Traições - Tudo começou no estacionamento - Eliza - Contos Eróticos

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Tudo começou no estacionamento - Eliza

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Referência (ID): 1675
Joel espera pacientemente que o carro da frente desembarque um senhor de aproximadamente
60 anos ajudado por um rapaz franzino. O idoso se inclina e manda um beijo para quem está dirigindo. Em seguida, marcando o passo com uma bengala, ele entra na Camara de Conselheiros, daquela simpática cidadezinha praiana.
- Oh! Que coincidência! Aquele é o conselheiro Sampaio!

Joel vê o carro da frente afastar-se enquanto ele entra no estacionamento subterrâneo do prédio da Camara. Logo encontra uma vaga onde existem mais duas desocupadas.

A bela Eliza, com a cara emburrada, ouve o rapaz franzino ao seu lado, lhe dizendo pra voltar e estacionar na Camara.
- A prova é só no segundo tempo. Dá tempo de voce fazer um boquete pra me acalmar, né!?
- Meu deus! Quando essa tortura vai acabar!? Voce devia se envergonhar de abusar sexualmente de mim, sendo eu esposa do Sampaio! Eu vou acabar não indo à academia.
- Voce quem começou, minha cara madrasta!
- Eu estava carente e voce me embebedou!
- Tá... tá, me engana que eu gosto! Andando sem sutiã o tempo todo e toda gentil comigo!
- Mas claro que eu tinha que ser gentil! Voce é o sobrinho-neto do Sampaio e veio morar conosco pra prestar esses exames finais. Eu só não imaginava que voce era um tremendo calhorda. Se aproveitou de minha fraqueza e faz coisas terríveis comigo que duvido que alguma puta faça!
- Cala a boca, Eliza! Olha, ali tem uma vaga!

Joel está examinando uns documentos, se preparando para o confronto com o conselheiro Sampaio, quando vê um carro estacionar ao lado do seu, deixando uma vaga entre os dois.
Uma bela mulher de corpo estonteante vestida com colante e casaco de ginástica sai do lado da direção.
Do outro lado sai o rapaz franzino e circulando pela trazeira do carro para bem perto da bela mulher e lhe segurando o rosto com as duas mãos, a beija na boca com entusiasmo.
Joel arregala os olhos vendo a cena através da janela envidraçada com insulfilme. Ele nota que a mulher beijada não reage e tem os braços ao longo do corpo.

O rapaz franzino pára com o beijo e com um movimento lento vai abaixando a vestimenta top dela até os esplendidos seios de auréolas rosadas, se sintam livres.
- Cacete! Que mulherão o conselheiro tem! E por que ela está se submetendo a esse moleque?

Joel se embasbaca mais ainda quando a esposa do conselheiro Sampaio se acocora em frente ao rapaz e destramente lhe abre a barguilha e puxa a vergona dele de dentro das calças.
Em seguida, ela começa o ritual de lamber toda a extensão do cacete que parece enorme devido a magreza do felizardo rapaz.
- Caralho! Não posso perder essa oportunidade! A mulher do conselheiro tendo um caso com esse fedelho que deve ser parente de algum dos dois! Ah! Vou filmar tudo bonitinho!

Em poucos minutos o franzino goza e a esposinha do conselheiro Sampaio se esforça pra engolir toda ejaculação, mas mesmo assim, um pouco espirra pra fora dos lábios, escorrendo pelo queixo, sendo aparado nos bojudos seios.

Eliza, limpando ao redor da boca com a manga do casaco entra no carro, enquanto o rapaz faz o caminho inverso de antes e senta-se ao lado dela. E logo se dirigem pra fora do estacionamento.
Joel está excitadíssimo com a performance da mulher enquanto observa e edita algumas imagens do filminho. Depois telefona pro seu representante que o espera já no auditório.
- Bernardo? Não se aproxima do conselheiro Sampaio. Nós precisamos do voto dele pra fazermos quatro dos sete conselheiros e já sei como convencê-lo! Os outros três já estão no meu bolso! Só me avisa quando eles forem fazer o coffebreak.
- Pelo que eu soube, eles vão direto até a hora do almoço. Lá pelo meio-dia.
- Descobre então onde é o gabinete dele e me avisa quando eles se retirarem.

