Sadomasoquismo - delirios anormais - Contos Eróticos

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delirios anormais

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Referência (ID): 1659
Estes fatos aconteceram a sessenta anos atr√°s ,apesar de todo este tempo esta tudo dentro da minha mente , apesar dos meus setenta e sete anos. Tudo ainda esta n√≠tido na minha mem√≥ria. J√° algum tempo eu observava,as reuni√Ķes que eram feitas todas as sextas feiras.cerca de quinze pessoas se reuniam, no casar√£o, La da fazenda.onde meus pais serviam um farto jantar ,depois iam para a sala de estar e ficavam fumando e bebendo ate altas horas, ent√£o todos se dirigiam para o templo ,como chamavam aquele comodo quadrado junto a tuia onde armazenava as sacas de caf√©.este era um local proibido para mim desde que me lembro. E recebia ordens explicitas para n√£o me dirigir aquele local em nenhum momento principalmente nas noites de reuni√£o que aconteciam ali. Quando questionei meu pai por tal proibi√ß√£o ele me explicou que ali se desenvolvia um culto . que eles se reuniam toda semana para tomar um cha e ter vizoes que ainda era proibida para mim por eu ser muito jovem.que se eu me aproximasse daquele lugar eu poderia ter vizoes que me perturbariam para sempre.a verdade ele n√£o me enganou.somente quando tinha dezessete anos foi que espantei meus medos e furtivamente atrav√©s do telhado da tuia entre sacas de caf√© consegui uma vizao privilegiada daquele cub√≠culo. Onde a tal seita se reunia para tomar seu cha alucin√≥geno. Tudo conspirou ao meu favor . o meu ponto de observa√ß√£o ficava estrategicamente no escuro havia uma barra suspensa p√≥r correntes fixadas na viga que sustentava o teto alto , de onde emanava fraca luz de dois candeeiros . reunidos em volta de um tablado redondo todas aquelas pessoas com suas t√ļnicas pretas e capuzes cobrindo o rosto. Sorvendo de uma caneca que passava de Mao em Mao aquele liquido, num silencio quase total , uma porta lateral foi aberta e um negro enorme com mais de dois metros de altura adentrou o local com um vestindo um short branco envolvido por correntes douradas que adornavam seu t√≥rax .caminhou ate o tablado se posicionou no meio dele. Um estalo de um chicote e surgiu minha m√£e numa roupa de couro preta que apertada sobre seu corpo real√ßava seus seios, as botas com saltos enormes os cabelos soltos , real√ßavam a beleza encantadora daquela linda mulher , todos os presentes pareciam estar em transe admirando , a cena .ela prendeu os bra√ßos do negro na barra e elevou as correntes ate ele ficar com os bra√ßos sobre a cabe√ßa.entao ela foi ate suas costas e chicote silvou estando de encontro as carnes dele foram sete ou oito chicotadas que ele contraia o rosto ao sentir suas costas cortadas pelo couro curtido do reio,ent√£o ela o envolveu por tr√°s se esfregando nas costas que ela castigara,notava que o negro tinha uma ere√ß√£o enorme , ela trouxe sua Mao puxando seu sorht deixando a mostra uma verga imensa ,ent√£o ela despiu suas vestes ficando somente com aquelas meias pretas ate o meio de suas coxas contrastando com a brancura de suas pernas ,despiu o negro tamb√©m torceu seus mamilos o silencio imenso que emanava foi quebrado pelo pegro que vociferou PUTA , PUTA . com sarcasmo ela torceu os mamilos dele quase os arrancando ,o pr√© gozo do macho mais parecia uma ejacula√ß√£o pingando no tablado .minha m√£e punhetou aquela vara por alguns instantes parecendo que ela aumentava ainda mais seu tamanho.entao ela praticamente escalou ele ate encaixar sua vulva de encontro o rosto dele segurando as correntes que sustentavam a barra onde ele tinha suas m√£os presas apoiou as pernas nas costas dele que sugava a buceta com √™nfase enquanto ela fazia movimentos circulares esfregando o grelo praticamente no nariz dele. Dava para ouvir o chafurdar da l√≠ngua nas entranhas dela que gemia igual uma cadela no cio. Ate que ela sustentou o corpo nos seus bra√ßos retirando suas pernas que estavam em volta do pesco√ßo dele .descendo j√° se ajoelhando e chupou a vara que estava dura como um ferro salivando e lambuzando o enorme falo ent√£o ela envolveu seu pesco√ßo com as m√£os se pendurou no corpo dele apoiou suas pernas contra o dorso dele ate sentir que sua buceta encaixou no caralho , ate sentir que a penetra√ß√£o foi total iniciou o movimento de entrar e sair comandado por ela como se ela estivesse metendo naquele pau deu urros de prazer pois nitidamente percebia-se seus orgasmos mordeu os ombros dele quase arrancando peda√ßos ate sentir ‚Äďse saciada caiu de costas e ficou punhetando o caralho com os p√©s ate ele explodir num gozo animalesco esguichando porra por todo o corpo dela, talves eu tenha exagerado no meu relato mas e assim que me lembro.
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