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macumba do prazer

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Com apenas tr√™s meses de casada Carolina estava sentindo-se frustrada .pois todo o encanto que imaginara estava sendo diferente ,a inexperi√™ncia deles era sentida . criados por familias r√≠gidas dentro de princ√≠pios religiosos tinham pouca no√ß√£o de um relacionamento a dois e sem orienta√ß√£o , com t√£o pouco tempo a decep√ß√£o j√° estava presente no lar do jovem casal . Gerson era claramente introvertido com gestos simples sem iniciativas praticamente uma crian√ßa inocente com seus vinte e dois anos crescera puro e ing√™nuo imaturo em todos os sentidos ,Carolina era uma meiga menina de dezessete anos que apesar de inocente e pura pois criada com severidade freq√ľentadora ass√≠dua da igreja,tinha um olhar cheio de malicia e curiosidade como se fosse um vulc√£o adormecido. E neste novo modo de vida ela percebia que faltava algo. Principalmente nas rela√ß√Ķes sexuais do casal pois sentia que desejava muito mais que aquilo que recebia.

Sem ter com quem dialogar a respeito, ing√™nua inocentemente ela as escondidas procurou ajuda onde ningu√©m poderia imaginar, o terreiro de umbanda do velho pai Damiao .indo furtivamente ate o local numa tarde em que saira para ir as compras. O velho a recebeu numa sess√£o particular onde percebeu ter ali uma pessoa cheia de medos e curiosidades e com a experi√™ncia que tinha foi a envolvendo , falou coisas que ela precisava ouvir oque a deixou encantada e a partir dali ela com freq√ľ√™ncia freq√ľentava o local . o destino as vezes guia as vidas das pessoas . uma proposta de trabalho sedutora levou Gerson a trabalhar no per√≠odo noturno. E assim Carolina furtivamente passou a freq√ľentar o terreiro a noite onde as sess√Ķes eram mais fortes segundo pai Dami√£o oque ajudaria ela melhorar muito mais que j√° tinha melhorado. Assim entender muitas coisas que aos poucos ele induzia em sua cabe√ßa. Como a primeira vez que ela assistiu uma sess√£o da meia noite onde a coisa era muito mais forte , as dan√ßas as bebidas os charutos os incensos. A envolveram e ela entrou em transe dan√ßou e rebolou como nunca em sua vida . o som das atabaques faziam ela se sentir outra pessoa, sentiu o corpanzil do velho Dami√£o a envolver por traz se esfregando no seu corpo levou um susto mas envolvida pelo momento jogou as ancas e sentiu pela primeira vez na vida aquele volume encaixado em sua bunda teve uma sensa√ß√£o indescretivel .mas os tambores sessaram encerrando a sess√£o . a madrugada ia alta quando voltou para casa sentia o cheiro do suor dos corpos que transpiraram a sua volta e sentiu uma sensa√ß√£o estranha pois sem imaginar estava excitada . tomou um relaxante banho a umidade da sua vulva ensopara sua calcinha .levou as m√£os ate sua vulva sentiu seu clitoris estumecido .apertou ele entre seus dedos sentiu que sua vulva escorria mais liquidos sentiu um rubor quente percorrer seu corpo adormeceu eram quatro horas da madrugada . na segunda feira ela voltou ao terreiro , e foi chamada por pai Dami√£o que indagou dela o que ela sentira meio que envergonhada ela descreveu as coisa que lembrava mas com certeza fora sensa√ß√Ķes muito boas . o velho com muita paci√™ncia explicou que ela tinha uma pomba gira dentro dela e que para ela ser realmente feliz ela tinha que deixar esta pomba gira dominar seu corpo so assim ela iria se realizar. Carolina ficou extasiada com as palavras dele e beijando suas m√£os implorou para que ele ajudasse ela . ele ent√£o marcou para a pr√≥xima sexta feira . sua inicia√ß√£o.a orientando como seria todos os procedimentos que ela teria que fazer.

Naquela sexta feira ela foi ate o terreiro onde foi preparada .uma pesada e forte maquiagem ,vestindo uma calcinha vermelha ,sobre uma camisola transparente uma t√ļnica preta sobre o corpo .ela seguiu numa carro√ßa conduzia por quatro cavalos tendo pai Dami√£o os levando pelas r√©deas. O destino , o cemit√©rio local. o rangido do velho port√£o de ferro aberto dando passagem para o condutor entrar com sua carro√ßa ate um local onde j√° estavam colocadas todas as oferendas j√° preparadas . Carolina tinha no√ß√£o de tudo o que ocorria mas seu corpo parecia estar em transe. Quando ela desceu e se dirigiu ate o meio das entregas , um trov√£o riscou o c√©u a lua se escondeu deixando a noite mais negra , uma chuva inesperada come√ßou a cair .quando ela vislumbrou aquele vulto que se aproximava estrangulando uma galinha preta, sentiu suas vestes rasgadas a chuva molhava seu corpo ensandecida ela rasgava aquela ave ainda viva o sangue escorria por entre seus Labios m√£os percorriam todo seu corpo e quando tocavam seus seios torcendo os pontudos bicos ela gargalhava num frenesi sem igual . foi carregada como um trof√©u ate aquele tumulo negro todo em m√°rmore foi deitada de pernas abertas e vislumbrou os sete exus que a possu√≠am de todas as formas, por sobre seu corpo eles se transformavam ora eram bodes eram lobos .as vezes vultos negros com cassetes incomuns e ela gozava como nunca antes gozara implorando para que a possuirem de todas as formas seus gemidos eram alucinados Carol delirava num tezao jamais sentido insana possessa sentia-se completamente preenchida . correspondia a cada estocada dentro dela. A chuva caia sobre seu corpo como se estivesse lavando sua alma. Aquilo era o que ela sempre desejara agora sim ela sabia o prazer de ser penetrada em suas entranhas . pela primeira vez na vida carol gritou improp√©rios tais como.

ME FODE COME MINHABUCETA , AI AI AI QUERO PAU QUERO ROLA PICA ME DA PICA METE METE METEEEEE.

A madrugada ia alta a chuva cessara aos poucos a lua timidamente voltava a despontar no céu Carol cansada extenuada pareceu voltar a si do transe que vivera abriu os olhos o então percebeu que tinha entre os labios cassete do velho pai Damião
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