Sampaio se despede da rodinha que se formou do lado de fora do plenário, dizendo pros outros irem na frente, pois está esperando Eliza pra irem almoçar juntos. Em seguida se dirige, apoiando-se na bengala, para o próprio gabinete.
- Uou! Quéque´isso? O que o senhor está fazendo aqui!? Nós não podemos ser vistos juntos!
Como entrou aqui?
- Sua simpática secretária primeiramente negou. Depois, enquanto conversávamos em pé aqui do lado de fora, me falou do marido desempregado da filha e eu consegui um lugar de conferente num armazém aqui do nosso grupo. Portanto, não a culpe. Ela já foi almoçar.
- Mesmo assim quero que se retire! Não temos nada a falar!

Joel se levanta da poltrona com o telefone em punho e o coloca a um palmo do rosto do marido de Eliza.
Na telinha aparece só a cabeça dela e parte do penis que ela chupa. Impossível identificar de quem era o cacete.
Os olhos e a boca de Sampaio se escancaram por uns longos segundos.
- Já pensou se isso vazar? Tua mulherzinha com o caralho de outro homem na boca! E parece que ela sabe muito bem do ofício! Não deve ter sido voce quem a adestrou assim, não é!?

Ao receber mais esse insulto, o marido de Eliza desaba na poltrona, onde antes Joel estava sentado. Ele se inclina pra frente apoiando os cotovelos nos joelhos e segurando a cabeça com as duas mãos.
- Tô fudido! Fodido! Porra!
- Bom... voce sabe o que tem que fazer, Sampaio! E eu quero a votação ago...ra!

De repente a porta do gabinete se abre e Eliza, resplandecente no conjunto de saia e blusa rosa claro, entra e fecha a porta atrás de si olhando curiosamente para Joel. Quando se inclina pra beijar o marido, é que nota o ódio estampado no rosto dele.
- Sua desgraçada! Rampeira! Boqueteira de mais baixo nível entre as putas! Voce me desgraçou Eliza! Me desgraçou... completamente! Quem é? Quem é esse filho da puta de teu amante? Quem é!?

Então Eliza vê o telefone em cima da mesa onde na telinha ela aparece claramente boqueteando o enteado.
Ela fica pálida, põe a mão na boca, sufocando o grito que ia soltar. Em seguida cambaleia como se fosse desmaiar. Prontamente, Joel a ampara e faz sentar na cadeira atrás da escrivaninha.

Joel pega o telefone e liga pra Bernardo.
- Bené? Bom, parece que o conselheiro Sampaio mudou de idéia e vai nos apoiar. Segura duas poltronas executivas até o RGN e prepara uma suite lá no resorte. Voce espera o resultado, ok?

Eliza choraminga, com a cabeça abaixada. O marido tem as duas mãos nos joelhos e a cabeça virada pro Joel escutando a conversa dele.
- E... e se eu não votar a favor? Voce terá um prejuízo enorme, seu canalha! E quanto a essa devassa, essa filha da puta, tô pouco me lixando! Que se foda!
- Deixa de ser babaca! Se não votares, eu tenho poder de te exonerar através de meus contatos! Além disso, voce vai desgraçar pra sempre a tua mulher. Talvez voce não se importe com ela, mas vais morrer como o conselheiro corno!
- Tudo bem... tudo bem! Qual a recompensa que terei em troca? Sei que cada um dos três recebeu 50 mil...
- Muito bem. Voces dois não poderão ficar aqui na cidade durante certo tempo...
- Sim, sim! Escutei voce reservando o vôo e a suite no resorte.
- Voce não me deixou terminar, seu corrupto escroto! Voce vai pra casa dos teus familiares no interior. A Eliza é que vai voar comigo e só voltará quando a poeira assentar. Como e quando voce vai pro interior é problema seu.

A cara de decepção de Sampaio tomou lugar da cara insolente de alguns segundos atrás. Eliza arregalou os amendoados olhos castanhos e seus lábios se ovalaram, não acreditando no que estava escutando. Parece que sua vida era uma eterna servidão.
- Grana? Não tem nenhuma! 50 mil pra cada um? Porra nenhuma! Um, apesar de casado, foi pego chupando um vigilante aqui no estacionamento! Outro atropelou um homem e fugiu. O cara não morreu, decorou a chapa e o está chantageando junto comigo. E o terceiro foi fotografado entrando e saindo de um motel com a cunhada menor.

