu gato.- Ordenou ela.
Ele a obedece. Rapidamente, ele retira a sunga e aquele pau enorme e grosso pula para fora balançando. A Claudia está completamente entregue e o aguarde de pernas abertas sobre a toalha no chão.
Jorge não retira a tanga do biquíni, apenas a puxa de lado deixando a boceta molhada e cheirosa de minha esposa exposta. Ele se ajeita entre as pernas dela e, como na primeira vez, fica passando aquela cabeçona entre os grandes lábios daquela xoxotinha para, em seguida, encaixá-la na entradinha e vai forçando, abrindo caminho entre as carnes macias e rosadas daquela lourinha linda que se entrega a ele com desejo.
- Claudia n√£o consegue articular palavras, apenas geme gostoso com sua vozinha rouca no mais puro tes√£o.
- Que bocetinha apertada...- Fala ele também embriagado de desejo. As pernas dela o envolvem cruzando os calcanhares em suas costas enquanto ele a penetra fundo com estocadas vigorosas que fazem o corpinho dela tremer em baixo dele.. Jorge a beija e Claudia geme dentro da boca dele ecoando um efeito enlouquecedor. Fico doido e gozo sem nem mesmo tocar em meu pau. Estas cenas me fascinam. Toda aquela transa é maravilhosa. Ela tem um orgasmo avassalador e grita se agarrando nele. Ele, por sua vez, acelera as estocadas e goza dentro dela se contorcendo todo.
Exaustos, deitam-se lado a lado. Ent√£o eu os deixo a s√≥s e vou para a churrasqueira para preparar o almo√ßo enquanto os amantes p√Ķem a conversa em dia.
À noite, servi o jantar. O Jorge estava alinhado com uma roupa social muito elegante e minha esposa, super produzida em um vestido branco de alcinha com meias 7/8 também brancas de ligas presas à cintura realçando suas coxas grossas e bronzeadas.
Jantamos e conversamos animadamente. Depois, me ofereci para tirar a mesa enquanto os dois foram para a sala namorar no sof√°.
Servi-lhes vinho e me sentei a alguma distancia para observá-los, mas não muito longe, pois queria ouvir o que diziam. A cena era linda. O casal sentado juntinho cada qual com uma taça de vinho e se olhando apaixonados.
Isso já não me incomodava, pois sabia que os sentimentos dela por mim eram superiores assim como os meus em relação a ela.
Minha esposa, sensualmente com suas pernas cruzadas exibia sua coxa fenomenal envolta por meia branca, cujas ligas apareciam levemente pelas barras do vestido que subira, enquanto, Jorge, com dois bot√Ķes da camisa bege abertos exibia parcialmente seu peito com alguns pelos j√° brancos.
-Eu tava com muita saudade de você, Jorge.- Fala ela olhando-o nos olhos.
- Eu também tava morrendo de saudade de você.- Diz ele após bebericar um gole do vinho.
Claudia sorri seus dentes brancos emoldurados pelo batom vermelho em seus lábios carnudos e lhe acaricia o rosto satisfeita por tê-lo ao alcance das mãos.
- Nunca mais esquecia aquela noite no motel com você. Vivi outras experiências de lá para cá, saí com outras garotas mas, nenhuma igual a você. Falava ele encarando minha esposa nos olhos que, aquela noite eram dele. Ela toda era dele até que o dia amanhecesse.
- Bobo!- Falou ela sorrindo ainda acariciando seu rosto.- Eu n√£o sou t√£o fant√°stica assim vai.
- √Č sim! Voc√™ √© a mulher mais linda e gostosa que j√° foi pra cama comigo. Alias, pra dizer a verdade, n√£o sei o que voc√™ viu em mim.
- Eu te adoro, meu preto. Voc√™ me d√° muito tes√£o. Esse seu pint√£o grosso me deixa doida e o carinho com que voc√™ me trata misturado ao desejo que voc√™ demonstra por mim s√≥ aumenta minha vontade de dar pra voc√™. ‚Äď Falava ela ofegante, sua boceta j√° devia estar encharcada e seus durinhos e pontudos pareciam querer saltar fora do vestido.
- Eu dou pra voc√™ a hora que voc√™ quiser. ‚Äď Continua ela ‚Äď Voc√™ pode tocar meu corpo onde e como voc√™ quiser . eu sou tua.
Nessa hora ,ele coloca a taça sobre a mesinha de centro, ela o imita e, logo em seguida os dois se abraçam e colam os lábios em beijos molhados e estalados..
A mão dele pousa sobre o joelho de Claudia e faz com que ela descruze as pernas abrindo-as e deslizando pela parte de dentro da coxa até alcançar a boceta a qual foi acariciando por cima da calcinha branca. Neste momento eu me sentei um pouco mais de frente para eles para poder aprecias melhor aquela cena maravilhosa. Minha esposa com as pernas abertas tendo a mão de Jorge entre elas enquanto se beijavam e gemiam ao mesmo tempo.
