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‚ÄúMEU PRIMEIRO BAD BOYZINHO DO MORRO‚ÄĚ

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Referência (ID): 648
E aí pessoas, tudo bem com todos?
Bem, no meu √ļltimo conto, fiquei de relatar uma das cenas da vida na qual eu protagonizei, por isso descreverei usando apenas o meu nome real e da 2¬™ personagem, ser√° fict√≠cio. Ok? Vamos ao conto.
Chamo-me Robson, tenho hoje 28 anos, sou branco, 1,69 de altura, peso aproximadamente 52 a 54 kg. Isso aconteceu comigo quando eu estava com uns 14 anos, eu tinha acabado de voltar a morar com a minha mãe biológica.
Desde bem pequeno eu já sabia o que era a sensação do prazer sexual, afinal de contas já tinha aprendido a bater punheta, influência dos colegas de brincadeiras. Claro que não entendia o que fazia por ser muito novo. Mais quando aconteceu o relato a seguir eu já entendia perfeitamente o que queria e não deixei passar batido, não mesmo.
Nesse dia, estávamos brincando de jogo da verdade, meninos e meninas, todos juntos descobrindo quem era afim de quem. Eu sou bi, mais minha família não sabe, ou eu acho que não, então o tempo foi passando e quando demos conta estávamos apenas eu e mais um outro garoto, da mesma altura que eu moreno, lábios carnudos, marrentinho isso porque ele andava com a turma da pesado do local onde nós moramos, Daniel tinha corpinho sarado bem interessante, e que apesar de ser novo era bem dotado de uma rola de uns 17 cm.
Assim que vi que não tinha mais ninguém decidi ir embora, já que estava escurecendo mais eu morava no final da escada ele pediu eu ficar brincando ainda com ele, o que fiz sem maldade nenhuma, por que tinha medo de dar pinta e alguém falar pra os meus irmãos. Pergunta vai, pergunta vem e entramos no assunto sexo. Estranhei pois nunca fiquei muito a vontade pra falar desse assunto nem com a minha família, mais mesmo assim, levei a brincadeira adiante. Até o momento em que ele perguntou:
- Você já deu o cu?
Claro que eu respondi que não, e isso ainda era verdade, apesar de já ter ficado no roça, roça com alguns coleguinhas mais nada além disso.
Então ele foi a minha vez de perguntar e eu repeti a pergunta e ele disse que não mais que e que não tinha vontade de mais que tinha uma vontade comer um cu de masculino só pra saber qual era a sensação de transar com alguém do mesmo sexo. Aquilo mexeu comigo na hora, afinal de contas acabara de surgir ali a oportunidade de eu perder o meu cabacinho e sendo ele da mesma faixa etária minha defini que o seu pinto também fosse igual né? Mera ilusão. Mais o jeito seria esperar a próxima rodada pra ver onde ia dar. E não é que dei gente? Rsrsrsrs. Nem esperei muito
pois na rodada seguinte ele lançou a pergunta.
- Quer dar pra mim?
Eu me fiz de desentendido e não respondi e ele repetiu agora parando em pé na minha frente mostrando o volume dentro de seu short de fino que se encontrava meio suspenso por um volume bem chamativo.
- Vai lá cara, deixa eu comer o seu cu. Ninguém vai saber mesmo.
Apesar de ele ser novo, sabia ser convincente e parecia que ele adivinhou que eu tava querendo, afinal me convenceu depois de um tempo se exibindo na minha frente com aquilo tudo de rola. Ent√£o eu perguntei aonde j√° que eu n√£o conhecia nenhum lugar, ele disse que poderia ser na laje da minha casa j√° que meus irm√£os estavam na rua namorando,e minha m√£e e meu padastro estavam dormindo.
Eu concordei e lá fomos nós. Subimos a escada e entramos na casa de ferramentas de meu padastro, o que antes era a casa do cachorro que morreu. Então chegando lá fui logo me agachando em sua frente e agarrando aquele monte de nervos. Ele cheirava a urina o que de início causou-me um pouco de náuseas mais logo o tesão falou mais alto e agasalhei aquela rola com a minha a boca. Que maravilha. Eu sugava cada cm dela e comecei a deixar bem melado já que eu estava determinado a levar aquela rola no cu de qualquer jeito.
Depois de um tempo eu olhei pra cima e vi que ele se encontrava com os olhos fechados e gemia baixinho, ele fazia um movimento de vai e vem que fazia a cabe√ßa de seu pau encostar no c√©u de minha boca deixando-me de vez em quando sem ar. Ficamos assim um bom tempo sem nem nos preocuparmos com nada. Tava t√£o bom que ele gozou em minha boca, nunca gostei de engolir porra, mais gosto de saborear e depois eu cuspo. Eu mesmo sem aguentar mais, arriei o meu short e terminei de descer o dele e me virei de costa pra ele pincelando a cabe√ßa de seu pau em meu cuzinho que de tanto tes√£o j√° se encontrava num pisca-pisca pior que l√Ęmpada em √©poca de natal.
Devagar ele foi forçando a entrada por mais que fosse a minha vontade e a dele também, parecia que não ia rolar, até a hora em que ele forçou um pouco mais e deu aquele barulho típico quando algo estoura ploft seguido da dor, tentei me esquivar mais ele me segurou pela cintura, impedindo-me de me mexer, apesar de sermos quase do mesmo tamanho, ele tinha um pouco mais de corpo que eu, o que facilitou pra ele conseguir me imprensar de encontro as prateleiras de ferramentas.
Vendo que eu não teria como fugir mesmo decidi ir adiante e relaxar. Sem nem esperar eu me acostumar ele logo começou movimentar gemendo em meu ouvido, o que logo serviu de incentivo pra eu começar rebolar em sua pica. Ele ficou nesse movimento que apesar de ser incomodativo estava muito bom e gostoso sentir aquele moleque socando no cu e arregaçando as minhas pregas.
De repente ele aumentou o movimento do vai e vem em meu cu anunciando que iria gozar o que eu pedi PR que fizesse sem cerim√īnia que me enchesse de leite pois era o que eu mais queria, dito e feito, quando percebi meu cu jorrava porra pra fora misturado com sangue. Aquilo n√£o me incomodou, s√≥ a sensa√ß√£o do vazio depois que tirou de dentro de mim. Claro que sem ter gozado eu pedi a ele pra deixar eu me realizar com ele dentro e ele deixou. Depois daquele dia pelo menos eu consegui um machinho estilo bad boy teen pra me enrabar quase todo dia. Mesmo depois que arrumei uma namorada.
Mais isso eu conto depois. Abraços pessoas!!!
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Coment√°rios  

 
0 #2 Roberto100 04-10-2018 02:54
Esse conto é uma comédia kklk
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0 #1 robert 18-02-2018 16:51
Gosto muitodoa contos.e videos
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