Fetiche & Bizarro - em nome do pai e da filha2 - Contos Eróticos

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em nome do pai e da filha2

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Referência (ID): 1670
N√£o temo passar por fantasioso nem exagerado nesta narrativa, mas os ricos detalhes destes fatos hoje. treze anos depois ainda est√£o muito n√≠tidos na minha mente. Carol tinha a candura de uma menina inocente mas dentro daquele corpinho habitava um dem√īnio fugaz e luxurioso impensado por mim ate ent√£o .e ver ela entregue aos prazeres da carne com t√£o voluptuoso √™nfase era algo profano e sagrado algo demon√≠aco que me levava a um prazer ate ent√£o desconhecido para mim mas que se tornava a mais perversa e prazerosa tara. O velho Chimada com um alto controle invej√°vel , mantinha a cabe√ßa do cassete entre os l√°bios vaginais dela, sua bucetinha sugava ruidosa a pica ext√°tica do velho tarado, a seiva que escorria de suas entranhas escorriam pelo pau dele deixando-o reluzente duro como um ferro. Era algo divino e not√°vel Carol tinha respira√ß√£o entrecortada por solu√ßos se portando como a mais vulgar de todas as putas sua l√≠ngua serpenteava entre seus l√°bios vermelhos.dando suaves gemidos de prazer me deixando extasiado ao assistir tais cenas. Era como se alguma entidade se apossara do seu corpo pois ali n√£o estava uma garotinha de dezessete anos ali estava uma puta havida de prazer. O seu rosto estampava um prazer indescrit√≠vel seus olhos castanhos brilhavam reluzentes. Sua voz suave como uma can√ß√£o angelical implorava ENFIA , ENFIA . ENTRA, ENTRA EM MIM. Quase toda a glande estava desaparecendo na entrada da sua buceta era como ela aos poucos estava a engolindo. Tive a n√≠tida certeza que n√£o era ele que for√ßava a penetra√ß√£o e sim ela que absorvia gulosa o cassete. Chimada tinha uma das m√£os massageando os peitinhos dela a outra arqueada no seu pr√≥prio dorso num leve movimento empurrando suavemente aquele monstro dentro da minha menina. Ela com as pernas abertas gemia desavergonhada n√£o de dor mas de prazer ela tentava jogar seu p√©lvis de encontro a vara mas ele recuava a deixando luxuriosamente ensandecida. Com certeza ele tinha tocado o h√≠men dela porque ela contraiu o corpo num misto de dor e prazer , seu rosto ficou tenso quando ela sentiu ele for√ßando um pouco mais bruto dentro dela . foi com um gemido choroso , luxurioso que ele rompeu seu lacre .a dor e prazer se misturaram Carol estava tesa um filete de sangue escorreu misturado com seu n√©ctar quando ele retirou o pau manchado com o sangue da virgindade dela. Como se estivesse endemoniada Carol procurou o pau com suas m√£os o colocou de volta em sua gruta ele ent√£o carcou de uma so vez atolando-o todo friccionando seus pentelhos de encontro a vulva dela ent√£o ele estocou primeiro lentamente entrando e saindo devagar aos poucos foi acelerando com metidas fortes seguidas r√°pidas entrando e saindo metendo ate o talo nela .foram incont√°veis os orgasmos dela que seguidamente urrava gozando copiosamente como uma loba no cio uivando possessa . ganindo igual uma cadela ferida. Nem em sonhos um vil mortal poderia imaginar a lasc√≠via de tal cena .aquela era minha putinha ali estava a mais puta de todas as f√™meas. Gemendo improp√©rios nunca imaginados que t√£o tenra menina proferisse. ISTO VAI FODE ,COME RASGA ME ARROMBA, EU QUERO MAIS VAI ME DA PICA, ME DA PAU, ROLA ,CARALHO METE EM MIM METE. Aquilo era irreal so estando presente para sentir o tezao de t√£o linda cena eu n√£o conseguia mais ejacular nem mesmo ter uma ere√ß√£o mas eu ainda sentia prazeres insanos percorrerem meu corpo exausto eu ainda gozava de pau mole.enlouquecido pela luxuria que me esta sendo proporcionada. Ver minha filha sendo arrombada me levava a um del√≠rio alucinante. Chimada impressionante mantinha uma ere√ß√£o enorme oferecendo prazeres insanos a