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Tucci, a sogrinha devassa

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Referência (ID): 1678
Rafer viu que a situação não ia se resolver enquanto Tucci não desabafasse. Acho melhor ele mesmo esclarecer as coisas. Ele se aproxima e abraça Tucci por trás sem nenhum pudor ante ao olhar espantando dela e do genro. Ingride apenas sorri cinicamente. Antes que Tucci proteste e tente se desvencilhar do abraço, Rafer a beija ao lado do pescoço ao mesmo tempo que fala.
- Deixa o garoto se divertir, sua safadinha! Voce fez em mim o mesmo que Ingride fez nele!
- Só falta me sodomizar pra ele aprender como fazer com a esposinha... não é, Rafer? – Ingride exclame em tom irônico, adivinhando o que Rafer teria feito com a esposinha do Beto.

Ingride tinha um sorriso sarcástico no rosto ao falar isso. Rafer apenas respondeu com uma piscadela e voltou a beijar o pescoço de Tucci, que passou da indignação à vergonha. Beto tinha o rosto vermelho de constrangimento..
- Muito bem, vamos parar com a hipocrisia! Ingride prepare um farnel pra nòs quatro, iremos todos para o barco. Beto você pode ajudá-la, mas só demorem o tempo de uma gozada! Eu também tô morrendo de tesão por esta sogrinha infiel!
- Não sou infiel! Voce, seu cretino, é que me faz ser uma adúltera! Voce está me chantageando dizendo que vai destruir o casamento de minha filha! É só por isso que me submeto a esta depravação! E ainda fica alimentando a sem-vergonhice desse genro sem caráter!
- Calma, calma! Voce será castigada por esta malcriação logo, logo! E o Beto não vai abandonar a Larissa, senão eu destruo com a vida profissional dele e arranjo outro marido pra ela! Agora vamos andando!

Beto e Ingride vão pra dentro da casa enquanto Rafer arrasta Tucci para o barco. Apesar dessa demonstração de protesto, Tucci, no fundo, está excitada com toda essa atmosfera de devassidão e luxuria.
Ao mesmo tempo que seus pensamentos se confundem com a ideia de que seu genro vai vê-la nua, e ela a ele. Seu corpo parecer tremer de excitamento e a suave quentura toma conta dele. Assim, ela recebe ansiosa o beijo que Rafer lhe dá enquanto lhe acaricia ao mesmo tempo que vai lhe tirando a canga e o resto do biquíni.

Rafer interrompe o beijo porque parece que Tucci está sem ar de tanto gemer. Acariciando-lhe a face, ele pede que Tucci se vire. Ao mesmo tempo, ele se despe do roupão e da sunga. O belo e rechonchudo trazeiro da mãe de Larissa aparece em todo seu esplendor aos olhos cobiçosos de Rafer. Ele aproveita que está abaixado e passa a acariciá-lo, às vezes até de modo rude, para em seguida beijar-lhe toda a polpa da bela bundona, dando aqui e ali leves mordidas e vigorosos chupões que vai deixando marcas avermelhadas por toda a superfície, notadamente na parte inferior de ambas as bolotas das cheias nádegas de Tucci.
A frente dela, existe o espaldar de uma poltrona e Tucci apoia os cotovelos aí enquanto sua cabeça se move de um lado pra outro fazendo sua cabeleira balançar suavemente como uma cortina ao vento. Os olhos estão quase fechados em êxtase e sua boca deixa passar gemidos de encantamento com a demorada caricia que Rafer está fazendo com a língua e os lábios ao redor de seu cusinho.
Isso, traz lembranças que Tucci pensou que tinha esquecido e que agora se aviva muito mais, apesar do fato acontecido ainda na sua adolescência. Devido a isso, ela leva a mão direto pra xaninha, recordando ao vivo como fazia antes.