Sampaio está de cabeça abaixada não acreditando de como sua vida mudará naquela idade.
Joel encara Eliza que está olhando compadecida pro marido. Joel pega sua mão e a faz levantar-se. Já está perto da porta quando ela chorando grita desesperadamente.
- Não! Não! E não! Não vou! Não vou! Deixa ele fazer o que quiser querido! Mas, não vota nele!
- Saí daqui sua puta rampeira! Voce não se importa de eu ser corno, né! Vá, vai embora!

Desapontada, Eliza é amparada enquanto caminha ao lado de Joel. Logo estão sentados numa acolhedora cantina, justo do outro lado da rua.
- Minha querida, se acalme! Nada de desespero! Voce está se livrando desses dois tiranos! Sampaio e o escroto de teu enteado. Por falar nisso... como voce se deixou se envolver?

No começo, Eliza só consegue falar entre soluços. Depois, mais calma e de ter bebido de uma só vez uma taça de vinho branco, ela disserta o que era sua vida com eles.
- Carlito veio morar conosco pra prestar exame pra uma bolsa na Alemanha. Isso foi uns três meses atrás. Eu fiquei encantada de ter um menino pra cuidar. Apesar de aparência, ele já tem 24 anos.
- Certa noite, uma semana depois, estávamos todos vendo um filme na televisão e logo Gert estava cochilando. Gert é o Sampaio.
- Bom... Carlito foi até a cozinha e voltou trazendo uma garrafa de vinho branco e duas taças.
Conversa vai, conversa vem e a garrafa esvaziou! Carlito se insinuou e me deixei ser beijada e levada ladeira abaixo à devassidão sexual!
- Não sei se voce sabia, mas Gert é trinta e cinco anos mais velho que eu! Casei com ele aos vinte anos quando trabalhava como bióloga marinha e ele era viúvo. Nos primeiros dez anos foi tudo uma maravilha! Depois, passei a ser uma dona de casa! Uma empregada!
- Mas... eu não quero ir, sr. Joel. Não quero ir! Eu não sou uma devassa! Não sou uma puta desvairada! Não quero sair de uma escravidão e entrar em outra com um desconhecido!

Joel notou que a segunda taça dela estava vazia. A narrativa e a performance que ela tinha feito, faz com que ele se encante mais ainda por ela. Seu cacetão está tão duro que chega a doer. Sua tezão fala mais alto que seus escrúpulos. Ele percebe que a hora é agora.
- Querida, confie em mim. Nada acontecerá com voce... que não concorde fazer! Vamos se alegrar! Que tal renovar seu guarda-roupa?

Joel antes de chamar o taxi, liga pra Bernardo e mande que diga ao conselheiro que o grupo que ele representa vai desistir do empreendimento e que não precisa mais do voto dele.
- É foda, Bené! Mas, mesmo que tivéssemos ganhado, tenho certeza que aquele escroto do Sampaio iria vazar o porquê que os outros três conselheiros votaram na gente... aí seria uma interminável onda de inquéritos, a obra não sairia do papel e ocuparia desnecessariamente o jurídico.
O taxi chega e Joel manda seguir pra um shopping que tinha lojas de grife. Durante o percurso, os lados das coxas de ambos se roçam e Eliza parece não se importar. Joel sente pela primeira vez o suave perfume dela e ao mesmo tempo suas narinas captam o cheiro da fêmea em sua plenitude sexual.
Eliza dá o braço a gentil persuasão dele. Ela parece relaxada. Bem relaxada. E tem um leve sorriso enquanto andam pelos corredores.

Ela se sente estranhamente bem. De repente um reconfortante calor toma conta de todo seu corpo. Seus mamilos endurecem que chegam a aparecer através da blusa e sente uma tremenda vontade de acariciar a própria xaninha.
“Santo deus! Não faça isso comigo, por favor! Não deixe Joel perceber meu cio!”