Carol .quando ele a colocou de quatro igual uma cadelinha eu n√£o pude me conter pois chorando insano eu implorava a Carol LATE , LATE CADELA. Ela deu um leve ganido como uma cachorra no cio e rebolava a bunda engolindo todo o pau de Chimada que batia forte em sua bundinha a levando ao prazer extremo onde os gozos dela eram constantes. Incapaz de resistir mais ele acelerou as bombadas anunciando seu gozo que foi farto abundante chorosa Carol gemia gozando junto sentindo os jatos seguidos de porra inundar suas entranhas . porra e sangue escorriam fartamente da bucetinha dela que banhada de suor com a respira√ß√£o entrecortada adormeceu numa posi√ß√£o fetal encolhida sobre seu pr√≥prio corpo. A madrugada ia alta ele ergueu uma de suas pernas admirando o estrago em sua bucetinha que ainda transbordava porra sangue e seiva , com um gesto indicou para eu se aproximar fez com que eu dobrasse meu corpo deixando meu rosto bem perto para que eu pudesse ver com riquezas de detalhes o estrago. Tocou com sua mao a minha nuca e ordenou lambe , lambe. O cheiro do sexo me embriagava sorvi aquele n√©ctar como se fosse um manjar dos deuses percorri toda a extens√£o da sua fenda sentindo um sabor indescrit√≠vel chorei copiosamente entre solu√ßos. Gozando sem me tocar ao sentir os movimentos rotat√≥rios que Carol executava. sua mao tocava minha cabe√ßa indicando onde eu deveria colocar minha l√≠ngua , com os olhos fechados Carol murmurava chupa , chupa papai querido. Em del√≠rio eu tocava pela primeira vez minha filha.mesmo que somente com minha l√≠ngua Chimada sentado ao lado com a minha saliva misturada aos sucos que escorriam da bucetinha dela com o dedo indicador ia lentamente penetrando o cuzinho dela com movimentos suaves entrando lentamente e saindo arrancando gemidos prazerosos dela as vezes ele retirava o dedo que estava dentro do cuzinho dela introduzindo em minha boca para que eu provasse o sabor acre da sua bundinha , eu n√£o ousava tocar ela com minhas m√£os deixando somente minha l√≠ngua deslizar pelas suas entranhas . era espantosa a habilidade dele que j√° tinha dois dedos penetrando o orif√≠cio anal dela , sendo que n√£o havia nenhum protesto por parte dela que se esvaia em orgasmos nitidamente sentidos pela minha l√≠ngua.que absorvia um rio de seivas lubrificantes que escorriam da bucetinha dela. Comprovando que Carol era uma destas sortudas mulheres que entram em √™xtase profundo na verdade uma luxuriosa hist√©rica. Fiquei at√īnito admirando a invas√£o dele em seu reto. Carol apoiava os p√©s elevando seu p√©lvis permitindo e ajudando em sua viola√ß√£o , para sua comodidade ele a colocou de quatro novamente .com os dois indicadores esticava seu esf√≠ncter ,aquele cuzinho r√≥seo estava todo aberto , em contraste com o vermelh√£o de suas v√≠sceras . cuspiu dentro dela duas ou tr√™s vezes mirou o pau tentou for√ßar a entrada mas se conteve. pois temer√°ria ela contraiu o anus impedindo a entrada , com toda a calma do mundo ele novamente come√ßou a estimular sua bundinha. A buceta dela teimava em escorrer seus sucos demonstrando o grau de excita√ß√£o que Carol sentia, desta vez ele introduziu um plug no anus dela e ficou estimulando o teso grelinho dela fazendo ela mamar em sua verga. Ela chupava de olhos fechados as vezes lan√ßava olhares para mim como se dissesse continue me vendo continue . Que tezao mais embriagante eu sentia. incapaz de ter outra rea√ß√£o eu admirava o ato e la no fundo do meu peito minha voz embargada de emo√ß√£o proferia cadela cadelinha. Isto parecia que a deixava muito mais excitada seus liquidos escorriam ainda mais e ela rebolava gemendo chorosa dando gritos de prazer. Eu me sentia insano, naquele momento Carol j√° n√£o era mais minha filha , o que eu via na minha frente era uma puta fogosa exibicionista que tinha prazer em ser observada. na minha dem√™ncia eu adorava observar , pois aquilo fugia da