Rafer nota o súbito rebolar das nádegas de Tucci em seu rosto. Seu esplendido cacete já começa a expelir pré-semem à expectativa de que em minutos irá possuir o belo e rosado anelzinho de Tucci, da mesma forma que ele possui o de Larissa a noite toda. Ele se levanta e abrindo as bandas das nádegas, coloca sua brilhante verga no meio do rego delas. Apertando fortemente com as mãos os vibrantes glúteos, Rafer passa a fazer lentamente uma esfregação naquele rabo exuberante. Tucci não se controla e implora.
- Mete! Mete!
- Meto sim, meu amor! Faço tudo que você mandar e quiser que eu faça com teu corpo! Aaaah, assim... assim! Que xana! Que xaninha mais apertada! E tão quentinha!! Isso, assim, rebola. Tá gostando, minha, Tucci gostosa?
- Sim, sim! Mete, mete mais fundo! Mais fundo... com vigor! Me come... me come todinha... aaaah… todinha! Me mata de tesão! Faz... faz tudo... faz tudo comigo!! Aaaaah!
- Eu faço, eu faço! Eu quero você toda, danadinha gostosa! Voce vai experimentar sensações novas! Eu vou comer teu cusinho, tá bem?...
- Sim, sim... come meu cusinhoi, come!
- Olha, amorzinho... no começo você vai se sentir meio incomodada e...
- Eu sei, eu sei! Eu já dei o cusinho antes!! Pode meter, pode meter! Me come, vai, me come! Come meu cusinho!

Dessa vez é Rafer que se surpreende. Quem imaginaria que aquela recatada esposinha fosse adepta do sexo anal. Surpreendente mais ainda era o velho marido tê-la iniciado nisso e parecendo que agora vinha dispensando tal delicia ultimamente.
Mas, a surpresa de Rafer não tinha acabado ainda. Tucci, leva uma mão atrás até segurar a rolona dele. Com a outra, escancara uma das nádegas. Em seguida tira o páu da xaninha e passa a esfregar a cabeçorra na boquinha do anus, fazendo uma preliminar do que o cusinho dela tinha a oferecer.
Rafer joga a cabeça pra trás aspirando o ar por entre os dentes, sentindo toda a eletricidade de sua glande sendo empurrada e engolida aos poucos pelo esponjoso cu da mãe de Larissa.

Ele enlouquece com o febril aconchego do anus de Tucci e toma conta da situação. Ela solta um gemido que parece não ter fim ao sentir o deslizar de toda tora pra dentro de seu cusinho, até sentir o saco de Rafer bater logo abaixo na xaninha. Rafer puxa os cabelos dela, trazendo o rosto ao lado do seu. Tucci, vira a face mais um pouco, procurando com sua boca ávida a língua sinuosa dele. A xaninha dela é esfregada no encosto da poltrona devido aos encontros que ela recebe nas nádegas. Ali vai ficar para sempre a marca do gozo daquela mulher extraordinária e que Rafer jamais deixará que a lavem.
- Caraca! Tucci... você é uma putinha! Uma putinha maravilhooooosa! Tô... tô... puta que pariu... quase gozando! E que gozo, querida!
- Ainda não, ainda não!! Olha... olha... deixa eu te pedir... como... como eu quero gozar também!
- Como você você quiser, amor! Como você quiser!
- Tira... tira de meu cusinho... por um... um instantinho e senta´aqui! Sent´aqui na poltrona, seu tesudo de uma figa! Senta!

De lado de fora, já no convés da embarcação, Beto e Ingride param ao escutar o longo e alto gemido de Tucci. Depois descem até ao salão onde os dois veem Tucci com as mãos nos cabelos, rebolando enlouquecida em cima da virilha de Rafer. Ele aperta fortemente com os dedos as belas nádegas, deixando marcas avermelhadas nelas.
Tucci está perto de gozar e seus gemidos ficam cada vez mais altos. Ingride se aproxima como que hipnotizada, já se despindo, parando ao lado de Tucci. Pega pelos cabelos dela, fazendo com que o rosto fique à altura do seu. Parece que Tucci estava esperando por isso. Ela abre mais a boca, serpenteia a própria língua pelos lábios, arqueando eles pra receber o intenso beijo que Ingride lhe dá.
O estupefato Beto, tremendamente excitado, vê a destreza com que a sogrinha rebola suas esplendidas nádegas e é beijada por Ingride, de quem ele ainda sente o gosto da vagina na boca.

De repente, Tucci se retesa e desfaz o beijo dando um grande urro. Um segundo após, é Rafer quem se retesa empurrando o corpo de Tucci pra cima. Nesse instante, não acreditando, Beto vê espirros de esperma que saem por entre o anel do cusinho da sogra e o cacete de Rafer.

Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com. br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada
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