Sem poder conter mais o tes√£o, ela puxa o decote do vestido para o lado libertando seus seios que pulam para fora se oferecendo ao macho. Jorge os abocanha e os suga com desejo.
- S√£o perfeitos,- balbucia ele.
- S√£o seus,- geme ela.
O pau dele está super dura o parece querer rasgar a calça e pular sobre a fêmea gostosa que o excita.
- Quero chupar teu pau.- Decreta ela.
Jorge rapidamente solta o cinto e se livra da calça e da cueca libertando aquele mastro negro.
Claudia ainda cobrindo seu amante de beijos, desliza a mão sobre aquele membro e o massageia retribuindo a caricia que ele lhe fizera, para, logo em seguida debruçar-se sobre ele e envolve-lo com os lábios.
Meu pau estava rachando ao ver minha mulher se deliciando ao realizar todos os desejos daquele macho e os dela.
Jorge geme e revira os olhos. Ela estava de joelhos no chão com a bundinha arrebitada para mim, sua calcinha enfiadinha me deixaram louco e não resisti. Fui até lá, puxei a calcinha de lado e me pus a chupar com gosto aquela bocetinha cheirosa e depilada, preparando-a para o pau do Jorge. Ela gemia feito louca.
- N√£o aguento mais, minha gata, vem e senta nele com essa bocetinha apertada. ‚Äď Disse ele louco de tes√£o.
- Tudo o que voc√™ quiser, meu homem. ‚Äď Fala ela sorrindo languidamente e se encavala nele rebola sobre aquela vara esfregando a xoxota nele por cima da calcinha. Jorge j√° n√£o aguenta mais de tes√£o e desliza as m√£os sobre a bunda dela assumindo o comando da transa. Com uma das m√£os ele puxa a calcinha de lado e com a outra encaminha a tora para a entradinha da boceta e a penetra com vigor fazendo com que deslize todo para dentro.
Aiiii... que delicia...- Geme ela em êxtase sentindo-se preenchida.
Claudia fica parada curtindo enquanto ele mete gostoso fazendo com que aqueles seios maravilhosos balancem sobre seu rosto. Ela arrebita a bunda e posso ver aquele pau enorme sendo engolido por sua xoxotinha enquanto seu cuzinho lindo parece clamar por mim. Ela adora fazer anal comigo, diz que tenho jeito e n√£o resisti, corri para o quarto e peguei o KY e lambuzei meu pau todo. Eu ent√£o me ajeitei atr√°s dela. Jorge parou os movimentos percebendo minha intens√£o e abriu a bunda dela com as duas m√£os para facilitar minha entrada. Claudia ficou quietinha me esperando. Eu ent√£o a penetro bem devagar. Depois, eu e Jorge iniciamos os movimentos alternadamente fazendo com que Claudia experimentasse uma dp pela primeira vez na vida. Foi uma sensa√ß√£o √ļnica para n√≥s tr√™s. Eu e o Jorge pod√≠amos nos sentir ro√ßando nossos membros um no outro dentro dela que delirava e gemia feito doida. Depois de alguns minutos eu senti que ia gozar e tirei o pau pra fora ejaculando sobre a calcinha dela enquanto Jorge ainda meteu com vigor por algum tempo mas ejaculou dentro dela que j√° estava quase desfalecida pelos orgasmos que teve.
Exaustos, os dois se beijaram ofegantes. Em seguida, Claudia me olha e d√° uma piscadela satisfeita. Depois, os dois, de m√£os dadas subiram as escadas em dire√ß√£o ao quarto, ela ainda vestida e com as meias 7/8, embora desalinhada e o Jorge n√ļ.
Eu resolvo deixar que o casal desfrute do resto da noite sozinhos, com privacidade. Eles merecem... A Claudia merece.
Tomo um banho frio e vou para o quarto de hospedes. Durante a noite escuto os dois transando até alta madrugada até que silenciam de vez.
Ouço barulho de chuveiro . Mais tarde, a porta do quarto em que estou se abre e minha mulher aparece com os cabelos loiros molhados e vestindo apenas uma camisa branca minha.
- Posso dormir aqui com você?- Pergunta ela fazendo dengo.
- Ué! Pensei que você quisesse dormir com ele...
- N√£o. Voc√™ sabe muito bem que n√£o consigo ficar longe de voc√™ por muito tempo. ‚Äď Falou ela com o dedinho na boca.
- Eu ter amo, Paulo, muito viu. ‚Äď Falou isso e se aninhou em meu peito
- Gosto muito dessas aventuras com voc√™. Talvez possamos tentar algo diferente. ‚Äď Falou ela e, antes que eu percebesse, dormiu.

Continua

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Coment√°rios  

 
0 #1 rui j santos 29-10-2018 10:28
Adorei estes relatos. Sei muito bem o que é ver a nossa esposa, ser bem comida por um macho potente, escolhido por ela. Toda esta cumplicidade/sintonia só fortalece a relação entre o casal. Parabéns e continuam
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