Os dois entram numa loja sugerida por Joel. A esposa do conselheiro pra se distrair começa a se encantar com as roupas, bolsas e calçados. Joel simplesmente pergunta se ela gosta e vai passando pra atendente atrás. Ao ver umas calcinhas de cetim, Joel escolhe três de cores diferentes. Pede à atendente que empacote o que já tem nas mãos.

Pegando Eliza pela cintura, ela a leva até o vestiário. Lá, um negro vivamente maquiado e com a cabeleireira artisticamente montada, pede pra ver quantas peças são e lhe dá uma placa com o número três estampado.
Joel o encara com um sorriso maroto. Em vez de pegar a placa, lhe enfia nos dedos duas notas azuis de cem.
O gay enfia os dedos no bolsinho do colete, tira e entrega uma chave pra ele.
- Siga até o final dos provadores e vire a esquerda. Lá tem um sofá onde tiramos uma soneca.
Agora não vai ninguém lá pois já começou o turno da tarde.

Eliza sem entender o que houve, se deixa levar por Joel. Já dentro do pequeno escritório, ele a puxa para si e a beija com fervor de um macho dominado pelo cheiro da bela fêmea. Ela ainda está surpresa com o que está acontecendo e adivinhando o que vai acontecer.

Sem nenhuma titubeação, Joel se agacha com um dos joelhos apoiado no piso e aspira por cima da saia o odor da infiel esposinha do conselheiro Sampaio.
- Levanta a saia e mostra tua xaninha pra mim! – Pede ele com voz rouca de um tarado.
- Não! Não faça isso comigo! Não sou isso que voce pensa!

Ele percebe que Eliza fala sem convicção e não impede que ele mesmo vá levantando a saia até ela mesma segurar na altura dos quadris. Antes de baixar a calcinha, Joel passa alguns segundos beijando e lambendo a rachinha por cima do tecido.
Não se agüentando mais, Joel puxa as calcinhas até os tornozelos de Eliza. Ela consegue tirar um dos pés, mas não consegue tirar o outro pois já está delirando com a ventosa que Joel está fazendo em cima de sua vagina.

O perfume do sabonete e do creme que ela passou nas coxas e na bunda ainda são bem nítidos. Mesmo agachado, Joel retira sua torona de dentro da calça e passa a se masturbar, aspirando e sugando toda a feminilidade dela.
Com a mão esquerda livre, ele abraça a coxa que está com o pé fora da calcinha, e em seguida manobrar com que ela apóie a coxa no seu ombro esquerdo. Agora ele tem quase todo acesso as profundezas celestiais da xaninha de Eliza.

E então ela goza. Joel sente todo o tremor e calor do orgasmo intenso que banha o corpo de Eliza. Ela cambaleia e desnorteada consegue se sentar no sofá.
Joel permanece agachado admirando a perfeição das curvas da mulher madura. Gentilmente ele põe a mão na cintura dela e insinua para que ela se vire. Ela obedece. Mas pra fazer isso ela tem que ficar ajoelhada no assento do sofá como busto apoiado no encosto.

Joel se baba literalmente em cima do rosado cuzinho e das curvas robustas da bunda dela.
Eliza contrai o anus ao sentir a ponta da língua dele que se insinuar pra dentro.
Ela sente um calafrio intenso que nunca sentiu antes, fazendo o cuzinho relaxar, facilitando alguns centímetros da língua serpenteante de Joel invadindo o dito cujo.

Eliza comprova o quanto vale a experiência de quem sabe. Carlito quando a sodomizava, nunca fez isso o que Joel lhe faz agora. Ele simplesmente a untava com vaselina e ainda usava camisinha. Era uma meladeira só! Ela imagina como seria ser sodomizada por Joel.

Neste momento, alguém do outro lado da porta mexe na maçaneta, assustando casal. Joel se levanta e pé ante pé vai até a porta e cola o ouvido nela. Ele escuta passos se afastando.

Eliza tomada por um súbito sentimento moralista, fica de pé, ajeita a saia pra baixo. E então se lembra da calcinha enrolada no seu tornozelo. Ela está se abaixando pra ajeitar o outro pé quando Joel se aproxima por trás e passando os braços por baixo das axilas dela, faz com que se levante. E como se estivesse dando uma ordem, lhe diz.
- Suspende a saia! Suspende essa saia, Eliza!

