Orgias - o poder do convencimento dominados pela luxuria parte2 - Contos Eróticos

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o poder do convencimento dominados pela luxuria parte2

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Referência (ID): 1702
Era gritante a excitação que ela sentia , estava explicita no seu olhar na sua respiração nos seus gestos e passos. Ela voltou ao camarim para por uma nova peça, deixando eu e os três nipônicos , ali num silencio profundo eles se entreolhavam e me fitavam sorridentes talvez ate zombando da enorme mancha que eu tinha na minha calça.
Desta vez ela voltou com um shortinho jeans minúsculo que deixava a mostra o inicio dos seus arbustos , os seios estavam envoltos num lenço de seda japonesa, com a barriga toda a mostra onde seu umbigo se destacava como se adornasse seu corpo.
Eu estava extasiado vendo minha musa minha amada esposa num momento sublime para mim , pois eu percebia que eles também estavam encantados.
Noburo era quem dirigia as poses então ele foi ate ela abaixando um pouco o lenço que cobria seus seios os deixando quase a mostra. Colocou uma das mãos dela sobre ele cobrindo pudicamente , enquanto o clique fotográficos captavam aquela imagem .
Senti que ele me olhava disfarçadamente talvez testando minhas reações . Como não notara nenhum protesto da minha parte ele desamarrou o lenço nas costas dela então ela segurou os seios com suas mãos sobre o lenço os mantendo-os ocultos ,nitidamente notava-se que eles estavam muito excitados, solta o lenço solta o lenço mas mantenha as mãos sobre teus seios ele comandava.
Ela obedeceu então senti , que sua respiração estava acelerada entrecortada ate mesmo um certo tremor percorria seu corpo talvez ela ainda tinha um falso pudor que a fazia ficar de olhos fechados ou ate mesmo ela curtia aquela sensação de entrega luxuriosamente.
Tirou lentamente o lenço pegou um dos seus braços e fez com que ela levasse um dedo ate a boca , agora um dos seios estava a mostra os bicos estavam pontudos rígidos, ele ousado tocou ele suavemente como se acareasse um troféu depois usou o indicador e o polegar massageou aquele biquinho ate ela dar um longo gemido seu peito arfou mais forte ele então mandou ela acariciar sua vulva .
Desceu um pouco o shortinho facilitando ela se tocar com os dedos então ele a deitou sobre varias almofadas esparramadas , diminuiu a intensidade da luz , voltou retirou os dedos dela estavam chafurdados pelos seus líquidos, despiu ela completamente, lambeu os dedos molhados provando o néctar que escorria de suas entranhas.
Ele abriu suas pernas que estavam como dois vês invertidos, passou a língua por toda extensão de sua racha, ela tinha um dos braços sobre os olhos com a outra mão ela guiava a cabeça dele entre seus lábios vaginais sentindo ondas de orgasmos invadirem seu corpo.
Deu um suspiro choroso quanto ele tocou seu clitóris ela posicionou a cabeça dele e ficou sentindo a língua trabalhar em seu grelo, elevava o pélvis e rebolava na língua num ritmo cheio de sensualidade. Só então percebi que seus dois irmãos tinham deixado de fotografar não havia fotos nem filmagens aquela cena embriagante somente ficaria registrada nos olhares de quem presenciava estes momentos.
Marli gemia chorosa sua voz embargada pelas lagrimas prazerosas que escorriam dos seus olhos deixando seu rosto borrado pelo rimél que escorria dava a ela um misto de insanidade fora do comum, Terú e Chigueu se posicionaram ao lado acariciavam suas pernas todo seu dorso e ora chupavam seus seios ora torciam levemente seus mamilos, fazendo com que ela ficasse ensandecida , e alucinada implorar.
- ME COME ME COME ME COME, PAU PAU
- EU QUERO PAU, COME , VEM ME COME.
Eu admirava tal cena me masturbando como se estivesse possesso não sabendo precisar ao certo quantas vezes eu tinha gozado, um calor intenso sobre meu corpo suado eu impulsivamente , com lagrimas nos olhos soluçando eu gritava
FODE ELA FODE FODE FODE ELA~
Os três estavam nus eu sou hetero declarado mas admirei os falos daqueles três senhores , que desmistificava esta lenda sobre os nipônicos pois eram portentosos vigorosos com certeza todos maiores que o meu.
Noburo penetrou ela no começo lentamente parecendo desfrutar de cada centímetro que a boceta gulosa engolia . tinha a impressão que era a boceta dela QUE aspirava aquele caralho pra dentro.
Ele socou ate sentir seus pentelhos se enroscarem com os dela ficou estático por alguns segundos então começou a estocar acelerando cada vez mais. Marli tinha os outros dois falos em suas mãos sem soltar ela se apoiou sobre os cotovelos e agora de olhos bem abertos tentava olhar para o cassete que castigava sua boceta, como uma égua no cio ela corcoveava em baixo do macho que a cavalgava , e como se estivesse domada ela se Prostou sentindo os esguichos que pulsavam batendo no seu útero, como se estivesse tendo um ataque epilético ela tinha convulsões que seus orgasmos produziam no seu corpo sentiu gozos seguidos como nunca antes havia sentido , ele ficou com o pau pulsando dentro dela ate que ela refeita implorou para Terú entrar nela eu sentia que ela estava insaciável , e ainda tinha o Chiguei para foder ela sem pensar eu balbuciava.
-F0DE FODE FODE ESTA PUTA PUTA PUTA.
Por quase duas horas eles se revezaram montando ela . Noburo carregou ela no colo e a levou para um enorme banheiro , onde um ofurô estava preparado, ele a colocou dentro da água morna , deixando-a somente com a cabeça fora da água, teru e chigueu a rodearam e com a paciência milenar dos orientais eles carinhosamente massageavam seu corpo extenuado por tanto prazer recebido.
O silencio so era quebrado pelo ruído da água que eles a banhava, como se ela fosse um rico troféu eles a enxugaram com toalhas felpudas , e fomos para uma sala tomar um chá quente e revigorante, com um robe de seda branco com letras orientais e uma toalha envolta nos cabelos Marli se refazia da noitada , que ainda não acabara pois Noburo com sua voz rouca e dominante perguntou se Marli topava ser duplamente penetrada ela que nunca tivera uma penetração anal em nossos vinte e cinco anos de casados com o olhar estampado de desejo murmurou.
- E O QUE MAIS QUERO ,
Continua
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