realidade era algo que rar√≠ssimos mortais poderiam desfrutar . e naqueles momentos de del√≠rios o que mais eu desejava era ver ela com uma pica no cu ,n√£o me importando com mais nada a n√£o ser desfrutar deste prazer alucinante. Chimada se preparava para inaugurar o cu daquela vadia. Que id√™ntica a uma puta vulgar implorava para ser arrombada no seu orif√≠cio anal. O enorme e grosso caralho ia aos poucos penetrando o lubrificado cuzinho dela que disposta a suportar aquela verga contraia o rosto mas seus quadris como se tivessem vida pr√≥pria rebolavam sobre os √°speros pentelhos dele se esfregavam na alva bundinha dela que delirava gemendo chorosa sentindo os espasmos de seus gozos percorrerem seu corpo. A humilha√ß√£o a desonra , pouco importava, o prazer de sentir que est√°vamos gozando juntos era o que me encantava. Noburo com seu jeito delicado tirou suas vestes ficando totalmente nu com pau fino e comprido em riste deitou-se de costas . Chimada retirou o caralho do cu dela e fez ela sentar de c√≥coras sobre o comprido pau de seu auxiliar , era excitante ver aquela pica deslizar pelo reto dela ate que se visualizava somente as bolas de fora, ele estapeava a bundinha branca dela que aos poucos ia ficando avermelhada devido suas palmadas que levava , em transe Carol cavalgava no caralho .uivando como um animal no cio . ele ent√£o a segurou pelas costas a mantendo totalmente penetrada o velho Chimada se ajoelhou sobre uma das pernas abriu as pernas dela ergueu uma delas que foi segura por noburo e penetrou pela frente. de uma vez a arrombada bucetinha dela , que deu um grito alucinado se estrebuchou sentindo dor e prazer ao mesmo tempo sentindo os dois paus dentro dela . e numa sincronia quase perfeita eles a penetravam ao mesmo tempo. Eu gozava alucinado , com os olhos esbugalhados para n√£o perder um √ļnico detalhe daquela cena. Carol estava enlouquecida , igual uma pessoa demente ela gargalhava chorava ao mesmo tempo seus labios proferiam obcenidades , seu corpo tinha espasmos id√™nticos ao de quem sofria um ataque epil√©tico . Seus orgasmos eram seguidos seus gozos eram alucinantes ela gozava sem saber de qual de seus buracos vinham o prazer eu so percebia o ir e vir dentro dela somente visualizava suas pernas brancas entre os dois machos que vorazes entravam e saiam dentro dela , Carol sobre as minhas vistas rompeu todas as amarras de uma vida dentro dos padr√Ķes e princ√≠pios morais e √©ticos gra√ßas a argilosa ajuda do velho Chimada que com seus olhos de linche observou todo potencial de devastidao que aquela meiga e fr√°gil menina tinha dentro de si bastava so um estimulo para que despertasse nela o surgimento do seu verdadeiro eu . e seus dem√īnios adormecidos surgissem , a levando para um mundo de prazeres onde a satisfa√ß√£o de ser dominada ante o olhar complacente do pai, provocava um grau de excita√ß√£o enorme em ambos . para deleite de um mestre na arte de persuadir e manipular , o mestre chimada que atrav√©s da arte milenar de seus antepassados punha em pratica a apurada t√©cnica de convencimento induzindo pai e filha a se degradar . deixando o pai numa posi√ß√£o de submiss√£o total alucinando ele a ter um prazer bestial doentio muito pr√≥ximo da loucura. Carol estava arrombada seus √≥rg√£os sexuais estavam inchados doidos mas em seu rosto notava-se uma sensa√ß√£o de satisfa√ß√£o total e plena pois ali j√° n√£o existia uma fr√°gil menina mas sim uma puta completa e realizada pronta para ter os prazeres carnais mais hediondos e sujos como deve ser o sexo na plenitude do prazer. Onde o tezao impera e fala mais alto que todos os paradigmas. Onde a busca e o prazer em toda plenitude. Desde que chimada entrou na vida do pai e da filha o desejo iminente de sentir prazer ceifou a moral a honra e virtude fazendo deles devassos e libertinos escravos do prazer
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