Ela obedece, usando os cotovelos pra manter o enrolado da saia suspendido e as mãos na parede como se a tivesse empurrando. Ela suspira alto quando o imenso falo de Joel lhe penetra a xaninha. Agora seu rosto e os seios estão pressionados contra a parede e Joel funga ao lado de sua orelha.
Então ela se lembra que ainda está no seu período fértil.
- Espera... espera, Joel! Eu tenho uma camisinha na bolsa, senão posso engravidar.
- Ok! Mas, não saia daí!

Leva menos de um minuto para que Joel envelope sua torona e já está com a cabeçorra na entrada da xaninha quando vê o anus dela se contraindo e descontraindo. Como se estivesse piscando. Joel enlouquece.
- Voce já experimentou atrás?
- Huum! Por que voce não tenta!?

É melodia pros ouvidos de Joel, cantada por aquela deusa do sexo! Deusa do coito anal!

Eliza nota a diferença de ser penetrada pela robusta glande e tora de Joel. A camisinha foi a dose exata de lubrificação e ela sente o atrito deslizante conforme a grossura do rolona vai lhe dilatando todo o tubo anal. Ao contrário daquele excesso de vaselina que ficava escorrendo por horas de seu cuzinho.
- Olha... não... não goza dentro, tá?
- Minha querida, não... não não sei não! Por que... por que isso? A camisinha é pra isso mesmo!
- Eu... quero... quero fazer com voce o quê Carlito me... me obrigava a... a fazer com... ele!

Joel fica curioso, mas não quer sair daquele lorto nem que o mundo se acabe. Mas, Eliza passa a apertar as nádegas, fazendo com que a fricção do entra e sai de seu anelzinho pressione ainda mais o caralho invasor.

Ao mesmo tempo suas coxas se roçam fortemente uma na outra fazendo com que a xaninha tenha o grelinho acariciado. Ela usava esse truque pra gozar dando cú, já com aquela lama de vaselina a coisa ficava sem graça.
Mas, agora com Joel, ela quer ter o orgasmo anal, acariciando a xaninha e o grelo apertados entre suas coxas.

Joel não consegue mais resistir. Ele retira quase metade de sua torona do cuzinho e já vai dar a primeira cusparada ejaculatória, quando Eliza pega o cacete pela base firmemente e ela mesma se desentope.
Ato continuo, ela se ajoelha a frente dele e com a outra mão, destramente vai retirando o preservativo. Com o esplendor da nudez do cacete que palpita em sua mão, Eliza enche sua boca com a bojuda cabeçorra e só então alivia o aperto que fazia na base do nervoso cacete.

Joel urra como um tresloucado sem se importar que alguém ouça do outro lado da porta. Eliza se masturba freneticamente enquanto engole cada vez mais e mais a rolona que ejacula sem parar.
“ Pelo menos isso eu gostava de fazer com Carlito!”

Joel se esparrama no sofá e está bem ofegante. Eliza se acomoda entre as pernas dele e engole a semi endurecida rolona e volta a se masturbar.
A respiração de Joel volta a normalidade ao mesmo tempo em que a boquinha de Eliza sente dificuldade de engolir além da metade a já endurecida torona. Mas, ele quer mais.
- Vamos fazer “ferro com ferro”?
- O quê?

Eliza está maravilhada com a pronta recuperação do cacete de Joel. Agora ele lhe pede que venha a se sentar na virilha dele. Ela segura o caralho e mira a boquinha do próprio anus. Lentamente vai sentando e tremendo de tezão ao sentir a pele com pele da invasão anal.

Joel não leva muito tempo pra gozar de novo, vendo as carnudas nádegas formando o desenho de um coração invertido que sobe e desce lentamente, lhe engolindo a torona.

Ao passarem pelo guardião do vestiário, Joel recebeu do exótico negro uma sacolinha.
- Isto aqui é por minha conta... o resto das compras o senhor encontrará ali no caixa.

Na sacolinha estavam as tres calcinhas de cores diferentes.
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